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Questões de Concurso Sobre português

Foram encontradas 251.228 questões

Q3738266 Português
Assinale a alternativa que lista corretamente apenas preposições que ocorrem no trecho:

“Todos nós existimos em séries. Somos uma porção de meias-horas, duas horas, 24 horas. Um manequim é feito de segundinhos espaçados, aquela fração que a luz leva para atravessar a objetiva (...).” 

(LESSA, Ivan. Manequim, osso e pele. Rio de Janeiro: Joia, 1966. Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/12769/manequim osso-e-pele.)
Alternativas
Q3738265 Português
Analise as frases abaixo e classifique em verdadeiro (V) aquelas em que todas as palavras foram grafadas corretamente ou em falso (F) as que contêm erros ortográficos. 

(__) Roger teve um excelente pós-operatório.


(__) Esse foi o velejador que realizou uma circum-navegação pelas Américas.


(__) Meus filhos não entraram nesse curso porque perdemos o prazo de pré-matrícula.


(__) Peço que acolham o recém-chegado.  


Assinale a alternativa que contém a sequência correta: 
Alternativas
Q3738264 Português

Leia a tirinha a seguir para responder à questão.



 


Disponível em: <https://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/27431-tiras-de-armandinho>


Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, um trecho da tirinha que contém a pontuação que se usa no fim de uma frase para indicar pergunta direta: 
Alternativas
Q3738263 Português

Leia a tirinha a seguir para responder à questão.



 


Disponível em: <https://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/27431-tiras-de-armandinho>


Na tirinha acima, Armandinho acredita não conseguir guardar um segredo. Qual é a justificativa do personagem para isso no texto apresentado? 
Alternativas
Q3738226 Português
A saudade como motor criativo da literatura

Luciana de Gnone

A saudade é mais do que um sentimento de falta, ela é também um dos grandes impulsionadores da literatura. Para os leitores, os livros muitas vezes saciam a nostalgia de vivências passadas. Para os escritores, a saudade é uma grande aliada da criação: molda lembranças, revive experiências e são fios condutores de grandes narrativas. Na literatura, a saudade é matéria-prima. Ela é capaz de transformar a ausência em presença e memória em palavras.

São inúmeras as razões que levam os autores a transformar a saudade em narrativa. Há motivações políticas, como as dos exilados e refugiados. Existem os gatilhos emocionais, como a migração em busca de novas terras, ou mesmo o luto em suas inúmeras facetas. Em todos esses casos, a escrita se oferece como território aconchegante para reconstruir o que foi perdido.

No início da década de 1990, morei por um ano nos EUA. Estava no final do ensino médio e fui fazer um intercâmbio cultural. Em uma cidade do interior de Michigan, estudantes estrangeiros eram facilmente reconhecidos pela comunidade local. Éramos cinco intercambistas, digamos, "oficiais" — aqueles que estavam de passagem por um período determinado, geralmente de um ano. Mas havia também algumas dezenas de outros estrangeiros, residentes permanentes.

Eram todos filhos de imigrantes: alguns de primeira, outros de segunda geração nascida na América. Dentre eles, havia um menino que se destacava por ser um exilado de guerra. Embora tivesse entrado nos EUA como intercambista, assim como eu, havia chegado dois anos antes e permanecido indefinidamente. Foi acolhido pela família americana quando a guerra na Bósnia teve início, em 1992, sem jamais conseguir retornar ao seu país.

Ele não fazia ideia de como sua família estava. Não tinha notícias dos pais, dos irmãos, nem de qualquer outro parente. As informações simplesmente não chegavam. Canalizou toda a saudade — e também o medo — na escrita. Suas redações logo ficaram conhecidas na escola. Não me lembro do nome dele, infelizmente, o que é uma pena — é bem possível que tenha se tornado autor.

Escrever sobre o que ficou para trás é uma forma de habitar novamente o que já não está ao alcance. Ainda que em escala muito diferente da vivida pelo colega bósnio, posso dizer que algo semelhante aconteceu comigo, ao viver por quase treze anos fora do Brasil.

