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Questões de Concurso Sobre português

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Q3678246 Português
As três experiências

(Autor desconhecido.)

        Um menino pobre encontrou um pedaço de espelho no chão e ficou encantado com o brinquedo. Era o primeiro espelho que via. Brincou de mostrar o céu, as nuvens, o sol e as árvores aos amigos, e todos riram muito.   

        Depois, brincando sozinho, ele resolveu mostrar o próprio rosto no espelho. Levou um susto. Viu aquele menino pobre, sujo, de cabelos desgrenhados, e ficou muito sério. Era ele mesmo.
    
        Correu para casa, chamou a mãe e mostrou o espelho. A mulher, cansada e triste, olhou o rosto, deu um sorriso breve e disse: “É, parece comigo”.
   
        O menino guardou o espelho num canto, com certo respeito, e de vez em quando o tirava para ver as coisas e as pessoas. O tempo passou, e o espelho foi esquecido.
   
        Muitos anos depois, o homem — já adulto — encontrou por acaso aquele mesmo pedaço de espelho. Estava velho e opaco. Limpou-o um pouco, olhou, e viu de novo seu rosto, agora cansado e marcado pelos anos.
   
        Pensou na infância, na mãe, nos amigos, e ficou olhando o espelho, em silêncio.
   
        Então entendeu que aquele pequeno objeto lhe mostrara, três vezes na vida, três rostos diferentes — o da infância, o da juventude e o da maturidade — e em todos eles havia o mesmo olhar, o mesmo espanto diante da vida.
    
        Guardou o espelho outra vez, com o cuidado de quem guarda uma lembrança. 
No fragmento: “O menino guardou o espelho num canto, com certo respeito...” Assinale a alternativa em que todas as palavras destacadas apresentam processos de formação diferentes entre si.
Alternativas
Q3678245 Português
As três experiências

(Autor desconhecido.)

        Um menino pobre encontrou um pedaço de espelho no chão e ficou encantado com o brinquedo. Era o primeiro espelho que via. Brincou de mostrar o céu, as nuvens, o sol e as árvores aos amigos, e todos riram muito.   

        Depois, brincando sozinho, ele resolveu mostrar o próprio rosto no espelho. Levou um susto. Viu aquele menino pobre, sujo, de cabelos desgrenhados, e ficou muito sério. Era ele mesmo.
    
        Correu para casa, chamou a mãe e mostrou o espelho. A mulher, cansada e triste, olhou o rosto, deu um sorriso breve e disse: “É, parece comigo”.
   
        O menino guardou o espelho num canto, com certo respeito, e de vez em quando o tirava para ver as coisas e as pessoas. O tempo passou, e o espelho foi esquecido.
   
        Muitos anos depois, o homem — já adulto — encontrou por acaso aquele mesmo pedaço de espelho. Estava velho e opaco. Limpou-o um pouco, olhou, e viu de novo seu rosto, agora cansado e marcado pelos anos.
   
        Pensou na infância, na mãe, nos amigos, e ficou olhando o espelho, em silêncio.
   
        Então entendeu que aquele pequeno objeto lhe mostrara, três vezes na vida, três rostos diferentes — o da infância, o da juventude e o da maturidade — e em todos eles havia o mesmo olhar, o mesmo espanto diante da vida.
    
        Guardou o espelho outra vez, com o cuidado de quem guarda uma lembrança. 
Analise o trecho: “O menino guardou o espelho num canto, com certo respeito, e de vez em quando o tirava para ver as coisas e as pessoas.” Assinale a alternativa em que a reescrita mantém a correção gramatical e a coerência semântica do período.
Alternativas
Q3678244 Português
As três experiências

(Autor desconhecido.)

        Um menino pobre encontrou um pedaço de espelho no chão e ficou encantado com o brinquedo. Era o primeiro espelho que via. Brincou de mostrar o céu, as nuvens, o sol e as árvores aos amigos, e todos riram muito.   

        Depois, brincando sozinho, ele resolveu mostrar o próprio rosto no espelho. Levou um susto. Viu aquele menino pobre, sujo, de cabelos desgrenhados, e ficou muito sério. Era ele mesmo.
    
        Correu para casa, chamou a mãe e mostrou o espelho. A mulher, cansada e triste, olhou o rosto, deu um sorriso breve e disse: “É, parece comigo”.
   
        O menino guardou o espelho num canto, com certo respeito, e de vez em quando o tirava para ver as coisas e as pessoas. O tempo passou, e o espelho foi esquecido.
   
        Muitos anos depois, o homem — já adulto — encontrou por acaso aquele mesmo pedaço de espelho. Estava velho e opaco. Limpou-o um pouco, olhou, e viu de novo seu rosto, agora cansado e marcado pelos anos.
   
        Pensou na infância, na mãe, nos amigos, e ficou olhando o espelho, em silêncio.
   
        Então entendeu que aquele pequeno objeto lhe mostrara, três vezes na vida, três rostos diferentes — o da infância, o da juventude e o da maturidade — e em todos eles havia o mesmo olhar, o mesmo espanto diante da vida.
    
        Guardou o espelho outra vez, com o cuidado de quem guarda uma lembrança. 
Observe o trecho: “Então entendeu que aquele pequeno objeto lhe mostrara, três vezes na vida, três rostos diferentes...”. A oração “que aquele pequeno objeto lhe mostrara, três vezes na vida, três rostos diferentes” exerce a função sintática de:
Alternativas
Q3678243 Português
As três experiências

(Autor desconhecido.)

        Um menino pobre encontrou um pedaço de espelho no chão e ficou encantado com o brinquedo. Era o primeiro espelho que via. Brincou de mostrar o céu, as nuvens, o sol e as árvores aos amigos, e todos riram muito.   

        Depois, brincando sozinho, ele resolveu mostrar o próprio rosto no espelho. Levou um susto. Viu aquele menino pobre, sujo, de cabelos desgrenhados, e ficou muito sério. Era ele mesmo.
    
        Correu para casa, chamou a mãe e mostrou o espelho. A mulher, cansada e triste, olhou o rosto, deu um sorriso breve e disse: “É, parece comigo”.
   
        O menino guardou o espelho num canto, com certo respeito, e de vez em quando o tirava para ver as coisas e as pessoas. O tempo passou, e o espelho foi esquecido.
   
        Muitos anos depois, o homem — já adulto — encontrou por acaso aquele mesmo pedaço de espelho. Estava velho e opaco. Limpou-o um pouco, olhou, e viu de novo seu rosto, agora cansado e marcado pelos anos.
   
        Pensou na infância, na mãe, nos amigos, e ficou olhando o espelho, em silêncio.
   
        Então entendeu que aquele pequeno objeto lhe mostrara, três vezes na vida, três rostos diferentes — o da infância, o da juventude e o da maturidade — e em todos eles havia o mesmo olhar, o mesmo espanto diante da vida.
    
        Guardou o espelho outra vez, com o cuidado de quem guarda uma lembrança. 
O espelho, elemento central da crônica, adquire um valor simbólico que ultrapassa sua função literal. Considerando o texto, o espelho pode ser interpretado como:
Alternativas
Q3677513 Português
Assinalar a alternativa em que a frase se encontra no sentido denotativo:
Alternativas
Q3677512 Português
Na frase “Os próprios moradores fizeram doações aos necessitados”, a palavra sublinhada é:
Alternativas
Q3677511 Português
Considerando o emprego do hífen, analisar os itens.

I. Azul-escuro.
II. Bem-humorado.
III. Água-de-colônia.
IV. Auto-ajuda.

Está CORRETO o que se afirma: 
Alternativas
Q3677510 Português
Assinalar a alternativa que apresenta objeto indireto.
Alternativas
Q3677509 Português
Considerando as regras de regência verbal, assinalar a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3677508 Português
Há ERRO relativo ao acento grave, por falta ou emprego indevido, em:
Alternativas
Q3677507 Português
Outro de elevador

    "Ascende" dizia o ascensorista. Depois: "Eleva-se". "Para cima". "Para o alto". "Escalando". Quando perguntavam "Sobe ou desce?" respondia "A primeira alternativa". Depois dizia "Descende", "Ruma para baixo", "Cai controladamente", "A segunda alternativa"... "Gosto de improvisar", justificava-se. Mas como toda arte tende para o excesso, chegou ao preciosismo. Quando perguntavam "Sobe?" respondia "É o que veremos..." ou então "Como a Virgem Maria". Desce? "Dei" Nem todo o mundo compreendia, mas alguns o instigavam. Quando comentavam que devia ser uma chatice trabalhar em elevador ele não respondia "tem seus altos e baixos", como esperavam, respondia, criticamente, que era melhor do que trabalhar em escada, ou que não se importava embora o seu sonho fosse, um dia, comandar alguma coisa que andasse para os lados... E quando ele perdeu o emprego porque substituíram o elevador antigo do prédio por um moderno, automático, daqueles que têm música ambiental, disse: "Era só me pedirem — eu também canto!"

Fonte: Luis Fernando Verissimo.
A respeito da palavra “emprego”, assinalar a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3677506 Português
Outro de elevador

    "Ascende" dizia o ascensorista. Depois: "Eleva-se". "Para cima". "Para o alto". "Escalando". Quando perguntavam "Sobe ou desce?" respondia "A primeira alternativa". Depois dizia "Descende", "Ruma para baixo", "Cai controladamente", "A segunda alternativa"... "Gosto de improvisar", justificava-se. Mas como toda arte tende para o excesso, chegou ao preciosismo. Quando perguntavam "Sobe?" respondia "É o que veremos..." ou então "Como a Virgem Maria". Desce? "Dei" Nem todo o mundo compreendia, mas alguns o instigavam. Quando comentavam que devia ser uma chatice trabalhar em elevador ele não respondia "tem seus altos e baixos", como esperavam, respondia, criticamente, que era melhor do que trabalhar em escada, ou que não se importava embora o seu sonho fosse, um dia, comandar alguma coisa que andasse para os lados... E quando ele perdeu o emprego porque substituíram o elevador antigo do prédio por um moderno, automático, daqueles que têm música ambiental, disse: "Era só me pedirem — eu também canto!"

Fonte: Luis Fernando Verissimo.
Em “Nem todo o mundo compreendia, mas alguns o instigavam”, a conjunção sublinhada pode ser trocada, sem alteração de sentido, por: 
Alternativas
Q3677505 Português
Outro de elevador

    "Ascende" dizia o ascensorista. Depois: "Eleva-se". "Para cima". "Para o alto". "Escalando". Quando perguntavam "Sobe ou desce?" respondia "A primeira alternativa". Depois dizia "Descende", "Ruma para baixo", "Cai controladamente", "A segunda alternativa"... "Gosto de improvisar", justificava-se. Mas como toda arte tende para o excesso, chegou ao preciosismo. Quando perguntavam "Sobe?" respondia "É o que veremos..." ou então "Como a Virgem Maria". Desce? "Dei" Nem todo o mundo compreendia, mas alguns o instigavam. Quando comentavam que devia ser uma chatice trabalhar em elevador ele não respondia "tem seus altos e baixos", como esperavam, respondia, criticamente, que era melhor do que trabalhar em escada, ou que não se importava embora o seu sonho fosse, um dia, comandar alguma coisa que andasse para os lados... E quando ele perdeu o emprego porque substituíram o elevador antigo do prédio por um moderno, automático, daqueles que têm música ambiental, disse: "Era só me pedirem — eu também canto!"

Fonte: Luis Fernando Verissimo.
De acordo com o texto, o ascensorista perdeu o emprego porque:
Alternativas
Q3677413 Português
Em relação à pontuação, assinalar a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3677412 Português
Na frase: “A menina inteligente resolveu o problema rapidamente.”, o vocábulo sublinhado corresponde a que classe de palavras?
Alternativas
Q3677410 Português
Considerando as regras da Língua Portuguesa, quantas das palavras abaixo devem ser acentuadas?

