Questões de Concurso Sobre português
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(1) Ambas as palavras devem ser preenchidas com “s”. (2) Ambas as palavras devem ser preenchidas com “z”. (3) A primeira palavra deve ser preenchida com “s” e, a segunda, com “z”. (4) A primeira palavra deve ser preenchida com “z” e, a segunda, com “s”.
( ) Bra__a | Cru__eiro. ( ) Reali__ação | Verni__. ( ) Cri__e | To__ar. ( ) Proe__a | De__erto. ( ) Privati__ar | Clare__a.
Se a palavra sublinhada no trecho abaixo for posta no singular, quantas outras, além dessa, terão que ficar no singular também?
Os alvéolos de um indivíduo ficam cheios de pus e fluido. (3º parágrafo)
A pneumonia é uma enfermidade que pode atingir estágios graves e levar à morte pessoas de todas as faixas etárias [...] (1º parágrafo).
I. A palavra “pneumonia” apresenta uma consoante muda. II. “Enfermidade” e “estágios” são substantivos. III. Há apenas um adjetivo no trecho. IV. No trecho há quatro verbos.
Está CORRETO o que se afirma:
( ) O Dia Mundial da Pneumonia tem importância para a conscientização sobre a doença, por conta de sua capacidade em atingir faixas etárias diversas e de levar essas pessoas à morte.
( ) A pneumonia faz com que a respiração seja dolorosa, com ingestão limitada de oxigênio. A febre, outro exemplo de sintoma, está presente também.
( ) A pneumonia atinge toda e qualquer faixa etária, em especial idosos acima de 65 anos. As crianças de até 5 anos, por exemplo, se encontram com pouca possibilidade de contaminação em relação a essa faixa etária, devido ao fato de terem saúde menos frágil.
O texto a seguir deve ser lido com atenção para responder a questão.
Reduzir consumo de carne vermelha pode proteger cérebro, diz estudo
Reduzir o consumo de carne vermelha pode ter muitos impactos positivos — em seu coração, no meio ambiente e, possivelmente, até mesmo na sua saúde cognitiva a longo prazo, segundo um novo estudo publicado na quarta-feira (15) no periódico Neurology.
Aqueles que consumiam um quarto de porção ou mais de carnes vermelhas processadas — como bacon, mortadela e cachorro-quente — tiveram uma chance 13% maior de desenvolver demência do que aqueles que consumiam menos de um décimo de porção por dia, de acordo com o estudo.
Uma porção de carne vermelha é geralmente cerca de 85 gramas, o que equivaleria a duas fatias de bacon, 1,5 fatia de mortadela ou um cachorro-quente, segundo um comunicado sobre o estudo.
Os pesquisadores também descobriram que uma porção diária extra de carne vermelha processada, em média, estava associada a uma aceleração de 1,6 ano no envelhecimento cerebral, segundo o estudo.
Os métodos do estudo são observacionais, o que significa que os pesquisadores não podem afirmar com certeza que as carnes vermelhas processadas estão causando a demência, apenas que existe uma associação entre as duas. Mas a investigação sobre a conexão continuará, de acordo com um dos autores do estudo, Daniel Wang, professor assistente no departamento de nutrição da Harvard T.H. Chan School of Public Health.
"Estudos de coorte grandes e de longo prazo são essenciais para investigar condições como demência, que podem se desenvolver ao longo de décadas", diz Wang em um comunicado. "Continuamos montando esse quebra-cabeça para entender os mecanismos que causam demência e declínio cognitivo."
Para este estudo, os pesquisadores analisaram dados de mais de 133.000 pessoas com idade média de 49 anos do Nurses" Health Study e Health Professionals Follow-Up Study. Os dados incluíam informações detalhadas de saúde pesquisadas por um longo período, incluindo as dietas dos participantes, e foram atualizados a cada dois a quatro anos, de acordo com o estudo.
Mais de 11.000 participantes do estudo foram diagnosticados com demência em um período de 43 anos.
Existem teorias sobre _______ a carne vermelha pode representar um risco particular para a saúde cognitiva. A carne vermelha tem uma alta quantidade de gordura saturada e produz um composto orgânico ligado a doenças cardiovasculares, e os dois juntos podem danificar o sistema nervoso, o que piora o declínio cognitivo, segundo Song.
