Questões de Concurso Sobre português
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ÁREA ATINGIDA PELO FOGO MAIS QUE DOBRA NO 1º SEMESTRE, DIZ MAPBIOMAS
A área atingida pelo fogo no Brasil mais que dobrou no primeiro semestre deste ano. Um levantamento inédito do MapBiomas divulgado nesta sexta-feira (12) aponta que cerca de 4,48 milhões de hectares sucumbiram em chamas entre janeiro e junho de 2024.
O número representa um crescimento de 119% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando a área queimada atingiu 2,08 milhão de hectares.
Segundo o monitoramento, 66% da área de queimadas ocorreu na Amazônia, bioma que viu 2,97 milhões de hectares atingidos.
Já o Cerrado enfrentou a queima de 947 mil hectares, um aumento de 48% em relação ao mesmo período de 2023. Esse foi o segundo bioma mais afetado pelas chamas durante o primeiro semestre.
E no Pantanal, 468 mil hectares foram queimados ao longo do mesmo período, com 370 mil hectares queimados apenas em junho, representando 79% do total no bioma durante o semestre e a maior área afetada pelo fogo já registrada pelo Monitor do Fogo.
O Monitor do Fogo do MapBiomas também mostra que no primeiro semestre de 2024, os estados que lideraram em áreas queimadas no Brasil foram: Roraima, com 2 milhões de hectares queimados (44% do total nacional afetado pelo fogo); Pará, com 535 mil hectares; e Mato Grosso do Sul, com 470 mil hectares.
Juntos, esses três estados representaram 67% da área total afetada pelas chamas durante o semestre.
Fonte: https://g1.globo.com/meio-ambiente/no ticia/2024/07/12/area-atingida-pelo-fogo-mais-que-dobra no-1o-semestre-diz-mapbiomas.ghtml
ÁREA ATINGIDA PELO FOGO MAIS QUE DOBRA NO 1º SEMESTRE, DIZ MAPBIOMAS
A área atingida pelo fogo no Brasil mais que dobrou no primeiro semestre deste ano. Um levantamento inédito do MapBiomas divulgado nesta sexta-feira (12) aponta que cerca de 4,48 milhões de hectares sucumbiram em chamas entre janeiro e junho de 2024.
O número representa um crescimento de 119% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando a área queimada atingiu 2,08 milhão de hectares.
Segundo o monitoramento, 66% da área de queimadas ocorreu na Amazônia, bioma que viu 2,97 milhões de hectares atingidos.
Já o Cerrado enfrentou a queima de 947 mil hectares, um aumento de 48% em relação ao mesmo período de 2023. Esse foi o segundo bioma mais afetado pelas chamas durante o primeiro semestre.
E no Pantanal, 468 mil hectares foram queimados ao longo do mesmo período, com 370 mil hectares queimados apenas em junho, representando 79% do total no bioma durante o semestre e a maior área afetada pelo fogo já registrada pelo Monitor do Fogo.
O Monitor do Fogo do MapBiomas também mostra que no primeiro semestre de 2024, os estados que lideraram em áreas queimadas no Brasil foram: Roraima, com 2 milhões de hectares queimados (44% do total nacional afetado pelo fogo); Pará, com 535 mil hectares; e Mato Grosso do Sul, com 470 mil hectares.
Juntos, esses três estados representaram 67% da área total afetada pelas chamas durante o semestre.
Fonte: https://g1.globo.com/meio-ambiente/no ticia/2024/07/12/area-atingida-pelo-fogo-mais-que-dobra no-1o-semestre-diz-mapbiomas.ghtml
ÁREA ATINGIDA PELO FOGO MAIS QUE DOBRA NO 1º SEMESTRE, DIZ MAPBIOMAS
A área atingida pelo fogo no Brasil mais que dobrou no primeiro semestre deste ano. Um levantamento inédito do MapBiomas divulgado nesta sexta-feira (12) aponta que cerca de 4,48 milhões de hectares sucumbiram em chamas entre janeiro e junho de 2024.
O número representa um crescimento de 119% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando a área queimada atingiu 2,08 milhão de hectares.
Segundo o monitoramento, 66% da área de queimadas ocorreu na Amazônia, bioma que viu 2,97 milhões de hectares atingidos.
Já o Cerrado enfrentou a queima de 947 mil hectares, um aumento de 48% em relação ao mesmo período de 2023. Esse foi o segundo bioma mais afetado pelas chamas durante o primeiro semestre.
