Questões de Concurso Sobre português

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Q3550328 Português
Assinale a alternativa que possui um verbo transitivo direto e indireto:
Alternativas
Q3550309 Português

Leia com atenção a afirmativa abaixo:

Marcelo não faz suas tarefas nem permite que ninguém as faça.

Qual é o tipo de oração coordenada empregada acima? 

Alternativas
Q3550308 Português

Leia com atenção a afirmativa abaixo.


Os melhores amigos do homem são os cães segundo o ditado.


Os termos destacados são:

Alternativas
Q3550147 Português

Para responder à questão , leia a crônica a seguir.


Pão de queijo: minha confissão


Nossa história de amor é longa. Desde pequena já era apaixonada por ele. Quando ia para a casa da minha avó, em Minas, ela me dizia “ele já está te esperando”, eu entrava na cozinha e lá estava ele, quentinho, na cesta. Ele, o pão de queijo. Meu amor.


No começo era uma loucura. Não me contentava apenas com um – mas, como em tudo nesta vida, aprendi que mesmo a paixão precisa ter uma dose, um limite. E que ter tudo sempre, em excesso, não é saudável. A verdade é que o pão de queijo nunca me abandonou. Tivemos nossas brigas, nossos momentos separados, mas eu descobri que não vivo sem ele. Se tem uma coisa à qual sou fiel é ao pão de queijo. Morro de saudades dele em viagens. “Cadê meu amor?”, penso. Porque, convenhamos, ele é insubstituível.


O que se iguala a um pão de queijo? Nada. Ele é único, perfeito. Em nenhum lugar do mundo existe um quitute parecido. Para um lanche da tarde, há algo melhor do que um pão de queijo? E para a ressaca? Café de trabalho com quem você não tem intimidade, café da manhã com quem você tem muita intimidade... Ele é para todos os momentos. Vai receber amigos em uma tarde de sábado, com risadas? Pãozinho de queijo. Quer chorar numa doceria depois de um trânsito horroroso? Pão de queijo. Vai assistir ao jogo de futebol com amigos? Fornada pronta e quentinha.


Ele até pode parecer fácil, afinal, está em todos os cantos. Das padocas mais pé sujo, passando pelos cafés de livrarias, chegando às “boulangeries boutiques” e até... em postos de gasolina. No entanto, vocês sabem. Amores sem contradições não existem. Há pães de queijo e pães de queijo. E, como em todo romance, existem altos e baixos. Às vezes, a gente enjoa dele, se irrita. Alguns são muito gordurosos, massudos. Outros não têm a dose certinha de polvilho. Não é algo fácil de fazer. Mas não adianta. É amor. Eu não consigo viver sem ele. Por isso, encerro esta crônica com um cartaz que vi uma vez, numa cidadezinha mineira. Confesso  que fiquei com ciúme, mas entendi perfeitamente o que ele quis dizer.


“Temos pão de queijo

Tão bão, mas tão bão,

Que dá até dó de vendê.” 


(Marilia Neustein. Disponível em: www.estadao.com.br. Acesso em 22.3.2024. Adaptado)

Assinale a alternativa cuja frase do texto apresenta palavra ou expressão empregada em sentido figurado.
Alternativas
Q3550146 Português

Para responder à questão , leia a crônica a seguir.


Pão de queijo: minha confissão


Nossa história de amor é longa. Desde pequena já era apaixonada por ele. Quando ia para a casa da minha avó, em Minas, ela me dizia “ele já está te esperando”, eu entrava na cozinha e lá estava ele, quentinho, na cesta. Ele, o pão de queijo. Meu amor.


No começo era uma loucura. Não me contentava apenas com um – mas, como em tudo nesta vida, aprendi que mesmo a paixão precisa ter uma dose, um limite. E que ter tudo sempre, em excesso, não é saudável. A verdade é que o pão de queijo nunca me abandonou. Tivemos nossas brigas, nossos momentos separados, mas eu descobri que não vivo sem ele. Se tem uma coisa à qual sou fiel é ao pão de queijo. Morro de saudades dele em viagens. “Cadê meu amor?”, penso. Porque, convenhamos, ele é insubstituível.


