Questões de Concurso Sobre português

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Q3493269 Português
Quanto às funções sintáticas do pronome relativo, analise as orações a seguir e classificações correspondentes.

I- Comprei um livro que fez sucesso – O pronome relativo “que” exerce função sintática de sujeito;
II- Sou o homem que você vai amar - O pronome relativo “que” exerce função sintática de adjunto adnominal;
III- Assisti a um filme do qual você vai gostar - O pronome relativo “do qual” exerce função sintática de objeto indireto;
IV- Retornei a um lugar ao qual tinha aversão - O pronome relativo “ao qual” exerce função sintática de complemento nominal.

Após análise das afirmativas e das classificações correspondentes, conclui-se que as afirmativas corretas são: 
Alternativas
Q3493268 Português
Assinale, a seguir, a alternativa que apresenta um hiato, um ditongo crescente e um tritongo, nesta ordem. 
Alternativas
Q3493267 Português
Leia o texto a seguir e responda a questão.

A última crônica

Fernando Sabino

    A caminho de casa, entro num botequim da Gávea para tomar um café junto ao balcão. Na realidade estou adiando o momento de escrever.
     A perspectiva me assusta. Gostaria de estar inspirado, de coroar com êxito mais um ano nesta busca do pitoresco ou do irrisório no cotidiano de cada um. Eu pretendia apenas recolher da vida diária algo de seu disperso conteúdo humano, fruto da convivência, que a faz mais digna de ser vivida. Visava ao circunstancial, ao episódico. Nesta perseguição do acidental, quer num flagrante de esquina, quer nas palavras de uma criança ou num acidente doméstico, torno-me simples espectador e perco a noção do essencial. Sem mais nada para contar, curvo a cabeça e tomo meu café, enquanto o verso do poeta se repete na lembrança: "assim eu quereria o meu último poema". Não sou poeta e estou sem assunto. Lanço então um último olhar fora de mim, onde vivem os assuntos que merecem uma crônica.
    Ao fundo do botequim um casal de pretos acaba de sentar-se, numa das últimas mesas de mármore ao longo da parede de espelhos. A compostura da humildade, na contenção de gestos e palavras, deixa-se acrescentar pela presença de uma negrinha de seus três anos, laço na cabeça, toda arrumadinha no vestido pobre, que se instalou também à mesa: mal ousa balançar as perninhas curtas ou correr os olhos grandes de curiosidade ao redor. Três seres esquivos que compõem em torno à mesa a instituição tradicional da família, célula da sociedade. Vejo, porém, que se preparam para algo mais que matar a fome.
    Passo a observá-los. O pai, depois de contar o dinheiro que discretamente retirou do bolso, aborda o garçom, inclinando-se para trás na cadeira, e aponta no balcão um pedaço de bolo sob a redoma. A mãe limita-se a ficar olhando imóvel, vagamente ansiosa, como se aguardasse a aprovação do garçom. Este ouve, concentrado, o pedido do homem e depois se afasta para atendê-lo. A mulher suspira, olhando para os lados, a reassegurar-se da naturalidade de sua presença ali. A meu lado o garçom encaminha a ordem do freguês. O homem atrás do balcão apanha a porção do bolo com a mão, larga-o no pratinho -- um bolo simples, amarelo-escuro, apenas uma pequena fatia triangular.
    A negrinha, contida na sua expectativa, olha a garrafa de Coca-Cola e o pratinho que o garçom deixou à sua frente. Por que não começa a comer? Vejo que os três, pai, mãe e filha, obedecem em torno à mesa um discreto ritual. A mãe remexe na bolsa de plástico preto e brilhante, retira qualquer coisa. O pai se mune de uma caixa de fósforos, e espera. A filha aguarda também, atenta como um animalzinho. Ninguém mais os observa além de mim.
    São três velinhas brancas, minúsculas, que a mãe espeta caprichosamente na fatia do bolo. E enquanto ela serve a Coca-Cola, o pai risca o fósforo e acende as velas. Como a um gesto ensaiado, a menininha repousa o queixo no mármore e sopra com força, apagando as chamas. Imediatamente põese a bater palmas, muito compenetrada, cantando num balbucio, a que os pais se juntam, discretos: "parabéns pra você, parabéns pra você..." Depois a mãe recolhe as velas, torna a guardá-las na bolsa. A negrinha agarra finalmente o bolo com as duas mãos sôfregas e põe-se a comê-lo. A mulher está olhando para ela com ternura — ajeita-lhe a fitinha no cabelo crespo, limpa o farelo de bolo que lhe cai ao colo. O pai corre os olhos pelo botequim, satisfeito, como a se convencer intimamente do sucesso da celebração. Dá comigo de súbito, a observá-lo, nossos olhos se encontram, ele se perturba, constrangido — vacila, ameaça abaixar a cabeça, mas acaba sustentando o olhar e enfim se abre num sorriso.
    Assim eu quereria minha última crônica: que fosse pura como esse sorriso.

Texto extraído do livro "A Companheira de Viagem", Editora do Autor - Rio de Janeiro, 1965, pág. 174.
No que tange à classificação morfológica, no trecho “Assim eu quereria minha última crônica”, temos, respectivamente, as seguintes classes de palavra:
Alternativas
Q3493266 Português
Leia o texto a seguir e responda a questão.