E no Pantanal, 468 mil hectares foram queimados ao longo do mesmo período, com 370 mil hectares queimados apenas em junho, representando 79% do total no bioma durante o semestre e a maior área afetada pelo fogo já registrada pelo Monitor do Fogo.
O Monitor do Fogo do MapBiomas também mostra que no primeiro semestre de 2024, os estados que lideraram em áreas queimadas no Brasil foram: Roraima, com 2 milhões de hectares queimados (44% do total nacional afetado pelo fogo); Pará, com 535 mil hectares; e Mato Grosso do Sul, com 470 mil hectares.
Juntos, esses três estados representaram 67% da área total afetada pelas chamas durante o semestre.
Fonte: https://g1.globo.com/meio-ambiente/no ticia/2024/07/12/area-atingida-pelo-fogo-mais-que-dobra no-1o-semestre-diz-mapbiomas.ghtml
ÁREA ATINGIDA PELO FOGO MAIS QUE DOBRA NO 1º SEMESTRE, DIZ MAPBIOMAS
A área atingida pelo fogo no Brasil mais que dobrou no primeiro semestre deste ano. Um levantamento inédito do MapBiomas divulgado nesta sexta-feira (12) aponta que cerca de 4,48 milhões de hectares sucumbiram em chamas entre janeiro e junho de 2024.
O número representa um crescimento de 119% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando a área queimada atingiu 2,08 milhão de hectares.
Segundo o monitoramento, 66% da área de queimadas ocorreu na Amazônia, bioma que viu 2,97 milhões de hectares atingidos.
Já o Cerrado enfrentou a queima de 947 mil hectares, um aumento de 48% em relação ao mesmo período de 2023. Esse foi o segundo bioma mais afetado pelas chamas durante o primeiro semestre.
E no Pantanal, 468 mil hectares foram queimados ao longo do mesmo período, com 370 mil hectares queimados apenas em junho, representando 79% do total no bioma durante o semestre e a maior área afetada pelo fogo já registrada pelo Monitor do Fogo.
O Monitor do Fogo do MapBiomas também mostra que no primeiro semestre de 2024, os estados que lideraram em áreas queimadas no Brasil foram: Roraima, com 2 milhões de hectares queimados (44% do total nacional afetado pelo fogo); Pará, com 535 mil hectares; e Mato Grosso do Sul, com 470 mil hectares.
Juntos, esses três estados representaram 67% da área total afetada pelas chamas durante o semestre.
Fonte: https://g1.globo.com/meio-ambiente/no ticia/2024/07/12/area-atingida-pelo-fogo-mais-que-dobra no-1o-semestre-diz-mapbiomas.ghtml
Em uma prova do vestibular da Universidade da Bahia, foi exigida dos candidatos a interpretação destes versos de Camões:
“Amor é fogo que arde sem se ver,
é ferida que dói e não se sente,
é um contentamento descontente,
é dor que desatina sem doer.”
Uma vestibulanda de 16 anos interpretou-os assim:
Ah! Camões,
se vivesses hoje em dia,
tomavas uns antipiréticos,
uns quantos analgésicos
e Prozac para a depressão.
Compravas um computador,
consultavas a Internet
e descobririas que as dores que sentias,
esses calores que te abrasavam,
essas mudanças de humor repentinas,
esses desatinos sem nexo,
não eram feridas de amor,
massomente falta de sexo.
A menina baiana ganhou nota 10. Comentário: foi a primeira vez que, ao longo de mais de 500 anos, alguém desconfiou que o problema de Camões era falta de uma companheira. E o caso, se verdadeiro (há versões de que teria acontecido em Portugal), serve para livrar a cara dos vestibulandos, só lembrados pelas suas provas lamentáveis, que invariavelmente se tornam motivos de chacota. E também da Bahia. Afinal, nem tudo lá é trio elétrico e gente pulando na rua, nos 365 dias do ano.
