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Questões de Concurso Sobre português

Foram encontradas 251.013 questões

Q3743686 Português

"A equipe de saúde visitou todas as casas da microárea."


O verbo está no tempo:

Alternativas
Q3743685 Português
Em "Os agentes que atuam em Ibiapina receberam novos uniformes", o termo "que" é:
Alternativas
Q3743684 Português
Assinale a alternativa com erro de regência:
Alternativas
Q3743683 Português
A palavra "saúde" é acentuada pela mesma regra que:
Alternativas
Q3743682 Português
"O trabalho dos agentes é essencial para que a comunidade se fortaleça." O trecho destacado expressa:
Alternativas
Q3743681 Português
Assinale a frase com erro de concordância verbal:
Alternativas
Q3743680 Português
No trecho "Os agentes comunitários de saúde desempenham papel essencial na promoção da saúde", o termo "na promoção da saúde" indica:
Alternativas
Q3743679 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão corretamente acentuadas:
Alternativas
Q3743531 Português

Texto: Escrever para quê?


Itamar Vieira Jr.



    Este deveria ser um texto sobre o poder da literatura de nos deslocar para o lugar do outro. Como leitor e autor compreendo que esse talvez seja um dos sentidos mais proeminentes da ficção.

    Deslocar-se para o lugar do outro expande nosso horizonte, por natureza limitado, e reestabelece entre nós o exercício da alteridade. Sendo assim, é provável que, em um mundo onde vige o altericídio, a incapacidade de coexistir com o diferente, a literatura nos devolva algo importante. Mas, às vezes, a ficção parece ser apenas um grito no vão da vida, sem qualquer utilidade ou função, como dizem os que sempre tiveram voz.

    Enquanto escrevia para esta coluna, recebi uma mensagem de uma amiga, professora, liderança da comunidade quilombola de Iúna, localizada na Chapada Diamantina. Uma mensagem que me comoveu, porque neste país a vida dos que foram historicamente subalternizados permanece em risco, desde o nosso passado colonial e escravista que continua a nos assombrar.

    Precisei interromper minhas intenções iniciais para escrever sobre o que importa, sobre o agora, sobre os ameaçados, já que quem escreve, penso, deve refletir sobre seu tempo.

    Na mensagem, ela me relatava que a casa onde vive tinha sido incendiada. Tinha perdido quase tudo, restando alguns poucos utensílios da cozinha. Para os que vivem na comunidade quilombola, o incêndio criminoso transmite uma mensagem importante: a vida dos que defendem justiça social para os vulneráveis da história continua em risco.

    A literatura se alimenta da capacidade de observarmos o mundo à nossa volta, de evocarmos a memória e de, também, imaginarmos vidas e histórias. Essa liderança — que não se sente segura nem mesmo para revelar seu nome — é uma das muitas pessoas que me ensinaram sobre nós mesmos, sobre a relação dos quilombolas com a terra, e que me fez conhecer o Brasil em sua diversidade e profundidade.

    Graças à sua delicada paciência e capacidade de ensinar e envolver seus aprendizes, aprendi sobre o jarê, sobre o sistema de morada que substituiu o sistema escravista em muitas regiões do país após a Abolição.

    Muitos não sabem, mas seu rosto e sua voz de liderança se fundem aos de Bibiana, personagem de “Torto Arado”, na livre adaptação teatral da premiada diretora Christiane Jatahy — “Depois do Silêncio” —, que já percorreu mais de dez países na Europa e continua a encontrar seu público narrando uma das faces do drama fundiário brasileiro. Mesmo tendo emprestado seu corpo para contar o Brasil, ela se encontra em risco.

    Enquanto eu escrevia o romance, a mesma comunidade viveu um dos eventos mais tristes de sua história quando seis trabalhadores rurais foram assassinados em circunstâncias nunca esclarecidas. Muitos precisaram se afastar temporariamente do território onde nasceram e cresceram, sem que o poder público fizesse o suficiente para protegê-los.

    A literatura registrou nas páginas do livro o drama humano que nos assola de forma aviltante, mas certamente não é capaz de atos práticos para proteger os que precisam ser protegidos. É preciso que as autoridades compreendam os riscos e se antecipem às ameaças que têm ceifado vidas desde que o Brasil é Brasil.

