Questões de Concurso Sobre português

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Q4206994 Português
TEXTO II

LEIA O TEXTO A SEGUIR.


Desafios entre fios


   15 anos. Naquele dia minha vida mudaria para sempre. Não num baile de debutantes, não numa valsa. No entanto, na sinfonia a que o destino me propusera. Voltava do funeral, do último olhar para minha mãe.

   Na sala, meus quatro irmãos menores. Em minha consciência, guardei a bagagem da responsabilidade sem manual de instrução.

  “Os sonhos precisaram ficar estagnados, mas jamais esquecidos”.

   Hoje, todos crescidos, criados, realizados.

   60 anos. Mãe, esposa, concluindo os estudos, resgatando meus sonhos.


Sirley. (3o ano EM - EJA)
Em minha consciência, guardei a bagagem da responsabilidade sem manual de instrução.” A expressão destacada exprime uma circunstância de: 
Alternativas
Q4206982 Português
TEXTO I


LEIA O TEXTO A SEGUIR.

O texto que você irá ler agora é uma parábola utilizando o nome de Gandhi. Para muitos é um boato viralizado na internet, sendo na realidade mais uma “historinha de joãozinho”.


   Quando Gandhi estudava Direito na Universidade de Londres tinha um professor chamado Peters, que não gostava dele, mas Gandhi não baixava a cabeça. Um dia o prof. estava comendo no refeitório e sentaram-se juntos.

   O professor disse:

   - Sr. Gandhi, você sabe que um porco e um pássaro não comem juntos?

   - Ok, Prof..... Já estou voando...... e foi para outra mesa.

   O professor aborrecido resolve vingar-se no exame seguinte, mas ele responde, brilhantemente, todas as perguntas.

   Então resolve fazer a seguinte pergunta:

   - Sr. Gandhi, indo o Sr. por uma rua e encontrando uma bolsa, abre-a e encontra a Sabedoria e um pacote com muito dinheiro. Com qual deles ficava?

   Gandhi respondeu....

   - Claro que com o dinheiro, Prof.!

   - Ah! Pois eu no seu lugar Gandhi, ficaria com a sabedoria.

   - Tem razão professor cada um ficaria com o que não tem!

   O prof. furioso escreveu na prova "IDIOTA" e lhe entregou.

Gandhi recebeu a prova, leu e voltou e disse:

   - Prof. o Sr. assinou a prova, mas não deu a nota!

Moral da história:

   Semeia a Paz, Amor, compreensão. Mas trata com firmeza quem te trata com desprezo. Ser gentil não é ser capacho, nem saco de pancadas. 
Analisando as respostas de Gandhi ao professor, percebe-se que Gandhi:
Alternativas
Q4206596 Português
TEXTO II


Leia o texto a seguir.


Artifícios


    Meia noite. O céu se colore pelas cores da despedida e pelos brindes e goles do espumante, pela chegada.

    Um se vai, outro chega. Abraços, beijos, cânticos saudando o convidado que adentra ao findar da contagem regressiva. As mãos se unem em orações e meditações diversas. Sorrisos, lágrimas pela despedida, pelo que se foi. Sim. Lágrimas de melancolia, de alívio, de "graças a Deus, já foi tarde". Entretanto outras, de gratidão.

    Outros olham o novo, o convidado especial; alguns o recebem de branco, outros de amarelo, outros mergulhados no brilho, pois o novo merece. Ele promete. Promete?

    A embriaguez toma conta de muitos, por satisfação, felicidade, mas também por pura e melancólica certeza de que é só mais uma noite e nada irá mudar. 


    Amanhece. O novo pretende ficar por um bom tempo. Ou melhor, mais precisamente por 365 dias, indubitavelmente. Contudo, percebe-se que só ele é novo. Ao abrir a janela, a rua é a mesma, as casas são as mesmas, o tempo é o mesmo. E o novo nem parece ali estar mais. Mas está. Em seu sorriso, com certo sarcasmo, apenas deixa implícito para muitos, que deixam passar por despercebidos, entretanto explícito para outros que percebem que a rua é a mesma, que o tempo é o mesmo, que o dia é o mesmo, que nada mudou, ou mudará? Todavia o que poderá se tornar novo é o pulsar dentro de cada um que não se rende ao trivial e se propõe a seguir o curso do rio da vida, deixando-se navegar pela correnteza da esperança, não se entregando à água tácita e incrédula, nem rendendo-se à tórrida estagnação.


