Questões de Concurso Sobre português

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Q3162013 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Boa noite de sono pode evitar memórias indesejadas e intrusivas, diz estudo

    Manter uma boa noite de sono é importante para a saúde física e mental, já que fortalece o sistema imunológico e ajuda a reduzir o estresse, entre outros benefícios. Porém, um novo estudo mostrou que a qualidade do sono pode ajudar, também, a evitar pensamentos ruins e memórias indesejadas ao longo do dia.
    O trabalho, publicado no Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS) no dia 31 de dezembro, oferece uma nova visão sobre os mecanismos cognitivos e neurais subjacentes à conexão entre sono e saúde mental. Além disso, as descobertas podem dar suporte ao desenvolvimento de novos tratamentos e estratégias de prevenção de doenças como depressão e ansiedade.
    Pesquisadores das Universidades de York, Cambridge e Sussex, no Reino Unido, e da Queen’s University, no Canadá, utilizaram neuroimagem funcional para o trabalho e descobriram que a privação de sono pode levar a déficits no controle da memória.
    Isso está relacionado à dificuldade em envolver regiões cerebrais que dão suporte à inibição da recuperação da memória, o que facilita que lembranças indesejadas voltem para o consciente repentinamente. Os pesquisadores também apontam que o rejuvenescimento dessas regiões cerebrais está associado ao sono REM (movimento rápido dos olhos).
    “Memórias de experiências desagradáveis podem invadir a consciência, geralmente em resposta a lembretes”, explica Marcus Harrington, autor principal do estudo, em comunicado. “Embora essas memórias intrusivas sejam uma perturbação ocasional e momentânea para a maioria das pessoas, elas podem ser recorrentes, vívidas e perturbadoras para indivíduos que sofrem de transtornos de saúde mental, como depressão, ansiedade e transtorno de estresse pós-traumático”, esclarece.
    Para o estudo, 85 adultos saudáveis tentaram suprimir memórias indesejadas enquanto os pesquisadores analisavam imagens de seus cérebros por meio de ressonância magnética funcional. Metade dos participantes teve uma noite de sono tranquila no laboratório de sono antes da tarefa, enquanto a outra metade permaneceu acordada.
    Durante a supressão de memória, os participantes bem descansados mostraram mais ativação no córtex pré-frontal dorsolateral direito — uma região do cérebro que controla pensamentos, ações e emoções — em comparação com aqueles que ficaram acordados a noite toda.
    Os participantes descansados também apresentaram uma atividade reduzida no hipocampo — região do cérebro envolvida na recuperação da memória — durante tentativas de suprimir memórias indesejadas.
    Além disso, entre os participantes que dormiram no laboratório, aqueles que tiveram maior tempo de sono REM foram mais capazes de envolver o córtex pré-frontal dorsolateral direito durante a supressão de memória. Isso aponta para o papel do sono REM na restauração dos mecanismos de controle pré-frontal que sustentam a capacidade de impedir que memórias indesejadas sejam intrusivas. 

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/boa-noite-de-sono-podeevitar-memorias-indesejadas-e-intrusivas-diz-estudo/ (adaptado). 
O texto aborda uma descoberta científica relacionada ao sono e à saúde mental. Qual das alternativas apresenta a ideia principal do texto?
Alternativas
Q3161949 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.


Exercício regular pode reduzir evolução do câncer e risco de morte, diz estudo

        Manter uma rotina de atividade física é importante para diferentes aspectos da saúde, como manutenção do peso, redução dos riscos de doenças cardiovasculares e melhora do bem-estar mental. Agora, um novo estudo mostrou que fazer exercícios regularmente pode reduzir a progressão de câncer e o risco de morte.
        O trabalho, realizado por pesquisadores da Universidade de Witwatersrand, em Johannesburg, na África do Sul, foi publicado no último dia 8 no British Journal of Sports Medicine. Nele, os cientistas buscaram explorar com maior profundidade o papel da atividade física no tratamento do câncer.
        Para isso, a equipe analisou dados anônimos do Discovery Health Medical Scheme (DHMS), vinculado ao programa de promoção de saúde Vitality. Esse é o maior plano médico aberto da África do Sul, cobrindo, aproximadamente, 2,8 milhões de beneficiários.
        No total, 28.248 membros do programa Vitality com câncer em estágio 1 e dados abrangentes de atividade física do ano anterior ao diagnóstico foram incluídos no estudo, que abrangeu o período de 2007 a 2022. O câncer de mama e o de próstata foram os tumores mais comuns, representando 44% do total do estudo.
        Nesses participantes, o câncer não progrediu em quase dois terços da amostra total (65,5%), mas em pouco mais de um terço (34,5%) progrediu. E enquanto 81% sobreviveram, 19% morreram antes do fim do estudo.
        De acordo com o estudo, as taxas de progressão do câncer e de morte por qualquer causa foram menores entre aqueles que eram fisicamente ativos no ano anterior ao diagnóstico. As descobertas foram feitas após levar em conta fatores que poderiam influenciar nos resultados, como idade no diagnóstico, sexo, posição econômica e social e condições coexistentes.
        O trabalho mostrou que as chances de progressão do câncer foram 16% menores para aqueles que praticaram atividade física de intensidade baixa no ano anterior ao diagnóstico da doença, em comparação com quem não praticou nenhum exercício. Já para aqueles que fizeram níveis moderados a altos de atividade física, as chances foram 27% menores.
        Da mesma forma, as chances de morte por qualquer causa foram 33% menores entre aqueles que praticaram níveis baixos de atividade física, em comparação com aqueles que não praticaram nenhuma. Já entre aqueles que realizaram exercícios moderados a intensos, os riscos foram 47% menores.
        Dois anos após o diagnóstico, a probabilidade de não haver progressão da doença entre aqueles sem atividade física registrada no ano anterior ao diagnóstico foi de 74%, em comparação com 78% e 80%, respectivamente, para aqueles que atingiram níveis baixos e moderados a altos de atividade física.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/exercicio-regular-pode-reduzir-evolucao-do-cancer-e-risco-de-morte-diz-estudo/ (adaptado). 

A palavra "descobertas", em relação à grafia e à análise linguística: 

Alternativas
Q3161948 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.


Exercício regular pode reduzir evolução do câncer e risco de morte, diz estudo

        Manter uma rotina de atividade física é importante para diferentes aspectos da saúde, como manutenção do peso, redução dos riscos de doenças cardiovasculares e melhora do bem-estar mental. Agora, um novo estudo mostrou que fazer exercícios regularmente pode reduzir a progressão de câncer e o risco de morte.
        O trabalho, realizado por pesquisadores da Universidade de Witwatersrand, em Johannesburg, na África do Sul, foi publicado no último dia 8 no British Journal of Sports Medicine. Nele, os cientistas buscaram explorar com maior profundidade o papel da atividade física no tratamento do câncer.
        Para isso, a equipe analisou dados anônimos do Discovery Health Medical Scheme (DHMS), vinculado ao programa de promoção de saúde Vitality. Esse é o maior plano médico aberto da África do Sul, cobrindo, aproximadamente, 2,8 milhões de beneficiários.
        No total, 28.248 membros do programa Vitality com câncer em estágio 1 e dados abrangentes de atividade física do ano anterior ao diagnóstico foram incluídos no estudo, que abrangeu o período de 2007 a 2022. O câncer de mama e o de próstata foram os tumores mais comuns, representando 44% do total do estudo.
        Nesses participantes, o câncer não progrediu em quase dois terços da amostra total (65,5%), mas em pouco mais de um terço (34,5%) progrediu. E enquanto 81% sobreviveram, 19% morreram antes do fim do estudo.
        De acordo com o estudo, as taxas de progressão do câncer e de morte por qualquer causa foram menores entre aqueles que eram fisicamente ativos no ano anterior ao diagnóstico. As descobertas foram feitas após levar em conta fatores que poderiam influenciar nos resultados, como idade no diagnóstico, sexo, posição econômica e social e condições coexistentes.
        O trabalho mostrou que as chances de progressão do câncer foram 16% menores para aqueles que praticaram atividade física de intensidade baixa no ano anterior ao diagnóstico da doença, em comparação com quem não praticou nenhum exercício. Já para aqueles que fizeram níveis moderados a altos de atividade física, as chances foram 27% menores.
        Da mesma forma, as chances de morte por qualquer causa foram 33% menores entre aqueles que praticaram níveis baixos de atividade física, em comparação com aqueles que não praticaram nenhuma. Já entre aqueles que realizaram exercícios moderados a intensos, os riscos foram 47% menores.
        Dois anos após o diagnóstico, a probabilidade de não haver progressão da doença entre aqueles sem atividade física registrada no ano anterior ao diagnóstico foi de 74%, em comparação com 78% e 80%, respectivamente, para aqueles que atingiram níveis baixos e moderados a altos de atividade física.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/exercicio-regular-pode-reduzir-evolucao-do-cancer-e-risco-de-morte-diz-estudo/ (adaptado). 

Sobre a grafia da palavra "probabilidade", é correto afirmar: 

Alternativas
Q3161947 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.


Exercício regular pode reduzir evolução do câncer e risco de morte, diz estudo

        Manter uma rotina de atividade física é importante para diferentes aspectos da saúde, como manutenção do peso, redução dos riscos de doenças cardiovasculares e melhora do bem-estar mental. Agora, um novo estudo mostrou que fazer exercícios regularmente pode reduzir a progressão de câncer e o risco de morte.
        O trabalho, realizado por pesquisadores da Universidade de Witwatersrand, em Johannesburg, na África do Sul, foi publicado no último dia 8 no British Journal of Sports Medicine. Nele, os cientistas buscaram explorar com maior profundidade o papel da atividade física no tratamento do câncer.
        Para isso, a equipe analisou dados anônimos do Discovery Health Medical Scheme (DHMS), vinculado ao programa de promoção de saúde Vitality. Esse é o maior plano médico aberto da África do Sul, cobrindo, aproximadamente, 2,8 milhões de beneficiários.
        No total, 28.248 membros do programa Vitality com câncer em estágio 1 e dados abrangentes de atividade física do ano anterior ao diagnóstico foram incluídos no estudo, que abrangeu o período de 2007 a 2022. O câncer de mama e o de próstata foram os tumores mais comuns, representando 44% do total do estudo.
        Nesses participantes, o câncer não progrediu em quase dois terços da amostra total (65,5%), mas em pouco mais de um terço (34,5%) progrediu. E enquanto 81% sobreviveram, 19% morreram antes do fim do estudo.
        De acordo com o estudo, as taxas de progressão do câncer e de morte por qualquer causa foram menores entre aqueles que eram fisicamente ativos no ano anterior ao diagnóstico. As descobertas foram feitas após levar em conta fatores que poderiam influenciar nos resultados, como idade no diagnóstico, sexo, posição econômica e social e condições coexistentes.
        O trabalho mostrou que as chances de progressão do câncer foram 16% menores para aqueles que praticaram atividade física de intensidade baixa no ano anterior ao diagnóstico da doença, em comparação com quem não praticou nenhum exercício. Já para aqueles que fizeram níveis moderados a altos de atividade física, as chances foram 27% menores.
        Da mesma forma, as chances de morte por qualquer causa foram 33% menores entre aqueles que praticaram níveis baixos de atividade física, em comparação com aqueles que não praticaram nenhuma. Já entre aqueles que realizaram exercícios moderados a intensos, os riscos foram 47% menores.
        Dois anos após o diagnóstico, a probabilidade de não haver progressão da doença entre aqueles sem atividade física registrada no ano anterior ao diagnóstico foi de 74%, em comparação com 78% e 80%, respectivamente, para aqueles que atingiram níveis baixos e moderados a altos de atividade física.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/exercicio-regular-pode-reduzir-evolucao-do-cancer-e-risco-de-morte-diz-estudo/ (adaptado). 

No contexto do texto, a expressão "riscos foram 47% menores" indica: 

Alternativas
Q3161946 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.


Exercício regular pode reduzir evolução do câncer e risco de morte, diz estudo

        Manter uma rotina de atividade física é importante para diferentes aspectos da saúde, como manutenção do peso, redução dos riscos de doenças cardiovasculares e melhora do bem-estar mental. Agora, um novo estudo mostrou que fazer exercícios regularmente pode reduzir a progressão de câncer e o risco de morte.
        O trabalho, realizado por pesquisadores da Universidade de Witwatersrand, em Johannesburg, na África do Sul, foi publicado no último dia 8 no British Journal of Sports Medicine. Nele, os cientistas buscaram explorar com maior profundidade o papel da atividade física no tratamento do câncer.
        Para isso, a equipe analisou dados anônimos do Discovery Health Medical Scheme (DHMS), vinculado ao programa de promoção de saúde Vitality. Esse é o maior plano médico aberto da África do Sul, cobrindo, aproximadamente, 2,8 milhões de beneficiários.
        No total, 28.248 membros do programa Vitality com câncer em estágio 1 e dados abrangentes de atividade física do ano anterior ao diagnóstico foram incluídos no estudo, que abrangeu o período de 2007 a 2022. O câncer de mama e o de próstata foram os tumores mais comuns, representando 44% do total do estudo.
        Nesses participantes, o câncer não progrediu em quase dois terços da amostra total (65,5%), mas em pouco mais de um terço (34,5%) progrediu. E enquanto 81% sobreviveram, 19% morreram antes do fim do estudo.
        De acordo com o estudo, as taxas de progressão do câncer e de morte por qualquer causa foram menores entre aqueles que eram fisicamente ativos no ano anterior ao diagnóstico. As descobertas foram feitas após levar em conta fatores que poderiam influenciar nos resultados, como idade no diagnóstico, sexo, posição econômica e social e condições coexistentes.
        O trabalho mostrou que as chances de progressão do câncer foram 16% menores para aqueles que praticaram atividade física de intensidade baixa no ano anterior ao diagnóstico da doença, em comparação com quem não praticou nenhum exercício. Já para aqueles que fizeram níveis moderados a altos de atividade física, as chances foram 27% menores.
        Da mesma forma, as chances de morte por qualquer causa foram 33% menores entre aqueles que praticaram níveis baixos de atividade física, em comparação com aqueles que não praticaram nenhuma. Já entre aqueles que realizaram exercícios moderados a intensos, os riscos foram 47% menores.
        Dois anos após o diagnóstico, a probabilidade de não haver progressão da doença entre aqueles sem atividade física registrada no ano anterior ao diagnóstico foi de 74%, em comparação com 78% e 80%, respectivamente, para aqueles que atingiram níveis baixos e moderados a altos de atividade física.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/exercicio-regular-pode-reduzir-evolucao-do-cancer-e-risco-de-morte-diz-estudo/ (adaptado). 

No trecho “... a equipe analisou dados anônimos do Discovery Health Medical Scheme (DHMS)...”, o termo “anônimos” pode ser substituído, sem alteração de sentido, por: 

Alternativas
Q3161945 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.


Exercício regular pode reduzir evolução do câncer e risco de morte, diz estudo

        Manter uma rotina de atividade física é importante para diferentes aspectos da saúde, como manutenção do peso, redução dos riscos de doenças cardiovasculares e melhora do bem-estar mental. Agora, um novo estudo mostrou que fazer exercícios regularmente pode reduzir a progressão de câncer e o risco de morte.
        O trabalho, realizado por pesquisadores da Universidade de Witwatersrand, em Johannesburg, na África do Sul, foi publicado no último dia 8 no British Journal of Sports Medicine. Nele, os cientistas buscaram explorar com maior profundidade o papel da atividade física no tratamento do câncer.
        Para isso, a equipe analisou dados anônimos do Discovery Health Medical Scheme (DHMS), vinculado ao programa de promoção de saúde Vitality. Esse é o maior plano médico aberto da África do Sul, cobrindo, aproximadamente, 2,8 milhões de beneficiários.
        No total, 28.248 membros do programa Vitality com câncer em estágio 1 e dados abrangentes de atividade física do ano anterior ao diagnóstico foram incluídos no estudo, que abrangeu o período de 2007 a 2022. O câncer de mama e o de próstata foram os tumores mais comuns, representando 44% do total do estudo.
        Nesses participantes, o câncer não progrediu em quase dois terços da amostra total (65,5%), mas em pouco mais de um terço (34,5%) progrediu. E enquanto 81% sobreviveram, 19% morreram antes do fim do estudo.
        De acordo com o estudo, as taxas de progressão do câncer e de morte por qualquer causa foram menores entre aqueles que eram fisicamente ativos no ano anterior ao diagnóstico. As descobertas foram feitas após levar em conta fatores que poderiam influenciar nos resultados, como idade no diagnóstico, sexo, posição econômica e social e condições coexistentes.
        O trabalho mostrou que as chances de progressão do câncer foram 16% menores para aqueles que praticaram atividade física de intensidade baixa no ano anterior ao diagnóstico da doença, em comparação com quem não praticou nenhum exercício. Já para aqueles que fizeram níveis moderados a altos de atividade física, as chances foram 27% menores.
        Da mesma forma, as chances de morte por qualquer causa foram 33% menores entre aqueles que praticaram níveis baixos de atividade física, em comparação com aqueles que não praticaram nenhuma. Já entre aqueles que realizaram exercícios moderados a intensos, os riscos foram 47% menores.
        Dois anos após o diagnóstico, a probabilidade de não haver progressão da doença entre aqueles sem atividade física registrada no ano anterior ao diagnóstico foi de 74%, em comparação com 78% e 80%, respectivamente, para aqueles que atingiram níveis baixos e moderados a altos de atividade física.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/exercicio-regular-pode-reduzir-evolucao-do-cancer-e-risco-de-morte-diz-estudo/ (adaptado). 

Sobre os principais tipos de câncer avaliados no estudo, é correto afirmar que: 

Alternativas
Q3161944 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.


Exercício regular pode reduzir evolução do câncer e risco de morte, diz estudo

        Manter uma rotina de atividade física é importante para diferentes aspectos da saúde, como manutenção do peso, redução dos riscos de doenças cardiovasculares e melhora do bem-estar mental. Agora, um novo estudo mostrou que fazer exercícios regularmente pode reduzir a progressão de câncer e o risco de morte.
        O trabalho, realizado por pesquisadores da Universidade de Witwatersrand, em Johannesburg, na África do Sul, foi publicado no último dia 8 no British Journal of Sports Medicine. Nele, os cientistas buscaram explorar com maior profundidade o papel da atividade física no tratamento do câncer.
        Para isso, a equipe analisou dados anônimos do Discovery Health Medical Scheme (DHMS), vinculado ao programa de promoção de saúde Vitality. Esse é o maior plano médico aberto da África do Sul, cobrindo, aproximadamente, 2,8 milhões de beneficiários.
        No total, 28.248 membros do programa Vitality com câncer em estágio 1 e dados abrangentes de atividade física do ano anterior ao diagnóstico foram incluídos no estudo, que abrangeu o período de 2007 a 2022. O câncer de mama e o de próstata foram os tumores mais comuns, representando 44% do total do estudo.
        Nesses participantes, o câncer não progrediu em quase dois terços da amostra total (65,5%), mas em pouco mais de um terço (34,5%) progrediu. E enquanto 81% sobreviveram, 19% morreram antes do fim do estudo.
        De acordo com o estudo, as taxas de progressão do câncer e de morte por qualquer causa foram menores entre aqueles que eram fisicamente ativos no ano anterior ao diagnóstico. As descobertas foram feitas após levar em conta fatores que poderiam influenciar nos resultados, como idade no diagnóstico, sexo, posição econômica e social e condições coexistentes.
        O trabalho mostrou que as chances de progressão do câncer foram 16% menores para aqueles que praticaram atividade física de intensidade baixa no ano anterior ao diagnóstico da doença, em comparação com quem não praticou nenhum exercício. Já para aqueles que fizeram níveis moderados a altos de atividade física, as chances foram 27% menores.
        Da mesma forma, as chances de morte por qualquer causa foram 33% menores entre aqueles que praticaram níveis baixos de atividade física, em comparação com aqueles que não praticaram nenhuma. Já entre aqueles que realizaram exercícios moderados a intensos, os riscos foram 47% menores.
        Dois anos após o diagnóstico, a probabilidade de não haver progressão da doença entre aqueles sem atividade física registrada no ano anterior ao diagnóstico foi de 74%, em comparação com 78% e 80%, respectivamente, para aqueles que atingiram níveis baixos e moderados a altos de atividade física.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/exercicio-regular-pode-reduzir-evolucao-do-cancer-e-risco-de-morte-diz-estudo/ (adaptado). 

Com base no texto, os dados utilizados no estudo foram extraídos: 

Alternativas
Q3161943 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.


Exercício regular pode reduzir evolução do câncer e risco de morte, diz estudo

        Manter uma rotina de atividade física é importante para diferentes aspectos da saúde, como manutenção do peso, redução dos riscos de doenças cardiovasculares e melhora do bem-estar mental. Agora, um novo estudo mostrou que fazer exercícios regularmente pode reduzir a progressão de câncer e o risco de morte.
        O trabalho, realizado por pesquisadores da Universidade de Witwatersrand, em Johannesburg, na África do Sul, foi publicado no último dia 8 no British Journal of Sports Medicine. Nele, os cientistas buscaram explorar com maior profundidade o papel da atividade física no tratamento do câncer.
        Para isso, a equipe analisou dados anônimos do Discovery Health Medical Scheme (DHMS), vinculado ao programa de promoção de saúde Vitality. Esse é o maior plano médico aberto da África do Sul, cobrindo, aproximadamente, 2,8 milhões de beneficiários.
        No total, 28.248 membros do programa Vitality com câncer em estágio 1 e dados abrangentes de atividade física do ano anterior ao diagnóstico foram incluídos no estudo, que abrangeu o período de 2007 a 2022. O câncer de mama e o de próstata foram os tumores mais comuns, representando 44% do total do estudo.
        Nesses participantes, o câncer não progrediu em quase dois terços da amostra total (65,5%), mas em pouco mais de um terço (34,5%) progrediu. E enquanto 81% sobreviveram, 19% morreram antes do fim do estudo.
        De acordo com o estudo, as taxas de progressão do câncer e de morte por qualquer causa foram menores entre aqueles que eram fisicamente ativos no ano anterior ao diagnóstico. As descobertas foram feitas após levar em conta fatores que poderiam influenciar nos resultados, como idade no diagnóstico, sexo, posição econômica e social e condições coexistentes.
        O trabalho mostrou que as chances de progressão do câncer foram 16% menores para aqueles que praticaram atividade física de intensidade baixa no ano anterior ao diagnóstico da doença, em comparação com quem não praticou nenhum exercício. Já para aqueles que fizeram níveis moderados a altos de atividade física, as chances foram 27% menores.
        Da mesma forma, as chances de morte por qualquer causa foram 33% menores entre aqueles que praticaram níveis baixos de atividade física, em comparação com aqueles que não praticaram nenhuma. Já entre aqueles que realizaram exercícios moderados a intensos, os riscos foram 47% menores.
        Dois anos após o diagnóstico, a probabilidade de não haver progressão da doença entre aqueles sem atividade física registrada no ano anterior ao diagnóstico foi de 74%, em comparação com 78% e 80%, respectivamente, para aqueles que atingiram níveis baixos e moderados a altos de atividade física.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/exercicio-regular-pode-reduzir-evolucao-do-cancer-e-risco-de-morte-diz-estudo/ (adaptado). 

O estudo apresentado no texto relaciona a prática de exercícios físicos ao tratamento do câncer. A respeito das descobertas do estudo, é correto afirmar que: 

Alternativas
Q3161514 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Agronegócio e Expectativa de Vida: A Revolução Silenciosa

Entenda como o agro tem contribuído para que possamos viver mais, mas é raramente reconhecido por isso 

O agro não promete vida eterna, mas tem um papel essencial para que possamos viver mais e com mais saúde. Afinal, o agro, tão presente no nosso dia a dia, raramente é reconhecido como protagonista no aumento da expectativa de vida. Contudo, ao observarmos os números e as transformações do último século no Brasil, uma verdade inspiradora se revela: a produção de alimentos é tão vital quanto qualquer avanço científico ou sanitário.

Vamos voltar no tempo. Imagine viver em um país onde chegar aos 40 anos já era quase um milagre. Essa era a realidade dos nossos avós e bisavós em 1920, quando a expectativa de vida do brasileiro era de apenas 35,2 anos. Isso mesmo, boa parte de nós já teria encerrado sua jornada. Mas algo mudou drasticamente. Hoje, vivemos, em média, 76,4 anos — mais do que o dobro, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)

É claro que houve avanços em saúde pública, saneamento e tecnologia, mas seria injusto ignorar o papel do agronegócio. A revolução silenciosa no campo brasileiro colocou alimentos mais nutritivos, acessíveis e variados no prato de milhões, transformando a realidade de uma nação que, um dia, dependia da importação para sobreviver.

A criação da EMBRAPA e os investimentos em pesquisa e tecnologia não só aumentaram a produtividade, mas também permitiram que regiões antes improdutivas florescessem. O resultado? Um salto monumental na produção de grãos: de 50 milhões de toneladas nos anos 1970 para mais de 300 milhões de toneladas em 2023.

Mas o impacto vai além dos números: alimentos mais acessíveis significam mesas mais fartas e saudáveis, algo essencial para a qualidade de vida. Por que isso é tão importante? Em 2050, segundo o IBGE, 29% da população brasileira será composta por idosos — 66 milhões de pessoas. E viver mais não basta; é preciso viver melhor.

Para isso, a nutrição é fundamental. Felizmente, o Brasil tem tudo para cumprir essa missão, com uma agricultura diversificada e sustentável que, mais do que quantidade, foca na qualidade. A diversidade de culturas permitem uma alimentação balanceada, essencial para todas as idades, especialmente para os idosos, em quem deficiências nutricionais são comuns.

Quer um exemplo de impacto direto? O agrião, um humilde vegetal, foi coroado pelo Centers for Disease Control and Prevention (CDC), uma agência do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos, como o alimento mais nutritivo do planeta. Rico em vitaminas e minerais, ele simboliza a potência de uma agricultura focada não apenas em alimentar, mas em nutrir.

No entanto, celebrar o agro brasileiro não se resume a destacar suas conquistas; é também reconhecer os desafios que ainda enfrentamos — e lembrar que não podemos baixar a guarda. Mudanças climáticas, desmatamento ilegal, desperdício de alimentos, insegurança jurídica e barreiras logísticas são algumas das pedras no caminho.

Apesar disso, o setor continua inovando e se adaptando, guiado por um propósito maior: garantir que o Brasil permaneça não só um celeiro de alimentos, mas também uma fonte de saúde e longevidade para todos. E você, já parou para pensar? A cada refeição, a cada prato colorido que você saboreia, há uma imensa cadeia de trabalho e dedicação silenciosa por trás.

O agro não promete vida eterna, mas, sem dúvida, tem contribuído para que possamos viver mais e melhor. Por isso, saúde e vida longa — a você, ao agro e ao futuro que estamos semeando juntos.

(https://forbes.com.br/colunas/2024/12/forbesmulher-agro-agronegocio)
"A criação da EMBRAPA e os investimentos em pesquisa e tecnologia não só aumentaram a produtividade, mas também permitiram que regiões antes improdutivas florescessem."
O vocábulo 'floresceram' pode ser substituído sem alterar o sentido pelo identificado na alternativa:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: Unesc Órgão: FESPORTE Prova: Unesc - 2025 - FESPORTE - Analista de Esporte |
Q3161469 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Por que o mar é salgado se é alimentado principalmente por rios de água doce?

Por que o mar é salgado?


À primeira vista pode parecer estranho, principalmente quando consideramos que a água que chega ao oceano vem de rios e córregos, que são de água doce. A resposta a esta pergunta nos leva a estudar complexos processos naturais que moldaram o nosso planeta durante milhões de anos.

A água doce que chega ao oceano não é totalmente livre de sais e minerais. Estes se dissolvem nas rochas terrestres, processo que começa com a chuva, que contém pequenas quantidades de dióxido de carbono do ar, gerando um ácido fraco.

Quando esta chuva cai sobre as rochas, o ácido dissolve pequenas partículas de minerais e sais, que são transportados por rios e riachos, levando-os finalmente ao oceano.

Porém, não notamos sabor salgado em rios, córregos e lagos. Isso ocorre porque a água doce, sendo constantemente renovada pela chuva, dilui as quantidades de sais dissolvidos. O volume de água doce é muito maior que o de minerais dissolvidos.

Quando a água doce dos rios flui para o oceano, ela carrega consigo esses minerais. Mas o oceano, ao contrário dos lagos e rios, é um sistema cumulativo.

O sal e os minerais não são facilmente removidos e se acumulam com o tempo. Além disso, existe outro processo fundamental que adiciona minerais ao oceano: as fontes hidrotermais no fundo do mar.

(https://www.bbc.com/portuguese/articles/c70889eyk4no)
"À primeira vista pode parecer estranho, principalmente quando consideramos que a água que chega ao oceano vem de rios e córregos, que são de água doce."
O verbo 'chegar', quando indica destino e direção, exige a regência da preposição 'a', como demonstrado no trecho acima. Identifique a alternativa que apresenta erro de regência em relação ao verbo 'chegar'.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: Unesc Órgão: FESPORTE Prova: Unesc - 2025 - FESPORTE - Analista de Esporte |
Q3161468 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Por que o mar é salgado se é alimentado principalmente por rios de água doce?

Por que o mar é salgado?


À primeira vista pode parecer estranho, principalmente quando consideramos que a água que chega ao oceano vem de rios e córregos, que são de água doce. A resposta a esta pergunta nos leva a estudar complexos processos naturais que moldaram o nosso planeta durante milhões de anos.

A água doce que chega ao oceano não é totalmente livre de sais e minerais. Estes se dissolvem nas rochas terrestres, processo que começa com a chuva, que contém pequenas quantidades de dióxido de carbono do ar, gerando um ácido fraco.

Quando esta chuva cai sobre as rochas, o ácido dissolve pequenas partículas de minerais e sais, que são transportados por rios e riachos, levando-os finalmente ao oceano.

Porém, não notamos sabor salgado em rios, córregos e lagos. Isso ocorre porque a água doce, sendo constantemente renovada pela chuva, dilui as quantidades de sais dissolvidos. O volume de água doce é muito maior que o de minerais dissolvidos.

Quando a água doce dos rios flui para o oceano, ela carrega consigo esses minerais. Mas o oceano, ao contrário dos lagos e rios, é um sistema cumulativo.

O sal e os minerais não são facilmente removidos e se acumulam com o tempo. Além disso, existe outro processo fundamental que adiciona minerais ao oceano: as fontes hidrotermais no fundo do mar.

(https://www.bbc.com/portuguese/articles/c70889eyk4no)
Quanto à coerência e à coesão, releia o texto e analise as assertivas a seguir:

I."Estes se dissolvem nas rochas terrestres, processo que começa com a chuva, que contém pequenas quantidades de dióxido de carbono do ar, gerando um ácido fraco."
O pronome 'estes', na forma plural, é um recurso de referência que remete ao substantivo 'rochas terrestres', que também está flexionado no plural.
II."Quando esta chuva cai sobre as rochas, o ácido dissolve pequenas partículas de minerais e sais, que são transportados por rios e riachos, levando-os finalmente ao oceano."
Os vocábulos 'transportados' e 'os' podem ser substituídos por 'transportadas' e 'as', respectivamente, para estabelecer concordância com o termo 'partículas'.
III.Em 'Além disso, existe outro processo fundamental que adiciona minerais ao oceano: as fontes hidrotermais no fundo do mar." 
A expressão 'Além disso' é um recurso de coesão sequencial.

As assertivas que apresentam informações verdadeiras são:
Alternativas
Q3161321 Português

Q1_10.png (678×414)



RODRIGUES, Sérgio. A gente é a língua que a gente fala. Folha de São Paulo. 16/03/2022. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/sergio-rodrigues/2022/03/a-gente-e-a-lingua-que-a-gente-fala.shtml

Ao defender o uso de “a gente”, o autor utiliza recursos diversificados em sua argumentação. Assinale a alternativa que avalia corretamente os recursos persuasivos utilizados no texto.
Alternativas
Q3161318 Português

Q1_10.png (678×414)



RODRIGUES, Sérgio. A gente é a língua que a gente fala. Folha de São Paulo. 16/03/2022. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/sergio-rodrigues/2022/03/a-gente-e-a-lingua-que-a-gente-fala.shtml

No trecho "como se só coubesse nela o livresco" (linhas 20-21), o sufixo é utilizado em "livresco" para expressar o sentido de:
Alternativas
Q3161317 Português

Q1_10.png (678×414)



RODRIGUES, Sérgio. A gente é a língua que a gente fala. Folha de São Paulo. 16/03/2022. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/sergio-rodrigues/2022/03/a-gente-e-a-lingua-que-a-gente-fala.shtml

No trecho “A gente sabe que no fundo está errado, que isso de 'a gente' é um troço informal” (linhas 16- 17), o termo em destaque tem a função de:
Alternativas
Q3161316 Português

Q1_10.png (678×414)



RODRIGUES, Sérgio. A gente é a língua que a gente fala. Folha de São Paulo. 16/03/2022. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/sergio-rodrigues/2022/03/a-gente-e-a-lingua-que-a-gente-fala.shtml

Como o uso do "a gente", comentado no trecho: "Usar 'a gente' no lugar de 'nós' (...) é um dos sinais da suposta deterioração da língua..." (linhas 09-10), constitui também sinal da suposta deterioração da língua empregar: 
Alternativas
Q3161315 Português

Q1_10.png (678×414)



RODRIGUES, Sérgio. A gente é a língua que a gente fala. Folha de São Paulo. 16/03/2022. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/sergio-rodrigues/2022/03/a-gente-e-a-lingua-que-a-gente-fala.shtml

A partir da leitura do segundo parágrafo, podemos inferir que o autor:
Alternativas
Q3161312 Português

Q1_10.png (678×414)



RODRIGUES, Sérgio. A gente é a língua que a gente fala. Folha de São Paulo. 16/03/2022. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/sergio-rodrigues/2022/03/a-gente-e-a-lingua-que-a-gente-fala.shtml

No primeiro parágrafo do texto, o termo “versão bastarda” (linha 03) refere-se ao: 
Alternativas
Q3161251 Português
Analise as frases:

De sorvete, eu gosto.
A sobremesa, você trouxe?
Logo pela manhã, saímos para fazer uma caminhada próximo à lagoa.

A justificativa para o emprego da vírgula nos trechos acima é: 
Alternativas
Q3161160 Português

Q1_10.png (676×413)



RODRIGUES, Sérgio. A gente é a língua que a gente fala. Folha de São Paulo. 16/03/2022. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/sergio-rodrigues/2022/03/a-gente-e-a-lingua-que-a-gente-fala.shtml

Assinale a alternativa que reescreve corretamente, em registro formal escrito, o trecho do texto indicado.
Alternativas
Q3161159 Português

Q1_10.png (676×413)



RODRIGUES, Sérgio. A gente é a língua que a gente fala. Folha de São Paulo. 16/03/2022. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/sergio-rodrigues/2022/03/a-gente-e-a-lingua-que-a-gente-fala.shtml

Assinale a alternativa em que a função sintática do termo destacado está indicada corretamente.
Alternativas
Respostas
42221: C
42222: C
42223: C
42224: D
42225: A
42226: C
42227: A
42228: B
42229: A
42230: D
42231: D
42232: A
42233: B
42234: B
42235: A
42236: C
42237: C
42238: B
42239: D
42240: D