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Questões de Concurso Sobre português

Foram encontradas 251.494 questões

Q3767675 Português

Responda à questão com base no seguinte texto: 





A partir da interpretação da charge, analise as assertivas que seguem, a respeito das mensagens transmitidas pelo autor, e assinale a sequência correta de verdadeiro (V) ou falso (F):



( ) O carro na charge representa a adoção imediata de tecnologias limpas em todos os veículos, mostrando uma solução definitiva para o aquecimento global.



( ) O autor demonstra que os carros modernos são totalmente eficientes e não contribuem para a poluição ambiental.



( ) A mensagem principal da charge é que o uso de combustíveis fósseis é inofensivo e não gera impacto ambiental.

Alternativas
Q3767323 Português

Texto 1


Leia com atenção o poema abaixo, de autoria de Hilda Hilst no seu livro Cantares:



Que este amor não me cegue nem me siga.

E de mim mesma nunca se aperceba.

Que me exclua do estar sendo perseguida

E do tormento

De só por ele me saber estar sendo.

Que o olhar não se perca nas tulipas

Pois formas tão perfeitas de beleza

Vêm do fulgor das trevas.

E o meu Senhor habita o rutilante escuro

De um suposto de heras em alto muro.



Que este amor me faça descontente

E farta de fadigas. E de fragilidades tantas

Eu me faça pequena. E diminuta e tenra

Como só soem ser aranhas e formigas.

Que este amor só me veja de partida.



HILST, Hilda. Cantares. São Paulo: Editora Globo, 2012.

O poema de Hilda Hilst (texto 1) apresenta uma estrutura sintática marcada pela repetição da conjunção “que” e por enunciados que expressam súplica, desejo e reflexão interior.

Assinale a alternativa correta considerando as tipologias textuais e os recursos expressivos empregados.
Alternativas
Q3767322 Português

Texto 1


Leia com atenção o poema abaixo, de autoria de Hilda Hilst no seu livro Cantares:



Que este amor não me cegue nem me siga.

E de mim mesma nunca se aperceba.

Que me exclua do estar sendo perseguida

E do tormento

De só por ele me saber estar sendo.

Que o olhar não se perca nas tulipas

Pois formas tão perfeitas de beleza

Vêm do fulgor das trevas.

E o meu Senhor habita o rutilante escuro

De um suposto de heras em alto muro.



Que este amor me faça descontente

E farta de fadigas. E de fragilidades tantas

Eu me faça pequena. E diminuta e tenra

Como só soem ser aranhas e formigas.

Que este amor só me veja de partida.



HILST, Hilda. Cantares. São Paulo: Editora Globo, 2012.

Nesse poema (texto 1), a voz poética constrói uma reflexão sobre a experiência amorosa e seus limites.
Analise as afirmativas abaixo sobre o modo como o amor é representado.

1. O eu lírico manifesta o desejo de manter distância crítica do amor, reconhecendo seu poder de dominação e de perda de si, por isso pede que o sentimento não a cegue nem a persiga.
2. O amor é apresentado como força idealizadora e protetora, capaz de conduzir o sujeito à plenitude e à estabilidade emocional.
3. As imagens de pequenez — “aranhas e formigas” — traduzem o aprendizado da humildade e a aceitação da fragilidade humana diante das paixões.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q3767274 Português
No ensino do componente curricular Língua Portuguesa, o docente precisa propor atividades que envolvam procedimentos e estratégias (meta)cognitivas de análise e avaliação consciente durante os processos de leitura e de produção de textos (orais, escritos e multissemióticos), das materialidades dos textos, seja em relação às formas de composição, seja em relação aos estilos adotados nos textos (Brasil, 2018). No que diz respeito à linguagem verbal oral e escrita, as formas de composição dos textos envolvem
Alternativas
Q3767186 Português

SUA MAJESTADE, A CACHAÇA


    Cachaça sempre foi sinônimo de deboche: “Aqui só dá cachaceiro”, vai curtir essa cachaça pra lá!”, “cachorro que morde bode, mulher que erra uma vez, e homem que bebe cachaça, nem o diabo pode com os três”...e vai por aí afora.