    Se a literatura pode suscitar a empatia dos que leem, escrever sobre a realidade, sobre os que têm suas vidas ameaçadas, pode nos convocar à responsabilidade pelos que continuam marcados para morrer?

    Escrevo para tornar a vida dessa liderança responsabilidade de todos nós que nos importamos com o outro e defendemos um país mais justo para todos.



Adaptada de:

https://www1.folha.uol.com.br/colunas/itam

ar-vieira-junior/2024/02/escrever-paraque.shtml

Na expressão É preciso que (10º parágrafo), o narrador evidencia um sentimento de:
Alternativas
Q3743530 Português

Texto: Escrever para quê?


Itamar Vieira Jr.



    Este deveria ser um texto sobre o poder da literatura de nos deslocar para o lugar do outro. Como leitor e autor compreendo que esse talvez seja um dos sentidos mais proeminentes da ficção.

    Deslocar-se para o lugar do outro expande nosso horizonte, por natureza limitado, e reestabelece entre nós o exercício da alteridade. Sendo assim, é provável que, em um mundo onde vige o altericídio, a incapacidade de coexistir com o diferente, a literatura nos devolva algo importante. Mas, às vezes, a ficção parece ser apenas um grito no vão da vida, sem qualquer utilidade ou função, como dizem os que sempre tiveram voz.

    Enquanto escrevia para esta coluna, recebi uma mensagem de uma amiga, professora, liderança da comunidade quilombola de Iúna, localizada na Chapada Diamantina. Uma mensagem que me comoveu, porque neste país a vida dos que foram historicamente subalternizados permanece em risco, desde o nosso passado colonial e escravista que continua a nos assombrar.

    Precisei interromper minhas intenções iniciais para escrever sobre o que importa, sobre o agora, sobre os ameaçados, já que quem escreve, penso, deve refletir sobre seu tempo.

    Na mensagem, ela me relatava que a casa onde vive tinha sido incendiada. Tinha perdido quase tudo, restando alguns poucos utensílios da cozinha. Para os que vivem na comunidade quilombola, o incêndio criminoso transmite uma mensagem importante: a vida dos que defendem justiça social para os vulneráveis da história continua em risco.

    A literatura se alimenta da capacidade de observarmos o mundo à nossa volta, de evocarmos a memória e de, também, imaginarmos vidas e histórias. Essa liderança — que não se sente segura nem mesmo para revelar seu nome — é uma das muitas pessoas que me ensinaram sobre nós mesmos, sobre a relação dos quilombolas com a terra, e que me fez conhecer o Brasil em sua diversidade e profundidade.

    Graças à sua delicada paciência e capacidade de ensinar e envolver seus aprendizes, aprendi sobre o jarê, sobre o sistema de morada que substituiu o sistema escravista em muitas regiões do país após a Abolição.

    Muitos não sabem, mas seu rosto e sua voz de liderança se fundem aos de Bibiana, personagem de “Torto Arado”, na livre adaptação teatral da premiada diretora Christiane Jatahy — “Depois do Silêncio” —, que já percorreu mais de dez países na Europa e continua a encontrar seu público narrando uma das faces do drama fundiário brasileiro. Mesmo tendo emprestado seu corpo para contar o Brasil, ela se encontra em risco.

    Enquanto eu escrevia o romance, a mesma comunidade viveu um dos eventos mais tristes de sua história quando seis trabalhadores rurais foram assassinados em circunstâncias nunca esclarecidas. Muitos precisaram se afastar temporariamente do território onde nasceram e cresceram, sem que o poder público fizesse o suficiente para protegê-los.

    A literatura registrou nas páginas do livro o drama humano que nos assola de forma aviltante, mas certamente não é capaz de atos práticos para proteger os que precisam ser protegidos. É preciso que as autoridades compreendam os riscos e se antecipem às ameaças que têm ceifado vidas desde que o Brasil é Brasil.

    Se a literatura pode suscitar a empatia dos que leem, escrever sobre a realidade, sobre os que têm suas vidas ameaçadas, pode nos convocar à responsabilidade pelos que continuam marcados para morrer?

    Escrevo para tornar a vida dessa liderança responsabilidade de todos nós que nos importamos com o outro e defendemos um país mais justo para todos.



Adaptada de:

https://www1.folha.uol.com.br/colunas/itam

ar-vieira-junior/2024/02/escrever-paraque.shtml

A partir da análise do texto, a expressão desde que o Brasil é Brasil estabelece uma circunstância de:
Alternativas
Q3743524 Português

Texto: Escrever para quê?


Itamar Vieira Jr.



    Este deveria ser um texto sobre o poder da literatura de nos deslocar para o lugar do outro. Como leitor e autor compreendo que esse talvez seja um dos sentidos mais proeminentes da ficção.

    Deslocar-se para o lugar do outro expande nosso horizonte, por natureza limitado, e reestabelece entre nós o exercício da alteridade. Sendo assim, é provável que, em um mundo onde vige o altericídio, a incapacidade de coexistir com o diferente, a literatura nos devolva algo importante. Mas, às vezes, a ficção parece ser apenas um grito no vão da vida, sem qualquer utilidade ou função, como dizem os que sempre tiveram voz.

    Enquanto escrevia para esta coluna, recebi uma mensagem de uma amiga, professora, liderança da comunidade quilombola de Iúna, localizada na Chapada Diamantina. Uma mensagem que me comoveu, porque neste país a vida dos que foram historicamente subalternizados permanece em risco, desde o nosso passado colonial e escravista que continua a nos assombrar.

    Precisei interromper minhas intenções iniciais para escrever sobre o que importa, sobre o agora, sobre os ameaçados, já que quem escreve, penso, deve refletir sobre seu tempo.

    Na mensagem, ela me relatava que a casa onde vive tinha sido incendiada. Tinha perdido quase tudo, restando alguns poucos utensílios da cozinha. Para os que vivem na comunidade quilombola, o incêndio criminoso transmite uma mensagem importante: a vida dos que defendem justiça social para os vulneráveis da história continua em risco.

    A literatura se alimenta da capacidade de observarmos o mundo à nossa volta, de evocarmos a memória e de, também, imaginarmos vidas e histórias. Essa liderança — que não se sente segura nem mesmo para revelar seu nome — é uma das muitas pessoas que me ensinaram sobre nós mesmos, sobre a relação dos quilombolas com a terra, e que me fez conhecer o Brasil em sua diversidade e profundidade.

    Graças à sua delicada paciência e capacidade de ensinar e envolver seus aprendizes, aprendi sobre o jarê, sobre o sistema de morada que substituiu o sistema escravista em muitas regiões do país após a Abolição.

    Muitos não sabem, mas seu rosto e sua voz de liderança se fundem aos de Bibiana, personagem de “Torto Arado”, na livre adaptação teatral da premiada diretora Christiane Jatahy — “Depois do Silêncio” —, que já percorreu mais de dez países na Europa e continua a encontrar seu público narrando uma das faces do drama fundiário brasileiro. Mesmo tendo emprestado seu corpo para contar o Brasil, ela se encontra em risco.

    Enquanto eu escrevia o romance, a mesma comunidade viveu um dos eventos mais tristes de sua história quando seis trabalhadores rurais foram assassinados em circunstâncias nunca esclarecidas. Muitos precisaram se afastar temporariamente do território onde nasceram e cresceram, sem que o poder público fizesse o suficiente para protegê-los.

    A literatura registrou nas páginas do livro o drama humano que nos assola de forma aviltante, mas certamente não é capaz de atos práticos para proteger os que precisam ser protegidos. É preciso que as autoridades compreendam os riscos e se antecipem às ameaças que têm ceifado vidas desde que o Brasil é Brasil.

    Se a literatura pode suscitar a empatia dos que leem, escrever sobre a realidade, sobre os que têm suas vidas ameaçadas, pode nos convocar à responsabilidade pelos que continuam marcados para morrer?

    Escrevo para tornar a vida dessa liderança responsabilidade de todos nós que nos importamos com o outro e defendemos um país mais justo para todos.