"Além disso, a resposta inflamatória e os distúrbios metabólicos (por exemplo, resistência à insulina) associados ao alto consumo de carne vermelha também podem desempenhar um papel", acrescenta.
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/reduzir-consumo-de-carne-vermelha-pode-proteger-cerebro-diz-estudo (adaptado).
Leia o poema.
Minha terra
Saí menino de minha terra.
Passei trinta anos longe dela. De vez em quando me diziam:
Sua terra está completamente mudada,
Tem avenidas, arranha-céus…
É hoje uma bonita cidade!
Meu coração ficava pequenino.
Revi afinal o meu Recife.
Está de fato completamente mudado.
Tem avenidas, arranha-céus.
É hoje uma bonita cidade.
Diabo leve quem pôs bonita a minha terra!
(Manuel Bandeira. Estrela da vida inteira. Rio de Janeiro, José Olympio, 1986)
É correto afirmar que, diante das transformações de sua cidade, o eu lírico demonstra sentimento de
Leia a tira para responder à questão.

(O Estado de S.Paulo, 31 de agosto de 2024. Adaptado)
Leia a tira para responder à questão.

(O Estado de S.Paulo, 31 de agosto de 2024. Adaptado)
Leia o texto para responder a questão.
Lição de vida
Inteligência emocional, resiliência e empatia. Segundo Valdeci de Souza Boareto, esses são os pilares principais de seu livro Comportamento Que Te Salva – A Vida Sob o Olhar de um Gari Que Só Quer Respeito, que conta como é trabalhar nas ruas do Rio de Janeiro em uma das profissões mais desvalorizadas do Brasil.
Graças à publicação de seu livro, o trabalhador da Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb) foi convidado a dar uma palestra na prestigiosa Universidade Harvard (EUA). Foi a primeira vez que ele viajou de avião.
Um dos casos apresentados no livro aconteceu durante a limpeza do Viaduto do Méier, na capital fluminense. “Eu estava lavando tudo bonitinho e todo mundo feliz gritando ‘Comlurb, Comlurb’. (...) Só que a felicidade durou muito pouco. No momento que estava tudo limpinho, veio uma pessoa, até bem vestida (...), que urinou no chão. E olhava para mim enquanto fazia isso, me dando uma angústia”, relembra, em conversa com o Estadão.
O autor conta que os moradores e comerciantes que viram a cena se irritaram, sugerindo que jogasse o jato de água no infrator, mas Boareto pensou melhor. “Tive de respirar e pensar: esse jato de água é muito forte. Posso derrubar ou até cegá-lo”, considerou, constatando que “as duas famílias (a dele e a do homem) iriam sofrer”.
Boareto pediu que o motorista desligasse o caminhão- -pipa, de onde saía a água, e dirigiu-se ao homem. “Eu disse: ‘Sou seu amigo, rapaz. Eu estou fazendo isso aqui para a sociedade, para você também. Isso que você está fazendo não é normal, conta para mim o que está acontecendo?’”. O gari chegou perto do autor das ofensas e abraçou-o. O homem começou a chorar, conta o escritor. “Independentemente do que você faça, você sempre vai encontrar, de alguma forma, alguém que vai urinar naquilo que você esteja limpando com tanto amor e carinho.”
(Beatriz Bulhões. O Estado de S.Paulo, 1 de junho de 2024. Adaptado)
Leia o texto para responder a questão.
Lição de vida
Inteligência emocional, resiliência e empatia. Segundo Valdeci de Souza Boareto, esses são os pilares principais de seu livro Comportamento Que Te Salva – A Vida Sob o Olhar de um Gari Que Só Quer Respeito, que conta como é trabalhar nas ruas do Rio de Janeiro em uma das profissões mais desvalorizadas do Brasil.
Graças à publicação de seu livro, o trabalhador da Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb) foi convidado a dar uma palestra na prestigiosa Universidade Harvard (EUA). Foi a primeira vez que ele viajou de avião.
Um dos casos apresentados no livro aconteceu durante a limpeza do Viaduto do Méier, na capital fluminense. “Eu estava lavando tudo bonitinho e todo mundo feliz gritando ‘Comlurb, Comlurb’. (...) Só que a felicidade durou muito pouco. No momento que estava tudo limpinho, veio uma pessoa, até bem vestida (...), que urinou no chão. E olhava para mim enquanto fazia isso, me dando uma angústia”, relembra, em conversa com o Estadão.
O autor conta que os moradores e comerciantes que viram a cena se irritaram, sugerindo que jogasse o jato de água no infrator, mas Boareto pensou melhor. “Tive de respirar e pensar: esse jato de água é muito forte. Posso derrubar ou até cegá-lo”, considerou, constatando que “as duas famílias (a dele e a do homem) iriam sofrer”.
Boareto pediu que o motorista desligasse o caminhão- -pipa, de onde saía a água, e dirigiu-se ao homem. “Eu disse: ‘Sou seu amigo, rapaz. Eu estou fazendo isso aqui para a sociedade, para você também. Isso que você está fazendo não é normal, conta para mim o que está acontecendo?’”. O gari chegou perto do autor das ofensas e abraçou-o. O homem começou a chorar, conta o escritor. “Independentemente do que você faça, você sempre vai encontrar, de alguma forma, alguém que vai urinar naquilo que você esteja limpando com tanto amor e carinho.”
(Beatriz Bulhões. O Estado de S.Paulo, 1 de junho de 2024. Adaptado)
Leia as frases:
• Segundo Valdeci de Souza Boareto, esses são os pilares principais de seu livro... (1o parágrafo)
• E olhava pra mim enquanto fazia isso, me dando uma angústia... (3o parágrafo)
• ... sugerindo que jogasse o jato de água no infrator, mas Boareto pensou melhor. (4o parágrafo)
As palavras em destaque estabelecem, correta e respectivamente, relação de sentido de
Leia o texto para responder a questão.
Lição de vida
Inteligência emocional, resiliência e empatia. Segundo Valdeci de Souza Boareto, esses são os pilares principais de seu livro Comportamento Que Te Salva – A Vida Sob o Olhar de um Gari Que Só Quer Respeito, que conta como é trabalhar nas ruas do Rio de Janeiro em uma das profissões mais desvalorizadas do Brasil.
Graças à publicação de seu livro, o trabalhador da Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb) foi convidado a dar uma palestra na prestigiosa Universidade Harvard (EUA). Foi a primeira vez que ele viajou de avião.
Um dos casos apresentados no livro aconteceu durante a limpeza do Viaduto do Méier, na capital fluminense. “Eu estava lavando tudo bonitinho e todo mundo feliz gritando ‘Comlurb, Comlurb’. (...) Só que a felicidade durou muito pouco. No momento que estava tudo limpinho, veio uma pessoa, até bem vestida (...), que urinou no chão. E olhava para mim enquanto fazia isso, me dando uma angústia”, relembra, em conversa com o Estadão.
O autor conta que os moradores e comerciantes que viram a cena se irritaram, sugerindo que jogasse o jato de água no infrator, mas Boareto pensou melhor. “Tive de respirar e pensar: esse jato de água é muito forte. Posso derrubar ou até cegá-lo”, considerou, constatando que “as duas famílias (a dele e a do homem) iriam sofrer”.
Boareto pediu que o motorista desligasse o caminhão- -pipa, de onde saía a água, e dirigiu-se ao homem. “Eu disse: ‘Sou seu amigo, rapaz. Eu estou fazendo isso aqui para a sociedade, para você também. Isso que você está fazendo não é normal, conta para mim o que está acontecendo?’”. O gari chegou perto do autor das ofensas e abraçou-o. O homem começou a chorar, conta o escritor. “Independentemente do que você faça, você sempre vai encontrar, de alguma forma, alguém que vai urinar naquilo que você esteja limpando com tanto amor e carinho.”
(Beatriz Bulhões. O Estado de S.Paulo, 1 de junho de 2024. Adaptado)
Leia o texto para responder a questão.
Lição de vida
Inteligência emocional, resiliência e empatia. Segundo Valdeci de Souza Boareto, esses são os pilares principais de seu livro Comportamento Que Te Salva – A Vida Sob o Olhar de um Gari Que Só Quer Respeito, que conta como é trabalhar nas ruas do Rio de Janeiro em uma das profissões mais desvalorizadas do Brasil.
Graças à publicação de seu livro, o trabalhador da Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb) foi convidado a dar uma palestra na prestigiosa Universidade Harvard (EUA). Foi a primeira vez que ele viajou de avião.
Um dos casos apresentados no livro aconteceu durante a limpeza do Viaduto do Méier, na capital fluminense. “Eu estava lavando tudo bonitinho e todo mundo feliz gritando ‘Comlurb, Comlurb’. (...) Só que a felicidade durou muito pouco. No momento que estava tudo limpinho, veio uma pessoa, até bem vestida (...), que urinou no chão. E olhava para mim enquanto fazia isso, me dando uma angústia”, relembra, em conversa com o Estadão.
O autor conta que os moradores e comerciantes que viram a cena se irritaram, sugerindo que jogasse o jato de água no infrator, mas Boareto pensou melhor. “Tive de respirar e pensar: esse jato de água é muito forte. Posso derrubar ou até cegá-lo”, considerou, constatando que “as duas famílias (a dele e a do homem) iriam sofrer”.
Boareto pediu que o motorista desligasse o caminhão- -pipa, de onde saía a água, e dirigiu-se ao homem. “Eu disse: ‘Sou seu amigo, rapaz. Eu estou fazendo isso aqui para a sociedade, para você também. Isso que você está fazendo não é normal, conta para mim o que está acontecendo?’”. O gari chegou perto do autor das ofensas e abraçou-o. O homem começou a chorar, conta o escritor. “Independentemente do que você faça, você sempre vai encontrar, de alguma forma, alguém que vai urinar naquilo que você esteja limpando com tanto amor e carinho.”
(Beatriz Bulhões. O Estado de S.Paulo, 1 de junho de 2024. Adaptado)
Leia o texto para responder a questão.
Lição de vida
Inteligência emocional, resiliência e empatia. Segundo Valdeci de Souza Boareto, esses são os pilares principais de seu livro Comportamento Que Te Salva – A Vida Sob o Olhar de um Gari Que Só Quer Respeito, que conta como é trabalhar nas ruas do Rio de Janeiro em uma das profissões mais desvalorizadas do Brasil.
Graças à publicação de seu livro, o trabalhador da Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb) foi convidado a dar uma palestra na prestigiosa Universidade Harvard (EUA). Foi a primeira vez que ele viajou de avião.
Um dos casos apresentados no livro aconteceu durante a limpeza do Viaduto do Méier, na capital fluminense. “Eu estava lavando tudo bonitinho e todo mundo feliz gritando ‘Comlurb, Comlurb’. (...) Só que a felicidade durou muito pouco. No momento que estava tudo limpinho, veio uma pessoa, até bem vestida (...), que urinou no chão. E olhava para mim enquanto fazia isso, me dando uma angústia”, relembra, em conversa com o Estadão.
O autor conta que os moradores e comerciantes que viram a cena se irritaram, sugerindo que jogasse o jato de água no infrator, mas Boareto pensou melhor. “Tive de respirar e pensar: esse jato de água é muito forte. Posso derrubar ou até cegá-lo”, considerou, constatando que “as duas famílias (a dele e a do homem) iriam sofrer”.
Boareto pediu que o motorista desligasse o caminhão- -pipa, de onde saía a água, e dirigiu-se ao homem. “Eu disse: ‘Sou seu amigo, rapaz. Eu estou fazendo isso aqui para a sociedade, para você também. Isso que você está fazendo não é normal, conta para mim o que está acontecendo?’”. O gari chegou perto do autor das ofensas e abraçou-o. O homem começou a chorar, conta o escritor. “Independentemente do que você faça, você sempre vai encontrar, de alguma forma, alguém que vai urinar naquilo que você esteja limpando com tanto amor e carinho.”
(Beatriz Bulhões. O Estado de S.Paulo, 1 de junho de 2024. Adaptado)