Questões de Concurso Sobre português

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Q4299892 Português
Analise as sentenças quanto à concordância nominal das palavras destacadas:

I.Concentrados , a filha e o amigo brincavam de criar histórias de aventura.
II.Chegaram correndo do terreiro. Estavam cobertos de lama: cobertos o cabelo, a roupa, o corpo.
III.Como se um grande redemoinho tivesse passado pelo quintal e derrubado as folhas, as flores e os galhos velhos . Eram crianças.
IV.Toda sua ânsia e desejos, todos seus sacrifícios e renúncias. Ela sabia aonde havia chegado.

É correta a concordância nominal em: 
Alternativas
Q4299891 Português
Analise as sentenças a seguir a respeito do emprego do acento grave (crase) e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__)Na frase "Estava tão cansada que a única coisa que queria era tomar um banho quente, tomar um chá e ler seu livro a meia luz", não há acento grave antes de "meia luz" porque não se emprega o sinal grave indicativo de crase nas expressões cristalizadas formadas pelo adjetivo "meia".
(__)Na frase "Ao ler o primeiro capítulo, custou a compreender o que aquelas palavras queriam dizer", a ausência de crase na preposição "a" dá-se porque ela está seguida de verbo no infinitivo, logo, não é possível o acento grave.
(__)Na frase "De capa à capa, fez inúmeras anotações. Era assim que lia", a crase está correta porque a expressão "capa à capa" é uma locução formada por palavras femininas repetidas. O mesmo acontece em "face à face", "cara à cara", "gota à gota".
(__)Na frase "À medida que lia, entranhava naquela biografia como se fosse a sua própria história escrita ali", a crase em "à medida que" está correta porque essa expressão é uma locução conjuntiva formada por palavras femininas e consagrada pelo uso com o acento indicativo de crase. O mesmo ocorre em "à proporção que". Já em expressões como "à prestação", "à frente" e "à vista", a crase também é empregada, por se tratarem de locuções formadas por termos femininos.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta: 
Alternativas
Q4299890 Português
Conhecer a escrita correta das palavras é fundamental para evitar confusão de entendimento daquilo que se lê. Analise as sentenças a seguir, considerando o contexto, e assinale a alternativa em que a palavra destacada está corretamente escrita:
Alternativas
Q4299889 Português
Leia o texto e complete as lacunas:

Conheça benefícios e saiba _________ a leitura é importante

A leitura é uma habilidade social, uma ponte de acesso ao mundo e às outras pessoas. Para a neurociência, é uma das habilidades mais incríveis que a humanidade já desenvolveu. Principalmente _________ a leitura é capaz de transformar nosso cérebro. [...] Afinal, precisamos ser apresentados a um conjunto de códigos para, finalmente, aprendermos essa habilidade. Assim, a leitura é importante __________?

Um importante __________ é o fato de a leitura promover novas descobertas, posicionamentos e discussões, possibilitando o desenvolvimento de empatia e sensibilidade sobre o outro. E também __________ a leitura possibilita ao estudante uma jornada de desenvolvimento mais autônoma em que poderá encontrar muito mais facilidade para falar, perguntar, opinar e formular perguntas, bem como encontrar caminhos para respondê-las.
(Disponível em: https://www.arvore.com.br/blog/por-que-leitura-e-importante. Acesso em: 01 ago. 2026. Adaptado.)

Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas no texto:
Alternativas
Q4299888 Português
Assinale a alternativa em que a colocação pronominal está corretamente feita: 
Alternativas
Q4299887 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


[...]

A invenção do que podemos chamar de presença-monstro (que é parte do negar dignidade humana a pessoas negras e indígenas, do afirmar que ela não é igual a uma pessoa branca, não tem a humanidade de uma pessoa branca), no Brasil, em perspectiva histórica, ganhará nova dimensão, nova sofisticação, após os adventos da Lei Áurea e da Proclamação da República — a partir da instituição da República, esse deslocamento ganha complexidade e amplitude maiores, mais evidentes, ciclos de novas violências que se oportunizam como verdadeiro processo de isolamento racial ao longo das décadas seguintes. São dois momentos que colocam a relação entre o Estado brasileiro e as pessoas não brancas em outro plano.

Veja-se o que observa Érico Andrade no seu livro Negritude sem identidade: Sobre as narrativas singulares das pessoas negras (n-1 edições, 2023): "[...] o Estado brasileiro se comprometerá, no pós-abolição, em segregar o corpo negro do espaço público na forma de uma espécie de violência preventiva em face da 'desordem'. Essa desordem acompanharia o corpo negro em suas mais diversas manifestações culturais. A violência preventiva designa a ação do Estado brasileiro para marginalizar o corpo negro. Nesse sentido o corpo negro se encontra emboscado".

Em algum momento do seu processo de dominação do território brasileiro, essa elite burguesa, pretendendo-se eterna Narciso-rei, e sempre ganhando com a desordem-ordem, percebe que o grau da estigmatização das pessoas indígenas e negras deve ser deslocado para outro patamar e proclama: não se dialoga com monstro — e pode ser sutil o passar da estigmatização subalternizadora (desrespeitosa) para a invenção do monstro, para a caçada e a condenação do monstro. Esta solução depende do sucesso daquela.

Assim, a elite burguesa e o Estado a seu serviço decidem por transformar o processo todo em uma perpétua temporada de caça, destinando aos subordinados movimentações institucionais muito sutis, movimentações institucionais nada sutis, que adesivem neles o rótulo de inimigo-monstro, presença-monstro, do projeto de construção de um Brasil ideal — o que justificará o colocar em movimento uma máquina mais agressiva e mais bem elaborada de oprimir, uma ideologia mais efetiva de desacreditar, de silenciar, de esmagar, de extinguir.

Para jovens negros da periferia, tudo isso que esboço aqui, reforço, tem a ver com a gravidade que se ampliará com a aprovação da redução da maioridade penal. E isso, admitido pelo direito posto, é trágico.

[...]


(Disponível em: https://revistacult.uol.com.br/home/mamae-o-monstro-vai-me-comer/. Acesso em: 01 ago. 2026. Adaptado.)
Após a leitura atenta do texto e mobilizando seus conhecimentos prévios, analise as sentenças e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__)De acordo com o texto, considerar as pessoas negras e indígenas como "monstros" é parte de um projeto de negar-lhes dignidade humana, de não reconhecê-las em igualdade com as pessoas brancas e de não conferir-lhes a mesma humanidade que se confere a uma pessoa branca.
(__)A segregação do corpo negro do espaço público deu-se como parte do processo pós-abolição. Naquele momento, segregar esse corpo era importante para prevenir violências diante do fim da escravização. Hoje, essa segregação não é mais uma realidade.
(__)Faz parte do projeto de construção de um Brasil ideal o rótulo de "monstro" às pessoas negras e indígenas, colocando-as como inimigas desse projeto. Para se alcançar esse Brasil ideal, aumenta-se a agressão e opressão, desacreditando, silenciando, esmagando e extinguindo esses corpos da sociedade.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q4299886 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


[...]

A invenção do que podemos chamar de presença-monstro (que é parte do negar dignidade humana a pessoas negras e indígenas, do afirmar que ela não é igual a uma pessoa branca, não tem a humanidade de uma pessoa branca), no Brasil, em perspectiva histórica, ganhará nova dimensão, nova sofisticação, após os adventos da Lei Áurea e da Proclamação da República — a partir da instituição da República, esse deslocamento ganha complexidade e amplitude maiores, mais evidentes, ciclos de novas violências que se oportunizam como verdadeiro processo de isolamento racial ao longo das décadas seguintes. São dois momentos que colocam a relação entre o Estado brasileiro e as pessoas não brancas em outro plano.

Veja-se o que observa Érico Andrade no seu livro Negritude sem identidade: Sobre as narrativas singulares das pessoas negras (n-1 edições, 2023): "[...] o Estado brasileiro se comprometerá, no pós-abolição, em segregar o corpo negro do espaço público na forma de uma espécie de violência preventiva em face da 'desordem'. Essa desordem acompanharia o corpo negro em suas mais diversas manifestações culturais. A violência preventiva designa a ação do Estado brasileiro para marginalizar o corpo negro. Nesse sentido o corpo negro se encontra emboscado".

Em algum momento do seu processo de dominação do território brasileiro, essa elite burguesa, pretendendo-se eterna Narciso-rei, e sempre ganhando com a desordem-ordem, percebe que o grau da estigmatização das pessoas indígenas e negras deve ser deslocado para outro patamar e proclama: não se dialoga com monstro — e pode ser sutil o passar da estigmatização subalternizadora (desrespeitosa) para a invenção do monstro, para a caçada e a condenação do monstro. Esta solução depende do sucesso daquela.

Assim, a elite burguesa e o Estado a seu serviço decidem por transformar o processo todo em uma perpétua temporada de caça, destinando aos subordinados movimentações institucionais muito sutis, movimentações institucionais nada sutis, que adesivem neles o rótulo de inimigo-monstro, presença-monstro, do projeto de construção de um Brasil ideal — o que justificará o colocar em movimento uma máquina mais agressiva e mais bem elaborada de oprimir, uma ideologia mais efetiva de desacreditar, de silenciar, de esmagar, de extinguir.

Para jovens negros da periferia, tudo isso que esboço aqui, reforço, tem a ver com a gravidade que se ampliará com a aprovação da redução da maioridade penal. E isso, admitido pelo direito posto, é trágico.

[...]


(Disponível em: https://revistacult.uol.com.br/home/mamae-o-monstro-vai-me-comer/. Acesso em: 01 ago. 2026. Adaptado.)
Analise as sentenças a seguir que tratam da pontuação. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__)O travessão tem três empregos básicos. Entre eles o de servir para delimitar um adendo, um comentário, uma ponderação que se intercala no discurso. É o que acontece nos parágrafos 1, 3 e 4.
(__)As aspas, especialmente as duplas, têm a função de delimitar palavras, expressões e trechos, de acordo com o que o autor deseja indicar. No caso do parágrafo 2, as aspas foram utilizadas para abrir e fechar uma citação. 
(__)O autor lançou mão dos parênteses em duas situações, nos parágrafos 1 e 3. Esse sinal de pontuação tem como função intercalar num texto qualquer indicação acessória. No caso do parágrafo 1, eles foram usados para inserir no texto um comentário, uma ressalva, uma ponderação, uma explicação. No parágrafo 3, os parênteses foram usados para esclarecer ou informar o sentido de uma palavra ou expressão.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q4299885 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


[...]

A invenção do que podemos chamar de presença-monstro (que é parte do negar dignidade humana a pessoas negras e indígenas, do afirmar que ela não é igual a uma pessoa branca, não tem a humanidade de uma pessoa branca), no Brasil, em perspectiva histórica, ganhará nova dimensão, nova sofisticação, após os adventos da Lei Áurea e da Proclamação da República — a partir da instituição da República, esse deslocamento ganha complexidade e amplitude maiores, mais evidentes, ciclos de novas violências que se oportunizam como verdadeiro processo de isolamento racial ao longo das décadas seguintes. São dois momentos que colocam a relação entre o Estado brasileiro e as pessoas não brancas em outro plano.

Veja-se o que observa Érico Andrade no seu livro Negritude sem identidade: Sobre as narrativas singulares das pessoas negras (n-1 edições, 2023): "[...] o Estado brasileiro se comprometerá, no pós-abolição, em segregar o corpo negro do espaço público na forma de uma espécie de violência preventiva em face da 'desordem'. Essa desordem acompanharia o corpo negro em suas mais diversas manifestações culturais. A violência preventiva designa a ação do Estado brasileiro para marginalizar o corpo negro. Nesse sentido o corpo negro se encontra emboscado".

Em algum momento do seu processo de dominação do território brasileiro, essa elite burguesa, pretendendo-se eterna Narciso-rei, e sempre ganhando com a desordem-ordem, percebe que o grau da estigmatização das pessoas indígenas e negras deve ser deslocado para outro patamar e proclama: não se dialoga com monstro — e pode ser sutil o passar da estigmatização subalternizadora (desrespeitosa) para a invenção do monstro, para a caçada e a condenação do monstro. Esta solução depende do sucesso daquela.

Assim, a elite burguesa e o Estado a seu serviço decidem por transformar o processo todo em uma perpétua temporada de caça, destinando aos subordinados movimentações institucionais muito sutis, movimentações institucionais nada sutis, que adesivem neles o rótulo de inimigo-monstro, presença-monstro, do projeto de construção de um Brasil ideal — o que justificará o colocar em movimento uma máquina mais agressiva e mais bem elaborada de oprimir, uma ideologia mais efetiva de desacreditar, de silenciar, de esmagar, de extinguir.

Para jovens negros da periferia, tudo isso que esboço aqui, reforço, tem a ver com a gravidade que se ampliará com a aprovação da redução da maioridade penal. E isso, admitido pelo direito posto, é trágico.

[...]


(Disponível em: https://revistacult.uol.com.br/home/mamae-o-monstro-vai-me-comer/. Acesso em: 01 ago. 2026. Adaptado.)
No parágrafo a seguir, a vírgula foi usada várias vezes. Analise as sentenças a respeito do uso de vírgula:

"Para jovens negros da periferia, tudo isso que esboço aqui, reforço, tem a ver com a gravidade que se ampliará com a aprovação da redução da maioridade penal. E isso, admitido pelo direito posto, é trágico."

I.A vírgula após "periferia" foi usada para indicar o deslocamento de um termo da ordem direta da oração (Tudo isso que esboço aqui, reforço, tem a ver com a gravidade que se ampliará com a aprovação da redução da maioridade penal para jovens negros da periferia).
II.As vírgulas antes e depois de "reforço" são opcionais. Sem elas, a construção da oração não fica comprometida.
III.As vírgulas antes e depois de "admitido pelo direito posto" são necessárias porque delimitam um aposto explicativo.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4299884 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


[...]

A invenção do que podemos chamar de presença-monstro (que é parte do negar dignidade humana a pessoas negras e indígenas, do afirmar que ela não é igual a uma pessoa branca, não tem a humanidade de uma pessoa branca), no Brasil, em perspectiva histórica, ganhará nova dimensão, nova sofisticação, após os adventos da Lei Áurea e da Proclamação da República — a partir da instituição da República, esse deslocamento ganha complexidade e amplitude maiores, mais evidentes, ciclos de novas violências que se oportunizam como verdadeiro processo de isolamento racial ao longo das décadas seguintes. São dois momentos que colocam a relação entre o Estado brasileiro e as pessoas não brancas em outro plano.

Veja-se o que observa Érico Andrade no seu livro Negritude sem identidade: Sobre as narrativas singulares das pessoas negras (n-1 edições, 2023): "[...] o Estado brasileiro se comprometerá, no pós-abolição, em segregar o corpo negro do espaço público na forma de uma espécie de violência preventiva em face da 'desordem'. Essa desordem acompanharia o corpo negro em suas mais diversas manifestações culturais. A violência preventiva designa a ação do Estado brasileiro para marginalizar o corpo negro. Nesse sentido o corpo negro se encontra emboscado".

Em algum momento do seu processo de dominação do território brasileiro, essa elite burguesa, pretendendo-se eterna Narciso-rei, e sempre ganhando com a desordem-ordem, percebe que o grau da estigmatização das pessoas indígenas e negras deve ser deslocado para outro patamar e proclama: não se dialoga com monstro — e pode ser sutil o passar da estigmatização subalternizadora (desrespeitosa) para a invenção do monstro, para a caçada e a condenação do monstro. Esta solução depende do sucesso daquela.

Assim, a elite burguesa e o Estado a seu serviço decidem por transformar o processo todo em uma perpétua temporada de caça, destinando aos subordinados movimentações institucionais muito sutis, movimentações institucionais nada sutis, que adesivem neles o rótulo de inimigo-monstro, presença-monstro, do projeto de construção de um Brasil ideal — o que justificará o colocar em movimento uma máquina mais agressiva e mais bem elaborada de oprimir, uma ideologia mais efetiva de desacreditar, de silenciar, de esmagar, de extinguir.

Para jovens negros da periferia, tudo isso que esboço aqui, reforço, tem a ver com a gravidade que se ampliará com a aprovação da redução da maioridade penal. E isso, admitido pelo direito posto, é trágico.

[...]


(Disponível em: https://revistacult.uol.com.br/home/mamae-o-monstro-vai-me-comer/. Acesso em: 01 ago. 2026. Adaptado.)
De acordo com Cunha e Cintra, os pronomes demonstrativos são empregados para lembrar a quem ouve ou a quem lê o que já foi mencionado ou o que se vai mencionar. É o que acontece em vários momentos do texto para se construir a coesão textual. A respeito disso, analise as sentenças a seguir:

I.No terceiro parágrafo, o pronome demonstrativo "esta", em "Esta solução depende do sucesso daquela", refere-se à "condenação do monstro". Já o pronome demonstrativo "aquela" tem como referente "a invenção do monstro". Desse modo, o autor do texto reforça o sentido gradativo da enumeração anterior, a qual consolida o projeto da elite burguesa: não basta estigmatizar pessoas indígenas e negras, é preciso condenar o monstro e, para isso, é preciso inventá-las como monstros, caçá-las e, então, condená-las.
II.No quarto parágrafo , o autor escreve: "[...] a elite burguesa e o Estado a seu serviço". Para construir a coesão e os sentidos pretendidos, ele lança mão do pronome "seu", acompanhando o substantivo "serviço". Nesse contexto, o sentido que o autor elabora é de que o Estado está a serviço da elite burguesa.
III.No quinto parágrafo, o autor usa o pronome demonstrativo "isso" duas vezes para estabelecer a coesão e evitar repetições desnecessárias. Na primeira ocorrência, claramente, compreende-se que o pronome refere-se a tudo que foi exposto ao longo do texto até ali, o que é reforçado pela expressão "até aqui". Já na segunda ocorrência, o pronome refere-se à "aprovação da redução da maioridade penal".

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4299852 Português
Analise as sentenças a seguir a respeito do emprego do acento grave (crase) e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__)Na frase "Estava tão cansada que a única coisa que queria era tomar um banho quente, tomar um chá e ler seu livro a meia luz", não há acento grave antes de "meia luz" porque não se emprega o sinal grave indicativo de crase nas expressões cristalizadas formadas pelo adjetivo "meia".

(__)Na frase "Ao ler o primeiro capítulo, custou a compreender o que aquelas palavras queriam dizer", a ausência de crase na preposição "a" dá-se porque ela está seguida de verbo no infinitivo, logo, não é possível o acento grave.

(__)Na frase "De capa à capa, fez inúmeras anotações. Era assim que lia", a crase está correta porque a expressão "capa à capa" é uma locução formada por palavras femininas repetidas. O mesmo acontece em "face à face", "cara à cara", "gota à gota".

(__)Na frase "À medida que lia, entranhava naquela biografia como se fosse a sua própria história escrita ali", a crase em "à medida que" está correta porque essa expressão é uma locução conjuntiva formada por palavras femininas e consagrada pelo uso com o acento indicativo de crase. O mesmo ocorre em "à proporção que". Já em expressões como "à prestação", "à frente" e "à vista", a crase também é empregada, por se tratarem de locuções formadas por termos femininos.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q4299850 Português

Leia o texto e complete as lacunas:


Conheça benefícios e saiba _________ a leitura é importante


A leitura é uma habilidade social, uma ponte de acesso ao mundo e às outras pessoas. Para a neurociência, é uma das habilidades mais incríveis que a humanidade já desenvolveu. Principalmente _________ a leitura é capaz de transformar nosso cérebro. [...] Afinal, precisamos ser apresentados a um conjunto de códigos para, finalmente, aprendermos essa habilidade. Assim, a leitura é importante __________?


Um importante __________ é o fato de a leitura promover novas descobertas, posicionamentos e discussões, possibilitando o desenvolvimento de empatia e sensibilidade sobre o outro. E também __________ a leitura possibilita ao estudante uma jornada de desenvolvimento mais autônoma em que poderá encontrar muito mais facilidade para falar, perguntar, opinar e formular perguntas, bem como encontrar caminhos para respondê-las.


(Disponível em: https://www.arvore.com.br/blog/por-que-leitura-e-importante. Acesso em: 01 ago. 2026. Adaptado.)


Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas no texto:

Alternativas
Q4299849 Português
Assinale a alternativa em que a colocação pronominal está corretamente feita:
Alternativas
Q4299845 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



[...]


A invenção do que podemos chamar de presença-monstro (que é parte do negar dignidade humana a pessoas negras e indígenas, do afirmar que ela não é igual a uma pessoa branca, não tem a humanidade de uma pessoa branca), no Brasil, em perspectiva histórica, ganhará nova dimensão, nova sofisticação, após os adventos da Lei Áurea e da Proclamação da República — a partir da instituição da República, esse deslocamento ganha complexidade e amplitude maiores, mais evidentes, ciclos de novas violências que se oportunizam como verdadeiro processo de isolamento racial ao longo das décadas seguintes. São dois momentos que colocam a relação entre o Estado brasileiro e as pessoas não brancas em outro plano.


Veja-se o que observa Érico Andrade no seu livro Negritude sem identidade: Sobre as narrativas singulares das pessoas negras (n-1 edições, 2023): "[...] o Estado brasileiro se comprometerá, no pós-abolição, em segregar o corpo negro do espaço público na forma de uma espécie de violência preventiva em face da 'desordem'. Essa desordem acompanharia o corpo negro em suas mais diversas manifestações culturais. A violência preventiva designa a ação do Estado brasileiro para marginalizar o corpo negro. Nesse sentido o corpo negro se encontra emboscado".


Em algum momento do seu processo de dominação do território brasileiro, essa elite burguesa, pretendendo-se eterna Narciso-rei, e sempre ganhando com a desordem-ordem, percebe que o grau da estigmatização das pessoas indígenas e negras deve ser deslocado para outro patamar e proclama: não se dialoga com monstro — e pode ser sutil o passar da estigmatização subalternizadora (desrespeitosa) para a invenção do monstro, para a caçada e a condenação do monstro. Esta solução depende do sucesso daquela.



Assim, a elite burguesa e o Estado a seu serviço decidem por transformar o processo todo em uma perpétua temporada de caça, destinando aos subordinados movimentações institucionais muito sutis, movimentações institucionais nada sutis, que adesivem neles o rótulo de inimigo-monstro, presença-monstro, do projeto de construção de um Brasil ideal — o que justificará o colocar em movimento uma máquina mais agressiva e mais bem elaborada de oprimir, uma ideologia mais efetiva de desacreditar, de silenciar, de esmagar, de extinguir.



Para jovens negros da periferia, tudo isso que esboço aqui, reforço, tem a ver com a gravidade que se ampliará com a aprovação da redução da maioridade penal. E isso, admitido pelo direito posto, é trágico.


[...]


(Disponível em: https://revistacult.uol.com.br/home/mamae-o-monstro-vai-me-comer/. Acesso em: 01 ago. 2026. Adaptado.)

De acordo com Cunha e Cintra, os pronomes demonstrativos são empregados para lembrar a quem ouve ou a quem lê o que já foi mencionado ou o que se vai mencionar. É o que acontece em vários momentos do texto para se construir a coesão textual. A respeito disso, analise as sentenças a seguir:


I.No terceiro parágrafo, o pronome demonstrativo "esta", em "Esta solução depende do sucesso daquela", refere-se à "condenação do monstro". Já o pronome demonstrativo "aquela" tem como referente "a invenção do monstro". Desse modo, o autor do texto reforça o sentido gradativo da enumeração anterior, a qual consolida o projeto da elite burguesa: não basta estigmatizar pessoas indígenas e negras, é preciso condenar o monstro e, para isso, é preciso inventá-las como monstros, caçá-las e, então, condená-las.


II.No quarto parágrafo , o autor escreve: "[...] a elite burguesa e o Estado a seu serviço". Para construir a coesão e os sentidos pretendidos, ele lança mão do pronome "seu", acompanhando o substantivo "serviço". Nesse contexto, o sentido que o autor elabora é de que Estado está a serviço da elite burguesa.


III.No quinto parágrafo, o autor usa o pronome demonstrativo "isso" duas vezes para estabelecer a coesão e evitar repetições desnecessárias. Na primeira ocorrência, claramente, compreende-se que o pronome refere-se a tudo que foi exposto ao longo do texto até ali, o que é reforçado pela expressão "até aqui". Já na segunda ocorrência, o pronome refere-se à "aprovação da redução da maioridade penal".


É correto o que se afirma em:

Alternativas
Q4299642 Português

Para responder à questão, leia a charge abaixo.



Fonte: UMBRASIL 

No terceiro quadrinho da charge, a "mesa" é feita de um tronco de árvore derrubado. Diante disso, assinale a alternativa que apresenta apenas palavras pertencentes à mesma família lexical (família de palavras) do substantivo árvore.
Alternativas
Q4299641 Português

Para responder à questão, leia a charge abaixo.



Fonte: UMBRASIL 

No primeiro quadrinho, a expressão sentar à mesa é utilizada em sentido figurado. No contexto das discussões representadas na charge, essa expressão assume o significado de:
Alternativas
Q4299640 Português

Para responder à questão, leia a charge abaixo.



Fonte: UMBRASIL 

Na fala do personagem, encontramos a palavra climáticas. De acordo com as regras de acentuação do sistema ortográfico oficial vigente, esse termo recebe acento gráfico porque: 
Alternativas
Q4299639 Português

Para responder à questão, leia a charge abaixo.



Fonte: UMBRASIL 

A crítica central que a charge constrói na sequência de seus três quadros baseia-se em:
Alternativas
Q4299597 Português

Para responder à questão, leia a charge abaixo. 



Fonte: UMBRASIL 

Na palavra aquecimento, a divisão silábica е a classificação da sílaba tônica estão CORRETAS em qual alternativa? 
Alternativas
Q4299462 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


É evidente que aqui se trata de casos verdadeiramente extremos; na verdade, muitas vezes um grupo prepara uma peça de fórum em que a situação é apresentada de tal forma que em tal grau de desenvolvimento que as ações optativas são muito poucas ou nenhuma, e já não se pode fazer mais nada. E quando isso acontece, o efeito que tal modelo produz é sempre negativo. [...] Nesses casos, creio, deve-se voltar atrás no enredo da história e tentar verificar em que momento ainda podia ter optado por outras soluções, em vez de permitir que a história avançasse para o final agressivo.


BOAL, Augusto. Jogos para atores e não atores. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1998. (Cap. IV − Vinte temas fundamentais, p. 320−321.)
Durante os ensaios de um espetáculo criado coletivamente, um grupo desenvolve uma cena em que as decisões tomadas pelos personagens conduzem rapidamente a um único desfecho possível. Ao acompanhar o trabalho, o instrutor percebe que os participantes deixam de investigar alternativas para o conflito e passam a concentrar-se apenas no aperfeiçoamento da execução da cena. Considerando o texto apresentado e a condução de processos criativos em teatro, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q4299452 Português
Analise as sentenças quanto à concordância nominal das palavras destacadas:

I.Concentrados , a filha e o amigo brincavam de criar histórias de aventura.
II.Chegaram correndo do terreiro. Estavam cobertos de lama: cobertos o cabelo, a roupa, o corpo.
III.Como se um grande redemoinho tivesse passado pelo quintal e derrubado as folhas, as flores e os galhos velhos .

Eram crianças. IV.Toda sua ânsia e desejos, todos seus sacrifícios e renúncias. Ela sabia aonde havia chegado. É c
Alternativas
Respostas
381: D
382: X
383: B
384: C
385: B
386: B
387: C
388: C
389: E
390: A
391: D
392: D
393: D
394: B
395: A
396: D
397: C
398: D
399: D
400: A