Questões de Concurso Sobre português
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I. É empregado para exprimir fatos possíveis, hipotéticos ou irreais.
II. É empregado para exprimir um fato certo ou real.
III. É empregado pela 1ª pessoa do discurso para exprimir ordens, proibições, pedidos etc. à 2ª pessoa do discurso.
As definições apresentadas correspondem, respectivamente, aos modos:
Analise a sentença a seguir quanto à sintaxe:
Não permita que pessoas cujo nome não conste dessa lista entrem no evento.
O termo em destaque na sentença dada é classificado, segundo a norma-padrão, como:
I. A …. (belo) natural das florestas deve ser reconhecida e preservada.
II. O rapaz, que estava …. (pobre), negou o convite.
III. O assunto …. (litígio) foi pauta das últimas reuniões.
“o e/o difícil é porque a escola transforma como eu já disse as aulas de língua portuguesa em aNÁlises gramaticais → O que torna difícil é que a escola transforma as aulas de Língua Portuguesa em análises gramaticais”. (Marcuschi, 2010, p. 85)
De modo geral, a retextualização no caso apresentado é regida por uma operação que:
Nos Anos Finais, aprofunda-se o tratamento dos gêneros que circulam nos campos jornalísticomidiático e de atuação na vida pública, principalmente:
(1) Afixo (2) Raiz (3) Desinência
( ) Elemento terminal indicativo das flexões das palavras. ( ) Elemento que se junta a um radical ou tema para formar neologismos. ( ) Elemento originário e irredutível em que se concentra o significado das palavras, do ponto de vista histórico.
(1) a ………..., a língua em seu estado permanente de transformação, de fluidez, de instabilidade;
(2) a ………., produto cultural, modelo artificial de língua criado justamente para [...] servir de padrão para os comportamentos linguísticos considerados adequados, corretos e convenientes.
A alternativa que preenche correta e respectivamente cada uma das lacunas apresentadas é:
LEIA o texto a seguir para responder a questão.
“Durante todo um pesado, sombrio e silencioso dia outonal, em que as nuvens pairavam opressivamente baixas no céu, eu estive passeando, sozinho, a cavalo, através de uma região do interior, singularmente tristonha, e afinal me encontrei, ao caírem as sombras da tarde, perto da melancólica Casa de Usher.
Não sei como foi, mas, ao primeiro olhar sobre o edifício, invadiu-me a alma um sentimento de angústia insuportável, digo insuportável, porque o sentimento não era aliviado por qualquer dessas semi-agradáveis, porque poéticas sensações com que a mente recebe comumente, até mesmo as mais cruéis imagens naturais de desolação e de terror. Contemplei o panorama em minha frente, a casa simples, os aspectos simples da paisagem da propriedade, as paredes glaciais, as janelas vazias, semelhando olhos, uns poucos canteiros de caniços e uns poucos troncos brancos de árvores mortas, que só posso comparar, com propriedade, a qualquer sensação terrena, lembrando os instantes após o sonho de ópio, para quem dele desperta, a amarga recaída na vida cotidiana, o terrível tombar do véu. Havia um enregelamento, uma tontura, uma enfermidade de coração, uma irreparável tristeza no pensamento, que nenhum incitamento da imaginação podia forçar a transformar-se em qualquer coisa de sublime”.
(POE, Edgar Allan – A queda do solar de Usher)