Questões de Concurso Sobre português
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TEXTO PARA A QUESTÃO.
O desafio da convivência em uma sociedade conectada.
Nunca a humanidade produziu e compartilhou tantas informações quanto na atualidade. Em poucos segundos, notícias atravessam continentes, opiniões se multiplicam nas redes sociais e acontecimentos locais tornam-se conhecidos em escala mundial. Paradoxalmente, essa facilidade de comunicação não tem sido suficiente para fortalecer o diálogo entre as pessoas. Em muitos casos, observa-se justamente o contrário: opiniões divergentes passam a ser tratadas como ofensas pessoais, o respeito cede espaço à intolerância e o debate perde qualidade.
Nesse contexto, torna-se evidente que o acesso à informação, embora indispensável, não garante, por si só, uma convivência democrática. Saber ouvir, interpretar diferentes pontos de vista e fundamentar argumentos com responsabilidade constituem habilidades tão importantes quanto dominar tecnologias ou acumular conhecimentos técnicos. Afinal, a informação somente produz transformação quando é acompanhada de reflexão crítica.
A escola, por sua vez, desempenha papel essencial na formação de cidadãos capazes de exercer a participação social de forma ética e consciente. Mais do que transmitir conteúdos, ela deve promover experiências que desenvolvam a autonomia intelectual, o pensamento crítico e o respeito às diferenças. Esse compromisso ultrapassa os limites da sala de aula, pois prepara indivíduos para enfrentar desafios sociais cada vez mais complexos.
Assim, em uma sociedade marcada pela velocidade das mudanças, o verdadeiro diferencial não está apenas na quantidade de informações disponíveis, mas na capacidade de utilizá-las com discernimento, responsabilidade e compromisso com o bem coletivo. O desenvolvimento de uma comunidade mais justa depende menos da tecnologia em si e muito mais da forma como as pessoas escolhem agir diante dela.
Observe o período abaixo.
"Nesse contexto, torna-se evidente que o acesso à informação, embora indispensável, não garante, por si só, uma convivência democrática."
A expressão destacada "embora indispensável" estabelece, em relação à oração principal, uma ideia de:
TEXTO PARA A QUESTÃO.
O desafio da convivência em uma sociedade conectada.
Nunca a humanidade produziu e compartilhou tantas informações quanto na atualidade. Em poucos segundos, notícias atravessam continentes, opiniões se multiplicam nas redes sociais e acontecimentos locais tornam-se conhecidos em escala mundial. Paradoxalmente, essa facilidade de comunicação não tem sido suficiente para fortalecer o diálogo entre as pessoas. Em muitos casos, observa-se justamente o contrário: opiniões divergentes passam a ser tratadas como ofensas pessoais, o respeito cede espaço à intolerância e o debate perde qualidade.
Nesse contexto, torna-se evidente que o acesso à informação, embora indispensável, não garante, por si só, uma convivência democrática. Saber ouvir, interpretar diferentes pontos de vista e fundamentar argumentos com responsabilidade constituem habilidades tão importantes quanto dominar tecnologias ou acumular conhecimentos técnicos. Afinal, a informação somente produz transformação quando é acompanhada de reflexão crítica.
A escola, por sua vez, desempenha papel essencial na formação de cidadãos capazes de exercer a participação social de forma ética e consciente. Mais do que transmitir conteúdos, ela deve promover experiências que desenvolvam a autonomia intelectual, o pensamento crítico e o respeito às diferenças. Esse compromisso ultrapassa os limites da sala de aula, pois prepara indivíduos para enfrentar desafios sociais cada vez mais complexos.
Assim, em uma sociedade marcada pela velocidade das mudanças, o verdadeiro diferencial não está apenas na quantidade de informações disponíveis, mas na capacidade de utilizá-las com discernimento, responsabilidade e compromisso com o bem coletivo. O desenvolvimento de uma comunidade mais justa depende menos da tecnologia em si e muito mais da forma como as pessoas escolhem agir diante dela.
