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Questões de Concurso Sobre português

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Q3730727 Português
A vida não é útil

(Fragmento)

[...]


Uma operação de resgate tem como intuito salvar o corpo que está sendo flagelado e levá-lo para um outro lugar, onde será restaurado. Quem sabe, depois de uma reabilitação, ele pode até seguir operante na vida. Isso partindo da ideia de que a vida é útil, mas a vida não tem utilidade nenhuma. A vida é tão maravilhosa que a nossa mente tenta dar uma utilidade a ela, mas isso é uma besteira. A vida é fruição, é uma dança, só que é uma dança cósmica, e a gente quer reduzi-la a uma coreografia ridícula e utilitária. Uma biografia: alguém nasceu, fez isso, fez aquilo, cresceu, fundou uma cidade, inventou o fordismo, fez a revolução, fez um foguete, foi para o espaço; tudo isso é uma historinha ridícula. Por que insistimos em transformar a vida em uma coisa útil? Nós temos que ter coragem de ser radicalmente vivos, e não ficar barganhando a sobrevivência. Se continuarmos comendo o planeta, vamos todos sobreviver por só mais um dia.

Eu tenho insistido com as pessoas, seja na minha aldeia, seja em qualquer lugar, que sobreviver já é uma negociação em torno da vida, que é um dom maravilhoso e não pode ser reduzido. Nós estamos, em nossa relação com a vida, como um peixinho num imenso oceano, em maravilhosa fruição. Nunca vai ocorrer a um peixinho que o oceano tem que ser útil, o oceano é a vida. Mas nós somos o tempo inteiro cobrados a fazer coisas úteis. É por isso que muita gente morre cedo, desiste dessa bobagem toda e vai embora.

Viver a experiência de fruir a vida de verdade deveria ser a maravilha da existência. Alguém vai dizer: "Mas tem tanta gente que vive em dificuldade material, que tem que morar em lugares de miséria e violência...". Porém os lugares de miséria e violência fomos nós que criamos, não têm existência por si. Todas as guerras em curso por aí são produzidas por nós. Também não podemos ficar alimentando essa ideia de destino: "Ah, aquele monte de gente sofreu, passou por aquela desgraceira toda, morreu, mas era o destino deles". Isso é uma sacanagem. Não é destino deles nem meu nem de ninguém: nós estamos aqui para fruir a vida, e quanto mais consciência despertarmos sobre a existência, mais intensamente a experimentamos. Sem autoenganação. Se você precisa sair correndo para uma igreja, para um ashram, para uma mesquita ou para um terreiro para se sentir em paz, preste atenção, porque isso pode ser um exercício, mas talvez não seja tudo o que você está esperando. As religiões, a política, as ideologias se prestam muito bem a emoldurar uma vida útil. Mas quem está interessado em existência utilitária deve achar que esse mundo está ótimo: um tremendo shopping. Os grandes templos contemporâneos são shoppings (inclusive alguns que são templos mesmo).

Os povos originários ainda estão presentes neste mundo não porque foram excluídos, mas porque escaparam, é interessante lembrar isso. Em várias regiões do planeta, resistiram com toda força e coragem para não serem completamente engolfados por esse mundo utilitário. Os povos nativos resistem a essa investida do branco porque sabem que ele está enganado, e, na maioria das vezes, são tratados como loucos. Escapar dessa captura, experimentar uma existência que não se rendeu ao sentido utilitário da vida, cria um lugar de silêncio interior. Nas regiões que sofreram uma forte interferência utilitária da vida, essa experiência de silêncio foi prejudicada.

[...]
Textos são organizados segundo diferentes tipologias, isto é, formas de construção que revelam características textuais e intenções comunicativas predominantes de quem escreve. Em muitos casos, um mesmo texto pode mesclar essas estratégias, mas ainda assim evidencia uma sequência principal, responsável por sustentar o efeito de sentido dominante. Assinale a alternativa que identifica CORRETAMENTE a tipologia textual predominante do fragmento em questão.
Alternativas
Q3730726 Português
A vida não é útil

(Fragmento)

[...]


Uma operação de resgate tem como intuito salvar o corpo que está sendo flagelado e levá-lo para um outro lugar, onde será restaurado. Quem sabe, depois de uma reabilitação, ele pode até seguir operante na vida. Isso partindo da ideia de que a vida é útil, mas a vida não tem utilidade nenhuma. A vida é tão maravilhosa que a nossa mente tenta dar uma utilidade a ela, mas isso é uma besteira. A vida é fruição, é uma dança, só que é uma dança cósmica, e a gente quer reduzi-la a uma coreografia ridícula e utilitária. Uma biografia: alguém nasceu, fez isso, fez aquilo, cresceu, fundou uma cidade, inventou o fordismo, fez a revolução, fez um foguete, foi para o espaço; tudo isso é uma historinha ridícula. Por que insistimos em transformar a vida em uma coisa útil? Nós temos que ter coragem de ser radicalmente vivos, e não ficar barganhando a sobrevivência. Se continuarmos comendo o planeta, vamos todos sobreviver por só mais um dia.

Eu tenho insistido com as pessoas, seja na minha aldeia, seja em qualquer lugar, que sobreviver já é uma negociação em torno da vida, que é um dom maravilhoso e não pode ser reduzido. Nós estamos, em nossa relação com a vida, como um peixinho num imenso oceano, em maravilhosa fruição. Nunca vai ocorrer a um peixinho que o oceano tem que ser útil, o oceano é a vida. Mas nós somos o tempo inteiro cobrados a fazer coisas úteis. É por isso que muita gente morre cedo, desiste dessa bobagem toda e vai embora.

Viver a experiência de fruir a vida de verdade deveria ser a maravilha da existência. Alguém vai dizer: "Mas tem tanta gente que vive em dificuldade material, que tem que morar em lugares de miséria e violência...". Porém os lugares de miséria e violência fomos nós que criamos, não têm existência por si. Todas as guerras em curso por aí são produzidas por nós. Também não podemos ficar alimentando essa ideia de destino: "Ah, aquele monte de gente sofreu, passou por aquela desgraceira toda, morreu, mas era o destino deles". Isso é uma sacanagem. Não é destino deles nem meu nem de ninguém: nós estamos aqui para fruir a vida, e quanto mais consciência despertarmos sobre a existência, mais intensamente a experimentamos. Sem autoenganação. Se você precisa sair correndo para uma igreja, para um ashram, para uma mesquita ou para um terreiro para se sentir em paz, preste atenção, porque isso pode ser um exercício, mas talvez não seja tudo o que você está esperando. As religiões, a política, as ideologias se prestam muito bem a emoldurar uma vida útil. Mas quem está interessado em existência utilitária deve achar que esse mundo está ótimo: um tremendo shopping. Os grandes templos contemporâneos são shoppings (inclusive alguns que são templos mesmo).

Os povos originários ainda estão presentes neste mundo não porque foram excluídos, mas porque escaparam, é interessante lembrar isso. Em várias regiões do planeta, resistiram com toda força e coragem para não serem completamente engolfados por esse mundo utilitário. Os povos nativos resistem a essa investida do branco porque sabem que ele está enganado, e, na maioria das vezes, são tratados como loucos. Escapar dessa captura, experimentar uma existência que não se rendeu ao sentido utilitário da vida, cria um lugar de silêncio interior. Nas regiões que sofreram uma forte interferência utilitária da vida, essa experiência de silêncio foi prejudicada.

[...]
O texto é um fragmento da obra A Vida Não É Útil, de autoria do imortal da Academia Brasileira de Letras Ailton Krenak. De acordo com o fragmento proposto, é CORRETO afirmar que o autor:
Alternativas
Q3730508 Português
Leia o fragmento a seguir.

Já se disse, numa expressão feliz, que a contribuição brasileira para a civilização será de cordialidade – daremos ao mundo o “homem cordial”. A lhaneza no trato, a hospitalidade, a generosidade, virtudes tão gabadas por estrangeiros que nos visitam, representam, com efeito, um traço definido de caráter brasileiro, na medida, ao menos, em que permanece ativa e fecunda a influência ancestral dos padrões de convívio humano, informados no meio rural e patriarcal. Seria engano supor que essas virtudes possam significar “boas maneiras”, civilidade. São antes de tudo expressões legítimas de um fundo emotivo extremamente rico e transbordante.