Tulius Mendonça
Leia o terceiro parágrafo do texto a seguir para responder a questão.

    “Outros olham o novo, o convidado especial; alguns o recebem de branco, outros de amarelo, outros mergulhados no brilho, pois o novo merece. Ele promete. Promete?” 

“Outros olham o novo, o convidado especial; alguns o recebem de branco, outros de amarelo, outros mergulhados no brilho, pois o novo merece. Ele promete. Promete?” Todas as palavras destacadas, respectivamente e morfologicamente, recebem a mesma classe gramatical, de acordo com o contexto, ou seja, todas estão como artigo definido, EXCETO:
Alternativas
Q4206469 Português
TEXTO II


Leia o texto a seguir.


Artifícios 


    Meia noite. O céu se colore pelas cores da despedida e pelos brindes e goles do espumante, pela chegada.

     Um se vai, outro chega. Abraços, beijos, cânticos saudando o convidado que adentra ao findar da contagem regressiva. As mãos se unem em orações e meditações diversas. Sorrisos, lágrimas pela despedida, pelo que se foi. Sim. Lágrimas de melancolia, de alívio, de "graças a Deus, já foi tarde". Entretanto outras, de gratidão.

    Outros olham o novo, o convidado especial; alguns o recebem de branco, outros de amarelo, outros mergulhados no brilho, pois o novo merece. Ele promete. Promete?

     A embriaguez toma conta de muitos, por satisfação, felicidade, mas também por pura e melancólica certeza de que é só mais uma noite e nada irá mudar. 

    Amanhece. O novo pretende ficar por um bom tempo. Ou melhor, mais precisamente por 365 dias, indubitavelmente. Contudo, percebe-se que só ele é novo. Ao abrir a janela, a rua é a mesma, as casas são as mesmas, o tempo é o mesmo. E o novo nem parece ali estar mais. Mas está. Em seu sorriso, com certo sarcasmo, apenas deixa implícito para muitos, que deixam passar por despercebidos, entretanto explícito para outros que percebem que a rua é a mesma, que o tempo é o mesmo, que o dia é o mesmo, que nada mudou, ou mudará? Todavia o que poderá se tornar novo é o pulsar dentro de cada um que não se rende ao trivial e se propõe a seguir o curso do rio da vida, deixando-se navegar pela correnteza da esperança, não se entregando à água tácita e incrédula, nem rendendo-se à tórrida estagnação.

Tulius Mendonça

Leia o trecho a seguir para responder a questão.



“O novo pretende ficar por um bom tempo. Ou melhor, mais precisamente por 365 dias, indubitavelmente. Contudo, percebe-se que só ele é novo. Ao abrir a janela, a rua é a mesma, as casas são as mesmas, o tempo é o mesmo.”



Os termos destacados exprimem, respectivamente:

Alternativas
Q4206467 Português
TEXTO II


Leia o texto a seguir.


Artifícios 


    Meia noite. O céu se colore pelas cores da despedida e pelos brindes e goles do espumante, pela chegada.

     Um se vai, outro chega. Abraços, beijos, cânticos saudando o convidado que adentra ao findar da contagem regressiva. As mãos se unem em orações e meditações diversas. Sorrisos, lágrimas pela despedida, pelo que se foi. Sim. Lágrimas de melancolia, de alívio, de "graças a Deus, já foi tarde". Entretanto outras, de gratidão.

    Outros olham o novo, o convidado especial; alguns o recebem de branco, outros de amarelo, outros mergulhados no brilho, pois o novo merece. Ele promete. Promete?

     A embriaguez toma conta de muitos, por satisfação, felicidade, mas também por pura e melancólica certeza de que é só mais uma noite e nada irá mudar. 

