Questões de Concurso Sobre português

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Q3286514 Português
Dentre as expressões a seguir, aquela que é termo regido da palavra em destaque em “Sua atitude foi coerente com seus princípios” é: 
Alternativas
Q3286510 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

A primavera chegou


Há um conto escandinavo, escrito por não sei quem há muitas primaveras, em que o mordomo se curva respeitosamente e anuncia à senhora condessa:

– Com a vossa permissão, a primavera chegou.
– Diga-lhe que seja bem-vinda e pode permanecer três meses em minhas terras.

Então vem o primeiro domingo da primavera. E havia um velho mendigo que tinha uma perna de pau. Suspeitava-se que em sua mocidade houvesse sido um terrível pirata; de qualquer maneira era agora apenas um velho mendigo que pedia esmola todo domingo na porta da igreja. E havia uma rica velhinha que todo domingo dava ao mendigo uma grande moeda de cobre. Naquele domingo, entretanto, por ser o primeiro da primavera, deu-lhe uma grande moeda de ouro. O mendigo sorriu e pediu licença para lhe oferecer uma bela rosa.

– Que rosa tão bela, mendigo. Onde a colheu?
– Nasceu em minha perna de pau, senhora.

Guardei apenas isso do conto escandinavo que li há muitos anos. Lembro-me ainda vagamente de um casal de namorados que sai pelo campo – e a primavera é tão linda que eles esquecem, e voltam mil anos depois, ainda primaveris, em outra primavera… Mas isso era na Escandinávia, em um daqueles países louros e frios. No Rio será que existe primavera? Proponho que ela exista; apenas o homem distraído não a vê chegar, nem a sente; nossa primavera é sutil e para entrar na cidade não pede licença ao Prefeito.

É claro que falta à nossa gente um pouco de imaginação para sentir, para viver a primavera. Essa gente que espera condução em longas, tediosas filas – por que não aproveita o tempo da espera para fazer rodas e cantar? Imagino a cidade sob esse delírio primaveril; os bondes criariam asas, guiados por condutores de grandes bigodes líricos, e esvoaçariam no céu azul; na Gávea os cavalos ficariam brincando de carrossel e as senhoras e cavalheiros correriam felizes pela pista com flores nos dentes. No cinema, Gina Lolobrigida sairia da tela e viria sentar na poltrona ao meu lado:

– Sim, é bem verdade que me amas? Ouvi o teu suspiro; vi, na penumbra, teus olhos que brilhavam. Quero ficar junto de ti. Io te voglio tanto bene!

Eu me assustaria, mostraria meus papéis, dizendo que devia haver algum engano, eu não era nenhum artista de cinema, não era nem mesmo o Aloísio Sales, era apenas um espectador, o pobre do Braga, obscuro trecho da realidade brasileira…

Mas ela recitaria:

“Comigo fica ou leva-me contigo
Dos mares à amplidão”.

Iríamos para a amplidão dos mares. E na volta tomaríamos grandes, imortais, chuveiradas. Pois na primavera (faça o que quiser a Inspetoria de Águas) na primavera todos teremos água, pois nascerão fontes líricas no metal das torneiras e de nossas banheiras saltarão peixes voadores que se porão a cantar como verdadeiros gaturamos e nós todos seremos acqua-loucos de felicidade. Primavera!


BRAGA, R. A primavera chegou. Manchete, Rio de Janeiro, 1953. Disponível em .
No excerto “Naquele domingo, entretanto, por ser o primeiro da primavera, deu-lhe uma grande moeda de ouro”, a palavra “entretanto” é empregada para assinalar uma relação semântica contrastiva, de oposição, entre o que foi e o que será dito. O mesmo tipo de relação semântica também se verifica em: 
Alternativas
Q3286509 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

A primavera chegou


Há um conto escandinavo, escrito por não sei quem há muitas primaveras, em que o mordomo se curva respeitosamente e anuncia à senhora condessa:

– Com a vossa permissão, a primavera chegou.
– Diga-lhe que seja bem-vinda e pode permanecer três meses em minhas terras.

Então vem o primeiro domingo da primavera. E havia um velho mendigo que tinha uma perna de pau. Suspeitava-se que em sua mocidade houvesse sido um terrível pirata; de qualquer maneira era agora apenas um velho mendigo que pedia esmola todo domingo na porta da igreja. E havia uma rica velhinha que todo domingo dava ao mendigo uma grande moeda de cobre. Naquele domingo, entretanto, por ser o primeiro da primavera, deu-lhe uma grande moeda de ouro. O mendigo sorriu e pediu licença para lhe oferecer uma bela rosa.

– Que rosa tão bela, mendigo. Onde a colheu?
– Nasceu em minha perna de pau, senhora.

Guardei apenas isso do conto escandinavo que li há muitos anos. Lembro-me ainda vagamente de um casal de namorados que sai pelo campo – e a primavera é tão linda que eles esquecem, e voltam mil anos depois, ainda primaveris, em outra primavera… Mas isso era na Escandinávia, em um daqueles países louros e frios. No Rio será que existe primavera? Proponho que ela exista; apenas o homem distraído não a vê chegar, nem a sente; nossa primavera é sutil e para entrar na cidade não pede licença ao Prefeito.

É claro que falta à nossa gente um pouco de imaginação para sentir, para viver a primavera. Essa gente que espera condução em longas, tediosas filas – por que não aproveita o tempo da espera para fazer rodas e cantar? Imagino a cidade sob esse delírio primaveril; os bondes criariam asas, guiados por condutores de grandes bigodes líricos, e esvoaçariam no céu azul; na Gávea os cavalos ficariam brincando de carrossel e as senhoras e cavalheiros correriam felizes pela pista com flores nos dentes. No cinema, Gina Lolobrigida sairia da tela e viria sentar na poltrona ao meu lado:

– Sim, é bem verdade que me amas? Ouvi o teu suspiro; vi, na penumbra, teus olhos que brilhavam. Quero ficar junto de ti. Io te voglio tanto bene!

Eu me assustaria, mostraria meus papéis, dizendo que devia haver algum engano, eu não era nenhum artista de cinema, não era nem mesmo o Aloísio Sales, era apenas um espectador, o pobre do Braga, obscuro trecho da realidade brasileira…

Mas ela recitaria:

“Comigo fica ou leva-me contigo
Dos mares à amplidão”.

Iríamos para a amplidão dos mares. E na volta tomaríamos grandes, imortais, chuveiradas. Pois na primavera (faça o que quiser a Inspetoria de Águas) na primavera todos teremos água, pois nascerão fontes líricas no metal das torneiras e de nossas banheiras saltarão peixes voadores que se porão a cantar como verdadeiros gaturamos e nós todos seremos acqua-loucos de felicidade. Primavera!


BRAGA, R. A primavera chegou. Manchete, Rio de Janeiro, 1953. Disponível em .
A construção “tão … que” imprime ao contexto em que ocorre – “e a primavera é tão linda que eles esquecem” – um sentido: 
Alternativas
Q3286506 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

A primavera chegou


Há um conto escandinavo, escrito por não sei quem há muitas primaveras, em que o mordomo se curva respeitosamente e anuncia à senhora condessa:

– Com a vossa permissão, a primavera chegou.
– Diga-lhe que seja bem-vinda e pode permanecer três meses em minhas terras.

Então vem o primeiro domingo da primavera. E havia um velho mendigo que tinha uma perna de pau. Suspeitava-se que em sua mocidade houvesse sido um terrível pirata; de qualquer maneira era agora apenas um velho mendigo que pedia esmola todo domingo na porta da igreja. E havia uma rica velhinha que todo domingo dava ao mendigo uma grande moeda de cobre. Naquele domingo, entretanto, por ser o primeiro da primavera, deu-lhe uma grande moeda de ouro. O mendigo sorriu e pediu licença para lhe oferecer uma bela rosa.

– Que rosa tão bela, mendigo. Onde a colheu?
– Nasceu em minha perna de pau, senhora.

Guardei apenas isso do conto escandinavo que li há muitos anos. Lembro-me ainda vagamente de um casal de namorados que sai pelo campo – e a primavera é tão linda que eles esquecem, e voltam mil anos depois, ainda primaveris, em outra primavera… Mas isso era na Escandinávia, em um daqueles países louros e frios. No Rio será que existe primavera? Proponho que ela exista; apenas o homem distraído não a vê chegar, nem a sente; nossa primavera é sutil e para entrar na cidade não pede licença ao Prefeito.

É claro que falta à nossa gente um pouco de imaginação para sentir, para viver a primavera. Essa gente que espera condução em longas, tediosas filas – por que não aproveita o tempo da espera para fazer rodas e cantar? Imagino a cidade sob esse delírio primaveril; os bondes criariam asas, guiados por condutores de grandes bigodes líricos, e esvoaçariam no céu azul; na Gávea os cavalos ficariam brincando de carrossel e as senhoras e cavalheiros correriam felizes pela pista com flores nos dentes. No cinema, Gina Lolobrigida sairia da tela e viria sentar na poltrona ao meu lado:

– Sim, é bem verdade que me amas? Ouvi o teu suspiro; vi, na penumbra, teus olhos que brilhavam. Quero ficar junto de ti. Io te voglio tanto bene!

Eu me assustaria, mostraria meus papéis, dizendo que devia haver algum engano, eu não era nenhum artista de cinema, não era nem mesmo o Aloísio Sales, era apenas um espectador, o pobre do Braga, obscuro trecho da realidade brasileira…

Mas ela recitaria:

“Comigo fica ou leva-me contigo
Dos mares à amplidão”.

Iríamos para a amplidão dos mares. E na volta tomaríamos grandes, imortais, chuveiradas. Pois na primavera (faça o que quiser a Inspetoria de Águas) na primavera todos teremos água, pois nascerão fontes líricas no metal das torneiras e de nossas banheiras saltarão peixes voadores que se porão a cantar como verdadeiros gaturamos e nós todos seremos acqua-loucos de felicidade. Primavera!


BRAGA, R. A primavera chegou. Manchete, Rio de Janeiro, 1953. Disponível em .
Nas sentenças a seguir, retiradas do texto, ocorrem diferentes tipos de pronomes:

I. “Quero ficar junto de ti”
II. “Essa gente que espera condução em longas, tediosas filas”
III. “Lembro-me ainda vagamente de um casal de namorados que sai pelo campo”

São pronomes que pertencem a uma mesma categoria apenas: 
Alternativas
Q3286504 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

A primavera chegou


Há um conto escandinavo, escrito por não sei quem há muitas primaveras, em que o mordomo se curva respeitosamente e anuncia à senhora condessa:

– Com a vossa permissão, a primavera chegou.
– Diga-lhe que seja bem-vinda e pode permanecer três meses em minhas terras.

Então vem o primeiro domingo da primavera. E havia um velho mendigo que tinha uma perna de pau. Suspeitava-se que em sua mocidade houvesse sido um terrível pirata; de qualquer maneira era agora apenas um velho mendigo que pedia esmola todo domingo na porta da igreja. E havia uma rica velhinha que todo domingo dava ao mendigo uma grande moeda de cobre. Naquele domingo, entretanto, por ser o primeiro da primavera, deu-lhe uma grande moeda de ouro. O mendigo sorriu e pediu licença para lhe oferecer uma bela rosa.

– Que rosa tão bela, mendigo. Onde a colheu?
– Nasceu em minha perna de pau, senhora.

Guardei apenas isso do conto escandinavo que li há muitos anos. Lembro-me ainda vagamente de um casal de namorados que sai pelo campo – e a primavera é tão linda que eles esquecem, e voltam mil anos depois, ainda primaveris, em outra primavera… Mas isso era na Escandinávia, em um daqueles países louros e frios. No Rio será que existe primavera? Proponho que ela exista; apenas o homem distraído não a vê chegar, nem a sente; nossa primavera é sutil e para entrar na cidade não pede licença ao Prefeito.

É claro que falta à nossa gente um pouco de imaginação para sentir, para viver a primavera. Essa gente que espera condução em longas, tediosas filas – por que não aproveita o tempo da espera para fazer rodas e cantar? Imagino a cidade sob esse delírio primaveril; os bondes criariam asas, guiados por condutores de grandes bigodes líricos, e esvoaçariam no céu azul; na Gávea os cavalos ficariam brincando de carrossel e as senhoras e cavalheiros correriam felizes pela pista com flores nos dentes. No cinema, Gina Lolobrigida sairia da tela e viria sentar na poltrona ao meu lado:

– Sim, é bem verdade que me amas? Ouvi o teu suspiro; vi, na penumbra, teus olhos que brilhavam. Quero ficar junto de ti. Io te voglio tanto bene!

Eu me assustaria, mostraria meus papéis, dizendo que devia haver algum engano, eu não era nenhum artista de cinema, não era nem mesmo o Aloísio Sales, era apenas um espectador, o pobre do Braga, obscuro trecho da realidade brasileira…

Mas ela recitaria:

“Comigo fica ou leva-me contigo
Dos mares à amplidão”.

Iríamos para a amplidão dos mares. E na volta tomaríamos grandes, imortais, chuveiradas. Pois na primavera (faça o que quiser a Inspetoria de Águas) na primavera todos teremos água, pois nascerão fontes líricas no metal das torneiras e de nossas banheiras saltarão peixes voadores que se porão a cantar como verdadeiros gaturamos e nós todos seremos acqua-loucos de felicidade. Primavera!


BRAGA, R. A primavera chegou. Manchete, Rio de Janeiro, 1953. Disponível em .
O tempo composto “houvesse sido”, que ocorre em “Suspeitava-se que em sua mocidade houvesse sido um terrível pirata”, combina formas verbais que correspondem, respectivamente, aos tempos: 
Alternativas
Q3286177 Português

Leia o texto a seguir:


O céu ameaça a terra


Meninos e meninas do povo ikolen-gavião, de Rondônia, sentamse à noite ao redor da fogueira e olham o céu estrelado. Estão maravilhados, mas têm medo: um velho pajé acaba de contar como, antigamente, o céu quase esmagou a Terra.


Era muito antes dos avós dos avós dos meninos, era no começo dos tempos. A humanidade esteve por um fio: podia ser o fim do mundo. Nessa época, o céu ficava muito longe da Terra, mal dava para ver seu azul.


Um dia, ouviu-se trovejar, com estrondo ensurdecedor. O céu começou a tremer e, bem devagarinho, foi caindo, caindo. Homens, mulheres e crianças mal conseguiam ficar em pé e fugiam apavorados para debaixo das árvores ou para dentro de tocas. Só coqueiros e mamoeiros seguravam o céu, servindo de esteios, impedindo-o de colar-se à Terra. Talvez as pessoas, apesar do medo, estivessem experimentando tocar o céu com as mãos...


Nisso, um menino de 5 anos pegou algumas penas de nambu, "mawir" na língua tupi-mondé dos índios ikolens, e fez flechas. Crianças dos ikolens não podem comer essa espécie de nambu, senão ficam aleijadas. Era um nambu redondinho, como a abóbada celeste.


O céu era duríssimo, mas o menino esperto atirou suas flechas adornadas com plumas de mawir. Espanto e alívio! A cada f lechada do garotinho, o céu subia um bom pedaço. Foram três, até o céu ficar como é hoje.


Fonte: https://novaescola.org.br/conteudo/3165/o-ceu-ameaca-a-terra. Acesso em 27/12/2024. Texto adaptado

No título (“O céu ameaça a terra”), se o verbo em destaque estivesse flexionado no pretérito imperfeito do subjuntivo, teríamos:
Alternativas
Q3286176 Português

Leia o texto a seguir:


O céu ameaça a terra


Meninos e meninas do povo ikolen-gavião, de Rondônia, sentamse à noite ao redor da fogueira e olham o céu estrelado. Estão maravilhados, mas têm medo: um velho pajé acaba de contar como, antigamente, o céu quase esmagou a Terra.


Era muito antes dos avós dos avós dos meninos, era no começo dos tempos. A humanidade esteve por um fio: podia ser o fim do mundo. Nessa época, o céu ficava muito longe da Terra, mal dava para ver seu azul.


Um dia, ouviu-se trovejar, com estrondo ensurdecedor. O céu começou a tremer e, bem devagarinho, foi caindo, caindo. Homens, mulheres e crianças mal conseguiam ficar em pé e fugiam apavorados para debaixo das árvores ou para dentro de tocas. Só coqueiros e mamoeiros seguravam o céu, servindo de esteios, impedindo-o de colar-se à Terra. Talvez as pessoas, apesar do medo, estivessem experimentando tocar o céu com as mãos...


Nisso, um menino de 5 anos pegou algumas penas de nambu, "mawir" na língua tupi-mondé dos índios ikolens, e fez flechas. Crianças dos ikolens não podem comer essa espécie de nambu, senão ficam aleijadas. Era um nambu redondinho, como a abóbada celeste.


O céu era duríssimo, mas o menino esperto atirou suas flechas adornadas com plumas de mawir. Espanto e alívio! A cada f lechada do garotinho, o céu subia um bom pedaço. Foram três, até o céu ficar como é hoje.


Fonte: https://novaescola.org.br/conteudo/3165/o-ceu-ameaca-a-terra. Acesso em 27/12/2024. Texto adaptado

A única alternativa em que o acento indicativo de crase está adequadamente empregado é:
Alternativas
Q3286175 Português

Leia o texto a seguir:


O céu ameaça a terra


Meninos e meninas do povo ikolen-gavião, de Rondônia, sentamse à noite ao redor da fogueira e olham o céu estrelado. Estão maravilhados, mas têm medo: um velho pajé acaba de contar como, antigamente, o céu quase esmagou a Terra.


Era muito antes dos avós dos avós dos meninos, era no começo dos tempos. A humanidade esteve por um fio: podia ser o fim do mundo. Nessa época, o céu ficava muito longe da Terra, mal dava para ver seu azul.


Um dia, ouviu-se trovejar, com estrondo ensurdecedor. O céu começou a tremer e, bem devagarinho, foi caindo, caindo. Homens, mulheres e crianças mal conseguiam ficar em pé e fugiam apavorados para debaixo das árvores ou para dentro de tocas. Só coqueiros e mamoeiros seguravam o céu, servindo de esteios, impedindo-o de colar-se à Terra. Talvez as pessoas, apesar do medo, estivessem experimentando tocar o céu com as mãos...


Nisso, um menino de 5 anos pegou algumas penas de nambu, "mawir" na língua tupi-mondé dos índios ikolens, e fez flechas. Crianças dos ikolens não podem comer essa espécie de nambu, senão ficam aleijadas. Era um nambu redondinho, como a abóbada celeste.


O céu era duríssimo, mas o menino esperto atirou suas flechas adornadas com plumas de mawir. Espanto e alívio! A cada f lechada do garotinho, o céu subia um bom pedaço. Foram três, até o céu ficar como é hoje.


Fonte: https://novaescola.org.br/conteudo/3165/o-ceu-ameaca-a-terra. Acesso em 27/12/2024. Texto adaptado

Em “Só coqueiros e mamoeiros seguravam o céu, servindo de esteios, impedindo-o de colar-se à Terra” (3º parágrafo), a palavra destacada está substituindo um termo anterior, que é:
Alternativas
Q3286174 Português

Leia o texto a seguir:


O céu ameaça a terra


Meninos e meninas do povo ikolen-gavião, de Rondônia, sentamse à noite ao redor da fogueira e olham o céu estrelado. Estão maravilhados, mas têm medo: um velho pajé acaba de contar como, antigamente, o céu quase esmagou a Terra.


Era muito antes dos avós dos avós dos meninos, era no começo dos tempos. A humanidade esteve por um fio: podia ser o fim do mundo. Nessa época, o céu ficava muito longe da Terra, mal dava para ver seu azul.


Um dia, ouviu-se trovejar, com estrondo ensurdecedor. O céu começou a tremer e, bem devagarinho, foi caindo, caindo. Homens, mulheres e crianças mal conseguiam ficar em pé e fugiam apavorados para debaixo das árvores ou para dentro de tocas. Só coqueiros e mamoeiros seguravam o céu, servindo de esteios, impedindo-o de colar-se à Terra. Talvez as pessoas, apesar do medo, estivessem experimentando tocar o céu com as mãos...


Nisso, um menino de 5 anos pegou algumas penas de nambu, "mawir" na língua tupi-mondé dos índios ikolens, e fez flechas. Crianças dos ikolens não podem comer essa espécie de nambu, senão ficam aleijadas. Era um nambu redondinho, como a abóbada celeste.


O céu era duríssimo, mas o menino esperto atirou suas flechas adornadas com plumas de mawir. Espanto e alívio! A cada f lechada do garotinho, o céu subia um bom pedaço. Foram três, até o céu ficar como é hoje.


Fonte: https://novaescola.org.br/conteudo/3165/o-ceu-ameaca-a-terra. Acesso em 27/12/2024. Texto adaptado

“Nessa época, o céu ficava muito longe da Terra, mal dava para ver seu azul” (2º parágrafo). Nesse trecho, a palavra destacada, em seu contexto de uso, significa:
Alternativas
Q3286173 Português

Leia o texto a seguir:


O céu ameaça a terra


Meninos e meninas do povo ikolen-gavião, de Rondônia, sentamse à noite ao redor da fogueira e olham o céu estrelado. Estão maravilhados, mas têm medo: um velho pajé acaba de contar como, antigamente, o céu quase esmagou a Terra.


Era muito antes dos avós dos avós dos meninos, era no começo dos tempos. A humanidade esteve por um fio: podia ser o fim do mundo. Nessa época, o céu ficava muito longe da Terra, mal dava para ver seu azul.


Um dia, ouviu-se trovejar, com estrondo ensurdecedor. O céu começou a tremer e, bem devagarinho, foi caindo, caindo. Homens, mulheres e crianças mal conseguiam ficar em pé e fugiam apavorados para debaixo das árvores ou para dentro de tocas. Só coqueiros e mamoeiros seguravam o céu, servindo de esteios, impedindo-o de colar-se à Terra. Talvez as pessoas, apesar do medo, estivessem experimentando tocar o céu com as mãos...


Nisso, um menino de 5 anos pegou algumas penas de nambu, "mawir" na língua tupi-mondé dos índios ikolens, e fez flechas. Crianças dos ikolens não podem comer essa espécie de nambu, senão ficam aleijadas. Era um nambu redondinho, como a abóbada celeste.


O céu era duríssimo, mas o menino esperto atirou suas flechas adornadas com plumas de mawir. Espanto e alívio! A cada f lechada do garotinho, o céu subia um bom pedaço. Foram três, até o céu ficar como é hoje.


Fonte: https://novaescola.org.br/conteudo/3165/o-ceu-ameaca-a-terra. Acesso em 27/12/2024. Texto adaptado

Na história, o narrador é:
Alternativas
Q3286172 Português

Leia o texto a seguir:


O céu ameaça a terra


Meninos e meninas do povo ikolen-gavião, de Rondônia, sentamse à noite ao redor da fogueira e olham o céu estrelado. Estão maravilhados, mas têm medo: um velho pajé acaba de contar como, antigamente, o céu quase esmagou a Terra.


Era muito antes dos avós dos avós dos meninos, era no começo dos tempos. A humanidade esteve por um fio: podia ser o fim do mundo. Nessa época, o céu ficava muito longe da Terra, mal dava para ver seu azul.


Um dia, ouviu-se trovejar, com estrondo ensurdecedor. O céu começou a tremer e, bem devagarinho, foi caindo, caindo. Homens, mulheres e crianças mal conseguiam ficar em pé e fugiam apavorados para debaixo das árvores ou para dentro de tocas. Só coqueiros e mamoeiros seguravam o céu, servindo de esteios, impedindo-o de colar-se à Terra. Talvez as pessoas, apesar do medo, estivessem experimentando tocar o céu com as mãos...


Nisso, um menino de 5 anos pegou algumas penas de nambu, "mawir" na língua tupi-mondé dos índios ikolens, e fez flechas. Crianças dos ikolens não podem comer essa espécie de nambu, senão ficam aleijadas. Era um nambu redondinho, como a abóbada celeste.


O céu era duríssimo, mas o menino esperto atirou suas flechas adornadas com plumas de mawir. Espanto e alívio! A cada f lechada do garotinho, o céu subia um bom pedaço. Foram três, até o céu ficar como é hoje.


Fonte: https://novaescola.org.br/conteudo/3165/o-ceu-ameaca-a-terra. Acesso em 27/12/2024. Texto adaptado

A personagem principal da história é/são:
Alternativas
Q3286171 Português

Leia o texto a seguir:


O céu ameaça a terra


Meninos e meninas do povo ikolen-gavião, de Rondônia, sentamse à noite ao redor da fogueira e olham o céu estrelado. Estão maravilhados, mas têm medo: um velho pajé acaba de contar como, antigamente, o céu quase esmagou a Terra.


Era muito antes dos avós dos avós dos meninos, era no começo dos tempos. A humanidade esteve por um fio: podia ser o fim do mundo. Nessa época, o céu ficava muito longe da Terra, mal dava para ver seu azul.


Um dia, ouviu-se trovejar, com estrondo ensurdecedor. O céu começou a tremer e, bem devagarinho, foi caindo, caindo. Homens, mulheres e crianças mal conseguiam ficar em pé e fugiam apavorados para debaixo das árvores ou para dentro de tocas. Só coqueiros e mamoeiros seguravam o céu, servindo de esteios, impedindo-o de colar-se à Terra. Talvez as pessoas, apesar do medo, estivessem experimentando tocar o céu com as mãos...


Nisso, um menino de 5 anos pegou algumas penas de nambu, "mawir" na língua tupi-mondé dos índios ikolens, e fez flechas. Crianças dos ikolens não podem comer essa espécie de nambu, senão ficam aleijadas. Era um nambu redondinho, como a abóbada celeste.


O céu era duríssimo, mas o menino esperto atirou suas flechas adornadas com plumas de mawir. Espanto e alívio! A cada f lechada do garotinho, o céu subia um bom pedaço. Foram três, até o céu ficar como é hoje.


Fonte: https://novaescola.org.br/conteudo/3165/o-ceu-ameaca-a-terra. Acesso em 27/12/2024. Texto adaptado

“Homens, mulheres e crianças mal conseguiam ficar em pé e fugiam apavorados para debaixo das árvores ou para dentro de tocas” (3º parágrafo). Essa reação das pessoas ocorreu, devido:
Alternativas
Q3286170 Português

Leia o texto a seguir:


O céu ameaça a terra


Meninos e meninas do povo ikolen-gavião, de Rondônia, sentamse à noite ao redor da fogueira e olham o céu estrelado. Estão maravilhados, mas têm medo: um velho pajé acaba de contar como, antigamente, o céu quase esmagou a Terra.


Era muito antes dos avós dos avós dos meninos, era no começo dos tempos. A humanidade esteve por um fio: podia ser o fim do mundo. Nessa época, o céu ficava muito longe da Terra, mal dava para ver seu azul.


Um dia, ouviu-se trovejar, com estrondo ensurdecedor. O céu começou a tremer e, bem devagarinho, foi caindo, caindo. Homens, mulheres e crianças mal conseguiam ficar em pé e fugiam apavorados para debaixo das árvores ou para dentro de tocas. Só coqueiros e mamoeiros seguravam o céu, servindo de esteios, impedindo-o de colar-se à Terra. Talvez as pessoas, apesar do medo, estivessem experimentando tocar o céu com as mãos...


Nisso, um menino de 5 anos pegou algumas penas de nambu, "mawir" na língua tupi-mondé dos índios ikolens, e fez flechas. Crianças dos ikolens não podem comer essa espécie de nambu, senão ficam aleijadas. Era um nambu redondinho, como a abóbada celeste.


O céu era duríssimo, mas o menino esperto atirou suas flechas adornadas com plumas de mawir. Espanto e alívio! A cada f lechada do garotinho, o céu subia um bom pedaço. Foram três, até o céu ficar como é hoje.


Fonte: https://novaescola.org.br/conteudo/3165/o-ceu-ameaca-a-terra. Acesso em 27/12/2024. Texto adaptado

A ideia principal do texto é:
Alternativas
Q3286169 Português

Leia o texto a seguir:


O céu ameaça a terra


Meninos e meninas do povo ikolen-gavião, de Rondônia, sentamse à noite ao redor da fogueira e olham o céu estrelado. Estão maravilhados, mas têm medo: um velho pajé acaba de contar como, antigamente, o céu quase esmagou a Terra.


Era muito antes dos avós dos avós dos meninos, era no começo dos tempos. A humanidade esteve por um fio: podia ser o fim do mundo. Nessa época, o céu ficava muito longe da Terra, mal dava para ver seu azul.


Um dia, ouviu-se trovejar, com estrondo ensurdecedor. O céu começou a tremer e, bem devagarinho, foi caindo, caindo. Homens, mulheres e crianças mal conseguiam ficar em pé e fugiam apavorados para debaixo das árvores ou para dentro de tocas. Só coqueiros e mamoeiros seguravam o céu, servindo de esteios, impedindo-o de colar-se à Terra. Talvez as pessoas, apesar do medo, estivessem experimentando tocar o céu com as mãos...


Nisso, um menino de 5 anos pegou algumas penas de nambu, "mawir" na língua tupi-mondé dos índios ikolens, e fez flechas. Crianças dos ikolens não podem comer essa espécie de nambu, senão ficam aleijadas. Era um nambu redondinho, como a abóbada celeste.


O céu era duríssimo, mas o menino esperto atirou suas flechas adornadas com plumas de mawir. Espanto e alívio! A cada f lechada do garotinho, o céu subia um bom pedaço. Foram três, até o céu ficar como é hoje.


Fonte: https://novaescola.org.br/conteudo/3165/o-ceu-ameaca-a-terra. Acesso em 27/12/2024. Texto adaptado

“Um dia, ouviu-se trovejar, com estrondo ensurdecedor” (3º parágrafo). A palavra destacada, em seu contexto de uso, significa:
Alternativas
Q3286168 Português

Leia o texto a seguir:


O céu ameaça a terra


Meninos e meninas do povo ikolen-gavião, de Rondônia, sentamse à noite ao redor da fogueira e olham o céu estrelado. Estão maravilhados, mas têm medo: um velho pajé acaba de contar como, antigamente, o céu quase esmagou a Terra.


Era muito antes dos avós dos avós dos meninos, era no começo dos tempos. A humanidade esteve por um fio: podia ser o fim do mundo. Nessa época, o céu ficava muito longe da Terra, mal dava para ver seu azul.


Um dia, ouviu-se trovejar, com estrondo ensurdecedor. O céu começou a tremer e, bem devagarinho, foi caindo, caindo. Homens, mulheres e crianças mal conseguiam ficar em pé e fugiam apavorados para debaixo das árvores ou para dentro de tocas. Só coqueiros e mamoeiros seguravam o céu, servindo de esteios, impedindo-o de colar-se à Terra. Talvez as pessoas, apesar do medo, estivessem experimentando tocar o céu com as mãos...


Nisso, um menino de 5 anos pegou algumas penas de nambu, "mawir" na língua tupi-mondé dos índios ikolens, e fez flechas. Crianças dos ikolens não podem comer essa espécie de nambu, senão ficam aleijadas. Era um nambu redondinho, como a abóbada celeste.


O céu era duríssimo, mas o menino esperto atirou suas flechas adornadas com plumas de mawir. Espanto e alívio! A cada f lechada do garotinho, o céu subia um bom pedaço. Foram três, até o céu ficar como é hoje.


Fonte: https://novaescola.org.br/conteudo/3165/o-ceu-ameaca-a-terra. Acesso em 27/12/2024. Texto adaptado

O texto anterior é um conto indígena que busca explicar:
Alternativas
Q3286116 Português
“Como cidadãos, podemos contribuir para a conservação e proteção das árvores com ações em nossa própria casa, procurando os órgãos de meio ambiente para saber qual espécie melhor se adapta na minha região, o local correto para o plantio, quais os cuidados necessários. Afinal, plantar uma árvore é essencial, mas requer responsabilidades e cuidados no plantio com a escolha de espécies nativas e seus manejos.”
Márcia Cristiane Kravetz Andrade
Na organização temática do texto, desenvolvese a ideia de que é:
Alternativas
Q3286115 Português
Imagem associada para resolução da questão
Disponível em: https://www.gov.br
O propósito dessa campanha está voltado para:
Alternativas
Q3286113 Português
O trabalho em parceria pode ser uma grande contribuição para o sucesso da empresa e do profissional. Quando os membros de uma equipe trabalham de forma compartilhada, a dinâmica do processo se torna mais eficiente, pois a troca de conhecimentos e experiências ocorre de maneira mais natural. Assim, com perspectivas e habilidades variadas, o olhar para o negócio se torna mais amplo, criativo e inovador.
Outro benefício é que, por trabalharem unidos, fica mais fácil para os colaboradores se adaptarem em momentos de mudança. Juntos, os membros da empresa conseguem pensar em estratégias mais competitivas diante de cenários desafiadores e em soluções mais rápidas.
Disponível em: https://poderdaescuta.com (adaptado)
Sobre o conteúdo do texto, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3286111 Português
Imagem associada para resolução da questão

O autor do poema “Reflexo”:
Alternativas
Q3286021 Português
Entre as palavras abaixo, uma é considerada preposição, assinale-a. 
Alternativas
Respostas
37641: E
37642: B
37643: A
37644: C
37645: B
37646: D
37647: D
37648: A
37649: A
37650: C
37651: D
37652: A
37653: B
37654: C
37655: B
37656: C
37657: A
37658: D
37659: C
37660: E