HOLANDA, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. São Paulo, Companhia das Letras, 1995, p. 146.

Segundo o pensamento do autor, assinale a opção que indica uma consequência da cordialidade na sociabilidade brasileira.  
Alternativas
Q3730507 Português
Leia o texto a seguir.

A injúria, assim, não é apenas uma fala que descreve, mas expressa um domínio, um poder de ferir daquele que pode nomear sobre o outro, que é, então, objetificado. Como sabemos, a nomeação do desvio é uma operação de afirmação da norma, traçando uma linha divisória entre os que estão incluídos e aqueles que são excluídos do reconhecimento da dignidade e da proteção aos direitos. Operando como um enunciado performativo, segundo Didier Eribon, a injúria diz o que somos na medida em que nos faz ser o que e quem somos. Essa onipresença do insulto, que está sempre às voltas dos corpos LGBTI+ como ameaça potencial ou concreta, é um dos traços mais comuns dessa comunidade. Por séculos, acusados de pecadores nas Igrejas, de doentes nos hospitais e manicômios, de criminosos no sistema penal e prisional, de ameaçadores a ordem pública e aos bons costumes pelos poderes estatais, LGBTI+ foram permanentemente atravessados pelos discursos e práticas de controle político e sexual de suas subjetividades.

QUINALHA, Renan. Movimento LGBTI+: Uma breve história do século XIX aos nossos dias. Belo Horizonte: Autêntica, 2022, p. 34.

Interpretando corretamente o trecho acima, é correto inferir que 
Alternativas
Q3730047 Português
Não Olhe para Cima (Don’t Look Up, Estados Unidos, 2021) [...] tem aquele humor cínico, abilolado e fora dos trilhos que é a marca do diretor e roteirista Adam McKay. Ri-se muito no filme, mas a piada é amarga: mesmo quando o desastre já é visível a olho nu há gente que não é capaz de se convencer de que vai leválo na cabeça. [...] Sexistas, negacionistas, populistas, vira-casacas, bois de presépio, inocentes, conscienciosos: Adam McKay faz chover estilhaços sobre todo mundo porque, por definição, é isso que fazem as catástrofes globais. Como aquele outro cometa, esse climático, do qual há pelo menos cinco décadas público e governos vêm sendo avisados: metade do planeta pega fogo, outra metade se afoga em enchentes, e segue robusto o contingente de chamuscados e molhados para os quais não, não pode ser tão sério assim.

Disponível em: www.isabelaboscov.com. Acesso em: 14 de novembro de 2024.
Em “[...] e segue robusto o contingente de chamuscados e molhados para os quais não, não pode ser tão sério assim.” O pronome relativo apresenta a função sintática de 
Alternativas
Q3730046 Português
Não Olhe para Cima (Don’t Look Up, Estados Unidos, 2021) [...] tem aquele humor cínico, abilolado e fora dos trilhos que é a marca do diretor e roteirista Adam McKay. Ri-se muito no filme, mas a piada é amarga: mesmo quando o desastre já é visível a olho nu há gente que não é capaz de se convencer de que vai leválo na cabeça. [...] Sexistas, negacionistas, populistas, vira-casacas, bois de presépio, inocentes, conscienciosos: Adam McKay faz chover estilhaços sobre todo mundo porque, por definição, é isso que fazem as catástrofes globais. Como aquele outro cometa, esse climático, do qual há pelo menos cinco décadas público e governos vêm sendo avisados: metade do planeta pega fogo, outra metade se afoga em enchentes, e segue robusto o contingente de chamuscados e molhados para os quais não, não pode ser tão sério assim.

