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Questões de Concurso Sobre português

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Q3750148 Português
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No que diz respeito às funções da linguagem, percebe-se que, no anúncio apresentado, a Coca-Cola usa, predominantemente:
Alternativas
Q3750146 Português
No que diz respeito ao uso do hífen, assinale, a seguir, a alternativa cuja palavra está grafada incorretamente.
Alternativas
Q3750144 Português
As conjunções integrantes precedem as orações que possuem valor de substantivo. Sabendo disso, assinale, a seguir, a alternativa em que o “se” possui função de conjunção integrante.  
Alternativas
Q3750143 Português
Assinale, a seguir, a alternativa cuja oração em destaque não se trata de uma oração subordinada adjetiva.
Alternativas
Q3750141 Português
Cultura: por que e para quem?

Fernando Silva


    Afinal, você tem cultura? A resposta é simples: sim, você tem!

   O conceito de cultura é bastante amplo e definido com focos distintos, a depender-se da corrente de pensamento ou dos estudiosos que a interpretam. Entretanto, o termo está presente em muitos momentos de nossas vidas, em circunstâncias de aprendizagem escolar, em conversas cotidianas entre amigos e família e até em discussões pela internet. Em certas ocasiões, é comum que se haja conflitos ligados ao uso de frases como “você não tem cultura” ou “isso sim é cultura”. Hoje, no Blog do Espaço, discutiremos sobre por que cultura e, principalmente, para quem?

Alta cultura e baixa cultura?

   Podemos começar por um curto panorama acadêmico. Os Estudos Culturais nasceram por volta dos anos 60, principalmente a partir de reflexões do crítico britânico de literatura Raymond Williams. Este campo foi e é essencial para análise e investigação interdisciplinar que explora as formas de produção de significados e da difusão nas sociedades atuais.

   Dentre os trabalhos produzidos nessa área, notou-se que termos como ‘alta cultura’ e ‘erudição’ surgiram há muito tempo, datados entre os séculos XIII e XIX na Europa, a partir de referência aos clássicos da Grécia e Roma antigas, criados pelas elites dominantes. A cultura popular, e mais tarde a cultura de massa, surgiram então como modos classificativos de oposição ao que se considerava erudito. Traços dessas definições marcaram nossa sociedade. Na atualidade, não é difícil que se encontre indivíduos que acreditam em formas de cultura superiores a outras.

   É comum que se utilize a cultura como sinônimo de sabedoria, educação e refinamento. Neste pensamento, entende-se que títulos universitários, volume de leituras e até a inteligência são aspectos que ditam o quão culturalmente desenvolvido determinado indivíduo é. Aqui, a cultura é uma palavra usada para classificar as pessoas e, por diversas vezes, grupos sociais, servindo assim  como uma arma discriminatória.

   Pense no Brasil, um país rico em território, com cinco regiões tão distintas, com crenças múltiplas, variadas manifestações culinárias e ampla diversidade. É impossível que se aponte culturas superiores em detrimento de outras, afinal, existem diversas formas de manifestação cultural. Se este exemplo se aplica a um país, imagine em todo o mundo.

   “Um carnavalesco e um religioso não podem ser classificados em termos de superior ou inferior”, é o que aponta o antropólogo Roberto Da Matta. As relações são complementares, e isto significa que há tanta cultura no carnaval quanto nas missas e procissões.

   A cultura nos parece uma ótima ferramenta de compreensão das diferenças entre as sociedades e os indivíduos. Como descrito por Da Matta, ela é um mapa, através do qual as pessoas de um dado grupo pensam, classificam, estudam e modificam o mundo e a si mesmas.


Fonte: https://www.ufmg.br/espacodoconhecimento/ cultura-por-que-e-para-quem/ [adaptado]
Analise as afirmativas a seguir sobre o texto de Fernando da Silva.

I. As menções realizadas ao estudioso Raymond Williams e ao Antropólogo Roberto da Matta revelam o recurso da intertextualidade na construção do texto;

II. O termo em negrito na frase “A cultura nos parece uma ótima ferramenta de compreensão das diferenças entre as sociedades e os indivíduos” classifica-se, morfologicamente, como pronome pessoal do caso reto;

III. Na frase “Como descrito por Da Matta, ela é um mapa, através do qual as pessoas de um dado grupo pensam, classificam, estudam e modificam o mundo e a si mesmas”, a vírgula que separa o termo em negrito do restante do texto é obrigatória porque o adjunto adverbial está deslocado;

IV. Na frase “Na atualidade, não é difícil que se encontre indivíduos que acreditam em formas de cultura superiores a outras”, o termo em negrito trata-se de uma conjunção integrante que precede uma oração subordinada substantiva subjetiva.

Após análise das afirmativas, conclui-se que estão corretas: 
Alternativas
Q3750098 Português
Leia, a seguir, o anúncio da Coca-Cola e responda à questão.

No que diz respeito às funções da linguagem, percebe-se que, no anúncio apresentado, a CocaCola usa, predominantemente:
Alternativas
Q3750053 Português
Conjunção é uma palavra invariável que liga orações ou palavras da mesma oração. Analise as frases a seguir e assinale aquela em que a conjunção ou locução conjuntiva destacada está corretamente classificada:
Alternativas
Q3750052 Português
Leia o texto para responder à questão:

Q3.png (321×322)
(Disponível em:<https://campusvirtual.fiocruz.br/portal/?q=palavrachave-de-documentos/sextas-de-poesia&page=4> )

A respeito da colocação pronominal (próclise, mesóclise e ênclise) e com base no texto acima, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3750051 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


O destino implacável das flores


    O senhor gordo, de ar próspero, pede ao vendedor de flores que lhe escolha 12 rosas por abrir. Recomenda, depois, que sejam amarelas, mas concordou que fossem vermelhas, já que não havia das amarelas. As rosas foram escolhidas, uma a uma, cheiradas uma por uma e colocadas sobre uma folha de papel transparente. O senhor gordo puxou do bolso um cartão, dobrou-o em uma das extremidades e pediu, com um olhar, um lugar (discreto) onde pudesse escrever, sem ser visto.

    Está sentado, de caneta em punho e olhar perdido. Morde a unha do indicador da mão esquerda. Espera a frase poética. De repente, seus olhos se iluminam, os lábios se entreabrem, num sorriso enlevado. “É a inspiração que deve ter chegado...” ⸺ penso, do meu canto. O homem começa a escrever, mordendo os lábios, como todo bom calígrafo. Para, rasga o que escreveu e procura, em todos os bolsos, outro cartão. Como não encontra, pede novo cartão, da casa. Volta a escrever, mordendo os lábios e para mais uma vez... Levanta os olhos, a caneta no ar. Olha as prateleiras de flores, o homem do balcão e olha para mim, afinal, com certa alegria. Depois, caminha em direção à porta, onde estou e onde tenho absoluta certeza de que serei abordado. Caneta na mão direita, cartão na esquerda. Sorri, o sorriso sem graça de quem precisa, mas odeia precisar. Penso que terei de lhe fornecer uma frase e na minha terrível dificuldade de fazer frases. Vem andando, com a caneta, o cartão e o sorriso. Bem perto, o mesmo sorriso, pergunta se sou quem ele está pensando. Respondo-lhe que sim e penso em quanto gostaria de não ser. Baixa a voz e pede, então, o socorro:

    ⸺ Como é mesmo que se escreve “exímia”?

    Adivinho-lhe o local da dúvida e respondo, prontamente:

    ⸺ Com “x” mesmo.

    Olhou-me espantado. Agradeceu. Depois, achou que se devia justificar:

    ⸺ É para uma bailarina.

    Sorri-lhe. Saí andando, para minha vida. Mas, não me pude impedir de pensar que, horas depois, Marlene Rosário estaria recebendo mais 12 botões de rosas, com um cartão de ponta virada, onde leria sem muitas emoções: “À exímia bailarina, o seu mais ardoroso admirador”.


MARIA, Antônio. O destino implacável das flores. Última Hora, 22 fev. 1961. Disponível em: <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/15237/odestino-implacavel-das-flores>.
No texto, o homem pede socorro ao escritor porque não sabe como se escreve “exímia”. Qual dos termos a seguir está ortograficamente correto e apresenta a letra “x” com som de “z”, como em “exímia”?
Alternativas
Q3750050 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


O destino implacável das flores


    O senhor gordo, de ar próspero, pede ao vendedor de flores que lhe escolha 12 rosas por abrir. Recomenda, depois, que sejam amarelas, mas concordou que fossem vermelhas, já que não havia das amarelas. As rosas foram escolhidas, uma a uma, cheiradas uma por uma e colocadas sobre uma folha de papel transparente. O senhor gordo puxou do bolso um cartão, dobrou-o em uma das extremidades e pediu, com um olhar, um lugar (discreto) onde pudesse escrever, sem ser visto.

    Está sentado, de caneta em punho e olhar perdido. Morde a unha do indicador da mão esquerda. Espera a frase poética. De repente, seus olhos se iluminam, os lábios se entreabrem, num sorriso enlevado. “É a inspiração que deve ter chegado...” ⸺ penso, do meu canto. O homem começa a escrever, mordendo os lábios, como todo bom calígrafo. Para, rasga o que escreveu e procura, em todos os bolsos, outro cartão. Como não encontra, pede novo cartão, da casa. Volta a escrever, mordendo os lábios e para mais uma vez... Levanta os olhos, a caneta no ar. Olha as prateleiras de flores, o homem do balcão e olha para mim, afinal, com certa alegria. Depois, caminha em direção à porta, onde estou e onde tenho absoluta certeza de que serei abordado. Caneta na mão direita, cartão na esquerda. Sorri, o sorriso sem graça de quem precisa, mas odeia precisar. Penso que terei de lhe fornecer uma frase e na minha terrível dificuldade de fazer frases. Vem andando, com a caneta, o cartão e o sorriso. Bem perto, o mesmo sorriso, pergunta se sou quem ele está pensando. Respondo-lhe que sim e penso em quanto gostaria de não ser. Baixa a voz e pede, então, o socorro:

    ⸺ Como é mesmo que se escreve “exímia”?

    Adivinho-lhe o local da dúvida e respondo, prontamente:

    ⸺ Com “x” mesmo.

    Olhou-me espantado. Agradeceu. Depois, achou que se devia justificar:

    ⸺ É para uma bailarina.

    Sorri-lhe. Saí andando, para minha vida. Mas, não me pude impedir de pensar que, horas depois, Marlene Rosário estaria recebendo mais 12 botões de rosas, com um cartão de ponta virada, onde leria sem muitas emoções: “À exímia bailarina, o seu mais ardoroso admirador”.


MARIA, Antônio. O destino implacável das flores. Última Hora, 22 fev. 1961. Disponível em: <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/15237/odestino-implacavel-das-flores>.
Na crônica de Antônio Maria, o senhor que compra rosas demonstra estar com dificuldade para escrever um cartão. Qual trecho do texto, a seguir, confirma essa interpretação?
Alternativas
Q3750029 Português

Tratando-se da correta ortografia, leia as frases, marque (V) verdadeiro ou (F) falso e assinale a alternativa correta.



I- Tentou, mas não conseguiu.


II- Ele foi quem mais tentou, ainda assim, não conseguiu.


III- Era previsível que ele se comportaria mal.


IV- Ele tem um coração mau. 

Alternativas
Q3750028 Português
Referemte ao uso ou não do sinal grave indicativo de crase, aponte a alternativa indevida.
Alternativas
Q3750027 Português
Aludindo-se à concordância verbal, marque a alternativa incorreta.
Alternativas
Q3750026 Português

Discorrendo-se sobre os processos de formação das palavras, coloque (V) verdadeiro ou (F) falso e assinale a alternativa correta.



( ) Derivação prefixal (ou prefixação): repor.


( ) Derivação sufixal (ou sufixação): desvalorização.


( ) Derivação parassintética (ou parassíntese): abençoar.


( ) Derivação regressiva: busca. 

Alternativas
Q3750025 Português
Indique a alternativa em que todas as palavras são acentuadas graficamente, segundo a mesma regra.
Alternativas
Q3750024 Português
Referindo-se à acentuação tônica, assinale a alternativa onde as palavras são paroxítonas.
Alternativas
Q3750023 Português

Leia o texto para responder à próxima questão.


Como explicar o amor.


Contam que, certa vez, se reuniram os sentimentos e as qualidades do homem em um certo lugar da terra.

Quando o aborrecimento havia reclamado pela terceira vez, a loucura, como sempre tão louca, lhes propôs: - vamos brincar de esconde-esconde. A intriga levantou a sobrancelha intrigada e a curiosidade, sem poder se conter perguntou: - esconde-esconde, como é isso? - é um jogo, explicou a loucura, em que eu fecho os olhos e conto de um a um milhão, enquanto vocês se escondem. Quando eu tiver terminado de contar, o primeiro de vocês, que eu encontrar, ocupará meu lugar para continuar o jogo. O entusiasmo dançou seguido pela euforia. A alegria deu tantos saltos que acabou convencendo a dúvida e até mesmo a apatia, que nunca se interessava por nada. Mas nem todos quiseram participar. A verdade preferiu não se esconder. Para quê? Se no final a encontravam? A soberba opinou que era um jogo muito tonto, (no fundo o que a incomodava era que a ideia não tivesse sido dela) e a covardia preferiu não se arriscar.

- um, dois, três, quatro… começou a contar a loucura. A primeira a se esconder foi a pressa, que como sempre caiu atrás da primeira pedra do caminho. A fé subiu ao céu e a inveja se escondeu atrás da sombra do triunfo, que com seu próprio esforço, tinha conseguido subir na copa da árvore mais alta. A generosidade quase não conseguiu se esconder, pois cada local que encontrava, lhe parecia maravilhoso para algum de seus amigos, se era um lago cristalino, era ideal para a beleza; se era a copa de uma árvore, era perfeito para a timidez; se era o voo de uma borboleta, melhor para a volúpia; se era uma rajada de vento, magnífico para a liberdade. E assim, acabou se escondendo em um raio de sol. O egoísmo, ao contrário, encontrou um local muito bom desde o inicio, ventilado e cômodo, mas apenas para ele. A mentira se escondeu no fundo do oceano, (mentira, na realidade, se escondeu atrás do arco-íris); a paixão e o desejo, no centro dos vulcões. O esquecimento, não me recordo onde se escondeu, mas isso não é o mais importante. Quando a loucura estava lá perto, o amor ainda não havia encontrado um local de se esconder, pois todos já estavam ocupados, até que encontrou um roseiral, carinhosamente, decidiu se esconder entre as flores.

- um milhão, contou a loucura, começou a busca. A primeira a aparecer foi a pressa, apenas a três passos de uma pedra. Depois se escutou a fé, discutindo com deus no céu sobre zoologia. Sentiu-se vibrar a paixão e o desejo nos vulcões. Em um descuido encontrou a inveja, e claro, pode se deduzir onde estava o triunfo. O egoísmo não teve que procurá-lo. Ele sozinho saiu em disparada de seu esconderijo, que na verdade era um ninho de vespas. De tanto caminhar, a loucura sentiu sede, e ao se aproximar de um lago, descobriu a beleza. A dúvida foi mais fácil ainda, pois a encontrou sentada sobre uma cerca sem decidir de que lado se esconder. E assim foi encontrando a todos. O talento entre a erva fresca; a angústia em uma cova escura; a mentira atrás do arco-íris, (mentira, estava no fundo do oceano); e ate o esquecimento, a quem já havia esquecido que estava brincando de esconde-esconde. Apenas o amor não aparecia em nenhum local. A loucura procurou atrás de cada árvore, em Baixo de cada rocha do planeta, em cima das montanhas. Quando estava a ponto de se dar por vencida, encontrou um roseiral. Pegou uma forquilha e começou a mover os ramos, quando no mesmo instante, se escutou um doloroso grito. Os espinhos tinham ferido o amor nos olhos. A loucura não sabia o que fazer para se desculpar: chorou, rezou, implorou, pediu perdão e até prometeu ser seu guia. A partir de então, desde que pela primeira vez se brincou de esconde-esconde na terra, o amor é cego e a loucura sempre o acompanha.



(https://acessaber.com.br/atividades/interpretacao-de-texto-como-explicar-o-amor-5 o-ou-6o-ano/).

Tratando-se de encontros vocálicos, as palavras do texto (alegria, covardia, início) são, respectivamente: 
Alternativas
Q3750022 Português

Leia o texto para responder à próxima questão.


Como explicar o amor.


Contam que, certa vez, se reuniram os sentimentos e as qualidades do homem em um certo lugar da terra.

Quando o aborrecimento havia reclamado pela terceira vez, a loucura, como sempre tão louca, lhes propôs: - vamos brincar de esconde-esconde. A intriga levantou a sobrancelha intrigada e a curiosidade, sem poder se conter perguntou: - esconde-esconde, como é isso? - é um jogo, explicou a loucura, em que eu fecho os olhos e conto de um a um milhão, enquanto vocês se escondem. Quando eu tiver terminado de contar, o primeiro de vocês, que eu encontrar, ocupará meu lugar para continuar o jogo. O entusiasmo dançou seguido pela euforia. A alegria deu tantos saltos que acabou convencendo a dúvida e até mesmo a apatia, que nunca se interessava por nada. Mas nem todos quiseram participar. A verdade preferiu não se esconder. Para quê? Se no final a encontravam? A soberba opinou que era um jogo muito tonto, (no fundo o que a incomodava era que a ideia não tivesse sido dela) e a covardia preferiu não se arriscar.

- um, dois, três, quatro… começou a contar a loucura. A primeira a se esconder foi a pressa, que como sempre caiu atrás da primeira pedra do caminho. A fé subiu ao céu e a inveja se escondeu atrás da sombra do triunfo, que com seu próprio esforço, tinha conseguido subir na copa da árvore mais alta. A generosidade quase não conseguiu se esconder, pois cada local que encontrava, lhe parecia maravilhoso para algum de seus amigos, se era um lago cristalino, era ideal para a beleza; se era a copa de uma árvore, era perfeito para a timidez; se era o voo de uma borboleta, melhor para a volúpia; se era uma rajada de vento, magnífico para a liberdade. E assim, acabou se escondendo em um raio de sol. O egoísmo, ao contrário, encontrou um local muito bom desde o inicio, ventilado e cômodo, mas apenas para ele. A mentira se escondeu no fundo do oceano, (mentira, na realidade, se escondeu atrás do arco-íris); a paixão e o desejo, no centro dos vulcões. O esquecimento, não me recordo onde se escondeu, mas isso não é o mais importante. Quando a loucura estava lá perto, o amor ainda não havia encontrado um local de se esconder, pois todos já estavam ocupados, até que encontrou um roseiral, carinhosamente, decidiu se esconder entre as flores.

- um milhão, contou a loucura, começou a busca. A primeira a aparecer foi a pressa, apenas a três passos de uma pedra. Depois se escutou a fé, discutindo com deus no céu sobre zoologia. Sentiu-se vibrar a paixão e o desejo nos vulcões. Em um descuido encontrou a inveja, e claro, pode se deduzir onde estava o triunfo. O egoísmo não teve que procurá-lo. Ele sozinho saiu em disparada de seu esconderijo, que na verdade era um ninho de vespas. De tanto caminhar, a loucura sentiu sede, e ao se aproximar de um lago, descobriu a beleza. A dúvida foi mais fácil ainda, pois a encontrou sentada sobre uma cerca sem decidir de que lado se esconder. E assim foi encontrando a todos. O talento entre a erva fresca; a angústia em uma cova escura; a mentira atrás do arco-íris, (mentira, estava no fundo do oceano); e ate o esquecimento, a quem já havia esquecido que estava brincando de esconde-esconde. Apenas o amor não aparecia em nenhum local. A loucura procurou atrás de cada árvore, em Baixo de cada rocha do planeta, em cima das montanhas. Quando estava a ponto de se dar por vencida, encontrou um roseiral. Pegou uma forquilha e começou a mover os ramos, quando no mesmo instante, se escutou um doloroso grito. Os espinhos tinham ferido o amor nos olhos. A loucura não sabia o que fazer para se desculpar: chorou, rezou, implorou, pediu perdão e até prometeu ser seu guia. A partir de então, desde que pela primeira vez se brincou de esconde-esconde na terra, o amor é cego e a loucura sempre o acompanha.



(https://acessaber.com.br/atividades/interpretacao-de-texto-como-explicar-o-amor-5 o-ou-6o-ano/).

Relacionando-se à correta divisão silábica gramatical, assinale a alternativa perfeita, quanto às palavras do texto (primeiro, ideia, raio).
Alternativas
Q3750021 Português

Leia o texto para responder à próxima questão.


Como explicar o amor.


Contam que, certa vez, se reuniram os sentimentos e as qualidades do homem em um certo lugar da terra.

Quando o aborrecimento havia reclamado pela terceira vez, a loucura, como sempre tão louca, lhes propôs: - vamos brincar de esconde-esconde. A intriga levantou a sobrancelha intrigada e a curiosidade, sem poder se conter perguntou: - esconde-esconde, como é isso? - é um jogo, explicou a loucura, em que eu fecho os olhos e conto de um a um milhão, enquanto vocês se escondem. Quando eu tiver terminado de contar, o primeiro de vocês, que eu encontrar, ocupará meu lugar para continuar o jogo. O entusiasmo dançou seguido pela euforia. A alegria deu tantos saltos que acabou convencendo a dúvida e até mesmo a apatia, que nunca se interessava por nada. Mas nem todos quiseram participar. A verdade preferiu não se esconder. Para quê? Se no final a encontravam? A soberba opinou que era um jogo muito tonto, (no fundo o que a incomodava era que a ideia não tivesse sido dela) e a covardia preferiu não se arriscar.

- um, dois, três, quatro… começou a contar a loucura. A primeira a se esconder foi a pressa, que como sempre caiu atrás da primeira pedra do caminho. A fé subiu ao céu e a inveja se escondeu atrás da sombra do triunfo, que com seu próprio esforço, tinha conseguido subir na copa da árvore mais alta. A generosidade quase não conseguiu se esconder, pois cada local que encontrava, lhe parecia maravilhoso para algum de seus amigos, se era um lago cristalino, era ideal para a beleza; se era a copa de uma árvore, era perfeito para a timidez; se era o voo de uma borboleta, melhor para a volúpia; se era uma rajada de vento, magnífico para a liberdade. E assim, acabou se escondendo em um raio de sol. O egoísmo, ao contrário, encontrou um local muito bom desde o inicio, ventilado e cômodo, mas apenas para ele. A mentira se escondeu no fundo do oceano, (mentira, na realidade, se escondeu atrás do arco-íris); a paixão e o desejo, no centro dos vulcões. O esquecimento, não me recordo onde se escondeu, mas isso não é o mais importante. Quando a loucura estava lá perto, o amor ainda não havia encontrado um local de se esconder, pois todos já estavam ocupados, até que encontrou um roseiral, carinhosamente, decidiu se esconder entre as flores.

- um milhão, contou a loucura, começou a busca. A primeira a aparecer foi a pressa, apenas a três passos de uma pedra. Depois se escutou a fé, discutindo com deus no céu sobre zoologia. Sentiu-se vibrar a paixão e o desejo nos vulcões. Em um descuido encontrou a inveja, e claro, pode se deduzir onde estava o triunfo. O egoísmo não teve que procurá-lo. Ele sozinho saiu em disparada de seu esconderijo, que na verdade era um ninho de vespas. De tanto caminhar, a loucura sentiu sede, e ao se aproximar de um lago, descobriu a beleza. A dúvida foi mais fácil ainda, pois a encontrou sentada sobre uma cerca sem decidir de que lado se esconder. E assim foi encontrando a todos. O talento entre a erva fresca; a angústia em uma cova escura; a mentira atrás do arco-íris, (mentira, estava no fundo do oceano); e ate o esquecimento, a quem já havia esquecido que estava brincando de esconde-esconde. Apenas o amor não aparecia em nenhum local. A loucura procurou atrás de cada árvore, em Baixo de cada rocha do planeta, em cima das montanhas. Quando estava a ponto de se dar por vencida, encontrou um roseiral. Pegou uma forquilha e começou a mover os ramos, quando no mesmo instante, se escutou um doloroso grito. Os espinhos tinham ferido o amor nos olhos. A loucura não sabia o que fazer para se desculpar: chorou, rezou, implorou, pediu perdão e até prometeu ser seu guia. A partir de então, desde que pela primeira vez se brincou de esconde-esconde na terra, o amor é cego e a loucura sempre o acompanha.



(https://acessaber.com.br/atividades/interpretacao-de-texto-como-explicar-o-amor-5 o-ou-6o-ano/).

No período “A loucura não sabia o que fazer para se desculpar: chorou, rezou, implorou, pediu perdão e até prometeu ser seu guia”, a oração sublinhada é:
Alternativas
Q3750020 Português

Leia o texto para responder à próxima questão.


Como explicar o amor.


Contam que, certa vez, se reuniram os sentimentos e as qualidades do homem em um certo lugar da terra.

Quando o aborrecimento havia reclamado pela terceira vez, a loucura, como sempre tão louca, lhes propôs: - vamos brincar de esconde-esconde. A intriga levantou a sobrancelha intrigada e a curiosidade, sem poder se conter perguntou: - esconde-esconde, como é isso? - é um jogo, explicou a loucura, em que eu fecho os olhos e conto de um a um milhão, enquanto vocês se escondem. Quando eu tiver terminado de contar, o primeiro de vocês, que eu encontrar, ocupará meu lugar para continuar o jogo. O entusiasmo dançou seguido pela euforia. A alegria deu tantos saltos que acabou convencendo a dúvida e até mesmo a apatia, que nunca se interessava por nada. Mas nem todos quiseram participar. A verdade preferiu não se esconder. Para quê? Se no final a encontravam? A soberba opinou que era um jogo muito tonto, (no fundo o que a incomodava era que a ideia não tivesse sido dela) e a covardia preferiu não se arriscar.

- um, dois, três, quatro… começou a contar a loucura. A primeira a se esconder foi a pressa, que como sempre caiu atrás da primeira pedra do caminho. A fé subiu ao céu e a inveja se escondeu atrás da sombra do triunfo, que com seu próprio esforço, tinha conseguido subir na copa da árvore mais alta. A generosidade quase não conseguiu se esconder, pois cada local que encontrava, lhe parecia maravilhoso para algum de seus amigos, se era um lago cristalino, era ideal para a beleza; se era a copa de uma árvore, era perfeito para a timidez; se era o voo de uma borboleta, melhor para a volúpia; se era uma rajada de vento, magnífico para a liberdade. E assim, acabou se escondendo em um raio de sol. O egoísmo, ao contrário, encontrou um local muito bom desde o inicio, ventilado e cômodo, mas apenas para ele. A mentira se escondeu no fundo do oceano, (mentira, na realidade, se escondeu atrás do arco-íris); a paixão e o desejo, no centro dos vulcões. O esquecimento, não me recordo onde se escondeu, mas isso não é o mais importante. Quando a loucura estava lá perto, o amor ainda não havia encontrado um local de se esconder, pois todos já estavam ocupados, até que encontrou um roseiral, carinhosamente, decidiu se esconder entre as flores.

- um milhão, contou a loucura, começou a busca. A primeira a aparecer foi a pressa, apenas a três passos de uma pedra. Depois se escutou a fé, discutindo com deus no céu sobre zoologia. Sentiu-se vibrar a paixão e o desejo nos vulcões. Em um descuido encontrou a inveja, e claro, pode se deduzir onde estava o triunfo. O egoísmo não teve que procurá-lo. Ele sozinho saiu em disparada de seu esconderijo, que na verdade era um ninho de vespas. De tanto caminhar, a loucura sentiu sede, e ao se aproximar de um lago, descobriu a beleza. A dúvida foi mais fácil ainda, pois a encontrou sentada sobre uma cerca sem decidir de que lado se esconder. E assim foi encontrando a todos. O talento entre a erva fresca; a angústia em uma cova escura; a mentira atrás do arco-íris, (mentira, estava no fundo do oceano); e ate o esquecimento, a quem já havia esquecido que estava brincando de esconde-esconde. Apenas o amor não aparecia em nenhum local. A loucura procurou atrás de cada árvore, em Baixo de cada rocha do planeta, em cima das montanhas. Quando estava a ponto de se dar por vencida, encontrou um roseiral. Pegou uma forquilha e começou a mover os ramos, quando no mesmo instante, se escutou um doloroso grito. Os espinhos tinham ferido o amor nos olhos. A loucura não sabia o que fazer para se desculpar: chorou, rezou, implorou, pediu perdão e até prometeu ser seu guia. A partir de então, desde que pela primeira vez se brincou de esconde-esconde na terra, o amor é cego e a loucura sempre o acompanha.



(https://acessaber.com.br/atividades/interpretacao-de-texto-como-explicar-o-amor-5 o-ou-6o-ano/).

De acordo com o texto, marque a alternativa incorreta.
Alternativas
Respostas
25941: A
25942: B
25943: D
25944: D
25945: B
25946: A
25947: B
25948: A
25949: D
25950: C
25951: D
25952: C
25953: D
25954: B
25955: C
25956: C
25957: A
25958: C
25959: C
25960: D