Questões de Concurso Sobre português
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Leia o texto para responder as questões.
Fazendas de MG, PR e SP são eleitas as mais sustentáveis do Brasil
Conheça as propriedades que ficaram nas três melhores colocações no Prêmio Fazenda Sustentável entre grandes, médias e pequenas
Propriedades rurais do Paraná, Minas Gerais e São Paulo foram eleitas nesta terça-feira (17/9) as mais sustentáveis do Brasil. O trabalho desses produtores foi reconhecido na oitava edição do Prêmio Fazenda Sustentável, em São Paulo. As fazendas foram premiadas em três categorias. Entre as grandes, o primeiro lugar ficou com a Jaracatiá, de Querência do Norte (PR), com 1,013 mil hectares de área produtiva e 314 preservados. O local produz plantas aromáticas e medicinais, além de óleos essenciais. E tem a pecuária como complementar. Em matéria de produção sustentável, a Jaracatiá destacou-se pela preservação de mata nativa por meio de uma Reserva Particular de Patrimônio Natural (RPPN). Também implantou energia solar fotovoltaica, gestão de irrigação e aproveita totalmente a produção vegetal. A propriedade tem ainda um sistema de destinação correta de resíduos. Na parte econômica e social, pesaram a favor na classificação a presença de conexão de internet nas casas de todos os funcionários, geração de empregos com processos industriais e desenvolvimento de maquinário. “Só de estar no meio de vocês, já é uma vitória”, disse Maurício Garcia, proprietário da fazenda, dirigindo-se aos demais homenageados no evento. "Agracedemos à revista Globo Rural e seus apoiadores. Agradecemos também os nossos funcionários, nosso clientes, fornecedores e todos em nosso entorno", acrescentou.
O segundo lugar entre as grandes propriedades ficou com a fazenda São Manoel, localizada no município de mesmo nome, no interior de São Paulo. São 1.293,7 hectares de área produtiva de cana-de-açúcar e fruticultura, como atividade complementar. A parte reservada soma 262,1 hectares. A fazenda possui certificações Bonsucro, RenovaBio e Etanol Mais Verde. Destacou-se da realização de controle biológico de pragas, uso de insumos naturais para adubação, como torta de filtro e vinhaça, além da criação de um corredor ecológico, monitoramento da fauna da região e área de soltura de animais resgatados. “Quero agradecer a todos os colaboradores. Sem o empenho deles, não conseguimos alcançar os nossos objetivos. A gente consegue sim fazer o econômico junto com o ambiental e o social. É possível sim colocar os três pilares em pé", disse Silvio Nicoletti, proprietário da fazenda.
Em terceiro lugar na categoria grandes propriedades, ficou a Fazenda Curucaca, localizada no distrito de Entre Rios, em Guarapuava (PR). A área produtiva soma 1.265 hectares dedicados ao plantio de grãos. As áreas preservadas somam 224,2 hectares de Área de Preservação Permanente (APP) e outros 133,6 de Reserva Legal (RL). A propriedade possui diversas certificações ligadas à sustentabilidade de sua produção, como a RTRS (Associação Internacional da Soja Responsável) e a do programa de gestão rural da Cooperativa Agrária. Na área social, destacou-se pela realização de pelo menos 13 iniciativas voltadas aos funcionários. Na área ambiental, além de um sistema produtivo baseado na técnica do plantio direto, a fazenda realiza controle de resíduos da lavagem de máquinas agrícolas, captação e reaproveitamento de área da chuva e utiliza energia solar. E na área econômica, adota sistemas de gestão. “O agronegócio brasileiro é o mais sustentável do mundo. De fato, que nós saibamos nos comunicar melhor. O agronegócio ainda é muito mal visto no meio urbano. Não é conhecido por todos os brasileiros, o que é lastimável, porque a gente faz um trabalho bonito, rico e sustentável", disse Tábata Stock, proprietária da fazenda.
[...]
Assinale a alternativa que não apresenta nenhum erro ortográfico.
( ) Alguém me disse que sua fala foi inconveniente.
( ) Dir-te-ei toda a verdade.
( ) Aqui, se estuda muito.
( ) Sentei-me para aguardar o julgamento.
( ) Quando chegou, fui-lhe ver os livros.
A sequência CORRETA é:
A PALAVRA
Tanto que tenho falado, tanto que tenho escrito como não imaginar que, sem querer, feri alguém? Às vezes sinto, numa pessoa que acabo de conhecer, uma hostilidade surda, ou uma reticência de mágoas. Imprudente ofício é este, de viver em voz alta.
Às vezes, também a gente tem o consolo de saber que alguma coisa que se disse por acaso ajudou alguém a se reconciliar consigo mesmo ou com a sua vida de cada dia; a sonhar um pouco, a sentir uma vontade de fazer alguma coisa boa.
Agora sei que outro dia eu disse uma palavra que fez bem a alguém. Nunca saberei que palavra foi; deve ter sido alguma frase espontânea e distraída que eu disse com naturalidade porque senti no momento – e depois esqueci.
Tenho uma amiga que certa vez ganhou um canário, e o canário não cantava. Deram lhe receitas para fazer o canário cantar; que falasse com ele, cantarolasse, batesse alguma coisa ao piano; que pusesse a gaiola perto quando trabalhasse em sua máquina de costura; que arranjasse para lhe fazer companhia, algum tempo, outro canário cantador; até mesmo que ligasse o rádio um pouco alto durante uma transmissão de jogo de futebol... mas o canário não cantava.
Um dia a minha amiga estava sozinha em casa, distraída, e assobiou uma pequena frase melódica de Beethoven – o canário começou a cantar alegremente. Haveria alguma secreta ligação entre a alma do velho artista morto e o pequeno pássaro de ouro?
Alguma coisa que eu disse distraído – tal vez palavras de algum poeta antigo – foi despertar melodias esquecidas dentro da alma de alguém. Foi como se a gente soubesse que de repente, num reino muito distante, uma princesa muito triste tivesse sorrido. E isso fizesse bem ao coração do povo; iluminasse um pouco as suas pobres choupanas e as suas remotas esperanças.
BRAGA, Rubem. 200 crônicas escolhidas: as melhores de Rubem Braga. 17. ed. Rio de Janeiro: Record, 2001.
A PALAVRA
Tanto que tenho falado, tanto que tenho escrito como não imaginar que, sem querer, feri alguém? Às vezes sinto, numa pessoa que acabo de conhecer, uma hostilidade surda, ou uma reticência de mágoas. Imprudente ofício é este, de viver em voz alta.
Às vezes, também a gente tem o consolo de saber que alguma coisa que se disse por acaso ajudou alguém a se reconciliar consigo mesmo ou com a sua vida de cada dia; a sonhar um pouco, a sentir uma vontade de fazer alguma coisa boa.
Agora sei que outro dia eu disse uma palavra que fez bem a alguém. Nunca saberei que palavra foi; deve ter sido alguma frase espontânea e distraída que eu disse com naturalidade porque senti no momento – e depois esqueci.
Tenho uma amiga que certa vez ganhou um canário, e o canário não cantava. Deram lhe receitas para fazer o canário cantar; que falasse com ele, cantarolasse, batesse alguma coisa ao piano; que pusesse a gaiola perto quando trabalhasse em sua máquina de costura; que arranjasse para lhe fazer companhia, algum tempo, outro canário cantador; até mesmo que ligasse o rádio um pouco alto durante uma transmissão de jogo de futebol... mas o canário não cantava.
Um dia a minha amiga estava sozinha em casa, distraída, e assobiou uma pequena frase melódica de Beethoven – o canário começou a cantar alegremente. Haveria alguma secreta ligação entre a alma do velho artista morto e o pequeno pássaro de ouro?
Alguma coisa que eu disse distraído – tal vez palavras de algum poeta antigo – foi despertar melodias esquecidas dentro da alma de alguém. Foi como se a gente soubesse que de repente, num reino muito distante, uma princesa muito triste tivesse sorrido. E isso fizesse bem ao coração do povo; iluminasse um pouco as suas pobres choupanas e as suas remotas esperanças.
BRAGA, Rubem. 200 crônicas escolhidas: as melhores de Rubem Braga. 17. ed. Rio de Janeiro: Record, 2001.
Quanto à estrutura do gênero textual no qual o texto acima se enquadra:
I – Não apresenta um padrão fixo.
II – Geralmente, é um texto curto.
III – São respeitadas a linearidade temporal e a progressão textual.
IV – Insere-se na tipologia narrativa.
V – Obedece à ordenação: apresentação do fato, desenvolvimento e desfecho.
Estão CORRETAS as afirmativas em:
A PALAVRA
Tanto que tenho falado, tanto que tenho escrito como não imaginar que, sem querer, feri alguém? Às vezes sinto, numa pessoa que acabo de conhecer, uma hostilidade surda, ou uma reticência de mágoas. Imprudente ofício é este, de viver em voz alta.
Às vezes, também a gente tem o consolo de saber que alguma coisa que se disse por acaso ajudou alguém a se reconciliar consigo mesmo ou com a sua vida de cada dia; a sonhar um pouco, a sentir uma vontade de fazer alguma coisa boa.
Agora sei que outro dia eu disse uma palavra que fez bem a alguém. Nunca saberei que palavra foi; deve ter sido alguma frase espontânea e distraída que eu disse com naturalidade porque senti no momento – e depois esqueci.
Tenho uma amiga que certa vez ganhou um canário, e o canário não cantava. Deram lhe receitas para fazer o canário cantar; que falasse com ele, cantarolasse, batesse alguma coisa ao piano; que pusesse a gaiola perto quando trabalhasse em sua máquina de costura; que arranjasse para lhe fazer companhia, algum tempo, outro canário cantador; até mesmo que ligasse o rádio um pouco alto durante uma transmissão de jogo de futebol... mas o canário não cantava.
Um dia a minha amiga estava sozinha em casa, distraída, e assobiou uma pequena frase melódica de Beethoven – o canário começou a cantar alegremente. Haveria alguma secreta ligação entre a alma do velho artista morto e o pequeno pássaro de ouro?
Alguma coisa que eu disse distraído – tal vez palavras de algum poeta antigo – foi despertar melodias esquecidas dentro da alma de alguém. Foi como se a gente soubesse que de repente, num reino muito distante, uma princesa muito triste tivesse sorrido. E isso fizesse bem ao coração do povo; iluminasse um pouco as suas pobres choupanas e as suas remotas esperanças.
BRAGA, Rubem. 200 crônicas escolhidas: as melhores de Rubem Braga. 17. ed. Rio de Janeiro: Record, 2001.
A PALAVRA
Tanto que tenho falado, tanto que tenho escrito como não imaginar que, sem querer, feri alguém? Às vezes sinto, numa pessoa que acabo de conhecer, uma hostilidade surda, ou uma reticência de mágoas. Imprudente ofício é este, de viver em voz alta.
Às vezes, também a gente tem o consolo de saber que alguma coisa que se disse por acaso ajudou alguém a se reconciliar consigo mesmo ou com a sua vida de cada dia; a sonhar um pouco, a sentir uma vontade de fazer alguma coisa boa.
Agora sei que outro dia eu disse uma palavra que fez bem a alguém. Nunca saberei que palavra foi; deve ter sido alguma frase espontânea e distraída que eu disse com naturalidade porque senti no momento – e depois esqueci.
Tenho uma amiga que certa vez ganhou um canário, e o canário não cantava. Deram lhe receitas para fazer o canário cantar; que falasse com ele, cantarolasse, batesse alguma coisa ao piano; que pusesse a gaiola perto quando trabalhasse em sua máquina de costura; que arranjasse para lhe fazer companhia, algum tempo, outro canário cantador; até mesmo que ligasse o rádio um pouco alto durante uma transmissão de jogo de futebol... mas o canário não cantava.
Um dia a minha amiga estava sozinha em casa, distraída, e assobiou uma pequena frase melódica de Beethoven – o canário começou a cantar alegremente. Haveria alguma secreta ligação entre a alma do velho artista morto e o pequeno pássaro de ouro?
Alguma coisa que eu disse distraído – tal vez palavras de algum poeta antigo – foi despertar melodias esquecidas dentro da alma de alguém. Foi como se a gente soubesse que de repente, num reino muito distante, uma princesa muito triste tivesse sorrido. E isso fizesse bem ao coração do povo; iluminasse um pouco as suas pobres choupanas e as suas remotas esperanças.
BRAGA, Rubem. 200 crônicas escolhidas: as melhores de Rubem Braga. 17. ed. Rio de Janeiro: Record, 2001.
A PALAVRA
Tanto que tenho falado, tanto que tenho escrito como não imaginar que, sem querer, feri alguém? Às vezes sinto, numa pessoa que acabo de conhecer, uma hostilidade surda, ou uma reticência de mágoas. Imprudente ofício é este, de viver em voz alta.
Às vezes, também a gente tem o consolo de saber que alguma coisa que se disse por acaso ajudou alguém a se reconciliar consigo mesmo ou com a sua vida de cada dia; a sonhar um pouco, a sentir uma vontade de fazer alguma coisa boa.
Agora sei que outro dia eu disse uma palavra que fez bem a alguém. Nunca saberei que palavra foi; deve ter sido alguma frase espontânea e distraída que eu disse com naturalidade porque senti no momento – e depois esqueci.
Tenho uma amiga que certa vez ganhou um canário, e o canário não cantava. Deram lhe receitas para fazer o canário cantar; que falasse com ele, cantarolasse, batesse alguma coisa ao piano; que pusesse a gaiola perto quando trabalhasse em sua máquina de costura; que arranjasse para lhe fazer companhia, algum tempo, outro canário cantador; até mesmo que ligasse o rádio um pouco alto durante uma transmissão de jogo de futebol... mas o canário não cantava.
Um dia a minha amiga estava sozinha em casa, distraída, e assobiou uma pequena frase melódica de Beethoven – o canário começou a cantar alegremente. Haveria alguma secreta ligação entre a alma do velho artista morto e o pequeno pássaro de ouro?
Alguma coisa que eu disse distraído – tal vez palavras de algum poeta antigo – foi despertar melodias esquecidas dentro da alma de alguém. Foi como se a gente soubesse que de repente, num reino muito distante, uma princesa muito triste tivesse sorrido. E isso fizesse bem ao coração do povo; iluminasse um pouco as suas pobres choupanas e as suas remotas esperanças.
BRAGA, Rubem. 200 crônicas escolhidas: as melhores de Rubem Braga. 17. ed. Rio de Janeiro: Record, 2001.
São sinônimos da palavra “redimir” os seguintes termos:
I - Salvar.
II - Pagar.
III - Inibir.
Assim, após a análise das afirmativas acima, marque a alternativa CORRETA e mais adequada.
Leia as frases abaixo.
I - O servidor público de Natividade apresentou um _____ desempenho, por isso foi afastado.
II - Os estudantes da faculdade “Pleno Saber” foram ____ na prova porque estudaram pouco.
Após analisar as frases acima, marque a alternativa que preenche de maneira correta e respectiva as lacunas apresentadas.
Observe as frases abaixo.
– Nicolas, cuidado! (1ª)
E o ruído recomeçou intensamente. (2ª)
– Você viu alguma coisa vindo da varanda? (3ª)
Acerca da pontuação, marque a alternativa que classifica CORRETAMENTE as frases, na ordem em que aparecem acima:
ÁREA ATINGIDA PELO FOGO MAIS QUE DOBRA NO 1º SEMESTRE, DIZ MAPBIOMAS
A área atingida pelo fogo no Brasil mais que dobrou no primeiro semestre deste ano. Um levantamento inédito do MapBiomas divulgado nesta sexta-feira (12) aponta que cerca de 4,48 milhões de hectares sucumbiram em chamas entre janeiro e junho de 2024.
O número representa um crescimento de 119% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando a área queimada atingiu 2,08 milhão de hectares.
Segundo o monitoramento, 66% da área de queimadas ocorreu na Amazônia, bioma que viu 2,97 milhões de hectares atingidos.
Já o Cerrado enfrentou a queima de 947 mil hectares, um aumento de 48% em relação ao mesmo período de 2023. Esse foi o segundo bioma mais afetado pelas chamas durante o primeiro semestre.
E no Pantanal, 468 mil hectares foram queimados ao longo do mesmo período, com 370 mil hectares queimados apenas em junho, representando 79% do total no bioma durante o semestre e a maior área afetada pelo fogo já registrada pelo Monitor do Fogo.
O Monitor do Fogo do MapBiomas também mostra que no primeiro semestre de 2024, os estados que lideraram em áreas queimadas no Brasil foram: Roraima, com 2 milhões de hectares queimados (44% do total nacional afetado pelo fogo); Pará, com 535 mil hectares; e Mato Grosso do Sul, com 470 mil hectares.
Juntos, esses três estados representaram 67% da área total afetada pelas chamas durante o semestre.
Fonte: https://g1.globo.com/meio-ambiente/no ticia/2024/07/12/area-atingida-pelo-fogo-mais-que-dobra no-1o-semestre-diz-mapbiomas.ghtml