I. Ceus.
II. Descer.
III. Bronca.
IV. Despertador.
Alternativas
Q3677409 Português
No quadro abaixo, são apresentadas seis palavras cujas lacunas devem ser preenchidas com X ou CH, conforme a ortografia.

Captura_de tela 2025-10-23 102219.png (408×83)

Ao todo, quantas dessas palavras devem ser preenchidas com X para correção ortográfica?
Alternativas
Q3677408 Português
Em qual alternativa a concordância nominal está CORRETA?
Alternativas
Q3677404 Português
Outro de elevador

     "Ascende" dizia o ascensorista. Depois: "Eleva-se". "Para cima". "Para o alto". "Escalando". Quando perguntavam "Sobe ou desce?" respondia "A primeira alternativa". Depois dizia "Descende", "Ruma para baixo", "Cai controladamente", "A segunda alternativa"... "Gosto de improvisar", justificava-se. Mas como toda arte tende para o excesso, chegou ao preciosismo. Quando perguntavam "Sobe?" respondia "É o que veremos..." ou então "Como a Virgem Maria". Desce? "Dei" Nem todo o mundo compreendia, mas alguns o instigavam. Quando comentavam que devia ser uma chatice trabalhar em elevador ele não respondia "tem seus altos e baixos", como esperavam, respondia, criticamente, que era melhor do que trabalhar em escada, ou que não se importava embora o seu sonho fosse, um dia, comandar alguma coisa que andasse para os lados... E quando ele perdeu o emprego porque substituíram o elevador antigo do prédio por um moderno, automático, daqueles que têm música ambiental, disse: "Era só me pedirem — eu também canto!"

Fonte: Luis Fernando Verissimo.
No trecho “Nem todo o mundo compreendia, mas alguns o instigavam”, o termo sublinhado refere-se:
Alternativas
Q3677356 Português
O poeta Paulo Leminski, habitualmente, é visualizado como um representante da tendência contemporânea da poesia marginal. No entanto, além de se filiar a essa estética, Leminski transitou por outros movimentos como a poesia concreta e o tropicalismo. Esse último movimento firmou uma forte relação do artista curitibano com a música popular brasileira. Em decorrência disso, Leminski compôs diversas canções que hoje fazem parte do repertório de artistas conhecidos da MPB. Na música, um dos principais parceiros de Leminski foi o compositor Moraes Moreira. Juntos, eles compuseram a canção Pernambuco “meu”, lançada no álbum de Moraes Moreira Coisa acesa, de 1982, e reproduzida a seguir. 



Pernambuco “meu” 

(Paulo Leminski)


Um frevo em ré
Pra deixar você fora de si
Não tem
Frevo de fé
Como lá, feito lá em Recife
Ninguém
Cidade velha e bonita
Assim já nem há
Já tá pra lá
Bem pra lá de maduro
O araçá
O que é que há meu bem
O que haverá não sei
Essa é a lei
Virá, virá 


Repouso em ré
Nessa pauta e por falta
De assunto escrevo 
Oh, minha Dora me adora
Dorinha, rainha do frevo
Um frevo em fá 
Bem falado pra ser
Chamuscado ao Sol
Não tenha dó 
Natural sustenido ou bemol
Não tenha dó de mim 
Vai ser pior assim
Não tenha dó de mim 
Vai ser pior assim
Não tenha dó
Vai ser pior
Pernambuco, eu te quero
Não me deixe maluco
Pernambuco, eu espero 
Que eu nunca fique caduco


     Disponível em: https://open.spotify.com/intlpt/track/6704THmXZvRbxVI8u3K1o1?si=c417125d8e0a430a. Acesso em: 20 ago. 2025.  

Na letra da canção Pernambuco “meu”, observa-se que  
Alternativas
Respostas
28701: D
28702: D
28703: A
28704: B
28705: A
28706: B
28707: C
28708: A
28709: D
28710: D
28711: C
28712: D
28713: B
28714: A
28715: B
28716: A
28717: B
28718: D
28719: C
28720: A