Questões de Concurso Sobre português

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Q3665311 Português
Assinale a alternativa em cuja frase NÃO foi empregada uma linguagem conotativa.
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Q3665310 Português
Assinale a alternativa em cuja sentença há um desvio na colocação do acento grave.
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Q3665309 Português
Quais classificações recebem, respectivamente, as orações sublinhadas no trecho abaixo?

“No próximo dia 7 de janeiro, o ator Nicolas Cage fará 60 anos de idade. A proximidade com a data o levou a uma reflexão peculiar. Em entrevista à revista Vanity Fair, ele disse que seu pai morreu aos 75 anos, logo, seu destino pode ser o mesmo. ‘O que eu quero fazer com esses últimos 15 anos, usando meu pai como referência? Para mim ficou muito claro que quero passar esse tempo com a minha família’, afirmou o ator, que é casado e tem três filhos.” 
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Q3665308 Português
O grupo de vocábulos cujos membros estão escritos, em sua totalidade, conforme a ortografia oficial da língua portuguesa é:
Alternativas
Q3665307 Português
Leia a introdução de um artigo de opinião disposta a seguir.

“Momentos de insegurança e incerteza são experiências universais. Desde a criança que dá seus primeiros passos na pré-escola até uma grande celebridade ou um profissional de sucesso, todos enfrentamos desafios que podem nos deixar ansiosos e inseguros. Mesmo com uma carreira de mais de trinta anos, também não estou imune a esses sentimentos. É vital reconhecer que a insegurança é uma parte normal da jornada humana, e devemos estar dispostos a falar abertamente sobre isso.”

Qual dos trechos abaixo, extraídos desse excerto, representa a tese defendida pelo articulista?
Alternativas
Q3665271 Português

Assinale a alternativa em que o uso e a grafia da expressão sublinhada foram usados INCORRETAMENTE.

Alternativas
Q3665268 Português

Marque a alternativa que indica as palavras que foram flexionadas inadequadamente no gênero feminino para cada substantivo masculino:

Alternativas
Q3665267 Português

Analise o texto abaixo.



Imagem associada para resolução da questão



No texto, “A maré tá bravis. Está mais para urubu do que para beija-florzis.”, a palavra beija-florzis (beijaflor) pode ser classificada como 

Alternativas
Q3665266 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras são paroxítonas.  
Alternativas
Q3665265 Português
Assinale a alternativa em que há um erro ortográfico em uma das palavras nas frases a seguir.  
Alternativas
Q3665264 Português

Atenção! Leia atentamente o texto abaixo e responda à questão



Mussum: O Filmis acerta ao priorizar o lado humano do artista Ailton Graça faz da cinebiografia a obra máxima de sua carreira


André Zulani


Quase nenhuma cinebiografia passa ilesa de críticas. Seja por explorar demais as polêmicas de um indivíduo ou por usar de menos a tal fidelidade histórica, levar a trajetória de um ídolo amado (ou odiado) para as telas sempre vai causar controvérsias. No caso de Mussum: O Filmis, a falta de detalhes sobre os principais momentos da vida de Antônio Carlos Bernardes Gomes, popularmente conhecido como Mussum, não é capaz de derrubar a força de seu elenco.


Nascido e criado nas favelas do Rio de Janeiro, Carlinhos, como era chamado antes de se tornar o ídolo de Os Trapalhões, era uma criança destinada ao estrelato. A origem humilde nunca o impediu de buscar seus sonhos, e a influência da mãe, dona Malvina (Cacau Potássio/Neusa Borges) o levou a priorizar a educação para nunca ficar para trás em um país marcado pelo racismo e desigualdade.


Desde o início, o roteiro escrito por Paulo Cursino mostra que a prioridade de Mussum: O Filmis não é preparar o terreno para a entrada triunfal do comediante que marcou gerações. Aqui, Carlinhos é a grande estrela, e sua trajetória é tão ou mais importante do que os feitos do artista na música, com Os Originais do Samba, ou na TV, com Os Trapalhões.


Dar ênfase em sua vida e dilemas pessoais faz com que as passagens pela vida pública de Mussum pareçam um tanto rasas. Com exceção da crise sobre continuar no Os Originais do Samba ou abraçar de vez o seu talento como humorista, todas as fases do artista na TV e no cinema passam tão rápido quanto um easter egg em um filme da Marvel.


Sendo Mussum tão marcante para a TV brasileira, o diretor Silvio Guindane toma a decisão acertada de dar mais ênfase ao nascimento do personagem e à veia cômica de Antônio Carlos que o fez ganhar, aos poucos, cada vez mais espaço como humorista. Da primeira participação em um programa ao lado de Grande Otelo (Nando Cunha) à parceria com Chico Anysio (Vanderlei Benardino) nos primórdios da Escola do Professor Raimundo, ver o ídolo ganhar vida é um dos grandes méritos da produção.


Para quem se apaixonou por Mussum por seu trabalho em Os Trapalhões, o longa pode ficar aquém dos elogios que recebeu desde que começou a sua trajetória em festivais. As conhecidas desavenças entre o grupo também formado por Didi (Gero Camilo), Dedé (Felipe Rocha) e Zacarias (Gustavo Nader), potencializada pela ascensão quase meteórica do quarteto na Rede Globo, são apenas pinceladas em um filme no qual Carlinhos nunca deixa de ser o astro.


Ao não ficar refém do legado de Os Trapalhões, Ailton Graça tem espaço para brilhar como Carlinhos e como Mussum. Se Yuri Marçal e Thawan Lucas fazem jus às suas escalações como a versão jovem do protagonista, Graça rouba para si todo o destaque. Em sua pele, Mussum deixa de ser apenas um personagem cômico e se torna um ícone apaixonante.


Embora seja a alma do filme, Graça tem em Neusa Borges uma força da natureza que eleva a qualidade da produção em cada cena em que aparece. Se Dona Malvina foi o motor que ajudou Antônio Carlos a se tornar o homem que conhecemos, a parceria da atriz com o protagonista injeta drama à narrativa e faz da dupla o maior trunfo do longa.


Passados quase 30 anos da morte do astro, Mussum: O Filmis se prova uma cinebiografia necessária sobre um dos principais ícones do humor brasileiro. O trabalho de Mussum pode ser encontrando com uma breve pesquisa na internet, mas o longa cumpre muito bem a sua principal missão: apresentar Antônio Carlos Bernardes Gomes ao mundo.



(Fonte: https://www.omelete.com.br/filmes/criticas/mussum-o-filmis-critica)

No trecho “O trabalho de Mussum pode ser encontrando com uma breve pesquisa na internet (...)”, a palavra sublinhada pode ser substituída, sem ter prejuízo de sentido no contexto, por:
Alternativas
Q3665263 Português

Atenção! Leia atentamente o texto abaixo e responda à questão



Mussum: O Filmis acerta ao priorizar o lado humano do artista Ailton Graça faz da cinebiografia a obra máxima de sua carreira


André Zulani


Quase nenhuma cinebiografia passa ilesa de críticas. Seja por explorar demais as polêmicas de um indivíduo ou por usar de menos a tal fidelidade histórica, levar a trajetória de um ídolo amado (ou odiado) para as telas sempre vai causar controvérsias. No caso de Mussum: O Filmis, a falta de detalhes sobre os principais momentos da vida de Antônio Carlos Bernardes Gomes, popularmente conhecido como Mussum, não é capaz de derrubar a força de seu elenco.


Nascido e criado nas favelas do Rio de Janeiro, Carlinhos, como era chamado antes de se tornar o ídolo de Os Trapalhões, era uma criança destinada ao estrelato. A origem humilde nunca o impediu de buscar seus sonhos, e a influência da mãe, dona Malvina (Cacau Potássio/Neusa Borges) o levou a priorizar a educação para nunca ficar para trás em um país marcado pelo racismo e desigualdade.


Desde o início, o roteiro escrito por Paulo Cursino mostra que a prioridade de Mussum: O Filmis não é preparar o terreno para a entrada triunfal do comediante que marcou gerações. Aqui, Carlinhos é a grande estrela, e sua trajetória é tão ou mais importante do que os feitos do artista na música, com Os Originais do Samba, ou na TV, com Os Trapalhões.


Dar ênfase em sua vida e dilemas pessoais faz com que as passagens pela vida pública de Mussum pareçam um tanto rasas. Com exceção da crise sobre continuar no Os Originais do Samba ou abraçar de vez o seu talento como humorista, todas as fases do artista na TV e no cinema passam tão rápido quanto um easter egg em um filme da Marvel.


Sendo Mussum tão marcante para a TV brasileira, o diretor Silvio Guindane toma a decisão acertada de dar mais ênfase ao nascimento do personagem e à veia cômica de Antônio Carlos que o fez ganhar, aos poucos, cada vez mais espaço como humorista. Da primeira participação em um programa ao lado de Grande Otelo (Nando Cunha) à parceria com Chico Anysio (Vanderlei Benardino) nos primórdios da Escola do Professor Raimundo, ver o ídolo ganhar vida é um dos grandes méritos da produção.


Para quem se apaixonou por Mussum por seu trabalho em Os Trapalhões, o longa pode ficar aquém dos elogios que recebeu desde que começou a sua trajetória em festivais. As conhecidas desavenças entre o grupo também formado por Didi (Gero Camilo), Dedé (Felipe Rocha) e Zacarias (Gustavo Nader), potencializada pela ascensão quase meteórica do quarteto na Rede Globo, são apenas pinceladas em um filme no qual Carlinhos nunca deixa de ser o astro.


Ao não ficar refém do legado de Os Trapalhões, Ailton Graça tem espaço para brilhar como Carlinhos e como Mussum. Se Yuri Marçal e Thawan Lucas fazem jus às suas escalações como a versão jovem do protagonista, Graça rouba para si todo o destaque. Em sua pele, Mussum deixa de ser apenas um personagem cômico e se torna um ícone apaixonante.


Embora seja a alma do filme, Graça tem em Neusa Borges uma força da natureza que eleva a qualidade da produção em cada cena em que aparece. Se Dona Malvina foi o motor que ajudou Antônio Carlos a se tornar o homem que conhecemos, a parceria da atriz com o protagonista injeta drama à narrativa e faz da dupla o maior trunfo do longa.


Passados quase 30 anos da morte do astro, Mussum: O Filmis se prova uma cinebiografia necessária sobre um dos principais ícones do humor brasileiro. O trabalho de Mussum pode ser encontrando com uma breve pesquisa na internet, mas o longa cumpre muito bem a sua principal missão: apresentar Antônio Carlos Bernardes Gomes ao mundo.



(Fonte: https://www.omelete.com.br/filmes/criticas/mussum-o-filmis-critica)

A palavra sublinhada no trecho “Dar ênfase em sua vida e dilemas pessoais faz com que as passagens pela vida pública de Mussum pareçam um tanto rasas.” possui o significado de:
Alternativas
Q3665262 Português

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Mussum: O Filmis acerta ao priorizar o lado humano do artista Ailton Graça faz da cinebiografia a obra máxima de sua carreira


André Zulani


Quase nenhuma cinebiografia passa ilesa de críticas. Seja por explorar demais as polêmicas de um indivíduo ou por usar de menos a tal fidelidade histórica, levar a trajetória de um ídolo amado (ou odiado) para as telas sempre vai causar controvérsias. No caso de Mussum: O Filmis, a falta de detalhes sobre os principais momentos da vida de Antônio Carlos Bernardes Gomes, popularmente conhecido como Mussum, não é capaz de derrubar a força de seu elenco.


Nascido e criado nas favelas do Rio de Janeiro, Carlinhos, como era chamado antes de se tornar o ídolo de Os Trapalhões, era uma criança destinada ao estrelato. A origem humilde nunca o impediu de buscar seus sonhos, e a influência da mãe, dona Malvina (Cacau Potássio/Neusa Borges) o levou a priorizar a educação para nunca ficar para trás em um país marcado pelo racismo e desigualdade.


Desde o início, o roteiro escrito por Paulo Cursino mostra que a prioridade de Mussum: O Filmis não é preparar o terreno para a entrada triunfal do comediante que marcou gerações. Aqui, Carlinhos é a grande estrela, e sua trajetória é tão ou mais importante do que os feitos do artista na música, com Os Originais do Samba, ou na TV, com Os Trapalhões.


Dar ênfase em sua vida e dilemas pessoais faz com que as passagens pela vida pública de Mussum pareçam um tanto rasas. Com exceção da crise sobre continuar no Os Originais do Samba ou abraçar de vez o seu talento como humorista, todas as fases do artista na TV e no cinema passam tão rápido quanto um easter egg em um filme da Marvel.


Sendo Mussum tão marcante para a TV brasileira, o diretor Silvio Guindane toma a decisão acertada de dar mais ênfase ao nascimento do personagem e à veia cômica de Antônio Carlos que o fez ganhar, aos poucos, cada vez mais espaço como humorista. Da primeira participação em um programa ao lado de Grande Otelo (Nando Cunha) à parceria com Chico Anysio (Vanderlei Benardino) nos primórdios da Escola do Professor Raimundo, ver o ídolo ganhar vida é um dos grandes méritos da produção.


Para quem se apaixonou por Mussum por seu trabalho em Os Trapalhões, o longa pode ficar aquém dos elogios que recebeu desde que começou a sua trajetória em festivais. As conhecidas desavenças entre o grupo também formado por Didi (Gero Camilo), Dedé (Felipe Rocha) e Zacarias (Gustavo Nader), potencializada pela ascensão quase meteórica do quarteto na Rede Globo, são apenas pinceladas em um filme no qual Carlinhos nunca deixa de ser o astro.


Ao não ficar refém do legado de Os Trapalhões, Ailton Graça tem espaço para brilhar como Carlinhos e como Mussum. Se Yuri Marçal e Thawan Lucas fazem jus às suas escalações como a versão jovem do protagonista, Graça rouba para si todo o destaque. Em sua pele, Mussum deixa de ser apenas um personagem cômico e se torna um ícone apaixonante.


Embora seja a alma do filme, Graça tem em Neusa Borges uma força da natureza que eleva a qualidade da produção em cada cena em que aparece. Se Dona Malvina foi o motor que ajudou Antônio Carlos a se tornar o homem que conhecemos, a parceria da atriz com o protagonista injeta drama à narrativa e faz da dupla o maior trunfo do longa.


Passados quase 30 anos da morte do astro, Mussum: O Filmis se prova uma cinebiografia necessária sobre um dos principais ícones do humor brasileiro. O trabalho de Mussum pode ser encontrando com uma breve pesquisa na internet, mas o longa cumpre muito bem a sua principal missão: apresentar Antônio Carlos Bernardes Gomes ao mundo.



(Fonte: https://www.omelete.com.br/filmes/criticas/mussum-o-filmis-critica)

Todas as alternativas apresentam as inferências que podem ser feitas a partir da leitura do texto, EXCETO:
Alternativas
Q3665261 Português

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Mussum: O Filmis acerta ao priorizar o lado humano do artista Ailton Graça faz da cinebiografia a obra máxima de sua carreira


André Zulani


Quase nenhuma cinebiografia passa ilesa de críticas. Seja por explorar demais as polêmicas de um indivíduo ou por usar de menos a tal fidelidade histórica, levar a trajetória de um ídolo amado (ou odiado) para as telas sempre vai causar controvérsias. No caso de Mussum: O Filmis, a falta de detalhes sobre os principais momentos da vida de Antônio Carlos Bernardes Gomes, popularmente conhecido como Mussum, não é capaz de derrubar a força de seu elenco.


Nascido e criado nas favelas do Rio de Janeiro, Carlinhos, como era chamado antes de se tornar o ídolo de Os Trapalhões, era uma criança destinada ao estrelato. A origem humilde nunca o impediu de buscar seus sonhos, e a influência da mãe, dona Malvina (Cacau Potássio/Neusa Borges) o levou a priorizar a educação para nunca ficar para trás em um país marcado pelo racismo e desigualdade.


Desde o início, o roteiro escrito por Paulo Cursino mostra que a prioridade de Mussum: O Filmis não é preparar o terreno para a entrada triunfal do comediante que marcou gerações. Aqui, Carlinhos é a grande estrela, e sua trajetória é tão ou mais importante do que os feitos do artista na música, com Os Originais do Samba, ou na TV, com Os Trapalhões.


Dar ênfase em sua vida e dilemas pessoais faz com que as passagens pela vida pública de Mussum pareçam um tanto rasas. Com exceção da crise sobre continuar no Os Originais do Samba ou abraçar de vez o seu talento como humorista, todas as fases do artista na TV e no cinema passam tão rápido quanto um easter egg em um filme da Marvel.


Sendo Mussum tão marcante para a TV brasileira, o diretor Silvio Guindane toma a decisão acertada de dar mais ênfase ao nascimento do personagem e à veia cômica de Antônio Carlos que o fez ganhar, aos poucos, cada vez mais espaço como humorista. Da primeira participação em um programa ao lado de Grande Otelo (Nando Cunha) à parceria com Chico Anysio (Vanderlei Benardino) nos primórdios da Escola do Professor Raimundo, ver o ídolo ganhar vida é um dos grandes méritos da produção.


Para quem se apaixonou por Mussum por seu trabalho em Os Trapalhões, o longa pode ficar aquém dos elogios que recebeu desde que começou a sua trajetória em festivais. As conhecidas desavenças entre o grupo também formado por Didi (Gero Camilo), Dedé (Felipe Rocha) e Zacarias (Gustavo Nader), potencializada pela ascensão quase meteórica do quarteto na Rede Globo, são apenas pinceladas em um filme no qual Carlinhos nunca deixa de ser o astro.


Ao não ficar refém do legado de Os Trapalhões, Ailton Graça tem espaço para brilhar como Carlinhos e como Mussum. Se Yuri Marçal e Thawan Lucas fazem jus às suas escalações como a versão jovem do protagonista, Graça rouba para si todo o destaque. Em sua pele, Mussum deixa de ser apenas um personagem cômico e se torna um ícone apaixonante.


Embora seja a alma do filme, Graça tem em Neusa Borges uma força da natureza que eleva a qualidade da produção em cada cena em que aparece. Se Dona Malvina foi o motor que ajudou Antônio Carlos a se tornar o homem que conhecemos, a parceria da atriz com o protagonista injeta drama à narrativa e faz da dupla o maior trunfo do longa.


Passados quase 30 anos da morte do astro, Mussum: O Filmis se prova uma cinebiografia necessária sobre um dos principais ícones do humor brasileiro. O trabalho de Mussum pode ser encontrando com uma breve pesquisa na internet, mas o longa cumpre muito bem a sua principal missão: apresentar Antônio Carlos Bernardes Gomes ao mundo.



(Fonte: https://www.omelete.com.br/filmes/criticas/mussum-o-filmis-critica)

Assinale a alternativa que explica a expressão sublinhada no trecho “Com exceção da crise sobre continuar no Os Originais do Samba ou abraçar de vez o seu talento como humorista, todas as fases do artista na TV e no cinema passam tão rápido quanto um easter egg em um filme da Marvel. 
Alternativas
Q3665260 Português

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Mussum: O Filmis acerta ao priorizar o lado humano do artista Ailton Graça faz da cinebiografia a obra máxima de sua carreira


André Zulani


Quase nenhuma cinebiografia passa ilesa de críticas. Seja por explorar demais as polêmicas de um indivíduo ou por usar de menos a tal fidelidade histórica, levar a trajetória de um ídolo amado (ou odiado) para as telas sempre vai causar controvérsias. No caso de Mussum: O Filmis, a falta de detalhes sobre os principais momentos da vida de Antônio Carlos Bernardes Gomes, popularmente conhecido como Mussum, não é capaz de derrubar a força de seu elenco.


Nascido e criado nas favelas do Rio de Janeiro, Carlinhos, como era chamado antes de se tornar o ídolo de Os Trapalhões, era uma criança destinada ao estrelato. A origem humilde nunca o impediu de buscar seus sonhos, e a influência da mãe, dona Malvina (Cacau Potássio/Neusa Borges) o levou a priorizar a educação para nunca ficar para trás em um país marcado pelo racismo e desigualdade.


Desde o início, o roteiro escrito por Paulo Cursino mostra que a prioridade de Mussum: O Filmis não é preparar o terreno para a entrada triunfal do comediante que marcou gerações. Aqui, Carlinhos é a grande estrela, e sua trajetória é tão ou mais importante do que os feitos do artista na música, com Os Originais do Samba, ou na TV, com Os Trapalhões.


Dar ênfase em sua vida e dilemas pessoais faz com que as passagens pela vida pública de Mussum pareçam um tanto rasas. Com exceção da crise sobre continuar no Os Originais do Samba ou abraçar de vez o seu talento como humorista, todas as fases do artista na TV e no cinema passam tão rápido quanto um easter egg em um filme da Marvel.


Sendo Mussum tão marcante para a TV brasileira, o diretor Silvio Guindane toma a decisão acertada de dar mais ênfase ao nascimento do personagem e à veia cômica de Antônio Carlos que o fez ganhar, aos poucos, cada vez mais espaço como humorista. Da primeira participação em um programa ao lado de Grande Otelo (Nando Cunha) à parceria com Chico Anysio (Vanderlei Benardino) nos primórdios da Escola do Professor Raimundo, ver o ídolo ganhar vida é um dos grandes méritos da produção.


Para quem se apaixonou por Mussum por seu trabalho em Os Trapalhões, o longa pode ficar aquém dos elogios que recebeu desde que começou a sua trajetória em festivais. As conhecidas desavenças entre o grupo também formado por Didi (Gero Camilo), Dedé (Felipe Rocha) e Zacarias (Gustavo Nader), potencializada pela ascensão quase meteórica do quarteto na Rede Globo, são apenas pinceladas em um filme no qual Carlinhos nunca deixa de ser o astro.


Ao não ficar refém do legado de Os Trapalhões, Ailton Graça tem espaço para brilhar como Carlinhos e como Mussum. Se Yuri Marçal e Thawan Lucas fazem jus às suas escalações como a versão jovem do protagonista, Graça rouba para si todo o destaque. Em sua pele, Mussum deixa de ser apenas um personagem cômico e se torna um ícone apaixonante.


Embora seja a alma do filme, Graça tem em Neusa Borges uma força da natureza que eleva a qualidade da produção em cada cena em que aparece. Se Dona Malvina foi o motor que ajudou Antônio Carlos a se tornar o homem que conhecemos, a parceria da atriz com o protagonista injeta drama à narrativa e faz da dupla o maior trunfo do longa.


Passados quase 30 anos da morte do astro, Mussum: O Filmis se prova uma cinebiografia necessária sobre um dos principais ícones do humor brasileiro. O trabalho de Mussum pode ser encontrando com uma breve pesquisa na internet, mas o longa cumpre muito bem a sua principal missão: apresentar Antônio Carlos Bernardes Gomes ao mundo.



(Fonte: https://www.omelete.com.br/filmes/criticas/mussum-o-filmis-critica)

O título “Mussum: o filmis” acerta em priorizar o lado humano do artista” pode ser explicado ao longo do texto, pois: 
Alternativas
Q3665259 Português

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Mussum: O Filmis acerta ao priorizar o lado humano do artista Ailton Graça faz da cinebiografia a obra máxima de sua carreira


André Zulani


Quase nenhuma cinebiografia passa ilesa de críticas. Seja por explorar demais as polêmicas de um indivíduo ou por usar de menos a tal fidelidade histórica, levar a trajetória de um ídolo amado (ou odiado) para as telas sempre vai causar controvérsias. No caso de Mussum: O Filmis, a falta de detalhes sobre os principais momentos da vida de Antônio Carlos Bernardes Gomes, popularmente conhecido como Mussum, não é capaz de derrubar a força de seu elenco.


Nascido e criado nas favelas do Rio de Janeiro, Carlinhos, como era chamado antes de se tornar o ídolo de Os Trapalhões, era uma criança destinada ao estrelato. A origem humilde nunca o impediu de buscar seus sonhos, e a influência da mãe, dona Malvina (Cacau Potássio/Neusa Borges) o levou a priorizar a educação para nunca ficar para trás em um país marcado pelo racismo e desigualdade.


Desde o início, o roteiro escrito por Paulo Cursino mostra que a prioridade de Mussum: O Filmis não é preparar o terreno para a entrada triunfal do comediante que marcou gerações. Aqui, Carlinhos é a grande estrela, e sua trajetória é tão ou mais importante do que os feitos do artista na música, com Os Originais do Samba, ou na TV, com Os Trapalhões.


Dar ênfase em sua vida e dilemas pessoais faz com que as passagens pela vida pública de Mussum pareçam um tanto rasas. Com exceção da crise sobre continuar no Os Originais do Samba ou abraçar de vez o seu talento como humorista, todas as fases do artista na TV e no cinema passam tão rápido quanto um easter egg em um filme da Marvel.


Sendo Mussum tão marcante para a TV brasileira, o diretor Silvio Guindane toma a decisão acertada de dar mais ênfase ao nascimento do personagem e à veia cômica de Antônio Carlos que o fez ganhar, aos poucos, cada vez mais espaço como humorista. Da primeira participação em um programa ao lado de Grande Otelo (Nando Cunha) à parceria com Chico Anysio (Vanderlei Benardino) nos primórdios da Escola do Professor Raimundo, ver o ídolo ganhar vida é um dos grandes méritos da produção.


Para quem se apaixonou por Mussum por seu trabalho em Os Trapalhões, o longa pode ficar aquém dos elogios que recebeu desde que começou a sua trajetória em festivais. As conhecidas desavenças entre o grupo também formado por Didi (Gero Camilo), Dedé (Felipe Rocha) e Zacarias (Gustavo Nader), potencializada pela ascensão quase meteórica do quarteto na Rede Globo, são apenas pinceladas em um filme no qual Carlinhos nunca deixa de ser o astro.


Ao não ficar refém do legado de Os Trapalhões, Ailton Graça tem espaço para brilhar como Carlinhos e como Mussum. Se Yuri Marçal e Thawan Lucas fazem jus às suas escalações como a versão jovem do protagonista, Graça rouba para si todo o destaque. Em sua pele, Mussum deixa de ser apenas um personagem cômico e se torna um ícone apaixonante.


Embora seja a alma do filme, Graça tem em Neusa Borges uma força da natureza que eleva a qualidade da produção em cada cena em que aparece. Se Dona Malvina foi o motor que ajudou Antônio Carlos a se tornar o homem que conhecemos, a parceria da atriz com o protagonista injeta drama à narrativa e faz da dupla o maior trunfo do longa.