O que se iguala a um pão de queijo? Nada. Ele é único, perfeito. Em nenhum lugar do mundo existe um quitute parecido. Para um lanche da tarde, há algo melhor do que um pão de queijo? E para a ressaca? Café de trabalho com quem você não tem intimidade, café da manhã com quem você tem muita intimidade... Ele é para todos os momentos. Vai receber amigos em uma tarde de sábado, com risadas? Pãozinho de queijo. Quer chorar numa doceria depois de um trânsito horroroso? Pão de queijo. Vai assistir ao jogo de futebol com amigos? Fornada pronta e quentinha.


Ele até pode parecer fácil, afinal, está em todos os cantos. Das padocas mais pé sujo, passando pelos cafés de livrarias, chegando às “boulangeries boutiques” e até... em postos de gasolina. No entanto, vocês sabem. Amores sem contradições não existem. Há pães de queijo e pães de queijo. E, como em todo romance, existem altos e baixos. Às vezes, a gente enjoa dele, se irrita. Alguns são muito gordurosos, massudos. Outros não têm a dose certinha de polvilho. Não é algo fácil de fazer. Mas não adianta. É amor. Eu não consigo viver sem ele. Por isso, encerro esta crônica com um cartaz que vi uma vez, numa cidadezinha mineira. Confesso  que fiquei com ciúme, mas entendi perfeitamente o que ele quis dizer.


“Temos pão de queijo

Tão bão, mas tão bão,

Que dá até dó de vendê.” 


(Marilia Neustein. Disponível em: www.estadao.com.br. Acesso em 22.3.2024. Adaptado)

Na crônica, a autora reconhece que seu amor pelo pão de queijo é tão grande que pouco importa se 
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Q3550145 Português

Para responder à questão , leia a crônica a seguir.


Pão de queijo: minha confissão


Nossa história de amor é longa. Desde pequena já era apaixonada por ele. Quando ia para a casa da minha avó, em Minas, ela me dizia “ele já está te esperando”, eu entrava na cozinha e lá estava ele, quentinho, na cesta. Ele, o pão de queijo. Meu amor.


No começo era uma loucura. Não me contentava apenas com um – mas, como em tudo nesta vida, aprendi que mesmo a paixão precisa ter uma dose, um limite. E que ter tudo sempre, em excesso, não é saudável. A verdade é que o pão de queijo nunca me abandonou. Tivemos nossas brigas, nossos momentos separados, mas eu descobri que não vivo sem ele. Se tem uma coisa à qual sou fiel é ao pão de queijo. Morro de saudades dele em viagens. “Cadê meu amor?”, penso. Porque, convenhamos, ele é insubstituível.


O que se iguala a um pão de queijo? Nada. Ele é único, perfeito. Em nenhum lugar do mundo existe um quitute parecido. Para um lanche da tarde, há algo melhor do que um pão de queijo? E para a ressaca? Café de trabalho com quem você não tem intimidade, café da manhã com quem você tem muita intimidade... Ele é para todos os momentos. Vai receber amigos em uma tarde de sábado, com risadas? Pãozinho de queijo. Quer chorar numa doceria depois de um trânsito horroroso? Pão de queijo. Vai assistir ao jogo de futebol com amigos? Fornada pronta e quentinha.


Ele até pode parecer fácil, afinal, está em todos os cantos. Das padocas mais pé sujo, passando pelos cafés de livrarias, chegando às “boulangeries boutiques” e até... em postos de gasolina. No entanto, vocês sabem. Amores sem contradições não existem. Há pães de queijo e pães de queijo. E, como em todo romance, existem altos e baixos. Às vezes, a gente enjoa dele, se irrita. Alguns são muito gordurosos, massudos. Outros não têm a dose certinha de polvilho. Não é algo fácil de fazer. Mas não adianta. É amor. Eu não consigo viver sem ele. Por isso, encerro esta crônica com um cartaz que vi uma vez, numa cidadezinha mineira. Confesso  que fiquei com ciúme, mas entendi perfeitamente o que ele quis dizer.