    Fabricante de cachaça não aceita ser cachaceiro, mas empresário, industrial e, quando muito, alambiqueiro. Dizem que a cachaça é originária da Índia, e que começou a sua produção no Brasil, em São Vicente (SP), em 1526, e em Olinda (PB). Uma das muitas lendas reza que escravos colocavam sempre a garapa, o caldo da cana, no tacho, e iam mexendo e fervendo até pegar o ponto de melado.


    Certo dia, quando o feitor estava muito exigente para um serviço, eles, sem dar tempo para ferver bastante, como exigia a fazeção do melado, esconderam o tacho e deixaram para o dia seguinte. Quando foram buscá-lo, o caldo estava azedo, mas, com medo de jogarem fora, colocaram o caldo novo por cima e ferveram juntos, mexendo bastante. Acontece que o azedo, fermentado, se tornou álcool e evaporou. O restante foi formando gotículas no telhado da rebaixa do engenho e, como goteira, foi pingando. Era a cachaça, daí o nome pinga.


    E quando dançavam, ali mesmo, no engenho, os pingos, caindo nos seus rostos, na boca, os alegravam bastante. Sempre que queriam ficar alegres, dançavam ali e “lambiam” a pinga. E quando pingava nas suas costas feridas pelas chibatadas do feitor, ardia; daí o nome de água ardente. Com o tempo, a pinga foi sendo aprimorada e caiu no gosto das demais pessoas, começando pelos feitores e senhores de escravos. A cachaça, agora, é a “bebida oficial do Brasil”.


    Nada de pinga e nada de aguardente. Cachaça vem de cachaza (castelhano), que significa vinho das borras (da uva). Há umas 30 mil marcas brasileiras. A brasileiríssima cachaça artesanal, cuja produção anual atinge 400 milhões de litros, da qual só é exportada 1%, tem muitas virtudes, pois sara doenças, esquenta no frio, esfria no calor, desinibe e desperta, alegra na tristeza e consola na paixão, faz mudo falar, é alívio na dor e força na fraqueza, anima velório e sustenta pagode, anestesia e desinfeta e ...(...) Vamos tomar uma “saideira”?


(Disponível em: O popular-E-book – crônicas do Bariani. P.31/32. 03/08/2006. Texto adaptado. Acesso em: 7 set. 2025).

Considere a frase: “O feitor informou aos escravos o azedume do caldo da cana.” Levando-se em conta a regência verbal, as possíveis reescrituras dessa frase são:



I – O feitor informou-lhes o azedume do caldo da cana.


II – O feitor informou – o aos escravos.


III – O feitor informou – os do azedume do caldo da cana.


IV – O feitor informou – lhes daquele azedume do caldo da cana.



Marque a única alternativa correta:

Alternativas
Q3767185 Português

SUA MAJESTADE, A CACHAÇA


    Cachaça sempre foi sinônimo de deboche: “Aqui só dá cachaceiro”, vai curtir essa cachaça pra lá!”, “cachorro que morde bode, mulher que erra uma vez, e homem que bebe cachaça, nem o diabo pode com os três”...e vai por aí afora.


    Fabricante de cachaça não aceita ser cachaceiro, mas empresário, industrial e, quando muito, alambiqueiro. Dizem que a cachaça é originária da Índia, e que começou a sua produção no Brasil, em São Vicente (SP), em 1526, e em Olinda (PB). Uma das muitas lendas reza que escravos colocavam sempre a garapa, o caldo da cana, no tacho, e iam mexendo e fervendo até pegar o ponto de melado.


    Certo dia, quando o feitor estava muito exigente para um serviço, eles, sem dar tempo para ferver bastante, como exigia a fazeção do melado, esconderam o tacho e deixaram para o dia seguinte. Quando foram buscá-lo, o caldo estava azedo, mas, com medo de jogarem fora, colocaram o caldo novo por cima e ferveram juntos, mexendo bastante. Acontece que o azedo, fermentado, se tornou álcool e evaporou. O restante foi formando gotículas no telhado da rebaixa do engenho e, como goteira, foi pingando. Era a cachaça, daí o nome pinga.


    E quando dançavam, ali mesmo, no engenho, os pingos, caindo nos seus rostos, na boca, os alegravam bastante. Sempre que queriam ficar alegres, dançavam ali e “lambiam” a pinga. E quando pingava nas suas costas feridas pelas chibatadas do feitor, ardia; daí o nome de água ardente. Com o tempo, a pinga foi sendo aprimorada e caiu no gosto das demais pessoas, começando pelos feitores e senhores de escravos. A cachaça, agora, é a “bebida oficial do Brasil”.


    Nada de pinga e nada de aguardente. Cachaça vem de cachaza (castelhano), que significa vinho das borras (da uva). Há umas 30 mil marcas brasileiras. A brasileiríssima cachaça artesanal, cuja produção anual atinge 400 milhões de litros, da qual só é exportada 1%, tem muitas virtudes, pois sara doenças, esquenta no frio, esfria no calor, desinibe e desperta, alegra na tristeza e consola na paixão, faz mudo falar, é alívio na dor e força na fraqueza, anima velório e sustenta pagode, anestesia e desinfeta e ...(...) Vamos tomar uma “saideira”?


(Disponível em: O popular-E-book – crônicas do Bariani. P.31/32. 03/08/2006. Texto adaptado. Acesso em: 7 set. 2025).

Considere o trecho : “ Uma das muitas lendas reza que os escravos colocavam sempre a garapa, o caldo da cana, no tacho, e iam mexendo e fervendo até pegar o ponto de melado.”



I – Esse trecho é um período composto por três orações.


II – Esse trecho é um período composto por quatro orações.


III – Esse trecho é um período composto por cinco orações.


IV – Esse trecho é um período composto por duas orações.



Marque a única alternativa correta:

Alternativas
Q3767184 Português

SUA MAJESTADE, A CACHAÇA


    Cachaça sempre foi sinônimo de deboche: “Aqui só dá cachaceiro”, vai curtir essa cachaça pra lá!”, “cachorro que morde bode, mulher que erra uma vez, e homem que bebe cachaça, nem o diabo pode com os três”...e vai por aí afora.


    Fabricante de cachaça não aceita ser cachaceiro, mas empresário, industrial e, quando muito, alambiqueiro. Dizem que a cachaça é originária da Índia, e que começou a sua produção no Brasil, em São Vicente (SP), em 1526, e em Olinda (PB). Uma das muitas lendas reza que escravos colocavam sempre a garapa, o caldo da cana, no tacho, e iam mexendo e fervendo até pegar o ponto de melado.


    Certo dia, quando o feitor estava muito exigente para um serviço, eles, sem dar tempo para ferver bastante, como exigia a fazeção do melado, esconderam o tacho e deixaram para o dia seguinte. Quando foram buscá-lo, o caldo estava azedo, mas, com medo de jogarem fora, colocaram o caldo novo por cima e ferveram juntos, mexendo bastante. Acontece que o azedo, fermentado, se tornou álcool e evaporou. O restante foi formando gotículas no telhado da rebaixa do engenho e, como goteira, foi pingando. Era a cachaça, daí o nome pinga.


    E quando dançavam, ali mesmo, no engenho, os pingos, caindo nos seus rostos, na boca, os alegravam bastante. Sempre que queriam ficar alegres, dançavam ali e “lambiam” a pinga. E quando pingava nas suas costas feridas pelas chibatadas do feitor, ardia; daí o nome de água ardente. Com o tempo, a pinga foi sendo aprimorada e caiu no gosto das demais pessoas, começando pelos feitores e senhores de escravos. A cachaça, agora, é a “bebida oficial do Brasil”.


    Nada de pinga e nada de aguardente. Cachaça vem de cachaza (castelhano), que significa vinho das borras (da uva). Há umas 30 mil marcas brasileiras. A brasileiríssima cachaça artesanal, cuja produção anual atinge 400 milhões de litros, da qual só é exportada 1%, tem muitas virtudes, pois sara doenças, esquenta no frio, esfria no calor, desinibe e desperta, alegra na tristeza e consola na paixão, faz mudo falar, é alívio na dor e força na fraqueza, anima velório e sustenta pagode, anestesia e desinfeta e ...(...) Vamos tomar uma “saideira”?