    Amanhece. O novo pretende ficar por um bom tempo. Ou melhor, mais precisamente por 365 dias, indubitavelmente. Contudo, percebe-se que só ele é novo. Ao abrir a janela, a rua é a mesma, as casas são as mesmas, o tempo é o mesmo. E o novo nem parece ali estar mais. Mas está. Em seu sorriso, com certo sarcasmo, apenas deixa implícito para muitos, que deixam passar por despercebidos, entretanto explícito para outros que percebem que a rua é a mesma, que o tempo é o mesmo, que o dia é o mesmo, que nada mudou, ou mudará? Todavia o que poderá se tornar novo é o pulsar dentro de cada um que não se rende ao trivial e se propõe a seguir o curso do rio da vida, deixando-se navegar pela correnteza da esperança, não se entregando à água tácita e incrédula, nem rendendo-se à tórrida estagnação.

Tulius Mendonça

Leia o terceiro parágrafo do texto a seguir para responder a questão.



“Outros olham o novo, o convidado especial; alguns o recebem de branco, outros de amarelo, outros mergulhados no brilho, pois o novo merece. Ele promete. Promete?” 



“Outros olham o novo, o convidado especial; alguns o recebem de branco, outros de amarelo, outros mergulhados no brilho, pois o novo merece. Ele promete. Promete?” Nesse trecho, percebe-se o emprego de uma figura de linguagem, que consiste numa omissão de um termo já citado, denominada:
Alternativas
Q4206464 Português
TEXTO II


Leia o texto a seguir.


Artifícios 


    Meia noite. O céu se colore pelas cores da despedida e pelos brindes e goles do espumante, pela chegada.

     Um se vai, outro chega. Abraços, beijos, cânticos saudando o convidado que adentra ao findar da contagem regressiva. As mãos se unem em orações e meditações diversas. Sorrisos, lágrimas pela despedida, pelo que se foi. Sim. Lágrimas de melancolia, de alívio, de "graças a Deus, já foi tarde". Entretanto outras, de gratidão.

    Outros olham o novo, o convidado especial; alguns o recebem de branco, outros de amarelo, outros mergulhados no brilho, pois o novo merece. Ele promete. Promete?

     A embriaguez toma conta de muitos, por satisfação, felicidade, mas também por pura e melancólica certeza de que é só mais uma noite e nada irá mudar. 

    Amanhece. O novo pretende ficar por um bom tempo. Ou melhor, mais precisamente por 365 dias, indubitavelmente. Contudo, percebe-se que só ele é novo. Ao abrir a janela, a rua é a mesma, as casas são as mesmas, o tempo é o mesmo. E o novo nem parece ali estar mais. Mas está. Em seu sorriso, com certo sarcasmo, apenas deixa implícito para muitos, que deixam passar por despercebidos, entretanto explícito para outros que percebem que a rua é a mesma, que o tempo é o mesmo, que o dia é o mesmo, que nada mudou, ou mudará? Todavia o que poderá se tornar novo é o pulsar dentro de cada um que não se rende ao trivial e se propõe a seguir o curso do rio da vida, deixando-se navegar pela correnteza da esperança, não se entregando à água tácita e incrédula, nem rendendo-se à tórrida estagnação.

Tulius Mendonça

Leia o terceiro parágrafo do texto a seguir para responder a questão.



“Outros olham o novo, o convidado especial; alguns o recebem de branco, outros de amarelo, outros mergulhados no brilho, pois o novo merece. Ele promete. Promete?” 



Esse parágrafo finaliza com uma pergunta. O que fica subentendido a respeito dessa pergunta é:

Alternativas
Q4206463 Português
TEXTO II


Leia o texto a seguir.


Artifícios 


    Meia noite. O céu se colore pelas cores da despedida e pelos brindes e goles do espumante, pela chegada.

     Um se vai, outro chega. Abraços, beijos, cânticos saudando o convidado que adentra ao findar da contagem regressiva. As mãos se unem em orações e meditações diversas. Sorrisos, lágrimas pela despedida, pelo que se foi. Sim. Lágrimas de melancolia, de alívio, de "graças a Deus, já foi tarde". Entretanto outras, de gratidão.

    Outros olham o novo, o convidado especial; alguns o recebem de branco, outros de amarelo, outros mergulhados no brilho, pois o novo merece. Ele promete. Promete?

     A embriaguez toma conta de muitos, por satisfação, felicidade, mas também por pura e melancólica certeza de que é só mais uma noite e nada irá mudar. 

    Amanhece. O novo pretende ficar por um bom tempo. Ou melhor, mais precisamente por 365 dias, indubitavelmente. Contudo, percebe-se que só ele é novo. Ao abrir a janela, a rua é a mesma, as casas são as mesmas, o tempo é o mesmo. E o novo nem parece ali estar mais. Mas está. Em seu sorriso, com certo sarcasmo, apenas deixa implícito para muitos, que deixam passar por despercebidos, entretanto explícito para outros que percebem que a rua é a mesma, que o tempo é o mesmo, que o dia é o mesmo, que nada mudou, ou mudará? Todavia o que poderá se tornar novo é o pulsar dentro de cada um que não se rende ao trivial e se propõe a seguir o curso do rio da vida, deixando-se navegar pela correnteza da esperança, não se entregando à água tácita e incrédula, nem rendendo-se à tórrida estagnação.

Tulius Mendonça
No segundo parágrafo há referência à palavra “lágrimas”. Subentende-se no contexto em si:
Alternativas
Q4206462 Português
TEXTO II


Leia o texto a seguir.


Artifícios 


    Meia noite. O céu se colore pelas cores da despedida e pelos brindes e goles do espumante, pela chegada.

     Um se vai, outro chega. Abraços, beijos, cânticos saudando o convidado que adentra ao findar da contagem regressiva. As mãos se unem em orações e meditações diversas. Sorrisos, lágrimas pela despedida, pelo que se foi. Sim. Lágrimas de melancolia, de alívio, de "graças a Deus, já foi tarde". Entretanto outras, de gratidão.

    Outros olham o novo, o convidado especial; alguns o recebem de branco, outros de amarelo, outros mergulhados no brilho, pois o novo merece. Ele promete. Promete?

     A embriaguez toma conta de muitos, por satisfação, felicidade, mas também por pura e melancólica certeza de que é só mais uma noite e nada irá mudar. 

    Amanhece. O novo pretende ficar por um bom tempo. Ou melhor, mais precisamente por 365 dias, indubitavelmente. Contudo, percebe-se que só ele é novo. Ao abrir a janela, a rua é a mesma, as casas são as mesmas, o tempo é o mesmo. E o novo nem parece ali estar mais. Mas está. Em seu sorriso, com certo sarcasmo, apenas deixa implícito para muitos, que deixam passar por despercebidos, entretanto explícito para outros que percebem que a rua é a mesma, que o tempo é o mesmo, que o dia é o mesmo, que nada mudou, ou mudará? Todavia o que poderá se tornar novo é o pulsar dentro de cada um que não se rende ao trivial e se propõe a seguir o curso do rio da vida, deixando-se navegar pela correnteza da esperança, não se entregando à água tácita e incrédula, nem rendendo-se à tórrida estagnação.

Tulius Mendonça
Levando em consideração o título do texto, “Artifícios”, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4206457 Português
TEXTO I


Leia o poema a seguir.


Ano Novo


Ficção de que começa alguma coisa!

Nada começa: tudo continua.

Na fluida e incerta essência misteriosa.

Da vida, flui em sombra a água nua.



Curvas do rio escondem só o movimento.

O mesmo rio flui onde se vê.

Começar só começa em pensamento.


(Fernando Pessoa)
Em relação ao poema ”Ano Novo", pode-se afirmar
Alternativas
Q4206306 Português
TEXTO IV


"Ela é tão livre que um dia será presa.”

"Presa por quê?"

“Por excesso de liberdade."

"Mas essa liberdade é inocente?"

"É" "Até mesmo ingênua."

"Então porque a prisão?"

"Porque a liberdade ofende."


(Clarisse Lispector)
Esperança é como o girassol que à toa se vira em direção ao sol. Mas não é à toa: virar-se para o sol é um ato de realização de fé"
Clarisse Lispector

A palavra destacada é um pronome relativo que está, nesse trecho, exercendo a função de: 
Alternativas
Q4206285 Português
TEXTO IV


"Ela é tão livre que um dia será presa.”

"Presa por quê?"

“Por excesso de liberdade."

"Mas essa liberdade é inocente?"

"É" "Até mesmo ingênua."

"Então porque a prisão?"

"Porque a liberdade ofende."


(Clarisse Lispector)
Das palavras retiradas do texto, aquela em que o número de letras NÃO é o mesmo que o número de fonemas é:
Alternativas
Q4206284 Português
TEXTO IV


"Ela é tão livre que um dia será presa.”

"Presa por quê?"

“Por excesso de liberdade."

"Mas essa liberdade é inocente?"

"É" "Até mesmo ingênua."

"Então porque a prisão?"

"Porque a liberdade ofende."


(Clarisse Lispector)
Analisando o texto acima, houve alguns empregos da palavra por que e variações. Assinale a afirmativa pertinente ao emprego da palavra no texto. 
Alternativas
Q4206280 Português
TEXTO II


LEIA O TEXTO A SEGUIR.


Desafios entre fios


    15 anos. Naquele dia minha vida mudaria para sempre. Não num baile de debutantes, não numa valsa. No entanto, na sinfonia a que o destino me propusera. Voltava do funeral, do último olhar para minha mãe.

    Na sala, meus quatro irmãos menores. Em minha consciência, guardei a bagagem da responsabilidade sem manual de instrução.

    “Os sonhos precisaram ficar estagnados, mas jamais esquecidos”.

    Hoje, todos crescidos, criados, realizados.

    60 anos. Mãe, esposa, concluindo os estudos, resgatando meus sonhos.


Sirley. (3o ano EM - EJA)
O trecho que percebe uma gradação ascendente é:
Alternativas
Q4206277 Português
TEXTO II


LEIA O TEXTO A SEGUIR.


Desafios entre fios


    15 anos. Naquele dia minha vida mudaria para sempre. Não num baile de debutantes, não numa valsa. No entanto, na sinfonia a que o destino me propusera. Voltava do funeral, do último olhar para minha mãe.

    Na sala, meus quatro irmãos menores. Em minha consciência, guardei a bagagem da responsabilidade sem manual de instrução.

    “Os sonhos precisaram ficar estagnados, mas jamais esquecidos”.

    Hoje, todos crescidos, criados, realizados.

    60 anos. Mãe, esposa, concluindo os estudos, resgatando meus sonhos.


Sirley. (3o ano EM - EJA)
O último parágrafo do texto, pode ser considerado:
Alternativas
Q4206276 Português
TEXTO II


LEIA O TEXTO A SEGUIR.


Desafios entre fios


    15 anos. Naquele dia minha vida mudaria para sempre. Não num baile de debutantes, não numa valsa. No entanto, na sinfonia a que o destino me propusera. Voltava do funeral, do último olhar para minha mãe.

    Na sala, meus quatro irmãos menores. Em minha consciência, guardei a bagagem da responsabilidade sem manual de instrução.

    “Os sonhos precisaram ficar estagnados, mas jamais esquecidos”.

    Hoje, todos crescidos, criados, realizados.

    60 anos. Mãe, esposa, concluindo os estudos, resgatando meus sonhos.


Sirley. (3o ano EM - EJA)
Pode-se afirmar, de acordo com o texto lido que: 
Alternativas
Q4206275 Português
TEXTO II


LEIA O TEXTO A SEGUIR.


Desafios entre fios


    15 anos. Naquele dia minha vida mudaria para sempre. Não num baile de debutantes, não numa valsa. No entanto, na sinfonia a que o destino me propusera. Voltava do funeral, do último olhar para minha mãe.

    Na sala, meus quatro irmãos menores. Em minha consciência, guardei a bagagem da responsabilidade sem manual de instrução.

    “Os sonhos precisaram ficar estagnados, mas jamais esquecidos”.

    Hoje, todos crescidos, criados, realizados.

    60 anos. Mãe, esposa, concluindo os estudos, resgatando meus sonhos.


Sirley. (3o ano EM - EJA)
“Os sonhos precisaram ficar estagnados, mas jamais esquecidos”. Ainda em relação a esse trecho, a palavra que pode representar o estado de espírito da protagonista é: 
Alternativas
Q4206274 Português
TEXTO II


LEIA O TEXTO A SEGUIR.


Desafios entre fios


    15 anos. Naquele dia minha vida mudaria para sempre. Não num baile de debutantes, não numa valsa. No entanto, na sinfonia a que o destino me propusera. Voltava do funeral, do último olhar para minha mãe.

