Questões de Concurso Sobre português
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(1) Pretérito perfeito do modo indicativo.
(2) Pretérito imperfeito do modo indicativo.
(3) Presente do modo indicativo.
( ) Os animais extintos são aqueles que desapareceram do planeta Terra.
( ) A espécie sofre com a construção de hidrelétricas.
( ) A espécie se distribuía por todo Rio Grande do Sul.
(1) Adjetivo.
(2) Substantivo.
( ) Animais (1º parágrafo).
( ) Climáticas (1º parágrafo).
( ) Extintos (1º parágrafo).
( ) Hábitos. (3º parágrafo).
I. Tóxicas: tó-xi-ca-s.
II. Mamífero: mamí-fe-ro.
III. Hidrelétricas: hi-dre-lé-tri-cas.
Está CORRETO o que se afirma:
“Os principais motivos são: a caça predatória, a pesca, a contaminação do solo, da água e do ar, a destruição de habitats, as mudanças climáticas e a utilização de substâncias tóxicas.” (1º parágrafo).
Qual a função dos dois-pontos no trecho?
( ) O texto cita apenas exemplos de animais do sul do país, desconsiderando espécies de outras regiões.
( ) O boto-cor-de-rosa vive no litoral brasileiro e é ameaçado apenas pela pesca predatória.
( ) A anta é um animal aquático típico da região amazônica, conhecido por viver em grandes grupos.
( ) Um animal extinto pode ter sido eliminado por causas naturais ou pela ação humana.
É compreensível por que muitas pessoas recorrem ao tratamento do silêncio. No calor de um conflito, pode parecer reconfortante manter o controle e fazer o outro "sofrer um pouco". Mas esse controle vem com um custo alto. Quando usamos o silêncio como forma de punição, o que transmitimos não é apenas distanciamento, mas rejeição, exclusão e abandono.
E não é só uma questão emocional: estudos mostram que ser ignorado ou excluído ativa no cérebro as mesmas regiões envolvidas na dor física. Em outras palavras, o silêncio imposto machuca, literalmente.
ANGELO, L. Este hábito silencioso pode arruinar o seu relacionamento sem você perceber. Vogue Brasil, São Paulo, maio 2025. Disponível em: https://vogue.globo.com/. Acesso em: 1 jun. 2025. (Fragmento)
Na expressão em destaque no texto, a escolha do pronome “você” como sujeito da oração tem como efeito
Quem teve o privilégio de conviver com ela, reconhecia que a personalidade forte e o jeito de ser que mimetizava o do sertão, podiam não ser fáceis. Niède era braba. Mas ela sabia que sem coragem e couraça não há quem enfrente os espinhos da Caatinga, as durezas da vida acadêmica, os perigos de defender o meio ambiente, a violência do preconceito e do machismo.
A mesma coragem que a levava morro acima para escavar um sítio arqueológico com pinos nos joelhos quando já passara dos 80 anos, a impulsionou para fazer o patrimônio da Serra da Capivara conhecido mundo afora. E tentou protegê-lo com todas as suas forças.
Há décadas a unidade de conservação criada graças a seus esforços já contava com placas trilíngues, projetos de visitação e modelo de gestão de um tipo que os demais parques brasileiros jamais chegaram a ter.
AZEVEDO, A. L. Guerreira, Niède Guidon nunca deixou de lutar para defender a arqueologia, o meio ambiente e superar as injustiças sociais. O Globo, Rio de Janeiro, jun. 2025. Disponível em: https://oglobo.globo.com. Acesso em: 5 jun. 2025. (Fragmento)
No trecho, a expressão destacada cumpre uma função argumentativa de
Em primeiro lugar, porque os corantes se dissolvem bastante ao entrar em contato com a água. Segundo, porque as bolhas que formam a espuma são bem fininhas.
“A cor, que já não era tão forte depois de ter sido diluída, torna-se ainda mais fraca nessa camada fina”, diz o químico Massuo Jorge Kato, da USP. Assim, cada bolha da espuma fica quase transparente.
Mas, então, por que a espuma é branca, e não translúcida como uma bolha isolada?
É que cada bolha desvia pelo menos um pouquinho dos raios de luz que chegam até ela. Quanto se juntam incontáveis bolhinhas, como na espuma, os raios acabam sendo ricocheteados para todos os lados, como se estivessem em um jogo de espelhos.
Como cada um desses raios corresponde a uma cor diferente, todos os tons possíveis são refletidos para os nossos olhos ao mesmo tempo. E adivinhe qual é a cor que surge da junção de todas as outras? É isso mesmo, a branca.
Revista Mundo Estranho. Disponível em: https://super.abril.com.br/coluna/oraculo/por-que-a-espuma-e-sempre-branca-nao-importa-acor-do-sabao/. Acesso em: 9 de maio 2025.
Considerando o texto, assinale a alternativa que NÃO apresenta relação comparativa.
TEXTO PARA A QUESTÃO.
Mais vida, menos tela


Autor: Felipe Daroit (adaptado).
TEXTO PARA A QUESTÃO.
Mais vida, menos tela


Autor: Felipe Daroit (adaptado).
TEXTO PARA A QUESTÃO.
Mais vida, menos tela


Autor: Felipe Daroit (adaptado).
TEXTO PARA A QUESTÃO.
Mais vida, menos tela


Autor: Felipe Daroit (adaptado).
TEXTO PARA A QUESTÃO.
Mais vida, menos tela


Autor: Felipe Daroit (adaptado).
TEXTO PARA A QUESTÃO.
Mais vida, menos tela


Autor: Felipe Daroit (adaptado).
O texto apresenta, no trecho “temos youtubers gritando em vídeos editados como se todos sofressem de déficit de atenção”, diferentes formas e tempos verbais que contribuem para o sentido da narrativa. Nesse sentido, analise as assertivas a seguir:
I. O verbo temos está no presente do indicativo, indicando uma ação atual e real.
II. O verbo gritando está no gerúndio, forma nominal que expressa ação em andamento.
III. O verbo sofressem está no futuro do subjuntivo, indicando hipótese ou possibilidade.
Está correto o que se afirma em:
TEXTO PARA A QUESTÃO.
Mais vida, menos tela


Autor: Felipe Daroit (adaptado).
TEXTO PARA A QUESTÃO.
Mais vida, menos tela


Autor: Felipe Daroit (adaptado).
TEXTO PARA A QUESTÃO.
Mais vida, menos tela


Autor: Felipe Daroit (adaptado).
O autor utiliza exemplos da infância no passado e da rotina tecnológica atual para reforçar sua argumentação. Com base nisso, é possível inferir que:
I. As brincadeiras e interações do passado favoreciam a criatividade e a conexão afetiva entre pais e filhos.
II. O uso excessivo das telas compromete o desenvolvimento da imaginação e das habilidades sociais.
III. A tecnologia, quando utilizada sem moderação e mediação, reforça a passividade e a dependência comportamental.
Está correto o que se afirma em:
TEXTO PARA A QUESTÃO.
Mais vida, menos tela


Autor: Felipe Daroit (adaptado).
O sucessor do Xandão por aquelas bandas, nomeado Ptolomeu I, ordenou a construção de um centro de ensino e pesquisa em Alexandria para atrair a elite intelectual da época. Tipo uma versão helênica e antiquíssima do Instituto de Estudos Avançados de Princeton, onde monstros sagrados das exatas como Einstein, Gödel e Neumann trabalharam juntos na década de 1950.
O nome dessa instituição era Mouseion. Em português, “Museu”. O significado original da palavra é “templo dedicado às musas” – as deusas do panteão grego que, na tradição helênica, inspiravam as artes, a literatura e a ciência. Essa também é a origem etimológica de “música”, diga-se. Compôs uma bela canção? Legal, mas não foi bem você. Tudo que é belo emana dessas divas – artistas são só os meros mortais que, volta e meia, têm o privilégio de receber um download de versos do Olimpo.
VAIANO, B. A Biblioteca de Alexandria não foi destruída pelo fogo, mas pelo esquecimento. Superinteressante, São Paulo, 16 maio 2025. Disponível em: https://super.abril.com.br/. Acesso em: 28 mai. 2025. (Fragmento)
No trecho em destaque, a metáfora utilizada pelo autor produz o seguinte efeito de sentido: