Questões de Concurso Sobre português
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Leia a tira a seguir para responder à questão:

(Fernando Gonsales. https://www.instagram.com/p/DMcftWRuYzt/?img_index=5)
Texto:

(Gilberto Gil - https://www.culturagenial.com/musica-draogilberto-gil/)
Texto:

(Gilberto Gil - https://www.culturagenial.com/musica-draogilberto-gil/)
Na canção Drão, Gilberto Gil utiliza a palavra "monolito" na seguinte passagem:
“O verdadeiro amor é vão, estende-se infinito Imenso monolito, nossa arquitetura”
Com base no contexto em que a palavra monolito é usada, assinale a alternativa CORRETA quanto ao seu significado simbólico na canção:
Texto:

(Gilberto Gil - https://www.culturagenial.com/musica-draogilberto-gil/)
Texto:

(Gilberto Gil - https://www.culturagenial.com/musica-draogilberto-gil/)
Primeira coluna: tipos
1.Derivação por prefixação
2.Derivação por sufixação
3.Derivação parassintética
4.Composição por justaposição
5.Composição por aglutinação
Segunda coluna: exemplos
(__)étnico-racial.
(__)coletividade.
(__)recuperar.
(__)sobreviventes.
(__)agricultura
Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
Primeira coluna: tipos
1.Derivação por prefixação
2.Derivação por sufixação
3.Derivação parassintética
4.Composição por justaposição
5.Composição por aglutinação
Segunda coluna: exemplos
(__)étnico-racial.
(__)coletividade.
(__)recuperar.
(__)sobreviventes.
(__)agricultura.
Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
I.Sempre se colocou à frente de seu tempo.
II.Quem me explicará as razões dessa decisão?
III.Ele queria lhe falar sobre as mudanças que promoveria no setor.
IV.Após a reunião, todos se recordarão das decisões tomadas democraticamente.
A colocação pronominal está correta em:
Primeira coluna: tipos
1.Derivação por prefixação
2.Derivação por sufixação
3.Derivação parassintética
4.Composição por justaposição
5.Composição por aglutinação
Segunda coluna: exemplos
(__)étnico-racial.
(__)coletividade.
(__)recuperar.
(__)sobreviventes.
(__)agricultura.
Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
Um professor de Língua Portuguesa do Ensino Fundamental, ao chegar em sua sala de aula, presenciou uma conversa entre dois estudantes:
— Meu pai disse que essa palavra não pode existir!
— Mas é irada! O nome do site é bem bolado, não?
Eles estavam olhando a tela do celular de um deles que mostrava a logomarca de um site:

O professor interveio e perguntou aos estudantes: “Vocês sabem que faz sentido a formação dessa palavra, não é? Ela segue uma lógica de um processo de formação de palavras bem comum no português!″
Os estudantes ficaram curiosos, e ele resolveu abordar o assunto na aula.
Para que os estudantes entendam qual o processo de formação de palavras que se deu para a criação do nome do site, o professor propôs que
Diminutivos
No Brasil, usa-se o diminutivo principalmente em relação à comida. Nada nos desperta sentimentos tão carinhosos quanto uma boa comidinha.
— Mais um feijãozinho?
O feijãozinho passou dois dias borbulhando num daqueles caldeirões de antropófagos com capacidade para três missionários. Leva porcos inteiros, todos os miúdos e temperos conhecidos e, parece, um missionário. Mas a dona de casa o trata como um mingau de todos os dias.
— Mais um feijãozinho?
— Um pouquinho.
— E uma farofinha?
— Ao lado do arrozinho?
— Isso.
— E quem sabe mais uma cervejinha.
— Obrigadinho.
VERISSIMO, L. F. Comédia da vida privada: 101 crônicas escolhidas. Porto Alegre: L&PM, 1994.
Diminutivos
No Brasil, usa-se o diminutivo principalmente em relação à comida. Nada nos desperta sentimentos tão carinhosos quanto uma boa comidinha.
— Mais um feijãozinho?
O feijãozinho passou dois dias borbulhando num daqueles caldeirões de antropófagos com capacidade para três missionários. Leva porcos inteiros, todos os miúdos e temperos conhecidos e, parece, um missionário. Mas a dona de casa o trata como um mingau de todos os dias.
— Mais um feijãozinho?
— Um pouquinho.
— E uma farofinha?
— Ao lado do arrozinho?
— Isso.
— E quem sabe mais uma cervejinha.
— Obrigadinho.
VERISSIMO, L. F. Comédia da vida privada: 101 crônicas escolhidas. Porto Alegre: L&PM, 1994.
Para que ninguém a quisesse
Porque os homens olhavam demais para a sua mulher, mandou que descesse a bainha dos vestidos e parasse de se pintar. Apesar disso, sua beleza chamava a atenção, e ele foi obrigado a exigir que eliminasse os decotes, jogasse fora os sapatos de saltos altos. Dos armários tirou as roupas de seda, da gaveta tirou todas as joias. E vendo que, ainda assim, um ou outro olhar viril se acendia à passagem dela, pegou a tesoura e tosquiou-lhe os longos cabelos.
Agora podia viver descansado. Ninguém a olhava duas vezes, homem nenhum se interessava por ela. Esquiva como um gato, não mais atravessava praças. E evitava sair.
Tão esquiva se fez, que ele foi deixando de ocupar-se dela, permitindo que fluísse em silêncio pelos cômodos, mimetizada com os móveis e as sombras.
Uma fina saudade, porém, começou a alinhavar-se em seus dias. Não saudade da mulher. Mas do desejo inflamado que tivera por ela.
Então lhe trouxe um batom. No outro dia um corte de seda. À noite tirou do bolso uma rosa de cetim para enfeitar-lhe o que restava dos cabelos.
Mas ela tinha desaprendido a gostar dessas coisas, nem pensava mais em lhe agradar. Largou o tecido em uma gaveta, esqueceu o batom. E continuou andando pela casa de vestido de chita, enquanto a rosa desbotava sobre a cômoda.
COLASANTI, M. Contos de amor rasgados. Rio de Janeiro: Rocco, 1986.
TEXTO 1
Toda a gente tinha achado estranha a maneira como o cap. Rodrigo Cambará entrara na vida de Santa Fé. Um dia chegou a cavalo, vindo ninguém sabia de onde, com o chapéu de barbicacho puxado para a nuca, a bela cabeça de macho altivamente erguida, e aquele seu olhar de gavião que irritava e ao mesmo tempo fascinava as pessoas. Devia andar lá pelo meio da casa dos trinta, montava um alazão, trazia bombachas claras, botas com chilenas de prata e o busto musculoso apertado num dólmã militar azul, com gola vermelha e botões de metal. Tinha um violão a tiracolo; sua espada, apresilhada aos arreios, rebrilhava ao sol daquela tarde de outubro de 1828 e o lenço encarnado que trazia ao pescoço esvoaçava no ar como uma bandeira.
VERISSIMO, E. Um certo capitão Rodrigo. São Paulo: Cia. das Letras, 2005.
TEXTO 2
— Bien ¿y usté don Segundo?
— Viviendo sin demasiadas penas graciah’a Dios.
Mientras los hombres se saludaban con las cortesías de uso, miré al recién llegado. No era tan grande en verdad, pero lo que le hacía aparecer tal hoy le viera, debíase seguramente a la expresión de fuerza que manaba de su cuerpo.
El pecho era vasto, las coyunturas huesudas como las de un potro, los pies cortos con un empeine a lo galleta, las manos gruesas y cuerudas como cascarón de peludo. Su tez era aindiada, sus ojos ligeramente levantados hacia las sienes y pequeños. Para conversar mejor habíase echado atrás el chambergo de ala escasa, descubriendo un flequillo cortado como crin a la altura de las cejas.
Su indumentaria era de gaucho pobre. Un simple chanchero rodeaba su cintura. La blusa corta se levantaba un poco sobre un “cabo de güeso”, del cual pendía el rebenque tosco y ennegrecido por el uso. El chiripá era largo, talar, y un simple pañuelo negro se anudaba en torno a su cuello, con las puntas divididas sobre el hombro. Las alpargatas tenían sobre el empeine un tajo para contener el pie carnudo.
GÜIRALDES, R. Don Segundo Sombra. Buenos Aires: Proa, 1926.
Uma proposta de atividade que atenda aos pressupostos teóricos adotados e que trabalhe a relação entre os dois textos, conforme objetivado pela professora, é