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Questões de Concurso Sobre português

Foram encontradas 251.228 questões

Q3732935 Português
Abaixo foram retirados trechos de redações de alunos analisados pelas autoras Lúcia Bastos e Maria Augusta Bastos, em livro citado anteriormente.
1. “… pela minha cabeça passou muitos tipos de pensamentos.”
2. “… Após alguns minutos de tiroteio acabou as balas.”
3. “…teria aqueles homens espionado?”
Assinale a alternativa correta sobre os exemplos citados.
Alternativas
Q3732934 Português

Texto 1

 

Leia o texto abaixo para responder à questão.

 

A dificuldade que os alunos enfrentam não está no ato de narrar, descrever ou dissertar, mas no fato de que isso deve ser expresso pela escrita. No uso da língua oral, o falante tem o apoio da situação, isto é, tem a presença do interlocutor e todas as informações relativas à situação (como, por exemplo, o tempo e o lugar da enunciação). No uso da língua escrita, apenas o texto é apresentado ao leitor, sendo que o autor tem que suprir a falta dos demais dados necessários à compreensão do texto, o que demanda um aprendizado específico. (…)


O erro gramatical não surge necessariamente da má assimilação do tópico gramatical. O que acontece, cremos, é que a dificuldade em expressar certos pensamentos ou a dificuldade em criar um texto manifesta-se naquilo que não foi bem assimilado e que foi aprendido fora da prática de redação: concordância, regência, pontuação, uso dos tempos verbais etc. Dizendo de outra maneira: os alunos não estão acostumados a uma reflexão linguística no ato de produzir seus textos. É por isso que julgamos que se deva retornar aos textos escritos e reestudá-los nos pontos falhos. Seria uma reflexão sobre as falhas, não se voltando à gramática pura, mas, sim, ao funcionamento da língua na produção de textos.

 

BASTOS, Lúcia Kopschitz Xavier e BASTOS, Maria Augusta Bastos de Mattos. A Produção Escrita e a Gramática, São Paulo: ed. Martins Fontes, 2008, p.1 e 3.

Assinale a alternativa correta em relação ao tipo e ao gênero do Texto 1 estudado.
Alternativas
Q3732933 Português

Texto 1

 

Leia o texto abaixo para responder à questão.

 

A dificuldade que os alunos enfrentam não está no ato de narrar, descrever ou dissertar, mas no fato de que isso deve ser expresso pela escrita. No uso da língua oral, o falante tem o apoio da situação, isto é, tem a presença do interlocutor e todas as informações relativas à situação (como, por exemplo, o tempo e o lugar da enunciação). No uso da língua escrita, apenas o texto é apresentado ao leitor, sendo que o autor tem que suprir a falta dos demais dados necessários à compreensão do texto, o que demanda um aprendizado específico. (…)


O erro gramatical não surge necessariamente da má assimilação do tópico gramatical. O que acontece, cremos, é que a dificuldade em expressar certos pensamentos ou a dificuldade em criar um texto manifesta-se naquilo que não foi bem assimilado e que foi aprendido fora da prática de redação: concordância, regência, pontuação, uso dos tempos verbais etc. Dizendo de outra maneira: os alunos não estão acostumados a uma reflexão linguística no ato de produzir seus textos. É por isso que julgamos que se deva retornar aos textos escritos e reestudá-los nos pontos falhos. Seria uma reflexão sobre as falhas, não se voltando à gramática pura, mas, sim, ao funcionamento da língua na produção de textos.

 

BASTOS, Lúcia Kopschitz Xavier e BASTOS, Maria Augusta Bastos de Mattos. A Produção Escrita e a Gramática, São Paulo: ed. Martins Fontes, 2008, p.1 e 3.

Assinale a alternativa correta em relação aos mecanismos de coesão textual.
Alternativas
Q3732932 Português

Texto 1

 

Leia o texto abaixo para responder à questão.

 

A dificuldade que os alunos enfrentam não está no ato de narrar, descrever ou dissertar, mas no fato de que isso deve ser expresso pela escrita. No uso da língua oral, o falante tem o apoio da situação, isto é, tem a presença do interlocutor e todas as informações relativas à situação (como, por exemplo, o tempo e o lugar da enunciação). No uso da língua escrita, apenas o texto é apresentado ao leitor, sendo que o autor tem que suprir a falta dos demais dados necessários à compreensão do texto, o que demanda um aprendizado específico. (…)


O erro gramatical não surge necessariamente da má assimilação do tópico gramatical. O que acontece, cremos, é que a dificuldade em expressar certos pensamentos ou a dificuldade em criar um texto manifesta-se naquilo que não foi bem assimilado e que foi aprendido fora da prática de redação: concordância, regência, pontuação, uso dos tempos verbais etc. Dizendo de outra maneira: os alunos não estão acostumados a uma reflexão linguística no ato de produzir seus textos. É por isso que julgamos que se deva retornar aos textos escritos e reestudá-los nos pontos falhos. Seria uma reflexão sobre as falhas, não se voltando à gramática pura, mas, sim, ao funcionamento da língua na produção de textos.

 

BASTOS, Lúcia Kopschitz Xavier e BASTOS, Maria Augusta Bastos de Mattos. A Produção Escrita e a Gramática, São Paulo: ed. Martins Fontes, 2008, p.1 e 3.

No Texto 1, as autoras mostram uma das características da língua falada: o emprego de recursos extralinguísticos, como o apoio da situação.
São características da língua escrita:
1. Espontaneidade
2. Formalidade
3. Repetições, Pleonasmos
4. Caráter permanente
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q3732931 Português

Texto 1

 

Leia o texto abaixo para responder à questão.

 

A dificuldade que os alunos enfrentam não está no ato de narrar, descrever ou dissertar, mas no fato de que isso deve ser expresso pela escrita. No uso da língua oral, o falante tem o apoio da situação, isto é, tem a presença do interlocutor e todas as informações relativas à situação (como, por exemplo, o tempo e o lugar da enunciação). No uso da língua escrita, apenas o texto é apresentado ao leitor, sendo que o autor tem que suprir a falta dos demais dados necessários à compreensão do texto, o que demanda um aprendizado específico. (…)


O erro gramatical não surge necessariamente da má assimilação do tópico gramatical. O que acontece, cremos, é que a dificuldade em expressar certos pensamentos ou a dificuldade em criar um texto manifesta-se naquilo que não foi bem assimilado e que foi aprendido fora da prática de redação: concordância, regência, pontuação, uso dos tempos verbais etc. Dizendo de outra maneira: os alunos não estão acostumados a uma reflexão linguística no ato de produzir seus textos. É por isso que julgamos que se deva retornar aos textos escritos e reestudá-los nos pontos falhos. Seria uma reflexão sobre as falhas, não se voltando à gramática pura, mas, sim, ao funcionamento da língua na produção de textos.

 

BASTOS, Lúcia Kopschitz Xavier e BASTOS, Maria Augusta Bastos de Mattos. A Produção Escrita e a Gramática, São Paulo: ed. Martins Fontes, 2008, p.1 e 3.

Assinale a alternativa correta conforme o Texto 1.
Alternativas
Q3732920 Português
Analise a frase abaixo:
No exato momento em que ele punha a roda para funcionar.
Assinale a alternativa correta quanto ao verbo destacado na frase.
Alternativas
Q3732919 Português

No momento, porém, de sair da residência, vou levar-lhe o meu adeus.


Assinale a alternativa correta sobre esse período.

Alternativas
Q3732918 Português
Analise a frase abaixo:
Competem-te todos os relatórios da semana.
Assinale a alternativa que apresenta de forma correta a análise dos termos, respectivamente, em destaque na frase.
Alternativas
Q3732917 Português
Analise o trecho abaixo:
O maior problema consiste em garantir o abastecimento de energia renovável aos municípios do país nos próximos anos, uma vez que é previsto o aumento da população e, consequentemente, aumento das demandas de consumo.
O termo em negrito:
Alternativas
Q3732916 Português
Complete as lacunas abaixo de forma a tornar correta a regência nominal na frase.
Todos os profissionais estão aptos ______ qualquer atividade, já que foram os primeiros ______ fazer o curso de aperfeiçoamento e estão convencidos ______ que os conhecimentos aprendidos serão muito úteis ______ toda comunidade.
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto.
Alternativas
Q3732914 Português
Assinale a alternativa em que a palavra que exerce função sintática.
Alternativas
Q3732913 Português
Assinale a alternativa correta quanto à flexão do verbo.
Alternativas
Q3732912 Português
Assinale a alternativa em que o se não é índice de indeterminação do sujeito e nem é pronome apassivador.
Alternativas
Q3732911 Português
Analise o trecho abaixo:
A coruja é uma ave que não canta ou não canta muito bem, que é conhecida por sua habilidade em voar silenciosamente: mesmo contra a sua natureza, insisti em cantar.
O trecho em destaque exprime:
Alternativas
Q3732587 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Jacinta

Faz tempo, recusava-me a ir, porém, hoje, impossível evitar.

Enfermaria da UTI do Hospital São Lucas, Vitória, Espírito Santo, Brasil, Jacinta em coma.

Desde maio, Jacinta está em coma; só hoje fui visitá-la.

Creio que não suportou a dor de celebrar um ano da morte de sua filha, que seria no mês seguinte, e fugiu.

Fugiu para dentro de si, numa viagem amarga que não evidencia sua sempre forte alegria com a vida − entrou em silêncio, em distanciamento, deixou-nos.

Mas não morreu. Está ali e chorou quando lhe disse que estava ali. E chorei porque quem vi ali não era Jacinta.

Vi um corpo sofrendo, moribundo.

Perguntei à enfermeira e, não satisfeita, perguntei ao médico. Confirmado. Era Jacinta. Não vi uma pessoa, um ser imbuído de vida. Vi o sofrimento de alguém que não quer viver e não tem a alegria de ir − sofre, ego ferido pela vida, e reclama amor.

Por que não aceita o nosso, Jacinta?

Temos pouco, não temos sua filha. Estamos vivos,... Viva!

Não viveu. Foi-se no dia seguinte.


GONZÁLEZ, Liana. Jacinta. Vitória: Universidade Federal do Espírito Santo, 2023. Disponível em: https://repositorio.ufes.br/server/api/core/bitstreams/5e31bd4b-2da7-42 b6-bf5a-f3253a96eb4e/content . Acesso em: 16 out. 2025. 
No período "Creio que não suportou a dor de celebrar um ano da morte de sua filha, que seria no mês seguinte, e fugiu", as orações iniciadas por "que" exercem funções distintas. Assinale a alternativa que analisa corretamente essas orações quanto à sua natureza sintática:
Alternativas
Q3732586 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Jacinta

Faz tempo, recusava-me a ir, porém, hoje, impossível evitar.

Enfermaria da UTI do Hospital São Lucas, Vitória, Espírito Santo, Brasil, Jacinta em coma.

Desde maio, Jacinta está em coma; só hoje fui visitá-la.

Creio que não suportou a dor de celebrar um ano da morte de sua filha, que seria no mês seguinte, e fugiu.

Fugiu para dentro de si, numa viagem amarga que não evidencia sua sempre forte alegria com a vida − entrou em silêncio, em distanciamento, deixou-nos.

Mas não morreu. Está ali e chorou quando lhe disse que estava ali. E chorei porque quem vi ali não era Jacinta.

Vi um corpo sofrendo, moribundo.

Perguntei à enfermeira e, não satisfeita, perguntei ao médico. Confirmado. Era Jacinta. Não vi uma pessoa, um ser imbuído de vida. Vi o sofrimento de alguém que não quer viver e não tem a alegria de ir − sofre, ego ferido pela vida, e reclama amor.

Por que não aceita o nosso, Jacinta?

Temos pouco, não temos sua filha. Estamos vivos,... Viva!

Não viveu. Foi-se no dia seguinte.


GONZÁLEZ, Liana. Jacinta. Vitória: Universidade Federal do Espírito Santo, 2023. Disponível em: https://repositorio.ufes.br/server/api/core/bitstreams/5e31bd4b-2da7-42 b6-bf5a-f3253a96eb4e/content . Acesso em: 16 out. 2025. 
No trecho "Perguntei à enfermeira e, não satisfeita, perguntei ao médico", o uso da crase em "à enfermeira" é justificado p
Alternativas
Q3732511 Português
"O ato de ler e os processos de compreensão de texto dizem respeito não apenas a uma dimensão individual que implica habilidades cognitivas para construção de sentidos; diz respeito, da mesma forma, à familiaridade que o sujeito desenvolve com a leitura ao longo de seu processo de formação, potencializando-a (ou não) em seu cotidiano; essa familiaridade advém em grande medida de relações que o sujeito estabelece no meio social em que vive." (DAGA, 2011)

Com base no texto e nos conhecimentos sobre os processos de leitura, julgue a afirmativa INCORRETA.
Alternativas
Q3732507 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A doença rara que faz as pessoas não sentirem mais medo


Imagine como seria pular de um avião e não sentir nada. Nenhuma descarga de adrenalina, nenhuma alteração dos seus batimentos cardíacos.

Esta é a realidade para o britânico Jordy Cernik. Ele teve suas glândulas adrenais retiradas, para reduzir a ansiedade causada pela síndrome de Cushing, uma doença rara que ocorre quando as glândulas adrenais produzem muito cortisol, o hormônio do estresse.

Mas o tratamento funcionou bem demais. Cernik deixou de sentir ansiedade, mas havia algo de errado.

Em 2012, durante uma viagem para a Disneylândia, nos Estados Unidos, ele percebeu que não sentia medo ao andar de montanha-russa.

Ele pulou de um avião nos céus, andou de tirolesa em Newcastle, no Reino Unido, e desceu de rapel o edifício Shard, em Londres. E não sentiu a menor alteração do seu pulso.

A experiência de Cernik é rara, mas ele não é o único. Esta sensação pode parecer familiar para pessoas que sofrem da doença de Urbach-Wiethe, também conhecida como lipoidoproteinose — uma condição genética tão rara que, até hoje, só foi diagnosticada em cerca de 400 pessoas.

Uma famosa paciente de Urbach-Wieth, conhecida como S.M., foi objeto de estudos científicos na Universidade de Iowa, nos Estados Unidos, desde meados dos anos 1980.

No início dos anos 2000, um estudante de graduação entrou para a equipe de pesquisa e começou a procurar formas de assustar S.M. Seu nome era Justin Feinstein.

Hoje, ele é neuropsicólogo clínico do Coletivo de Pesquisa Float, que promove a terapia de estímulo ambiental reduzido por flutuação (Rest, na sigla em inglês) como tratamento para dores, estresse, ansiedade e condições relacionadas.

"Nós mostramos a ela todos os filmes de terror que conseguimos encontrar", relembra Feinstein.

Mas nem A Bruxa de Blair (1999), Aracnofobia (1990), O Iluminado (1980) e O Silêncio dos Inocentes (1991) despertaram qualquer tipo de medo em S.M. Nem mesmo uma visita ao Sanatório Waverly Hills, uma assustadora casa mal assombrada em Louisville, no Estado americano de Kentucky, teve algum efeito.

"Nós a expusemos a ameaças da vida real, como cobras e aranhas", relembra Feinstein.

"Não só ela demonstrou pronunciada ausência de medo, como não conseguia deixar de se aproximar delas. Ela tinha essa curiosidade quase irresistível de querer tocar e interagir com as diferentes criaturas."

A doença de Urbach-Wiethe é causada por uma mutação isolada no gene ECM1, encontrado no cromossomo 1.

ECM1 é uma das muitas proteínas fundamentais para a manutenção da matriz extracelular (ECM), uma rede de apoio que mantém as células e tecidos no lugar.

Quando a ECM1 é danificada, começa a ocorrer acúmulo de cálcio e colágeno, causando a morte das células.

Uma parte do corpo que parece ser particularmente vulnerável a este processo é a amígdala cerebelosa, uma região do cérebro em forma de amêndoa. Acredita-se há muito tempo que ela participe do processamento do medo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly1xnqyrpgo
"Em 2012, durante uma viagem para a Disneylândia, nos Estados Unidos, ele percebeu que não sentia medo ao andar de montanha-russa."
O vocábulo 'montanha-russa' está grafado com hífen corretamente. Agora, analise o uso do hífen nas palavras compostas a seguir e Identifique a alternativa que apresenta o seu uso de forma INCORRETA.
Alternativas
Q3732506 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A doença rara que faz as pessoas não sentirem mais medo


Imagine como seria pular de um avião e não sentir nada. Nenhuma descarga de adrenalina, nenhuma alteração dos seus batimentos cardíacos.

