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Questões de Concurso Sobre português

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Q3629767 Português
Como simples hábito de tirar sapatos ao entrar em casa pode trazer enormes benefícios à saúde


A limpeza, em geral, é associada à sujeira visível. No entanto, quando se fala de calçados, o perigo vai além do que se pode ver: sob a superfície, escondem-se microrganismos e partículas potencialmente mais prejudiciais do que barro ou grama seca.

Sapatos usados na rua transportam bactérias, alérgenos e substâncias químicas tóxicas, muitas delas associadas a sérios problemas de saúde. Basta pensar nos locais por onde eles passam diariamente: banheiros públicos, calçadas, corredores de hospitais e gramados tratados com herbicidas e pesticidas.

Crianças menores de cinco anos são especialmente vulneráveis a germes, tanto pelo sistema imunológico em desenvolvimento quanto pelo hábito de levarem as mãos à boca, provocando infecções graves na pele, nos pulmões ou na corrente sanguínea.

Os riscos, porém, não se limitam a germes. Sapatos carregam também substâncias químicas e alérgenos. Pesquisas apontam que calçados usados externamente contêm pesticidas, herbicidas e metais pesados como chumbo, altamente nocivos, sobretudo para crianças e animais domésticos. A exposição ao chumbo, comum na poeira ou no solo urbano, prejudica o desenvolvimento cerebral infantil e causa danos cognitivos permanentes.

Além disso, alérgenos como pólen aderem às solas, potencializando crises alérgicas e problemas respiratórios dentro de um ambiente que deveria ser seguro.

Outro fator preocupante é que selantes à base de alcatrão, utilizados no asfalto, contêm compostos cancerígenos. Um estudo norte-americano revelou que essas substâncias são encontradas no interior das casas, presentes no pó doméstico em concentrações até trinta e sete vezes superiores às detectadas do lado de fora. Crianças e animais, que passam mais tempo próximos ao chão, acabam mais expostos: crianças engatinham, brincam e levam as mãos à boca, enquanto animais lambem as patas após caminharem sobre superfícies contaminadas.

Assim, retirar os sapatos antes de entrar em casa não apenas preserva a limpeza do ambiente, mas também reduz significativamente a exposição da família a microrganismos e substâncias nocivas.

A adoção desse hábito é fácil: basta reservar um local próximo à porta para deixá-los, como um sapateiro, uma cesta ou pares de chinelos para visitantes. Embora pedir que alguém tire os sapatos possa causar certo estranhamento inicial, é importante lembrar que um gesto tão simples previne riscos invisíveis e contribui para um lar mais saudável.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqj4wz5l9ywo.ADAPTADO.

A limpeza, em geral, é associada à sujeira visível. No entanto, quando se fala de calçados, o perigo vai além do que se pode ver: sob a superfície, escondem-se microrganismos e partículas potencialmente mais prejudiciais do que barro ou grama seca.
Assinale a alternativa que contenha apenas dígrafo consonantal:
Alternativas
Q3629766 Português
Como simples hábito de tirar sapatos ao entrar em casa pode trazer enormes benefícios à saúde


A limpeza, em geral, é associada à sujeira visível. No entanto, quando se fala de calçados, o perigo vai além do que se pode ver: sob a superfície, escondem-se microrganismos e partículas potencialmente mais prejudiciais do que barro ou grama seca.

Sapatos usados na rua transportam bactérias, alérgenos e substâncias químicas tóxicas, muitas delas associadas a sérios problemas de saúde. Basta pensar nos locais por onde eles passam diariamente: banheiros públicos, calçadas, corredores de hospitais e gramados tratados com herbicidas e pesticidas.

Crianças menores de cinco anos são especialmente vulneráveis a germes, tanto pelo sistema imunológico em desenvolvimento quanto pelo hábito de levarem as mãos à boca, provocando infecções graves na pele, nos pulmões ou na corrente sanguínea.

Os riscos, porém, não se limitam a germes. Sapatos carregam também substâncias químicas e alérgenos. Pesquisas apontam que calçados usados externamente contêm pesticidas, herbicidas e metais pesados como chumbo, altamente nocivos, sobretudo para crianças e animais domésticos. A exposição ao chumbo, comum na poeira ou no solo urbano, prejudica o desenvolvimento cerebral infantil e causa danos cognitivos permanentes.

Além disso, alérgenos como pólen aderem às solas, potencializando crises alérgicas e problemas respiratórios dentro de um ambiente que deveria ser seguro.

Outro fator preocupante é que selantes à base de alcatrão, utilizados no asfalto, contêm compostos cancerígenos. Um estudo norte-americano revelou que essas substâncias são encontradas no interior das casas, presentes no pó doméstico em concentrações até trinta e sete vezes superiores às detectadas do lado de fora. Crianças e animais, que passam mais tempo próximos ao chão, acabam mais expostos: crianças engatinham, brincam e levam as mãos à boca, enquanto animais lambem as patas após caminharem sobre superfícies contaminadas.

Assim, retirar os sapatos antes de entrar em casa não apenas preserva a limpeza do ambiente, mas também reduz significativamente a exposição da família a microrganismos e substâncias nocivas.

A adoção desse hábito é fácil: basta reservar um local próximo à porta para deixá-los, como um sapateiro, uma cesta ou pares de chinelos para visitantes. Embora pedir que alguém tire os sapatos possa causar certo estranhamento inicial, é importante lembrar que um gesto tão simples previne riscos invisíveis e contribui para um lar mais saudável.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqj4wz5l9ywo.ADAPTADO.

Basta pensar nos locais por onde eles passam diariamente: banheiros públicos, calçadas, corredores de hospitais e gramados tratados com herbicidas e pesticidas.
Assinale a alternativa que contenha a divisão silábica de acordo com as regras gramaticais:
Alternativas
Q3629765 Português
Como simples hábito de tirar sapatos ao entrar em casa pode trazer enormes benefícios à saúde


A limpeza, em geral, é associada à sujeira visível. No entanto, quando se fala de calçados, o perigo vai além do que se pode ver: sob a superfície, escondem-se microrganismos e partículas potencialmente mais prejudiciais do que barro ou grama seca.

Sapatos usados na rua transportam bactérias, alérgenos e substâncias químicas tóxicas, muitas delas associadas a sérios problemas de saúde. Basta pensar nos locais por onde eles passam diariamente: banheiros públicos, calçadas, corredores de hospitais e gramados tratados com herbicidas e pesticidas.

Crianças menores de cinco anos são especialmente vulneráveis a germes, tanto pelo sistema imunológico em desenvolvimento quanto pelo hábito de levarem as mãos à boca, provocando infecções graves na pele, nos pulmões ou na corrente sanguínea.

Os riscos, porém, não se limitam a germes. Sapatos carregam também substâncias químicas e alérgenos. Pesquisas apontam que calçados usados externamente contêm pesticidas, herbicidas e metais pesados como chumbo, altamente nocivos, sobretudo para crianças e animais domésticos. A exposição ao chumbo, comum na poeira ou no solo urbano, prejudica o desenvolvimento cerebral infantil e causa danos cognitivos permanentes.

Além disso, alérgenos como pólen aderem às solas, potencializando crises alérgicas e problemas respiratórios dentro de um ambiente que deveria ser seguro.

Outro fator preocupante é que selantes à base de alcatrão, utilizados no asfalto, contêm compostos cancerígenos. Um estudo norte-americano revelou que essas substâncias são encontradas no interior das casas, presentes no pó doméstico em concentrações até trinta e sete vezes superiores às detectadas do lado de fora. Crianças e animais, que passam mais tempo próximos ao chão, acabam mais expostos: crianças engatinham, brincam e levam as mãos à boca, enquanto animais lambem as patas após caminharem sobre superfícies contaminadas.

Assim, retirar os sapatos antes de entrar em casa não apenas preserva a limpeza do ambiente, mas também reduz significativamente a exposição da família a microrganismos e substâncias nocivas.

A adoção desse hábito é fácil: basta reservar um local próximo à porta para deixá-los, como um sapateiro, uma cesta ou pares de chinelos para visitantes. Embora pedir que alguém tire os sapatos possa causar certo estranhamento inicial, é importante lembrar que um gesto tão simples previne riscos invisíveis e contribui para um lar mais saudável.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqj4wz5l9ywo.ADAPTADO.

 A exposição ao chumbo, comum na poeira ou no solo urbano, prejudica o desenvolvimento cerebral infantil e causa danos "cognitivos" permanentes.
O sinônimo que melhor representa o termo destacado é:
Alternativas
Q3629743 Português
O método simples que revela se você está envelhecendo bem


Levantar-se de uma cadeira parece uma ação trivial demais para merecer atenção, mas essa simples tarefa revela muito sobre a saúde de uma pessoa. Para avaliar essa capacidade, médicos utilizam o teste de sentar e levantar, que consiste em contar quantas vezes o indivíduo consegue se levantar de uma cadeira em trinta segundos.

Segundo especialistas da área da geriatria, o teste é extremamente útil por fornecer informações sobre força, equilíbrio e flexibilidade. Estudos indicam que ele ajuda a identificar riscos de quedas, problemas cardiovasculares e até aumento na probabilidade de morte.

Para realizar o teste, é necessário apenas uma cadeira com encosto reto e sem braços, além de um cronômetro. A pessoa senta-se no centro da cadeira, cruza os braços sobre os ombros opostos, mantém a coluna ereta e os pés firmes no chão. Em seguida, aciona-se o cronômetro e repete-se o movimento de levantar-se completamente e sentar-se novamente durante trinta segundos, contando o número total de repetições.

Embora direcionado especialmente a adultos com mais de sessenta anos, o teste também é aplicado a pessoas mais jovens. Instituições de saúde pública divulgaram médias de desempenho por faixa etária. Resultados abaixo desses valores indicam risco de desenvolver problemas de saúde, como quedas.

De maneira geral, adultos entre sessenta e sessenta e quatro anos costumam realizar entre doze e quatorze repetições. Entre os setenta e setenta e nove anos, a média varia de dez a doze repetições, e, a partir dos oitenta e cinco anos, a média cai para cerca de oito movimentos. Já para os que ultrapassam os noventa anos, os resultados são ainda mais baixos, com homens alcançando em torno de sete repetições e mulheres, cerca de quatro. Esses números, no entanto, não consideram aspectos individuais, como histórico de cirurgias ou lesões recentes.

Mesmo entre pessoas jovens e saudáveis, o teste é uma boa maneira de avaliar força e resistência muscular dos membros inferiores. Um estudo realizado com milhares de adultos verificou que, entre jovens na faixa dos vinte anos, a média era de, aproximadamente, cinquenta repetições por minuto para os homens e pouco menos que isso para as mulheres — sendo que alguns participantes superaram as setenta repetições. Outro levantamento, feito com voluntários saudáveis, identificou uma forte ligação entre o desempenho no teste e a capacidade aeróbica e de resistência física.

Pontuações mais baixas alertam os profissionais de saúde sobre o estado geral do paciente, indicando maior risco de recuperação lenta após cirurgias ou tratamentos médicos mais intensos. Também sinalizam comprometimento no funcionamento cardíaco e pulmonar, elevando a probabilidade de infarto, acidente vascular cerebral e insuficiência cardíaca. Ainda segundo os especialistas, um resultado inferior à média para a faixa etária também representa maior risco de quedas.

O receio de cair afasta muitas pessoas do convívio social e das atividades do dia a dia, criando um ciclo vicioso que compromete a autonomia. Além disso, as quedas podem causar lesões graves, como fraturas no quadril, além de machucados e entorses. Um estudo apontou que uma variação do teste funcionava como indicador de mortalidade em adultos entre cinquenta e um e oitenta anos: os que obtiveram as piores pontuações tinham de cinco a seis vezes mais chances de falecer em um período de seis anos do que aqueles com melhor desempenho.

Apesar disso, os especialistas ressaltam que o teste não tem o objetivo de prever a expectativa de vida de ninguém. Os resultados funcionam como sinal de alerta e orientam intervenções para melhorar a qualidade de vida, a independência e o bem-estar da pessoa.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvgpp8pkgp4o.adaptado.
Para realizar o teste, é necessário apenas uma "cadeira" com encosto reto e sem braços.
O aumentativo para o substantivo destacado, de acordo com os padrões a norma culta, é:
Alternativas
Q3629554 Português

Reaprender a ouvir estrelas

Por Helô Bacichette



(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/helobacichette/noticia/2025/08/reaprender-a-ouvir-estrelas-cme39dcd50121012xflmy2iw5.html – texto adaptado especialmente para esta prova). 

Sobre o emprego de nexos linguísticos, analise as assertivas a seguir:

I. Em “apenas para confirmar o que, desde sempre, alguém já pressentia” (l. 19), a preposição “para” indica finalidade.
II. Em “Contudo, em vez de escutar as estrelas” (l. 20), a conjunção “Contudo” pode ser substituída por “Entretanto” sem causar alteração de sentido ou incorreção ao trecho. 
III. Em “Porque cuidar da Terra exige mais coragem do que abandoná-la” (l. 26-27), as palavras sublinhadas estabelecem uma relação de comparação entre duas ações. 

Quais estão corretas?
Alternativas
Q3629553 Português

Reaprender a ouvir estrelas

Por Helô Bacichette



(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/helobacichette/noticia/2025/08/reaprender-a-ouvir-estrelas-cme39dcd50121012xflmy2iw5.html – texto adaptado especialmente para esta prova). 

Assinale a alternativa que apresenta a correta reescrita do trecho a seguir, retirado do texto-base, no futuro do presente do modo indicativo:

“Sim, há fome, guerras, injustiças”. 
Alternativas
Q3629552 Português

Reaprender a ouvir estrelas

Por Helô Bacichette



(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/helobacichette/noticia/2025/08/reaprender-a-ouvir-estrelas-cme39dcd50121012xflmy2iw5.html – texto adaptado especialmente para esta prova). 

Considerando as funções sintáticas dos pronomes oblíquos, analise as assertivas a seguir:

I. Em “como se tudo no universo lhe pertencesse” (l. 09), o pronome oblíquo tem a função sintática de objeto indireto da forma verbal “pertencesse”.
II. No trecho “aprender a amar o chão que nos sustenta” (l. 13), o pronome oblíquo é um objeto direto da forma verbal “sustentar”.
III. Em “para simplesmente contemplá-las” (l. 29), o pronome oblíquo é um objeto indireto da forma verbal “contemplar”.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q3629551 Português

Reaprender a ouvir estrelas

Por Helô Bacichette



(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/helobacichette/noticia/2025/08/reaprender-a-ouvir-estrelas-cme39dcd50121012xflmy2iw5.html – texto adaptado especialmente para esta prova). 

Em relação ao emprego dos sinais de pontuação, analise as assertivas a seguir, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) Caso as vírgulas hachuradas das linhas 02 e 03 fossem suprimidas, não haveria alteração do sentido original do trecho, tampouco incorreção gramatical.
( ) Na linha 05, os dois-pontos são empregados para introduzir uma explicação ao que foi expresso no período anterior.
( ) Na linha 08, o duplo travessão poderia ser substituído por dupla vírgula sem prejuízo da correção gramatical do período.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3629550 Português

Reaprender a ouvir estrelas

Por Helô Bacichette



(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/helobacichette/noticia/2025/08/reaprender-a-ouvir-estrelas-cme39dcd50121012xflmy2iw5.html – texto adaptado especialmente para esta prova). 

Assinale a alternativa que apresenta a correta função sintática do termo sublinhado no trecho a seguir:
“Foi Olavo Bilac, o poeta das estrelas, quem escreveu os versos de Via Láctea”.
Alternativas
Q3629549 Português

Reaprender a ouvir estrelas

Por Helô Bacichette



(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/helobacichette/noticia/2025/08/reaprender-a-ouvir-estrelas-cme39dcd50121012xflmy2iw5.html – texto adaptado especialmente para esta prova). 

Assinale a alternativa que apresenta um trecho sublinhado que NÃO seja uma indicação de lugar. 
Alternativas
Q3629548 Português

Reaprender a ouvir estrelas

Por Helô Bacichette



(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/helobacichette/noticia/2025/08/reaprender-a-ouvir-estrelas-cme39dcd50121012xflmy2iw5.html – texto adaptado especialmente para esta prova). 

Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando as palavras sublinhadas aos seus respectivos sinônimos.

Coluna 1
1. “tudo isso antecede a própria ideia de ciência” (l. 14-15).
2. “Talvez, para além da medida, reste algo” (l. 23).
3. “Apesar dos desafios da Terra” (l. 24).
4. “mas para simplesmente contemplá-las” (l. 28-29).

Coluna 2
( ) Apenas.
( ) É anterior.
( ) A despeito.
( ) Porventura.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3629547 Português

Reaprender a ouvir estrelas

Por Helô Bacichette



(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/helobacichette/noticia/2025/08/reaprender-a-ouvir-estrelas-cme39dcd50121012xflmy2iw5.html – texto adaptado especialmente para esta prova). 

Assinale a alternativa que apresenta a palavra que poderia substituir corretamente o vocábulo “predatório” (l. 12) sem causar alterações significativas ao sentido do trecho original.
Alternativas
Q3629546 Português

Reaprender a ouvir estrelas

Por Helô Bacichette



(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/helobacichette/noticia/2025/08/reaprender-a-ouvir-estrelas-cme39dcd50121012xflmy2iw5.html – texto adaptado especialmente para esta prova). 

Considerando o vocábulo “fa...ínio” (l. 05), analise as assertivas a seguir:

I. A lacuna pontilhada deve ser preenchida com “c” para que a grafia da palavra esteja correta.
II. Trata-se de um substantivo simples, comum e abstrato.
III. Um sinônimo possível para a palavra seria “encantamento”.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q3629545 Português

Reaprender a ouvir estrelas

Por Helô Bacichette



(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/helobacichette/noticia/2025/08/reaprender-a-ouvir-estrelas-cme39dcd50121012xflmy2iw5.html – texto adaptado especialmente para esta prova). 

Considerando o exposto pelo texto, analise as assertivas a seguir:

I. De acordo com a autora, não há motivos para o ser humano agir como se tudo no universo lhe pertencesse, pois ela não acredita que haja outras vidas fora da Terra.
II. Para a autora, o ato de apreciar o céu já existia antes mesmo que a ciência pudesse estudar seus fenômenos.
III. Verifica-se no texto um sentimento de contrariedade ao fato de muitas pessoas usarem a ciência como meio de encarar as estrelas friamente, apenas como objeto de estudo.

Quais estão corretas? 
Alternativas
Q3629362 Português

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Moacyr Scliar. A difícil arte do prognóstico. In: Revista Ser Médico, ed. 50, jan./fev./mar. 2010 (com adaptações).

A respeito das relações coesivas estabelecidas no texto, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3629361 Português

Q1_10.png (360×584)

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Moacyr Scliar. A difícil arte do prognóstico. In: Revista Ser Médico, ed. 50, jan./fev./mar. 2010 (com adaptações).

Os dois-pontos empregados logo após a palavra “importante” (linha 17) introduzem uma 
Alternativas
Q3629360 Português

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Moacyr Scliar. A difícil arte do prognóstico. In: Revista Ser Médico, ed. 50, jan./fev./mar. 2010 (com adaptações).

Acerca dos aspectos linguísticos do texto, julgue os itens a seguir.

I Sem prejuízo da correção gramatical e dos sentidos originais do texto, o termo “como” (linha 5) poderia ser substituído por quanto.
II Mantendo-se os sentidos originais e a correção gramatical do texto, o trecho “Em relação” (linha 15) poderia ser substituído por Sobre.
III No primeiro período do texto, a forma verbal “é” (linha 2) concorda com o vocábulo “pergunta” (linha 1), o que justifica a flexão no singular.
IV Na linha 22, a forma verbal “devem” expressa ideia de obrigação.  

Assinale a alternativa correta.  
Alternativas
Q3629359 Português

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Moacyr Scliar. A difícil arte do prognóstico. In: Revista Ser Médico, ed. 50, jan./fev./mar. 2010 (com adaptações).

O vocábulo “resignação” (linha 15) significa o mesmo que 
Alternativas
Q3629358 Português

Q1_10.png (360×584)

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Moacyr Scliar. A difícil arte do prognóstico. In: Revista Ser Médico, ed. 50, jan./fev./mar. 2010 (com adaptações).

Assinale a alternativa que apresenta uma expressão que exerce a função sintática de sujeito na oração em que se encontra. 
Alternativas
Q3629357 Português

Q1_10.png (360×584)

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Moacyr Scliar. A difícil arte do prognóstico. In: Revista Ser Médico, ed. 50, jan./fev./mar. 2010 (com adaptações).

No texto, pertencem à mesma classe de palavras os vocábulos 
Alternativas
Respostas
29661: D
29662: B
29663: A
29664: C
29665: E
29666: E
29667: B
29668: D
29669: B
29670: C
29671: A
29672: C
29673: D
29674: E
29675: D
29676: E
29677: A
29678: B
29679: D
29680: C