Questões de Concurso Sobre português
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Sintaticamente, o número de orações presentes na frase é de:
Sintaticamente, é correto afirmar que:
De acordo com as regras de acentuação gráfica:
O texto base intitulado 'Inteligência Artificial impacta empregos no mundo e no Brasil' apresenta linguagem:
Assinale a expressão que contenha dois substantivos e dois adjetivos em qualquer ordem. (Considere os conectivos).
Com base no texto, analise as informações sobre a condição de Shayanne Boulet e a coceira crônica, e marque a alternativa correta.
Os verbos destacados estão conjugados, respectivamente, no:
As pessoas afetadas coçam-se a noite toda.
Em relação ao verbo presente nesta frase, trata-se de verbo:
Sintaticamente, é correto afirmar que o:
Muitas pessoas que sofrem de psoríase talvez se identifiquem com a descrição do inferno de Dante.
De acordo com as classes de palavras, é correto afirmar, nesta frase, que:
Com base no texto, avalie as informações sobre a coceira crônica e suas implicações, e assinale a alternativa correta.
De acordo com as regras de acentuação, é correto afirmar que:
Leia o texto para responder as questões.
A falácia da "Supermulher"
Por Tijana Jankovic
Você já acordou no meio da noite e não conseguiu mais dormir, pensando em todas as tarefas importantes do dia seguinte (que não cabem nas horas úteis)? Já entrou na primeira reunião, às 9h, atrasada, um pouco descabelada, maquiada pela metade e com a sensação de que um caminhão passou por cima de você? Já tentou várias metodologias, tipo "O Clube das 5 da manhã", "7 hábitos de pessoas eficientes", convencida a encontrar um jeito de dar conta de tudo? Vive diariamente uma relação de amor e ódio com a babá dos seus filhos, porque não consegue imaginar a sua vida sem ela, mas detesta os momentos que ela passa com eles, pois deveriam ser seus?
Se você respondeu sim para uma ou mais situações descritas acima - Atenção! Você pode estar sofrendo da síndrome de "Supermulher" - condição altamente contagiosa e de caráter crônico. Diferentes tratamentos estão em fase de testes, porém nada muito resolutivo.
Enquanto celebramos as conquistas de liberdade intelectual, sexual e financeira feminina, pela qual duramente anos lutamos - e reconhecemos quanto chão ainda tem por andar - é importante refletir também sobre a mecânica de como chegamos lá. No fim das contas, a "matemática" é muito mais sobre adição de responsabilidades, do que substituição. Na prática, não deixamos de ser cobradas para sermos mães presentes, boas esposas e por cuidar do lar, como as "CEOs do lar". Agora, além de tudo, precisamos ser excelentes profissionais, musas fitness, fazer cursos e pós-graduações, estar a par de novas tendências. Também não temos o direito de ser "básicas": é necessário sempre surpreender, praticar pelo menos um hobby, o que vai nos tornar mais interessantes.
E, a partir disso, não sei o que me traz mais pavor: a caixa de e-mails com 3 dígitos de e-mails não lidos, o grupo do WhatsApp das mães da escola, que estão mais engajadas do que consigo ser, ou o bom e velho FOMO ("fear of missing out" - medo de estar perdendo algo) do Instagram, mostrando amigos espalhados pelo mundo vivendo aventuras incríveis. E não falo unicamente do velho problema de conciliação entre maternidade e carreira executiva ou empreendedorismo. Vejo amigas e colegas solteiras sofrendo a mesma pressão - às vezes, até pior - porque, enquanto mulheres que ocupam a função de mães estão parcialmente perdoadas por perderem eventos sociais do trabalho ou atrasos devido a emergências familiares, a mulher solteira, sem filhos, "pura carreirista", tem ainda menos direito de falhar. Se não escolheu o matrimônio ou a maternidade, precisa ter uma vida social nos níveis de Sex & the City, estar disponível 24x7 para todos e compensar o seu "dever com a sociedade", por exemplo, com trabalho humanitário/social para não parecer egoísta.