(Disponível em: O popular-E-book – crônicas do Bariani. P.31/32. 03/08/2006. Texto adaptado. Acesso em: 7 set. 2025).

Analise o vocábulo “enegrecer” e marque a alternativa que apresenta corretamente o processo de formação dessa palavra:
Alternativas
Q3767183 Português

SUA MAJESTADE, A CACHAÇA


    Cachaça sempre foi sinônimo de deboche: “Aqui só dá cachaceiro”, vai curtir essa cachaça pra lá!”, “cachorro que morde bode, mulher que erra uma vez, e homem que bebe cachaça, nem o diabo pode com os três”...e vai por aí afora.


    Fabricante de cachaça não aceita ser cachaceiro, mas empresário, industrial e, quando muito, alambiqueiro. Dizem que a cachaça é originária da Índia, e que começou a sua produção no Brasil, em São Vicente (SP), em 1526, e em Olinda (PB). Uma das muitas lendas reza que escravos colocavam sempre a garapa, o caldo da cana, no tacho, e iam mexendo e fervendo até pegar o ponto de melado.


    Certo dia, quando o feitor estava muito exigente para um serviço, eles, sem dar tempo para ferver bastante, como exigia a fazeção do melado, esconderam o tacho e deixaram para o dia seguinte. Quando foram buscá-lo, o caldo estava azedo, mas, com medo de jogarem fora, colocaram o caldo novo por cima e ferveram juntos, mexendo bastante. Acontece que o azedo, fermentado, se tornou álcool e evaporou. O restante foi formando gotículas no telhado da rebaixa do engenho e, como goteira, foi pingando. Era a cachaça, daí o nome pinga.


    E quando dançavam, ali mesmo, no engenho, os pingos, caindo nos seus rostos, na boca, os alegravam bastante. Sempre que queriam ficar alegres, dançavam ali e “lambiam” a pinga. E quando pingava nas suas costas feridas pelas chibatadas do feitor, ardia; daí o nome de água ardente. Com o tempo, a pinga foi sendo aprimorada e caiu no gosto das demais pessoas, começando pelos feitores e senhores de escravos. A cachaça, agora, é a “bebida oficial do Brasil”.


    Nada de pinga e nada de aguardente. Cachaça vem de cachaza (castelhano), que significa vinho das borras (da uva). Há umas 30 mil marcas brasileiras. A brasileiríssima cachaça artesanal, cuja produção anual atinge 400 milhões de litros, da qual só é exportada 1%, tem muitas virtudes, pois sara doenças, esquenta no frio, esfria no calor, desinibe e desperta, alegra na tristeza e consola na paixão, faz mudo falar, é alívio na dor e força na fraqueza, anima velório e sustenta pagode, anestesia e desinfeta e ...(...) Vamos tomar uma “saideira”?


(Disponível em: O popular-E-book – crônicas do Bariani. P.31/32. 03/08/2006. Texto adaptado. Acesso em: 7 set. 2025).

Analise a palavra “alambiqueiro” e marque a alternativa que apresenta corretamente o número de letras e fonemas desse vocábulo:
Alternativas
Q3767182 Português

SUA MAJESTADE, A CACHAÇA


    Cachaça sempre foi sinônimo de deboche: “Aqui só dá cachaceiro”, vai curtir essa cachaça pra lá!”, “cachorro que morde bode, mulher que erra uma vez, e homem que bebe cachaça, nem o diabo pode com os três”...e vai por aí afora.


    Fabricante de cachaça não aceita ser cachaceiro, mas empresário, industrial e, quando muito, alambiqueiro. Dizem que a cachaça é originária da Índia, e que começou a sua produção no Brasil, em São Vicente (SP), em 1526, e em Olinda (PB). Uma das muitas lendas reza que escravos colocavam sempre a garapa, o caldo da cana, no tacho, e iam mexendo e fervendo até pegar o ponto de melado.


    Certo dia, quando o feitor estava muito exigente para um serviço, eles, sem dar tempo para ferver bastante, como exigia a fazeção do melado, esconderam o tacho e deixaram para o dia seguinte. Quando foram buscá-lo, o caldo estava azedo, mas, com medo de jogarem fora, colocaram o caldo novo por cima e ferveram juntos, mexendo bastante. Acontece que o azedo, fermentado, se tornou álcool e evaporou. O restante foi formando gotículas no telhado da rebaixa do engenho e, como goteira, foi pingando. Era a cachaça, daí o nome pinga.


    E quando dançavam, ali mesmo, no engenho, os pingos, caindo nos seus rostos, na boca, os alegravam bastante. Sempre que queriam ficar alegres, dançavam ali e “lambiam” a pinga. E quando pingava nas suas costas feridas pelas chibatadas do feitor, ardia; daí o nome de água ardente. Com o tempo, a pinga foi sendo aprimorada e caiu no gosto das demais pessoas, começando pelos feitores e senhores de escravos. A cachaça, agora, é a “bebida oficial do Brasil”.


    Nada de pinga e nada de aguardente. Cachaça vem de cachaza (castelhano), que significa vinho das borras (da uva). Há umas 30 mil marcas brasileiras. A brasileiríssima cachaça artesanal, cuja produção anual atinge 400 milhões de litros, da qual só é exportada 1%, tem muitas virtudes, pois sara doenças, esquenta no frio, esfria no calor, desinibe e desperta, alegra na tristeza e consola na paixão, faz mudo falar, é alívio na dor e força na fraqueza, anima velório e sustenta pagode, anestesia e desinfeta e ...(...) Vamos tomar uma “saideira”?


(Disponível em: O popular-E-book – crônicas do Bariani. P.31/32. 03/08/2006. Texto adaptado. Acesso em: 7 set. 2025).

Considere a leitura integral do texto “Sua majestade, a cachaça” e analise as informações a seguir:



I – O título, “Sua majestade, a cachaça, pode ser uma forma de ressaltar, honrar e glorificar o prestígio da aguardente de cana-de-açúcar.


II –.A expressão: “Nada de pinga e nada de aguardente não se classifica como período, nem como oração, é, apenas, uma frase.


III – A tipologia de base dessa crônica é a narração entremeada com trechos descritivos e dissertativos.


IV - Infere-se do texto que o autor apresenta a origem da cachaça, bem como, dos nomes pelos quais ela é conhecida.



Marque a alternativa que apresenta todas as afirmações corretas:

Alternativas
Q3767181 Português

text02.png (331×254)


(blogdoaftm.com.br. Mudanças no mercado de trabalho. Acesso em: 7 de set. 2025)

Analise a frase: “Ele tá aqui do meu lado”. Marque a alternativa que apresenta o vício de linguagem presente nessa expressão:
Alternativas
Q3767180 Português

text02.png (331×254)


(blogdoaftm.com.br. Mudanças no mercado de trabalho. Acesso em: 7 de set. 2025)

Considere os diálogos entre as personagens dessa charge e analise as informações a seguir:



I – Em todas as falas o nível de linguagem é o padrão – norma culta.


II – Em todos os balões, o nível da linguagem é adequado ao contexto de comunicação.


III – Em todos os balões predomina um nível de linguagem artificial.


IV – Nos dois primeiros balões predomina o nível culto, nos dois últimos, o nível coloquial.



Marque a alternativa correta:

Alternativas
Q3767179 Português

CANÇÃO EXCÊNTRICA


Ando à procura de espaço

Para o desenho da vida.

Em números me embaraço

E perco sempre a medida.

Se penso encontrar saída,

Em vez de abrir um compasso,

Projeto-me num abraço

E gero uma despedida.


Se volto sobre o meu passo,

É já distância perdida.


Meu coração, coisa de aço,

Começa a achar um cansaço

Esta procura de espaço

Para o desenho da vida.

Já por exausta e descrida

Não me animo a um breve traço:

- saudosa do que não faço,

- do que faço, arrependida


(MEIRELES, Cecília. Os melhores poemas de Cecília Meireles/seleção Maria Fernanda. 8. ed. São Paulo: Global, 1996, p.32).

Analise o verso : “não me animo a um breve traço”. Marque a alternativa que apresenta a classe gramatical das palavras respectivamente:
Alternativas
Q3767178 Português

CANÇÃO EXCÊNTRICA


Ando à procura de espaço

Para o desenho da vida.

Em números me embaraço

E perco sempre a medida.

Se penso encontrar saída,

Em vez de abrir um compasso,

Projeto-me num abraço

E gero uma despedida.


Se volto sobre o meu passo,

É já distância perdida.


Meu coração, coisa de aço,

Começa a achar um cansaço

Esta procura de espaço

Para o desenho da vida.

Já por exausta e descrida

Não me animo a um breve traço:

- saudosa do que não faço,

- do que faço, arrependida


(MEIRELES, Cecília. Os melhores poemas de Cecília Meireles/seleção Maria Fernanda. 8. ed. São Paulo: Global, 1996, p.32).

Marque a alternativa que apresenta as funções de linguagem predominantes no texto “Canção Excêntrica”:
Alternativas
Q3767177 Português

CANÇÃO EXCÊNTRICA


Ando à procura de espaço

Para o desenho da vida.

Em números me embaraço

E perco sempre a medida.

Se penso encontrar saída,

Em vez de abrir um compasso,

Projeto-me num abraço

E gero uma despedida.


Se volto sobre o meu passo,

É já distância perdida.


Meu coração, coisa de aço,

Começa a achar um cansaço

Esta procura de espaço

Para o desenho da vida.

Já por exausta e descrida

Não me animo a um breve traço:

- saudosa do que não faço,

- do que faço, arrependida


(MEIRELES, Cecília. Os melhores poemas de Cecília Meireles/seleção Maria Fernanda. 8. ed. São Paulo: Global, 1996, p.32).

Considere a leitura do poema “Canção excêntrica” e analise as afirmações a seguir sobre a sua temática:



I – Canção excêntrica pode significar aquilo que foge do comum, é a procura inevitável, os questionamentos que fazemos na vida.


II – Considerando a flexão dos verbos e o emprego dos pronomes, o foco temático está centrado numa terceira pessoa do discurso.


III – Conforme o poema, perdemos sempre a medida, pois a vida nos joga ao embate contínuo do estar vivendo.


IV – Pode-se inferir do texto que a busca incessante pelo desenho da vida diferencia-nos como pessoas, ao mesmo tempo, que nos identifica como seres inquietos e incompletos.



Marque a alternativa correta:

Alternativas
Q3767095 Português
No trecho: “Eu comia maçãs, bebia a melhor água, sabendo que lá fora o mundo havia parado de calor.” (linhas 06-07), há 

I. duas orações coordenadas separadas por vírgula. II. uma oração subordinada substantiva objetiva direta. III. três orações coordenadas e uma subordinada adverbial. IV. quatro orações, no total.
Estão corretas somente as complementações contidas em
Alternativas
Q3767094 Português
A função da vírgula no trecho: “Eu sempre sonho que uma coisa gera, nunca nada está morto.” (linhas 14-15) é 
Alternativas
Q3767093 Português
O termo destacado na expressão “Depois encontrei meu pai, que me fez festa” (linha 08), classifica-se, em relação ao verbo “encontrei”, como
Alternativas
Q3767092 Português
Assinale a opção que apresenta a correta justificativa para a flexão do termo destacado no trecho “os lábios de novo e a cara circulados de sangue” (linha 10). 
Alternativas
Q3767091 Português
Atente para a classificação dos encontros vocálicos nos seguintes itens:

I. MACIEIRAS; COISAS; COMIA ⟹ TRITONGO II. RIA; HAVIA; ALEGRIA ⟹ HIATO III. ENCONTREI; COISA; FORMÃO ⟹ DITONGO DECRESCENTE IV. PAI; BEBIA; DOENTE ⟹ DITONGO CRESCENTE

Estão corretas as classificações contidas em
Alternativas
Respostas
24761: C
24762: D
24763: D
24764: C
24765: D
24766: C
24767: B
24768: B
24769: D
24770: D
24771: C
24772: B
24773: A
24774: D
24775: A
24776: D
24777: B
24778: C
24779: A
24780: D