Questões de Concurso Sobre português
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Produtividade, atenção e o custo invisível do sempre disponível
Vivemos um tempo em que a presença digital virou sinônimo de compromisso. Responder rápido é prova de profissionalismo; participar de múltiplas reuniões online, sinal de relevância. A cultura do “sempre disponível” combina aplicativos de mensagem, agendas compartilhadas e indicadores de desempenho que premiam volume: e-mails enviados, tickets fechados, horas logadas. O discurso é sedutor: mais conexão, menos fricção, equipes sincronizadas. Mas há um custo invisível nessa disponibilidade permanente: atenção fragmentada, fadiga decisional, trabalho que se estende pelas bordas do dia até se confundir com a vida.
A psicologia da atenção ensina que alternar tarefas tem preço. Não é só o tempo de sair de um documento e entrar em outro; é a perda de profundidade, de memória de trabalho e de contexto. Uma mensagem urgente no meio de uma análise longa sobre política pública pode roubar minutos e também qualidade: decisões passam a ser tomadas com base em atalhos, não em argumentos. O corpo acompanha: sono picotado, respiração superficial, posturas tortas para caber em telas. Mesmo hábitos saudáveis, como caminhar, viram intervalos de escuta de áudios acumulados.
Nos últimos anos, popularizaram-se práticas de atenção plena, limites digitais e rotinas de foco. Nem todas são mercantilização de bem-estar; muitas nascem do chão de fábrica da vida real. Uma equipe que reserva duas janelas diárias sem notificações; um gestor que recusa mensagens fora do expediente e explica por quê; um projeto que estabelece “semana de silêncio” antes de entregas críticas. Curiosamente, são decisões organizacionais, não apenas individuais, que mostram melhor efeito. Quando a regra é clara e compartilhada, as pessoas podem cobrar e proteger umas às outras.
Não se trata de demonizar a conectividade. O problema é transformar exceção em norma. Emergências existem; urgência permanente, não. Empresas que exibem dashboards de produtividade, mas não perguntam “o que ficou melhor para o usuário?” criam feudos de métrica. E governos que digitalizam serviços sem redesenhar processos amplificam filas virtuais. Um indicador simples e raro deveria ganhar mais espaço: tempo ininterrupto para pensar. Sem ele, inovação vira sinônimo de copiar tendências, e o trabalho intelectual, de responder mensagens.
Há ganhos concretos quando se escolhe a cadência certa.
Projetos com sprints curtos, reuniões realmente necessárias e documentos claros substituem o barulho por clareza.
Times que combinam repertório técnico com saberes do cotidiano conseguem distinguir o que é problema de processo e o que é ansiedade do prazo. E gestores que cuidam do tempo coletivo — cancelando encontros redundantes, protegendo janelas de foco, distribuindo decisões — tendem a colher não só mais entregas, mas entregas melhores.
No limite, a pergunta é ética: que tipo de atenção queremos sustentar como sociedade? Uma atenção sempre ocupada, que confunde velocidade com qualidade, ou uma atenção que entende que pensar leva tempo e que a presença mais valiosa nem sempre é a mais ruidosa?
Fonte: Banca elaboradora – 2025.
Produtividade, atenção e o custo invisível do sempre disponível
Vivemos um tempo em que a presença digital virou sinônimo de compromisso. Responder rápido é prova de profissionalismo; participar de múltiplas reuniões online, sinal de relevância. A cultura do “sempre disponível” combina aplicativos de mensagem, agendas compartilhadas e indicadores de desempenho que premiam volume: e-mails enviados, tickets fechados, horas logadas. O discurso é sedutor: mais conexão, menos fricção, equipes sincronizadas. Mas há um custo invisível nessa disponibilidade permanente: atenção fragmentada, fadiga decisional, trabalho que se estende pelas bordas do dia até se confundir com a vida.