“Temos pão de queijo

Tão bão, mas tão bão,

Que dá até dó de vendê.” 


(Marilia Neustein. Disponível em: www.estadao.com.br. Acesso em 22.3.2024. Adaptado)

Segundo a autora afirma, o pão de queijo
Alternativas
Q3550144 Português

Para responder à questão , leia a crônica a seguir.


Pão de queijo: minha confissão


Nossa história de amor é longa. Desde pequena já era apaixonada por ele. Quando ia para a casa da minha avó, em Minas, ela me dizia “ele já está te esperando”, eu entrava na cozinha e lá estava ele, quentinho, na cesta. Ele, o pão de queijo. Meu amor.


No começo era uma loucura. Não me contentava apenas com um – mas, como em tudo nesta vida, aprendi que mesmo a paixão precisa ter uma dose, um limite. E que ter tudo sempre, em excesso, não é saudável. A verdade é que o pão de queijo nunca me abandonou. Tivemos nossas brigas, nossos momentos separados, mas eu descobri que não vivo sem ele. Se tem uma coisa à qual sou fiel é ao pão de queijo. Morro de saudades dele em viagens. “Cadê meu amor?”, penso. Porque, convenhamos, ele é insubstituível.


O que se iguala a um pão de queijo? Nada. Ele é único, perfeito. Em nenhum lugar do mundo existe um quitute parecido. Para um lanche da tarde, há algo melhor do que um pão de queijo? E para a ressaca? Café de trabalho com quem você não tem intimidade, café da manhã com quem você tem muita intimidade... Ele é para todos os momentos. Vai receber amigos em uma tarde de sábado, com risadas? Pãozinho de queijo. Quer chorar numa doceria depois de um trânsito horroroso? Pão de queijo. Vai assistir ao jogo de futebol com amigos? Fornada pronta e quentinha.


Ele até pode parecer fácil, afinal, está em todos os cantos. Das padocas mais pé sujo, passando pelos cafés de livrarias, chegando às “boulangeries boutiques” e até... em postos de gasolina. No entanto, vocês sabem. Amores sem contradições não existem. Há pães de queijo e pães de queijo. E, como em todo romance, existem altos e baixos. Às vezes, a gente enjoa dele, se irrita. Alguns são muito gordurosos, massudos. Outros não têm a dose certinha de polvilho. Não é algo fácil de fazer. Mas não adianta. É amor. Eu não consigo viver sem ele. Por isso, encerro esta crônica com um cartaz que vi uma vez, numa cidadezinha mineira. Confesso  que fiquei com ciúme, mas entendi perfeitamente o que ele quis dizer.


“Temos pão de queijo

Tão bão, mas tão bão,

Que dá até dó de vendê.” 


(Marilia Neustein. Disponível em: www.estadao.com.br. Acesso em 22.3.2024. Adaptado)

No texto, a autora confessa que gosta tanto de pão de queijo que
Alternativas
Q3550143 Português

Para responder à questão , leia a crônica a seguir.


Pão de queijo: minha confissão


Nossa história de amor é longa. Desde pequena já era apaixonada por ele. Quando ia para a casa da minha avó, em Minas, ela me dizia “ele já está te esperando”, eu entrava na cozinha e lá estava ele, quentinho, na cesta. Ele, o pão de queijo. Meu amor.


No começo era uma loucura. Não me contentava apenas com um – mas, como em tudo nesta vida, aprendi que mesmo a paixão precisa ter uma dose, um limite. E que ter tudo sempre, em excesso, não é saudável. A verdade é que o pão de queijo nunca me abandonou. Tivemos nossas brigas, nossos momentos separados, mas eu descobri que não vivo sem ele. Se tem uma coisa à qual sou fiel é ao pão de queijo. Morro de saudades dele em viagens. “Cadê meu amor?”, penso. Porque, convenhamos, ele é insubstituível.