[...]
Disponível em https://epocanegocios.globo.com/colunas/malabarista/coluna/2023/09/a-falacia-da-supermulher.ghtml
Leia o texto para responder as questões.
A falácia da "Supermulher"
Por Tijana Jankovic
Você já acordou no meio da noite e não conseguiu mais dormir, pensando em todas as tarefas importantes do dia seguinte (que não cabem nas horas úteis)? Já entrou na primeira reunião, às 9h, atrasada, um pouco descabelada, maquiada pela metade e com a sensação de que um caminhão passou por cima de você? Já tentou várias metodologias, tipo "O Clube das 5 da manhã", "7 hábitos de pessoas eficientes", convencida a encontrar um jeito de dar conta de tudo? Vive diariamente uma relação de amor e ódio com a babá dos seus filhos, porque não consegue imaginar a sua vida sem ela, mas detesta os momentos que ela passa com eles, pois deveriam ser seus?
Se você respondeu sim para uma ou mais situações descritas acima - Atenção! Você pode estar sofrendo da síndrome de "Supermulher" - condição altamente contagiosa e de caráter crônico. Diferentes tratamentos estão em fase de testes, porém nada muito resolutivo.
Enquanto celebramos as conquistas de liberdade intelectual, sexual e financeira feminina, pela qual duramente anos lutamos - e reconhecemos quanto chão ainda tem por andar - é importante refletir também sobre a mecânica de como chegamos lá. No fim das contas, a "matemática" é muito mais sobre adição de responsabilidades, do que substituição. Na prática, não deixamos de ser cobradas para sermos mães presentes, boas esposas e por cuidar do lar, como as "CEOs do lar". Agora, além de tudo, precisamos ser excelentes profissionais, musas fitness, fazer cursos e pós-graduações, estar a par de novas tendências. Também não temos o direito de ser "básicas": é necessário sempre surpreender, praticar pelo menos um hobby, o que vai nos tornar mais interessantes.
E, a partir disso, não sei o que me traz mais pavor: a caixa de e-mails com 3 dígitos de e-mails não lidos, o grupo do WhatsApp das mães da escola, que estão mais engajadas do que consigo ser, ou o bom e velho FOMO ("fear of missing out" - medo de estar perdendo algo) do Instagram, mostrando amigos espalhados pelo mundo vivendo aventuras incríveis. E não falo unicamente do velho problema de conciliação entre maternidade e carreira executiva ou empreendedorismo. Vejo amigas e colegas solteiras sofrendo a mesma pressão - às vezes, até pior - porque, enquanto mulheres que ocupam a função de mães estão parcialmente perdoadas por perderem eventos sociais do trabalho ou atrasos devido a emergências familiares, a mulher solteira, sem filhos, "pura carreirista", tem ainda menos direito de falhar. Se não escolheu o matrimônio ou a maternidade, precisa ter uma vida social nos níveis de Sex & the City, estar disponível 24x7 para todos e compensar o seu "dever com a sociedade", por exemplo, com trabalho humanitário/social para não parecer egoísta.
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A falácia da "Supermulher"
Por Tijana Jankovic
Você já acordou no meio da noite e não conseguiu mais dormir, pensando em todas as tarefas importantes do dia seguinte (que não cabem nas horas úteis)? Já entrou na primeira reunião, às 9h, atrasada, um pouco descabelada, maquiada pela metade e com a sensação de que um caminhão passou por cima de você? Já tentou várias metodologias, tipo "O Clube das 5 da manhã", "7 hábitos de pessoas eficientes", convencida a encontrar um jeito de dar conta de tudo? Vive diariamente uma relação de amor e ódio com a babá dos seus filhos, porque não consegue imaginar a sua vida sem ela, mas detesta os momentos que ela passa com eles, pois deveriam ser seus?
