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Questões de Concurso Sobre português

Foram encontradas 250.021 questões

Q3622125 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


TEXTO I


A Eficácia do Riso


Ao escutar uma piada, daquelas que nos fazem disparar a rir, são produzidos na boca uma série de sons vocálicos que duram de 1/16 segundos e repetem a cada 1/15 segundo. Enquanto os sons são emitidos, o ar sai dos pulmões a mais de 100 Km/h.


Uma gargalhada provoca aceleração dos batimentos cardíacos, elevação da pressão arterial e dilatação das pupilas.


Os adultos riem em média 20 vezes por dia, e as crianças até dez vezes mais. Rir é um aspecto tão inerente à existência humana que esquecemos como são interessantes esses ataques repentinos de alegria.


Por que as pessoas riem quando escutam uma piada? Segundo o escritor húngaro Arthur Kostler (1905- 1983), o riso é um reflexo de luxo, que não possui utilidade biológica.


Entretanto a Natureza não investe em algo inútil, acredita-se que o impulso de rir possa ter contribuído para a sobrevivência no decurso da evolução.


A gelotologia que pesquisa sobre o riso, aponta que esta é a mais antiga forma de comunicação.


Os centros da linguagem estão situados no córtex mais recente, e o riso origina-se de uma parte mais antiga do cérebro, responsável pelas emoções como o medo e a alegria. Razão pela qual o riso escapa ao controle consciente. Não se pode dar uma boa gargalhada atendendo a um comando, muito menos é possível reprimi-la. 


O riso pode apresentar um aspecto físico, cognitivo e emocional. Acontecimento este que não reduz o senso de humor a uma única região do cérebro.


Rir, achar algo engraçado, é um processo complexo, que requer várias etapas do pensamento.



Por Patrícia Lopes

Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/curiosidades/a-eficacia-riso.htm. 

De acordo com a acentuação tônica, a palavra “existência” é classificada como:
Alternativas
Q3622124 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


TEXTO I


A Eficácia do Riso


Ao escutar uma piada, daquelas que nos fazem disparar a rir, são produzidos na boca uma série de sons vocálicos que duram de 1/16 segundos e repetem a cada 1/15 segundo. Enquanto os sons são emitidos, o ar sai dos pulmões a mais de 100 Km/h.


Uma gargalhada provoca aceleração dos batimentos cardíacos, elevação da pressão arterial e dilatação das pupilas.


Os adultos riem em média 20 vezes por dia, e as crianças até dez vezes mais. Rir é um aspecto tão inerente à existência humana que esquecemos como são interessantes esses ataques repentinos de alegria.


Por que as pessoas riem quando escutam uma piada? Segundo o escritor húngaro Arthur Kostler (1905- 1983), o riso é um reflexo de luxo, que não possui utilidade biológica.


Entretanto a Natureza não investe em algo inútil, acredita-se que o impulso de rir possa ter contribuído para a sobrevivência no decurso da evolução.


A gelotologia que pesquisa sobre o riso, aponta que esta é a mais antiga forma de comunicação.


Os centros da linguagem estão situados no córtex mais recente, e o riso origina-se de uma parte mais antiga do cérebro, responsável pelas emoções como o medo e a alegria. Razão pela qual o riso escapa ao controle consciente. Não se pode dar uma boa gargalhada atendendo a um comando, muito menos é possível reprimi-la. 


O riso pode apresentar um aspecto físico, cognitivo e emocional. Acontecimento este que não reduz o senso de humor a uma única região do cérebro.


Rir, achar algo engraçado, é um processo complexo, que requer várias etapas do pensamento.



Por Patrícia Lopes

Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/curiosidades/a-eficacia-riso.htm. 

Leia:


“Segundo o escritor húngaro Arthur Kostler (1905- 1983), o riso é um reflexo de luxo, que não possui utilidade biológica.”


Quanto ao emprego do pronome destacado no trecho acima, podemos afirmar que:

Alternativas
Q3622123 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


TEXTO I


A Eficácia do Riso


Ao escutar uma piada, daquelas que nos fazem disparar a rir, são produzidos na boca uma série de sons vocálicos que duram de 1/16 segundos e repetem a cada 1/15 segundo. Enquanto os sons são emitidos, o ar sai dos pulmões a mais de 100 Km/h.


Uma gargalhada provoca aceleração dos batimentos cardíacos, elevação da pressão arterial e dilatação das pupilas.


Os adultos riem em média 20 vezes por dia, e as crianças até dez vezes mais. Rir é um aspecto tão inerente à existência humana que esquecemos como são interessantes esses ataques repentinos de alegria.