Disponível em: www.isabelaboscov.com. Acesso em: 14 de novembro de 2024.
“[...] tem aquele humor cínico, abilolado e fora dos trilhos que é a marca do diretor e roteirista Adam McKay.” Acerca da expressão destacada, está correto o que se afirma, quanto ao processo de referenciação, que 
Alternativas
Q3730045 Português
Não Olhe para Cima (Don’t Look Up, Estados Unidos, 2021) [...] tem aquele humor cínico, abilolado e fora dos trilhos que é a marca do diretor e roteirista Adam McKay. Ri-se muito no filme, mas a piada é amarga: mesmo quando o desastre já é visível a olho nu há gente que não é capaz de se convencer de que vai leválo na cabeça. [...] Sexistas, negacionistas, populistas, vira-casacas, bois de presépio, inocentes, conscienciosos: Adam McKay faz chover estilhaços sobre todo mundo porque, por definição, é isso que fazem as catástrofes globais. Como aquele outro cometa, esse climático, do qual há pelo menos cinco décadas público e governos vêm sendo avisados: metade do planeta pega fogo, outra metade se afoga em enchentes, e segue robusto o contingente de chamuscados e molhados para os quais não, não pode ser tão sério assim.

Disponível em: www.isabelaboscov.com. Acesso em: 14 de novembro de 2024.
Nesse gênero textual resenha de filme, a crítica é construída porque 
Alternativas
Q3730044 Português

https://www.estadao.com.br/cultura/quadrinhos/?date=2024- 9-22&limit=1 – acesso em 22 de novembro de 2024.

Acerca da leitura global da tirinha, é possível fazer a inferência de que o (a)
Alternativas
Q3730043 Português

https://www.estadao.com.br/cultura/quadrinhos/?date=2024- 9-22&limit=1 – acesso em 22 de novembro de 2024.

A linguagem verbal do gênero em análise apresenta-se num nível de registro
Alternativas
Q3730042 Português

https://www.estadao.com.br/cultura/quadrinhos/?date=2024- 9-22&limit=1 – acesso em 22 de novembro de 2024.

Pela constituição desse gênero textual e o seu propósito comunicativo, está correto sobre as características desse gênero o que se afirma em 
Alternativas
Q3730041 Português

O brasileiro é bom


Sim, são. Os brasileiros são bons. Os brasileiros usam a criatividade para superar obstáculos. Gosto dos brasileiros. Gosto dos brasileiros porque os brasileiros são bons. Eu sou bom. Eu sou bom porque eu sou brasileiro. Os brasileiros não desistem nunca. Os brasileiros sabem viver com alegria, mesmo tendo que enfrentar extremas dificuldades. […] Os brasileiros são bons porque superam todos os obstáculos de cabeça erguida, e cada obstáculo superado com empenho, com coerência é matéria-prima para novos desafios que levam sempre os brasileiros, que são bons, um pouco mais adiante, porque todo dia nasce novo, em cada amanhecer.


[…] SANT’ANNA, A. O brasileiro é bom. In: ______. O Brasil é bom. São Paulo: Companhia das Letras, 2014. 

O substantivo hiperônimo que sintetiza a ideia global do texto é 
Alternativas
Q3730040 Português

O brasileiro é bom


Sim, são. Os brasileiros são bons. Os brasileiros usam a criatividade para superar obstáculos. Gosto dos brasileiros. Gosto dos brasileiros porque os brasileiros são bons. Eu sou bom. Eu sou bom porque eu sou brasileiro. Os brasileiros não desistem nunca. Os brasileiros sabem viver com alegria, mesmo tendo que enfrentar extremas dificuldades. […] Os brasileiros são bons porque superam todos os obstáculos de cabeça erguida, e cada obstáculo superado com empenho, com coerência é matéria-prima para novos desafios que levam sempre os brasileiros, que são bons, um pouco mais adiante, porque todo dia nasce novo, em cada amanhecer.


[…] SANT’ANNA, A. O brasileiro é bom. In: ______. O Brasil é bom. São Paulo: Companhia das Letras, 2014. 

Apresenta função sintática de adjunto adnominal, os termos destacados em:
Alternativas
Q3730039 Português

O brasileiro é bom


Sim, são. Os brasileiros são bons. Os brasileiros usam a criatividade para superar obstáculos. Gosto dos brasileiros. Gosto dos brasileiros porque os brasileiros são bons. Eu sou bom. Eu sou bom porque eu sou brasileiro. Os brasileiros não desistem nunca. Os brasileiros sabem viver com alegria, mesmo tendo que enfrentar extremas dificuldades. […] Os brasileiros são bons porque superam todos os obstáculos de cabeça erguida, e cada obstáculo superado com empenho, com coerência é matéria-prima para novos desafios que levam sempre os brasileiros, que são bons, um pouco mais adiante, porque todo dia nasce novo, em cada amanhecer.


[…] SANT’ANNA, A. O brasileiro é bom. In: ______. O Brasil é bom. São Paulo: Companhia das Letras, 2014. 

São considerados pares de sinonímia os vocábulos abaixo selecionados: 
Alternativas
Q3730038 Português

O brasileiro é bom


Sim, são. Os brasileiros são bons. Os brasileiros usam a criatividade para superar obstáculos. Gosto dos brasileiros. Gosto dos brasileiros porque os brasileiros são bons. Eu sou bom. Eu sou bom porque eu sou brasileiro. Os brasileiros não desistem nunca. Os brasileiros sabem viver com alegria, mesmo tendo que enfrentar extremas dificuldades. […] Os brasileiros são bons porque superam todos os obstáculos de cabeça erguida, e cada obstáculo superado com empenho, com coerência é matéria-prima para novos desafios que levam sempre os brasileiros, que são bons, um pouco mais adiante, porque todo dia nasce novo, em cada amanhecer.


[…] SANT’ANNA, A. O brasileiro é bom. In: ______. O Brasil é bom. São Paulo: Companhia das Letras, 2014. 

Acerca do período “Os brasileiros sabem viver com alegria, mesmo tendo que enfrentar extremas dificuldades.” Julgue os itens:
I. A primeira oração é classificada como oração absoluta.
II. A segunda oração apresenta uma função sintática de adjunto adverbial.
III. O vocábulo “que” é considerado como uma preposição, e sua função é apenas a de ligar os elementos de uma locução verbal.
IV. O sujeito da última oração é considerado elíptico pois não está presente na oração, porque o verbo está no gerúndio.
Está (ão) correto (s) o (s) item (ns):
Alternativas
Q3730037 Português

O brasileiro é bom


Sim, são. Os brasileiros são bons. Os brasileiros usam a criatividade para superar obstáculos. Gosto dos brasileiros. Gosto dos brasileiros porque os brasileiros são bons. Eu sou bom. Eu sou bom porque eu sou brasileiro. Os brasileiros não desistem nunca. Os brasileiros sabem viver com alegria, mesmo tendo que enfrentar extremas dificuldades. […] Os brasileiros são bons porque superam todos os obstáculos de cabeça erguida, e cada obstáculo superado com empenho, com coerência é matéria-prima para novos desafios que levam sempre os brasileiros, que são bons, um pouco mais adiante, porque todo dia nasce novo, em cada amanhecer.


[…] SANT’ANNA, A. O brasileiro é bom. In: ______. O Brasil é bom. São Paulo: Companhia das Letras, 2014. 

Na coesão textual, a dimensão que contempla os elos coesivos do texto, o elemento que promove a retomada de referentes está adequadamente destacado na alternativa: 
Alternativas
Q3730036 Português

O brasileiro é bom


Sim, são. Os brasileiros são bons. Os brasileiros usam a criatividade para superar obstáculos. Gosto dos brasileiros. Gosto dos brasileiros porque os brasileiros são bons. Eu sou bom. Eu sou bom porque eu sou brasileiro. Os brasileiros não desistem nunca. Os brasileiros sabem viver com alegria, mesmo tendo que enfrentar extremas dificuldades. […] Os brasileiros são bons porque superam todos os obstáculos de cabeça erguida, e cada obstáculo superado com empenho, com coerência é matéria-prima para novos desafios que levam sempre os brasileiros, que são bons, um pouco mais adiante, porque todo dia nasce novo, em cada amanhecer.


[…] SANT’ANNA, A. O brasileiro é bom. In: ______. O Brasil é bom. São Paulo: Companhia das Letras, 2014. 

Em “[...], porque todo dia nasce novo, em cada amanhecer. O vocábulo destacado passou pelo processo de formação de palavras denominado de: 
Alternativas
Q3730035 Português

O brasileiro é bom


Sim, são. Os brasileiros são bons. Os brasileiros usam a criatividade para superar obstáculos. Gosto dos brasileiros. Gosto dos brasileiros porque os brasileiros são bons. Eu sou bom. Eu sou bom porque eu sou brasileiro. Os brasileiros não desistem nunca. Os brasileiros sabem viver com alegria, mesmo tendo que enfrentar extremas dificuldades. […] Os brasileiros são bons porque superam todos os obstáculos de cabeça erguida, e cada obstáculo superado com empenho, com coerência é matéria-prima para novos desafios que levam sempre os brasileiros, que são bons, um pouco mais adiante, porque todo dia nasce novo, em cada amanhecer.


[…] SANT’ANNA, A. O brasileiro é bom. In: ______. O Brasil é bom. São Paulo: Companhia das Letras, 2014. 

Em todos os trechos destacados abaixo, há pelo menos um vocábulo que contenha pelo menos um ditongo decrescente, EXCETO: 
Alternativas
Q3730034 Português

O brasileiro é bom


Sim, são. Os brasileiros são bons. Os brasileiros usam a criatividade para superar obstáculos. Gosto dos brasileiros. Gosto dos brasileiros porque os brasileiros são bons. Eu sou bom. Eu sou bom porque eu sou brasileiro. Os brasileiros não desistem nunca. Os brasileiros sabem viver com alegria, mesmo tendo que enfrentar extremas dificuldades. […] Os brasileiros são bons porque superam todos os obstáculos de cabeça erguida, e cada obstáculo superado com empenho, com coerência é matéria-prima para novos desafios que levam sempre os brasileiros, que são bons, um pouco mais adiante, porque todo dia nasce novo, em cada amanhecer.


[…] SANT’ANNA, A. O brasileiro é bom. In: ______. O Brasil é bom. São Paulo: Companhia das Letras, 2014. 

Nos excertos transcritos abaixo, assinale a alternativa que contém exemplo de subjetividade do autor. 
Alternativas
Q3730033 Português

O brasileiro é bom


Sim, são. Os brasileiros são bons. Os brasileiros usam a criatividade para superar obstáculos. Gosto dos brasileiros. Gosto dos brasileiros porque os brasileiros são bons. Eu sou bom. Eu sou bom porque eu sou brasileiro. Os brasileiros não desistem nunca. Os brasileiros sabem viver com alegria, mesmo tendo que enfrentar extremas dificuldades. […] Os brasileiros são bons porque superam todos os obstáculos de cabeça erguida, e cada obstáculo superado com empenho, com coerência é matéria-prima para novos desafios que levam sempre os brasileiros, que são bons, um pouco mais adiante, porque todo dia nasce novo, em cada amanhecer.


[…] SANT’ANNA, A. O brasileiro é bom. In: ______. O Brasil é bom. São Paulo: Companhia das Letras, 2014. 

No trecho “um pouco mais adiante, porque todo dia nasce novo, em cada amanhecer.” O termo marcado indica, quanto ao sentido
Alternativas
Q3730032 Português

O brasileiro é bom


Sim, são. Os brasileiros são bons. Os brasileiros usam a criatividade para superar obstáculos. Gosto dos brasileiros. Gosto dos brasileiros porque os brasileiros são bons. Eu sou bom. Eu sou bom porque eu sou brasileiro. Os brasileiros não desistem nunca. Os brasileiros sabem viver com alegria, mesmo tendo que enfrentar extremas dificuldades. […] Os brasileiros são bons porque superam todos os obstáculos de cabeça erguida, e cada obstáculo superado com empenho, com coerência é matéria-prima para novos desafios que levam sempre os brasileiros, que são bons, um pouco mais adiante, porque todo dia nasce novo, em cada amanhecer.


[…] SANT’ANNA, A. O brasileiro é bom. In: ______. O Brasil é bom. São Paulo: Companhia das Letras, 2014. 

No que respeita à semântica, no campo das figuras de linguagem, está correto o que se afirma em: 
Alternativas
Respostas
27041: C
27042: A
27043: D
27044: C
27045: E
27046: A
27047: D
27048: D
27049: C
27050: A
27051: E
27052: E
27053: A
27054: C
27055: D
27056: C
27057: E
27058: D
27059: A
27060: B