A última crônica

Fernando Sabino

    A caminho de casa, entro num botequim da Gávea para tomar um café junto ao balcão. Na realidade estou adiando o momento de escrever.
     A perspectiva me assusta. Gostaria de estar inspirado, de coroar com êxito mais um ano nesta busca do pitoresco ou do irrisório no cotidiano de cada um. Eu pretendia apenas recolher da vida diária algo de seu disperso conteúdo humano, fruto da convivência, que a faz mais digna de ser vivida. Visava ao circunstancial, ao episódico. Nesta perseguição do acidental, quer num flagrante de esquina, quer nas palavras de uma criança ou num acidente doméstico, torno-me simples espectador e perco a noção do essencial. Sem mais nada para contar, curvo a cabeça e tomo meu café, enquanto o verso do poeta se repete na lembrança: "assim eu quereria o meu último poema". Não sou poeta e estou sem assunto. Lanço então um último olhar fora de mim, onde vivem os assuntos que merecem uma crônica.
    Ao fundo do botequim um casal de pretos acaba de sentar-se, numa das últimas mesas de mármore ao longo da parede de espelhos. A compostura da humildade, na contenção de gestos e palavras, deixa-se acrescentar pela presença de uma negrinha de seus três anos, laço na cabeça, toda arrumadinha no vestido pobre, que se instalou também à mesa: mal ousa balançar as perninhas curtas ou correr os olhos grandes de curiosidade ao redor. Três seres esquivos que compõem em torno à mesa a instituição tradicional da família, célula da sociedade. Vejo, porém, que se preparam para algo mais que matar a fome.
    Passo a observá-los. O pai, depois de contar o dinheiro que discretamente retirou do bolso, aborda o garçom, inclinando-se para trás na cadeira, e aponta no balcão um pedaço de bolo sob a redoma. A mãe limita-se a ficar olhando imóvel, vagamente ansiosa, como se aguardasse a aprovação do garçom. Este ouve, concentrado, o pedido do homem e depois se afasta para atendê-lo. A mulher suspira, olhando para os lados, a reassegurar-se da naturalidade de sua presença ali. A meu lado o garçom encaminha a ordem do freguês. O homem atrás do balcão apanha a porção do bolo com a mão, larga-o no pratinho -- um bolo simples, amarelo-escuro, apenas uma pequena fatia triangular.
    A negrinha, contida na sua expectativa, olha a garrafa de Coca-Cola e o pratinho que o garçom deixou à sua frente. Por que não começa a comer? Vejo que os três, pai, mãe e filha, obedecem em torno à mesa um discreto ritual. A mãe remexe na bolsa de plástico preto e brilhante, retira qualquer coisa. O pai se mune de uma caixa de fósforos, e espera. A filha aguarda também, atenta como um animalzinho. Ninguém mais os observa além de mim.
    São três velinhas brancas, minúsculas, que a mãe espeta caprichosamente na fatia do bolo. E enquanto ela serve a Coca-Cola, o pai risca o fósforo e acende as velas. Como a um gesto ensaiado, a menininha repousa o queixo no mármore e sopra com força, apagando as chamas. Imediatamente põese a bater palmas, muito compenetrada, cantando num balbucio, a que os pais se juntam, discretos: "parabéns pra você, parabéns pra você..." Depois a mãe recolhe as velas, torna a guardá-las na bolsa. A negrinha agarra finalmente o bolo com as duas mãos sôfregas e põe-se a comê-lo. A mulher está olhando para ela com ternura — ajeita-lhe a fitinha no cabelo crespo, limpa o farelo de bolo que lhe cai ao colo. O pai corre os olhos pelo botequim, satisfeito, como a se convencer intimamente do sucesso da celebração. Dá comigo de súbito, a observá-lo, nossos olhos se encontram, ele se perturba, constrangido — vacila, ameaça abaixar a cabeça, mas acaba sustentando o olhar e enfim se abre num sorriso.
    Assim eu quereria minha última crônica: que fosse pura como esse sorriso.

Texto extraído do livro "A Companheira de Viagem", Editora do Autor - Rio de Janeiro, 1965, pág. 174.
A palavra destacada no trecho “São três velinhas brancas, minúsculas, que a mãe espeta caprichosamente na fatia do bolo”, retirado da crônica, possui, respectivamente: 
Alternativas
Q3493265 Português
Leia o texto a seguir e responda a questão.

A última crônica

Fernando Sabino

    A caminho de casa, entro num botequim da Gávea para tomar um café junto ao balcão. Na realidade estou adiando o momento de escrever.
     A perspectiva me assusta. Gostaria de estar inspirado, de coroar com êxito mais um ano nesta busca do pitoresco ou do irrisório no cotidiano de cada um. Eu pretendia apenas recolher da vida diária algo de seu disperso conteúdo humano, fruto da convivência, que a faz mais digna de ser vivida. Visava ao circunstancial, ao episódico. Nesta perseguição do acidental, quer num flagrante de esquina, quer nas palavras de uma criança ou num acidente doméstico, torno-me simples espectador e perco a noção do essencial. Sem mais nada para contar, curvo a cabeça e tomo meu café, enquanto o verso do poeta se repete na lembrança: "assim eu quereria o meu último poema". Não sou poeta e estou sem assunto. Lanço então um último olhar fora de mim, onde vivem os assuntos que merecem uma crônica.
    Ao fundo do botequim um casal de pretos acaba de sentar-se, numa das últimas mesas de mármore ao longo da parede de espelhos. A compostura da humildade, na contenção de gestos e palavras, deixa-se acrescentar pela presença de uma negrinha de seus três anos, laço na cabeça, toda arrumadinha no vestido pobre, que se instalou também à mesa: mal ousa balançar as perninhas curtas ou correr os olhos grandes de curiosidade ao redor. Três seres esquivos que compõem em torno à mesa a instituição tradicional da família, célula da sociedade. Vejo, porém, que se preparam para algo mais que matar a fome.
    Passo a observá-los. O pai, depois de contar o dinheiro que discretamente retirou do bolso, aborda o garçom, inclinando-se para trás na cadeira, e aponta no balcão um pedaço de bolo sob a redoma. A mãe limita-se a ficar olhando imóvel, vagamente ansiosa, como se aguardasse a aprovação do garçom. Este ouve, concentrado, o pedido do homem e depois se afasta para atendê-lo. A mulher suspira, olhando para os lados, a reassegurar-se da naturalidade de sua presença ali. A meu lado o garçom encaminha a ordem do freguês. O homem atrás do balcão apanha a porção do bolo com a mão, larga-o no pratinho -- um bolo simples, amarelo-escuro, apenas uma pequena fatia triangular.
    A negrinha, contida na sua expectativa, olha a garrafa de Coca-Cola e o pratinho que o garçom deixou à sua frente. Por que não começa a comer? Vejo que os três, pai, mãe e filha, obedecem em torno à mesa um discreto ritual. A mãe remexe na bolsa de plástico preto e brilhante, retira qualquer coisa. O pai se mune de uma caixa de fósforos, e espera. A filha aguarda também, atenta como um animalzinho. Ninguém mais os observa além de mim.
    São três velinhas brancas, minúsculas, que a mãe espeta caprichosamente na fatia do bolo. E enquanto ela serve a Coca-Cola, o pai risca o fósforo e acende as velas. Como a um gesto ensaiado, a menininha repousa o queixo no mármore e sopra com força, apagando as chamas. Imediatamente põese a bater palmas, muito compenetrada, cantando num balbucio, a que os pais se juntam, discretos: "parabéns pra você, parabéns pra você..." Depois a mãe recolhe as velas, torna a guardá-las na bolsa. A negrinha agarra finalmente o bolo com as duas mãos sôfregas e põe-se a comê-lo. A mulher está olhando para ela com ternura — ajeita-lhe a fitinha no cabelo crespo, limpa o farelo de bolo que lhe cai ao colo. O pai corre os olhos pelo botequim, satisfeito, como a se convencer intimamente do sucesso da celebração. Dá comigo de súbito, a observá-lo, nossos olhos se encontram, ele se perturba, constrangido — vacila, ameaça abaixar a cabeça, mas acaba sustentando o olhar e enfim se abre num sorriso.
    Assim eu quereria minha última crônica: que fosse pura como esse sorriso.

Texto extraído do livro "A Companheira de Viagem", Editora do Autor - Rio de Janeiro, 1965, pág. 174.
Leia o seguinte trecho “O pai, depois de contar o dinheiro que discretamente retirou do bolso, aborda o garçom [...]” e analise, como verdadeiras (V) ou falsas (F), as afirmativas a seguir.

I- A palavra “discretamente” foi formada pelo processo de derivação parassintética;
II- No que diz respeito à classe de palavras, podese dizer que “discretamente”, nesse contexto, trata-se de um advérbio;
III- As vírgulas presentes no período em destaque foram utilizadas para intercalar as orações que estão entre o sujeito “o pai” e o verbo “aborda”;
IV- A oração “que discretamente retirou do bolso” classifica-se como oração subordinada adjetiva explicativa.

Após análise das afirmativas, conclui-se que a sequência correta é:
Alternativas
Q3493264 Português
Leia o texto a seguir e responda a questão.

A última crônica

Fernando Sabino

    A caminho de casa, entro num botequim da Gávea para tomar um café junto ao balcão. Na realidade estou adiando o momento de escrever.
     A perspectiva me assusta. Gostaria de estar inspirado, de coroar com êxito mais um ano nesta busca do pitoresco ou do irrisório no cotidiano de cada um. Eu pretendia apenas recolher da vida diária algo de seu disperso conteúdo humano, fruto da convivência, que a faz mais digna de ser vivida. Visava ao circunstancial, ao episódico. Nesta perseguição do acidental, quer num flagrante de esquina, quer nas palavras de uma criança ou num acidente doméstico, torno-me simples espectador e perco a noção do essencial. Sem mais nada para contar, curvo a cabeça e tomo meu café, enquanto o verso do poeta se repete na lembrança: "assim eu quereria o meu último poema". Não sou poeta e estou sem assunto. Lanço então um último olhar fora de mim, onde vivem os assuntos que merecem uma crônica.
    Ao fundo do botequim um casal de pretos acaba de sentar-se, numa das últimas mesas de mármore ao longo da parede de espelhos. A compostura da humildade, na contenção de gestos e palavras, deixa-se acrescentar pela presença de uma negrinha de seus três anos, laço na cabeça, toda arrumadinha no vestido pobre, que se instalou também à mesa: mal ousa balançar as perninhas curtas ou correr os olhos grandes de curiosidade ao redor. Três seres esquivos que compõem em torno à mesa a instituição tradicional da família, célula da sociedade. Vejo, porém, que se preparam para algo mais que matar a fome.
    Passo a observá-los. O pai, depois de contar o dinheiro que discretamente retirou do bolso, aborda o garçom, inclinando-se para trás na cadeira, e aponta no balcão um pedaço de bolo sob a redoma. A mãe limita-se a ficar olhando imóvel, vagamente ansiosa, como se aguardasse a aprovação do garçom. Este ouve, concentrado, o pedido do homem e depois se afasta para atendê-lo. A mulher suspira, olhando para os lados, a reassegurar-se da naturalidade de sua presença ali. A meu lado o garçom encaminha a ordem do freguês. O homem atrás do balcão apanha a porção do bolo com a mão, larga-o no pratinho -- um bolo simples, amarelo-escuro, apenas uma pequena fatia triangular.
    A negrinha, contida na sua expectativa, olha a garrafa de Coca-Cola e o pratinho que o garçom deixou à sua frente. Por que não começa a comer? Vejo que os três, pai, mãe e filha, obedecem em torno à mesa um discreto ritual. A mãe remexe na bolsa de plástico preto e brilhante, retira qualquer coisa. O pai se mune de uma caixa de fósforos, e espera. A filha aguarda também, atenta como um animalzinho. Ninguém mais os observa além de mim.
    São três velinhas brancas, minúsculas, que a mãe espeta caprichosamente na fatia do bolo. E enquanto ela serve a Coca-Cola, o pai risca o fósforo e acende as velas. Como a um gesto ensaiado, a menininha repousa o queixo no mármore e sopra com força, apagando as chamas. Imediatamente põese a bater palmas, muito compenetrada, cantando num balbucio, a que os pais se juntam, discretos: "parabéns pra você, parabéns pra você..." Depois a mãe recolhe as velas, torna a guardá-las na bolsa. A negrinha agarra finalmente o bolo com as duas mãos sôfregas e põe-se a comê-lo. A mulher está olhando para ela com ternura — ajeita-lhe a fitinha no cabelo crespo, limpa o farelo de bolo que lhe cai ao colo. O pai corre os olhos pelo botequim, satisfeito, como a se convencer intimamente do sucesso da celebração. Dá comigo de súbito, a observá-lo, nossos olhos se encontram, ele se perturba, constrangido — vacila, ameaça abaixar a cabeça, mas acaba sustentando o olhar e enfim se abre num sorriso.
    Assim eu quereria minha última crônica: que fosse pura como esse sorriso.

Texto extraído do livro "A Companheira de Viagem", Editora do Autor - Rio de Janeiro, 1965, pág. 174.
No contexto semântico da crônica apresentada, os termos em destaque, no trecho “Gostaria de estar inspirado, de coroar com êxito mais um ano nesta busca do pitoresco ou do irrisório no cotidiano de cada um”, podem ser considerados: 
Alternativas
Q3493263 Português
Leia o texto a seguir e responda a questão.

A última crônica

Fernando Sabino

    A caminho de casa, entro num botequim da Gávea para tomar um café junto ao balcão. Na realidade estou adiando o momento de escrever.
     A perspectiva me assusta. Gostaria de estar inspirado, de coroar com êxito mais um ano nesta busca do pitoresco ou do irrisório no cotidiano de cada um. Eu pretendia apenas recolher da vida diária algo de seu disperso conteúdo humano, fruto da convivência, que a faz mais digna de ser vivida. Visava ao circunstancial, ao episódico. Nesta perseguição do acidental, quer num flagrante de esquina, quer nas palavras de uma criança ou num acidente doméstico, torno-me simples espectador e perco a noção do essencial. Sem mais nada para contar, curvo a cabeça e tomo meu café, enquanto o verso do poeta se repete na lembrança: "assim eu quereria o meu último poema". Não sou poeta e estou sem assunto. Lanço então um último olhar fora de mim, onde vivem os assuntos que merecem uma crônica.
    Ao fundo do botequim um casal de pretos acaba de sentar-se, numa das últimas mesas de mármore ao longo da parede de espelhos. A compostura da humildade, na contenção de gestos e palavras, deixa-se acrescentar pela presença de uma negrinha de seus três anos, laço na cabeça, toda arrumadinha no vestido pobre, que se instalou também à mesa: mal ousa balançar as perninhas curtas ou correr os olhos grandes de curiosidade ao redor. Três seres esquivos que compõem em torno à mesa a instituição tradicional da família, célula da sociedade. Vejo, porém, que se preparam para algo mais que matar a fome.
    Passo a observá-los. O pai, depois de contar o dinheiro que discretamente retirou do bolso, aborda o garçom, inclinando-se para trás na cadeira, e aponta no balcão um pedaço de bolo sob a redoma. A mãe limita-se a ficar olhando imóvel, vagamente ansiosa, como se aguardasse a aprovação do garçom. Este ouve, concentrado, o pedido do homem e depois se afasta para atendê-lo. A mulher suspira, olhando para os lados, a reassegurar-se da naturalidade de sua presença ali. A meu lado o garçom encaminha a ordem do freguês. O homem atrás do balcão apanha a porção do bolo com a mão, larga-o no pratinho -- um bolo simples, amarelo-escuro, apenas uma pequena fatia triangular.
    A negrinha, contida na sua expectativa, olha a garrafa de Coca-Cola e o pratinho que o garçom deixou à sua frente. Por que não começa a comer? Vejo que os três, pai, mãe e filha, obedecem em torno à mesa um discreto ritual. A mãe remexe na bolsa de plástico preto e brilhante, retira qualquer coisa. O pai se mune de uma caixa de fósforos, e espera. A filha aguarda também, atenta como um animalzinho. Ninguém mais os observa além de mim.
    São três velinhas brancas, minúsculas, que a mãe espeta caprichosamente na fatia do bolo. E enquanto ela serve a Coca-Cola, o pai risca o fósforo e acende as velas. Como a um gesto ensaiado, a menininha repousa o queixo no mármore e sopra com força, apagando as chamas. Imediatamente põese a bater palmas, muito compenetrada, cantando num balbucio, a que os pais se juntam, discretos: "parabéns pra você, parabéns pra você..." Depois a mãe recolhe as velas, torna a guardá-las na bolsa. A negrinha agarra finalmente o bolo com as duas mãos sôfregas e põe-se a comê-lo. A mulher está olhando para ela com ternura — ajeita-lhe a fitinha no cabelo crespo, limpa o farelo de bolo que lhe cai ao colo. O pai corre os olhos pelo botequim, satisfeito, como a se convencer intimamente do sucesso da celebração. Dá comigo de súbito, a observá-lo, nossos olhos se encontram, ele se perturba, constrangido — vacila, ameaça abaixar a cabeça, mas acaba sustentando o olhar e enfim se abre num sorriso.
    Assim eu quereria minha última crônica: que fosse pura como esse sorriso.

Texto extraído do livro "A Companheira de Viagem", Editora do Autor - Rio de Janeiro, 1965, pág. 174.
A crônica utiliza fatos do cotidiano com o objetivo de lançar uma crítica, sobre determinada temática, à sociedade. No texto “A última crônica”, dentre as temáticas abordadas, percebe-se que Fernando Sabino faz uma crítica: 
Alternativas
Q3493237 Português
Leia o texto a seguir:

Antes e depois: imagens de IA mostram efeitos destruidores dos microplásticos no rosto humano

Fragmentos presentes no dia a dia podem prejudicar processos hormonais e ressecar a pele

    Há cada vez mais evidências de que os microplásticos que cercam nossas vidas são capazes de penetrar em estruturas e órgãos do corpo, perturbando uma série de funções biológicas. Segundo cientistas, pesquisas apontam que esses fragmentos podem se acumular no organismo com o tempo e desregular hormônios, ressecar a pele, causar inflamações e alterações de peso corporal.

    Agora, uma empresa de reciclagem do Reino Unido tentou capturar o impacto que essas toxinas podem estar causando à pele.

    A convite da businesswaste.co.uk, pesquisadores utilizaram imagens geradas por inteligência artificial (IA) de um homem e de uma mulher jovens e saudáveis e simularam a exposição a microplásticos em três níveis diferentes: baixo, médio e alto.

    No nível baixo, as imagens mostram que os indivíduos foram expostos aos microplásticos através de alimentos, de bebidas e do ambiente cotidiano. O relatório sugere que os fragmentos estavam interferindo nos hormônios, levando a ressecamento da pele, vermelhidão e irritação.

    No nível médio, as simulações apontam o consumo frequente de alimentos processados embalados em plástico e de frutos do mar contaminados. Os modelos também estariam usando roupas feitas de tecidos sintéticos como náilon e poliéster com mais regularidade. Os pesquisadores alegam que nesse nível a exposição poderia causar mais irritação da pele e desregular hormônios, levando à produção excessiva de oleosidade e envelhecimento precoce. O desequilíbrio da testosterona pode aumentar a produção de óleo na pele.
    
    Nas simulações de nível alto, os modelos humanos estariam expostos a microplásticos no ambiente de trabalho, que incluiria áreas de gestão de resíduos, indústrias têxteis sintéticas e setores de fabricação de plásticos.
    
    Segundo a equipe, nesse caso as inflmações seriam ainda maiores, com manifestações na pele e sinais de envelhecimento precoce. Elas incluiriam descoloração, aparecimento de caroços e lesões que não cicatrizam adequadamente. Também pode haver descoloração azulada ou arroxeada nos lábios e pontas dos dedos. 

    Flutuações hormonais levariam a afinamento ou queda de cabelo, alterações de peso e ciclos menstruais irregulares.

    “É evidente que há muitos sinais preocupantes de como essa poluição pode nos afetar. As imagens que geramos são baseadas em descobertas desses estudos e mostram resultados alarmantes, mas esperamos que façam as pessoas prestar atenção ao problema maior”, afirmou Mark Hall, especialista em resíduos plásticos da empresa responsável pelo relatório.

    Suas recomendações para evitar o excesso de contaminantes incluem abandonar plásticos de uso único, filtrar a água potável, trocar tecidos de náilon e poliéster por materiais naturais como algodão e lã, consumir alimentos orgânicos sempre que possível, reduzir o consumo de frutos do mar e substituir colheres de plástico por colheres de madeira, tábuas de corte por opções naturais e potes de plástico por recipientes de vidro.


Fonte:https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2025/04/05/antes-e-depois-imagensde-ia-mostram-efeitos-destruidores-dos-microplasticos-no-rosto-humano.ghtml. Acesso em 05/04/2025. Texto adaptado.
Na palavra DESREGULAR, o prefixo destacado tem o mesmo sentido e a mesma função atestados na palavra:
Alternativas
Q3493236 Português
Leia o texto a seguir:

Antes e depois: imagens de IA mostram efeitos destruidores dos microplásticos no rosto humano

Fragmentos presentes no dia a dia podem prejudicar processos hormonais e ressecar a pele

    Há cada vez mais evidências de que os microplásticos que cercam nossas vidas são capazes de penetrar em estruturas e órgãos do corpo, perturbando uma série de funções biológicas. Segundo cientistas, pesquisas apontam que esses fragmentos podem se acumular no organismo com o tempo e desregular hormônios, ressecar a pele, causar inflamações e alterações de peso corporal.

    Agora, uma empresa de reciclagem do Reino Unido tentou capturar o impacto que essas toxinas podem estar causando à pele.

    A convite da businesswaste.co.uk, pesquisadores utilizaram imagens geradas por inteligência artificial (IA) de um homem e de uma mulher jovens e saudáveis e simularam a exposição a microplásticos em três níveis diferentes: baixo, médio e alto.

    No nível baixo, as imagens mostram que os indivíduos foram expostos aos microplásticos através de alimentos, de bebidas e do ambiente cotidiano. O relatório sugere que os fragmentos estavam interferindo nos hormônios, levando a ressecamento da pele, vermelhidão e irritação.

    No nível médio, as simulações apontam o consumo frequente de alimentos processados embalados em plástico e de frutos do mar contaminados. Os modelos também estariam usando roupas feitas de tecidos sintéticos como náilon e poliéster com mais regularidade. Os pesquisadores alegam que nesse nível a exposição poderia causar mais irritação da pele e desregular hormônios, levando à produção excessiva de oleosidade e envelhecimento precoce. O desequilíbrio da testosterona pode aumentar a produção de óleo na pele.
    
    Nas simulações de nível alto, os modelos humanos estariam expostos a microplásticos no ambiente de trabalho, que incluiria áreas de gestão de resíduos, indústrias têxteis sintéticas e setores de fabricação de plásticos.
    
    Segundo a equipe, nesse caso as inflmações seriam ainda maiores, com manifestações na pele e sinais de envelhecimento precoce. Elas incluiriam descoloração, aparecimento de caroços e lesões que não cicatrizam adequadamente. Também pode haver descoloração azulada ou arroxeada nos lábios e pontas dos dedos. 

    Flutuações hormonais levariam a afinamento ou queda de cabelo, alterações de peso e ciclos menstruais irregulares.

    “É evidente que há muitos sinais preocupantes de como essa poluição pode nos afetar. As imagens que geramos são baseadas em descobertas desses estudos e mostram resultados alarmantes, mas esperamos que façam as pessoas prestar atenção ao problema maior”, afirmou Mark Hall, especialista em resíduos plásticos da empresa responsável pelo relatório.

    Suas recomendações para evitar o excesso de contaminantes incluem abandonar plásticos de uso único, filtrar a água potável, trocar tecidos de náilon e poliéster por materiais naturais como algodão e lã, consumir alimentos orgânicos sempre que possível, reduzir o consumo de frutos do mar e substituir colheres de plástico por colheres de madeira, tábuas de corte por opções naturais e potes de plástico por recipientes de vidro.


Fonte:https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2025/04/05/antes-e-depois-imagensde-ia-mostram-efeitos-destruidores-dos-microplasticos-no-rosto-humano.ghtml. Acesso em 05/04/2025. Texto adaptado.
Segundo cientistas, pesquisas apontam que esses fragmentos podem se acumular no organismo com o tempo e desregular hormônios, ressecar a pele, causar inflamações e alterações de peso corporal” (1º parágrafo). Nesse trecho, o conectivo destacado tem sentido:
Alternativas
Q3493235 Português
Leia o texto a seguir:

Antes e depois: imagens de IA mostram efeitos destruidores dos microplásticos no rosto humano

Fragmentos presentes no dia a dia podem prejudicar processos hormonais e ressecar a pele

    Há cada vez mais evidências de que os microplásticos que cercam nossas vidas são capazes de penetrar em estruturas e órgãos do corpo, perturbando uma série de funções biológicas. Segundo cientistas, pesquisas apontam que esses fragmentos podem se acumular no organismo com o tempo e desregular hormônios, ressecar a pele, causar inflamações e alterações de peso corporal.

    Agora, uma empresa de reciclagem do Reino Unido tentou capturar o impacto que essas toxinas podem estar causando à pele.

    A convite da businesswaste.co.uk, pesquisadores utilizaram imagens geradas por inteligência artificial (IA) de um homem e de uma mulher jovens e saudáveis e simularam a exposição a microplásticos em três níveis diferentes: baixo, médio e alto.

    No nível baixo, as imagens mostram que os indivíduos foram expostos aos microplásticos através de alimentos, de bebidas e do ambiente cotidiano. O relatório sugere que os fragmentos estavam interferindo nos hormônios, levando a ressecamento da pele, vermelhidão e irritação.

    No nível médio, as simulações apontam o consumo frequente de alimentos processados embalados em plástico e de frutos do mar contaminados. Os modelos também estariam usando roupas feitas de tecidos sintéticos como náilon e poliéster com mais regularidade. Os pesquisadores alegam que nesse nível a exposição poderia causar mais irritação da pele e desregular hormônios, levando à produção excessiva de oleosidade e envelhecimento precoce. O desequilíbrio da testosterona pode aumentar a produção de óleo na pele.
    
    Nas simulações de nível alto, os modelos humanos estariam expostos a microplásticos no ambiente de trabalho, que incluiria áreas de gestão de resíduos, indústrias têxteis sintéticas e setores de fabricação de plásticos.
    
    Segundo a equipe, nesse caso as inflmações seriam ainda maiores, com manifestações na pele e sinais de envelhecimento precoce. Elas incluiriam descoloração, aparecimento de caroços e lesões que não cicatrizam adequadamente. Também pode haver descoloração azulada ou arroxeada nos lábios e pontas dos dedos. 

    Flutuações hormonais levariam a afinamento ou queda de cabelo, alterações de peso e ciclos menstruais irregulares.

    “É evidente que há muitos sinais preocupantes de como essa poluição pode nos afetar. As imagens que geramos são baseadas em descobertas desses estudos e mostram resultados alarmantes, mas esperamos que façam as pessoas prestar atenção ao problema maior”, afirmou Mark Hall, especialista em resíduos plásticos da empresa responsável pelo relatório.

    Suas recomendações para evitar o excesso de contaminantes incluem abandonar plásticos de uso único, filtrar a água potável, trocar tecidos de náilon e poliéster por materiais naturais como algodão e lã, consumir alimentos orgânicos sempre que possível, reduzir o consumo de frutos do mar e substituir colheres de plástico por colheres de madeira, tábuas de corte por opções naturais e potes de plástico por recipientes de vidro.


Fonte:https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2025/04/05/antes-e-depois-imagensde-ia-mostram-efeitos-destruidores-dos-microplasticos-no-rosto-humano.ghtml. Acesso em 05/04/2025. Texto adaptado.
“Há cada vez mais evidências de que os microplásticos que cercam nossas vidas são capazes de penetrar em estruturas e órgãos do corpo, perturbando uma série de funções biológicas” (1º parágrafo). Nesse trecho, as duas palavras em destaque são classificadas, respectivamente, como:
Alternativas
Q3493234 Português
Leia o texto a seguir:

Antes e depois: imagens de IA mostram efeitos destruidores dos microplásticos no rosto humano

Fragmentos presentes no dia a dia podem prejudicar processos hormonais e ressecar a pele

    Há cada vez mais evidências de que os microplásticos que cercam nossas vidas são capazes de penetrar em estruturas e órgãos do corpo, perturbando uma série de funções biológicas. Segundo cientistas, pesquisas apontam que esses fragmentos podem se acumular no organismo com o tempo e desregular hormônios, ressecar a pele, causar inflamações e alterações de peso corporal.

    Agora, uma empresa de reciclagem do Reino Unido tentou capturar o impacto que essas toxinas podem estar causando à pele.

    A convite da businesswaste.co.uk, pesquisadores utilizaram imagens geradas por inteligência artificial (IA) de um homem e de uma mulher jovens e saudáveis e simularam a exposição a microplásticos em três níveis diferentes: baixo, médio e alto.

    No nível baixo, as imagens mostram que os indivíduos foram expostos aos microplásticos através de alimentos, de bebidas e do ambiente cotidiano. O relatório sugere que os fragmentos estavam interferindo nos hormônios, levando a ressecamento da pele, vermelhidão e irritação.

    No nível médio, as simulações apontam o consumo frequente de alimentos processados embalados em plástico e de frutos do mar contaminados. Os modelos também estariam usando roupas feitas de tecidos sintéticos como náilon e poliéster com mais regularidade. Os pesquisadores alegam que nesse nível a exposição poderia causar mais irritação da pele e desregular hormônios, levando à produção excessiva de oleosidade e envelhecimento precoce. O desequilíbrio da testosterona pode aumentar a produção de óleo na pele.
    
    Nas simulações de nível alto, os modelos humanos estariam expostos a microplásticos no ambiente de trabalho, que incluiria áreas de gestão de resíduos, indústrias têxteis sintéticas e setores de fabricação de plásticos.
    
    Segundo a equipe, nesse caso as inflmações seriam ainda maiores, com manifestações na pele e sinais de envelhecimento precoce. Elas incluiriam descoloração, aparecimento de caroços e lesões que não cicatrizam adequadamente. Também pode haver descoloração azulada ou arroxeada nos lábios e pontas dos dedos. 

    Flutuações hormonais levariam a afinamento ou queda de cabelo, alterações de peso e ciclos menstruais irregulares.

    “É evidente que há muitos sinais preocupantes de como essa poluição pode nos afetar. As imagens que geramos são baseadas em descobertas desses estudos e mostram resultados alarmantes, mas esperamos que façam as pessoas prestar atenção ao problema maior”, afirmou Mark Hall, especialista em resíduos plásticos da empresa responsável pelo relatório.

    Suas recomendações para evitar o excesso de contaminantes incluem abandonar plásticos de uso único, filtrar a água potável, trocar tecidos de náilon e poliéster por materiais naturais como algodão e lã, consumir alimentos orgânicos sempre que possível, reduzir o consumo de frutos do mar e substituir colheres de plástico por colheres de madeira, tábuas de corte por opções naturais e potes de plástico por recipientes de vidro.


Fonte:https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2025/04/05/antes-e-depois-imagensde-ia-mostram-efeitos-destruidores-dos-microplasticos-no-rosto-humano.ghtml. Acesso em 05/04/2025. Texto adaptado.
A leitura do texto permite concluir que as ações individuais das pessoas em busca de saúde:
Alternativas
Q3493233 Português
Segundo o texto, um determinado mecanismo biológico pode ser afetado pela exposição aos microplásticos, levando a ressecamento da pele e inflamações. Esse mecanismo é:
Alternativas
Q3492867 Português
Estudante do Paraná morre durante intercâmbio no Canadá


   Um aluno da rede estadual de ensino do Paraná morreu na cidade de Nackawic, distrito de New Brunswick, no Canadá. O aluno Victor Gabriel Camargo, de 16 anos, participava do programa de intercâmbio Ganhando o Mundo e estava desaparecido desde segunda-feira (16) quando entrou num rio perto da região onde morava.

   Gabriel estava acompanhado da família canadense e de outra intercambista do programa. Equipes de resgate da região foram mobilizadas nas buscas. Em nota, a Secretaria Estadual de Educação lamentou o acidente. “Toda a rede estadual está de luto e presta solidariedade aos familiares e amigos do estudante neste momento de profunda dor”.

   Para acompanhar os desdobramentos do caso, o diretor de educação da SEED-PR será enviado ao país. A secretaria informou que está em contato direto com a família do estudante, que mora na região Oeste do Paraná, prestando todo o apoio necessário e suporte com informações e orientações em relação às medidas legais, consulares e logísticas que envolvem o caso.

  O Governo do Paraná também estabeleceu com a cúpula da Polícia Federal a emissão de passaporte de maneira emergencial para os pais, se desejarem acompanhar todo o processo. O corpo consular canadense está à disposição para ajudar com vistos e outros procedimentos.



Fonte: Estudante do Paraná morre durante intercâmbio no Canadá
Assinale a alternativa cuja palavra seja oxítona: 
Alternativas
Q3492866 Português
Estudante do Paraná morre durante intercâmbio no Canadá


   Um aluno da rede estadual de ensino do Paraná morreu na cidade de Nackawic, distrito de New Brunswick, no Canadá. O aluno Victor Gabriel Camargo, de 16 anos, participava do programa de intercâmbio Ganhando o Mundo e estava desaparecido desde segunda-feira (16) quando entrou num rio perto da região onde morava.

   Gabriel estava acompanhado da família canadense e de outra intercambista do programa. Equipes de resgate da região foram mobilizadas nas buscas. Em nota, a Secretaria Estadual de Educação lamentou o acidente. “Toda a rede estadual está de luto e presta solidariedade aos familiares e amigos do estudante neste momento de profunda dor”.

   Para acompanhar os desdobramentos do caso, o diretor de educação da SEED-PR será enviado ao país. A secretaria informou que está em contato direto com a família do estudante, que mora na região Oeste do Paraná, prestando todo o apoio necessário e suporte com informações e orientações em relação às medidas legais, consulares e logísticas que envolvem o caso.

  O Governo do Paraná também estabeleceu com a cúpula da Polícia Federal a emissão de passaporte de maneira emergencial para os pais, se desejarem acompanhar todo o processo. O corpo consular canadense está à disposição para ajudar com vistos e outros procedimentos.



Fonte: Estudante do Paraná morre durante intercâmbio no Canadá
Assinale a alternativa cuja palavra possua mais de quatro sílabas:  
Alternativas
Q3492865 Português
Estudante do Paraná morre durante intercâmbio no Canadá


   Um aluno da rede estadual de ensino do Paraná morreu na cidade de Nackawic, distrito de New Brunswick, no Canadá. O aluno Victor Gabriel Camargo, de 16 anos, participava do programa de intercâmbio Ganhando o Mundo e estava desaparecido desde segunda-feira (16) quando entrou num rio perto da região onde morava.

   Gabriel estava acompanhado da família canadense e de outra intercambista do programa. Equipes de resgate da região foram mobilizadas nas buscas. Em nota, a Secretaria Estadual de Educação lamentou o acidente. “Toda a rede estadual está de luto e presta solidariedade aos familiares e amigos do estudante neste momento de profunda dor”.

   Para acompanhar os desdobramentos do caso, o diretor de educação da SEED-PR será enviado ao país. A secretaria informou que está em contato direto com a família do estudante, que mora na região Oeste do Paraná, prestando todo o apoio necessário e suporte com informações e orientações em relação às medidas legais, consulares e logísticas que envolvem o caso.