Por que as pessoas riem quando escutam uma piada? Segundo o escritor húngaro Arthur Kostler (1905- 1983), o riso é um reflexo de luxo, que não possui utilidade biológica.


Entretanto a Natureza não investe em algo inútil, acredita-se que o impulso de rir possa ter contribuído para a sobrevivência no decurso da evolução.


A gelotologia que pesquisa sobre o riso, aponta que esta é a mais antiga forma de comunicação.


Os centros da linguagem estão situados no córtex mais recente, e o riso origina-se de uma parte mais antiga do cérebro, responsável pelas emoções como o medo e a alegria. Razão pela qual o riso escapa ao controle consciente. Não se pode dar uma boa gargalhada atendendo a um comando, muito menos é possível reprimi-la. 


O riso pode apresentar um aspecto físico, cognitivo e emocional. Acontecimento este que não reduz o senso de humor a uma única região do cérebro.


Rir, achar algo engraçado, é um processo complexo, que requer várias etapas do pensamento.



Por Patrícia Lopes

Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/curiosidades/a-eficacia-riso.htm. 

Leia a frase a seguir:


“Por que as pessoas riem quando escutam uma piada?”


De acordo com sua função no texto, a palavra destacada pertence a qual classe gramatical?

Alternativas
Q3622122 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


TEXTO I


A Eficácia do Riso


Ao escutar uma piada, daquelas que nos fazem disparar a rir, são produzidos na boca uma série de sons vocálicos que duram de 1/16 segundos e repetem a cada 1/15 segundo. Enquanto os sons são emitidos, o ar sai dos pulmões a mais de 100 Km/h.


Uma gargalhada provoca aceleração dos batimentos cardíacos, elevação da pressão arterial e dilatação das pupilas.


Os adultos riem em média 20 vezes por dia, e as crianças até dez vezes mais. Rir é um aspecto tão inerente à existência humana que esquecemos como são interessantes esses ataques repentinos de alegria.


Por que as pessoas riem quando escutam uma piada? Segundo o escritor húngaro Arthur Kostler (1905- 1983), o riso é um reflexo de luxo, que não possui utilidade biológica.


Entretanto a Natureza não investe em algo inútil, acredita-se que o impulso de rir possa ter contribuído para a sobrevivência no decurso da evolução.


A gelotologia que pesquisa sobre o riso, aponta que esta é a mais antiga forma de comunicação.


Os centros da linguagem estão situados no córtex mais recente, e o riso origina-se de uma parte mais antiga do cérebro, responsável pelas emoções como o medo e a alegria. Razão pela qual o riso escapa ao controle consciente. Não se pode dar uma boa gargalhada atendendo a um comando, muito menos é possível reprimi-la. 


O riso pode apresentar um aspecto físico, cognitivo e emocional. Acontecimento este que não reduz o senso de humor a uma única região do cérebro.


Rir, achar algo engraçado, é um processo complexo, que requer várias etapas do pensamento.



Por Patrícia Lopes

Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/curiosidades/a-eficacia-riso.htm. 

De acordo com o texto I, marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3622121 Português
No dia 08/08/2025, o Jornal do Brasil publicou a seguinte notícia:

O etnobotânico Hemerson Dantas dos Santos Pataxó Hãhãhãi – como o próprio nome indica – pertence a uma etnia indígena e é doutorando do Instituto de Ciências Ambientais, Químicas e Farmacêuticas da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Em seu estudo, ele catalogou 175 plantas medicinais utilizadas pelo seu povo com a intenção de resgatar os saberes ancestrais no uso de tais plantas, perdidos ao longo dos tempos. O pesquisador descobriu 43 plantas utilizadas para o tratamento de três enfermidades – diabetes, verminoses e hipertensão. Além disso, a investigação verificou que 79% das 175 plantas pesquisadas têm seus usos em consonância com apontamentos da literatura científica recente.

Disponível em: https://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/ciencia/2025/07/1056179-pesquisador-indigena-cataloga-150-plantas-medicinais-de-seuterritorio.html. Acesso em: 20 ago. 2025.

Quais das afirmativas a seguir explica o fenômeno a que o texto se refere? Assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3622116 Português
O Choro foi reconhecido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) como patrimônio cultural do Brasil. É uma prática complexa e diversa, presente em todas as regiões do Brasil e disseminada em outros países. Analise o seguinte fragmento de texto sobre esse assunto:

O Choro está na gênese de outros___________________ da música popular brasileira. Desenvolveu-se no Brasil com as harmonias e ritmos europeus, _____________ e indígenas, e é uma das manifestações culturais que mostram muita fisionomia do povo. Resultado das criações musicais das classes _______________ do Rio de Janeiro no final do século dezenove, o Choro é uma fusão de influências musicais. Seus primeiros expoentes, como Chiquinha Gonzaga, Ernesto Nazareth e ____________, foram fundamentais para a sua consolidação e disseminação. 