Se você respondeu sim para uma ou mais situações descritas acima - Atenção! Você pode estar sofrendo da síndrome de "Supermulher" - condição altamente contagiosa e de caráter crônico. Diferentes tratamentos estão em fase de testes, porém nada muito resolutivo.
Enquanto celebramos as conquistas de liberdade intelectual, sexual e financeira feminina, pela qual duramente anos lutamos - e reconhecemos quanto chão ainda tem por andar - é importante refletir também sobre a mecânica de como chegamos lá. No fim das contas, a "matemática" é muito mais sobre adição de responsabilidades, do que substituição. Na prática, não deixamos de ser cobradas para sermos mães presentes, boas esposas e por cuidar do lar, como as "CEOs do lar". Agora, além de tudo, precisamos ser excelentes profissionais, musas fitness, fazer cursos e pós-graduações, estar a par de novas tendências. Também não temos o direito de ser "básicas": é necessário sempre surpreender, praticar pelo menos um hobby, o que vai nos tornar mais interessantes.
E, a partir disso, não sei o que me traz mais pavor: a caixa de e-mails com 3 dígitos de e-mails não lidos, o grupo do WhatsApp das mães da escola, que estão mais engajadas do que consigo ser, ou o bom e velho FOMO ("fear of missing out" - medo de estar perdendo algo) do Instagram, mostrando amigos espalhados pelo mundo vivendo aventuras incríveis. E não falo unicamente do velho problema de conciliação entre maternidade e carreira executiva ou empreendedorismo. Vejo amigas e colegas solteiras sofrendo a mesma pressão - às vezes, até pior - porque, enquanto mulheres que ocupam a função de mães estão parcialmente perdoadas por perderem eventos sociais do trabalho ou atrasos devido a emergências familiares, a mulher solteira, sem filhos, "pura carreirista", tem ainda menos direito de falhar. Se não escolheu o matrimônio ou a maternidade, precisa ter uma vida social nos níveis de Sex & the City, estar disponível 24x7 para todos e compensar o seu "dever com a sociedade", por exemplo, com trabalho humanitário/social para não parecer egoísta.
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A falácia da "Supermulher"
Por Tijana Jankovic
Você já acordou no meio da noite e não conseguiu mais dormir, pensando em todas as tarefas importantes do dia seguinte (que não cabem nas horas úteis)? Já entrou na primeira reunião, às 9h, atrasada, um pouco descabelada, maquiada pela metade e com a sensação de que um caminhão passou por cima de você? Já tentou várias metodologias, tipo "O Clube das 5 da manhã", "7 hábitos de pessoas eficientes", convencida a encontrar um jeito de dar conta de tudo? Vive diariamente uma relação de amor e ódio com a babá dos seus filhos, porque não consegue imaginar a sua vida sem ela, mas detesta os momentos que ela passa com eles, pois deveriam ser seus?
Se você respondeu sim para uma ou mais situações descritas acima - Atenção! Você pode estar sofrendo da síndrome de "Supermulher" - condição altamente contagiosa e de caráter crônico. Diferentes tratamentos estão em fase de testes, porém nada muito resolutivo.
Enquanto celebramos as conquistas de liberdade intelectual, sexual e financeira feminina, pela qual duramente anos lutamos - e reconhecemos quanto chão ainda tem por andar - é importante refletir também sobre a mecânica de como chegamos lá. No fim das contas, a "matemática" é muito mais sobre adição de responsabilidades, do que substituição. Na prática, não deixamos de ser cobradas para sermos mães presentes, boas esposas e por cuidar do lar, como as "CEOs do lar". Agora, além de tudo, precisamos ser excelentes profissionais, musas fitness, fazer cursos e pós-graduações, estar a par de novas tendências. Também não temos o direito de ser "básicas": é necessário sempre surpreender, praticar pelo menos um hobby, o que vai nos tornar mais interessantes.
E, a partir disso, não sei o que me traz mais pavor: a caixa de e-mails com 3 dígitos de e-mails não lidos, o grupo do WhatsApp das mães da escola, que estão mais engajadas do que consigo ser, ou o bom e velho FOMO ("fear of missing out" - medo de estar perdendo algo) do Instagram, mostrando amigos espalhados pelo mundo vivendo aventuras incríveis. E não falo unicamente do velho problema de conciliação entre maternidade e carreira executiva ou empreendedorismo. Vejo amigas e colegas solteiras sofrendo a mesma pressão - às vezes, até pior - porque, enquanto mulheres que ocupam a função de mães estão parcialmente perdoadas por perderem eventos sociais do trabalho ou atrasos devido a emergências familiares, a mulher solteira, sem filhos, "pura carreirista", tem ainda menos direito de falhar. Se não escolheu o matrimônio ou a maternidade, precisa ter uma vida social nos níveis de Sex & the City, estar disponível 24x7 para todos e compensar o seu "dever com a sociedade", por exemplo, com trabalho humanitário/social para não parecer egoísta.
[...]
Disponível em https://epocanegocios.globo.com/colunas/malabarista/coluna/2023/09/a-falacia-da-supermulher.ghtml
Leia o texto para responder as questões.
A falácia da "Supermulher"
Por Tijana Jankovic
Você já acordou no meio da noite e não conseguiu mais dormir, pensando em todas as tarefas importantes do dia seguinte (que não cabem nas horas úteis)? Já entrou na primeira reunião, às 9h, atrasada, um pouco descabelada, maquiada pela metade e com a sensação de que um caminhão passou por cima de você? Já tentou várias metodologias, tipo "O Clube das 5 da manhã", "7 hábitos de pessoas eficientes", convencida a encontrar um jeito de dar conta de tudo? Vive diariamente uma relação de amor e ódio com a babá dos seus filhos, porque não consegue imaginar a sua vida sem ela, mas detesta os momentos que ela passa com eles, pois deveriam ser seus?
Se você respondeu sim para uma ou mais situações descritas acima - Atenção! Você pode estar sofrendo da síndrome de "Supermulher" - condição altamente contagiosa e de caráter crônico. Diferentes tratamentos estão em fase de testes, porém nada muito resolutivo.
Enquanto celebramos as conquistas de liberdade intelectual, sexual e financeira feminina, pela qual duramente anos lutamos - e reconhecemos quanto chão ainda tem por andar - é importante refletir também sobre a mecânica de como chegamos lá. No fim das contas, a "matemática" é muito mais sobre adição de responsabilidades, do que substituição. Na prática, não deixamos de ser cobradas para sermos mães presentes, boas esposas e por cuidar do lar, como as "CEOs do lar". Agora, além de tudo, precisamos ser excelentes profissionais, musas fitness, fazer cursos e pós-graduações, estar a par de novas tendências. Também não temos o direito de ser "básicas": é necessário sempre surpreender, praticar pelo menos um hobby, o que vai nos tornar mais interessantes.
E, a partir disso, não sei o que me traz mais pavor: a caixa de e-mails com 3 dígitos de e-mails não lidos, o grupo do WhatsApp das mães da escola, que estão mais engajadas do que consigo ser, ou o bom e velho FOMO ("fear of missing out" - medo de estar perdendo algo) do Instagram, mostrando amigos espalhados pelo mundo vivendo aventuras incríveis. E não falo unicamente do velho problema de conciliação entre maternidade e carreira executiva ou empreendedorismo. Vejo amigas e colegas solteiras sofrendo a mesma pressão - às vezes, até pior - porque, enquanto mulheres que ocupam a função de mães estão parcialmente perdoadas por perderem eventos sociais do trabalho ou atrasos devido a emergências familiares, a mulher solteira, sem filhos, "pura carreirista", tem ainda menos direito de falhar. Se não escolheu o matrimônio ou a maternidade, precisa ter uma vida social nos níveis de Sex & the City, estar disponível 24x7 para todos e compensar o seu "dever com a sociedade", por exemplo, com trabalho humanitário/social para não parecer egoísta.
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Leia o texto para responder as questões.
Fazendas de MG, PR e SP são eleitas as mais sustentáveis do Brasil
Conheça as propriedades que ficaram nas três melhores colocações no Prêmio Fazenda Sustentável entre grandes, médias e pequenas
Propriedades rurais do Paraná, Minas Gerais e São Paulo foram eleitas nesta terça-feira (17/9) as mais sustentáveis do Brasil. O trabalho desses produtores foi reconhecido na oitava edição do Prêmio Fazenda Sustentável, em São Paulo. As fazendas foram premiadas em três categorias. Entre as grandes, o primeiro lugar ficou com a Jaracatiá, de Querência do Norte (PR), com 1,013 mil hectares de área produtiva e 314 preservados. O local produz plantas aromáticas e medicinais, além de óleos essenciais. E tem a pecuária como complementar. Em matéria de produção sustentável, a Jaracatiá destacou-se pela preservação de mata nativa por meio de uma Reserva Particular de Patrimônio Natural (RPPN). Também implantou energia solar fotovoltaica, gestão de irrigação e aproveita totalmente a produção vegetal. A propriedade tem ainda um sistema de destinação correta de resíduos. Na parte econômica e social, pesaram a favor na classificação a presença de conexão de internet nas casas de todos os funcionários, geração de empregos com processos industriais e desenvolvimento de maquinário. “Só de estar no meio de vocês, já é uma vitória”, disse Maurício Garcia, proprietário da fazenda, dirigindo-se aos demais homenageados no evento. "Agracedemos à revista Globo Rural e seus apoiadores. Agradecemos também os nossos funcionários, nosso clientes, fornecedores e todos em nosso entorno", acrescentou.
O segundo lugar entre as grandes propriedades ficou com a fazenda São Manoel, localizada no município de mesmo nome, no interior de São Paulo. São 1.293,7 hectares de área produtiva de cana-de-açúcar e fruticultura, como atividade complementar. A parte reservada soma 262,1 hectares. A fazenda possui certificações Bonsucro, RenovaBio e Etanol Mais Verde. Destacou-se da realização de controle biológico de pragas, uso de insumos naturais para adubação, como torta de filtro e vinhaça, além da criação de um corredor ecológico, monitoramento da fauna da região e área de soltura de animais resgatados. “Quero agradecer a todos os colaboradores. Sem o empenho deles, não conseguimos alcançar os nossos objetivos. A gente consegue sim fazer o econômico junto com o ambiental e o social. É possível sim colocar os três pilares em pé", disse Silvio Nicoletti, proprietário da fazenda.
Em terceiro lugar na categoria grandes propriedades, ficou a Fazenda Curucaca, localizada no distrito de Entre Rios, em Guarapuava (PR). A área produtiva soma 1.265 hectares dedicados ao plantio de grãos. As áreas preservadas somam 224,2 hectares de Área de Preservação Permanente (APP) e outros 133,6 de Reserva Legal (RL). A propriedade possui diversas certificações ligadas à sustentabilidade de sua produção, como a RTRS (Associação Internacional da Soja Responsável) e a do programa de gestão rural da Cooperativa Agrária. Na área social, destacou-se pela realização de pelo menos 13 iniciativas voltadas aos funcionários. Na área ambiental, além de um sistema produtivo baseado na técnica do plantio direto, a fazenda realiza controle de resíduos da lavagem de máquinas agrícolas, captação e reaproveitamento de área da chuva e utiliza energia solar. E na área econômica, adota sistemas de gestão. “O agronegócio brasileiro é o mais sustentável do mundo. De fato, que nós saibamos nos comunicar melhor. O agronegócio ainda é muito mal visto no meio urbano. Não é conhecido por todos os brasileiros, o que é lastimável, porque a gente faz um trabalho bonito, rico e sustentável", disse Tábata Stock, proprietária da fazenda.
[...]
Leia o texto para responder as questões.
Fazendas de MG, PR e SP são eleitas as mais sustentáveis do Brasil
Conheça as propriedades que ficaram nas três melhores colocações no Prêmio Fazenda Sustentável entre grandes, médias e pequenas
Propriedades rurais do Paraná, Minas Gerais e São Paulo foram eleitas nesta terça-feira (17/9) as mais sustentáveis do Brasil. O trabalho desses produtores foi reconhecido na oitava edição do Prêmio Fazenda Sustentável, em São Paulo. As fazendas foram premiadas em três categorias. Entre as grandes, o primeiro lugar ficou com a Jaracatiá, de Querência do Norte (PR), com 1,013 mil hectares de área produtiva e 314 preservados. O local produz plantas aromáticas e medicinais, além de óleos essenciais. E tem a pecuária como complementar. Em matéria de produção sustentável, a Jaracatiá destacou-se pela preservação de mata nativa por meio de uma Reserva Particular de Patrimônio Natural (RPPN). Também implantou energia solar fotovoltaica, gestão de irrigação e aproveita totalmente a produção vegetal. A propriedade tem ainda um sistema de destinação correta de resíduos. Na parte econômica e social, pesaram a favor na classificação a presença de conexão de internet nas casas de todos os funcionários, geração de empregos com processos industriais e desenvolvimento de maquinário. “Só de estar no meio de vocês, já é uma vitória”, disse Maurício Garcia, proprietário da fazenda, dirigindo-se aos demais homenageados no evento. "Agracedemos à revista Globo Rural e seus apoiadores. Agradecemos também os nossos funcionários, nosso clientes, fornecedores e todos em nosso entorno", acrescentou.
O segundo lugar entre as grandes propriedades ficou com a fazenda São Manoel, localizada no município de mesmo nome, no interior de São Paulo. São 1.293,7 hectares de área produtiva de cana-de-açúcar e fruticultura, como atividade complementar. A parte reservada soma 262,1 hectares. A fazenda possui certificações Bonsucro, RenovaBio e Etanol Mais Verde. Destacou-se da realização de controle biológico de pragas, uso de insumos naturais para adubação, como torta de filtro e vinhaça, além da criação de um corredor ecológico, monitoramento da fauna da região e área de soltura de animais resgatados. “Quero agradecer a todos os colaboradores. Sem o empenho deles, não conseguimos alcançar os nossos objetivos. A gente consegue sim fazer o econômico junto com o ambiental e o social. É possível sim colocar os três pilares em pé", disse Silvio Nicoletti, proprietário da fazenda.
Em terceiro lugar na categoria grandes propriedades, ficou a Fazenda Curucaca, localizada no distrito de Entre Rios, em Guarapuava (PR). A área produtiva soma 1.265 hectares dedicados ao plantio de grãos. As áreas preservadas somam 224,2 hectares de Área de Preservação Permanente (APP) e outros 133,6 de Reserva Legal (RL). A propriedade possui diversas certificações ligadas à sustentabilidade de sua produção, como a RTRS (Associação Internacional da Soja Responsável) e a do programa de gestão rural da Cooperativa Agrária. Na área social, destacou-se pela realização de pelo menos 13 iniciativas voltadas aos funcionários. Na área ambiental, além de um sistema produtivo baseado na técnica do plantio direto, a fazenda realiza controle de resíduos da lavagem de máquinas agrícolas, captação e reaproveitamento de área da chuva e utiliza energia solar. E na área econômica, adota sistemas de gestão. “O agronegócio brasileiro é o mais sustentável do mundo. De fato, que nós saibamos nos comunicar melhor. O agronegócio ainda é muito mal visto no meio urbano. Não é conhecido por todos os brasileiros, o que é lastimável, porque a gente faz um trabalho bonito, rico e sustentável", disse Tábata Stock, proprietária da fazenda.
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Fazendas de MG, PR e SP são eleitas as mais sustentáveis do Brasil
Conheça as propriedades que ficaram nas três melhores colocações no Prêmio Fazenda Sustentável entre grandes, médias e pequenas
Propriedades rurais do Paraná, Minas Gerais e São Paulo foram eleitas nesta terça-feira (17/9) as mais sustentáveis do Brasil. O trabalho desses produtores foi reconhecido na oitava edição do Prêmio Fazenda Sustentável, em São Paulo. As fazendas foram premiadas em três categorias. Entre as grandes, o primeiro lugar ficou com a Jaracatiá, de Querência do Norte (PR), com 1,013 mil hectares de área produtiva e 314 preservados. O local produz plantas aromáticas e medicinais, além de óleos essenciais. E tem a pecuária como complementar. Em matéria de produção sustentável, a Jaracatiá destacou-se pela preservação de mata nativa por meio de uma Reserva Particular de Patrimônio Natural (RPPN). Também implantou energia solar fotovoltaica, gestão de irrigação e aproveita totalmente a produção vegetal. A propriedade tem ainda um sistema de destinação correta de resíduos. Na parte econômica e social, pesaram a favor na classificação a presença de conexão de internet nas casas de todos os funcionários, geração de empregos com processos industriais e desenvolvimento de maquinário. “Só de estar no meio de vocês, já é uma vitória”, disse Maurício Garcia, proprietário da fazenda, dirigindo-se aos demais homenageados no evento. "Agracedemos à revista Globo Rural e seus apoiadores. Agradecemos também os nossos funcionários, nosso clientes, fornecedores e todos em nosso entorno", acrescentou.
O segundo lugar entre as grandes propriedades ficou com a fazenda São Manoel, localizada no município de mesmo nome, no interior de São Paulo. São 1.293,7 hectares de área produtiva de cana-de-açúcar e fruticultura, como atividade complementar. A parte reservada soma 262,1 hectares. A fazenda possui certificações Bonsucro, RenovaBio e Etanol Mais Verde. Destacou-se da realização de controle biológico de pragas, uso de insumos naturais para adubação, como torta de filtro e vinhaça, além da criação de um corredor ecológico, monitoramento da fauna da região e área de soltura de animais resgatados. “Quero agradecer a todos os colaboradores. Sem o empenho deles, não conseguimos alcançar os nossos objetivos. A gente consegue sim fazer o econômico junto com o ambiental e o social. É possível sim colocar os três pilares em pé", disse Silvio Nicoletti, proprietário da fazenda.
Em terceiro lugar na categoria grandes propriedades, ficou a Fazenda Curucaca, localizada no distrito de Entre Rios, em Guarapuava (PR). A área produtiva soma 1.265 hectares dedicados ao plantio de grãos. As áreas preservadas somam 224,2 hectares de Área de Preservação Permanente (APP) e outros 133,6 de Reserva Legal (RL). A propriedade possui diversas certificações ligadas à sustentabilidade de sua produção, como a RTRS (Associação Internacional da Soja Responsável) e a do programa de gestão rural da Cooperativa Agrária. Na área social, destacou-se pela realização de pelo menos 13 iniciativas voltadas aos funcionários. Na área ambiental, além de um sistema produtivo baseado na técnica do plantio direto, a fazenda realiza controle de resíduos da lavagem de máquinas agrícolas, captação e reaproveitamento de área da chuva e utiliza energia solar. E na área econômica, adota sistemas de gestão. “O agronegócio brasileiro é o mais sustentável do mundo. De fato, que nós saibamos nos comunicar melhor. O agronegócio ainda é muito mal visto no meio urbano. Não é conhecido por todos os brasileiros, o que é lastimável, porque a gente faz um trabalho bonito, rico e sustentável", disse Tábata Stock, proprietária da fazenda.
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