Questões de Concurso Sobre português

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Q3491847 Português
A menor avenida do mundo fica em Curitiba; veja qual é sua extensão


    Curitiba, essa cidade que a gente ama (apesar de às vezes reclamarmos do frio e da chuva), é cheia de particularidades. E entre os parques, os museus e as capivaras, existe uma joia peculiar que muita gente nem sabe que é avenida: a Luiz Xavier. Prepare-se para conhecer a história, as fofocas e os detalhes dessa que é carinhosamente conhecida como a menor avenida do mundo!

    Localizada no coração do Centro de Curitiba, a avenida Luiz Xavier é tão pequenina que mais parece um calçadão, ou quem sabe, um pedacinho de rua que se perdeu. Com seus modestos 50 metros de extensão, ela liga a Rua XV de Novembro (o calçadão mais famoso da cidade) à Rua Ébano Pereira. É tão curtinha que, se você piscar, pode passar direto e nem perceber que andou por uma avenida! Mas não se engane: o tamanho não diminui sua importância e seu charme histórico.

    A história da Luiz Xavier é quase um conto de fadas urbano. Antes de virar a avenida que conhecemos, esse trecho era uma espécie de viela, um atalho para os curitibanos que queriam cortar caminho entre as ruas principais. Imagine só: uma Curitiba do século passado, com carroças, bondes e gente apressada, e no meio de tudo isso, uma passagem secreta. Pois é, a Luiz Xavier era assim.

    Em 1928, um projeto visionário (e talvez um pouco ambicioso para o tamanho do local) transformou essa viela em uma avenida. A ideia era criar um acesso mais direto e elegante, mas o espaço físico era o que era. E assim nasceu a avenida Luiz Xavier, com a peculiaridade de ser incrivelmente curta.

    O nome é uma homenagem a Luiz de Freitas Xavier, um importante jornalista e político paranaense. Luiz Xavier foi figura atuante na imprensa curitibana e teve grande relevância política no estado, sendo deputado estadual e federal. Dar o nome de uma avenida, mesmo que pequena, era uma forma de reconhecimento. A escolha do nome para uma avenida tão singular rende boas risadas e debates entre os curitibanos: seria uma homenagem proporcional ao espaço ou um gesto de carinho por sua importância, independentemente do tamanho?


Fonte: Menor avenida do mundo fica em Curitiba; veja qual é sua extensão
Assinale a alternativa que apresente termo que possa substituir o termo em destaque no período, mantendo as mesmas relações de sentido no texto: Mas não se engane: o tamanho não diminui sua importância e seu charme histórico.
Alternativas
Q3491691 Português

Conheça cidade na Espanha onde é tradição moradores se encharcarem de vinho



    Uma taça de vinho da Borgonha durante o jantar. Um Chardonnay gelado ao pôr do sol. Um espumante na celebração de um casamento. Normalmente, uma taça de vinho é algo para ser apreciado, saboreado devagar. Exceto em uma pequena e tranquila cidade no norte da Espanha, onde o vinho vira munição.


    Todo dia 29 de junho, centenas de moradores se reúnem no município de Haro para celebrar o vinho pelo qual a região de La Rioja é famosa — festa que culmina na Batalla del Vino, que significa "Batalha do Vinho" na tradução literal. 


    O que começou como uma procissão religiosa até a Ermida de San Felices, um santuário histórico no alto de uma colina, evoluiu para uma vibrante festa cultural: milhares de pessoas se ensopam de vinho tinto, usando pistolas d’água, baldes e garrafas.


    O evento, caótico e animado, atrai turistas de toda parte, ansiosos para mergulhar no clima festivo. Mas, apesar dos litros e litros de vinho lançados pelos ares, autoridades locais estão preocupadas com visitantes que confundem a tradição com uma desculpa para exagerar na bebida. “Não podemos transformar isso em apenas mais uma festa de bebedeira”, disse José Luis Pérez Pastor, ministro de cultura, turismo, esportes e juventude de La Rioja, à CNN internacional.


    A programação começa às 7h30 da manhã, quando o prefeito de Haro e membros da Irmandade de San Felices lideram os peregrinos até os penhascos de Bilibio, onde fica a Ermida. Depois de uma missa celebrada no local, um foguete anuncia o início da batalha. Vestidos de branco da cabeça aos pés, com lenços vermelhos no pescoço, os participantes começam a se molhar mutuamente até ficarem tingidos de roxo.


    Embora hoje seja visto como um festival alegre e inusitado, o evento é profundamente ligado à tradição, à religiosidade e ao folclore local. Reza a lenda que tudo começou no século VI, quando peregrinos homenageavam São Felices, padroeiro de Haro, visitando as cavernas onde ele foi enterrado.


    Com o tempo, essas peregrinações deram lugar a celebrações mais animadas, com os chamados “batismos de vinho”, que evoluíram até se tornarem as batalhas que se vê hoje. Outra versão conta que, no século XII, uma disputa de terras entre Haro e a cidade vizinha de Miranda de Ebro levou os moradores a fazer caminhadas periódicas para marcar os limites das propriedades. Diz-se que isso durou mais de 400 anos — até que o costume virou bagunça, e os dois lados começaram a jogar vinho uns nos outros.


    As regras estão descritas no site oficial da Batalla del Vino: o objetivo é manchar o vizinho de vinho, deixando-o mais escuro do que o "Pendón de Haro", uma bandeira tradicional da cidade. Caminhões-tanque gigantes, cada um com até 15 mil litros de vinho, são disponibilizados pela prefeitura para abastecer os “armamentos” dos foliões.


    No total, até 50 mil litros podem ser arremessados a cada edição. Embora pareça um desperdício de bom vinho, o líquido usado na batalha não serve para engarrafamento — é de baixo valor comercial, muitas vezes excedente ou de qualidade inferior. Depois, o vinho que escorre morro abaixo é absorvido pela terra ou levado pela chuva, segundo as autoridades locais.


    Ao meio-dia, após horas de batalha, todos voltam para a Plaza de la Paz, no centro de Haro, onde desfilam ao som de bandas de metais — antes de, como manda a tradição espanhola, seguir para uma arena de touradas e outras atividades. Ao longo do dia, é comum que os participantes também se reúnam para comer caracoles, um prato típico de caracóis cozidos em molho de tomate e pimentões.


Fonte: Conheça cidade na Espanha onde é tradição moradores se encharcarem de vinho | CNN Brasil V&G


Assinale a alternativa que apresente a circunstância estabelecida pela oração subordinada em destaque no período: Ebro levou os moradores a fazer caminhadas periódicas para marcar os limites das propriedades.
Alternativas
Q3491690 Português

Conheça cidade na Espanha onde é tradição moradores se encharcarem de vinho



    Uma taça de vinho da Borgonha durante o jantar. Um Chardonnay gelado ao pôr do sol. Um espumante na celebração de um casamento. Normalmente, uma taça de vinho é algo para ser apreciado, saboreado devagar. Exceto em uma pequena e tranquila cidade no norte da Espanha, onde o vinho vira munição.