As palavras que completam corretamente as lacunas do fragmento de texto apresentado, na ordem, são: 
Alternativas
Q3622101 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 02 


Q7_10.png (657×192)

Fonte: http://infinitoslivrosefilmes.blogspot.com/2014/10/. Acesso em 09 ago. 2025.
A palavra “bibliotecário”, usada no terceiro quadro da tira, foi formada pelo processo de 
Alternativas
Q3622100 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 02 


Q7_10.png (657×192)

Fonte: http://infinitoslivrosefilmes.blogspot.com/2014/10/. Acesso em 09 ago. 2025.
Sobre o verbo usado no terceiro quadro da tira, é CORRETO afirmar que se encontra conjugado no 
Alternativas
Q3622099 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 02 


Q7_10.png (657×192)

Fonte: http://infinitoslivrosefilmes.blogspot.com/2014/10/. Acesso em 09 ago. 2025.
A palavra “para”, usada no primeiro quadro da tira, insere no texto uma ideia de 
Alternativas
Q3622098 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 02 


Q7_10.png (657×192)

Fonte: http://infinitoslivrosefilmes.blogspot.com/2014/10/. Acesso em 09 ago. 2025.
Uma das ideias que se pode inferir do texto 02 é: 
Alternativas
Q3622097 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 01


O paraíso é um estado de espírito 


    Quando penso em paraíso, a imagem que me vem à cabeça é de uma praia de mar azulinho, céu de brigadeiro, silêncio, alegria e eu no modo desligadona. E você?

    Na vida que acontece fora da nossa imaginação, mesmo diante do mar mais azul, muitas vezes estamos acinzentados de medo, raiva, tédio ou tristeza. O corpo tira férias, mas a mente não. Porque mesmo que a gente desconecte logo do trabalho, as danadas das emoções reprimidas acham espaço pra emergir. 

    Escrevo essa coluna da Tailândia, mais precisamente de um dos hotéis usados para as gravações da terceira temporada da série “The White Lotus” e resolvi te contar isso porque é extremo e irônico. Vim para essas férias idealizando leveza, certa de que seria uma pausa divertida, sem grandes lições. Afinal, essa coisa de caos psicológico e drama da série é pura ficção. Rá! 

    Já na primeira massagem percebi que o silêncio impecável do lugar despertava uma melancolia guardada, e logo me vi frustrada por não estar flutuando pela praia com meus gêmeos fofos, nem aceitando bem as frustrações da minha família. Afinal, como não estamos todos morrendo de felicidade só por estar no paraíso? Resolvi voltar para mim mesma com mais atenção, ajustar meus pedidos e expectativas, e me lembrei que tudo estava bem viver férias deliciosas, mesmo que diferentes da minha imaginação. 

    Nossa inabilidade de lidar com frustrações acompanha a bagagem. Isso é tão verdade que tem até nome: o paradoxo do lazer. Quanto mais expectativa colocamos no tempo livre, mais ele vira fonte de pressão. Queremos que cada momento seja inesquecível. Sem perceber, levamos para as férias a mesma lógica de produtividade que nos exaure no trabalho. [...]

    Além do que sentimos, os incômodos também aparecem no outro, que nem sempre entende o que está vindo à tona. Lidar com isso exige flexibilidade. Ninguém vira uma versão perfeita só porque mudou de cenário. Crianças se entediam, casais se desentendem, amigos se desencontram. Ver essas dinâmicas menos como falhas e mais como parte do pacote ajuda a sair do modo controle e entrar no modo conexão. [...] 

    Quando vivemos as férias como exercício de presença, não como projeto de perfeição, a volta ao trabalho também muda. Não voltamos esperando que as férias tenham sido mágicas, nem carregando a frustração de não termos descansado direito. Voltamos um pouco mais íntimos de nós mesmos. Com um olhar menos rígido para o trabalho, menos idealizado para o descanso, mais conscientes dos próprios limites. 

    No fim, o verdadeiro paraíso talvez não seja um lugar nem um estado fixo, mas a capacidade de atravessar o que surge com humanidade. Um paraíso imperfeito, mas verdadeiro, que vai com a gente da praia para o escritório, do silêncio para o Zoom, do descanso para a ação. [...]