Esta é a realidade para o britânico Jordy Cernik. Ele teve suas glândulas adrenais retiradas, para reduzir a ansiedade causada pela síndrome de Cushing, uma doença rara que ocorre quando as glândulas adrenais produzem muito cortisol, o hormônio do estresse.

Mas o tratamento funcionou bem demais. Cernik deixou de sentir ansiedade, mas havia algo de errado.

Em 2012, durante uma viagem para a Disneylândia, nos Estados Unidos, ele percebeu que não sentia medo ao andar de montanha-russa.

Ele pulou de um avião nos céus, andou de tirolesa em Newcastle, no Reino Unido, e desceu de rapel o edifício Shard, em Londres. E não sentiu a menor alteração do seu pulso.

A experiência de Cernik é rara, mas ele não é o único. Esta sensação pode parecer familiar para pessoas que sofrem da doença de Urbach-Wiethe, também conhecida como lipoidoproteinose — uma condição genética tão rara que, até hoje, só foi diagnosticada em cerca de 400 pessoas.

Uma famosa paciente de Urbach-Wieth, conhecida como S.M., foi objeto de estudos científicos na Universidade de Iowa, nos Estados Unidos, desde meados dos anos 1980.

No início dos anos 2000, um estudante de graduação entrou para a equipe de pesquisa e começou a procurar formas de assustar S.M. Seu nome era Justin Feinstein.

Hoje, ele é neuropsicólogo clínico do Coletivo de Pesquisa Float, que promove a terapia de estímulo ambiental reduzido por flutuação (Rest, na sigla em inglês) como tratamento para dores, estresse, ansiedade e condições relacionadas.

"Nós mostramos a ela todos os filmes de terror que conseguimos encontrar", relembra Feinstein.

Mas nem A Bruxa de Blair (1999), Aracnofobia (1990), O Iluminado (1980) e O Silêncio dos Inocentes (1991) despertaram qualquer tipo de medo em S.M. Nem mesmo uma visita ao Sanatório Waverly Hills, uma assustadora casa mal assombrada em Louisville, no Estado americano de Kentucky, teve algum efeito.

"Nós a expusemos a ameaças da vida real, como cobras e aranhas", relembra Feinstein.

"Não só ela demonstrou pronunciada ausência de medo, como não conseguia deixar de se aproximar delas. Ela tinha essa curiosidade quase irresistível de querer tocar e interagir com as diferentes criaturas."

A doença de Urbach-Wiethe é causada por uma mutação isolada no gene ECM1, encontrado no cromossomo 1.

ECM1 é uma das muitas proteínas fundamentais para a manutenção da matriz extracelular (ECM), uma rede de apoio que mantém as células e tecidos no lugar.

Quando a ECM1 é danificada, começa a ocorrer acúmulo de cálcio e colágeno, causando a morte das células.

Uma parte do corpo que parece ser particularmente vulnerável a este processo é a amígdala cerebelosa, uma região do cérebro em forma de amêndoa. Acredita-se há muito tempo que ela participe do processamento do medo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly1xnqyrpgo
"Nós a expusemos a ameaças da vida real, como cobras e aranhas, relembra Feinstein."
"Não só ela demonstrou pronunciada ausência de medo, como não conseguia deixar de se aproximar delas." Considerando as flexões das formas verbais empregadas no trecho, marque com (V), as afirmativas verdadeiras, ou com (F), as falsas.

(__)A forma verbal 'expusemos' encontra-se no pretérito imperfeito do indicativo, exprimindo ações habituais ocorridas no passado.
(__)A forma verbal 'conseguia' está flexionada no pretérito imperfeito do indicativo, indicando uma ação contínua ou duradoura no passado, e o verbo 'deixar' está no modo infinitivo, dependente do verbo principal.
(__)A forma verbal 'relembra' está no pretérito perfeito do indicativo, o que reforça a ideia de recordação concluída no passado.
(__)Os verbos 'aproximar' e 'deixar' estão no modo subjuntivo, expressando dúvida e possibilidade.

A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo, é:
Alternativas
Respostas
26941: E
26942: B
26943: D
26944: C
26945: A
26946: C
26947: D
26948: E
26949: A
26950: B
26951: A
26952: C
26953: A
26954: E
26955: B
26956: D
26957: A
26958: C
26959: A
26960: A