A psicologia da atenção ensina que alternar tarefas tem preço. Não é só o tempo de sair de um documento e entrar em outro; é a perda de profundidade, de memória de trabalho e de contexto. Uma mensagem urgente no meio de uma análise longa sobre política pública pode roubar minutos e também qualidade: decisões passam a ser tomadas com base em atalhos, não em argumentos. O corpo acompanha: sono picotado, respiração superficial, posturas tortas para caber em telas. Mesmo hábitos saudáveis, como caminhar, viram intervalos de escuta de áudios acumulados.
Nos últimos anos, popularizaram-se práticas de atenção plena, limites digitais e rotinas de foco. Nem todas são mercantilização de bem-estar; muitas nascem do chão de fábrica da vida real. Uma equipe que reserva duas janelas diárias sem notificações; um gestor que recusa mensagens fora do expediente e explica por quê; um projeto que estabelece “semana de silêncio” antes de entregas críticas. Curiosamente, são decisões organizacionais, não apenas individuais, que mostram melhor efeito. Quando a regra é clara e compartilhada, as pessoas podem cobrar e proteger umas às outras.
Não se trata de demonizar a conectividade. O problema é transformar exceção em norma. Emergências existem; urgência permanente, não. Empresas que exibem dashboards de produtividade, mas não perguntam “o que ficou melhor para o usuário?” criam feudos de métrica. E governos que digitalizam serviços sem redesenhar processos amplificam filas virtuais. Um indicador simples e raro deveria ganhar mais espaço: tempo ininterrupto para pensar. Sem ele, inovação vira sinônimo de copiar tendências, e o trabalho intelectual, de responder mensagens.
Há ganhos concretos quando se escolhe a cadência certa.
Projetos com sprints curtos, reuniões realmente necessárias e documentos claros substituem o barulho por clareza.
Times que combinam repertório técnico com saberes do cotidiano conseguem distinguir o que é problema de processo e o que é ansiedade do prazo. E gestores que cuidam do tempo coletivo — cancelando encontros redundantes, protegendo janelas de foco, distribuindo decisões — tendem a colher não só mais entregas, mas entregas melhores.
No limite, a pergunta é ética: que tipo de atenção queremos sustentar como sociedade? Uma atenção sempre ocupada, que confunde velocidade com qualidade, ou uma atenção que entende que pensar leva tempo e que a presença mais valiosa nem sempre é a mais ruidosa?
Fonte: Banca elaboradora – 2025.
Produtividade, atenção e o custo invisível do sempre disponível
Vivemos um tempo em que a presença digital virou sinônimo de compromisso. Responder rápido é prova de profissionalismo; participar de múltiplas reuniões online, sinal de relevância. A cultura do “sempre disponível” combina aplicativos de mensagem, agendas compartilhadas e indicadores de desempenho que premiam volume: e-mails enviados, tickets fechados, horas logadas. O discurso é sedutor: mais conexão, menos fricção, equipes sincronizadas. Mas há um custo invisível nessa disponibilidade permanente: atenção fragmentada, fadiga decisional, trabalho que se estende pelas bordas do dia até se confundir com a vida.
A psicologia da atenção ensina que alternar tarefas tem preço. Não é só o tempo de sair de um documento e entrar em outro; é a perda de profundidade, de memória de trabalho e de contexto. Uma mensagem urgente no meio de uma análise longa sobre política pública pode roubar minutos e também qualidade: decisões passam a ser tomadas com base em atalhos, não em argumentos. O corpo acompanha: sono picotado, respiração superficial, posturas tortas para caber em telas. Mesmo hábitos saudáveis, como caminhar, viram intervalos de escuta de áudios acumulados.
Nos últimos anos, popularizaram-se práticas de atenção plena, limites digitais e rotinas de foco. Nem todas são mercantilização de bem-estar; muitas nascem do chão de fábrica da vida real. Uma equipe que reserva duas janelas diárias sem notificações; um gestor que recusa mensagens fora do expediente e explica por quê; um projeto que estabelece “semana de silêncio” antes de entregas críticas. Curiosamente, são decisões organizacionais, não apenas individuais, que mostram melhor efeito. Quando a regra é clara e compartilhada, as pessoas podem cobrar e proteger umas às outras.