Fonte: PROENÇA, Marina. O paraíso é um estado de espírito. Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/o-paraiso-e-um-estado-de-espirito/. Acesso em: 9 ago. 2025. Adaptado. 
No trecho “Quanto mais expectativa colocamos no tempo livre, mais ele vira fonte de pressão.”, a locução conjuntiva “quanto mais [...] mais” insere, nessa passagem, uma ideia de  
Alternativas
Q3622096 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 01


O paraíso é um estado de espírito 


    Quando penso em paraíso, a imagem que me vem à cabeça é de uma praia de mar azulinho, céu de brigadeiro, silêncio, alegria e eu no modo desligadona. E você?

    Na vida que acontece fora da nossa imaginação, mesmo diante do mar mais azul, muitas vezes estamos acinzentados de medo, raiva, tédio ou tristeza. O corpo tira férias, mas a mente não. Porque mesmo que a gente desconecte logo do trabalho, as danadas das emoções reprimidas acham espaço pra emergir. 

    Escrevo essa coluna da Tailândia, mais precisamente de um dos hotéis usados para as gravações da terceira temporada da série “The White Lotus” e resolvi te contar isso porque é extremo e irônico. Vim para essas férias idealizando leveza, certa de que seria uma pausa divertida, sem grandes lições. Afinal, essa coisa de caos psicológico e drama da série é pura ficção. Rá! 

    Já na primeira massagem percebi que o silêncio impecável do lugar despertava uma melancolia guardada, e logo me vi frustrada por não estar flutuando pela praia com meus gêmeos fofos, nem aceitando bem as frustrações da minha família. Afinal, como não estamos todos morrendo de felicidade só por estar no paraíso? Resolvi voltar para mim mesma com mais atenção, ajustar meus pedidos e expectativas, e me lembrei que tudo estava bem viver férias deliciosas, mesmo que diferentes da minha imaginação. 

    Nossa inabilidade de lidar com frustrações acompanha a bagagem. Isso é tão verdade que tem até nome: o paradoxo do lazer. Quanto mais expectativa colocamos no tempo livre, mais ele vira fonte de pressão. Queremos que cada momento seja inesquecível. Sem perceber, levamos para as férias a mesma lógica de produtividade que nos exaure no trabalho. [...]

    Além do que sentimos, os incômodos também aparecem no outro, que nem sempre entende o que está vindo à tona. Lidar com isso exige flexibilidade. Ninguém vira uma versão perfeita só porque mudou de cenário. Crianças se entediam, casais se desentendem, amigos se desencontram. Ver essas dinâmicas menos como falhas e mais como parte do pacote ajuda a sair do modo controle e entrar no modo conexão. [...] 

    Quando vivemos as férias como exercício de presença, não como projeto de perfeição, a volta ao trabalho também muda. Não voltamos esperando que as férias tenham sido mágicas, nem carregando a frustração de não termos descansado direito. Voltamos um pouco mais íntimos de nós mesmos. Com um olhar menos rígido para o trabalho, menos idealizado para o descanso, mais conscientes dos próprios limites. 

    No fim, o verdadeiro paraíso talvez não seja um lugar nem um estado fixo, mas a capacidade de atravessar o que surge com humanidade. Um paraíso imperfeito, mas verdadeiro, que vai com a gente da praia para o escritório, do silêncio para o Zoom, do descanso para a ação. [...]


Fonte: PROENÇA, Marina. O paraíso é um estado de espírito. Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/o-paraiso-e-um-estado-de-espirito/. Acesso em: 9 ago. 2025. Adaptado. 
Marque a passagem em que se verifica a presença de palavras formadas por derivação sufixal as quais assinalam o uso da linguagem coloquial. 
Alternativas
Q3622095 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 01


O paraíso é um estado de espírito 


    Quando penso em paraíso, a imagem que me vem à cabeça é de uma praia de mar azulinho, céu de brigadeiro, silêncio, alegria e eu no modo desligadona. E você?

    Na vida que acontece fora da nossa imaginação, mesmo diante do mar mais azul, muitas vezes estamos acinzentados de medo, raiva, tédio ou tristeza. O corpo tira férias, mas a mente não. Porque mesmo que a gente desconecte logo do trabalho, as danadas das emoções reprimidas acham espaço pra emergir. 

    Escrevo essa coluna da Tailândia, mais precisamente de um dos hotéis usados para as gravações da terceira temporada da série “The White Lotus” e resolvi te contar isso porque é extremo e irônico. Vim para essas férias idealizando leveza, certa de que seria uma pausa divertida, sem grandes lições. Afinal, essa coisa de caos psicológico e drama da série é pura ficção. Rá! 

    Já na primeira massagem percebi que o silêncio impecável do lugar despertava uma melancolia guardada, e logo me vi frustrada por não estar flutuando pela praia com meus gêmeos fofos, nem aceitando bem as frustrações da minha família. Afinal, como não estamos todos morrendo de felicidade só por estar no paraíso? Resolvi voltar para mim mesma com mais atenção, ajustar meus pedidos e expectativas, e me lembrei que tudo estava bem viver férias deliciosas, mesmo que diferentes da minha imaginação. 

    Nossa inabilidade de lidar com frustrações acompanha a bagagem. Isso é tão verdade que tem até nome: o paradoxo do lazer. Quanto mais expectativa colocamos no tempo livre, mais ele vira fonte de pressão. Queremos que cada momento seja inesquecível. Sem perceber, levamos para as férias a mesma lógica de produtividade que nos exaure no trabalho. [...]

    Além do que sentimos, os incômodos também aparecem no outro, que nem sempre entende o que está vindo à tona. Lidar com isso exige flexibilidade. Ninguém vira uma versão perfeita só porque mudou de cenário. Crianças se entediam, casais se desentendem, amigos se desencontram. Ver essas dinâmicas menos como falhas e mais como parte do pacote ajuda a sair do modo controle e entrar no modo conexão. [...] 

    Quando vivemos as férias como exercício de presença, não como projeto de perfeição, a volta ao trabalho também muda. Não voltamos esperando que as férias tenham sido mágicas, nem carregando a frustração de não termos descansado direito. Voltamos um pouco mais íntimos de nós mesmos. Com um olhar menos rígido para o trabalho, menos idealizado para o descanso, mais conscientes dos próprios limites. 

    No fim, o verdadeiro paraíso talvez não seja um lugar nem um estado fixo, mas a capacidade de atravessar o que surge com humanidade. Um paraíso imperfeito, mas verdadeiro, que vai com a gente da praia para o escritório, do silêncio para o Zoom, do descanso para a ação. [...]


Fonte: PROENÇA, Marina. O paraíso é um estado de espírito. Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/o-paraiso-e-um-estado-de-espirito/. Acesso em: 9 ago. 2025. Adaptado. 
Analise as passagens a seguir, tendo em vista o uso da linguagem conotativa como recurso de expressão.

I- “Quando penso em paraíso, a imagem que me vem à cabeça é de uma praia de mar azulinho, céu de brigadeiro, silêncio, alegria e eu no modo desligadona. E você?”
II- “Na vida que acontece fora da nossa imaginação, mesmo diante do mar mais azul, muitas vezes estamos acinzentados de medo, raiva, tédio ou tristeza. O corpo tira férias, mas a mente não.”
III- “[...] e me lembrei que tudo estava bem viver férias deliciosas, mesmo que diferentes da minha imaginação.”
IV- “Afinal, como não estamos todos morrendo de felicidade só por estar no paraíso? Resolvi voltar para mim mesma com mais atenção [...]”
V- “Ver essas dinâmicas menos como falhas e mais como parte do pacote ajuda a sair do modo controle e entrar no modo conexão.”

A linguagem conotativa está presente nas passagens  
Alternativas
Q3622094 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 01


O paraíso é um estado de espírito 


    Quando penso em paraíso, a imagem que me vem à cabeça é de uma praia de mar azulinho, céu de brigadeiro, silêncio, alegria e eu no modo desligadona. E você?

    Na vida que acontece fora da nossa imaginação, mesmo diante do mar mais azul, muitas vezes estamos acinzentados de medo, raiva, tédio ou tristeza. O corpo tira férias, mas a mente não. Porque mesmo que a gente desconecte logo do trabalho, as danadas das emoções reprimidas acham espaço pra emergir. 

    Escrevo essa coluna da Tailândia, mais precisamente de um dos hotéis usados para as gravações da terceira temporada da série “The White Lotus” e resolvi te contar isso porque é extremo e irônico. Vim para essas férias idealizando leveza, certa de que seria uma pausa divertida, sem grandes lições. Afinal, essa coisa de caos psicológico e drama da série é pura ficção. Rá! 

    Já na primeira massagem percebi que o silêncio impecável do lugar despertava uma melancolia guardada, e logo me vi frustrada por não estar flutuando pela praia com meus gêmeos fofos, nem aceitando bem as frustrações da minha família. Afinal, como não estamos todos morrendo de felicidade só por estar no paraíso? Resolvi voltar para mim mesma com mais atenção, ajustar meus pedidos e expectativas, e me lembrei que tudo estava bem viver férias deliciosas, mesmo que diferentes da minha imaginação. 

    Nossa inabilidade de lidar com frustrações acompanha a bagagem. Isso é tão verdade que tem até nome: o paradoxo do lazer. Quanto mais expectativa colocamos no tempo livre, mais ele vira fonte de pressão. Queremos que cada momento seja inesquecível. Sem perceber, levamos para as férias a mesma lógica de produtividade que nos exaure no trabalho. [...]

    Além do que sentimos, os incômodos também aparecem no outro, que nem sempre entende o que está vindo à tona. Lidar com isso exige flexibilidade. Ninguém vira uma versão perfeita só porque mudou de cenário. Crianças se entediam, casais se desentendem, amigos se desencontram. Ver essas dinâmicas menos como falhas e mais como parte do pacote ajuda a sair do modo controle e entrar no modo conexão. [...] 

    Quando vivemos as férias como exercício de presença, não como projeto de perfeição, a volta ao trabalho também muda. Não voltamos esperando que as férias tenham sido mágicas, nem carregando a frustração de não termos descansado direito. Voltamos um pouco mais íntimos de nós mesmos. Com um olhar menos rígido para o trabalho, menos idealizado para o descanso, mais conscientes dos próprios limites. 

    No fim, o verdadeiro paraíso talvez não seja um lugar nem um estado fixo, mas a capacidade de atravessar o que surge com humanidade. Um paraíso imperfeito, mas verdadeiro, que vai com a gente da praia para o escritório, do silêncio para o Zoom, do descanso para a ação. [...]


Fonte: PROENÇA, Marina. O paraíso é um estado de espírito. Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/o-paraiso-e-um-estado-de-espirito/. Acesso em: 9 ago. 2025. Adaptado. 
De acordo com o texto, o “paradoxo do lazer” consiste no(a)
Alternativas
Q3622093 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 01


O paraíso é um estado de espírito 


    Quando penso em paraíso, a imagem que me vem à cabeça é de uma praia de mar azulinho, céu de brigadeiro, silêncio, alegria e eu no modo desligadona. E você?

    Na vida que acontece fora da nossa imaginação, mesmo diante do mar mais azul, muitas vezes estamos acinzentados de medo, raiva, tédio ou tristeza. O corpo tira férias, mas a mente não. Porque mesmo que a gente desconecte logo do trabalho, as danadas das emoções reprimidas acham espaço pra emergir. 

    Escrevo essa coluna da Tailândia, mais precisamente de um dos hotéis usados para as gravações da terceira temporada da série “The White Lotus” e resolvi te contar isso porque é extremo e irônico. Vim para essas férias idealizando leveza, certa de que seria uma pausa divertida, sem grandes lições. Afinal, essa coisa de caos psicológico e drama da série é pura ficção. Rá! 

    Já na primeira massagem percebi que o silêncio impecável do lugar despertava uma melancolia guardada, e logo me vi frustrada por não estar flutuando pela praia com meus gêmeos fofos, nem aceitando bem as frustrações da minha família. Afinal, como não estamos todos morrendo de felicidade só por estar no paraíso? Resolvi voltar para mim mesma com mais atenção, ajustar meus pedidos e expectativas, e me lembrei que tudo estava bem viver férias deliciosas, mesmo que diferentes da minha imaginação. 

    Nossa inabilidade de lidar com frustrações acompanha a bagagem. Isso é tão verdade que tem até nome: o paradoxo do lazer. Quanto mais expectativa colocamos no tempo livre, mais ele vira fonte de pressão. Queremos que cada momento seja inesquecível. Sem perceber, levamos para as férias a mesma lógica de produtividade que nos exaure no trabalho. [...]

    Além do que sentimos, os incômodos também aparecem no outro, que nem sempre entende o que está vindo à tona. Lidar com isso exige flexibilidade. Ninguém vira uma versão perfeita só porque mudou de cenário. Crianças se entediam, casais se desentendem, amigos se desencontram. Ver essas dinâmicas menos como falhas e mais como parte do pacote ajuda a sair do modo controle e entrar no modo conexão. [...] 

    Quando vivemos as férias como exercício de presença, não como projeto de perfeição, a volta ao trabalho também muda. Não voltamos esperando que as férias tenham sido mágicas, nem carregando a frustração de não termos descansado direito. Voltamos um pouco mais íntimos de nós mesmos. Com um olhar menos rígido para o trabalho, menos idealizado para o descanso, mais conscientes dos próprios limites. 

    No fim, o verdadeiro paraíso talvez não seja um lugar nem um estado fixo, mas a capacidade de atravessar o que surge com humanidade. Um paraíso imperfeito, mas verdadeiro, que vai com a gente da praia para o escritório, do silêncio para o Zoom, do descanso para a ação. [...]


Fonte: PROENÇA, Marina. O paraíso é um estado de espírito. Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/o-paraiso-e-um-estado-de-espirito/. Acesso em: 9 ago. 2025. Adaptado. 
De acordo com o texto, as férias representam um período de 
Alternativas
Q3622092 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 01


O paraíso é um estado de espírito 


    Quando penso em paraíso, a imagem que me vem à cabeça é de uma praia de mar azulinho, céu de brigadeiro, silêncio, alegria e eu no modo desligadona. E você?

    Na vida que acontece fora da nossa imaginação, mesmo diante do mar mais azul, muitas vezes estamos acinzentados de medo, raiva, tédio ou tristeza. O corpo tira férias, mas a mente não. Porque mesmo que a gente desconecte logo do trabalho, as danadas das emoções reprimidas acham espaço pra emergir. 

    Escrevo essa coluna da Tailândia, mais precisamente de um dos hotéis usados para as gravações da terceira temporada da série “The White Lotus” e resolvi te contar isso porque é extremo e irônico. Vim para essas férias idealizando leveza, certa de que seria uma pausa divertida, sem grandes lições. Afinal, essa coisa de caos psicológico e drama da série é pura ficção. Rá! 

    Já na primeira massagem percebi que o silêncio impecável do lugar despertava uma melancolia guardada, e logo me vi frustrada por não estar flutuando pela praia com meus gêmeos fofos, nem aceitando bem as frustrações da minha família. Afinal, como não estamos todos morrendo de felicidade só por estar no paraíso? Resolvi voltar para mim mesma com mais atenção, ajustar meus pedidos e expectativas, e me lembrei que tudo estava bem viver férias deliciosas, mesmo que diferentes da minha imaginação. 

    Nossa inabilidade de lidar com frustrações acompanha a bagagem. Isso é tão verdade que tem até nome: o paradoxo do lazer. Quanto mais expectativa colocamos no tempo livre, mais ele vira fonte de pressão. Queremos que cada momento seja inesquecível. Sem perceber, levamos para as férias a mesma lógica de produtividade que nos exaure no trabalho. [...]

    Além do que sentimos, os incômodos também aparecem no outro, que nem sempre entende o que está vindo à tona. Lidar com isso exige flexibilidade. Ninguém vira uma versão perfeita só porque mudou de cenário. Crianças se entediam, casais se desentendem, amigos se desencontram. Ver essas dinâmicas menos como falhas e mais como parte do pacote ajuda a sair do modo controle e entrar no modo conexão. [...] 

    Quando vivemos as férias como exercício de presença, não como projeto de perfeição, a volta ao trabalho também muda. Não voltamos esperando que as férias tenham sido mágicas, nem carregando a frustração de não termos descansado direito. Voltamos um pouco mais íntimos de nós mesmos. Com um olhar menos rígido para o trabalho, menos idealizado para o descanso, mais conscientes dos próprios limites. 

    No fim, o verdadeiro paraíso talvez não seja um lugar nem um estado fixo, mas a capacidade de atravessar o que surge com humanidade. Um paraíso imperfeito, mas verdadeiro, que vai com a gente da praia para o escritório, do silêncio para o Zoom, do descanso para a ação. [...]


Fonte: PROENÇA, Marina. O paraíso é um estado de espírito. Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/o-paraiso-e-um-estado-de-espirito/. Acesso em: 9 ago. 2025. Adaptado. 
De acordo com o texto, é CORRETO afirmar que o paraíso, no imaginário das pessoas, está relacionado a(à)

I- lugar físico.
II- perfeição
III- imperfeição.
IV- um estado permanente.
V- um estado transitório.

Estão CORRETOS os itens
Alternativas
Q3622071 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 02 


TEXTO_2.png (536×424)

Disponível em: https://www.culturagenial.com/. Acesso em: 13 ago. 2025. 
Em “O passado foi duro/ mas deixou o seu legado”, a conjunção “mas” expressa uma ideia de 
Alternativas
Q3622070 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 02 


TEXTO_2.png (536×424)

Disponível em: https://www.culturagenial.com/. Acesso em: 13 ago. 2025. 
Em “Que eu possa dignificar/ minha condição de mulher” e em “dos valores que vão desmoronando”, o termo “que” foi usado, respectivamente, como 
Alternativas
Q3622069 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 02 


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Disponível em: https://www.culturagenial.com/. Acesso em: 13 ago. 2025. 
Em “Saber viver é a grande sabedoria”, tendo em vista o uso de “saber” e “sabedoria”, é CORRETO afirmar que foi usada a figura de linguagem denominada 
Alternativas
Q3622068 Português
Texto 01


A brisa me chamou. E eu fui sem mapa, só com coragem 


    Outro dia me peguei tomando café com calma. Silêncio ao redor, xícara quente nas mãos, nenhum pensamento urgente batendo à porta. Foi aí que percebi: alguma coisa em mim mudou. Na verdade, muita coisa mudou.

    Depois de 20 anos numa estrada reta e sólida, dessas que a gente aprende a percorrer com os olhos fechados, a vida – com toda sua delicadeza e estranheza – veio e tirou o chão dos meus pés por um instante. Me vi de frente com a pergunta que eu adiava fazia tempo: e se agora for a hora de ir por outro caminho? 

    Dessa vez, não tentei voltar correndo para o conhecido. Não procurei reconstruir o mesmo cenário de antes. Ao invés disso, respirei fundo e decidi escutar o que há anos falava baixinho dentro de mim: o desejo de trabalhar com as pessoas, para as pessoas. O que era plano B, virou prioridade. E o que antes era sonho de canto de caderno, virou bússola. Foi uma escolha. Uma escolha com raízes. Priorizei o que conversa com meus valores, com a minha verdade. E, olha, não foi só uma troca de rumo profissional — foi uma troca de pele.  

    Hoje não aceito mais café tomado em pé. Quero tempo pra sentir o gosto. Não permito mais que meus dias sejam todos iguais, tão previsíveis que parecem cópia carbono. Preciso de espaço para o improviso, para a pausa, para o silêncio. Curiosamente, nunca me senti tão criativa. Tão viva. Tão inteira. E olha que passei a vida colecionando elogios pela objetividade, pelo foco, pelo resultado. Mas hoje, meu melhor resultado tem outro nome: leveza. Satisfação. Presença. 

    Sou mãe de adolescente, casada há 21 anos, cheia de histórias, certezas e revisões. E sigo acreditando que ainda posso – e devo – experimentar. Como quem entra num buffet elegante, com olhos curiosos e apetite por descobertas. Tenho testado novas técnicas nos atendimentos, estudado temas que antes pareciam fora do roteiro, redescoberto músicas, clipes, sensações que ficaram esquecidas em algum canto do passado.

    E o mais bonito de tudo isso é perceber que a bagagem que carrego – essa que veio dos anos vividos, dos desafios superados, das perguntas sem resposta – tem se tornado ferramenta. Tem sido ponte. Tem me permitido apoiar outras pessoas a se encontrarem no meio do caos, a se olharem com mais ternura, a enxergar luz em lugares onde antes só viam sombra. Mostrar que está tudo bem estar em obra. Que não é preciso estar pronto para estar em movimento. E que, às vezes, é preciso uma boa sacudida da vida para que a gente, enfim, escolha por onde deseja caminhar. 

    Tenho me permitido viver com mais poesia – e essa tem sido, talvez, minha maior revolução. 

    Porque às vezes é isso: a brisa chama, e a gente precisa ter coragem de largar o mapa. Para, enfim, se encontrar no caminho que faz sentido – mesmo que ele nem exista no papel.


Fonte: BORGONI, Tatiana Salvador. A brisa me chamou. E eu fui sem mapa, só com coragem. Disponível em: https://vidasimples.co/voce-simples/. Acesso em: 13 ago. 2025. Adaptado.


Texto 02 

TEXTO_2.png (536×424)

Disponível em: https://www.culturagenial.com/. Acesso em: 13 ago. 2025. 
Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a comparação que se pode fazer entre os textos 01 e 02.

I- Pertencem a uma mesma tipologia textual.
II- Usam com predominância a função fática.
III- Possuem aspectos temáticos em comum.
IV- Usam a subjetividade para a expressão. V- Empregam a função poética da linguagem.

Estão CORRETAS as afirmativas
Alternativas
Respostas
29981: C
29982: D
29983: A
29984: B
29985: E
29986: E
29987: A
29988: D
29989: C
29990: A
29991: E
29992: C
29993: B
29994: E
29995: D
29996: B
29997: D
29998: B
29999: D
30000: E