    Na sala, meus quatro irmãos menores. Em minha consciência, guardei a bagagem da responsabilidade sem manual de instrução.

    “Os sonhos precisaram ficar estagnados, mas jamais esquecidos”.

    Hoje, todos crescidos, criados, realizados.

    60 anos. Mãe, esposa, concluindo os estudos, resgatando meus sonhos.


Sirley. (3o ano EM - EJA)
"Os sonhos precisaram ficar estagnados, mas jamais esquecidos”. Esse trecho foi marcado por aspas. Tal marcação deixa subentendido:
Alternativas
Q4206273 Português
TEXTO II


LEIA O TEXTO A SEGUIR.


Desafios entre fios


    15 anos. Naquele dia minha vida mudaria para sempre. Não num baile de debutantes, não numa valsa. No entanto, na sinfonia a que o destino me propusera. Voltava do funeral, do último olhar para minha mãe.

    Na sala, meus quatro irmãos menores. Em minha consciência, guardei a bagagem da responsabilidade sem manual de instrução.

    “Os sonhos precisaram ficar estagnados, mas jamais esquecidos”.

    Hoje, todos crescidos, criados, realizados.

    60 anos. Mãe, esposa, concluindo os estudos, resgatando meus sonhos.


Sirley. (3o ano EM - EJA)
No segundo parágrafo quando a narradora cita “bagagem da responsabilidade sem manual de instrução”, utilizou:
Alternativas
Q4206271 Português
TEXTO II


LEIA O TEXTO A SEGUIR.


Desafios entre fios


    15 anos. Naquele dia minha vida mudaria para sempre. Não num baile de debutantes, não numa valsa. No entanto, na sinfonia a que o destino me propusera. Voltava do funeral, do último olhar para minha mãe.

    Na sala, meus quatro irmãos menores. Em minha consciência, guardei a bagagem da responsabilidade sem manual de instrução.

    “Os sonhos precisaram ficar estagnados, mas jamais esquecidos”.

    Hoje, todos crescidos, criados, realizados.

    60 anos. Mãe, esposa, concluindo os estudos, resgatando meus sonhos.


Sirley. (3o ano EM - EJA)
O texto lido consiste num miniconto feito por uma aluna do Ensino Médio, na modalidade EJA. O que se explica o título de acordo com o contexto é:
Alternativas
Q4206269 Português
TEXTO I


LEIA O TEXTO A SEGUIR.


O texto que você irá ler agora é uma parábola utilizando o nome de Gandhi. Para muitos é um boato viralizado na internet, sendo na realidade mais uma “historinha de joãozinho”. 


    Quando Gandhi estudava Direito na Universidade de Londres tinha um professor chamado Peters, que não gostava dele, mas Gandhi não baixava a cabeça. Um dia o prof. estava comendo no refeitório e sentaram-se juntos.

    O professor disse: 

    - Sr. Gandhi, você sabe que um porco e um pássaro não comem juntos?

    - Ok, Prof..... Já estou voando...... e foi para outra mesa.

    O professor aborrecido resolve vingar-se no exame seguinte, mas ele responde, brilhantemente, todas as perguntas.

    Então resolve fazer a seguinte pergunta:

    - Sr. Gandhi, indo o Sr. por uma rua e encontrando uma bolsa, abre-a e encontra a Sabedoria e um pacote com muito dinheiro. Com qual deles ficava?

    Gandhi respondeu....

    - Claro que com o dinheiro, Prof.!

    - Ah! Pois eu no seu lugar Gandhi, ficaria com a sabedoria.

    - Tem razão professor cada um ficaria com o que não tem!

    O prof. furioso escreveu na prova "IDIOTA" e lhe entregou. Gandhi recebeu a prova, leu e voltou e disse:

    - Prof. o Sr. assinou a prova, mas não deu a nota! 


Moral da história:

    Semeia a Paz, Amor, compreensão. Mas trata com firmeza quem te trata com desprezo. Ser gentil não é ser capacho, nem saco de pancadas.
A finalidade do texto:
Alternativas
Respostas
43321: D
43322: C
43323: C
43324: B
43325: D
43326: A
43327: D
43328: C
43329: A
43330: A
43331: B
43332: C
43333: D
43334: C
43335: A
43336: C
43337: D
43338: C
43339: B
43340: D