(http://jornalggn.com.br/noticia/a-vestibulanda-e-a-dor-quedesatina-sem-doer-de-camoes)
Sabe-se que a intertextualidade significa a presença de elementos formais ou semânticos de textos, já produzidos, em uma nova produção textual. Pode-se também referir-se aos textos que apresentam, integral ou parcialmente, partes semelhantes ou idênticas de outros textos produzidos anteriormente. Comparando os versos de Camões aos versos da suposta interpretação da vestibulanda da Bahia, o tipo de intertextualidade que se apresenta é:
TEXTO 4
“Se você dá aulas de português, diante de um dado que todos consideram “errado”, pode escolher entre diversas abordagens. Uma é humilhar o aluno dizendo que ele não sabe nem falar. Outra é manter uma lista de CERTO X ERRADO e acrescentar o erro (digamos, MENAS) ao lado do CERTO (MENOS). É uma atitude dogmática. Outra é “corrigir” sem humilhar, dizendo que muita gente fala assim, mas que, na escrita e em certas outras ocasiões, é melhor dizer / escrever MENOS (e dar as razões). Outra, ainda, é ter um espírito de pesquisa e observar (mandar os alunos observar) quem diz MENAS e em que contexto. Vão concluir que MENAS sempre ocorre diante de nome feminino, o que motiva a concordância. Ainda outra, na continuação, é (tentar) verificar se alguém tratou da questão. Uma saída é ver um dicionário, digamos, o HOUAISS (aqueles dicionários escolares (que eliminam tudo o que é heterogêneo) não servem pra isso... na verdade, servem pra pouca coisa). No HOUAISS, você encontra “a) como adv. quantitativo, é antônimo funcional de mais e, por isso, invariável; b) no Brasil, na linguagem coloquial desescolarizada, ocorre a forma deturpada menas (pron.indef.), em concordância de gênero com o substantivo que se segue (menas confiança comigo, hein?)". Relevem-se os termos um tanto preconceituosos...”
(POSSENTl, S. https://www.facebook.com/search/top?q=s%C3%ADrio%)
Em um texto retirado de sua página na rede social facebook, o professor Sírio Possenti defende a tese de que não existe um único “português correto" e que, de certa forma, é necessária uma reflexão sobre as abordagens das práticas pedagógicas no ensino de língua materna. Presume-se então que cabe a um professor de língua portuguesa, no exercício de sua profissão, conhecer o idioma de maneira crítica. Desse modo, em última instância, para o linguista, isso implica:
1. “O rapaz que me emprestou o telefone celular precisa fazer uma ligação.”
2. “Disse que precisa avisar ao povo que chegou um novo carregamento de farinha.”
3. “A cada mercadoria que chega, eles sobem o morro e soltam rojões.”
4. “Acho que desta vez acertamos em cheio.”
Assinale a alternativa que contém a classificação morfossintática correta considerando a sequência acima:
TEXTO 1
Quantas vezes por semana é ideal comer peixe, segundo a ciência
Muito procurado para ser um dos pratos principais na época da Semana Santa, o peixe é um alimento rico em diversos nutrientes e que possui diversos benefícios comprovados à saúde, de acordo com vários estudos e pesquisas mundo afora, como afirma a Escola de Saúde Pública da Universidade de Harvard.
Só que comer peixe não precisa ser algo pontual feito somente em datas especiais como na Quarta-Feira de Cinzas, Páscoa ou Natal. Afinal, para usufruir das qualidades nutricionais desse alimento o ideal é incluí-lo na alimentação do dia a dia.
Descubra, a seguir, qual é a indicação dos especialistas de quantas vezes por semana é indicado comer peixe para obter melhores resultados de seus nutrientes – especialmente o ômega-3.
Em uma análise de diversos estudos em seres humanos, dois professores da Escola de Saúde Pública de Harvard, Dariush Mozaffarian e Eric Rimm, calcularam que o consumo de cerca de 2 gramas por semana de ácidos graxos (gorduras boas) provenientes do ômega-3 presentes nos peixes gordurosos – que é o que equivale a cerca de uma ou duas porções 80 a 100 gramas de peixe por semana, pode reduzir em mais de 1/3 as chances de morte por doença cardíaca.
Isso porque as gorduras do ômega-3 protegem o coração contra o desenvolvimento de distúrbios do ritmo cardíaco erráticos, melhoram a função dos vasos sanguíneos e, em doses mais altas, reduzem os níveis de triglicerídeos no sangue e, assim, podem aliviar a inflamação e reduzir a possível formação de placas de gordura nas artérias, conforme explica o artigo da Universidade de Harvard.
De acordo com a indicação do FDA (Food and Drugs Administration), que é a agência norte-americana do Departamento de Saúde e Serviços Humanos, um adulto pode ingerir peixes até um pouco mais do que o dito pela Harvard, cerca de 100 gramas de duas a três vezes por semana – de preferência preparando o peixe cozido ou assado.
O FDA indica essa quantidade para a melhor obtenção de todos os nutrientes de peixes "gordos" – mas que possuem baixo teor de gordura saturada, como por exemplo salmão, truta, arenque, bacalhau, atum, cavala, anchova, sardinha, entre outros.
Segundo o FDA, "ao se alimentar com peixe semanalmente de duas a três vezes é o ideal para se nutrir saudáveis e de forma natural, além de minerais e vitaminas presentes nos peixes que são benéficos para a saúde em geral".
Eles ainda acrescentam que, além dos benefícios dos ácidos graxos ômega-3 e ômega-6, a vitamina D, o ferro, o zinco, o iodo, o selênio e a colina encontrados nos peixes são particularmente importantes para gestantes, lactantes e crianças. Eles afirmam que caso não se consuma a quantidade recomendada em uma semana, pode-se tentar consumir de maneira uma variedade de peixes nas semanas seguintes.
Uma questão pode surgir na mente de algumas pessoas: será que faz mal comer peixe diariamente? De acordo com uma entrevista do professor de epidemiologia e nutrição Eric Rimm, também da Universidade de Harvard, a resposta é negativa: "Para a maioria das pessoas, não há problema em comer peixe todos os dias. É certamente melhor comer peixe diariamente do que comer carne bovina todo dia", afirmou Eric no site da instituição.
Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2024/03/quantasvezes-por-semana-e-ideal-comer-peixe-segundo-a-ciencia
TEXTO 1
Quantas vezes por semana é ideal comer peixe, segundo a ciência
Muito procurado para ser um dos pratos principais na época da Semana Santa, o peixe é um alimento rico em diversos nutrientes e que possui diversos benefícios comprovados à saúde, de acordo com vários estudos e pesquisas mundo afora, como afirma a Escola de Saúde Pública da Universidade de Harvard.
Só que comer peixe não precisa ser algo pontual feito somente em datas especiais como na Quarta-Feira de Cinzas, Páscoa ou Natal. Afinal, para usufruir das qualidades nutricionais desse alimento o ideal é incluí-lo na alimentação do dia a dia.
Descubra, a seguir, qual é a indicação dos especialistas de quantas vezes por semana é indicado comer peixe para obter melhores resultados de seus nutrientes – especialmente o ômega-3.
Em uma análise de diversos estudos em seres humanos, dois professores da Escola de Saúde Pública de Harvard, Dariush Mozaffarian e Eric Rimm, calcularam que o consumo de cerca de 2 gramas por semana de ácidos graxos (gorduras boas) provenientes do ômega-3 presentes nos peixes gordurosos – que é o que equivale a cerca de uma ou duas porções 80 a 100 gramas de peixe por semana, pode reduzir em mais de 1/3 as chances de morte por doença cardíaca.
Isso porque as gorduras do ômega-3 protegem o coração contra o desenvolvimento de distúrbios do ritmo cardíaco erráticos, melhoram a função dos vasos sanguíneos e, em doses mais altas, reduzem os níveis de triglicerídeos no sangue e, assim, podem aliviar a inflamação e reduzir a possível formação de placas de gordura nas artérias, conforme explica o artigo da Universidade de Harvard.
De acordo com a indicação do FDA (Food and Drugs Administration), que é a agência norte-americana do Departamento de Saúde e Serviços Humanos, um adulto pode ingerir peixes até um pouco mais do que o dito pela Harvard, cerca de 100 gramas de duas a três vezes por semana – de preferência preparando o peixe cozido ou assado.
O FDA indica essa quantidade para a melhor obtenção de todos os nutrientes de peixes "gordos" – mas que possuem baixo teor de gordura saturada, como por exemplo salmão, truta, arenque, bacalhau, atum, cavala, anchova, sardinha, entre outros.
Segundo o FDA, "ao se alimentar com peixe semanalmente de duas a três vezes é o ideal para se nutrir saudáveis e de forma natural, além de minerais e vitaminas presentes nos peixes que são benéficos para a saúde em geral".
Eles ainda acrescentam que, além dos benefícios dos ácidos graxos ômega-3 e ômega-6, a vitamina D, o ferro, o zinco, o iodo, o selênio e a colina encontrados nos peixes são particularmente importantes para gestantes, lactantes e crianças. Eles afirmam que caso não se consuma a quantidade recomendada em uma semana, pode-se tentar consumir de maneira uma variedade de peixes nas semanas seguintes.