O que se iguala a um pão de queijo? Nada. Ele é único, perfeito. Em nenhum lugar do mundo existe um quitute parecido. Para um lanche da tarde, há algo melhor do que um pão de queijo? E para a ressaca? Café de trabalho com quem você não tem intimidade, café da manhã com quem você tem muita intimidade... Ele é para todos os momentos. Vai receber amigos em uma tarde de sábado, com risadas? Pãozinho de queijo. Quer chorar numa doceria depois de um trânsito horroroso? Pão de queijo. Vai assistir ao jogo de futebol com amigos? Fornada pronta e quentinha.


Ele até pode parecer fácil, afinal, está em todos os cantos. Das padocas mais pé sujo, passando pelos cafés de livrarias, chegando às “boulangeries boutiques” e até... em postos de gasolina. No entanto, vocês sabem. Amores sem contradições não existem. Há pães de queijo e pães de queijo. E, como em todo romance, existem altos e baixos. Às vezes, a gente enjoa dele, se irrita. Alguns são muito gordurosos, massudos. Outros não têm a dose certinha de polvilho. Não é algo fácil de fazer. Mas não adianta. É amor. Eu não consigo viver sem ele. Por isso, encerro esta crônica com um cartaz que vi uma vez, numa cidadezinha mineira. Confesso  que fiquei com ciúme, mas entendi perfeitamente o que ele quis dizer.


“Temos pão de queijo

Tão bão, mas tão bão,

Que dá até dó de vendê.” 


(Marilia Neustein. Disponível em: www.estadao.com.br. Acesso em 22.3.2024. Adaptado)

Em relação ao pão de queijo, a autora declara que
Alternativas
Q3550142 Português
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, a fala do personagem no quadrinho a seguir, considerando a norma-padrão e a imagem visual.

Imagem associada para resolução da questão
(Charles M. Schulz. Peanuts. Adaptado)
Alternativas
Q3550141 Português
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, a fala do personagem no quadrinho a seguir, considerando a norma-padrão e a imagem visual.

Imagem associada para resolução da questão


(Charles M. Schulz. Peanuts. Adaptado)
Alternativas
Q3550140 Português
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, a fala do personagem no quadrinho a seguir, considerando a norma-padrão e a imagem visual.
Imagem associada para resolução da questão


(Dik Browne. O melhor de Hagar, o Horrível. Adaptado)
Alternativas
Q3550139 Português
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, a fala do personagem no quadrinho a seguir, considerando a norma-padrão e a imagem visual.

Imagem associada para resolução da questão (Jim Davis. Garfield. Adaptado)

Alternativas
Q3550138 Português

Observe o quadrinho a seguir.

Imagem associada para resolução da questão


(Jim Davis. Peanuts. Adaptado)

Assinale a alternativa que pode preencher, com a frase corretamente pontuada, a fala da personagem no balão vazio.

Alternativas
Q3550137 Português

Para responder às questões  leia o texto a seguir.


História do pão de queijo: do Brasil para o mundo


A história do pão de queijo é muito rica e interessante. Como todo ícone da culinária brasileira, ele tem raízes na alimentação dos nossos povos indígenas e recebe influências africanas e portuguesas.


Tudo começou com o polvilho, extraído da mandioca pelos nossos indígenas, passando pelas mãos dos colonizadores, que acrescentaram ovos, banha de porco, leite e, claro, os queijos das fazendas.


Devemos aos povos indígenas a domesticação e seleção da mandioca-brava, alcançada há milhares de anos antes dos colonizadores. Eles também descobriram como extrair o veneno presente nas raízes brutas da planta, tornando-as seguras para o consumo humano após o processamento adequado. Isso originou o polvilho azedo, ingrediente básico do nosso tão apreciado pão de queijo.