    Todo dia 29 de junho, centenas de moradores se reúnem no município de Haro para celebrar o vinho pelo qual a região de La Rioja é famosa — festa que culmina na Batalla del Vino, que significa "Batalha do Vinho" na tradução literal. 


    O que começou como uma procissão religiosa até a Ermida de San Felices, um santuário histórico no alto de uma colina, evoluiu para uma vibrante festa cultural: milhares de pessoas se ensopam de vinho tinto, usando pistolas d’água, baldes e garrafas.


    O evento, caótico e animado, atrai turistas de toda parte, ansiosos para mergulhar no clima festivo. Mas, apesar dos litros e litros de vinho lançados pelos ares, autoridades locais estão preocupadas com visitantes que confundem a tradição com uma desculpa para exagerar na bebida. “Não podemos transformar isso em apenas mais uma festa de bebedeira”, disse José Luis Pérez Pastor, ministro de cultura, turismo, esportes e juventude de La Rioja, à CNN internacional.


    A programação começa às 7h30 da manhã, quando o prefeito de Haro e membros da Irmandade de San Felices lideram os peregrinos até os penhascos de Bilibio, onde fica a Ermida. Depois de uma missa celebrada no local, um foguete anuncia o início da batalha. Vestidos de branco da cabeça aos pés, com lenços vermelhos no pescoço, os participantes começam a se molhar mutuamente até ficarem tingidos de roxo.


    Embora hoje seja visto como um festival alegre e inusitado, o evento é profundamente ligado à tradição, à religiosidade e ao folclore local. Reza a lenda que tudo começou no século VI, quando peregrinos homenageavam São Felices, padroeiro de Haro, visitando as cavernas onde ele foi enterrado.


    Com o tempo, essas peregrinações deram lugar a celebrações mais animadas, com os chamados “batismos de vinho”, que evoluíram até se tornarem as batalhas que se vê hoje. Outra versão conta que, no século XII, uma disputa de terras entre Haro e a cidade vizinha de Miranda de Ebro levou os moradores a fazer caminhadas periódicas para marcar os limites das propriedades. Diz-se que isso durou mais de 400 anos — até que o costume virou bagunça, e os dois lados começaram a jogar vinho uns nos outros.


    As regras estão descritas no site oficial da Batalla del Vino: o objetivo é manchar o vizinho de vinho, deixando-o mais escuro do que o "Pendón de Haro", uma bandeira tradicional da cidade. Caminhões-tanque gigantes, cada um com até 15 mil litros de vinho, são disponibilizados pela prefeitura para abastecer os “armamentos” dos foliões.


    No total, até 50 mil litros podem ser arremessados a cada edição. Embora pareça um desperdício de bom vinho, o líquido usado na batalha não serve para engarrafamento — é de baixo valor comercial, muitas vezes excedente ou de qualidade inferior. Depois, o vinho que escorre morro abaixo é absorvido pela terra ou levado pela chuva, segundo as autoridades locais.


    Ao meio-dia, após horas de batalha, todos voltam para a Plaza de la Paz, no centro de Haro, onde desfilam ao som de bandas de metais — antes de, como manda a tradição espanhola, seguir para uma arena de touradas e outras atividades. Ao longo do dia, é comum que os participantes também se reúnam para comer caracoles, um prato típico de caracóis cozidos em molho de tomate e pimentões.


Fonte: Conheça cidade na Espanha onde é tradição moradores se encharcarem de vinho | CNN Brasil V&G


Assinale a alternativa que apresente termo ou termos que possam substituir o termo em destaque no período, mantendo as mesmas relações de sentido no texto: Embora hoje seja visto como um festival alegre e inusitado, o evento é profundamente ligado à tradição, à religiosidade e ao folclore local.
Alternativas
Q3491689 Português

Conheça cidade na Espanha onde é tradição moradores se encharcarem de vinho



    Uma taça de vinho da Borgonha durante o jantar. Um Chardonnay gelado ao pôr do sol. Um espumante na celebração de um casamento. Normalmente, uma taça de vinho é algo para ser apreciado, saboreado devagar. Exceto em uma pequena e tranquila cidade no norte da Espanha, onde o vinho vira munição.


    Todo dia 29 de junho, centenas de moradores se reúnem no município de Haro para celebrar o vinho pelo qual a região de La Rioja é famosa — festa que culmina na Batalla del Vino, que significa "Batalha do Vinho" na tradução literal. 


    O que começou como uma procissão religiosa até a Ermida de San Felices, um santuário histórico no alto de uma colina, evoluiu para uma vibrante festa cultural: milhares de pessoas se ensopam de vinho tinto, usando pistolas d’água, baldes e garrafas.


    O evento, caótico e animado, atrai turistas de toda parte, ansiosos para mergulhar no clima festivo. Mas, apesar dos litros e litros de vinho lançados pelos ares, autoridades locais estão preocupadas com visitantes que confundem a tradição com uma desculpa para exagerar na bebida. “Não podemos transformar isso em apenas mais uma festa de bebedeira”, disse José Luis Pérez Pastor, ministro de cultura, turismo, esportes e juventude de La Rioja, à CNN internacional.


    A programação começa às 7h30 da manhã, quando o prefeito de Haro e membros da Irmandade de San Felices lideram os peregrinos até os penhascos de Bilibio, onde fica a Ermida. Depois de uma missa celebrada no local, um foguete anuncia o início da batalha. Vestidos de branco da cabeça aos pés, com lenços vermelhos no pescoço, os participantes começam a se molhar mutuamente até ficarem tingidos de roxo.


    Embora hoje seja visto como um festival alegre e inusitado, o evento é profundamente ligado à tradição, à religiosidade e ao folclore local. Reza a lenda que tudo começou no século VI, quando peregrinos homenageavam São Felices, padroeiro de Haro, visitando as cavernas onde ele foi enterrado.


    Com o tempo, essas peregrinações deram lugar a celebrações mais animadas, com os chamados “batismos de vinho”, que evoluíram até se tornarem as batalhas que se vê hoje. Outra versão conta que, no século XII, uma disputa de terras entre Haro e a cidade vizinha de Miranda de Ebro levou os moradores a fazer caminhadas periódicas para marcar os limites das propriedades. Diz-se que isso durou mais de 400 anos — até que o costume virou bagunça, e os dois lados começaram a jogar vinho uns nos outros.


    As regras estão descritas no site oficial da Batalla del Vino: o objetivo é manchar o vizinho de vinho, deixando-o mais escuro do que o "Pendón de Haro", uma bandeira tradicional da cidade. Caminhões-tanque gigantes, cada um com até 15 mil litros de vinho, são disponibilizados pela prefeitura para abastecer os “armamentos” dos foliões.


    No total, até 50 mil litros podem ser arremessados a cada edição. Embora pareça um desperdício de bom vinho, o líquido usado na batalha não serve para engarrafamento — é de baixo valor comercial, muitas vezes excedente ou de qualidade inferior. Depois, o vinho que escorre morro abaixo é absorvido pela terra ou levado pela chuva, segundo as autoridades locais.


    Ao meio-dia, após horas de batalha, todos voltam para a Plaza de la Paz, no centro de Haro, onde desfilam ao som de bandas de metais — antes de, como manda a tradição espanhola, seguir para uma arena de touradas e outras atividades. Ao longo do dia, é comum que os participantes também se reúnam para comer caracoles, um prato típico de caracóis cozidos em molho de tomate e pimentões.


Fonte: Conheça cidade na Espanha onde é tradição moradores se encharcarem de vinho | CNN Brasil V&G


Assinale a alternativa cuja palavra não possua dígrafo: 
Alternativas
Q3491688 Português

Conheça cidade na Espanha onde é tradição moradores se encharcarem de vinho



    Uma taça de vinho da Borgonha durante o jantar. Um Chardonnay gelado ao pôr do sol. Um espumante na celebração de um casamento. Normalmente, uma taça de vinho é algo para ser apreciado, saboreado devagar. Exceto em uma pequena e tranquila cidade no norte da Espanha, onde o vinho vira munição.


    Todo dia 29 de junho, centenas de moradores se reúnem no município de Haro para celebrar o vinho pelo qual a região de La Rioja é famosa — festa que culmina na Batalla del Vino, que significa "Batalha do Vinho" na tradução literal. 


    O que começou como uma procissão religiosa até a Ermida de San Felices, um santuário histórico no alto de uma colina, evoluiu para uma vibrante festa cultural: milhares de pessoas se ensopam de vinho tinto, usando pistolas d’água, baldes e garrafas.


    O evento, caótico e animado, atrai turistas de toda parte, ansiosos para mergulhar no clima festivo. Mas, apesar dos litros e litros de vinho lançados pelos ares, autoridades locais estão preocupadas com visitantes que confundem a tradição com uma desculpa para exagerar na bebida. “Não podemos transformar isso em apenas mais uma festa de bebedeira”, disse José Luis Pérez Pastor, ministro de cultura, turismo, esportes e juventude de La Rioja, à CNN internacional.


    A programação começa às 7h30 da manhã, quando o prefeito de Haro e membros da Irmandade de San Felices lideram os peregrinos até os penhascos de Bilibio, onde fica a Ermida. Depois de uma missa celebrada no local, um foguete anuncia o início da batalha. Vestidos de branco da cabeça aos pés, com lenços vermelhos no pescoço, os participantes começam a se molhar mutuamente até ficarem tingidos de roxo.


    Embora hoje seja visto como um festival alegre e inusitado, o evento é profundamente ligado à tradição, à religiosidade e ao folclore local. Reza a lenda que tudo começou no século VI, quando peregrinos homenageavam São Felices, padroeiro de Haro, visitando as cavernas onde ele foi enterrado.


    Com o tempo, essas peregrinações deram lugar a celebrações mais animadas, com os chamados “batismos de vinho”, que evoluíram até se tornarem as batalhas que se vê hoje. Outra versão conta que, no século XII, uma disputa de terras entre Haro e a cidade vizinha de Miranda de Ebro levou os moradores a fazer caminhadas periódicas para marcar os limites das propriedades. Diz-se que isso durou mais de 400 anos — até que o costume virou bagunça, e os dois lados começaram a jogar vinho uns nos outros.


    As regras estão descritas no site oficial da Batalla del Vino: o objetivo é manchar o vizinho de vinho, deixando-o mais escuro do que o "Pendón de Haro", uma bandeira tradicional da cidade. Caminhões-tanque gigantes, cada um com até 15 mil litros de vinho, são disponibilizados pela prefeitura para abastecer os “armamentos” dos foliões.


    No total, até 50 mil litros podem ser arremessados a cada edição. Embora pareça um desperdício de bom vinho, o líquido usado na batalha não serve para engarrafamento — é de baixo valor comercial, muitas vezes excedente ou de qualidade inferior. Depois, o vinho que escorre morro abaixo é absorvido pela terra ou levado pela chuva, segundo as autoridades locais.


    Ao meio-dia, após horas de batalha, todos voltam para a Plaza de la Paz, no centro de Haro, onde desfilam ao som de bandas de metais — antes de, como manda a tradição espanhola, seguir para uma arena de touradas e outras atividades. Ao longo do dia, é comum que os participantes também se reúnam para comer caracoles, um prato típico de caracóis cozidos em molho de tomate e pimentões.


Fonte: Conheça cidade na Espanha onde é tradição moradores se encharcarem de vinho | CNN Brasil V&G


Assinale a alternativa cuja palavra seja paroxítona: 
Alternativas
Q3491687 Português

Conheça cidade na Espanha onde é tradição moradores se encharcarem de vinho



    Uma taça de vinho da Borgonha durante o jantar. Um Chardonnay gelado ao pôr do sol. Um espumante na celebração de um casamento. Normalmente, uma taça de vinho é algo para ser apreciado, saboreado devagar. Exceto em uma pequena e tranquila cidade no norte da Espanha, onde o vinho vira munição.


    Todo dia 29 de junho, centenas de moradores se reúnem no município de Haro para celebrar o vinho pelo qual a região de La Rioja é famosa — festa que culmina na Batalla del Vino, que significa "Batalha do Vinho" na tradução literal. 


    O que começou como uma procissão religiosa até a Ermida de San Felices, um santuário histórico no alto de uma colina, evoluiu para uma vibrante festa cultural: milhares de pessoas se ensopam de vinho tinto, usando pistolas d’água, baldes e garrafas.


    O evento, caótico e animado, atrai turistas de toda parte, ansiosos para mergulhar no clima festivo. Mas, apesar dos litros e litros de vinho lançados pelos ares, autoridades locais estão preocupadas com visitantes que confundem a tradição com uma desculpa para exagerar na bebida. “Não podemos transformar isso em apenas mais uma festa de bebedeira”, disse José Luis Pérez Pastor, ministro de cultura, turismo, esportes e juventude de La Rioja, à CNN internacional.


    A programação começa às 7h30 da manhã, quando o prefeito de Haro e membros da Irmandade de San Felices lideram os peregrinos até os penhascos de Bilibio, onde fica a Ermida. Depois de uma missa celebrada no local, um foguete anuncia o início da batalha. Vestidos de branco da cabeça aos pés, com lenços vermelhos no pescoço, os participantes começam a se molhar mutuamente até ficarem tingidos de roxo.


    Embora hoje seja visto como um festival alegre e inusitado, o evento é profundamente ligado à tradição, à religiosidade e ao folclore local. Reza a lenda que tudo começou no século VI, quando peregrinos homenageavam São Felices, padroeiro de Haro, visitando as cavernas onde ele foi enterrado.


    Com o tempo, essas peregrinações deram lugar a celebrações mais animadas, com os chamados “batismos de vinho”, que evoluíram até se tornarem as batalhas que se vê hoje. Outra versão conta que, no século XII, uma disputa de terras entre Haro e a cidade vizinha de Miranda de Ebro levou os moradores a fazer caminhadas periódicas para marcar os limites das propriedades. Diz-se que isso durou mais de 400 anos — até que o costume virou bagunça, e os dois lados começaram a jogar vinho uns nos outros.


    As regras estão descritas no site oficial da Batalla del Vino: o objetivo é manchar o vizinho de vinho, deixando-o mais escuro do que o "Pendón de Haro", uma bandeira tradicional da cidade. Caminhões-tanque gigantes, cada um com até 15 mil litros de vinho, são disponibilizados pela prefeitura para abastecer os “armamentos” dos foliões.


    No total, até 50 mil litros podem ser arremessados a cada edição. Embora pareça um desperdício de bom vinho, o líquido usado na batalha não serve para engarrafamento — é de baixo valor comercial, muitas vezes excedente ou de qualidade inferior. Depois, o vinho que escorre morro abaixo é absorvido pela terra ou levado pela chuva, segundo as autoridades locais.


    Ao meio-dia, após horas de batalha, todos voltam para a Plaza de la Paz, no centro de Haro, onde desfilam ao som de bandas de metais — antes de, como manda a tradição espanhola, seguir para uma arena de touradas e outras atividades. Ao longo do dia, é comum que os participantes também se reúnam para comer caracoles, um prato típico de caracóis cozidos em molho de tomate e pimentões.


Fonte: Conheça cidade na Espanha onde é tradição moradores se encharcarem de vinho | CNN Brasil V&G


Assinale a alternativa que apresente o tipo textual predominante no texto: 
Alternativas
Q3491276 Português
  1. Leia a charge a seguir para responder a próxima duas questão.


https://qcon-assets-production.s3.amazonaws.com/images/provas/133873/T02.png


CAZO. 1 em cada 5 brasileiros admite usar o celular ao dirigir. Blog do AFTM. 07 jul. 2019. Disponível em <https://blogdoaftm.com.br/charge1-em-cada-5-brasileiros-admite-usar-o-celular-ao-dirigir/>.

A expressão verbal “estava dirigindo e mexendo” indica duas ações que:
Alternativas
Q3491275 Português
  1. Leia a charge a seguir para responder a próxima duas questão.


https://qcon-assets-production.s3.amazonaws.com/images/provas/133873/T02.png


CAZO. 1 em cada 5 brasileiros admite usar o celular ao dirigir. Blog do AFTM. 07 jul. 2019. Disponível em <https://blogdoaftm.com.br/charge1-em-cada-5-brasileiros-admite-usar-o-celular-ao-dirigir/>.

A expressão “dei por mim”, no contexto da charge acima, possui o sentido de alguém que: 

Alternativas
Q3491270 Português

Laia o texto a seguir para responder a questão.



Meu celular, minha vida



Há uma nova doença nos anais da medicina: a nomofobia, o medo de ficar sem celular. O termo foi cunhado no Reino Unido, e deriva de “no mobile phobia”.


O fato é óbvio: para qualquer lugar que se olhe, as pessoas estão atentas ao celular – rua, restaurante, local de trabalho, ônibus, metrô, escola e até igreja.


(...)


Uma das anomalias de nossa época pós-moderna é o esgarçamento das relações pessoais e comunitárias. A família tradicional, que se reunia à mesa de refeições ou na sala para conversar, é hoje um bem escasso. As relações matrimoniais mal resistem à primeira crise. Segundo o IBGE, as uniões conjugais duram, em média, cerca de sete anos!


Na opinião de Aristóteles, amizades são imprescindíveis à nossa felicidade. No entanto, nesse mundo competitivo, muitas andam contaminadas por inveja, ciúme, cobranças ou prejudicadas pela falta de tempo.


Resta então, nesse mar revolto no qual naufragam antigos e saudáveis costumes, a ilha salvadora do celular! O aparelho corresponde muito bem às contradições da pós-modernidade: por ele me comunico, sem conversar; opino, sem me comprometer; me expresso, sem me envolver; troco mensagens e torpedos, sem me doar a ninguém e a nenhuma causa.


O fascínio do celular consiste em amenizar minha solidão sem exigir solidarizar-me. Estou na rede, interajo com inúmeras pessoas e, no entanto, fico na minha, olhando o meu umbigo, indiferente ao fato de algumas dessas pessoas estarem sofrendo ou, pelo menos, necessitando de minha presença física consoladora ou incentivadora.


O celular faz de mim, Clark Kent, um Super-Homem. Eu, a quem quase ninguém presta atenção, agora gozo de um público multimídia ligado no que expresso. Em contrapartida, o celular me rouba tempo: de leituras, de trabalho, de convivência familiar e com amigos. Com ele ligado no bolso ou ao meu lado, fica cada vez mais difícil a concentração.


O celular é um espelho mágico. Repare como as pessoas o fitam. É como se se vissem na tela. Por ser um equipamento eletrônico dotado de múltiplos recursos, ele me traz a sensação de que sou um Pequeno Príncipe capaz de visitar sucessivamente diferentes planetas.


(...)


Ah, como é saudável estar bem consigo mesmo e manter o celular desligado por um bom tempo, sobretudo à noite! Mas isso exige o que parece cada vez mais raro nos dias atuais: boa autoestima, falta de ansiedade, consistência subjetiva, gosto pelo silêncio e uma vida ancorada em um sentido altruísta.


FREI BETTO. Meu celular, minha vida. Correio da cidadania. 06 dez. 2013. Disponível em <https://www.correiocidadania.com.br/colunistas/frei-betto/9144-06-12-2013-meu-celular-minha-vida>.

Assinale a alternativa que apresenta um trecho em que predomina o emprego das palavras em seu sentido figurado.
Alternativas
Q3491269 Português

Laia o texto a seguir para responder a questão.



Meu celular, minha vida



Há uma nova doença nos anais da medicina: a nomofobia, o medo de ficar sem celular. O termo foi cunhado no Reino Unido, e deriva de “no mobile phobia”.


O fato é óbvio: para qualquer lugar que se olhe, as pessoas estão atentas ao celular – rua, restaurante, local de trabalho, ônibus, metrô, escola e até igreja.


(...)


Uma das anomalias de nossa época pós-moderna é o esgarçamento das relações pessoais e comunitárias. A família tradicional, que se reunia à mesa de refeições ou na sala para conversar, é hoje um bem escasso. As relações matrimoniais mal resistem à primeira crise. Segundo o IBGE, as uniões conjugais duram, em média, cerca de sete anos!


Na opinião de Aristóteles, amizades são imprescindíveis à nossa felicidade. No entanto, nesse mundo competitivo, muitas andam contaminadas por inveja, ciúme, cobranças ou prejudicadas pela falta de tempo.


Resta então, nesse mar revolto no qual naufragam antigos e saudáveis costumes, a ilha salvadora do celular! O aparelho corresponde muito bem às contradições da pós-modernidade: por ele me comunico, sem conversar; opino, sem me comprometer; me expresso, sem me envolver; troco mensagens e torpedos, sem me doar a ninguém e a nenhuma causa.


O fascínio do celular consiste em amenizar minha solidão sem exigir solidarizar-me. Estou na rede, interajo com inúmeras pessoas e, no entanto, fico na minha, olhando o meu umbigo, indiferente ao fato de algumas dessas pessoas estarem sofrendo ou, pelo menos, necessitando de minha presença física consoladora ou incentivadora.


O celular faz de mim, Clark Kent, um Super-Homem. Eu, a quem quase ninguém presta atenção, agora gozo de um público multimídia ligado no que expresso. Em contrapartida, o celular me rouba tempo: de leituras, de trabalho, de convivência familiar e com amigos. Com ele ligado no bolso ou ao meu lado, fica cada vez mais difícil a concentração.


O celular é um espelho mágico. Repare como as pessoas o fitam. É como se se vissem na tela. Por ser um equipamento eletrônico dotado de múltiplos recursos, ele me traz a sensação de que sou um Pequeno Príncipe capaz de visitar sucessivamente diferentes planetas.


(...)


Ah, como é saudável estar bem consigo mesmo e manter o celular desligado por um bom tempo, sobretudo à noite! Mas isso exige o que parece cada vez mais raro nos dias atuais: boa autoestima, falta de ansiedade, consistência subjetiva, gosto pelo silêncio e uma vida ancorada em um sentido altruísta.


FREI BETTO. Meu celular, minha vida. Correio da cidadania. 06 dez. 2013. Disponível em <https://www.correiocidadania.com.br/colunistas/frei-betto/9144-06-12-2013-meu-celular-minha-vida>.

“A família tradicional, que se reunia à mesa de refeições ou na sala para conversar, é hoje um bem escasso.” 


Assinale a alternativa em que os elementos completam corretamente as lacunas do período seguinte, na mesma ordem, em relação à palavra destacada no trecho acima.


A palavra “para” pode ser substituída por “__________” e possui o sentido de __________.  

Alternativas
Q3491268 Português

Laia o texto a seguir para responder a questão.



Meu celular, minha vida



Há uma nova doença nos anais da medicina: a nomofobia, o medo de ficar sem celular. O termo foi cunhado no Reino Unido, e deriva de “no mobile phobia”.


O fato é óbvio: para qualquer lugar que se olhe, as pessoas estão atentas ao celular – rua, restaurante, local de trabalho, ônibus, metrô, escola e até igreja.


(...)


Uma das anomalias de nossa época pós-moderna é o esgarçamento das relações pessoais e comunitárias. A família tradicional, que se reunia à mesa de refeições ou na sala para conversar, é hoje um bem escasso. As relações matrimoniais mal resistem à primeira crise. Segundo o IBGE, as uniões conjugais duram, em média, cerca de sete anos!


Na opinião de Aristóteles, amizades são imprescindíveis à nossa felicidade. No entanto, nesse mundo competitivo, muitas andam contaminadas por inveja, ciúme, cobranças ou prejudicadas pela falta de tempo.


Resta então, nesse mar revolto no qual naufragam antigos e saudáveis costumes, a ilha salvadora do celular! O aparelho corresponde muito bem às contradições da pós-modernidade: por ele me comunico, sem conversar; opino, sem me comprometer; me expresso, sem me envolver; troco mensagens e torpedos, sem me doar a ninguém e a nenhuma causa.


O fascínio do celular consiste em amenizar minha solidão sem exigir solidarizar-me. Estou na rede, interajo com inúmeras pessoas e, no entanto, fico na minha, olhando o meu umbigo, indiferente ao fato de algumas dessas pessoas estarem sofrendo ou, pelo menos, necessitando de minha presença física consoladora ou incentivadora.


O celular faz de mim, Clark Kent, um Super-Homem. Eu, a quem quase ninguém presta atenção, agora gozo de um público multimídia ligado no que expresso. Em contrapartida, o celular me rouba tempo: de leituras, de trabalho, de convivência familiar e com amigos. Com ele ligado no bolso ou ao meu lado, fica cada vez mais difícil a concentração.


O celular é um espelho mágico. Repare como as pessoas o fitam. É como se se vissem na tela. Por ser um equipamento eletrônico dotado de múltiplos recursos, ele me traz a sensação de que sou um Pequeno Príncipe capaz de visitar sucessivamente diferentes planetas.


(...)


Ah, como é saudável estar bem consigo mesmo e manter o celular desligado por um bom tempo, sobretudo à noite! Mas isso exige o que parece cada vez mais raro nos dias atuais: boa autoestima, falta de ansiedade, consistência subjetiva, gosto pelo silêncio e uma vida ancorada em um sentido altruísta.


FREI BETTO. Meu celular, minha vida. Correio da cidadania. 06 dez. 2013. Disponível em <https://www.correiocidadania.com.br/colunistas/frei-betto/9144-06-12-2013-meu-celular-minha-vida>.

Assinale a alternativa que apresenta uma sequência de palavras sinônimas para a destacada no trecho correspondente.
Alternativas
Q3491267 Português

Laia o texto a seguir para responder a questão.



Meu celular, minha vida



Há uma nova doença nos anais da medicina: a nomofobia, o medo de ficar sem celular. O termo foi cunhado no Reino Unido, e deriva de “no mobile phobia”.


O fato é óbvio: para qualquer lugar que se olhe, as pessoas estão atentas ao celular – rua, restaurante, local de trabalho, ônibus, metrô, escola e até igreja.


(...)


Uma das anomalias de nossa época pós-moderna é o esgarçamento das relações pessoais e comunitárias. A família tradicional, que se reunia à mesa de refeições ou na sala para conversar, é hoje um bem escasso. As relações matrimoniais mal resistem à primeira crise. Segundo o IBGE, as uniões conjugais duram, em média, cerca de sete anos!


Na opinião de Aristóteles, amizades são imprescindíveis à nossa felicidade. No entanto, nesse mundo competitivo, muitas andam contaminadas por inveja, ciúme, cobranças ou prejudicadas pela falta de tempo.


Resta então, nesse mar revolto no qual naufragam antigos e saudáveis costumes, a ilha salvadora do celular! O aparelho corresponde muito bem às contradições da pós-modernidade: por ele me comunico, sem conversar; opino, sem me comprometer; me expresso, sem me envolver; troco mensagens e torpedos, sem me doar a ninguém e a nenhuma causa.


O fascínio do celular consiste em amenizar minha solidão sem exigir solidarizar-me. Estou na rede, interajo com inúmeras pessoas e, no entanto, fico na minha, olhando o meu umbigo, indiferente ao fato de algumas dessas pessoas estarem sofrendo ou, pelo menos, necessitando de minha presença física consoladora ou incentivadora.


O celular faz de mim, Clark Kent, um Super-Homem. Eu, a quem quase ninguém presta atenção, agora gozo de um público multimídia ligado no que expresso. Em contrapartida, o celular me rouba tempo: de leituras, de trabalho, de convivência familiar e com amigos. Com ele ligado no bolso ou ao meu lado, fica cada vez mais difícil a concentração.


O celular é um espelho mágico. Repare como as pessoas o fitam. É como se se vissem na tela. Por ser um equipamento eletrônico dotado de múltiplos recursos, ele me traz a sensação de que sou um Pequeno Príncipe capaz de visitar sucessivamente diferentes planetas.


(...)