No segundo parágrafo, o autor afirma que "a informação somente produz transformação quando é acompanhada de reflexão crítica."
A partir dessa afirmação e do contexto global do texto, pode-se inferir corretamente que:
TEXTO PARA A QUESTÃO.
O desafio da convivência em uma sociedade conectada.
Nunca a humanidade produziu e compartilhou tantas informações quanto na atualidade. Em poucos segundos, notícias atravessam continentes, opiniões se multiplicam nas redes sociais e acontecimentos locais tornam-se conhecidos em escala mundial. Paradoxalmente, essa facilidade de comunicação não tem sido suficiente para fortalecer o diálogo entre as pessoas. Em muitos casos, observa-se justamente o contrário: opiniões divergentes passam a ser tratadas como ofensas pessoais, o respeito cede espaço à intolerância e o debate perde qualidade.
Nesse contexto, torna-se evidente que o acesso à informação, embora indispensável, não garante, por si só, uma convivência democrática. Saber ouvir, interpretar diferentes pontos de vista e fundamentar argumentos com responsabilidade constituem habilidades tão importantes quanto dominar tecnologias ou acumular conhecimentos técnicos. Afinal, a informação somente produz transformação quando é acompanhada de reflexão crítica.
A escola, por sua vez, desempenha papel essencial na formação de cidadãos capazes de exercer a participação social de forma ética e consciente. Mais do que transmitir conteúdos, ela deve promover experiências que desenvolvam a autonomia intelectual, o pensamento crítico e o respeito às diferenças. Esse compromisso ultrapassa os limites da sala de aula, pois prepara indivíduos para enfrentar desafios sociais cada vez mais complexos.
Assim, em uma sociedade marcada pela velocidade das mudanças, o verdadeiro diferencial não está apenas na quantidade de informações disponíveis, mas na capacidade de utilizá-las com discernimento, responsabilidade e compromisso com o bem coletivo. O desenvolvimento de uma comunidade mais justa depende menos da tecnologia em si e muito mais da forma como as pessoas escolhem agir diante dela.
Conheça benefícios e saiba _________ a leitura é importante
A leitura é uma habilidade social, uma ponte de acesso ao mundo e às outras pessoas. Para a neurociência, é uma das habilidades mais incríveis que a humanidade já desenvolveu. Principalmente _________ a leitura é capaz de transformar nosso cérebro. [...] Afinal, precisamos ser apresentados a um conjunto de códigos para, finalmente, aprendermos essa habilidade. Assim, a leitura é importante __________?
Um importante __________ é o fato de a leitura promover novas descobertas, posicionamentos e discussões, possibilitando o desenvolvimento de empatia e sensibilidade sobre o outro. E também __________ a leitura possibilita ao estudante uma jornada de desenvolvimento mais autônoma em que poderá encontrar muito mais facilidade para falar, perguntar, opinar e formular perguntas, bem como encontrar caminhos para respondê-las.
(Disponível em: https://www.arvore.com.br/blog/por-que-leitura-e-importante. Acesso em: 01 ago. 2026. Adaptado.)
Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas no texto:
I.Concentrados , a filha e o amigo brincavam de criar histórias de aventura.
II.Chegaram correndo do terreiro. Estavam cobertos de lama: cobertos o cabelo, a roupa, o corpo.
III.Como se um grande redemoinho tivesse passado pelo quintal e derrubado as folhas, as flores e os galhos velhos . Eram crianças.
IV.Toda sua ânsia e desejos, todos seus sacrifícios e renúncias. Ela sabia aonde havia chegado.
É correta a concordância nominal em:
(__)Em "Era um abrir e fechar de livros e não decidia qual leria", a concordância está correta porque o verbo pode ficar no singular se os substantivos formam uma noção única.
(__)Em "Tanto ficção científica quanto romance de fantasia eram lidos com voracidade", há duas possibilidades de concordância porque, se o sujeito composto tem os seus núcleos ligados por série aditiva enfática, o verbo concorda com o mais próximo ou vai para o plural.
(__)Em "Cada um daqueles livros seria lido com tempo e dedicação", o verbo fica no singular porque o sujeito é representado pela expressão "cada um de".
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
(__)Na frase "Estava tão cansada que a única coisa que queria era tomar um banho quente, tomar um chá e ler seu livro a meia luz", não há acento grave antes de "meia luz" porque não se emprega o sinal grave indicativo de crase nas expressões cristalizadas formadas pelo adjetivo "meia".
(__)Na frase "Ao ler o primeiro capítulo, custou a compreender o que aquelas palavras queriam dizer", a ausência de crase na preposição "a" dá-se porque ela está seguida de verbo no infinitivo, logo, não é possível o acento grave.
(__)Na frase "De capa à capa, fez inúmeras anotações. Era assim que lia", a crase está correta porque a expressão "capa à capa" é uma locução formada por palavras femininas repetidas. O mesmo acontece em "face à face", "cara à cara", "gota à gota".
(__)Na frase "À medida que lia, entranhava naquela biografia como se fosse a sua própria história escrita ali", a crase em "à medida que" está correta porque essa expressão é uma locução conjuntiva formada por palavras femininas e consagrada pelo uso com o acento indicativo de crase. O mesmo ocorre em "à proporção que". Já em expressões como "à prestação", "à frente" e "à vista", a crase também é empregada, por se tratarem de locuções formadas por termos femininos.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
(__)De acordo com o texto, considerar as pessoas negras e indígenas como "monstros" é parte de um projeto de negar-lhes dignidade humana, de não reconhecê-las em igualdade com as pessoas brancas e de não conferir-lhes a mesma humanidade que se confere a uma pessoa branca.
(__)A segregação do corpo negro do espaço público deu-se como parte do processo pós-abolição. Naquele momento, segregar esse corpo era importante para prevenir violências diante do fim da escravização. Hoje, essa segregação não é mais uma realidade.
(__)Faz parte do projeto de construção de um Brasil ideal o rótulo de "monstro" às pessoas negras e indígenas, colocando-as como inimigas desse projeto. Para se alcançar esse Brasil ideal, aumenta-se a agressão e opressão, desacreditando, silenciando, esmagando e extinguindo esses corpos da sociedade.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
(__)O travessão tem três empregos básicos. Entre eles o de servir para delimitar um adendo, um comentário, uma ponderação que se intercala no discurso. É o que acontece nos parágrafos 1, 3 e 4.
(__)As aspas, especialmente as duplas, têm a função de delimitar palavras, expressões e trechos, de acordo com o que o autor deseja indicar. No caso do parágrafo 2, as aspas foram utilizadas para abrir e fechar uma citação.
(__)O autor lançou mão dos parênteses em duas situações, nos parágrafos 1 e 3. Esse sinal de pontuação tem como função intercalar num texto qualquer indicação acessória. No caso do parágrafo 1, eles foram usados para inserir no texto um comentário, uma ressalva, uma ponderação, uma explicação. No parágrafo 3, os parênteses foram usados para esclarecer ou informar o sentido de uma palavra ou expressão.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
I.No terceiro parágrafo, o pronome demonstrativo "esta", em "Esta solução depende do sucesso daquela", refere-se à "condenação do monstro". Já o pronome demonstrativo "aquela" tem como referente "a invenção do monstro". Desse modo, o autor do texto reforça o sentido gradativo da enumeração anterior, a qual consolida o projeto da elite burguesa: não basta estigmatizar pessoas indígenas e negras, é preciso condenar o monstro e, para isso, é preciso inventá-las como monstros, caçá-las e, então, condená-las.
II.No quarto parágrafo , o autor escreve: "[...] a elite burguesa e o Estado a seu serviço". Para construir a coesão e os sentidos pretendidos, ele lança mão do pronome "seu", acompanhando o substantivo "serviço". Nesse contexto, o sentido que o autor elabora é de que o Estado está a serviço da elite burguesa.
III.No quinto parágrafo, o autor usa o pronome demonstrativo "isso" duas vezes para estabelecer a coesão e evitar repetições desnecessárias. Na primeira ocorrência, claramente, compreende-se que o pronome refere-se a tudo que foi exposto ao longo do texto até ali, o que é reforçado pela expressão "até aqui". Já na segunda ocorrência, o pronome refere-se à "aprovação da redução da maioridade penal".
É correto o que se afirma em:
"Para jovens negros da periferia, tudo isso que esboço aqui, reforço, tem a ver com a gravidade que se ampliará com a aprovação da redução da maioridade penal. E isso, admitido pelo direito posto, é trágico."
I.A vírgula após "periferia" foi usada para indicar o deslocamento de um termo da ordem direta da oração (Tudo isso que esboço aqui, reforço, tem a ver com a gravidade que se ampliará com a aprovação da redução da maioridade penal para jovens negros da periferia).
II.As vírgulas antes e depois de "reforço" são opcionais. Sem elas, a construção da oração não fica comprometida.
III.As vírgulas antes e depois de "admitido pelo direito posto" são necessárias porque delimitam um aposto explicativo.
É correto o que se afirma em:
[...]
A invenção do que podemos chamar de presença-monstro (que é parte do negar dignidade humana a pessoas negras e indígenas, do afirmar que ela não é igual a uma pessoa branca, não tem a humanidade de uma pessoa branca), no Brasil, em perspectiva histórica, ganhará nova dimensão, nova sofisticação, após os adventos da Lei Áurea e da Proclamação da República — a partir da instituição da República, esse deslocamento ganha complexidade e amplitude maiores, mais evidentes, ciclos de novas violências que se oportunizam como verdadeiro processo de isolamento racial ao longo das décadas seguintes. São dois momentos que colocam a relação entre o Estado brasileiro e as pessoas não brancas em outro plano.
Veja-se o que observa Érico Andrade no seu livro Negritude sem identidade: Sobre as narrativas singulares das pessoas negras (n-1 edições, 2023): "[...] o Estado brasileiro se comprometerá, no pós-abolição, em segregar o corpo negro do espaço público na forma de uma espécie de violência preventiva em face da 'desordem'. Essa desordem acompanharia o corpo negro em suas mais diversas manifestações culturais. A violência preventiva designa a ação do Estado brasileiro para marginalizar o corpo negro. Nesse sentido o corpo negro se encontra emboscado".
Em algum momento do seu processo de dominação do território brasileiro, essa elite burguesa, pretendendo-se eterna Narciso-rei, e sempre ganhando com a desordem-ordem, percebe que o grau da estigmatização das pessoas indígenas e negras deve ser deslocado para outro patamar e proclama: não se dialoga com monstro — e pode ser sutil o passar da estigmatização subalternizadora (desrespeitosa) para a invenção do monstro, para a caçada e a condenação do monstro. Esta solução depende do sucesso daquela.
Assim, a elite burguesa e o Estado a seu serviço decidem por transformar o processo todo em uma perpétua temporada de caça, destinando aos subordinados movimentações institucionais muito sutis, movimentações institucionais nada sutis, que adesivem neles o rótulo de inimigo-monstro, presença-monstro, do projeto de construção de um Brasil ideal — o que justificará o colocar em movimento uma máquina mais agressiva e mais bem elaborada de oprimir, uma ideologia mais efetiva de desacreditar, de silenciar, de esmagar, de extinguir.
Para jovens negros da periferia, tudo isso que esboço aqui, reforço, tem a ver com a gravidade que se ampliará com a aprovação da redução da maioridade penal. E isso, admitido pelo direito posto, é trágico.
[...]
(Disponível em:
https://revistacult.uol.com.br/home/mamae-o-monstro-vai-me-comer/.
Acesso em: 01 ago. 2026. Adaptado.)
"Para jovens negros da periferia, tudo isso que esboço aqui, reforço, tem a ver com a gravidade que se ampliará com a aprovação da redução da maioridade penal. E isso, admitido pelo direito posto, é trágico."
I.A vírgula após "periferia" foi usada para indicar o deslocamento de um termo da ordem direta da oração (Tudo isso que esboço aqui, reforço, tem a ver com a gravidade que se ampliará com a aprovação da redução da maioridade penal para jovens negros da periferia).
II.As vírgulas antes e depois de "reforço" são opcionais. Sem elas, a construção da oração não fica comprometida.
III.As vírgulas antes e depois de "admitido pelo direito posto" são necessárias porque delimitam um aposto explicativo.
É correto o que se afirma em:
[...]
A invenção do que podemos chamar de presença-monstro (que é parte do negar dignidade humana a pessoas negras e indígenas, do afirmar que ela não é igual a uma pessoa branca, não tem a humanidade de uma pessoa branca), no Brasil, em perspectiva histórica, ganhará nova dimensão, nova sofisticação, após os adventos da Lei Áurea e da Proclamação da República — a partir da instituição da República, esse deslocamento ganha complexidade e amplitude maiores, mais evidentes, ciclos de novas violências que se oportunizam como verdadeiro processo de isolamento racial ao longo das décadas seguintes. São dois momentos que colocam a relação entre o Estado brasileiro e as pessoas não brancas em outro plano.
Veja-se o que observa Érico Andrade no seu livro Negritude sem identidade: Sobre as narrativas singulares das pessoas negras (n-1 edições, 2023): "[...] o Estado brasileiro se comprometerá, no pós-abolição, em segregar o corpo negro do espaço público na forma de uma espécie de violência preventiva em face da 'desordem'. Essa desordem acompanharia o corpo negro em suas mais diversas manifestações culturais. A violência preventiva designa a ação do Estado brasileiro para marginalizar o corpo negro. Nesse sentido o corpo negro se encontra emboscado".
Em algum momento do seu processo de dominação do território brasileiro, essa elite burguesa, pretendendo-se eterna Narciso-rei, e sempre ganhando com a desordem-ordem, percebe que o grau da estigmatização das pessoas indígenas e negras deve ser deslocado para outro patamar e proclama: não se dialoga com monstro — e pode ser sutil o passar da estigmatização subalternizadora (desrespeitosa) para a invenção do monstro, para a caçada e a condenação do monstro. Esta solução depende do sucesso daquela.
Assim, a elite burguesa e o Estado a seu serviço decidem por transformar o processo todo em uma perpétua temporada de caça, destinando aos subordinados movimentações institucionais muito sutis, movimentações institucionais nada sutis, que adesivem neles o rótulo de inimigo-monstro, presença-monstro, do projeto de construção de um Brasil ideal — o que justificará o colocar em movimento uma máquina mais agressiva e mais bem elaborada de oprimir, uma ideologia mais efetiva de desacreditar, de silenciar, de esmagar, de extinguir.
Para jovens negros da periferia, tudo isso que esboço aqui, reforço, tem a ver com a gravidade que se ampliará com a aprovação da redução da maioridade penal. E isso, admitido pelo direito posto, é trágico.
[...]
(Disponível em:
https://revistacult.uol.com.br/home/mamae-o-monstro-vai-me-comer/.
Acesso em: 01 ago. 2026. Adaptado.)
(__)De acordo com o texto, considerar as pessoas negras e indígenas como "monstros" é parte de um projeto de negar-lhes dignidade humana, de não reconhecê-las em igualdade com as pessoas brancas e de não conferir-lhes a mesma humanidade que se confere a uma pessoa branca.
(__)A segregação do corpo negro do espaço público deu-se como parte do processo pós-abolição. Naquele momento, segregar esse corpo era importante para prevenir violências diante do fim da escravização. Hoje, essa segregação não é mais uma realidade.
(__)Faz parte do projeto de construção de um Brasil ideal o rótulo de "monstro" às pessoas negras e indígenas, colocando-as como inimigas desse projeto. Para se alcançar esse Brasil ideal, aumenta-se a agressão e opressão, desacreditando, silenciando, esmagando e extinguindo esses corpos da sociedade.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
TEXTO PARA A QUESTÃO
Em uma sociedade cada vez mais acelerada, é comum que muitas pessoas acreditem que apenas grandes ações sejam capazes de produzir mudanças importantes. No entanto, atitudes simples, praticadas diariamente, podem transformar não apenas a convivência entre os cidadãos, mas também a qualidade de vida de toda uma comunidade.
Quando um morador separa corretamente os resíduos para a coleta seletiva, respeita os espaços públicos ou auxilia um vizinho com dificuldades, está contribuindo para fortalecer valores como solidariedade, responsabilidade e respeito ao bem coletivo. Da mesma forma, servidores públicos que desempenham suas funções com ética, cordialidade e compromisso ajudam a construir uma relação de confiança entre a população e a administração pública.
Embora essas atitudes pareçam pequenas quando analisadas isoladamente, seus efeitos tornam-se significativos quando são repetidos por muitas pessoas. Afinal, uma cidade organizada, limpa e acolhedora não depende apenas do trabalho do poder público, mas também da participação consciente de cada cidadão. Por essa razão, especialistas afirmam que a construção de uma sociedade mais justa exige não apenas investimentos em infraestrutura, educação e segurança, mas também o fortalecimento de valores éticos e do sentimento de pertencimento à coletividade. Assim, compreender que cada ação individual produz reflexos no ambiente em que vivemos representa um dos primeiros passos para o exercício pleno da cidadania.
Considere o período:
"Por essa razão, especialistas afirmam que a construção de uma sociedade mais justa exige não apenas investimentos em infraestrutura, educação e segurança, mas também o fortalecimento de valores éticos."
Em relação ao emprego das vírgulas nesse trecho, é correto afirmar que elas foram utilizadas para:
TEXTO PARA A QUESTÃO
Em uma sociedade cada vez mais acelerada, é comum que muitas pessoas acreditem que apenas grandes ações sejam capazes de produzir mudanças importantes. No entanto, atitudes simples, praticadas diariamente, podem transformar não apenas a convivência entre os cidadãos, mas também a qualidade de vida de toda uma comunidade.
Quando um morador separa corretamente os resíduos para a coleta seletiva, respeita os espaços públicos ou auxilia um vizinho com dificuldades, está contribuindo para fortalecer valores como solidariedade, responsabilidade e respeito ao bem coletivo. Da mesma forma, servidores públicos que desempenham suas funções com ética, cordialidade e compromisso ajudam a construir uma relação de confiança entre a população e a administração pública.
Embora essas atitudes pareçam pequenas quando analisadas isoladamente, seus efeitos tornam-se significativos quando são repetidos por muitas pessoas. Afinal, uma cidade organizada, limpa e acolhedora não depende apenas do trabalho do poder público, mas também da participação consciente de cada cidadão. Por essa razão, especialistas afirmam que a construção de uma sociedade mais justa exige não apenas investimentos em infraestrutura, educação e segurança, mas também o fortalecimento de valores éticos e do sentimento de pertencimento à coletividade. Assim, compreender que cada ação individual produz reflexos no ambiente em que vivemos representa um dos primeiros passos para o exercício pleno da cidadania.
Analise a palavra destacada.
FORTALECIMENTO
Sobre sua formação e estrutura, assinale a alternativa correta.
TEXTO PARA A QUESTÃO
Em uma sociedade cada vez mais acelerada, é comum que muitas pessoas acreditem que apenas grandes ações sejam capazes de produzir mudanças importantes. No entanto, atitudes simples, praticadas diariamente, podem transformar não apenas a convivência entre os cidadãos, mas também a qualidade de vida de toda uma comunidade.
Quando um morador separa corretamente os resíduos para a coleta seletiva, respeita os espaços públicos ou auxilia um vizinho com dificuldades, está contribuindo para fortalecer valores como solidariedade, responsabilidade e respeito ao bem coletivo. Da mesma forma, servidores públicos que desempenham suas funções com ética, cordialidade e compromisso ajudam a construir uma relação de confiança entre a população e a administração pública.
Embora essas atitudes pareçam pequenas quando analisadas isoladamente, seus efeitos tornam-se significativos quando são repetidos por muitas pessoas. Afinal, uma cidade organizada, limpa e acolhedora não depende apenas do trabalho do poder público, mas também da participação consciente de cada cidadão. Por essa razão, especialistas afirmam que a construção de uma sociedade mais justa exige não apenas investimentos em infraestrutura, educação e segurança, mas também o fortalecimento de valores éticos e do sentimento de pertencimento à coletividade. Assim, compreender que cada ação individual produz reflexos no ambiente em que vivemos representa um dos primeiros passos para o exercício pleno da cidadania.
Observe o trecho:
"Da mesma forma, servidores públicos que desempenham suas funções com ética, cordialidade e compromisso ajudam a construir uma relação de confiança entre a população e a administração pública."
A expressão "Da mesma forma" estabelece, em relação ao parágrafo anterior, uma ideia de:
TEXTO PARA A QUESTÃO
Em uma sociedade cada vez mais acelerada, é comum que muitas pessoas acreditem que apenas grandes ações sejam capazes de produzir mudanças importantes. No entanto, atitudes simples, praticadas diariamente, podem transformar não apenas a convivência entre os cidadãos, mas também a qualidade de vida de toda uma comunidade.
Quando um morador separa corretamente os resíduos para a coleta seletiva, respeita os espaços públicos ou auxilia um vizinho com dificuldades, está contribuindo para fortalecer valores como solidariedade, responsabilidade e respeito ao bem coletivo. Da mesma forma, servidores públicos que desempenham suas funções com ética, cordialidade e compromisso ajudam a construir uma relação de confiança entre a população e a administração pública.
Embora essas atitudes pareçam pequenas quando analisadas isoladamente, seus efeitos tornam-se significativos quando são repetidos por muitas pessoas. Afinal, uma cidade organizada, limpa e acolhedora não depende apenas do trabalho do poder público, mas também da participação consciente de cada cidadão. Por essa razão, especialistas afirmam que a construção de uma sociedade mais justa exige não apenas investimentos em infraestrutura, educação e segurança, mas também o fortalecimento de valores éticos e do sentimento de pertencimento à coletividade. Assim, compreender que cada ação individual produz reflexos no ambiente em que vivemos representa um dos primeiros passos para o exercício pleno da cidadania.
No terceiro parágrafo, o autor afirma que "essas atitudes pareçam pequenas quando analisadas isoladamente".
Considerando o contexto em que essa expressão foi empregada, assinale a alternativa que melhor traduz o sentido pretendido pelo autor.
TEXTO PARA A QUESTÃO
Em uma sociedade cada vez mais acelerada, é comum que muitas pessoas acreditem que apenas grandes ações sejam capazes de produzir mudanças importantes. No entanto, atitudes simples, praticadas diariamente, podem transformar não apenas a convivência entre os cidadãos, mas também a qualidade de vida de toda uma comunidade.
Quando um morador separa corretamente os resíduos para a coleta seletiva, respeita os espaços públicos ou auxilia um vizinho com dificuldades, está contribuindo para fortalecer valores como solidariedade, responsabilidade e respeito ao bem coletivo. Da mesma forma, servidores públicos que desempenham suas funções com ética, cordialidade e compromisso ajudam a construir uma relação de confiança entre a população e a administração pública.
Embora essas atitudes pareçam pequenas quando analisadas isoladamente, seus efeitos tornam-se significativos quando são repetidos por muitas pessoas. Afinal, uma cidade organizada, limpa e acolhedora não depende apenas do trabalho do poder público, mas também da participação consciente de cada cidadão. Por essa razão, especialistas afirmam que a construção de uma sociedade mais justa exige não apenas investimentos em infraestrutura, educação e segurança, mas também o fortalecimento de valores éticos e do sentimento de pertencimento à coletividade. Assim, compreender que cada ação individual produz reflexos no ambiente em que vivemos representa um dos primeiros passos para o exercício pleno da cidadania.