A distância física e emocional foi o estopim para que eu começasse a escrever — primeiro de forma despretensiosa; depois, o meu primeiro romance. A escrita tornou-se uma ferramenta de reconexão com minhas origens. Ao criar personagens e, principalmente, cenários, eu buscava reconstruir minhas próprias vivências, tentando suprir a saudade que sentia da minha terra.

Muitas vezes a saudade pode vir com uma enorme carga de desconforto, mas é preciso reconhecer a potência desse sentimento. É divino poder usar a saudade para revisitar o passado, questionar o presente e escrever o futuro. É um recurso para preencher lacunas e curar-se da ausência. Por essa razão, tantas obras nascem desse vazio. É nesse espaço que o escritor encontra liberdade criativa.

No gênero policial, muitos protagonistas são apresentados como pessoas disfuncionais — marcados pela saudade de uma família perdida, de um amor desfeito ou de um luto mal resolvido. Quebrar essa casca e revelar a vulnerabilidade do personagem é o que provoca conexão com o mundo real. A saudade é esse fragmento entre o que se viveu e o que continua a pulsar dentro de nós.

(Disponível em: https://www.publishnews.com.br/materias/2025/08/27/a-saudade-comomotor-criativo-da-literatura. Acesso em: 18 out. 2025. Adaptado.) 
Analise as sentenças a seguir a partir da leitura do texto:

I. Para Luciana de Gnone, a saudade exerce dois papéis distintos no contexto da literatura: um de tocar em memórias daqueles que leem uma obra e outro de ser substância principal no processo de escrita.
II. A literatura impulsionada pela saudade está ancorada em dois temas: política e emoções, pois é nesses campos que se encontra acolhida para reconstruir o que se perdeu ao longo da vida.
III. O que impulsionou a autora do texto a começar a escrever foi ter conhecido a história do intercambista bósnio que, exilado, usou a escrita para canalizar a saudade que sentia da família, assim como a falta de notícias.

É correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3738224 Português
A saudade como motor criativo da literatura

Luciana de Gnone

A saudade é mais do que um sentimento de falta, ela é também um dos grandes impulsionadores da literatura. Para os leitores, os livros muitas vezes saciam a nostalgia de vivências passadas. Para os escritores, a saudade é uma grande aliada da criação: molda lembranças, revive experiências e são fios condutores de grandes narrativas. Na literatura, a saudade é matéria-prima. Ela é capaz de transformar a ausência em presença e memória em palavras.

São inúmeras as razões que levam os autores a transformar a saudade em narrativa. Há motivações políticas, como as dos exilados e refugiados. Existem os gatilhos emocionais, como a migração em busca de novas terras, ou mesmo o luto em suas inúmeras facetas. Em todos esses casos, a escrita se oferece como território aconchegante para reconstruir o que foi perdido.

No início da década de 1990, morei por um ano nos EUA. Estava no final do ensino médio e fui fazer um intercâmbio cultural. Em uma cidade do interior de Michigan, estudantes estrangeiros eram facilmente reconhecidos pela comunidade local. Éramos cinco intercambistas, digamos, "oficiais" — aqueles que estavam de passagem por um período determinado, geralmente de um ano. Mas havia também algumas dezenas de outros estrangeiros, residentes permanentes.

Eram todos filhos de imigrantes: alguns de primeira, outros de segunda geração nascida na América. Dentre eles, havia um menino que se destacava por ser um exilado de guerra. Embora tivesse entrado nos EUA como intercambista, assim como eu, havia chegado dois anos antes e permanecido indefinidamente. Foi acolhido pela família americana quando a guerra na Bósnia teve início, em 1992, sem jamais conseguir retornar ao seu país.

Ele não fazia ideia de como sua família estava. Não tinha notícias dos pais, dos irmãos, nem de qualquer outro parente. As informações simplesmente não chegavam. Canalizou toda a saudade — e também o medo — na escrita. Suas redações logo ficaram conhecidas na escola. Não me lembro do nome dele, infelizmente, o que é uma pena — é bem possível que tenha se tornado autor.

Escrever sobre o que ficou para trás é uma forma de habitar novamente o que já não está ao alcance. Ainda que em escala muito diferente da vivida pelo colega bósnio, posso dizer que algo semelhante aconteceu comigo, ao viver por quase treze anos fora do Brasil.

A distância física e emocional foi o estopim para que eu começasse a escrever — primeiro de forma despretensiosa; depois, o meu primeiro romance. A escrita tornou-se uma ferramenta de reconexão com minhas origens. Ao criar personagens e, principalmente, cenários, eu buscava reconstruir minhas próprias vivências, tentando suprir a saudade que sentia da minha terra.

Muitas vezes a saudade pode vir com uma enorme carga de desconforto, mas é preciso reconhecer a potência desse sentimento. É divino poder usar a saudade para revisitar o passado, questionar o presente e escrever o futuro. É um recurso para preencher lacunas e curar-se da ausência. Por essa razão, tantas obras nascem desse vazio. É nesse espaço que o escritor encontra liberdade criativa.

No gênero policial, muitos protagonistas são apresentados como pessoas disfuncionais — marcados pela saudade de uma família perdida, de um amor desfeito ou de um luto mal resolvido. Quebrar essa casca e revelar a vulnerabilidade do personagem é o que provoca conexão com o mundo real. A saudade é esse fragmento entre o que se viveu e o que continua a pulsar dentro de nós.

(Disponível em: https://www.publishnews.com.br/materias/2025/08/27/a-saudade-comomotor-criativo-da-literatura. Acesso em: 18 out. 2025. Adaptado.) 
Leia o excerto:

"Ele não fazia ideia de como sua família estava. Não tinha notícias dos pais, dos irmãos, nem de qualquer outro parente".

A conjunção "nem" tem valor negativo, conectando palavras e orações negativas. Considerando o uso da conjunção "nem" no excerto, assinale a alternativa que indica corretamente a relação que ela estabelece nesse contexto:
Alternativas
Q3738212 Português
Leia o Texto 4 para responder à questão.

Texto 4


O bom repórter deve ser imparcial, diz a lição número 1 do jornalismo. Mas o bom leitor também tem sua regra de ouro. Ele deve sempre, sempre, manter a cabeça aberta. O bom leitor sabe se distanciar das paixões. Está sempre disposto a ouvir uma ideia nova – ainda que ela coloque abaixo suas ideias antigas. Posto assim, ler bem parece um desafio fácil. Não é, como também não é simples ser imparcial.


Superinteressante. Ed. 269, ano 23, nº 9.
No início do texto, lê-se: “O bom repórter deve ser imparcial, diz a lição número 1 do jornalismo.” A forma verbal “diz” está no singular porque concorda com o 
Alternativas
Q3738211 Português
Leia o Texto 4 para responder à questão.

Texto 4


O bom repórter deve ser imparcial, diz a lição número 1 do jornalismo. Mas o bom leitor também tem sua regra de ouro. Ele deve sempre, sempre, manter a cabeça aberta. O bom leitor sabe se distanciar das paixões. Está sempre disposto a ouvir uma ideia nova – ainda que ela coloque abaixo suas ideias antigas. Posto assim, ler bem parece um desafio fácil. Não é, como também não é simples ser imparcial.


Superinteressante. Ed. 269, ano 23, nº 9.
No trecho “O bom leitor sabe se distanciar das paixões. Está sempre disposto a ouvir uma ideia nova – ainda que ela coloque abaixo suas ideias antigas”, as formas verbais “sabe” e “está” estão empregadas no presente do indicativo para indicar que as ações
Alternativas
Q3738210 Português
Leia o Texto 3 para responder à questão.

Texto 3


No dicionário, a Sociologia está definida como uma ciência que pretende pesquisar e estudar a organização e funcionamento das sociedades humanas e as leis fundamentais que regem as relações sociais. Já a Economia se preocupa em estudar os fenômenos relacionados com a obtenção e a utilização dos recursos materiais necessários a uma população. Embora o campo de estudos de ambas as disciplinas seja parecido, na prática há um abismo separando as duas áreas. Filhas da mesma mãe, a Filosofia, as duas disciplinas vieram ao mundo praticamente na mesma época. Em razão de algumas diferenças, porém, estão sem dialogar entre si há quase três séculos.


Sociologia, ciência & vida. Editora Escala. São Paulo: 2019.
No trecho “Filhas da mesma mãe, a Filosofia, as duas disciplinas vieram ao mundo praticamente na mesma época”, a expressão “filhas da mesma mãe” é usada em sentido
Alternativas
Q3738209 Português
Leia o Texto 3 para responder à questão.

Texto 3


No dicionário, a Sociologia está definida como uma ciência que pretende pesquisar e estudar a organização e funcionamento das sociedades humanas e as leis fundamentais que regem as relações sociais. Já a Economia se preocupa em estudar os fenômenos relacionados com a obtenção e a utilização dos recursos materiais necessários a uma população. Embora o campo de estudos de ambas as disciplinas seja parecido, na prática há um abismo separando as duas áreas. Filhas da mesma mãe, a Filosofia, as duas disciplinas vieram ao mundo praticamente na mesma época. Em razão de algumas diferenças, porém, estão sem dialogar entre si há quase três séculos.


Sociologia, ciência & vida. Editora Escala. São Paulo: 2019.
No texto, as palavras “Sociologia”, “Economia” e “Filosofia” são escritas com inicial maiúscula, pois  
Alternativas
Q3738208 Português
Leia o Texto 3 para responder à questão.

Texto 3


No dicionário, a Sociologia está definida como uma ciência que pretende pesquisar e estudar a organização e funcionamento das sociedades humanas e as leis fundamentais que regem as relações sociais. Já a Economia se preocupa em estudar os fenômenos relacionados com a obtenção e a utilização dos recursos materiais necessários a uma população. Embora o campo de estudos de ambas as disciplinas seja parecido, na prática há um abismo separando as duas áreas. Filhas da mesma mãe, a Filosofia, as duas disciplinas vieram ao mundo praticamente na mesma época. Em razão de algumas diferenças, porém, estão sem dialogar entre si há quase três séculos.


Sociologia, ciência & vida. Editora Escala. São Paulo: 2019.
No texto, a palavra “fenômenos” apresenta acento gráfico porque é
Alternativas
Q3738207 Português

Leia o Texto 2 para responder à questão.



q_nova.png (518×333)

Disponível em: www.dukechargista.com.br. Acesso em: 14 out. 2025.

No trecho “Não dá. O carro está cheio!!!”, o uso dos pontos de exclamação tem a função de:
Alternativas
Q3738206 Português

Leia o Texto 2 para responder à questão.



q_nova.png (518×333)

Disponível em: www.dukechargista.com.br. Acesso em: 14 out. 2025.

A contradição presente na charge está no fato de que os personagens
Alternativas
Q3738205 Português

Leia o Texto 1 para responder à questão.


Texto 1


O registro oral da língua é uma de suas manifestações mais naturais e espontâneas. Diferente da escrita, que segue normas mais rígidas, a oralidade se adapta ao contexto e aos interlocutores. Ela pode incluir variações regionais, expressões informais, pausas, repetições e até mesmo gestos que complementam a comunicação.


A fala do dia a dia, as conversas casuais e até discursos políticos são exemplos de registros orais, que podem ser mais ou menos formais, dependendo da situação. No entanto, a oralidade também pode ser registrada por meio de gravações, transcrições e relatos históricos, preservando aspectos culturais e linguísticos de diferentes comunidades.


Disponível em: www.nossalingua.com.br. Acesso em: 09 out. 2025.

No trecho “Diferente da escrita, que segue normas mais rígidas”, o termo “rígidas” tem como antônimo a palavra
Alternativas
Q3738204 Português

Leia o Texto 1 para responder à questão.


Texto 1


O registro oral da língua é uma de suas manifestações mais naturais e espontâneas. Diferente da escrita, que segue normas mais rígidas, a oralidade se adapta ao contexto e aos interlocutores. Ela pode incluir variações regionais, expressões informais, pausas, repetições e até mesmo gestos que complementam a comunicação.


A fala do dia a dia, as conversas casuais e até discursos políticos são exemplos de registros orais, que podem ser mais ou menos formais, dependendo da situação. No entanto, a oralidade também pode ser registrada por meio de gravações, transcrições e relatos históricos, preservando aspectos culturais e linguísticos de diferentes comunidades.


Disponível em: www.nossalingua.com.br. Acesso em: 09 out. 2025.

No trecho “A oralidade se adapta ao contexto e aos interlocutores”, o termo “se adapta” pode ser substituído, sem alteração do sentido original da frase, por
Alternativas
Q3738203 Português

Leia o Texto 1 para responder à questão.


Texto 1


O registro oral da língua é uma de suas manifestações mais naturais e espontâneas. Diferente da escrita, que segue normas mais rígidas, a oralidade se adapta ao contexto e aos interlocutores. Ela pode incluir variações regionais, expressões informais, pausas, repetições e até mesmo gestos que complementam a comunicação.


A fala do dia a dia, as conversas casuais e até discursos políticos são exemplos de registros orais, que podem ser mais ou menos formais, dependendo da situação. No entanto, a oralidade também pode ser registrada por meio de gravações, transcrições e relatos históricos, preservando aspectos culturais e linguísticos de diferentes comunidades.


Disponível em: www.nossalingua.com.br. Acesso em: 09 out. 2025.

O texto destaca uma diferença essencial entre o registro oral e o registro escrito. Qual é essa diferença?
Alternativas
Q3738092 Português
Leia o excerto a seguir e complete as lacunas observando a concordância verbal:

"No Brasil, um em cada três adultos _________ com obesidade e metade da população não _________ atividade física na frequência recomendada: um cenário que __________ o risco de doenças graves, como infarto e AVC. No entanto, pequenas mudanças na rotina, mesmo em agendas corridas, já __________ transformar a saúde."
(Disponível em: https://vidasimples.co/saude-do-corpo/saude-do-coracao-pequenas-mu dancas-grandes-resultados/. Acesso em: 15 out. 2025. Adaptado.)

Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas do excerto: 
Alternativas
Q3738091 Português
Leia o texto a seguir, de Rubem Alves:
Linguagem
"Linguagem, essa mentirosa... Agora é moda falar em carros seminovos, em celulares seminovos. Isso é uma enganação. Ou é novo ou não é. Há coisas que não podem ser "semi": semivirgem, semigrávida, semi-honesto, semibom..."

No texto, o autor brinca com a formação das palavras a partir do prefixo "semi". Analise as sentenças que seguem:

I.As palavras "seminovos", "semigrávida", "semi-honesto", "semibom" são formadas por composição prefixal.
II.O prefixo "semi" significa "meio, metade, quase".
III.O princípio de formação das palavras indicadas por Rubem Alves no texto é o mesmo de "desonesto".

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3738090 Português
No excerto a seguir, algumas palavras foram excluídas. Observando a acentuação gráfica das palavras, complete as lacunas:

"Apesar de ser mais ___________, o sedentarismo tem uma ___________ de __________ negativas para a saúde do corpo. Esse estilo de vida, combinado ao sobrepeso, pode favorecer doenças como a hipertensão arterial, o aumento de glicose no sangue (e, por sua vez, a pré-diabetes), inflamação no corpo, _________ de gordura no __________ e riscos cardiovasculares (hipertensão e arritmias, por exemplo)."
(Disponível em: https://vidasimples.co/saude-do-corpo/saude-do-coracao-pequenas-mu dancas-grandes-resultados/. Acesso em: 15 out. 2025. Adaptado.)

Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas do excerto:
Alternativas
Q3738089 Português
Leia o texto e analise as sentenças que seguem: 

Q7.png (354×314)
(Disponível em: https://nanquim.com.br/category/cartuns/page/7/. Acesso em: 15 out. 2025.)

I.A charge está historicamente descontextualizada, pois a luta pelo fim da escala 6X1 é uma luta da atualidade no Brasil e não da época dos faraós no Egito.
II.Uma das críticas presentes na charge é a de que, na luta trabalhista pelo fim da escala 6X1, há trabalhadores explorados e assalariados que, infelizmente, defendem as regalias dos patrões.
III.A frase "Não durma, trabalhe... para um dia você ser um faraó!" coloca, em evidência e de forma irônica, a temática da meritocracia, defendida pelas elites brasileiras: basta o trabalhador se esforçar ao máximo que um dia ele ficará rico.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Respostas
26841: A
26842: B
26843: A
26844: E
26845: A
26846: C
26847: D
26848: A
26849: C
26850: C
26851: A
26852: B
26853: D
26854: A
26855: D
26856: B
26857: E
26858: C
26859: B
26860: C