Não se trata de demonizar a conectividade. O problema é transformar exceção em norma. Emergências existem; urgência permanente, não. Empresas que exibem dashboards de produtividade, mas não perguntam “o que ficou melhor para o usuário?” criam feudos de métrica. E governos que digitalizam serviços sem redesenhar processos amplificam filas virtuais. Um indicador simples e raro deveria ganhar mais espaço: tempo ininterrupto para pensar. Sem ele, inovação vira sinônimo de copiar tendências, e o trabalho intelectual, de responder mensagens.
Há ganhos concretos quando se escolhe a cadência certa.
Projetos com sprints curtos, reuniões realmente necessárias e documentos claros substituem o barulho por clareza.
Times que combinam repertório técnico com saberes do cotidiano conseguem distinguir o que é problema de processo e o que é ansiedade do prazo. E gestores que cuidam do tempo coletivo — cancelando encontros redundantes, protegendo janelas de foco, distribuindo decisões — tendem a colher não só mais entregas, mas entregas melhores.
No limite, a pergunta é ética: que tipo de atenção queremos sustentar como sociedade? Uma atenção sempre ocupada, que confunde velocidade com qualidade, ou uma atenção que entende que pensar leva tempo e que a presença mais valiosa nem sempre é a mais ruidosa?
Fonte: Banca elaboradora – 2025.
Produtividade, atenção e o custo invisível do sempre disponível
Vivemos um tempo em que a presença digital virou sinônimo de compromisso. Responder rápido é prova de profissionalismo; participar de múltiplas reuniões online, sinal de relevância. A cultura do “sempre disponível” combina aplicativos de mensagem, agendas compartilhadas e indicadores de desempenho que premiam volume: e-mails enviados, tickets fechados, horas logadas. O discurso é sedutor: mais conexão, menos fricção, equipes sincronizadas. Mas há um custo invisível nessa disponibilidade permanente: atenção fragmentada, fadiga decisional, trabalho que se estende pelas bordas do dia até se confundir com a vida.
A psicologia da atenção ensina que alternar tarefas tem preço. Não é só o tempo de sair de um documento e entrar em outro; é a perda de profundidade, de memória de trabalho e de contexto. Uma mensagem urgente no meio de uma análise longa sobre política pública pode roubar minutos e também qualidade: decisões passam a ser tomadas com base em atalhos, não em argumentos. O corpo acompanha: sono picotado, respiração superficial, posturas tortas para caber em telas. Mesmo hábitos saudáveis, como caminhar, viram intervalos de escuta de áudios acumulados.
Nos últimos anos, popularizaram-se práticas de atenção plena, limites digitais e rotinas de foco. Nem todas são mercantilização de bem-estar; muitas nascem do chão de fábrica da vida real. Uma equipe que reserva duas janelas diárias sem notificações; um gestor que recusa mensagens fora do expediente e explica por quê; um projeto que estabelece “semana de silêncio” antes de entregas críticas. Curiosamente, são decisões organizacionais, não apenas individuais, que mostram melhor efeito. Quando a regra é clara e compartilhada, as pessoas podem cobrar e proteger umas às outras.
Não se trata de demonizar a conectividade. O problema é transformar exceção em norma. Emergências existem; urgência permanente, não. Empresas que exibem dashboards de produtividade, mas não perguntam “o que ficou melhor para o usuário?” criam feudos de métrica. E governos que digitalizam serviços sem redesenhar processos amplificam filas virtuais. Um indicador simples e raro deveria ganhar mais espaço: tempo ininterrupto para pensar. Sem ele, inovação vira sinônimo de copiar tendências, e o trabalho intelectual, de responder mensagens.
Há ganhos concretos quando se escolhe a cadência certa.
Projetos com sprints curtos, reuniões realmente necessárias e documentos claros substituem o barulho por clareza.
Times que combinam repertório técnico com saberes do cotidiano conseguem distinguir o que é problema de processo e o que é ansiedade do prazo. E gestores que cuidam do tempo coletivo — cancelando encontros redundantes, protegendo janelas de foco, distribuindo decisões — tendem a colher não só mais entregas, mas entregas melhores.
No limite, a pergunta é ética: que tipo de atenção queremos sustentar como sociedade? Uma atenção sempre ocupada, que confunde velocidade com qualidade, ou uma atenção que entende que pensar leva tempo e que a presença mais valiosa nem sempre é a mais ruidosa?
Fonte: Banca elaboradora – 2025.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A grande honraria do serviço público
Em um cenário adverso, o funcionalismo público se reinventa e prova que sua missão é mais atual (e necessária) do que nunca!
Servir ao público. Por definição, o ofício do servidor público é direto, transparente. O Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, aprovado em junho de 1994, é um dos principais (senão o principal) documentos norteadores das ações do servidor público federal e ele preconiza que "a dignidade, o decoro, o zelo, a eficácia e a consciência dos princípios morais são primados maiores (....) Seus atos, comportamentos e atitudes serão direcionados para a preservação da honra e da tradição dos serviços públicos".
Segundo dados do IBGE, em 2016, aproximadamente dez milhões de brasileiros tentaram algum concurso público. Sonho de boa parte da população brasileira, o serviço público quase sempre é sinônimo de estabilidade e bons salários, certo? Não necessariamente. Pelo menos é esta a opinião de Paulo Contente, funcionário público da Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia, há mais de três décadas. Os motivos que o trouxeram à SUDAM foram a possibilidade de servir ao povo e estar disponível para exercer uma atividade em favor da sociedade. "Nestes 34 anos de SUDAM, minha disposição de trabalhar aqui foi sempre pensando no pequeno, no ribeirinho, que precisa que o governo chegue a ele. A cada dia que eu chego aqui, eu sempre tenho como prioridade que meu trabalho, que as minhas ações, podem contribuir para a melhoria de vida de alguém − especialmente porque eu trabalho em um órgão cuja missão é trabalhar para o desenvolvimento da Amazônia, sobretudo melhorar a qualidade de vida do ser humano, destas pessoas". Ao ser questionado sobre o que deve motivar o jovem a ser servidor público, Contente compartilha um conselho muito inspirador. "A pessoa que quer destinar sua vida ou parte dela a ser um funcionário público tem que ter e querer estar disponível para servir. Não se deve entrar no serviço público almejando apenas a estabilidade ou no salário. É preciso sentir-se útil à sociedade e também emprestar seus conhecimentos em favor da sociedade. Se você não tiver essa disposição, é melhor que não seja funcionário público, porque você vai sentir que está carregando um peso, quando o objetivo é fazer com que você trabalhe com alegria!"
http://antigo.sudam.gov.br/index.php/ultimas-noticias/17-ultimas-noticia s/1141-a-grande-honraria-do-servico-publico
"Ao ser questionado sobre o que deve motivar o jovem a ser servidor público, Contente compartilha um conselho muito inspirador."
Analise as afirmativas a seguir com base na fonética e marque (V) para as verdadeiras e (F) para as falsas.
(__) O vocábulo 'questionado' apresenta o mesmo número de letras e de fonemas, enquanto 'inspirador' apresenta mais letras do que fonemas.
(__) Os vocábulos 'compartilha' e 'conselho' apresentam dígrafos consonantais inseparáveis e dígrafos nasais. Já o vocábulo 'servidor' apresenta encontro consonantal.
(__) O vocábulo 'que' apresenta dígrafo, assim como os vocábulos 'pente', 'ombro' e 'queda'.
(__) O vocábulo 'motivar' tem o mesmo número de sílabas dos vocábulos 'moeda' e 'apoio'. Já o vocábulo 'deve' possui o mesmo número de sílabas das palavras 'ritmos' e 'istmo'.
A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo, é:
(__)Em "Os professores comentaram os trabalhos dos alunos com entusiasmo", há um caso de ambiguidade, pois se tem uma situação que compromete a clareza textual.
(__)A forma verbal "fazem dez anos que ele saiu do país" constitui um exemplo de solecismo, mais especificamente de erro de regência verbal.
(__)Em "A fala dela foi bem embasada" temos uma cacofonia, ou seja, um uso incorreto de uma palavra ou expressão segundo a norma-padrão.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
A separação silábica e a posição da sílaba tônica da palavra 'diariamente' está corretamente identificada na alternativa:
Analise as afirmativas relacionadas aos vocábulos do trecho e marque a alternativa incorreta:
O vocábulo 'microplástico' não possui hífen. Os vocábulos a seguir também estão grafados corretamente sem hífen, EXCETO:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Morador de São Fidélis contrata uma moto som para encontrar uma companheira
Um morador de São Fidélis, no Norte Fluminense, faz sucesso na internet após recorrer a um método inusitado para encontrar um amor. Geovane da Silva, de oitenta anos, contratou uma moto som para divulgar seu desejo de ter uma companheira e não ficar mais sozinho.
Viúvo há dois anos e dono de um salão de festas noturno, Geovane decidiu inovar e estabeleceu um critério para as pretendentes: ter mais de cinquenta anos. Para aumentar suas chances, fechou um contrato de dois dias de divulgação pela cidade.
A empresa responsável pelo serviço revelou que essa foi a primeira vez que recebeu um pedido amoroso desse tipo. O resultado surpreendeu: em apenas um dia, Geovane recebeu dezenas de ligações, não só de São Fidélis, mas também de outras cidades do Rio e até de outros estados.
"Escolhi a moto som porque não gosto de abordar ninguém diretamente. Sempre prezo pelo respeito ao próximo, então achei essa a melhor opção", explicou o idoso.
Agora, Geovane analisa as candidatas e espera, em breve, encontrar sua nova companheira.
(Fonte: https://l1nk.dev/n563v.adaptado)
Assinale a alternativa correta quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase.
Os verbos destacados, nesta frase, comportam-se, respectivamente, como verbos:
Considerando o texto apresentado, assinale a alternativa que melhor reflete as atitudes e a iniciativa de Geovane.
Além disso, é fundamental entender as estratégias de persuasão presentes no discurso publicitário, o incentivo ao consumo e as diferenças entre comercializar um produto e "vender" uma ideia, bem como entre anúncio publicitário e propaganda.
Com base nisso, o professor deve propor atividades que possibilitem aos alunos:
(__)Identificar e analisar os efeitos de sentido que reforçam a persuasão em textos publicitários, relacionando as estratégias de apelo ao consumo aos recursos linguístico-discursivos utilizados, como imagens, tempos verbais, jogos de palavras, figuras de linguagem, entre outros, com o objetivo de fomentar práticas de consumo conscientes.
(__)Inferir e justificar, em textos multissemióticos − tirinhas, charges, memes, gifs etc. −, os efeitos de humor, ironia e/ou crítica produzidos pelo uso ambíguo de palavras, imagens.
(__)Trabalhar com os alunos a diferenciação entre liberdade de expressão e discursos de ódio, promovendo debates, reflexões e ações que incentivem o posicionamento crítico e ético diante de discursos discriminatórios, bem como orientações sobre formas de denúncia quando necessário.
A sequência que preenche adequadamente os itens acima, de cima para baixo, é:
(https://www.scielo.br/j/bak/a/r3rdR4q6XXwpbnCYCsXd8NM/?format=h tml&lang=pt)
Com base no trecho e no conhecimento sobre o ensino da oralidade, analise as afirmativas:
I.A oralidade deve ser compreendida como um objeto efetivo de ensino na escola, ultrapassando o caráter de atividades improvisadas ou meramente complementares.
II.A oralidade possui suas próprias regras e os gêneros orais devem ser trabalhados de forma sistemática, desde os mais espontâneos aos mais formais.
III.A entonação, a expressão corporal e a escuta devem ser vistos como elementos fundamentais na prática da oralidade.
IV.A oralidade deve ser ensinada apenas como apoio ao ensino da escrita, já que a fala espontânea é desorganizada e não possui regras claras de uso.
É correto o que se afirma em:
I."A tecnologia que temos hoje nos permite examinar esses exoplanetas em detalhes."
A colocação pronominal está adequada, pois quando há justificativa para a próclise o pronome pode ser colocado antes do verbo auxiliar.
II."... orbitam as estrelas usando telescópios poderosos para analisar a composição química da luz estelar que os atravessa."
A colocação em próclise está adequada, pois o pronome relativo atrai o pronome.
III."Nos acostumamos a usar radiotelescópios para detectar sinais de civilizações extraterrestres desde 1960", diz O'Brien."
A próclise está adequada , pois o pronome 'nos' já é aceito pela norma exemplar proclítico ao verbo, quando o sujeito está oculto e o pronome representa a forma átona desse sujeito.
IV."...mas não vão nos visitar tão cedo...".
A forma como o pronome foi colocado no trecho acima reflete um uso informal da norma culta, comum na linguagem coloquial.
É correto o que se afirma em:
As alternativas a seguir apresentam palavras compostas com emprego do hífen adequadamente, assim como o vocábulo 'anos-luz', EXCETO:
(__)No trecho 'Olhe para o céu à noite, pontilhado de aglomerados de estrelas...', os vocábulos 'olhe' e 'para' apresentam quantidades diferentes de fonemas, embora possuam o mesmo número de letras. Já o vocábulo 'pontilhado' contém um dígrafo vocálico e um dígrafo consonantal.
(__)No trecho 'O que sabemos sobre a vida fora do ambiente perfeitamente regulado que é a Terra?', o vocábulo 'sabemos' apresenta um dígrafo vocálico, enquanto 'ambiente' apresenta dois.
(__)No trecho 'Contudo, há tantas maneiras diferentes pelas quais uma forma de vida poderia enviar sinais, que nunca poderíamos ouvir algo de volta', os vocábulos 'quais' e 'que' apresentam dígrafo consonantal, em que uma consoante e uma vogal representam o som de apenas uma consoante.
(__)No trecho 'É quase certo que, dentro da próxima década, ou próximo disso, iremos descobrir um planeta que talvez até mostre indícios potenciais de vida', os vocábulos 'quase' e 'certo' apresentam o mesmo número de letras e fonemas.
A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo, é:
As formas nominais 'encontradas' e 'descobertos' estão corretamente flexionadas, de acordo com os substantivos que acompanham, assim como ocorre nos enunciados a seguir, EXCETO:
(__)Os vocábulos 'evidências', 'sólidas' e 'minúsculo' são acentuados graficamente de acordo com a regra de acentuação das palavras proparoxítonas.
(__)O vocábulo 'céu' é exemplo de palavra que permanece acentuada, diferentemente dos vocábulos 'apoia', 'debiloide' e 'joia', que perderam o acento por serem paroxítonas formadas por ditongos abertos tônicos 'ói'.
(__)O vocábulo 'poderíamos' é acentuado pela regra das palavras que apresentam o 'i' tónico formando hiato, assim como 'faísca' e 'cafeína'.
(__)O vocábulo 'técnicas' é acentuado por se uma palavra proparoxítona, razão pela qual também devem ser acentuados os vocábulos 'egide', 'prototipo' e 'batega'.
A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo, é: