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Questões de Concurso Sobre português

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Q3624311 Português

O equinócio acontece quando a luz solar "incide" da mesma forma sobre os dois hemisférios, fazendo com que os dias e as noites tenham a mesma duração.


Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/czdz14w0qwdo. adaptado


O verbo destacado, nesta frase, comporta-se como um verbo:

Alternativas
Q3623709 Português

Leia o texto a seguir, de Juliano Martins:


Fuga do cão


    Era uma perseguição implacável. Injusta, poderia dizer. Afinal, como duas pernas podem competir contra quatro?


    Enquanto corria tanto quanto podia, percebia em assustadores relances que o cachorro ia alcançá-lo.


    Podia ouvir os sons guturais que provinham das entranhas do quadrúpede sedento de sangue.


    Neste momento, ao perceber o fôlego lhe faltando, Jonas se arrependeu. Maldita hora que decidira entrar pelo portão deixado aberto pelo vizinho para pegar algumas frutas. Seus pais não haviam lhe ensinado tão incisivamente que pegar bens alheios é roubo?


    Malditas laranjas suculentas, pensou!


    Tarde demais para lamentos. Entrara no quintal do vizinho sem autorização, despertara o cão raivoso e agora fugia do facínora.


    Em certo momento, nem sentia as pernas – eram tão rápidas que dispensavam qualquer coordenação. Jamais imaginaria ser capaz de correr tanto assim.


    Tanto correu que, de repente, descobriu-se em outro bairro. Parou, resfolegando como um cavalo. Olhou para trás e descobriu que o cachorro desaparecera.


    Deu um grito de alegria ao perceber que fora mais rápido do que o cão. Quem poderia imaginar? Enfim, duas pernas venceram quatro! O feito renderia muitas histórias entre os amigos.


    E isto sem contar o fato de que o susto servira para lhe ensinar uma importante lição: da próxima vez, ouviria os pais e a voz da consciência.


    Foi quando um quintal alheio lhe chamou a atenção. Ao lado da casa, Jonas se deparou com uma cintilante árvore carregada de malditas laranjas suculentas!



Fonte: https://corrosiva.com.br/cronicas/fuga-do-cao/. Acesso em 02/09/2025 

A única alternativa que está em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa é:

Alternativas
Q3623708 Português

Leia o texto a seguir, de Juliano Martins:


Fuga do cão


    Era uma perseguição implacável. Injusta, poderia dizer. Afinal, como duas pernas podem competir contra quatro?


    Enquanto corria tanto quanto podia, percebia em assustadores relances que o cachorro ia alcançá-lo.


    Podia ouvir os sons guturais que provinham das entranhas do quadrúpede sedento de sangue.


    Neste momento, ao perceber o fôlego lhe faltando, Jonas se arrependeu. Maldita hora que decidira entrar pelo portão deixado aberto pelo vizinho para pegar algumas frutas. Seus pais não haviam lhe ensinado tão incisivamente que pegar bens alheios é roubo?


    Malditas laranjas suculentas, pensou!


    Tarde demais para lamentos. Entrara no quintal do vizinho sem autorização, despertara o cão raivoso e agora fugia do facínora.


    Em certo momento, nem sentia as pernas – eram tão rápidas que dispensavam qualquer coordenação. Jamais imaginaria ser capaz de correr tanto assim.


    Tanto correu que, de repente, descobriu-se em outro bairro. Parou, resfolegando como um cavalo. Olhou para trás e descobriu que o cachorro desaparecera.


    Deu um grito de alegria ao perceber que fora mais rápido do que o cão. Quem poderia imaginar? Enfim, duas pernas venceram quatro! O feito renderia muitas histórias entre os amigos.


    E isto sem contar o fato de que o susto servira para lhe ensinar uma importante lição: da próxima vez, ouviria os pais e a voz da consciência.


    Foi quando um quintal alheio lhe chamou a atenção. Ao lado da casa, Jonas se deparou com uma cintilante árvore carregada de malditas laranjas suculentas!



Fonte: https://corrosiva.com.br/cronicas/fuga-do-cao/. Acesso em 02/09/2025 

Enquanto corria tanto quanto podia, percebia em assustadores relances que o cachorro ia alcançá-lo” (2º parágrafo). Nesse trecho, o conectivo em destaque tem valor de:

Alternativas
Q3623707 Português

Leia o texto a seguir, de Juliano Martins:


Fuga do cão


    Era uma perseguição implacável. Injusta, poderia dizer. Afinal, como duas pernas podem competir contra quatro?


    Enquanto corria tanto quanto podia, percebia em assustadores relances que o cachorro ia alcançá-lo.


    Podia ouvir os sons guturais que provinham das entranhas do quadrúpede sedento de sangue.


    Neste momento, ao perceber o fôlego lhe faltando, Jonas se arrependeu. Maldita hora que decidira entrar pelo portão deixado aberto pelo vizinho para pegar algumas frutas. Seus pais não haviam lhe ensinado tão incisivamente que pegar bens alheios é roubo?


    Malditas laranjas suculentas, pensou!


    Tarde demais para lamentos. Entrara no quintal do vizinho sem autorização, despertara o cão raivoso e agora fugia do facínora.


    Em certo momento, nem sentia as pernas – eram tão rápidas que dispensavam qualquer coordenação. Jamais imaginaria ser capaz de correr tanto assim.


    Tanto correu que, de repente, descobriu-se em outro bairro. Parou, resfolegando como um cavalo. Olhou para trás e descobriu que o cachorro desaparecera.


    Deu um grito de alegria ao perceber que fora mais rápido do que o cão. Quem poderia imaginar? Enfim, duas pernas venceram quatro! O feito renderia muitas histórias entre os amigos.


    E isto sem contar o fato de que o susto servira para lhe ensinar uma importante lição: da próxima vez, ouviria os pais e a voz da consciência.


    Foi quando um quintal alheio lhe chamou a atenção. Ao lado da casa, Jonas se deparou com uma cintilante árvore carregada de malditas laranjas suculentas!



Fonte: https://corrosiva.com.br/cronicas/fuga-do-cao/. Acesso em 02/09/2025 

De acordo com as informações do texto, a única sequência que apresenta uma correta ordem cronológica dos fatos é:

Alternativas
Q3623706 Português

Leia o texto a seguir, de Juliano Martins:


Fuga do cão


    Era uma perseguição implacável. Injusta, poderia dizer. Afinal, como duas pernas podem competir contra quatro?


    Enquanto corria tanto quanto podia, percebia em assustadores relances que o cachorro ia alcançá-lo.


    Podia ouvir os sons guturais que provinham das entranhas do quadrúpede sedento de sangue.


    Neste momento, ao perceber o fôlego lhe faltando, Jonas se arrependeu. Maldita hora que decidira entrar pelo portão deixado aberto pelo vizinho para pegar algumas frutas. Seus pais não haviam lhe ensinado tão incisivamente que pegar bens alheios é roubo?


    Malditas laranjas suculentas, pensou!


    Tarde demais para lamentos. Entrara no quintal do vizinho sem autorização, despertara o cão raivoso e agora fugia do facínora.


    Em certo momento, nem sentia as pernas – eram tão rápidas que dispensavam qualquer coordenação. Jamais imaginaria ser capaz de correr tanto assim.


    Tanto correu que, de repente, descobriu-se em outro bairro. Parou, resfolegando como um cavalo. Olhou para trás e descobriu que o cachorro desaparecera.


    Deu um grito de alegria ao perceber que fora mais rápido do que o cão. Quem poderia imaginar? Enfim, duas pernas venceram quatro! O feito renderia muitas histórias entre os amigos.


    E isto sem contar o fato de que o susto servira para lhe ensinar uma importante lição: da próxima vez, ouviria os pais e a voz da consciência.


    Foi quando um quintal alheio lhe chamou a atenção. Ao lado da casa, Jonas se deparou com uma cintilante árvore carregada de malditas laranjas suculentas!



Fonte: https://corrosiva.com.br/cronicas/fuga-do-cao/. Acesso em 02/09/2025 

Na perseguição do cachorro a Jonas, há uma relação de causa e consequência, que é a seguinte: 

Alternativas
Q3623705 Português

Leia o texto a seguir, de Juliano Martins:


Fuga do cão


    Era uma perseguição implacável. Injusta, poderia dizer. Afinal, como duas pernas podem competir contra quatro?


    Enquanto corria tanto quanto podia, percebia em assustadores relances que o cachorro ia alcançá-lo.


    Podia ouvir os sons guturais que provinham das entranhas do quadrúpede sedento de sangue.


    Neste momento, ao perceber o fôlego lhe faltando, Jonas se arrependeu. Maldita hora que decidira entrar pelo portão deixado aberto pelo vizinho para pegar algumas frutas. Seus pais não haviam lhe ensinado tão incisivamente que pegar bens alheios é roubo?


    Malditas laranjas suculentas, pensou!


    Tarde demais para lamentos. Entrara no quintal do vizinho sem autorização, despertara o cão raivoso e agora fugia do facínora.


    Em certo momento, nem sentia as pernas – eram tão rápidas que dispensavam qualquer coordenação. Jamais imaginaria ser capaz de correr tanto assim.


    Tanto correu que, de repente, descobriu-se em outro bairro. Parou, resfolegando como um cavalo. Olhou para trás e descobriu que o cachorro desaparecera.


    Deu um grito de alegria ao perceber que fora mais rápido do que o cão. Quem poderia imaginar? Enfim, duas pernas venceram quatro! O feito renderia muitas histórias entre os amigos.


    E isto sem contar o fato de que o susto servira para lhe ensinar uma importante lição: da próxima vez, ouviria os pais e a voz da consciência.


    Foi quando um quintal alheio lhe chamou a atenção. Ao lado da casa, Jonas se deparou com uma cintilante árvore carregada de malditas laranjas suculentas!



Fonte: https://corrosiva.com.br/cronicas/fuga-do-cao/. Acesso em 02/09/2025 

No texto, o narrador chama o cão de “facínora”. Ao usar esse termo, o narrador:

Alternativas
Q3623704 Português

Leia o texto a seguir, de Juliano Martins:


Fuga do cão


    Era uma perseguição implacável. Injusta, poderia dizer. Afinal, como duas pernas podem competir contra quatro?


    Enquanto corria tanto quanto podia, percebia em assustadores relances que o cachorro ia alcançá-lo.


    Podia ouvir os sons guturais que provinham das entranhas do quadrúpede sedento de sangue.


    Neste momento, ao perceber o fôlego lhe faltando, Jonas se arrependeu. Maldita hora que decidira entrar pelo portão deixado aberto pelo vizinho para pegar algumas frutas. Seus pais não haviam lhe ensinado tão incisivamente que pegar bens alheios é roubo?


    Malditas laranjas suculentas, pensou!


    Tarde demais para lamentos. Entrara no quintal do vizinho sem autorização, despertara o cão raivoso e agora fugia do facínora.


    Em certo momento, nem sentia as pernas – eram tão rápidas que dispensavam qualquer coordenação. Jamais imaginaria ser capaz de correr tanto assim.


    Tanto correu que, de repente, descobriu-se em outro bairro. Parou, resfolegando como um cavalo. Olhou para trás e descobriu que o cachorro desaparecera.


    Deu um grito de alegria ao perceber que fora mais rápido do que o cão. Quem poderia imaginar? Enfim, duas pernas venceram quatro! O feito renderia muitas histórias entre os amigos.


    E isto sem contar o fato de que o susto servira para lhe ensinar uma importante lição: da próxima vez, ouviria os pais e a voz da consciência.


    Foi quando um quintal alheio lhe chamou a atenção. Ao lado da casa, Jonas se deparou com uma cintilante árvore carregada de malditas laranjas suculentas!



Fonte: https://corrosiva.com.br/cronicas/fuga-do-cao/. Acesso em 02/09/2025 

Ao final da história, acontece um fato curioso, que é o seguinte:

Alternativas
Q3623703 Português

Leia o texto a seguir, de Juliano Martins:


Fuga do cão


    Era uma perseguição implacável. Injusta, poderia dizer. Afinal, como duas pernas podem competir contra quatro?


    Enquanto corria tanto quanto podia, percebia em assustadores relances que o cachorro ia alcançá-lo.


    Podia ouvir os sons guturais que provinham das entranhas do quadrúpede sedento de sangue.


    Neste momento, ao perceber o fôlego lhe faltando, Jonas se arrependeu. Maldita hora que decidira entrar pelo portão deixado aberto pelo vizinho para pegar algumas frutas. Seus pais não haviam lhe ensinado tão incisivamente que pegar bens alheios é roubo?


    Malditas laranjas suculentas, pensou!


    Tarde demais para lamentos. Entrara no quintal do vizinho sem autorização, despertara o cão raivoso e agora fugia do facínora.


    Em certo momento, nem sentia as pernas – eram tão rápidas que dispensavam qualquer coordenação. Jamais imaginaria ser capaz de correr tanto assim.


    Tanto correu que, de repente, descobriu-se em outro bairro. Parou, resfolegando como um cavalo. Olhou para trás e descobriu que o cachorro desaparecera.


    Deu um grito de alegria ao perceber que fora mais rápido do que o cão. Quem poderia imaginar? Enfim, duas pernas venceram quatro! O feito renderia muitas histórias entre os amigos.


    E isto sem contar o fato de que o susto servira para lhe ensinar uma importante lição: da próxima vez, ouviria os pais e a voz da consciência.


    Foi quando um quintal alheio lhe chamou a atenção. Ao lado da casa, Jonas se deparou com uma cintilante árvore carregada de malditas laranjas suculentas!



Fonte: https://corrosiva.com.br/cronicas/fuga-do-cao/. Acesso em 02/09/2025 

A personagem principal do texto é:

Alternativas
Q3623702 Português

Leia o texto a seguir, de Juliano Martins:


Fuga do cão


    Era uma perseguição implacável. Injusta, poderia dizer. Afinal, como duas pernas podem competir contra quatro?


    Enquanto corria tanto quanto podia, percebia em assustadores relances que o cachorro ia alcançá-lo.


    Podia ouvir os sons guturais que provinham das entranhas do quadrúpede sedento de sangue.


    Neste momento, ao perceber o fôlego lhe faltando, Jonas se arrependeu. Maldita hora que decidira entrar pelo portão deixado aberto pelo vizinho para pegar algumas frutas. Seus pais não haviam lhe ensinado tão incisivamente que pegar bens alheios é roubo?


    Malditas laranjas suculentas, pensou!


    Tarde demais para lamentos. Entrara no quintal do vizinho sem autorização, despertara o cão raivoso e agora fugia do facínora.


    Em certo momento, nem sentia as pernas – eram tão rápidas que dispensavam qualquer coordenação. Jamais imaginaria ser capaz de correr tanto assim.


    Tanto correu que, de repente, descobriu-se em outro bairro. Parou, resfolegando como um cavalo. Olhou para trás e descobriu que o cachorro desaparecera.


    Deu um grito de alegria ao perceber que fora mais rápido do que o cão. Quem poderia imaginar? Enfim, duas pernas venceram quatro! O feito renderia muitas histórias entre os amigos.


    E isto sem contar o fato de que o susto servira para lhe ensinar uma importante lição: da próxima vez, ouviria os pais e a voz da consciência.


    Foi quando um quintal alheio lhe chamou a atenção. Ao lado da casa, Jonas se deparou com uma cintilante árvore carregada de malditas laranjas suculentas!



Fonte: https://corrosiva.com.br/cronicas/fuga-do-cao/. Acesso em 02/09/2025 

De acordo com o texto, Jonas teve uma razão para fugir do lugar onde estava. A razão é que ele:

Alternativas
Q3623596 Português
Leia o texto a seguir:

Brasil ultrapassa Europa em número de marcas de cerveja

Bebidas artesanais, sem álcool e sem glúten tiveram crescimento

    O Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja (SindCerv) informou que o Brasil ultrapassou a Europa no ano passado no número de marcas de cerveja registradas.

    De acordo com o levantamento da associação, o gigante sulamericano registrou 55 mil marcas, contra 50 mil dos países da União Europeia.

    Além disso, a pesquisa apontou que o Brasil possui atualmente 1.949 cervejarias em atividade em 790 cidades, ante apenas 40 no início dos anos 2000.

    "As empresas entenderam que o mercado demanda inovação. O resultado é essa explosão de marcas, que geram emprego e presença em todos os estados. Atualmente, há uma cervejaria para cada 109 mil habitantes", afi rmou o presidente do SindCerv, Márcio Maciel, em entrevista ao Poder360.

    O gestor acrescentou que o setor acompanha as tendências globais: as cervejas sem álcool tiveram um salto de 500% na produção em poucos anos, atingindo 757 milhões de litros anuais, enquanto as sem glúten, introduzidas em 2020, devem mais que dobrar de produção. Apesar desse crescimento, questões críticas permanecem.

    "Três grandes grupos industriais respondem por 96% da produção nacional, limitando o espaço competitivo para as cervejarias artesanais", diz Maciel.

    O setor, ressalta o chefe do SindCerv, aguarda a partir de agora a regulamentação da reforma tributária, o que pode impactar a competitividade. "Se o novo imposto não for cuidadosamente calibrado, o impacto será signifi cativo sobre um produto tão popular e sensível ao preço", alertou, pedindo regras alinhadas aos padrões internacionais e alíquotas baseadas no teor alcoólico. (com Ansa)


Fonte: https://www.jb.com.br/economia/2025/09/1056757-brasil-ultrapassa-europaem-numero-de-marcas-de-cerveja.html. Acesso em 02/09/2025
“As empresas entenderam que o mercado demanda inovação” (4º parágrafo). Nesse trecho, a oração em destaque pode ser classifi cada como subordinada:
Alternativas
Q3623595 Português
Leia o texto a seguir:

Brasil ultrapassa Europa em número de marcas de cerveja

Bebidas artesanais, sem álcool e sem glúten tiveram crescimento

    O Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja (SindCerv) informou que o Brasil ultrapassou a Europa no ano passado no número de marcas de cerveja registradas.

    De acordo com o levantamento da associação, o gigante sulamericano registrou 55 mil marcas, contra 50 mil dos países da União Europeia.

    Além disso, a pesquisa apontou que o Brasil possui atualmente 1.949 cervejarias em atividade em 790 cidades, ante apenas 40 no início dos anos 2000.

    "As empresas entenderam que o mercado demanda inovação. O resultado é essa explosão de marcas, que geram emprego e presença em todos os estados. Atualmente, há uma cervejaria para cada 109 mil habitantes", afi rmou o presidente do SindCerv, Márcio Maciel, em entrevista ao Poder360.

    O gestor acrescentou que o setor acompanha as tendências globais: as cervejas sem álcool tiveram um salto de 500% na produção em poucos anos, atingindo 757 milhões de litros anuais, enquanto as sem glúten, introduzidas em 2020, devem mais que dobrar de produção. Apesar desse crescimento, questões críticas permanecem.

    "Três grandes grupos industriais respondem por 96% da produção nacional, limitando o espaço competitivo para as cervejarias artesanais", diz Maciel.

    O setor, ressalta o chefe do SindCerv, aguarda a partir de agora a regulamentação da reforma tributária, o que pode impactar a competitividade. "Se o novo imposto não for cuidadosamente calibrado, o impacto será signifi cativo sobre um produto tão popular e sensível ao preço", alertou, pedindo regras alinhadas aos padrões internacionais e alíquotas baseadas no teor alcoólico. (com Ansa)


Fonte: https://www.jb.com.br/economia/2025/09/1056757-brasil-ultrapassa-europaem-numero-de-marcas-de-cerveja.html. Acesso em 02/09/2025
“Bebidas artesanais, sem álcool e sem glúten tiveram crescimento”. Se o verbo em destaque estivesse conjugado no pretérito imperfeito do indicativo, teríamos: 
Alternativas
Q3623594 Português
Leia o texto a seguir:

Brasil ultrapassa Europa em número de marcas de cerveja

Bebidas artesanais, sem álcool e sem glúten tiveram crescimento

    O Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja (SindCerv) informou que o Brasil ultrapassou a Europa no ano passado no número de marcas de cerveja registradas.

    De acordo com o levantamento da associação, o gigante sulamericano registrou 55 mil marcas, contra 50 mil dos países da União Europeia.

    Além disso, a pesquisa apontou que o Brasil possui atualmente 1.949 cervejarias em atividade em 790 cidades, ante apenas 40 no início dos anos 2000.

    "As empresas entenderam que o mercado demanda inovação. O resultado é essa explosão de marcas, que geram emprego e presença em todos os estados. Atualmente, há uma cervejaria para cada 109 mil habitantes", afi rmou o presidente do SindCerv, Márcio Maciel, em entrevista ao Poder360.

    O gestor acrescentou que o setor acompanha as tendências globais: as cervejas sem álcool tiveram um salto de 500% na produção em poucos anos, atingindo 757 milhões de litros anuais, enquanto as sem glúten, introduzidas em 2020, devem mais que dobrar de produção. Apesar desse crescimento, questões críticas permanecem.

    "Três grandes grupos industriais respondem por 96% da produção nacional, limitando o espaço competitivo para as cervejarias artesanais", diz Maciel.

    O setor, ressalta o chefe do SindCerv, aguarda a partir de agora a regulamentação da reforma tributária, o que pode impactar a competitividade. "Se o novo imposto não for cuidadosamente calibrado, o impacto será signifi cativo sobre um produto tão popular e sensível ao preço", alertou, pedindo regras alinhadas aos padrões internacionais e alíquotas baseadas no teor alcoólico. (com Ansa)


Fonte: https://www.jb.com.br/economia/2025/09/1056757-brasil-ultrapassa-europaem-numero-de-marcas-de-cerveja.html. Acesso em 02/09/2025
A leitura do texto permite concluir que uma medida específi ca poderia proteger melhor a competitividade das cervejarias menores. Essa medida é:
Alternativas
Q3623593 Português
Leia o texto a seguir:

Brasil ultrapassa Europa em número de marcas de cerveja

Bebidas artesanais, sem álcool e sem glúten tiveram crescimento

    O Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja (SindCerv) informou que o Brasil ultrapassou a Europa no ano passado no número de marcas de cerveja registradas.

    De acordo com o levantamento da associação, o gigante sulamericano registrou 55 mil marcas, contra 50 mil dos países da União Europeia.

    Além disso, a pesquisa apontou que o Brasil possui atualmente 1.949 cervejarias em atividade em 790 cidades, ante apenas 40 no início dos anos 2000.

    "As empresas entenderam que o mercado demanda inovação. O resultado é essa explosão de marcas, que geram emprego e presença em todos os estados. Atualmente, há uma cervejaria para cada 109 mil habitantes", afi rmou o presidente do SindCerv, Márcio Maciel, em entrevista ao Poder360.

    O gestor acrescentou que o setor acompanha as tendências globais: as cervejas sem álcool tiveram um salto de 500% na produção em poucos anos, atingindo 757 milhões de litros anuais, enquanto as sem glúten, introduzidas em 2020, devem mais que dobrar de produção. Apesar desse crescimento, questões críticas permanecem.

    "Três grandes grupos industriais respondem por 96% da produção nacional, limitando o espaço competitivo para as cervejarias artesanais", diz Maciel.

    O setor, ressalta o chefe do SindCerv, aguarda a partir de agora a regulamentação da reforma tributária, o que pode impactar a competitividade. "Se o novo imposto não for cuidadosamente calibrado, o impacto será signifi cativo sobre um produto tão popular e sensível ao preço", alertou, pedindo regras alinhadas aos padrões internacionais e alíquotas baseadas no teor alcoólico. (com Ansa)


Fonte: https://www.jb.com.br/economia/2025/09/1056757-brasil-ultrapassa-europaem-numero-de-marcas-de-cerveja.html. Acesso em 02/09/2025
No texto, uma determinada expressão conectiva sinaliza uma relação de concessão entre o crescimento do setor e seus problemas persistentes. Essa expressão conectiva é:
Alternativas
Q3623592 Português
Leia o texto a seguir:

Brasil ultrapassa Europa em número de marcas de cerveja

Bebidas artesanais, sem álcool e sem glúten tiveram crescimento

    O Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja (SindCerv) informou que o Brasil ultrapassou a Europa no ano passado no número de marcas de cerveja registradas.

    De acordo com o levantamento da associação, o gigante sulamericano registrou 55 mil marcas, contra 50 mil dos países da União Europeia.

    Além disso, a pesquisa apontou que o Brasil possui atualmente 1.949 cervejarias em atividade em 790 cidades, ante apenas 40 no início dos anos 2000.

    "As empresas entenderam que o mercado demanda inovação. O resultado é essa explosão de marcas, que geram emprego e presença em todos os estados. Atualmente, há uma cervejaria para cada 109 mil habitantes", afi rmou o presidente do SindCerv, Márcio Maciel, em entrevista ao Poder360.

    O gestor acrescentou que o setor acompanha as tendências globais: as cervejas sem álcool tiveram um salto de 500% na produção em poucos anos, atingindo 757 milhões de litros anuais, enquanto as sem glúten, introduzidas em 2020, devem mais que dobrar de produção. Apesar desse crescimento, questões críticas permanecem.

    "Três grandes grupos industriais respondem por 96% da produção nacional, limitando o espaço competitivo para as cervejarias artesanais", diz Maciel.

    O setor, ressalta o chefe do SindCerv, aguarda a partir de agora a regulamentação da reforma tributária, o que pode impactar a competitividade. "Se o novo imposto não for cuidadosamente calibrado, o impacto será signifi cativo sobre um produto tão popular e sensível ao preço", alertou, pedindo regras alinhadas aos padrões internacionais e alíquotas baseadas no teor alcoólico. (com Ansa)


Fonte: https://www.jb.com.br/economia/2025/09/1056757-brasil-ultrapassa-europaem-numero-de-marcas-de-cerveja.html. Acesso em 02/09/2025
A leitura atenta do texto permite uma conclusão, que é a seguinte:
Alternativas
Q3623386 Português
Assinale a alternativa que indica a correta transitividade da forma verbal sublinhada no trecho a seguir, considerando a situação de ocorrência:

Ficamos tristes, desapontados, frustrados” (l. 09).

Alternativas
Q3623385 Português
Assinale a alternativa que indica, correta e respectivamente, o tempo verbal das formas sublinhadas no trecho a seguir, retirado do texto: 

“Pensar no que poderia ter acontecido se tivéssemos feito de outro modo”.
Alternativas
Q3623384 Português
Assinale a alternativa que apresenta, correta e respectivamente, a classe de palavras dos vocábulos sublinhados no trecho a seguir, retirado do texto:

Todos carregamos coisas mal resolvidas dentro de nós”. 
Alternativas
Q3623383 Português
Assinale a alternativa que apresenta uma possibilidade de substituição da palavra “eis” (l. 22) que NÃO cause alterações significativas ao sentido e à correção do trecho em que ocorre.
Alternativas
Q3623382 Português
Assinale a alternativa que apresenta um exemplo de emprego da figura de linguagem conhecida como antítese. 
Alternativas
Q3623381 Português
Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando os advérbios sublinhados às ideias por eles expressas.


Coluna 1
1. “Talvez eu não estaria aqui escrevendo” (l. 04). 2. “Somos tão cheios de impossibilidades” (l. 12). 3. “flertamos com o que não tem mais vida” (l. 17).

Coluna 2
( ) Tempo. ( ) Intensidade. ( ) Dúvida.


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Respostas
29881: B
29882: C
29883: C
29884: B
29885: A
29886: B
29887: D
29888: A
29889: D
29890: A
29891: B
29892: D
29893: D
29894: C
29895: D
29896: B
29897: C
29898: A
29899: D
29900: B