Adaptada de:

https://www1.folha.uol.com.br/colunas/itam

ar-vieira-junior/2024/02/escrever-paraque.shtml

Conforme a leitura global do texto, os que sempre tiveram voz (2º parágrafo) refere-se:
Alternativas
Q3743173 Português
Leia o texto a seguir:


Com a cabeça na Libertadores, Palmeiras poupa jogadores,
mas goleia Fortaleza


    Palmeiras poupou jogadores na noite deste sábado, 20, já pensando na Libertadores. Isso não prejudicou a briga pelo Campeonato Brasileiro, e a equipe goleou o Fortaleza por 4 a 1, no Allianz Parque.

    Abel Ferreira mandou a campo um time que, em relação ao que enfrentou o River Plate na última semana, repetiu apenas Weverton.

    A vitória deixa os paulistas com 49 pontos, um atrás do líder Flamengo, que ainda joga, no domingo, contra o Vasco. O Cruzeiro é terceiro, com 47, e também joga no domingo, contra o Red Bull Bragantino.

    Raphael Veiga pôde aliviar certa pressão por momentos difíceis na temporada. Sofrendo com lesões e marcado pelo pênalti perdido na final do Paulistão, o meia voltou a marcar após 115 dias.

    As modificações deixaram o primeiro tempo equilibrado contra um Fortaleza próximo da lanterna na tabela de classificação. Lucas Crispim empatou. No segundo tempo, porém, os donos da casa foram dominantes e garantiram a vitória com os primeiros gols de Ramón Sosa e Andreas Pereira, que marcou duas vezes.

    O Palmeiras agora se volta de fato para a Libertadores. Após bater o River por 2 a 1, na Argentina, o time recebe o adversário, no Allianz Parque, na quarta-feira. Já o Fortaleza só volta a atuar contra o Sport, pelo Brasileirão, no sábado.


Fonte: https://jornaldematogrosso.com.br/noticia/136204/com-a-cabeca-nalibertadores-palmeiras-poupa-jogadores-mas-goleia-fortaleza.html. Acesso em  
O texto é um exemplo de uso da linguagem verbal porque:
Alternativas
Q3743172 Português
Leia o texto a seguir:


Com a cabeça na Libertadores, Palmeiras poupa jogadores,
mas goleia Fortaleza


    Palmeiras poupou jogadores na noite deste sábado, 20, já pensando na Libertadores. Isso não prejudicou a briga pelo Campeonato Brasileiro, e a equipe goleou o Fortaleza por 4 a 1, no Allianz Parque.

    Abel Ferreira mandou a campo um time que, em relação ao que enfrentou o River Plate na última semana, repetiu apenas Weverton.

    A vitória deixa os paulistas com 49 pontos, um atrás do líder Flamengo, que ainda joga, no domingo, contra o Vasco. O Cruzeiro é terceiro, com 47, e também joga no domingo, contra o Red Bull Bragantino.

    Raphael Veiga pôde aliviar certa pressão por momentos difíceis na temporada. Sofrendo com lesões e marcado pelo pênalti perdido na final do Paulistão, o meia voltou a marcar após 115 dias.

    As modificações deixaram o primeiro tempo equilibrado contra um Fortaleza próximo da lanterna na tabela de classificação. Lucas Crispim empatou. No segundo tempo, porém, os donos da casa foram dominantes e garantiram a vitória com os primeiros gols de Ramón Sosa e Andreas Pereira, que marcou duas vezes.

    O Palmeiras agora se volta de fato para a Libertadores. Após bater o River por 2 a 1, na Argentina, o time recebe o adversário, no Allianz Parque, na quarta-feira. Já o Fortaleza só volta a atuar contra o Sport, pelo Brasileirão, no sábado.


Fonte: https://jornaldematogrosso.com.br/noticia/136204/com-a-cabeca-nalibertadores-palmeiras-poupa-jogadores-mas-goleia-fortaleza.html. Acesso em  
O jogo entre Palmeiras e Fortaleza aconteceu:
Alternativas
Q3743171 Português
Leia o texto a seguir:


Com a cabeça na Libertadores, Palmeiras poupa jogadores,
mas goleia Fortaleza


    Palmeiras poupou jogadores na noite deste sábado, 20, já pensando na Libertadores. Isso não prejudicou a briga pelo Campeonato Brasileiro, e a equipe goleou o Fortaleza por 4 a 1, no Allianz Parque.

    Abel Ferreira mandou a campo um time que, em relação ao que enfrentou o River Plate na última semana, repetiu apenas Weverton.

    A vitória deixa os paulistas com 49 pontos, um atrás do líder Flamengo, que ainda joga, no domingo, contra o Vasco. O Cruzeiro é terceiro, com 47, e também joga no domingo, contra o Red Bull Bragantino.

    Raphael Veiga pôde aliviar certa pressão por momentos difíceis na temporada. Sofrendo com lesões e marcado pelo pênalti perdido na final do Paulistão, o meia voltou a marcar após 115 dias.

    As modificações deixaram o primeiro tempo equilibrado contra um Fortaleza próximo da lanterna na tabela de classificação. Lucas Crispim empatou. No segundo tempo, porém, os donos da casa foram dominantes e garantiram a vitória com os primeiros gols de Ramón Sosa e Andreas Pereira, que marcou duas vezes.

    O Palmeiras agora se volta de fato para a Libertadores. Após bater o River por 2 a 1, na Argentina, o time recebe o adversário, no Allianz Parque, na quarta-feira. Já o Fortaleza só volta a atuar contra o Sport, pelo Brasileirão, no sábado.


Fonte: https://jornaldematogrosso.com.br/noticia/136204/com-a-cabeca-nalibertadores-palmeiras-poupa-jogadores-mas-goleia-fortaleza.html. Acesso em  
Com base no texto, a ordem temporal dos eventos esportivos mencionados é a seguinte: 
Alternativas
Q3743170 Português
Leia o texto a seguir:


Com a cabeça na Libertadores, Palmeiras poupa jogadores,
mas goleia Fortaleza


    Palmeiras poupou jogadores na noite deste sábado, 20, já pensando na Libertadores. Isso não prejudicou a briga pelo Campeonato Brasileiro, e a equipe goleou o Fortaleza por 4 a 1, no Allianz Parque.

    Abel Ferreira mandou a campo um time que, em relação ao que enfrentou o River Plate na última semana, repetiu apenas Weverton.

    A vitória deixa os paulistas com 49 pontos, um atrás do líder Flamengo, que ainda joga, no domingo, contra o Vasco. O Cruzeiro é terceiro, com 47, e também joga no domingo, contra o Red Bull Bragantino.

    Raphael Veiga pôde aliviar certa pressão por momentos difíceis na temporada. Sofrendo com lesões e marcado pelo pênalti perdido na final do Paulistão, o meia voltou a marcar após 115 dias.

    As modificações deixaram o primeiro tempo equilibrado contra um Fortaleza próximo da lanterna na tabela de classificação. Lucas Crispim empatou. No segundo tempo, porém, os donos da casa foram dominantes e garantiram a vitória com os primeiros gols de Ramón Sosa e Andreas Pereira, que marcou duas vezes.

    O Palmeiras agora se volta de fato para a Libertadores. Após bater o River por 2 a 1, na Argentina, o time recebe o adversário, no Allianz Parque, na quarta-feira. Já o Fortaleza só volta a atuar contra o Sport, pelo Brasileirão, no sábado.


Fonte: https://jornaldematogrosso.com.br/noticia/136204/com-a-cabeca-nalibertadores-palmeiras-poupa-jogadores-mas-goleia-fortaleza.html. Acesso em  
Ao mencionar que “o Palmeiras agora se volta de fato para a Libertadores” (6º parágrafo), o texto sugere que:
Alternativas
Q3743169 Português
Leia o texto a seguir:


Com a cabeça na Libertadores, Palmeiras poupa jogadores,
mas goleia Fortaleza


    Palmeiras poupou jogadores na noite deste sábado, 20, já pensando na Libertadores. Isso não prejudicou a briga pelo Campeonato Brasileiro, e a equipe goleou o Fortaleza por 4 a 1, no Allianz Parque.

    Abel Ferreira mandou a campo um time que, em relação ao que enfrentou o River Plate na última semana, repetiu apenas Weverton.

    A vitória deixa os paulistas com 49 pontos, um atrás do líder Flamengo, que ainda joga, no domingo, contra o Vasco. O Cruzeiro é terceiro, com 47, e também joga no domingo, contra o Red Bull Bragantino.

    Raphael Veiga pôde aliviar certa pressão por momentos difíceis na temporada. Sofrendo com lesões e marcado pelo pênalti perdido na final do Paulistão, o meia voltou a marcar após 115 dias.

    As modificações deixaram o primeiro tempo equilibrado contra um Fortaleza próximo da lanterna na tabela de classificação. Lucas Crispim empatou. No segundo tempo, porém, os donos da casa foram dominantes e garantiram a vitória com os primeiros gols de Ramón Sosa e Andreas Pereira, que marcou duas vezes.

    O Palmeiras agora se volta de fato para a Libertadores. Após bater o River por 2 a 1, na Argentina, o time recebe o adversário, no Allianz Parque, na quarta-feira. Já o Fortaleza só volta a atuar contra o Sport, pelo Brasileirão, no sábado.


Fonte: https://jornaldematogrosso.com.br/noticia/136204/com-a-cabeca-nalibertadores-palmeiras-poupa-jogadores-mas-goleia-fortaleza.html. Acesso em  
O trecho “Raphael Veiga pôde aliviar certa pressão por momentos difíceis na temporada” (4º parágrafo) indica que o jogador:
Alternativas
Q3743168 Português
Leia o texto a seguir:


Com a cabeça na Libertadores, Palmeiras poupa jogadores,
mas goleia Fortaleza


    Palmeiras poupou jogadores na noite deste sábado, 20, já pensando na Libertadores. Isso não prejudicou a briga pelo Campeonato Brasileiro, e a equipe goleou o Fortaleza por 4 a 1, no Allianz Parque.

    Abel Ferreira mandou a campo um time que, em relação ao que enfrentou o River Plate na última semana, repetiu apenas Weverton.

    A vitória deixa os paulistas com 49 pontos, um atrás do líder Flamengo, que ainda joga, no domingo, contra o Vasco. O Cruzeiro é terceiro, com 47, e também joga no domingo, contra o Red Bull Bragantino.

    Raphael Veiga pôde aliviar certa pressão por momentos difíceis na temporada. Sofrendo com lesões e marcado pelo pênalti perdido na final do Paulistão, o meia voltou a marcar após 115 dias.

    As modificações deixaram o primeiro tempo equilibrado contra um Fortaleza próximo da lanterna na tabela de classificação. Lucas Crispim empatou. No segundo tempo, porém, os donos da casa foram dominantes e garantiram a vitória com os primeiros gols de Ramón Sosa e Andreas Pereira, que marcou duas vezes.

    O Palmeiras agora se volta de fato para a Libertadores. Após bater o River por 2 a 1, na Argentina, o time recebe o adversário, no Allianz Parque, na quarta-feira. Já o Fortaleza só volta a atuar contra o Sport, pelo Brasileirão, no sábado.


Fonte: https://jornaldematogrosso.com.br/noticia/136204/com-a-cabeca-nalibertadores-palmeiras-poupa-jogadores-mas-goleia-fortaleza.html. Acesso em  
Segundo o texto, o Palmeiras poupou jogadores porque: 
Alternativas
Q3743167 Português
Leia o texto a seguir:


Com a cabeça na Libertadores, Palmeiras poupa jogadores,
mas goleia Fortaleza


    Palmeiras poupou jogadores na noite deste sábado, 20, já pensando na Libertadores. Isso não prejudicou a briga pelo Campeonato Brasileiro, e a equipe goleou o Fortaleza por 4 a 1, no Allianz Parque.

    Abel Ferreira mandou a campo um time que, em relação ao que enfrentou o River Plate na última semana, repetiu apenas Weverton.

    A vitória deixa os paulistas com 49 pontos, um atrás do líder Flamengo, que ainda joga, no domingo, contra o Vasco. O Cruzeiro é terceiro, com 47, e também joga no domingo, contra o Red Bull Bragantino.

    Raphael Veiga pôde aliviar certa pressão por momentos difíceis na temporada. Sofrendo com lesões e marcado pelo pênalti perdido na final do Paulistão, o meia voltou a marcar após 115 dias.

    As modificações deixaram o primeiro tempo equilibrado contra um Fortaleza próximo da lanterna na tabela de classificação. Lucas Crispim empatou. No segundo tempo, porém, os donos da casa foram dominantes e garantiram a vitória com os primeiros gols de Ramón Sosa e Andreas Pereira, que marcou duas vezes.

    O Palmeiras agora se volta de fato para a Libertadores. Após bater o River por 2 a 1, na Argentina, o time recebe o adversário, no Allianz Parque, na quarta-feira. Já o Fortaleza só volta a atuar contra o Sport, pelo Brasileirão, no sábado.


Fonte: https://jornaldematogrosso.com.br/noticia/136204/com-a-cabeca-nalibertadores-palmeiras-poupa-jogadores-mas-goleia-fortaleza.html. Acesso em  
O texto tem como tema principal:
Alternativas
Q3743110 Português
Texto 3 – para a questão.


Tirinha de Bob Thaveshttps://www.estadao.com.br/ cultura/quadrinhos/ - acesso em 03 de junho 
O humor dessa tirinha está construído por meio do recurso da linguagem verbal e não verbal. No recurso da linguagem verbal foi empregado(a) o(a): 
Alternativas
Q3743109 Português
Texto 2 - Para a questão.


PLANETA ÁGUA VAI SECAR?

Mais de 70% da Terra é coberta por água. Mesmo assim, 768 milhões de pessoas mundo afora não têm nenhum acesso à água tratada. Entenda como isso é possível.

Já era. A crise da água chegou para mudar a sua vida definitivamente a curto, médio e longo prazo. Não importa se você mora num lugar em que o nível dos reservatórios ainda é razoável - a crise também tem a ver com você. E é um pouco culpa sua também. Não só sua, claro. Também tem as mudanças climáticas (sim, elas existem), a contaminação das fontes, o mau gerenciamento dos recursos hídricos e o crescimento demográfico. A sua parte - reduzir o desperdício - é uma das mais fáceis de colocar em prática. Mas também é importante entender como funciona todo o resto.

A água da Terra não vai acabar assim, de uma hora para a outra. Temos mais ou menos 1,4 bilhão de km³ de água. Aí você tira da conta a água salgada dos oceanos, todo o volume dos aquíferos subterrâneos e as geleiras, e você chega à grandiosa quantia de 132 mil km³ de água superficial que podemos, de fato, usar. É pouquíssimo. Ainda mais se considerarmos que esse número não mudou muito desde que o mundo é mundo. Um dos problemas é que, enquanto a quantidade de água doce do mundo continua igual, a população cresceu. Em 1950, éramos 2,5 bilhões. Em 2050, a previsão da ONU é de que seremos 9,3 bilhões. É como se a fila do banheiro da sua casa mais do que triplicasse de tamanho. Aí, não há caixa d'água que sustente. Aliás, não é só de uma caixa d'água maior que a gente precisa. Para dar conta de tanta gente, também é necessário gerar mais energia, produzir mais comida, mais roupas, mais tudo. Uma boa parte desse "tudo" precisa de água. Nas próximas 3 décadas e meia, a demanda global deve aumentar 55%. Se considerarmos que a indústria e a agropecuária consomem 90% da água do mundo, a coisa fica mais feia.

Os números ajudam a explicar como pode haver crise hídrica em um país com uma bacia hidrográfica tão abundante. Tem outros fatores também: a maior parte da população se concentra perto do litoral e longe de grandes mananciais, como o Rio Amazonas, o maior do mundo em volume. Além disso, a água que chega até a sua torneira provavelmente passa por tubulações construídas nos anos 1940 ou 1950. Não é difícil imaginar que um sistema como esse facilite o desperdício. A cada segundo, mais de 1200 litros são jogados fora no processo de distribuição. Com toda a água desperdiçada aqui ao longo de um dia, daria para abastecer 932 milhões de pessoas (ou 3 vezes a população dos EUA). Isso porque exploramos bem pouco - e bem mal - os nossos recursos hídricos.

Texto retirado de http://super.abril.com.br/crise-agua/ - acesso 03 de junho de 2025.
“Nas próximas 3 décadas e meia, a demanda global deve aumentar 55%.” A locução verbal da oração destacada apresenta um sentido de 
Alternativas
Respostas
26281: B
26282: A
26283: C
26284: B
26285: C
26286: C
26287: C
26288: B
26289: C
26290: D
26291: B
26292: C
26293: B
26294: D
26295: D
26296: A
26297: A
26298: C
26299: B
26300: C