  O Governo do Paraná também estabeleceu com a cúpula da Polícia Federal a emissão de passaporte de maneira emergencial para os pais, se desejarem acompanhar todo o processo. O corpo consular canadense está à disposição para ajudar com vistos e outros procedimentos.



Fonte: Estudante do Paraná morre durante intercâmbio no Canadá
Assinale a alternativa que apresente um sinônimo adequado para o termo em destaque no período: A secretaria informou que está em contato direto com a família do estudante, que mora na região Oeste do Paraná, prestando todo o apoio necessário e suporte com informações e orientações em relação às medidas legais, consulares e logísticas que envolvem o caso.
Alternativas
Q3492864 Português
Estudante do Paraná morre durante intercâmbio no Canadá


   Um aluno da rede estadual de ensino do Paraná morreu na cidade de Nackawic, distrito de New Brunswick, no Canadá. O aluno Victor Gabriel Camargo, de 16 anos, participava do programa de intercâmbio Ganhando o Mundo e estava desaparecido desde segunda-feira (16) quando entrou num rio perto da região onde morava.

   Gabriel estava acompanhado da família canadense e de outra intercambista do programa. Equipes de resgate da região foram mobilizadas nas buscas. Em nota, a Secretaria Estadual de Educação lamentou o acidente. “Toda a rede estadual está de luto e presta solidariedade aos familiares e amigos do estudante neste momento de profunda dor”.

   Para acompanhar os desdobramentos do caso, o diretor de educação da SEED-PR será enviado ao país. A secretaria informou que está em contato direto com a família do estudante, que mora na região Oeste do Paraná, prestando todo o apoio necessário e suporte com informações e orientações em relação às medidas legais, consulares e logísticas que envolvem o caso.

  O Governo do Paraná também estabeleceu com a cúpula da Polícia Federal a emissão de passaporte de maneira emergencial para os pais, se desejarem acompanhar todo o processo. O corpo consular canadense está à disposição para ajudar com vistos e outros procedimentos.



Fonte: Estudante do Paraná morre durante intercâmbio no Canadá
Assinale a alternativa que apresente o tempo verbal do verbo em destaque no período: Em nota, a Secretaria Estadual de Educação lamentou o acidente.
Alternativas
Q3492863 Português
Estudante do Paraná morre durante intercâmbio no Canadá


   Um aluno da rede estadual de ensino do Paraná morreu na cidade de Nackawic, distrito de New Brunswick, no Canadá. O aluno Victor Gabriel Camargo, de 16 anos, participava do programa de intercâmbio Ganhando o Mundo e estava desaparecido desde segunda-feira (16) quando entrou num rio perto da região onde morava.

   Gabriel estava acompanhado da família canadense e de outra intercambista do programa. Equipes de resgate da região foram mobilizadas nas buscas. Em nota, a Secretaria Estadual de Educação lamentou o acidente. “Toda a rede estadual está de luto e presta solidariedade aos familiares e amigos do estudante neste momento de profunda dor”.

   Para acompanhar os desdobramentos do caso, o diretor de educação da SEED-PR será enviado ao país. A secretaria informou que está em contato direto com a família do estudante, que mora na região Oeste do Paraná, prestando todo o apoio necessário e suporte com informações e orientações em relação às medidas legais, consulares e logísticas que envolvem o caso.

  O Governo do Paraná também estabeleceu com a cúpula da Polícia Federal a emissão de passaporte de maneira emergencial para os pais, se desejarem acompanhar todo o processo. O corpo consular canadense está à disposição para ajudar com vistos e outros procedimentos.



Fonte: Estudante do Paraná morre durante intercâmbio no Canadá
Assinale a alternativa que apresente o tema central do texto: 
Alternativas
Q3492731 Português

A Base Nacional Comum Curricular publicada pelo MEC em 2017, em seu item 4.1.1.2 (p.136), descreve o que se espera do componente curricular Língua Portuguesa nos anos finais do Ensino Fundamental. O documento diz que:



No componente Língua Portuguesa, amplia-se o contato dos estudantes com gêneros textuais relacionados a vários campos de atuação e a várias disciplinas, partindo-se de práticas de linguagem já vivenciadas pelos jovens para a ampliação dessas práticas, em direção a novas experiências.



Com esta ampliação do contato com gêneros textuais relacionados a diversos campos de atuação, o documento nos propõe como objetivos principais de aprendizagem em seu contexto aqueles que

Alternativas
Q3492730 Português

A Base Nacional Comum Curricular publicada pelo MEC em 2017, em seu item 4.1.1 (p.67) que abre a descrição do componente de Língua Portuguesa no Ensino Fundamental, diz que:



“O componente Língua Portuguesa da BNCC dialoga com documentos e orientações curriculares produzidos nas últimas décadas, buscando atualizá-los em relação às pesquisas recentes da área e às transformações das práticas de linguagem ocorridas neste século, devidas em grande parte ao desenvolvimento das tecnologias digitais da informação e comunicação (TDIC). Assume-se aqui a perspectiva enunciativo-discursiva de linguagem, já assumida em outros documentos, como os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), para os quais a linguagem é “uma forma de ação interindividual orientada para uma finalidade específica; um processo de interlocução que se realiza nas práticas sociais existentes numa sociedade, nos distintos momentos de sua história” (BRASIL, 1998, p. 20).



Diante desta afirmação, podemos concluir que nas aulas de língua portuguesa que atenderem às recomendações apresentadas no documento, a unidade de trabalho a ser considerada no desenvolvimento das habilidades previstas para o componente curricular de Língua Portuguesa será

Alternativas
Q3492729 Português

A Base Nacional Comum Curricular nos apresenta entre as competências específicas de língua portuguesa para o ensino fundamental a de

Alternativas
Respostas
32881: D
32882: B
32883: E
32884: X
32885: C
32886: C
32887: D
32888: A
32889: B
32890: D
32891: A
32892: B
32893: D
32894: C
32895: B
32896: A
32897: C
32898: A
32899: D
32900: A