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Questões de Concurso Sobre português

Foram encontradas 251.156 questões

Q3748300 Português
Em relação ao emprego de crase, assinalar a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3748299 Português
Considerando as regras de acentuação, analisar os itens.
I. Armazéns | pó | bônus. II. Ímã | jibóia |herói. III. Faísca | caráter | frequência.
Está CORRETO o que se afirma: 
Alternativas
Q3748298 Português
Considerando as palavras fornecidas abaixo e a sua classificação quanto ao número de sílabas, relacionar as colunas e assinalar a sequência correspondente.
(1) Monossílaba. (2) Dissílaba. (3) Trissílaba. (4) Polissílaba.

( ) Matemática. ( ) Mel. ( ) Voo. ( ) Pormenor. 
Alternativas
Q3748296 Português
Clube do grito: berrar alto é tendência anti-stress

    De Londres a Chicago, um novo tipo de clube social começa a se espalhar pelo mundo. São os chamados "scream clubs" ou "clubes do grito", em português. O nome é literal: um grupo de pessoas que se reúne para gritar. O roteiro é simples: alguém marca o ponto de encontro (geralmente um lugar público, como parques), reúne a turma, conta até três e, por alguns segundos, todo mundo grita junto. Depois, risadas, abraços e, segundo relatos, uma sensação de descompressão total.
    A tendência começou a aparecer no pós-pandemia, mas o boom recente ganhou força a partir de junho deste ano, em Chicago, com o registro da marca "Scream Club" por Manny Hernandez, um coach de respiração, e sua sócia, Elena Soboleva, especialista em branding pessoal. O horário garante um bom início de semana: sempre aos domingos, 19h.
    A tendência viajou na velocidade do som (desculpe, não resisti à metáfora): os clubes já estão em outras cidades dos Estados Unidos, como Atlanta, Palm Beach, Austin, Seattle, Detroit, Denver e Nova York, e alçaram voo internacional para a Europa, em cidades como Londres e Lisboa. No Brasil, a moda parece não ter chegado, mas é questão de tempo.
    Pesquisas recentes em psicologia e neurociência social mostram que atividades sincronizadas e intensas, como cantar, dançar ou mover-se junto, elevam o limiar de dor e o humor, indicativos de liberação de endorfinas. Em linguagem sociológica, é a "efervescência coletiva" de Durkheim, francês considerado o pai da sociologia: emoções compartilhadas que se amplificam e produzem coesão. O grito, portanto, quando ritualizado, opera nessa fronteira entre o físico e o simbólico: é descarga, mas também encontro. É o mesmo princípio que explica a vibração coletiva de uma torcida de futebol, de uma pista de dança ou de vozes em coro na plateia de um show.
    E, convenhamos, depois de tudo o que atravessamos nos últimos anos, talvez o estranho seja quem ainda consegue ficar calado. Na panela de pressão que estamos vivendo, às vezes dá mesmo vontade de explodir — mesmo que com hora marcada.

    Fonte: Maria Prata, colunista Universa Uol. Adaptado.
Assinalar a alternativa que apresenta o mesmo tipo de complemento verbal que o da oração “O horário garante um bom início de semana” (2º parágrafo). 
Alternativas
Q3748295 Português
Clube do grito: berrar alto é tendência anti-stress

    De Londres a Chicago, um novo tipo de clube social começa a se espalhar pelo mundo. São os chamados "scream clubs" ou "clubes do grito", em português. O nome é literal: um grupo de pessoas que se reúne para gritar. O roteiro é simples: alguém marca o ponto de encontro (geralmente um lugar público, como parques), reúne a turma, conta até três e, por alguns segundos, todo mundo grita junto. Depois, risadas, abraços e, segundo relatos, uma sensação de descompressão total.
    A tendência começou a aparecer no pós-pandemia, mas o boom recente ganhou força a partir de junho deste ano, em Chicago, com o registro da marca "Scream Club" por Manny Hernandez, um coach de respiração, e sua sócia, Elena Soboleva, especialista em branding pessoal. O horário garante um bom início de semana: sempre aos domingos, 19h.
    A tendência viajou na velocidade do som (desculpe, não resisti à metáfora): os clubes já estão em outras cidades dos Estados Unidos, como Atlanta, Palm Beach, Austin, Seattle, Detroit, Denver e Nova York, e alçaram voo internacional para a Europa, em cidades como Londres e Lisboa. No Brasil, a moda parece não ter chegado, mas é questão de tempo.
    Pesquisas recentes em psicologia e neurociência social mostram que atividades sincronizadas e intensas, como cantar, dançar ou mover-se junto, elevam o limiar de dor e o humor, indicativos de liberação de endorfinas. Em linguagem sociológica, é a "efervescência coletiva" de Durkheim, francês considerado o pai da sociologia: emoções compartilhadas que se amplificam e produzem coesão. O grito, portanto, quando ritualizado, opera nessa fronteira entre o físico e o simbólico: é descarga, mas também encontro. É o mesmo princípio que explica a vibração coletiva de uma torcida de futebol, de uma pista de dança ou de vozes em coro na plateia de um show.
    E, convenhamos, depois de tudo o que atravessamos nos últimos anos, talvez o estranho seja quem ainda consegue ficar calado. Na panela de pressão que estamos vivendo, às vezes dá mesmo vontade de explodir — mesmo que com hora marcada.

    Fonte: Maria Prata, colunista Universa Uol. Adaptado.
As palavras sublinhadas no 1º parágrafo do texto (“social”, “um”, “que”, “simples” e “reúne”) são classificadas, respectivamente, em:
Alternativas
Q3748294 Português
Clube do grito: berrar alto é tendência anti-stress

    De Londres a Chicago, um novo tipo de clube social começa a se espalhar pelo mundo. São os chamados "scream clubs" ou "clubes do grito", em português. O nome é literal: um grupo de pessoas que se reúne para gritar. O roteiro é simples: alguém marca o ponto de encontro (geralmente um lugar público, como parques), reúne a turma, conta até três e, por alguns segundos, todo mundo grita junto. Depois, risadas, abraços e, segundo relatos, uma sensação de descompressão total.
    A tendência começou a aparecer no pós-pandemia, mas o boom recente ganhou força a partir de junho deste ano, em Chicago, com o registro da marca "Scream Club" por Manny Hernandez, um coach de respiração, e sua sócia, Elena Soboleva, especialista em branding pessoal. O horário garante um bom início de semana: sempre aos domingos, 19h.
    A tendência viajou na velocidade do som (desculpe, não resisti à metáfora): os clubes já estão em outras cidades dos Estados Unidos, como Atlanta, Palm Beach, Austin, Seattle, Detroit, Denver e Nova York, e alçaram voo internacional para a Europa, em cidades como Londres e Lisboa. No Brasil, a moda parece não ter chegado, mas é questão de tempo.
    Pesquisas recentes em psicologia e neurociência social mostram que atividades sincronizadas e intensas, como cantar, dançar ou mover-se junto, elevam o limiar de dor e o humor, indicativos de liberação de endorfinas. Em linguagem sociológica, é a "efervescência coletiva" de Durkheim, francês considerado o pai da sociologia: emoções compartilhadas que se amplificam e produzem coesão. O grito, portanto, quando ritualizado, opera nessa fronteira entre o físico e o simbólico: é descarga, mas também encontro. É o mesmo princípio que explica a vibração coletiva de uma torcida de futebol, de uma pista de dança ou de vozes em coro na plateia de um show.
    E, convenhamos, depois de tudo o que atravessamos nos últimos anos, talvez o estranho seja quem ainda consegue ficar calado. Na panela de pressão que estamos vivendo, às vezes dá mesmo vontade de explodir — mesmo que com hora marcada.

    Fonte: Maria Prata, colunista Universa Uol. Adaptado.
Considerar o excerto abaixo, retirado do 4º parágrafo do texto.
O grito, portanto, quando ritualizado, opera nessa fronteira entre o físico e o simbólico: é descarga, mas também encontro.
Assinalar a alternativa que poderia substituir “portanto” sem causar prejuízo de sentido no trecho.
Alternativas
Q3748293 Português
Clube do grito: berrar alto é tendência anti-stress

    De Londres a Chicago, um novo tipo de clube social começa a se espalhar pelo mundo. São os chamados "scream clubs" ou "clubes do grito", em português. O nome é literal: um grupo de pessoas que se reúne para gritar. O roteiro é simples: alguém marca o ponto de encontro (geralmente um lugar público, como parques), reúne a turma, conta até três e, por alguns segundos, todo mundo grita junto. Depois, risadas, abraços e, segundo relatos, uma sensação de descompressão total.
    A tendência começou a aparecer no pós-pandemia, mas o boom recente ganhou força a partir de junho deste ano, em Chicago, com o registro da marca "Scream Club" por Manny Hernandez, um coach de respiração, e sua sócia, Elena Soboleva, especialista em branding pessoal. O horário garante um bom início de semana: sempre aos domingos, 19h.
    A tendência viajou na velocidade do som (desculpe, não resisti à metáfora): os clubes já estão em outras cidades dos Estados Unidos, como Atlanta, Palm Beach, Austin, Seattle, Detroit, Denver e Nova York, e alçaram voo internacional para a Europa, em cidades como Londres e Lisboa. No Brasil, a moda parece não ter chegado, mas é questão de tempo.
    Pesquisas recentes em psicologia e neurociência social mostram que atividades sincronizadas e intensas, como cantar, dançar ou mover-se junto, elevam o limiar de dor e o humor, indicativos de liberação de endorfinas. Em linguagem sociológica, é a "efervescência coletiva" de Durkheim, francês considerado o pai da sociologia: emoções compartilhadas que se amplificam e produzem coesão. O grito, portanto, quando ritualizado, opera nessa fronteira entre o físico e o simbólico: é descarga, mas também encontro. É o mesmo princípio que explica a vibração coletiva de uma torcida de futebol, de uma pista de dança ou de vozes em coro na plateia de um show.
    E, convenhamos, depois de tudo o que atravessamos nos últimos anos, talvez o estranho seja quem ainda consegue ficar calado. Na panela de pressão que estamos vivendo, às vezes dá mesmo vontade de explodir — mesmo que com hora marcada.

    Fonte: Maria Prata, colunista Universa Uol. Adaptado.
No 3º parágrafo do texto, a autora menciona que "a tendência viajou na velocidade do som”. Isso indica que a tendência...
Alternativas
Q3748292 Português
Clube do grito: berrar alto é tendência anti-stress

    De Londres a Chicago, um novo tipo de clube social começa a se espalhar pelo mundo. São os chamados "scream clubs" ou "clubes do grito", em português. O nome é literal: um grupo de pessoas que se reúne para gritar. O roteiro é simples: alguém marca o ponto de encontro (geralmente um lugar público, como parques), reúne a turma, conta até três e, por alguns segundos, todo mundo grita junto. Depois, risadas, abraços e, segundo relatos, uma sensação de descompressão total.
    A tendência começou a aparecer no pós-pandemia, mas o boom recente ganhou força a partir de junho deste ano, em Chicago, com o registro da marca "Scream Club" por Manny Hernandez, um coach de respiração, e sua sócia, Elena Soboleva, especialista em branding pessoal. O horário garante um bom início de semana: sempre aos domingos, 19h.
    A tendência viajou na velocidade do som (desculpe, não resisti à metáfora): os clubes já estão em outras cidades dos Estados Unidos, como Atlanta, Palm Beach, Austin, Seattle, Detroit, Denver e Nova York, e alçaram voo internacional para a Europa, em cidades como Londres e Lisboa. No Brasil, a moda parece não ter chegado, mas é questão de tempo.
    Pesquisas recentes em psicologia e neurociência social mostram que atividades sincronizadas e intensas, como cantar, dançar ou mover-se junto, elevam o limiar de dor e o humor, indicativos de liberação de endorfinas. Em linguagem sociológica, é a "efervescência coletiva" de Durkheim, francês considerado o pai da sociologia: emoções compartilhadas que se amplificam e produzem coesão. O grito, portanto, quando ritualizado, opera nessa fronteira entre o físico e o simbólico: é descarga, mas também encontro. É o mesmo princípio que explica a vibração coletiva de uma torcida de futebol, de uma pista de dança ou de vozes em coro na plateia de um show.
    E, convenhamos, depois de tudo o que atravessamos nos últimos anos, talvez o estranho seja quem ainda consegue ficar calado. Na panela de pressão que estamos vivendo, às vezes dá mesmo vontade de explodir — mesmo que com hora marcada.

    Fonte: Maria Prata, colunista Universa Uol. Adaptado.
Considerando as informações apresentadas no texto, assinalar a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3748288 Português
A regência nominal exige o uso adequado das preposições que ligam o nome ao seu complemento. O desconhecimento dessas relações pode gerar impropriedades na construção sintática, comprometendo a correção gramatical do enunciado. Assim, observe as frases a seguir e assinale a opção em que todas as regências nominais estão corretas, de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa. 
Alternativas
Q3748286 Português

Analise as afirmativas abaixo, identificando a classificação correta das orações subordinadas em destaque, conforme a função sintática que desempenham.



I. É importante que todos participem da reunião. → oração subordinada substantiva subjetiva.


II. Tenho esperança de que o projeto seja aprovado. → oração subordinada substantiva completiva nominal.


III. O diretor afirmou que as mudanças são necessárias. → oração subordinada substantiva objetiva indireta.


IV. Lembro-me de que o autor criticava o sistema educacional. → oração subordinada substantiva objetiva direta.


V. Havia apenas um desejo: que o trabalho fosse reconhecido. → oração subordinada substantiva apositiva.



Em quais afirmativas a classificação das orações está correta?

Alternativas
Q3748234 Português
NAVEGAR É PRECISO

Com o objetivo de promover a inclusão digital e permitir que a população 60+ participe ativamente da sociedade moderna, a Prefeitura do Recife oferece cursos gratuitos de informática para turmas exclusivas dessa faixa etária. Cada vez mais essencial para o acesso a serviços, comunicação e bem-estar, o projeto proporciona aos participantes as ferramentas necessárias para se navegar no mundo digital.

60+ Viva a Vida. Engenho de Mídia Comunicação Ltda. 2025. p.37
Sobre Ortografia, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3748233 Português
NAVEGAR É PRECISO

Com o objetivo de promover a inclusão digital e permitir que a população 60+ participe ativamente da sociedade moderna, a Prefeitura do Recife oferece cursos gratuitos de informática para turmas exclusivas dessa faixa etária. Cada vez mais essencial para o acesso a serviços, comunicação e bem-estar, o projeto proporciona aos participantes as ferramentas necessárias para se navegar no mundo digital.

60+ Viva a Vida. Engenho de Mídia Comunicação Ltda. 2025. p.37
Sobre o verbo destacado em maiúscula no fragmento abaixo:

“...o projeto PROPORCIONA aos participantes as ferramentas necessárias para se navegar no mundo digital.”

É CORRETO afirmar que esse verbo 
Alternativas
Q3748232 Português
NAVEGAR É PRECISO

Com o objetivo de promover a inclusão digital e permitir que a população 60+ participe ativamente da sociedade moderna, a Prefeitura do Recife oferece cursos gratuitos de informática para turmas exclusivas dessa faixa etária. Cada vez mais essencial para o acesso a serviços, comunicação e bem-estar, o projeto proporciona aos participantes as ferramentas necessárias para se navegar no mundo digital.

60+ Viva a Vida. Engenho de Mídia Comunicação Ltda. 2025. p.37
Assinale a alternativa que declara uma mensagem NÃO contida no texto 03. 
Alternativas
Q3748231 Português
A RAINHA DA CIRANDA

Lia, das águas do mar de Itamaracá; da viagem para se apresentar no Rock in Rio aos 80 anos; das participações dos shows da Nação Zumbi, comprovando que ciranda e mangue não só combinam como se completam. Compartilha a vida e o trabalho com o músico José Januário, com quem é casada há mais de quarenta anos.

Maria Madalena do Nascimento nasceu no dia 12 de janeiro de 1944, na ilha que ela carrega em seu nome. Itamaracá, em Tupi Guarani, significa Pedra que Canta, talvez já um prenúncio de que a música faria Lia extrapolar as fronteiras, levando a ciranda para as diversas regiões do Brasil e países, como França, Inglaterra, Lisboa e Estados Unidos.

Sua infância não foi regada a Danoninho, como costuma dizer. Desde criança, Lia e os irmãos ajudavam a mãe com as tarefas domésticas em que ela trabalhava na ilha. A música, porém, já habitava o seu imaginário. Se faltavam recursos para uma forma educacional completa, sobrava talento e o desejo de cantar.

Esse desejo transformou Maria em Lia de Itamaracá, a mais célebre cirandeira do Brasil. No carnaval deste ano, foi enredo da escola de samba Império da Tijuca que desfilou na Sapucaí com o samba: “Sou Lia de Itamaracá cirandando a vida na beira do mar”. De sorriso largo, realizada com suas conquistas, ela recebe com muita alegria as homenagens prestadas: “Foi uma maravilha; se tem alguma coisa pra fazer por mim, que faça comigo viva”.

60+ Viva a Vida. Engenho de Mídia Comunicação Ltda.p.6-7. 2024.
No que se refere à Acentuação, assinale a alternativa cuja justificativa está CORRETA para o acento do termo destacado em maiúscula.
Alternativas
Q3748230 Português
A RAINHA DA CIRANDA

Lia, das águas do mar de Itamaracá; da viagem para se apresentar no Rock in Rio aos 80 anos; das participações dos shows da Nação Zumbi, comprovando que ciranda e mangue não só combinam como se completam. Compartilha a vida e o trabalho com o músico José Januário, com quem é casada há mais de quarenta anos.

Maria Madalena do Nascimento nasceu no dia 12 de janeiro de 1944, na ilha que ela carrega em seu nome. Itamaracá, em Tupi Guarani, significa Pedra que Canta, talvez já um prenúncio de que a música faria Lia extrapolar as fronteiras, levando a ciranda para as diversas regiões do Brasil e países, como França, Inglaterra, Lisboa e Estados Unidos.

Sua infância não foi regada a Danoninho, como costuma dizer. Desde criança, Lia e os irmãos ajudavam a mãe com as tarefas domésticas em que ela trabalhava na ilha. A música, porém, já habitava o seu imaginário. Se faltavam recursos para uma forma educacional completa, sobrava talento e o desejo de cantar.

Esse desejo transformou Maria em Lia de Itamaracá, a mais célebre cirandeira do Brasil. No carnaval deste ano, foi enredo da escola de samba Império da Tijuca que desfilou na Sapucaí com o samba: “Sou Lia de Itamaracá cirandando a vida na beira do mar”. De sorriso largo, realizada com suas conquistas, ela recebe com muita alegria as homenagens prestadas: “Foi uma maravilha; se tem alguma coisa pra fazer por mim, que faça comigo viva”.

60+ Viva a Vida. Engenho de Mídia Comunicação Ltda.p.6-7. 2024.
Observe o fragmento de texto abaixo:

“Esse desejo transformou Maria em Lia de Itamaracá, a mais célebre cirandeira do Brasil.”

Assinale a alternativa que contém a justificativa CORRETA para o emprego da vírgula acima.
Alternativas
Q3748229 Português
A RAINHA DA CIRANDA

Lia, das águas do mar de Itamaracá; da viagem para se apresentar no Rock in Rio aos 80 anos; das participações dos shows da Nação Zumbi, comprovando que ciranda e mangue não só combinam como se completam. Compartilha a vida e o trabalho com o músico José Januário, com quem é casada há mais de quarenta anos.

Maria Madalena do Nascimento nasceu no dia 12 de janeiro de 1944, na ilha que ela carrega em seu nome. Itamaracá, em Tupi Guarani, significa Pedra que Canta, talvez já um prenúncio de que a música faria Lia extrapolar as fronteiras, levando a ciranda para as diversas regiões do Brasil e países, como França, Inglaterra, Lisboa e Estados Unidos.

Sua infância não foi regada a Danoninho, como costuma dizer. Desde criança, Lia e os irmãos ajudavam a mãe com as tarefas domésticas em que ela trabalhava na ilha. A música, porém, já habitava o seu imaginário. Se faltavam recursos para uma forma educacional completa, sobrava talento e o desejo de cantar.

Esse desejo transformou Maria em Lia de Itamaracá, a mais célebre cirandeira do Brasil. No carnaval deste ano, foi enredo da escola de samba Império da Tijuca que desfilou na Sapucaí com o samba: “Sou Lia de Itamaracá cirandando a vida na beira do mar”. De sorriso largo, realizada com suas conquistas, ela recebe com muita alegria as homenagens prestadas: “Foi uma maravilha; se tem alguma coisa pra fazer por mim, que faça comigo viva”.

60+ Viva a Vida. Engenho de Mídia Comunicação Ltda.p.6-7. 2024.
De acordo com o texto 02, é CORRETO afirmar que 
Alternativas
Q3748228 Português
A TRADIÇÃO DA FORÇA POPULAR

Ao longo dos anos, o São João se transformou numa das maiores expressões de identidade e alegria do povo nordestino, misturando fé, folclore, dança, música e culinária típica. “É uma tradição viva que expressa a alma do povo pernambucano e tem essa característica de reunir as pessoas por meio da música, da dança e da gastronomia, além da beleza e representatividade das quadrilhas juninas. Um grande festejo que movimenta a cadeia produtiva da cultura, aquecendo a economia e o turismo e que leva a cultura popular do nosso Estado para o Brasil e o mundo”, afirma a secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula.

As quadrilhas juninas são um espetáculo à parte. Inspiradas nas danças de salão das cortes francesas do século XIX, foram abrasileiradas com o calor do sertão e ganharam sotaque, cor e ritmo próprios. Hoje são apresentadas em pares com trajes típicos - vestidos rodados e camisas de xadrez - e coreografias narradas por um marcador que anuncia: “Anarriê! Anavantu! Olha a chuva! Embaladas pelo forró, pelo compasso da sanfona, do triângulo e da zabumba, dita o ritmo dos passos, seja nas caminhadas sincronizadas dos casais ou na animada “correria do casamento matuto”. Reunindo elementos do baião, do xote e do xaxado, o forró dá o tom da festa e emociona gerações, ajudando a contar histórias de amor, encontros, desencontros e muita alegria.

Revista 60+. Viva a vida. Engenho de Mídia Comunicação Ltda.p.12-13.2025. 
Observe o fragmento de texto abaixo:

“misturando fé, folclore, dança, música e culinária típica.”

Se o texto desse fragmento sofresse alterações em relação à ordem das palavras, estaria INCORRETO no que se refere à Concordância Nominal o que se declara na alternativa 
Alternativas
Q3748227 Português
A TRADIÇÃO DA FORÇA POPULAR

Ao longo dos anos, o São João se transformou numa das maiores expressões de identidade e alegria do povo nordestino, misturando fé, folclore, dança, música e culinária típica. “É uma tradição viva que expressa a alma do povo pernambucano e tem essa característica de reunir as pessoas por meio da música, da dança e da gastronomia, além da beleza e representatividade das quadrilhas juninas. Um grande festejo que movimenta a cadeia produtiva da cultura, aquecendo a economia e o turismo e que leva a cultura popular do nosso Estado para o Brasil e o mundo”, afirma a secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula.

As quadrilhas juninas são um espetáculo à parte. Inspiradas nas danças de salão das cortes francesas do século XIX, foram abrasileiradas com o calor do sertão e ganharam sotaque, cor e ritmo próprios. Hoje são apresentadas em pares com trajes típicos - vestidos rodados e camisas de xadrez - e coreografias narradas por um marcador que anuncia: “Anarriê! Anavantu! Olha a chuva! Embaladas pelo forró, pelo compasso da sanfona, do triângulo e da zabumba, dita o ritmo dos passos, seja nas caminhadas sincronizadas dos casais ou na animada “correria do casamento matuto”. Reunindo elementos do baião, do xote e do xaxado, o forró dá o tom da festa e emociona gerações, ajudando a contar histórias de amor, encontros, desencontros e muita alegria.

Revista 60+. Viva a vida. Engenho de Mídia Comunicação Ltda.p.12-13.2025. 
Assinale a alternativa cuja lacuna do termo em parênteses é preenchida pela mesma letra maiúscula do termo destacado em negrito. 
Alternativas
Q3748226 Português
A TRADIÇÃO DA FORÇA POPULAR

Ao longo dos anos, o São João se transformou numa das maiores expressões de identidade e alegria do povo nordestino, misturando fé, folclore, dança, música e culinária típica. “É uma tradição viva que expressa a alma do povo pernambucano e tem essa característica de reunir as pessoas por meio da música, da dança e da gastronomia, além da beleza e representatividade das quadrilhas juninas. Um grande festejo que movimenta a cadeia produtiva da cultura, aquecendo a economia e o turismo e que leva a cultura popular do nosso Estado para o Brasil e o mundo”, afirma a secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula.

As quadrilhas juninas são um espetáculo à parte. Inspiradas nas danças de salão das cortes francesas do século XIX, foram abrasileiradas com o calor do sertão e ganharam sotaque, cor e ritmo próprios. Hoje são apresentadas em pares com trajes típicos - vestidos rodados e camisas de xadrez - e coreografias narradas por um marcador que anuncia: “Anarriê! Anavantu! Olha a chuva! Embaladas pelo forró, pelo compasso da sanfona, do triângulo e da zabumba, dita o ritmo dos passos, seja nas caminhadas sincronizadas dos casais ou na animada “correria do casamento matuto”. Reunindo elementos do baião, do xote e do xaxado, o forró dá o tom da festa e emociona gerações, ajudando a contar histórias de amor, encontros, desencontros e muita alegria.

Revista 60+. Viva a vida. Engenho de Mídia Comunicação Ltda.p.12-13.2025. 
Em todas as alternativas abaixo, a tonicidade dos termos destacados em maiúscula recai na antepenúltima sílaba, EXCETO em uma. Assinale-a.
Alternativas
Q3748225 Português
A TRADIÇÃO DA FORÇA POPULAR

Ao longo dos anos, o São João se transformou numa das maiores expressões de identidade e alegria do povo nordestino, misturando fé, folclore, dança, música e culinária típica. “É uma tradição viva que expressa a alma do povo pernambucano e tem essa característica de reunir as pessoas por meio da música, da dança e da gastronomia, além da beleza e representatividade das quadrilhas juninas. Um grande festejo que movimenta a cadeia produtiva da cultura, aquecendo a economia e o turismo e que leva a cultura popular do nosso Estado para o Brasil e o mundo”, afirma a secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula.

As quadrilhas juninas são um espetáculo à parte. Inspiradas nas danças de salão das cortes francesas do século XIX, foram abrasileiradas com o calor do sertão e ganharam sotaque, cor e ritmo próprios. Hoje são apresentadas em pares com trajes típicos - vestidos rodados e camisas de xadrez - e coreografias narradas por um marcador que anuncia: “Anarriê! Anavantu! Olha a chuva! Embaladas pelo forró, pelo compasso da sanfona, do triângulo e da zabumba, dita o ritmo dos passos, seja nas caminhadas sincronizadas dos casais ou na animada “correria do casamento matuto”. Reunindo elementos do baião, do xote e do xaxado, o forró dá o tom da festa e emociona gerações, ajudando a contar histórias de amor, encontros, desencontros e muita alegria.

Revista 60+. Viva a vida. Engenho de Mídia Comunicação Ltda.p.12-13.2025. 
Em “...misturando fé, folclore, dança, música e culinária típica...”, as vírgulas separam
Alternativas
Respostas
26081: A
26082: A
26083: B
26084: C
26085: B
26086: D
26087: A
26088: C
26089: A
26090: C
26091: D
26092: B
26093: B
26094: A
26095: E
26096: D
26097: C
26098: D
26099: C
26100: A