Questões de Concurso Sobre português
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TEXTO II
INAUGURAL
Gostaria de estrear neste espaço, em que escrevem tantas pessoas talentosas, com um texto que fosse um primor. Um texto – como direi? – redondo, completo. Que tocasse o jornaleiro, primeiro a carregar o jornal pelas ruas, tocasse a dona de casa, os jovens, os velhos, os pobres, os ricos ( mas homens sérios, distantes e duros, que só discutem dinheiro, eu não sei se ia conseguir tocar). E que todos dissessem depois, aos quatro ventos: “Que texto bom! Música para os meus ouvidos! Era isso mesmo o que eu queria dizer”.
Infelizmente, não chego a tanto. Estamos em maio, o verde começa a secar, estridentes e violentos são os barulhos que vêm do mundo, vivemos dias ensandecidos. Além disso, bem pouco sei. Não possuo aquele cabedal de conhecimentos que elevam o espírito e enchem de orgulho a nação. Tampouco costumo escrever coisas edificantes, com lições de moral e instruções sobre o correto proceder.
Tentarei, no entanto, dar o melhor “de si”, como diriam alguns. Labutarei em cada linha, em cada palavra para ser digna dessa tarefa e à altura dos que a dividem comigo. Não fugirei ao dever de comentar com certa amenidade os acontecimentos cotidianos; não serei jamais tão pessimista que traga desconsolo aos leitores, nem tão jubilosa que pareça falsa. Meus escritos se pautarão pelo bom senso, essa instância da sabedoria que o tempo nos traz. Direi muitas coisas, algumas talvez certas e outras que não terão a menor importância. Não me lamentarei, não correrão lágrimas pelo teclado do computador. E, mesmo assim, pretendo ser verdadeira, sabendo que, se não o for todos perceberão. “Sê fiel a ti mesmo”, já dizia Polonius.
(BUFAIÇAL.Maria Lúcia Félix. Um olhar goiano refletido em 48 crônicas selecionadas. Goiânia: ed. O Popular. sd. e-book. (https://d335luupugsy2.cloudfront.net/cms%2Ffiles%2F13223%- 2F1618233179e-book_cronicas_v_find_2.pdf)
Analise o seguinte trecho do texto:
“Gostaria de estrear neste espaço, em que escrevem tantas pessoas talentosas, com um texto que fosse um primor. Um texto – como direi ? – redondo, completo.
Observando-se os períodos e as orações no trecho acima, pode-se afirmar que a cronista escreveu:
TEXTO II
INAUGURAL
Gostaria de estrear neste espaço, em que escrevem tantas pessoas talentosas, com um texto que fosse um primor. Um texto – como direi? – redondo, completo. Que tocasse o jornaleiro, primeiro a carregar o jornal pelas ruas, tocasse a dona de casa, os jovens, os velhos, os pobres, os ricos ( mas homens sérios, distantes e duros, que só discutem dinheiro, eu não sei se ia conseguir tocar). E que todos dissessem depois, aos quatro ventos: “Que texto bom! Música para os meus ouvidos! Era isso mesmo o que eu queria dizer”.
Infelizmente, não chego a tanto. Estamos em maio, o verde começa a secar, estridentes e violentos são os barulhos que vêm do mundo, vivemos dias ensandecidos. Além disso, bem pouco sei. Não possuo aquele cabedal de conhecimentos que elevam o espírito e enchem de orgulho a nação. Tampouco costumo escrever coisas edificantes, com lições de moral e instruções sobre o correto proceder.
Tentarei, no entanto, dar o melhor “de si”, como diriam alguns. Labutarei em cada linha, em cada palavra para ser digna dessa tarefa e à altura dos que a dividem comigo. Não fugirei ao dever de comentar com certa amenidade os acontecimentos cotidianos; não serei jamais tão pessimista que traga desconsolo aos leitores, nem tão jubilosa que pareça falsa. Meus escritos se pautarão pelo bom senso, essa instância da sabedoria que o tempo nos traz. Direi muitas coisas, algumas talvez certas e outras que não terão a menor importância. Não me lamentarei, não correrão lágrimas pelo teclado do computador. E, mesmo assim, pretendo ser verdadeira, sabendo que, se não o for todos perceberão. “Sê fiel a ti mesmo”, já dizia Polonius.
(BUFAIÇAL.Maria Lúcia Félix. Um olhar goiano refletido em 48 crônicas selecionadas. Goiânia: ed. O Popular. sd. e-book. (https://d335luupugsy2.cloudfront.net/cms%2Ffiles%2F13223%- 2F1618233179e-book_cronicas_v_find_2.pdf)
Analise a frase: “Infelizmente, não chego a tanto.” Marque a alternativa que apresenta o processo de formação da palavra “Infelizmente”:
TEXTO II
INAUGURAL
Gostaria de estrear neste espaço, em que escrevem tantas pessoas talentosas, com um texto que fosse um primor. Um texto – como direi? – redondo, completo. Que tocasse o jornaleiro, primeiro a carregar o jornal pelas ruas, tocasse a dona de casa, os jovens, os velhos, os pobres, os ricos ( mas homens sérios, distantes e duros, que só discutem dinheiro, eu não sei se ia conseguir tocar). E que todos dissessem depois, aos quatro ventos: “Que texto bom! Música para os meus ouvidos! Era isso mesmo o que eu queria dizer”.
Infelizmente, não chego a tanto. Estamos em maio, o verde começa a secar, estridentes e violentos são os barulhos que vêm do mundo, vivemos dias ensandecidos. Além disso, bem pouco sei. Não possuo aquele cabedal de conhecimentos que elevam o espírito e enchem de orgulho a nação. Tampouco costumo escrever coisas edificantes, com lições de moral e instruções sobre o correto proceder.
Tentarei, no entanto, dar o melhor “de si”, como diriam alguns. Labutarei em cada linha, em cada palavra para ser digna dessa tarefa e à altura dos que a dividem comigo. Não fugirei ao dever de comentar com certa amenidade os acontecimentos cotidianos; não serei jamais tão pessimista que traga desconsolo aos leitores, nem tão jubilosa que pareça falsa. Meus escritos se pautarão pelo bom senso, essa instância da sabedoria que o tempo nos traz. Direi muitas coisas, algumas talvez certas e outras que não terão a menor importância. Não me lamentarei, não correrão lágrimas pelo teclado do computador. E, mesmo assim, pretendo ser verdadeira, sabendo que, se não o for todos perceberão. “Sê fiel a ti mesmo”, já dizia Polonius.
(BUFAIÇAL.Maria Lúcia Félix. Um olhar goiano refletido em 48 crônicas selecionadas. Goiânia: ed. O Popular. sd. e-book. (https://d335luupugsy2.cloudfront.net/cms%2Ffiles%2F13223%- 2F1618233179e-book_cronicas_v_find_2.pdf)
TEXTO II
INAUGURAL
Gostaria de estrear neste espaço, em que escrevem tantas pessoas talentosas, com um texto que fosse um primor. Um texto – como direi? – redondo, completo. Que tocasse o jornaleiro, primeiro a carregar o jornal pelas ruas, tocasse a dona de casa, os jovens, os velhos, os pobres, os ricos ( mas homens sérios, distantes e duros, que só discutem dinheiro, eu não sei se ia conseguir tocar). E que todos dissessem depois, aos quatro ventos: “Que texto bom! Música para os meus ouvidos! Era isso mesmo o que eu queria dizer”.
Infelizmente, não chego a tanto. Estamos em maio, o verde começa a secar, estridentes e violentos são os barulhos que vêm do mundo, vivemos dias ensandecidos. Além disso, bem pouco sei. Não possuo aquele cabedal de conhecimentos que elevam o espírito e enchem de orgulho a nação. Tampouco costumo escrever coisas edificantes, com lições de moral e instruções sobre o correto proceder.
Tentarei, no entanto, dar o melhor “de si”, como diriam alguns. Labutarei em cada linha, em cada palavra para ser digna dessa tarefa e à altura dos que a dividem comigo. Não fugirei ao dever de comentar com certa amenidade os acontecimentos cotidianos; não serei jamais tão pessimista que traga desconsolo aos leitores, nem tão jubilosa que pareça falsa. Meus escritos se pautarão pelo bom senso, essa instância da sabedoria que o tempo nos traz. Direi muitas coisas, algumas talvez certas e outras que não terão a menor importância. Não me lamentarei, não correrão lágrimas pelo teclado do computador. E, mesmo assim, pretendo ser verdadeira, sabendo que, se não o for todos perceberão. “Sê fiel a ti mesmo”, já dizia Polonius.
(BUFAIÇAL.Maria Lúcia Félix. Um olhar goiano refletido em 48 crônicas selecionadas. Goiânia: ed. O Popular. sd. e-book. (https://d335luupugsy2.cloudfront.net/cms%2Ffiles%2F13223%- 2F1618233179e-book_cronicas_v_find_2.pdf)
TEXTO II
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Infelizmente, não chego a tanto. Estamos em maio, o verde começa a secar, estridentes e violentos são os barulhos que vêm do mundo, vivemos dias ensandecidos. Além disso, bem pouco sei. Não possuo aquele cabedal de conhecimentos que elevam o espírito e enchem de orgulho a nação. Tampouco costumo escrever coisas edificantes, com lições de moral e instruções sobre o correto proceder.
Tentarei, no entanto, dar o melhor “de si”, como diriam alguns. Labutarei em cada linha, em cada palavra para ser digna dessa tarefa e à altura dos que a dividem comigo. Não fugirei ao dever de comentar com certa amenidade os acontecimentos cotidianos; não serei jamais tão pessimista que traga desconsolo aos leitores, nem tão jubilosa que pareça falsa. Meus escritos se pautarão pelo bom senso, essa instância da sabedoria que o tempo nos traz. Direi muitas coisas, algumas talvez certas e outras que não terão a menor importância. Não me lamentarei, não correrão lágrimas pelo teclado do computador. E, mesmo assim, pretendo ser verdadeira, sabendo que, se não o for todos perceberão. “Sê fiel a ti mesmo”, já dizia Polonius.
(BUFAIÇAL.Maria Lúcia Félix. Um olhar goiano refletido em 48 crônicas selecionadas. Goiânia: ed. O Popular. sd. e-book. (https://d335luupugsy2.cloudfront.net/cms%2Ffiles%2F13223%- 2F1618233179e-book_cronicas_v_find_2.pdf)
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Gostaria de estrear neste espaço, em que escrevem tantas pessoas talentosas, com um texto que fosse um primor. Um texto – como direi? – redondo, completo. Que tocasse o jornaleiro, primeiro a carregar o jornal pelas ruas, tocasse a dona de casa, os jovens, os velhos, os pobres, os ricos ( mas homens sérios, distantes e duros, que só discutem dinheiro, eu não sei se ia conseguir tocar). E que todos dissessem depois, aos quatro ventos: “Que texto bom! Música para os meus ouvidos! Era isso mesmo o que eu queria dizer”.
Infelizmente, não chego a tanto. Estamos em maio, o verde começa a secar, estridentes e violentos são os barulhos que vêm do mundo, vivemos dias ensandecidos. Além disso, bem pouco sei. Não possuo aquele cabedal de conhecimentos que elevam o espírito e enchem de orgulho a nação. Tampouco costumo escrever coisas edificantes, com lições de moral e instruções sobre o correto proceder.
Tentarei, no entanto, dar o melhor “de si”, como diriam alguns. Labutarei em cada linha, em cada palavra para ser digna dessa tarefa e à altura dos que a dividem comigo. Não fugirei ao dever de comentar com certa amenidade os acontecimentos cotidianos; não serei jamais tão pessimista que traga desconsolo aos leitores, nem tão jubilosa que pareça falsa. Meus escritos se pautarão pelo bom senso, essa instância da sabedoria que o tempo nos traz. Direi muitas coisas, algumas talvez certas e outras que não terão a menor importância. Não me lamentarei, não correrão lágrimas pelo teclado do computador. E, mesmo assim, pretendo ser verdadeira, sabendo que, se não o for todos perceberão. “Sê fiel a ti mesmo”, já dizia Polonius.
(BUFAIÇAL.Maria Lúcia Félix. Um olhar goiano refletido em 48 crônicas selecionadas. Goiânia: ed. O Popular. sd. e-book. (https://d335luupugsy2.cloudfront.net/cms%2Ffiles%2F13223%- 2F1618233179e-book_cronicas_v_find_2.pdf)
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Gostaria de estrear neste espaço, em que escrevem tantas pessoas talentosas, com um texto que fosse um primor. Um texto – como direi? – redondo, completo. Que tocasse o jornaleiro, primeiro a carregar o jornal pelas ruas, tocasse a dona de casa, os jovens, os velhos, os pobres, os ricos ( mas homens sérios, distantes e duros, que só discutem dinheiro, eu não sei se ia conseguir tocar). E que todos dissessem depois, aos quatro ventos: “Que texto bom! Música para os meus ouvidos! Era isso mesmo o que eu queria dizer”.
Infelizmente, não chego a tanto. Estamos em maio, o verde começa a secar, estridentes e violentos são os barulhos que vêm do mundo, vivemos dias ensandecidos. Além disso, bem pouco sei. Não possuo aquele cabedal de conhecimentos que elevam o espírito e enchem de orgulho a nação. Tampouco costumo escrever coisas edificantes, com lições de moral e instruções sobre o correto proceder.
Tentarei, no entanto, dar o melhor “de si”, como diriam alguns. Labutarei em cada linha, em cada palavra para ser digna dessa tarefa e à altura dos que a dividem comigo. Não fugirei ao dever de comentar com certa amenidade os acontecimentos cotidianos; não serei jamais tão pessimista que traga desconsolo aos leitores, nem tão jubilosa que pareça falsa. Meus escritos se pautarão pelo bom senso, essa instância da sabedoria que o tempo nos traz. Direi muitas coisas, algumas talvez certas e outras que não terão a menor importância. Não me lamentarei, não correrão lágrimas pelo teclado do computador. E, mesmo assim, pretendo ser verdadeira, sabendo que, se não o for todos perceberão. “Sê fiel a ti mesmo”, já dizia Polonius.
(BUFAIÇAL.Maria Lúcia Félix. Um olhar goiano refletido em 48 crônicas selecionadas. Goiânia: ed. O Popular. sd. e-book. (https://d335luupugsy2.cloudfront.net/cms%2Ffiles%2F13223%- 2F1618233179e-book_cronicas_v_find_2.pdf)
TEXTO I

(blogdoaftm.com.br.manual da (nova) politica.
Acesso em: 4.set.2025).
TEXTO I

(blogdoaftm.com.br.manual da (nova) politica.
Acesso em: 4.set.2025).
TEXTO I

(blogdoaftm.com.br.manual da (nova) politica.
Acesso em: 4.set.2025).
I. Na passagem “Foi só com a Constituição que nasceu o SUS - o sistema publico que transformou a saúde em um direito universal”, o travessão foi utilizado para isolar um aposto explicativo.
II. Seria gramaticalmente incorreta a inserção de uma vírgula após o sujeito em “O SUS garante pré-natal, exames e parto gratuitos”, pois a regra básica de pontuação proíbe a separação do sujeito de seu predicado.
III. O uso da vírgula na frase “Hoje, o SUS está em cada detalhe da vida de quem vive no Brasil” é obrigatório, pois o adjunto adverbial de tempo está deslocado e possui longa extensão, o que impõe sua separação do restante da oração.
Quais estão corretas?
Leia as afirmações abaixo antes de analisar o que se pede:
( ) Em “O vírus nasceu na linguagem científica, mas era altamente contagioso.” (9º par.), o verbo em destaque se encontra conjugado na terceira pessoa do Pretérito Perfeito do Indicativo com sentido conotativo remissivo a “surgiu”.
( ) Em “No século 21, com o mundo integrado em rede, deu até num verbo novo, viralizar.” (10º par.), a expressão destacada se encontra na forma escorreita cujo sentido alternativo seria: “criou-se inclusive um novo verbo: ‘viralizar’.”
( ) Em “Mesmo essa acepção, como vimos, tinha seu lado escuro, parente de um uso metafórico bastante popular que a palavra carrega há décadas.” (11º par.), o verbo destacado é impessoal e, portanto, tem como classificação de sujeito Inexistente; ademais, poderia ser substituído pela forma verbal “faz”, a fim de manter o sentido e a correção gramatical do texto.
( ) Em “Antigamente, quando se ignorava tudo sobre os vírus, uma receita comum que as pessoas usavam para se proteger do risco de contrair as doenças provocadas por eles era rezar.” (12º par.), as duas ocorrências do vocábulo “se” são idênticas tanto no âmbito gramatical quanto semântico, pois se classificam como partículas apassivadoras.
Considerando-se V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas, tem-se pela ordem a sequência.
Leia as afirmações abaixo antes de analisar o que se pede.
( ) Em “O escritor argentino Jorge Luís Borges, que não era muito simpático à etimologia, apontou a inutilidade de saber que a palavra cálculo veio do latim ‘calculus’... (1º par.), as vírgulas foram empregadas a fim de isolarem uma oração subordinada adjetiva restritiva e, se fossem retiradas, alterar-se-ia o sentido do contexto.
( ) Em “Tal conhecimento, argumentou o genial autor de ‘A Biblioteca de Babel’, não nos permite “dominar os arcanos da álgebra”. (2º par.), o pronome oblíquo átono encontra-se em posição proclítica, podendo ser facultativamente usado de forma enclítica, sem alterar a correção gramatical do contexto.
( ) Em “O que Borges não disse é que o estudo da história das palavras abre janelas para como a linguagem funciona, como produz seus sentidos, que de outro modo permaneceriam trancadas.” (3º par.), por possui valor adverbial, a expressão em destaque poderia se encontrar entre vírgulas, já que se trata de um termo deslocado.
( ) Em “No século 21, com o mundo integrado em rede, deu até num verbo novo, viralizar.” (10º par.), todas as vírgulas foram usadas a fim de isolarem um Aposto Explicativo.
Considerando-se V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas, tem-se pela ordem a sequência.