Passados quase 30 anos da morte do astro, Mussum: O Filmis se prova uma cinebiografia necessária sobre um dos principais ícones do humor brasileiro. O trabalho de Mussum pode ser encontrando com uma breve pesquisa na internet, mas o longa cumpre muito bem a sua principal missão: apresentar Antônio Carlos Bernardes Gomes ao mundo.



(Fonte: https://www.omelete.com.br/filmes/criticas/mussum-o-filmis-critica)

Pode-se dizer que na introdução do texto, a intenção do autor é de:  
Alternativas
Q3665258 Português

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Mussum: O Filmis acerta ao priorizar o lado humano do artista Ailton Graça faz da cinebiografia a obra máxima de sua carreira


André Zulani


Quase nenhuma cinebiografia passa ilesa de críticas. Seja por explorar demais as polêmicas de um indivíduo ou por usar de menos a tal fidelidade histórica, levar a trajetória de um ídolo amado (ou odiado) para as telas sempre vai causar controvérsias. No caso de Mussum: O Filmis, a falta de detalhes sobre os principais momentos da vida de Antônio Carlos Bernardes Gomes, popularmente conhecido como Mussum, não é capaz de derrubar a força de seu elenco.


Nascido e criado nas favelas do Rio de Janeiro, Carlinhos, como era chamado antes de se tornar o ídolo de Os Trapalhões, era uma criança destinada ao estrelato. A origem humilde nunca o impediu de buscar seus sonhos, e a influência da mãe, dona Malvina (Cacau Potássio/Neusa Borges) o levou a priorizar a educação para nunca ficar para trás em um país marcado pelo racismo e desigualdade.


Desde o início, o roteiro escrito por Paulo Cursino mostra que a prioridade de Mussum: O Filmis não é preparar o terreno para a entrada triunfal do comediante que marcou gerações. Aqui, Carlinhos é a grande estrela, e sua trajetória é tão ou mais importante do que os feitos do artista na música, com Os Originais do Samba, ou na TV, com Os Trapalhões.


Dar ênfase em sua vida e dilemas pessoais faz com que as passagens pela vida pública de Mussum pareçam um tanto rasas. Com exceção da crise sobre continuar no Os Originais do Samba ou abraçar de vez o seu talento como humorista, todas as fases do artista na TV e no cinema passam tão rápido quanto um easter egg em um filme da Marvel.


Sendo Mussum tão marcante para a TV brasileira, o diretor Silvio Guindane toma a decisão acertada de dar mais ênfase ao nascimento do personagem e à veia cômica de Antônio Carlos que o fez ganhar, aos poucos, cada vez mais espaço como humorista. Da primeira participação em um programa ao lado de Grande Otelo (Nando Cunha) à parceria com Chico Anysio (Vanderlei Benardino) nos primórdios da Escola do Professor Raimundo, ver o ídolo ganhar vida é um dos grandes méritos da produção.


Para quem se apaixonou por Mussum por seu trabalho em Os Trapalhões, o longa pode ficar aquém dos elogios que recebeu desde que começou a sua trajetória em festivais. As conhecidas desavenças entre o grupo também formado por Didi (Gero Camilo), Dedé (Felipe Rocha) e Zacarias (Gustavo Nader), potencializada pela ascensão quase meteórica do quarteto na Rede Globo, são apenas pinceladas em um filme no qual Carlinhos nunca deixa de ser o astro.


Ao não ficar refém do legado de Os Trapalhões, Ailton Graça tem espaço para brilhar como Carlinhos e como Mussum. Se Yuri Marçal e Thawan Lucas fazem jus às suas escalações como a versão jovem do protagonista, Graça rouba para si todo o destaque. Em sua pele, Mussum deixa de ser apenas um personagem cômico e se torna um ícone apaixonante.


Embora seja a alma do filme, Graça tem em Neusa Borges uma força da natureza que eleva a qualidade da produção em cada cena em que aparece. Se Dona Malvina foi o motor que ajudou Antônio Carlos a se tornar o homem que conhecemos, a parceria da atriz com o protagonista injeta drama à narrativa e faz da dupla o maior trunfo do longa.


Passados quase 30 anos da morte do astro, Mussum: O Filmis se prova uma cinebiografia necessária sobre um dos principais ícones do humor brasileiro. O trabalho de Mussum pode ser encontrando com uma breve pesquisa na internet, mas o longa cumpre muito bem a sua principal missão: apresentar Antônio Carlos Bernardes Gomes ao mundo.