Ah, como é saudável estar bem consigo mesmo e manter o celular desligado por um bom tempo, sobretudo à noite! Mas isso exige o que parece cada vez mais raro nos dias atuais: boa autoestima, falta de ansiedade, consistência subjetiva, gosto pelo silêncio e uma vida ancorada em um sentido altruísta.


FREI BETTO. Meu celular, minha vida. Correio da cidadania. 06 dez. 2013. Disponível em <https://www.correiocidadania.com.br/colunistas/frei-betto/9144-06-12-2013-meu-celular-minha-vida>.

Assinale a alternativa que apresenta uma afirmação que está de acordo com as ideias apresentadas no texto “Meu celular, minha vida”.
Alternativas
Q3490943 Português
Em um texto, é fundamental que o conteúdo seja claro e objetivo, permitindo que o leitor compreenda o que está sendo transmitido. Tendo isso como referência, analise o enunciado retirado  uma manchete de jornal:
"Madrinha aparece no casamento da irmã fantasiada de tiranossauro nos EUA."
A compreensão do texto foi prejudicada devido ao emprego:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IDCAP Órgão: SESA-BA Prova: IDCAP - 2025 - SESA-BA - Fonoaudiólogo |
Q3490890 Português
Por que Nimesulida, remédio campeão de vendas no Brasil, é proibido nos EUA e parte da Europa

Por que a nimesulida está proibida em outros países?


Como citado no início da reportagem, a nimesulida nunca foi aprovada para venda em locais como o Reino Unido e a Alemanha.

Além disso, ela foi retirada de circulação em diversos países, como Estados Unidos, Canadá, Japão, Suécia, Holanda, Dinamarca, Bélgica, Irlanda, Espanha e Finlândia.

Desses, o caso da Irlanda foi talvez o que ganhou mais notoriedade.

Em 2007, o Conselho Irlandês de Medicamentos anunciou a suspensão imediata da venda de nimesulida após ter acesso a informações sobre casos de falência hepática fulminante, com necessidade de transplante, entre pessoas que usaram esse fármaco.

Um documento disponível no site da Organização Mundial da Saúde (OMS) indica que, entre 1995 (quando a nimesulida foi aprovada na Irlanda) e 2007 (quando foi suspensa), esse país notificou 53 casos de danos graves ao fígado.

A decisão das autoridades irlandesas motivou a abertura de uma investigação mais ampla na Agência Europeia de Medicamentos (EMA), o órgão responsável pela vigilância sanitária na União Europeia.

Um relatório produzido no comitê responsável pelo inquérito concluiu que "os benefícios da nimesulida continuam a superar os riscos".

No entanto, a EMA decidiu restringir o uso dela a alguns casos específicos.

Atualmente, na União Europeia, essa medicação segue disponível, a depender do critério de cada país, mas só está indicada para o tratamento de dor aguda e dismenorreia (a popular cólica menstrual).

E, mesmo nesses casos, ela entra apenas como a segunda linha terapêutica, quando outras opções não funcionaram.

Mas e no Brasil? Por que esse fármaco está amplamente disponível?

Marise pondera que nem sempre o que acontece num determinado país se repete em outros.

"Precisamos levar em conta um fator importante, que é a genética populacional. Alguns genes específicos fazem nosso corpo responder de formas diferentes ao mesmo medicamento", explica ela.

"Então pode ser que, para algumas pessoas, esse perfil genético favoreça a toxicidade, enquanto para outras gere um efeito terapêutico mais potente."

Ou seja, antes de lançar uma proibição generalizada, é preciso conhecer as particularidades de cada região — e entender como cada população reage a uma certa substância.

Algo similar acontece com a dipirona, que é livremente usada no Brasil, mas está proibida em outras partes do mundo.

Mesmo diante de possíveis variabilidades populacionais, Paraná entende que órgãos como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) precisam fazer uma revisão das normas sobre o uso de antiinflamatórios no país.

"É necessário ter protocolos mais rígidos, com uma venda limitada de caixas e sempre mediante a apresentação de receita médica", sugere o hepatologista.

"Precisamos também de programas de educação dos profissionais de saúde para conscientizar sobre o uso desses remédios", complementa ele.

Procurada pela BBC News Brasil, a Anvisa reforçou que a nimesulida "é um medicamento sujeito à prescrição médica".

"Entre as contraindicações, a bula traz restrição para 'histórico de reações de hipersensibilidade ao ácido acetilsalicílico ou a outros antiinflamatórios não esteroidais; histórico de reações hepáticas (do fígado) ao produto; pacientes com úlcera péptica (úlceras no estômago ou intestino) em fase ativa, ulcerações recorrentes (úlceras que vão e voltam) ou tenham hemorragia no trato gastrintestinal (sangramento no estômago e/ou intestinos); pacientes com distúrbios de coagulação graves; pacientes com insuficiência cardíaca grave (mau funcionamento grave do coração); pacientes com mau funcionamento dos rins grave e pacientes com mau funcionamento do fígado'", diz a agência em nota enviada à reportagem.

O texto também lembra que o uso desse remédio requer "cuidados que devem ser observados em pacientes com problemas de fígado".

"Reações adversas hepáticas (do fígado) relacionadas à droga foram relatadas após períodos de tratamento menores de um mês. Dano ao fígado, reversível na maioria dos casos, foi verificado após curta exposição ao medicamento", conclui a nota.

Já o Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma) informou que não tem nenhum comentário específico a fazer sobre o tema, mas reforçou que "todos os medicamentos tarjados [como é o caso da nimesulida] devem ser usados com orientação dos profissionais de saúde e só devem ser vendidos e dispensados mediante a apresentação da receita médica".

Para Marise, é preciso também exercitar o autoconhecimento e observar o corpo.

"O mais importante de tudo é a pessoa entender por que está tomando um medicamento, seja por conta própria ou não. Ela está com uma dor recorrente, que não passa? Será que não é melhor investigar o que está acontecendo e as causas disso?", questiona a farmacêutica.

"Antiinflamatórios podem até aliviar os sintomas, mas não tratam a causa do problema", conclui a especialista.


Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles /c24707d1gr1o -fragmento
"Mesmo diante de possíveis variabilidades populacionais, Paraná entende que órgãos como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) precisam fazer uma revisão das normas sobre o uso de antiinflamatórios no país."
Assinale com (V) verdadeiro ou com (F) falso as seguintes afirmativas:

(__)O vocábulo 'entende' foi utilizado no sentido conotativo.
(__)O vocábulo 'mesmo' pode ser substituído por 'embora' mantendo o mesmo sentido.
(__)O verbo 'precisar' está concordando com o núcleo do sujeito 'órgãos'.
(__)O texto "Por que a nimesulida está proibida em outros países?", pertence ao gênero textual injuntivo.

A sequência que preenche corretamente os parênteses é:
Alternativas
Q3490556 Português
Eleita Capital Mundial do Livro, Rio tem bibliotecas históricas


      A cidade do Rio de Janeiro foi escolhida como a Capital Mundial do Livro em 2025, uma iniciativa da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) que reconhece anualmente municípios que promovem a leitura para todos os grupos sociais e faixas etárias.

    Esta foi a primeira vez que uma capital de língua portuguesa recebeu o título. Em 2024, Estrasburgo, na França, ficou com a distinção. Madri, Alexandria, Bogotá, Amsterdã, Buenos Aires e Atenas já carregaram o título no passado.

      Em comunicado à imprensa, a Unesco afirmou que o patrimônio literário do Rio de Janeiro é de suma importância social. O órgão também destacou a "visão claramente definida e um plano de ação para promover a literatura, a sustentabilidade do mercado editorial e a leitura entre os jovens, aproveitando as tecnologias digitais".

     Audrey Azoulay, diretora-geral da Unesco, ressaltou que os livros são veículos essenciais para acessar, transmitir e promover educação, ciência, cultura e informação. "Graças aos livros, nós nos mantemos informados, nos divertimos e somos capazes de entender melhor o nosso mundo", comentou em nota.

     O ano de comemorações do Rio como a Capital Mundial do Livro teve início no fim de abril. A cidade do Rio de Janeiro é sede da Bienal do Livro do Rio, uma das maiores feiras da área em toda América Latina. A última edição, de 2023, bateu recorde de público com mais de 600 mil visitantes e vendeu cerca de 5,5 milhões de livros, segundo a organização. Em 2025, o evento começa em 13 de junho.

      Outro destaque aconteceu no ano passado, quando o Rio de Janeiro anunciou rotas literárias para apresentar a vida de escritores como Machado de Assis, Lima Barreto, Clarice Lispector e Rachel de Queiroz por meio de um aplicativo. A iniciativa uniu história, cultura e tecnologia para destacar autores da cidade em audioguias disponíveis no site oficial da EmbraturLab.

    O Rio de Janeiro também recebeu da Unesco o reconhecimento de Cidade Criativa da Literatura, em 2023. Segundo o órgão, a capital usa a literatura como ferramenta para abordar desigualdades e melhorar a qualidade de vida da população.

   A cidade também guarda locais históricos e culturais da literatura local e mundial. Entre eles, o público pode conhecer e visitar as bibliotecas do Real Gabinete Português de Leitura e da Academia Brasileira de Letras.


Fonte: Eleita Capital Mundial do Livro, Rio tem bibliotecas históricas; conheça | CNN Brasil V&G
Assinale a alternativa que apresente a função sintática exercida pela oração subordinada em destaque no período: Em comunicado à imprensa, a Unesco afirmou que o patrimônio literário do Rio de Janeiro é de suma importância social
Alternativas
Q3490555 Português
Eleita Capital Mundial do Livro, Rio tem bibliotecas históricas


      A cidade do Rio de Janeiro foi escolhida como a Capital Mundial do Livro em 2025, uma iniciativa da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) que reconhece anualmente municípios que promovem a leitura para todos os grupos sociais e faixas etárias.

    Esta foi a primeira vez que uma capital de língua portuguesa recebeu o título. Em 2024, Estrasburgo, na França, ficou com a distinção. Madri, Alexandria, Bogotá, Amsterdã, Buenos Aires e Atenas já carregaram o título no passado.

      Em comunicado à imprensa, a Unesco afirmou que o patrimônio literário do Rio de Janeiro é de suma importância social. O órgão também destacou a "visão claramente definida e um plano de ação para promover a literatura, a sustentabilidade do mercado editorial e a leitura entre os jovens, aproveitando as tecnologias digitais".

     Audrey Azoulay, diretora-geral da Unesco, ressaltou que os livros são veículos essenciais para acessar, transmitir e promover educação, ciência, cultura e informação. "Graças aos livros, nós nos mantemos informados, nos divertimos e somos capazes de entender melhor o nosso mundo", comentou em nota.

     O ano de comemorações do Rio como a Capital Mundial do Livro teve início no fim de abril. A cidade do Rio de Janeiro é sede da Bienal do Livro do Rio, uma das maiores feiras da área em toda América Latina. A última edição, de 2023, bateu recorde de público com mais de 600 mil visitantes e vendeu cerca de 5,5 milhões de livros, segundo a organização. Em 2025, o evento começa em 13 de junho.

      Outro destaque aconteceu no ano passado, quando o Rio de Janeiro anunciou rotas literárias para apresentar a vida de escritores como Machado de Assis, Lima Barreto, Clarice Lispector e Rachel de Queiroz por meio de um aplicativo. A iniciativa uniu história, cultura e tecnologia para destacar autores da cidade em audioguias disponíveis no site oficial da EmbraturLab.

    O Rio de Janeiro também recebeu da Unesco o reconhecimento de Cidade Criativa da Literatura, em 2023. Segundo o órgão, a capital usa a literatura como ferramenta para abordar desigualdades e melhorar a qualidade de vida da população.

   A cidade também guarda locais históricos e culturais da literatura local e mundial. Entre eles, o público pode conhecer e visitar as bibliotecas do Real Gabinete Português de Leitura e da Academia Brasileira de Letras.


Fonte: Eleita Capital Mundial do Livro, Rio tem bibliotecas históricas; conheça | CNN Brasil V&G
Assinale a alternativa que apresente a justificativa correta para o uso da vírgula no período: Madri, Alexandria, Bogotá, Amsterdã, Buenos Aires e Atenas já carregaram o título no passado.
Alternativas
Q3490554 Português
Eleita Capital Mundial do Livro, Rio tem bibliotecas históricas


      A cidade do Rio de Janeiro foi escolhida como a Capital Mundial do Livro em 2025, uma iniciativa da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) que reconhece anualmente municípios que promovem a leitura para todos os grupos sociais e faixas etárias.

    Esta foi a primeira vez que uma capital de língua portuguesa recebeu o título. Em 2024, Estrasburgo, na França, ficou com a distinção. Madri, Alexandria, Bogotá, Amsterdã, Buenos Aires e Atenas já carregaram o título no passado.

      Em comunicado à imprensa, a Unesco afirmou que o patrimônio literário do Rio de Janeiro é de suma importância social. O órgão também destacou a "visão claramente definida e um plano de ação para promover a literatura, a sustentabilidade do mercado editorial e a leitura entre os jovens, aproveitando as tecnologias digitais".

     Audrey Azoulay, diretora-geral da Unesco, ressaltou que os livros são veículos essenciais para acessar, transmitir e promover educação, ciência, cultura e informação. "Graças aos livros, nós nos mantemos informados, nos divertimos e somos capazes de entender melhor o nosso mundo", comentou em nota.

     O ano de comemorações do Rio como a Capital Mundial do Livro teve início no fim de abril. A cidade do Rio de Janeiro é sede da Bienal do Livro do Rio, uma das maiores feiras da área em toda América Latina. A última edição, de 2023, bateu recorde de público com mais de 600 mil visitantes e vendeu cerca de 5,5 milhões de livros, segundo a organização. Em 2025, o evento começa em 13 de junho.

      Outro destaque aconteceu no ano passado, quando o Rio de Janeiro anunciou rotas literárias para apresentar a vida de escritores como Machado de Assis, Lima Barreto, Clarice Lispector e Rachel de Queiroz por meio de um aplicativo. A iniciativa uniu história, cultura e tecnologia para destacar autores da cidade em audioguias disponíveis no site oficial da EmbraturLab.

    O Rio de Janeiro também recebeu da Unesco o reconhecimento de Cidade Criativa da Literatura, em 2023. Segundo o órgão, a capital usa a literatura como ferramenta para abordar desigualdades e melhorar a qualidade de vida da população.

   A cidade também guarda locais históricos e culturais da literatura local e mundial. Entre eles, o público pode conhecer e visitar as bibliotecas do Real Gabinete Português de Leitura e da Academia Brasileira de Letras.


Fonte: Eleita Capital Mundial do Livro, Rio tem bibliotecas históricas; conheça | CNN Brasil V&G
Assinale a alternativa cuja palavra não seja paroxítona: 
Alternativas
Q3490553 Português
Eleita Capital Mundial do Livro, Rio tem bibliotecas históricas


      A cidade do Rio de Janeiro foi escolhida como a Capital Mundial do Livro em 2025, uma iniciativa da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) que reconhece anualmente municípios que promovem a leitura para todos os grupos sociais e faixas etárias.

    Esta foi a primeira vez que uma capital de língua portuguesa recebeu o título. Em 2024, Estrasburgo, na França, ficou com a distinção. Madri, Alexandria, Bogotá, Amsterdã, Buenos Aires e Atenas já carregaram o título no passado.

      Em comunicado à imprensa, a Unesco afirmou que o patrimônio literário do Rio de Janeiro é de suma importância social. O órgão também destacou a "visão claramente definida e um plano de ação para promover a literatura, a sustentabilidade do mercado editorial e a leitura entre os jovens, aproveitando as tecnologias digitais".

     Audrey Azoulay, diretora-geral da Unesco, ressaltou que os livros são veículos essenciais para acessar, transmitir e promover educação, ciência, cultura e informação. "Graças aos livros, nós nos mantemos informados, nos divertimos e somos capazes de entender melhor o nosso mundo", comentou em nota.

     O ano de comemorações do Rio como a Capital Mundial do Livro teve início no fim de abril. A cidade do Rio de Janeiro é sede da Bienal do Livro do Rio, uma das maiores feiras da área em toda América Latina. A última edição, de 2023, bateu recorde de público com mais de 600 mil visitantes e vendeu cerca de 5,5 milhões de livros, segundo a organização. Em 2025, o evento começa em 13 de junho.

      Outro destaque aconteceu no ano passado, quando o Rio de Janeiro anunciou rotas literárias para apresentar a vida de escritores como Machado de Assis, Lima Barreto, Clarice Lispector e Rachel de Queiroz por meio de um aplicativo. A iniciativa uniu história, cultura e tecnologia para destacar autores da cidade em audioguias disponíveis no site oficial da EmbraturLab.

    O Rio de Janeiro também recebeu da Unesco o reconhecimento de Cidade Criativa da Literatura, em 2023. Segundo o órgão, a capital usa a literatura como ferramenta para abordar desigualdades e melhorar a qualidade de vida da população.

   A cidade também guarda locais históricos e culturais da literatura local e mundial. Entre eles, o público pode conhecer e visitar as bibliotecas do Real Gabinete Português de Leitura e da Academia Brasileira de Letras.


Fonte: Eleita Capital Mundial do Livro, Rio tem bibliotecas históricas; conheça | CNN Brasil V&G
Assinale a alternativa cuja palavra não possua dígrafo: 
Alternativas
Q3490552 Português
Eleita Capital Mundial do Livro, Rio tem bibliotecas históricas


      A cidade do Rio de Janeiro foi escolhida como a Capital Mundial do Livro em 2025, uma iniciativa da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) que reconhece anualmente municípios que promovem a leitura para todos os grupos sociais e faixas etárias.

    Esta foi a primeira vez que uma capital de língua portuguesa recebeu o título. Em 2024, Estrasburgo, na França, ficou com a distinção. Madri, Alexandria, Bogotá, Amsterdã, Buenos Aires e Atenas já carregaram o título no passado.

      Em comunicado à imprensa, a Unesco afirmou que o patrimônio literário do Rio de Janeiro é de suma importância social. O órgão também destacou a "visão claramente definida e um plano de ação para promover a literatura, a sustentabilidade do mercado editorial e a leitura entre os jovens, aproveitando as tecnologias digitais".

     Audrey Azoulay, diretora-geral da Unesco, ressaltou que os livros são veículos essenciais para acessar, transmitir e promover educação, ciência, cultura e informação. "Graças aos livros, nós nos mantemos informados, nos divertimos e somos capazes de entender melhor o nosso mundo", comentou em nota.

     O ano de comemorações do Rio como a Capital Mundial do Livro teve início no fim de abril. A cidade do Rio de Janeiro é sede da Bienal do Livro do Rio, uma das maiores feiras da área em toda América Latina. A última edição, de 2023, bateu recorde de público com mais de 600 mil visitantes e vendeu cerca de 5,5 milhões de livros, segundo a organização. Em 2025, o evento começa em 13 de junho.

      Outro destaque aconteceu no ano passado, quando o Rio de Janeiro anunciou rotas literárias para apresentar a vida de escritores como Machado de Assis, Lima Barreto, Clarice Lispector e Rachel de Queiroz por meio de um aplicativo. A iniciativa uniu história, cultura e tecnologia para destacar autores da cidade em audioguias disponíveis no site oficial da EmbraturLab.

    O Rio de Janeiro também recebeu da Unesco o reconhecimento de Cidade Criativa da Literatura, em 2023. Segundo o órgão, a capital usa a literatura como ferramenta para abordar desigualdades e melhorar a qualidade de vida da população.

   A cidade também guarda locais históricos e culturais da literatura local e mundial. Entre eles, o público pode conhecer e visitar as bibliotecas do Real Gabinete Português de Leitura e da Academia Brasileira de Letras.


Fonte: Eleita Capital Mundial do Livro, Rio tem bibliotecas históricas; conheça | CNN Brasil V&G
Assinale a alternativa que apresente termo que possa substituir o termo em destaque no período, mantendo as mesmas relações de sentido no texto: Segundo o órgão, a capital usa a literatura como ferramenta para abordar desigualdades e melhorar a qualidade de vida da população.
Alternativas
Q3490195 Português
Assinale a alternativa que apresenta a associação correta entre as sentenças a seguir e a respectiva justificativa para o uso da próclise em cada uma delas. Não é necessário usar todas as justificativas.

I. Não o comunicaram que a inscrição do vestibular havia sido prorrogada.
II. Os colegas o tinham avisado.
III. Alguém me disse que a vida era bonita.

(1) presença de palavra atrativa;
(2) forma verbal principal no particípio;
(3) forma verbal principal no futuro do pretérito.
Alternativas
Respostas
32941: B
32942: C
32943: E
32944: D
32945: B
32946: A
32947: D
32948: B
32949: E
32950: E
32951: A
32952: C
32953: E
32954: A
32955: B
32956: E
32957: C
32958: A
32959: D
32960: B