No período colonial do Brasil, durante o século XVIII, na região de Minas Gerais, os colonizadores portugueses, na ausência da farinha de trigo, que era importada da Europa e possuía um altíssimo custo, buscavam formas de criar alimentos com ingredientes locais. Foi nessa época que, das cozinhas das antigas fazendas de Minas, surgiram quitutes como biscoitos de polvilho, sequilhos, tapiocas e o pão de queijo.


Os ingredientes do pão de queijo eram simples: polvilho azedo, queijo minas curado, banha de porco derretida, leite e ovos, ou seja, itens de subsistência nas propriedades.


Graças a sua combinação única de sabores e texturas, o pão de queijo conquistou não apenas os brasileiros, mas pessoas ao redor de todo o mundo e hoje é considerado um patrimônio brasileiro.


Em suma, ele é muito mais do que uma simples receita culinária. É uma herança cultural que deve ser preservada e apreciada por muitas gerações. Portanto, quando saborear essa delícia, lembre-se de que você estará degustando uma verdadeira parte da história e da cultura brasileira, um verdadeiro patrimônio nacional.


(www.tvculturamineira.com.br. Acesso em 22.03.2024. Adaptado)

No trecho do 5o parágrafo do texto – ... ou seja, itens de subsistência nas propriedades –, a palavra em destaque pode ser substituída, sem alterar o sentido original do texto, por
Alternativas
Q3550136 Português

Para responder às questões  leia o texto a seguir.


História do pão de queijo: do Brasil para o mundo


A história do pão de queijo é muito rica e interessante. Como todo ícone da culinária brasileira, ele tem raízes na alimentação dos nossos povos indígenas e recebe influências africanas e portuguesas.


Tudo começou com o polvilho, extraído da mandioca pelos nossos indígenas, passando pelas mãos dos colonizadores, que acrescentaram ovos, banha de porco, leite e, claro, os queijos das fazendas.


Devemos aos povos indígenas a domesticação e seleção da mandioca-brava, alcançada há milhares de anos antes dos colonizadores. Eles também descobriram como extrair o veneno presente nas raízes brutas da planta, tornando-as seguras para o consumo humano após o processamento adequado. Isso originou o polvilho azedo, ingrediente básico do nosso tão apreciado pão de queijo.


No período colonial do Brasil, durante o século XVIII, na região de Minas Gerais, os colonizadores portugueses, na ausência da farinha de trigo, que era importada da Europa e possuía um altíssimo custo, buscavam formas de criar alimentos com ingredientes locais. Foi nessa época que, das cozinhas das antigas fazendas de Minas, surgiram quitutes como biscoitos de polvilho, sequilhos, tapiocas e o pão de queijo.


Os ingredientes do pão de queijo eram simples: polvilho azedo, queijo minas curado, banha de porco derretida, leite e ovos, ou seja, itens de subsistência nas propriedades.


Graças a sua combinação única de sabores e texturas, o pão de queijo conquistou não apenas os brasileiros, mas pessoas ao redor de todo o mundo e hoje é considerado um patrimônio brasileiro.


Em suma, ele é muito mais do que uma simples receita culinária. É uma herança cultural que deve ser preservada e apreciada por muitas gerações. Portanto, quando saborear essa delícia, lembre-se de que você estará degustando uma verdadeira parte da história e da cultura brasileira, um verdadeiro patrimônio nacional.


(www.tvculturamineira.com.br. Acesso em 22.03.2024. Adaptado)

Ao afirmar que o pão de queijo é considerado uma herança cultural brasileira, o autor do texto quer informar que
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Q3550135 Português

Para responder às questões  leia o texto a seguir.


História do pão de queijo: do Brasil para o mundo


A história do pão de queijo é muito rica e interessante. Como todo ícone da culinária brasileira, ele tem raízes na alimentação dos nossos povos indígenas e recebe influências africanas e portuguesas.


Tudo começou com o polvilho, extraído da mandioca pelos nossos indígenas, passando pelas mãos dos colonizadores, que acrescentaram ovos, banha de porco, leite e, claro, os queijos das fazendas.


Devemos aos povos indígenas a domesticação e seleção da mandioca-brava, alcançada há milhares de anos antes dos colonizadores. Eles também descobriram como extrair o veneno presente nas raízes brutas da planta, tornando-as seguras para o consumo humano após o processamento adequado. Isso originou o polvilho azedo, ingrediente básico do nosso tão apreciado pão de queijo.


No período colonial do Brasil, durante o século XVIII, na região de Minas Gerais, os colonizadores portugueses, na ausência da farinha de trigo, que era importada da Europa e possuía um altíssimo custo, buscavam formas de criar alimentos com ingredientes locais. Foi nessa época que, das cozinhas das antigas fazendas de Minas, surgiram quitutes como biscoitos de polvilho, sequilhos, tapiocas e o pão de queijo.


Os ingredientes do pão de queijo eram simples: polvilho azedo, queijo minas curado, banha de porco derretida, leite e ovos, ou seja, itens de subsistência nas propriedades.


Graças a sua combinação única de sabores e texturas, o pão de queijo conquistou não apenas os brasileiros, mas pessoas ao redor de todo o mundo e hoje é considerado um patrimônio brasileiro.


Em suma, ele é muito mais do que uma simples receita culinária. É uma herança cultural que deve ser preservada e apreciada por muitas gerações. Portanto, quando saborear essa delícia, lembre-se de que você estará degustando uma verdadeira parte da história e da cultura brasileira, um verdadeiro patrimônio nacional.


(www.tvculturamineira.com.br. Acesso em 22.03.2024. Adaptado)

Conforme o texto descreve, no período colonial do Brasil, o polvilho começou a ser usado para substituir
Alternativas
Q3550134 Português

Para responder às questões  leia o texto a seguir.


História do pão de queijo: do Brasil para o mundo


A história do pão de queijo é muito rica e interessante. Como todo ícone da culinária brasileira, ele tem raízes na alimentação dos nossos povos indígenas e recebe influências africanas e portuguesas.


Tudo começou com o polvilho, extraído da mandioca pelos nossos indígenas, passando pelas mãos dos colonizadores, que acrescentaram ovos, banha de porco, leite e, claro, os queijos das fazendas.


Devemos aos povos indígenas a domesticação e seleção da mandioca-brava, alcançada há milhares de anos antes dos colonizadores. Eles também descobriram como extrair o veneno presente nas raízes brutas da planta, tornando-as seguras para o consumo humano após o processamento adequado. Isso originou o polvilho azedo, ingrediente básico do nosso tão apreciado pão de queijo.


No período colonial do Brasil, durante o século XVIII, na região de Minas Gerais, os colonizadores portugueses, na ausência da farinha de trigo, que era importada da Europa e possuía um altíssimo custo, buscavam formas de criar alimentos com ingredientes locais. Foi nessa época que, das cozinhas das antigas fazendas de Minas, surgiram quitutes como biscoitos de polvilho, sequilhos, tapiocas e o pão de queijo.


Os ingredientes do pão de queijo eram simples: polvilho azedo, queijo minas curado, banha de porco derretida, leite e ovos, ou seja, itens de subsistência nas propriedades.


Graças a sua combinação única de sabores e texturas, o pão de queijo conquistou não apenas os brasileiros, mas pessoas ao redor de todo o mundo e hoje é considerado um patrimônio brasileiro.


Em suma, ele é muito mais do que uma simples receita culinária. É uma herança cultural que deve ser preservada e apreciada por muitas gerações. Portanto, quando saborear essa delícia, lembre-se de que você estará degustando uma verdadeira parte da história e da cultura brasileira, um verdadeiro patrimônio nacional.


(www.tvculturamineira.com.br. Acesso em 22.03.2024. Adaptado)

O autor do texto informa que o pão de queijo nasceu nas cozinhas
Alternativas
Q3550133 Português

Para responder às questões  leia o texto a seguir.


História do pão de queijo: do Brasil para o mundo


A história do pão de queijo é muito rica e interessante. Como todo ícone da culinária brasileira, ele tem raízes na alimentação dos nossos povos indígenas e recebe influências africanas e portuguesas.


Tudo começou com o polvilho, extraído da mandioca pelos nossos indígenas, passando pelas mãos dos colonizadores, que acrescentaram ovos, banha de porco, leite e, claro, os queijos das fazendas.


Devemos aos povos indígenas a domesticação e seleção da mandioca-brava, alcançada há milhares de anos antes dos colonizadores. Eles também descobriram como extrair o veneno presente nas raízes brutas da planta, tornando-as seguras para o consumo humano após o processamento adequado. Isso originou o polvilho azedo, ingrediente básico do nosso tão apreciado pão de queijo.


No período colonial do Brasil, durante o século XVIII, na região de Minas Gerais, os colonizadores portugueses, na ausência da farinha de trigo, que era importada da Europa e possuía um altíssimo custo, buscavam formas de criar alimentos com ingredientes locais. Foi nessa época que, das cozinhas das antigas fazendas de Minas, surgiram quitutes como biscoitos de polvilho, sequilhos, tapiocas e o pão de queijo.


Os ingredientes do pão de queijo eram simples: polvilho azedo, queijo minas curado, banha de porco derretida, leite e ovos, ou seja, itens de subsistência nas propriedades.


Graças a sua combinação única de sabores e texturas, o pão de queijo conquistou não apenas os brasileiros, mas pessoas ao redor de todo o mundo e hoje é considerado um patrimônio brasileiro.


Em suma, ele é muito mais do que uma simples receita culinária. É uma herança cultural que deve ser preservada e apreciada por muitas gerações. Portanto, quando saborear essa delícia, lembre-se de que você estará degustando uma verdadeira parte da história e da cultura brasileira, um verdadeiro patrimônio nacional.


(www.tvculturamineira.com.br. Acesso em 22.03.2024. Adaptado)

De acordo com o texto, a criação do pão de queijo no Brasil só foi possível porque os povos indígenas conseguiram
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Q3549735 Português

Leia o Texto 1 para responder à questão.


Texto 1


Carta aberta à Educação


Olá! Quero abordar uma temática muito presente em nossa vida, uma vez que estamos falando de um espaço de educação em ensino superior e hoje, 28 de abril, comemora-se o Dia Mundial da Educação, data instituída durante o Fórum Mundial da Educação, realizado em 2000, em Senegal, África, com a participação de 164 países.


Desejamos, aqui, resgatar um pouco de memória e fazer referência ao modo como a educação teve que se reinventar no decorrer deste último ano. Sim, há um ano e um mês, mudamos de aulas presenciais para o remoto. Ou seja, o que era real passou a ser virtual. E, neste contexto, professores, alunos, familiares e instituições tiveram que se reinventar, descobrir novas formas de ensinar, aprender e ensinar.


Nesta trajetória, passamos a exercer a educação numa perspectiva de trocas de conhecimentos, de uma forma muito mais ativa do que anteriormente. Aprendemos juntos, realizamos momentos que antes não seriam possíveis, com lives que, apesar das distâncias territoriais, no virtual tornaram-se reais.


O caminho tem sido longo, difícil, desafiador, mas conseguimos fazer o que foi e é possível e, com o apoio de vocês, professores e alunos, conseguimos muito. 


Reconhecemos o quanto o contexto da pandemia adicionou novas camadas de dificuldades à missão da educação. Mas, apesar dos muitos desafios já enfrentados e pelos que ainda teremos pela frente, estamos no caminho certo e precisamos acreditar que, com mais valorização, a educação pode transformar a nossa sociedade.


E, nesta semana especial, agradecemos aos professores de nossa instituição que, desde março de 2020, acreditaram na proposta e/ou alternativa do que, a princípio, pensávamos ser provisoriamente possível de garantir a continuidade por meio das aulas remotas, mas, que no decorrer dos meses, tem-se tornado o novo meio de se fazer educação.


Muito obrigado!


Disponível em:<https://novomilenio.br/2021/04/28/carta-aberta-a-educacao/> Acesso em: 16 fev. 2024. [Adaptado].

Considerando o conteúdo do texto e as finalidades deste gênero, pode-se afirmar que as cartas abertas 
Alternativas
Q3549545 Português
Atenção: Leia o trecho inicial do conto "O escrivão Coimbra", de Machado de Assis, para responder à questão.


    Aparentemente há poucos espetáculos tão melancólicos como um ancião comprando um bilhete de loteria. Bem considerado, é alegre; essa persistência em crer, quando tudo se ajusta ao descrer, mostra que a pessoa é ainda forte e moça. Que os dias passem e com eles os bilhetes brancos, pouco importa; o ancião estende os dedos para escolher o número que há de dar a sorte grande amanhã, -ou depois, - um dia, enfim, porque todas as coisas podem falhar neste mundo, menos a sorte grande a quem compra um bilhete com fé.

    Não era a fé que faltava ao escrivão Coimbra. Também não era a esperança. Uma coisa não vai sem outra. Não confundas a fé na Fortuna com a fé religiosa. Também tivera esta em anos verdes e maduros, chegando a fundar uma irmandade, a irmandade de S. Bernardo, que era o santo de seu nome; mas aos cinquenta, por efeito do tempo ou de leituras, achou-se incrédulo.

    Não deixou logo a irmandade; a esposa pôde contê-lo no exercício do cargo de mesário e levava-o às festas do santo; ela, porém, morreu, e o viúvo rompeu de vez com o santo e o culto. Resignou o cargo da mesa e fez-se irmão remido para não tornar lá. Não buscou arrastar outros nem obstruir o caminho da oração; ele é que já não rezava por si nem por ninguém. Com amigos, se eram do mesmo estado de alma, confessava o mal que sentia da religião. Com familiares, gostava de dizer pilhérias sobre devotas e раdres.

    Aos sessenta anos, já não cria em nada, fosse do céu ou da terra, exceto a loteria. A loteria sim, tinha toda a sua fé e esperança. Poucos bilhetes comprava a principio, mas a idade e depois a solidão vieram apurando aquele costume e o levaram a não deixar passar loteria sem bilhete. 

    Nos primeiros tempos, não vindo a sorte grande, prometia não comprar mais bilhetes, e durante algumas loterias cumpria a promessa. Mas lá aparecia alguém que o convidava a ficar com um bonito número, comprava o número e esperava. Assim veio andando pelo tempo fora até chegar aquele em que loterias rimaram com dias, e passou a comprar seis bilhetes por semana; repousava aos domingos.


(Adaptado de: ASSIS, Machado de. Contos: uma antologia, volume II. São Paulo: Companhia das Letras, 1998)
Não era a fé que faltava ao escrivão Coimbra. Também não era a esperança. Uma coisa não vai sem outra. Não confundas a fé na Fortuna com a fé religiosa. Também tivera esta em anos verdes e maduros, chegando a fundar uma irmandade, a irmandade de S. Bernardo, que era o santo de seu nome; mas aos cinquenta, por efeito do tempo ou de leituras, achou-se incrédulo. (2º parágrafo)

Nesse trecho, o narrador relata uma série de fatos ocorridos no passado. Um fato anterior a esse tempo passado está indicado pela seguinte forma verbal sublinhada no texto:
Alternativas
Respostas
44901: C
44902: B
44903: B
44904: A
44905: C
44906: D
44907: A
44908: C
44909: B
44910: A
44911: C
44912: B
44913: D
44914: B
44915: D
44916: C
44917: A
44918: D
44919: B
44920: D