(Fonte: https://www.omelete.com.br/filmes/criticas/mussum-o-filmis-critica)

Sobre a estrutura do texto, podemos classificá-lo como predominantemente: 
Alternativas
Q3665257 Português

Atenção! Leia atentamente o texto abaixo e responda à questão



Mussum: O Filmis acerta ao priorizar o lado humano do artista Ailton Graça faz da cinebiografia a obra máxima de sua carreira


André Zulani


Quase nenhuma cinebiografia passa ilesa de críticas. Seja por explorar demais as polêmicas de um indivíduo ou por usar de menos a tal fidelidade histórica, levar a trajetória de um ídolo amado (ou odiado) para as telas sempre vai causar controvérsias. No caso de Mussum: O Filmis, a falta de detalhes sobre os principais momentos da vida de Antônio Carlos Bernardes Gomes, popularmente conhecido como Mussum, não é capaz de derrubar a força de seu elenco.


Nascido e criado nas favelas do Rio de Janeiro, Carlinhos, como era chamado antes de se tornar o ídolo de Os Trapalhões, era uma criança destinada ao estrelato. A origem humilde nunca o impediu de buscar seus sonhos, e a influência da mãe, dona Malvina (Cacau Potássio/Neusa Borges) o levou a priorizar a educação para nunca ficar para trás em um país marcado pelo racismo e desigualdade.


Desde o início, o roteiro escrito por Paulo Cursino mostra que a prioridade de Mussum: O Filmis não é preparar o terreno para a entrada triunfal do comediante que marcou gerações. Aqui, Carlinhos é a grande estrela, e sua trajetória é tão ou mais importante do que os feitos do artista na música, com Os Originais do Samba, ou na TV, com Os Trapalhões.


Dar ênfase em sua vida e dilemas pessoais faz com que as passagens pela vida pública de Mussum pareçam um tanto rasas. Com exceção da crise sobre continuar no Os Originais do Samba ou abraçar de vez o seu talento como humorista, todas as fases do artista na TV e no cinema passam tão rápido quanto um easter egg em um filme da Marvel.


Sendo Mussum tão marcante para a TV brasileira, o diretor Silvio Guindane toma a decisão acertada de dar mais ênfase ao nascimento do personagem e à veia cômica de Antônio Carlos que o fez ganhar, aos poucos, cada vez mais espaço como humorista. Da primeira participação em um programa ao lado de Grande Otelo (Nando Cunha) à parceria com Chico Anysio (Vanderlei Benardino) nos primórdios da Escola do Professor Raimundo, ver o ídolo ganhar vida é um dos grandes méritos da produção.


Para quem se apaixonou por Mussum por seu trabalho em Os Trapalhões, o longa pode ficar aquém dos elogios que recebeu desde que começou a sua trajetória em festivais. As conhecidas desavenças entre o grupo também formado por Didi (Gero Camilo), Dedé (Felipe Rocha) e Zacarias (Gustavo Nader), potencializada pela ascensão quase meteórica do quarteto na Rede Globo, são apenas pinceladas em um filme no qual Carlinhos nunca deixa de ser o astro.


Ao não ficar refém do legado de Os Trapalhões, Ailton Graça tem espaço para brilhar como Carlinhos e como Mussum. Se Yuri Marçal e Thawan Lucas fazem jus às suas escalações como a versão jovem do protagonista, Graça rouba para si todo o destaque. Em sua pele, Mussum deixa de ser apenas um personagem cômico e se torna um ícone apaixonante.


Embora seja a alma do filme, Graça tem em Neusa Borges uma força da natureza que eleva a qualidade da produção em cada cena em que aparece. Se Dona Malvina foi o motor que ajudou Antônio Carlos a se tornar o homem que conhecemos, a parceria da atriz com o protagonista injeta drama à narrativa e faz da dupla o maior trunfo do longa.


Passados quase 30 anos da morte do astro, Mussum: O Filmis se prova uma cinebiografia necessária sobre um dos principais ícones do humor brasileiro. O trabalho de Mussum pode ser encontrando com uma breve pesquisa na internet, mas o longa cumpre muito bem a sua principal missão: apresentar Antônio Carlos Bernardes Gomes ao mundo.



(Fonte: https://www.omelete.com.br/filmes/criticas/mussum-o-filmis-critica)

No subtítulo do texto “Ailton Graça faz da cinebiografia a obra máxima de sua carreira”, a intenção do autor ao utilizar o adjetivo sublinhado foi: 
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