Uma questão pode surgir na mente de algumas pessoas: será que faz mal comer peixe diariamente? De acordo com uma entrevista do professor de epidemiologia e nutrição Eric Rimm, também da Universidade de Harvard, a resposta é negativa: "Para a maioria das pessoas, não há problema em comer peixe todos os dias. É certamente melhor comer peixe diariamente do que comer carne bovina todo dia", afirmou Eric no site da instituição.
Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2024/03/quantasvezes-por-semana-e-ideal-comer-peixe-segundo-a-ciencia
TEXTO 1
Quantas vezes por semana é ideal comer peixe, segundo a ciência
Muito procurado para ser um dos pratos principais na época da Semana Santa, o peixe é um alimento rico em diversos nutrientes e que possui diversos benefícios comprovados à saúde, de acordo com vários estudos e pesquisas mundo afora, como afirma a Escola de Saúde Pública da Universidade de Harvard.
Só que comer peixe não precisa ser algo pontual feito somente em datas especiais como na Quarta-Feira de Cinzas, Páscoa ou Natal. Afinal, para usufruir das qualidades nutricionais desse alimento o ideal é incluí-lo na alimentação do dia a dia.
Descubra, a seguir, qual é a indicação dos especialistas de quantas vezes por semana é indicado comer peixe para obter melhores resultados de seus nutrientes – especialmente o ômega-3.
Em uma análise de diversos estudos em seres humanos, dois professores da Escola de Saúde Pública de Harvard, Dariush Mozaffarian e Eric Rimm, calcularam que o consumo de cerca de 2 gramas por semana de ácidos graxos (gorduras boas) provenientes do ômega-3 presentes nos peixes gordurosos – que é o que equivale a cerca de uma ou duas porções 80 a 100 gramas de peixe por semana, pode reduzir em mais de 1/3 as chances de morte por doença cardíaca.
Isso porque as gorduras do ômega-3 protegem o coração contra o desenvolvimento de distúrbios do ritmo cardíaco erráticos, melhoram a função dos vasos sanguíneos e, em doses mais altas, reduzem os níveis de triglicerídeos no sangue e, assim, podem aliviar a inflamação e reduzir a possível formação de placas de gordura nas artérias, conforme explica o artigo da Universidade de Harvard.
De acordo com a indicação do FDA (Food and Drugs Administration), que é a agência norte-americana do Departamento de Saúde e Serviços Humanos, um adulto pode ingerir peixes até um pouco mais do que o dito pela Harvard, cerca de 100 gramas de duas a três vezes por semana – de preferência preparando o peixe cozido ou assado.
O FDA indica essa quantidade para a melhor obtenção de todos os nutrientes de peixes "gordos" – mas que possuem baixo teor de gordura saturada, como por exemplo salmão, truta, arenque, bacalhau, atum, cavala, anchova, sardinha, entre outros.
Segundo o FDA, "ao se alimentar com peixe semanalmente de duas a três vezes é o ideal para se nutrir saudáveis e de forma natural, além de minerais e vitaminas presentes nos peixes que são benéficos para a saúde em geral".
Eles ainda acrescentam que, além dos benefícios dos ácidos graxos ômega-3 e ômega-6, a vitamina D, o ferro, o zinco, o iodo, o selênio e a colina encontrados nos peixes são particularmente importantes para gestantes, lactantes e crianças. Eles afirmam que caso não se consuma a quantidade recomendada em uma semana, pode-se tentar consumir de maneira uma variedade de peixes nas semanas seguintes.
Uma questão pode surgir na mente de algumas pessoas: será que faz mal comer peixe diariamente? De acordo com uma entrevista do professor de epidemiologia e nutrição Eric Rimm, também da Universidade de Harvard, a resposta é negativa: "Para a maioria das pessoas, não há problema em comer peixe todos os dias. É certamente melhor comer peixe diariamente do que comer carne bovina todo dia", afirmou Eric no site da instituição.
Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2024/03/quantasvezes-por-semana-e-ideal-comer-peixe-segundo-a-ciencia
TEXTO 1
Quantas vezes por semana é ideal comer peixe, segundo a ciência
Muito procurado para ser um dos pratos principais na época da Semana Santa, o peixe é um alimento rico em diversos nutrientes e que possui diversos benefícios comprovados à saúde, de acordo com vários estudos e pesquisas mundo afora, como afirma a Escola de Saúde Pública da Universidade de Harvard.
Só que comer peixe não precisa ser algo pontual feito somente em datas especiais como na Quarta-Feira de Cinzas, Páscoa ou Natal. Afinal, para usufruir das qualidades nutricionais desse alimento o ideal é incluí-lo na alimentação do dia a dia.
Descubra, a seguir, qual é a indicação dos especialistas de quantas vezes por semana é indicado comer peixe para obter melhores resultados de seus nutrientes – especialmente o ômega-3.
Em uma análise de diversos estudos em seres humanos, dois professores da Escola de Saúde Pública de Harvard, Dariush Mozaffarian e Eric Rimm, calcularam que o consumo de cerca de 2 gramas por semana de ácidos graxos (gorduras boas) provenientes do ômega-3 presentes nos peixes gordurosos – que é o que equivale a cerca de uma ou duas porções 80 a 100 gramas de peixe por semana, pode reduzir em mais de 1/3 as chances de morte por doença cardíaca.
Isso porque as gorduras do ômega-3 protegem o coração contra o desenvolvimento de distúrbios do ritmo cardíaco erráticos, melhoram a função dos vasos sanguíneos e, em doses mais altas, reduzem os níveis de triglicerídeos no sangue e, assim, podem aliviar a inflamação e reduzir a possível formação de placas de gordura nas artérias, conforme explica o artigo da Universidade de Harvard.
De acordo com a indicação do FDA (Food and Drugs Administration), que é a agência norte-americana do Departamento de Saúde e Serviços Humanos, um adulto pode ingerir peixes até um pouco mais do que o dito pela Harvard, cerca de 100 gramas de duas a três vezes por semana – de preferência preparando o peixe cozido ou assado.
O FDA indica essa quantidade para a melhor obtenção de todos os nutrientes de peixes "gordos" – mas que possuem baixo teor de gordura saturada, como por exemplo salmão, truta, arenque, bacalhau, atum, cavala, anchova, sardinha, entre outros.
Segundo o FDA, "ao se alimentar com peixe semanalmente de duas a três vezes é o ideal para se nutrir saudáveis e de forma natural, além de minerais e vitaminas presentes nos peixes que são benéficos para a saúde em geral".
Eles ainda acrescentam que, além dos benefícios dos ácidos graxos ômega-3 e ômega-6, a vitamina D, o ferro, o zinco, o iodo, o selênio e a colina encontrados nos peixes são particularmente importantes para gestantes, lactantes e crianças. Eles afirmam que caso não se consuma a quantidade recomendada em uma semana, pode-se tentar consumir de maneira uma variedade de peixes nas semanas seguintes.
Uma questão pode surgir na mente de algumas pessoas: será que faz mal comer peixe diariamente? De acordo com uma entrevista do professor de epidemiologia e nutrição Eric Rimm, também da Universidade de Harvard, a resposta é negativa: "Para a maioria das pessoas, não há problema em comer peixe todos os dias. É certamente melhor comer peixe diariamente do que comer carne bovina todo dia", afirmou Eric no site da instituição.
Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2024/03/quantasvezes-por-semana-e-ideal-comer-peixe-segundo-a-ciencia
Leia com atenção as afirmativas abaixo:
I. As folhas verde-escuras balançavam suavemente ao vento do outono.
II. Os atletas ítalo-brasileiros competiram com garra nos Jogos Olímpicos.
III. Os navios azul-celeste se fundiam com o mar calmo ao horizonte.
IV. As lutas greco-romanas são uma tradição milenar nos esportes de combate.
V. Os vestidos eram amarelo-ouro, brilhando como o sol.
Em quais das afirmativas lidas acima a concordância nominal está correta?
"Você, Macabéa, é um cabelo na sopa. Não dá vontade de comer. Me desculpe se eu lhe ofendi, mas sou sincero. Você está ofendida?"
Identifique a figura de linguagem presente na oração em destaque:
Leia com atenção as colunas abaixo:
Coluna 01
( ) O espírito olímpico é uma chama que queima nos corações dos competidores.
( ) As Olimpíadas são um evento esportivo internacional realizado a cada quatro anos.
( ) Os atletas competem em diferentes modalidades esportivas para conquistar medalhas.
( ) A sede das Olimpíadas muda a cada edição, com cidades de todo o mundo hospedando o evento.
( ) A vitória olímpica é uma coroa de louros tecida com suor e dedicação.
Coluna 02
I. Sentido Conotativo.
II. Sentido Denotativo.
Correlacione ambas as colunas de acordo com o tipo de sentido empregado nas orações da Coluna 01. Em seguida, assinale a alternativa coma sequência correta: