Questões de Concurso Sobre português
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Em relação à classe gramatical, o vocábulo destacado denomina-se, nesta frase:
Em relação aos recursos expressivos da linguagem, o trecho acima exemplifica o uso de:
Texto I
I.A., uma inteligência que não pensa. Já pensou nisso?
Por Raphael Conceição
O assombroso avanço tecnológico dos diversos modelos de linguagem existentes no mundo de hoje deixa à margem um debate importante acerca do que se convencionou denominar “Inteligência Artificial”.
A discussão que tenho proposto em inúmeras palestras, oficinas e workshops sobre o tema trata de uma região que figura entre a imprecisão e o engano do uso do termo “inteligência” para um tipo de tecnologia que não pensa, não intui, não dispõe de consciência e, se tanto, simula a atividade cerebral humana.
É indubitável que os bots que conversam de maneira tão natural com as pessoas transmitem uma sensação de proximidade.
Meu ponto, porém, é que essa “pessoalidade”, por assim dizer, é tão legítima quanto a “mágica” de um ilusionista que prende nossa atenção em uma de suas mãos enquanto, com a outra, realiza processos cujo resultado nos encantará com lenços que lhe saem da boca ou uma carta de baralho rasgada que volta a aparecer em um dos bolsos de seu fraque.
É divertido ver, admito. Mas não é mágica. Assim como conversar com um sistema também me entretém. Mas não é conversa. Sob essa ótica, desmistificamos questões que inclusive atrapalham as pessoas a usufruírem mais e melhor da tecnologia de que hoje dispomos.
Quando nos damos conta de que tudo aquilo que perguntamos, demandamos ou pesquisamos, cujas respostas nos chegam em segundos de maneira impressionante, decorre de uma precisão estatística, matemática e padronizada, compreendemos melhor que o caminho a trilhar não é um embate IA x Humano, e sim um viés em que a dita Inteligência Artificial potencializa o que nós, pessoas, somos.
Se de melhor ou pior, bom, o critério e a decisão ficam à nossa conta.
De todo modo, medos de que as máquinas algum dia se revoltem contra nós como nas telas de cinema – ou no streaming que parece adivinhar a melhor série que combina com o meu perfil – podem ser minimizados quando aceitamos a IA tal qual ela é: poderosa em cálculo e correlação, mas desprovida de consciência ou compreensão semântica.
A máquina avança pela nossa real inteligência e nos ajuda a automatizar tarefas repetitivas, calcular cenários em dimensões e magnitudes que há pouco pareciam impossíveis e até mesmo predizer possibilidades com alta taxa de acertos. Tudo isso sem tirar nem ameaçar o papel que nos cumpre: decisores sobre qual impacto queremos que a IA tenha em nossas vidas.
A TV interferiu no rádio. O digital no impresso. O CD no vinil. A IA, claro, vai transformar muitos aspectos da nossa vida, e nossa relação com ela moldará nosso futuro.
A pergunta que não quer calar (Como?), porém, não deve ser direcionada ao ChatGPT ou correlatos. Quem vai respondê-la seremos nós, enquanto sociedade, dentro das classes, castas e divisões a que nos submetemos (ou impomos).
Quem sabe a gente não escolhe usar a tecnologia para um futuro mais inclusivo e menos desigual. Se é possível sonhar? Eu creio que sim.
Mas esse papo é para um próximo texto.
Um abraço, enter, e até lá.
Fonte:
https://www.jb.com.br/brasil/opiniao/artigos/2025/10/1057 224-i-a-uma-inteligencia-que-nao-pensa-ja-pensounisso.html. Acesso em 31/10/2025. Excerto
“É indubitável que os bots que conversam de maneira tão natural com as pessoas transmitem uma sensação de proximidade” (3º parágrafo).
A oração em destaque pode ser classificada como:
Texto I
I.A., uma inteligência que não pensa. Já pensou nisso?
Por Raphael Conceição
O assombroso avanço tecnológico dos diversos modelos de linguagem existentes no mundo de hoje deixa à margem um debate importante acerca do que se convencionou denominar “Inteligência Artificial”.
A discussão que tenho proposto em inúmeras palestras, oficinas e workshops sobre o tema trata de uma região que figura entre a imprecisão e o engano do uso do termo “inteligência” para um tipo de tecnologia que não pensa, não intui, não dispõe de consciência e, se tanto, simula a atividade cerebral humana.
É indubitável que os bots que conversam de maneira tão natural com as pessoas transmitem uma sensação de proximidade.
Meu ponto, porém, é que essa “pessoalidade”, por assim dizer, é tão legítima quanto a “mágica” de um ilusionista que prende nossa atenção em uma de suas mãos enquanto, com a outra, realiza processos cujo resultado nos encantará com lenços que lhe saem da boca ou uma carta de baralho rasgada que volta a aparecer em um dos bolsos de seu fraque.
É divertido ver, admito. Mas não é mágica. Assim como conversar com um sistema também me entretém. Mas não é conversa. Sob essa ótica, desmistificamos questões que inclusive atrapalham as pessoas a usufruírem mais e melhor da tecnologia de que hoje dispomos.
Quando nos damos conta de que tudo aquilo que perguntamos, demandamos ou pesquisamos, cujas respostas nos chegam em segundos de maneira impressionante, decorre de uma precisão estatística, matemática e padronizada, compreendemos melhor que o caminho a trilhar não é um embate IA x Humano, e sim um viés em que a dita Inteligência Artificial potencializa o que nós, pessoas, somos.
Se de melhor ou pior, bom, o critério e a decisão ficam à nossa conta.
De todo modo, medos de que as máquinas algum dia se revoltem contra nós como nas telas de cinema – ou no streaming que parece adivinhar a melhor série que combina com o meu perfil – podem ser minimizados quando aceitamos a IA tal qual ela é: poderosa em cálculo e correlação, mas desprovida de consciência ou compreensão semântica.
A máquina avança pela nossa real inteligência e nos ajuda a automatizar tarefas repetitivas, calcular cenários em dimensões e magnitudes que há pouco pareciam impossíveis e até mesmo predizer possibilidades com alta taxa de acertos. Tudo isso sem tirar nem ameaçar o papel que nos cumpre: decisores sobre qual impacto queremos que a IA tenha em nossas vidas.
A TV interferiu no rádio. O digital no impresso. O CD no vinil. A IA, claro, vai transformar muitos aspectos da nossa vida, e nossa relação com ela moldará nosso futuro.
A pergunta que não quer calar (Como?), porém, não deve ser direcionada ao ChatGPT ou correlatos. Quem vai respondê-la seremos nós, enquanto sociedade, dentro das classes, castas e divisões a que nos submetemos (ou impomos).
Quem sabe a gente não escolhe usar a tecnologia para um futuro mais inclusivo e menos desigual. Se é possível sonhar? Eu creio que sim.
Mas esse papo é para um próximo texto.
Um abraço, enter, e até lá.
Fonte:
https://www.jb.com.br/brasil/opiniao/artigos/2025/10/1057 224-i-a-uma-inteligencia-que-nao-pensa-ja-pensounisso.html. Acesso em 31/10/2025. Excerto
Texto I
I.A., uma inteligência que não pensa. Já pensou nisso?
Por Raphael Conceição
O assombroso avanço tecnológico dos diversos modelos de linguagem existentes no mundo de hoje deixa à margem um debate importante acerca do que se convencionou denominar “Inteligência Artificial”.
A discussão que tenho proposto em inúmeras palestras, oficinas e workshops sobre o tema trata de uma região que figura entre a imprecisão e o engano do uso do termo “inteligência” para um tipo de tecnologia que não pensa, não intui, não dispõe de consciência e, se tanto, simula a atividade cerebral humana.
É indubitável que os bots que conversam de maneira tão natural com as pessoas transmitem uma sensação de proximidade.
Meu ponto, porém, é que essa “pessoalidade”, por assim dizer, é tão legítima quanto a “mágica” de um ilusionista que prende nossa atenção em uma de suas mãos enquanto, com a outra, realiza processos cujo resultado nos encantará com lenços que lhe saem da boca ou uma carta de baralho rasgada que volta a aparecer em um dos bolsos de seu fraque.
É divertido ver, admito. Mas não é mágica. Assim como conversar com um sistema também me entretém. Mas não é conversa. Sob essa ótica, desmistificamos questões que inclusive atrapalham as pessoas a usufruírem mais e melhor da tecnologia de que hoje dispomos.
Quando nos damos conta de que tudo aquilo que perguntamos, demandamos ou pesquisamos, cujas respostas nos chegam em segundos de maneira impressionante, decorre de uma precisão estatística, matemática e padronizada, compreendemos melhor que o caminho a trilhar não é um embate IA x Humano, e sim um viés em que a dita Inteligência Artificial potencializa o que nós, pessoas, somos.
Se de melhor ou pior, bom, o critério e a decisão ficam à nossa conta.
De todo modo, medos de que as máquinas algum dia se revoltem contra nós como nas telas de cinema – ou no streaming que parece adivinhar a melhor série que combina com o meu perfil – podem ser minimizados quando aceitamos a IA tal qual ela é: poderosa em cálculo e correlação, mas desprovida de consciência ou compreensão semântica.
A máquina avança pela nossa real inteligência e nos ajuda a automatizar tarefas repetitivas, calcular cenários em dimensões e magnitudes que há pouco pareciam impossíveis e até mesmo predizer possibilidades com alta taxa de acertos. Tudo isso sem tirar nem ameaçar o papel que nos cumpre: decisores sobre qual impacto queremos que a IA tenha em nossas vidas.
A TV interferiu no rádio. O digital no impresso. O CD no vinil. A IA, claro, vai transformar muitos aspectos da nossa vida, e nossa relação com ela moldará nosso futuro.
A pergunta que não quer calar (Como?), porém, não deve ser direcionada ao ChatGPT ou correlatos. Quem vai respondê-la seremos nós, enquanto sociedade, dentro das classes, castas e divisões a que nos submetemos (ou impomos).
Quem sabe a gente não escolhe usar a tecnologia para um futuro mais inclusivo e menos desigual. Se é possível sonhar? Eu creio que sim.
Mas esse papo é para um próximo texto.
Um abraço, enter, e até lá.
Fonte:
https://www.jb.com.br/brasil/opiniao/artigos/2025/10/1057 224-i-a-uma-inteligencia-que-nao-pensa-ja-pensounisso.html. Acesso em 31/10/2025. Excerto
Texto I
I.A., uma inteligência que não pensa. Já pensou nisso?
Por Raphael Conceição
O assombroso avanço tecnológico dos diversos modelos de linguagem existentes no mundo de hoje deixa à margem um debate importante acerca do que se convencionou denominar “Inteligência Artificial”.
A discussão que tenho proposto em inúmeras palestras, oficinas e workshops sobre o tema trata de uma região que figura entre a imprecisão e o engano do uso do termo “inteligência” para um tipo de tecnologia que não pensa, não intui, não dispõe de consciência e, se tanto, simula a atividade cerebral humana.
É indubitável que os bots que conversam de maneira tão natural com as pessoas transmitem uma sensação de proximidade.
Meu ponto, porém, é que essa “pessoalidade”, por assim dizer, é tão legítima quanto a “mágica” de um ilusionista que prende nossa atenção em uma de suas mãos enquanto, com a outra, realiza processos cujo resultado nos encantará com lenços que lhe saem da boca ou uma carta de baralho rasgada que volta a aparecer em um dos bolsos de seu fraque.
É divertido ver, admito. Mas não é mágica. Assim como conversar com um sistema também me entretém. Mas não é conversa. Sob essa ótica, desmistificamos questões que inclusive atrapalham as pessoas a usufruírem mais e melhor da tecnologia de que hoje dispomos.
Quando nos damos conta de que tudo aquilo que perguntamos, demandamos ou pesquisamos, cujas respostas nos chegam em segundos de maneira impressionante, decorre de uma precisão estatística, matemática e padronizada, compreendemos melhor que o caminho a trilhar não é um embate IA x Humano, e sim um viés em que a dita Inteligência Artificial potencializa o que nós, pessoas, somos.
Se de melhor ou pior, bom, o critério e a decisão ficam à nossa conta.
De todo modo, medos de que as máquinas algum dia se revoltem contra nós como nas telas de cinema – ou no streaming que parece adivinhar a melhor série que combina com o meu perfil – podem ser minimizados quando aceitamos a IA tal qual ela é: poderosa em cálculo e correlação, mas desprovida de consciência ou compreensão semântica.
A máquina avança pela nossa real inteligência e nos ajuda a automatizar tarefas repetitivas, calcular cenários em dimensões e magnitudes que há pouco pareciam impossíveis e até mesmo predizer possibilidades com alta taxa de acertos. Tudo isso sem tirar nem ameaçar o papel que nos cumpre: decisores sobre qual impacto queremos que a IA tenha em nossas vidas.
A TV interferiu no rádio. O digital no impresso. O CD no vinil. A IA, claro, vai transformar muitos aspectos da nossa vida, e nossa relação com ela moldará nosso futuro.
A pergunta que não quer calar (Como?), porém, não deve ser direcionada ao ChatGPT ou correlatos. Quem vai respondê-la seremos nós, enquanto sociedade, dentro das classes, castas e divisões a que nos submetemos (ou impomos).
Quem sabe a gente não escolhe usar a tecnologia para um futuro mais inclusivo e menos desigual. Se é possível sonhar? Eu creio que sim.
Mas esse papo é para um próximo texto.
Um abraço, enter, e até lá.
Fonte:
https://www.jb.com.br/brasil/opiniao/artigos/2025/10/1057 224-i-a-uma-inteligencia-que-nao-pensa-ja-pensounisso.html. Acesso em 31/10/2025. Excerto
“A discussão que tenho proposto em inúmeras palestras, oficinas e workshops sobre o tema trata de uma região que figura entre a imprecisão e o engano [...]” (2º parágrafo).
Em seu contexto de uso, os dois termos em destaque são classificados, respectivamente, como:
Em relação aos recursos expressivos da linguagem, o trecho acima exemplifica o uso de:
Texto I
IA, uma inteligência que não pensa. Já pensou nisso?
Por Raphael Conceição
O assombroso avanço tecnológico dos diversos modelos de linguagem existentes no mundo de hoje deixa à margem um debate importante sobre o que se convencionou denominar “Inteligência Artificial”.
A discussão que tenho proposta em inúmeras palestras, oficinas e workshops e sobre o tema trata de uma região que figura entre a imprecisão e o engano do uso do termo “inteligência” para um tipo de tecnologia que não pensa, não intui, não dispõe de consciência e, se tanto, simula a atividade cerebral humana.
É indubitável que os bots que conversam de maneira tão natural com as pessoas transmitem uma sensação de proximidade.
Meu ponto, porém, é que essa “pessoalidade”, por assim dizer, é tão legítima quanto a “mágica” de um ilusionista que prende nossa atenção em uma de suas mãos enquanto, com a outra, realiza processos cujo resultado nos encantará com lenços que lhe saem da boca ou uma carta de baralho rasgada que volta a aparecer em um dos bolsos de sua fraque.
É divertido ver, admito. Mas não é mágico. Assim como conversar com um sistema também me entretém. Mas não é conversa. Sob essa ótica, desmistificamos questões que inclusive atrapalham as pessoas a usufruírem mais e melhor da tecnologia de que hoje dispomos.
Quando nos damos conta de que tudo aquilo que perguntamos, exigimos ou pesquisamos, cujas respostas nos chegam em segundos de maneira impressionante, decorrem de uma precisão estatística, matemática e padronizada, compreendemos melhor que o caminho a trilhar não é um embate IA x Humano, e sim um viés em que a dita Inteligência Artificial potencializa o que nós, pessoas, somos.
Se de melhor ou de pior, bom, a classificação e a decisão ficam à nossa conta.
De todo modo, medos de que as máquinas algum dia se revoltam contra nós como nas telas de cinema – ou no streaming que parece adivinhar a melhor série que combina com o meu perfil – podem ser minimizados quando aceitamos a IA tal qual ela é: poderosa em design e clara, mas desprovida de consciência ou compreensão semântica.
A máquina avança pela nossa inteligência real e nos ajuda a automatizar tarefas repetitivas, calcular cenários em dimensões e magnitudes que são pouco obviamente impossíveis e até mesmo predizer possibilidades com altas taxas de acertos. Tudo isso sem tirar nem ameaçar o papel que nos cumpre: decisores sobre qual impacto queremos que a IA tenha em nossas vidas.
A TV interferiu no rádio. O digital não é impresso. O CD sem vinil. A IA, claro, vai transformar muitos aspectos da nossa vida, e nossa relação com ela moldará nosso futuro.
A pergunta que não quer calar (Como?), porém, não deve ser direcionada ao ChatGPT ou correlatos. Quem vai responder a nós, enquanto sociedade, dentro das classes, castas e divisões a que nos submetemos (ou impomos).
Quem sabe a gente não escolhe usar a tecnologia para um futuro mais inclusivo e menos desigual. Se é possível sonhar? Eu acredito que sim.
Mas esse papo é para um próximo texto.
Um abraço, entre , e até lá.
Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/opiniao/artigos/2025/10/1057 224-ia-uma-inteligencia-que-nao-pensa-ja-pensounisso.html. Acesso em 31/10/2025. Excerto
“É indubitável que os bots que conversam de maneira tão natural com as pessoas transmitem uma sensação de proximidade” (3º parágrafo).
A oração em destaque pode ser classificada como:
Texto I
IA, uma inteligência que não pensa. Já pensou nisso?
Por Raphael Conceição
O assombroso avanço tecnológico dos diversos modelos de linguagem existentes no mundo de hoje deixa à margem um debate importante sobre o que se convencionou denominar “Inteligência Artificial”.
A discussão que tenho proposta em inúmeras palestras, oficinas e workshops e sobre o tema trata de uma região que figura entre a imprecisão e o engano do uso do termo “inteligência” para um tipo de tecnologia que não pensa, não intui, não dispõe de consciência e, se tanto, simula a atividade cerebral humana.
É indubitável que os bots que conversam de maneira tão natural com as pessoas transmitem uma sensação de proximidade.
Meu ponto, porém, é que essa “pessoalidade”, por assim dizer, é tão legítima quanto a “mágica” de um ilusionista que prende nossa atenção em uma de suas mãos enquanto, com a outra, realiza processos cujo resultado nos encantará com lenços que lhe saem da boca ou uma carta de baralho rasgada que volta a aparecer em um dos bolsos de sua fraque.
É divertido ver, admito. Mas não é mágico. Assim como conversar com um sistema também me entretém. Mas não é conversa. Sob essa ótica, desmistificamos questões que inclusive atrapalham as pessoas a usufruírem mais e melhor da tecnologia de que hoje dispomos.
Quando nos damos conta de que tudo aquilo que perguntamos, exigimos ou pesquisamos, cujas respostas nos chegam em segundos de maneira impressionante, decorrem de uma precisão estatística, matemática e padronizada, compreendemos melhor que o caminho a trilhar não é um embate IA x Humano, e sim um viés em que a dita Inteligência Artificial potencializa o que nós, pessoas, somos.
Se de melhor ou de pior, bom, a classificação e a decisão ficam à nossa conta.
De todo modo, medos de que as máquinas algum dia se revoltam contra nós como nas telas de cinema – ou no streaming que parece adivinhar a melhor série que combina com o meu perfil – podem ser minimizados quando aceitamos a IA tal qual ela é: poderosa em design e clara, mas desprovida de consciência ou compreensão semântica.
A máquina avança pela nossa inteligência real e nos ajuda a automatizar tarefas repetitivas, calcular cenários em dimensões e magnitudes que são pouco obviamente impossíveis e até mesmo predizer possibilidades com altas taxas de acertos. Tudo isso sem tirar nem ameaçar o papel que nos cumpre: decisores sobre qual impacto queremos que a IA tenha em nossas vidas.
A TV interferiu no rádio. O digital não é impresso. O CD sem vinil. A IA, claro, vai transformar muitos aspectos da nossa vida, e nossa relação com ela moldará nosso futuro.
A pergunta que não quer calar (Como?), porém, não deve ser direcionada ao ChatGPT ou correlatos. Quem vai responder a nós, enquanto sociedade, dentro das classes, castas e divisões a que nos submetemos (ou impomos).
Quem sabe a gente não escolhe usar a tecnologia para um futuro mais inclusivo e menos desigual. Se é possível sonhar? Eu acredito que sim.
Mas esse papo é para um próximo texto.
Um abraço, entre , e até lá.
Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/opiniao/artigos/2025/10/1057 224-ia-uma-inteligencia-que-nao-pensa-ja-pensounisso.html. Acesso em 31/10/2025. Excerto
“A discussão que tenho proposto em inúmeras palestras, oficinas e workshops sobre o tema trata de uma região que figura entre a imprecisão e o engano [...]” (2º parágrafo).
Em seu contexto de uso, os dois termos em destaque são classificados, respectivamente, como:
Texto I
IA, uma inteligência que não pensa. Já pensou nisso?
Por Raphael Conceição
O assombroso avanço tecnológico dos diversos modelos de linguagem existentes no mundo de hoje deixa à margem um debate importante sobre o que se convencionou denominar “Inteligência Artificial”.
A discussão que tenho proposta em inúmeras palestras, oficinas e workshops e sobre o tema trata de uma região que figura entre a imprecisão e o engano do uso do termo “inteligência” para um tipo de tecnologia que não pensa, não intui, não dispõe de consciência e, se tanto, simula a atividade cerebral humana.
É indubitável que os bots que conversam de maneira tão natural com as pessoas transmitem uma sensação de proximidade.
Meu ponto, porém, é que essa “pessoalidade”, por assim dizer, é tão legítima quanto a “mágica” de um ilusionista que prende nossa atenção em uma de suas mãos enquanto, com a outra, realiza processos cujo resultado nos encantará com lenços que lhe saem da boca ou uma carta de baralho rasgada que volta a aparecer em um dos bolsos de sua fraque.
É divertido ver, admito. Mas não é mágico. Assim como conversar com um sistema também me entretém. Mas não é conversa. Sob essa ótica, desmistificamos questões que inclusive atrapalham as pessoas a usufruírem mais e melhor da tecnologia de que hoje dispomos.
Quando nos damos conta de que tudo aquilo que perguntamos, exigimos ou pesquisamos, cujas respostas nos chegam em segundos de maneira impressionante, decorrem de uma precisão estatística, matemática e padronizada, compreendemos melhor que o caminho a trilhar não é um embate IA x Humano, e sim um viés em que a dita Inteligência Artificial potencializa o que nós, pessoas, somos.
Se de melhor ou de pior, bom, a classificação e a decisão ficam à nossa conta.
De todo modo, medos de que as máquinas algum dia se revoltam contra nós como nas telas de cinema – ou no streaming que parece adivinhar a melhor série que combina com o meu perfil – podem ser minimizados quando aceitamos a IA tal qual ela é: poderosa em design e clara, mas desprovida de consciência ou compreensão semântica.
A máquina avança pela nossa inteligência real e nos ajuda a automatizar tarefas repetitivas, calcular cenários em dimensões e magnitudes que são pouco obviamente impossíveis e até mesmo predizer possibilidades com altas taxas de acertos. Tudo isso sem tirar nem ameaçar o papel que nos cumpre: decisores sobre qual impacto queremos que a IA tenha em nossas vidas.
A TV interferiu no rádio. O digital não é impresso. O CD sem vinil. A IA, claro, vai transformar muitos aspectos da nossa vida, e nossa relação com ela moldará nosso futuro.
A pergunta que não quer calar (Como?), porém, não deve ser direcionada ao ChatGPT ou correlatos. Quem vai responder a nós, enquanto sociedade, dentro das classes, castas e divisões a que nos submetemos (ou impomos).
Quem sabe a gente não escolhe usar a tecnologia para um futuro mais inclusivo e menos desigual. Se é possível sonhar? Eu acredito que sim.
Mas esse papo é para um próximo texto.
Um abraço, entre , e até lá.
Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/opiniao/artigos/2025/10/1057 224-ia-uma-inteligencia-que-nao-pensa-ja-pensounisso.html. Acesso em 31/10/2025. Excerto
"Se é possível sonhar? Eu creio que sim" (12º parágrafo).
Nesse trecho, o autor utiliza um recurso discursivo específico, com o objetivo de:
Texto I
IA, uma inteligência que não pensa. Já pensou nisso?
Por Raphael Conceição
O assombroso avanço tecnológico dos diversos modelos de linguagem existentes no mundo de hoje deixa à margem um debate importante sobre o que se convencionou denominar “Inteligência Artificial”.
A discussão que tenho proposta em inúmeras palestras, oficinas e workshops e sobre o tema trata de uma região que figura entre a imprecisão e o engano do uso do termo “inteligência” para um tipo de tecnologia que não pensa, não intui, não dispõe de consciência e, se tanto, simula a atividade cerebral humana.
É indubitável que os bots que conversam de maneira tão natural com as pessoas transmitem uma sensação de proximidade.
Meu ponto, porém, é que essa “pessoalidade”, por assim dizer, é tão legítima quanto a “mágica” de um ilusionista que prende nossa atenção em uma de suas mãos enquanto, com a outra, realiza processos cujo resultado nos encantará com lenços que lhe saem da boca ou uma carta de baralho rasgada que volta a aparecer em um dos bolsos de sua fraque.
É divertido ver, admito. Mas não é mágico. Assim como conversar com um sistema também me entretém. Mas não é conversa. Sob essa ótica, desmistificamos questões que inclusive atrapalham as pessoas a usufruírem mais e melhor da tecnologia de que hoje dispomos.
Quando nos damos conta de que tudo aquilo que perguntamos, exigimos ou pesquisamos, cujas respostas nos chegam em segundos de maneira impressionante, decorrem de uma precisão estatística, matemática e padronizada, compreendemos melhor que o caminho a trilhar não é um embate IA x Humano, e sim um viés em que a dita Inteligência Artificial potencializa o que nós, pessoas, somos.
Se de melhor ou de pior, bom, a classificação e a decisão ficam à nossa conta.
De todo modo, medos de que as máquinas algum dia se revoltam contra nós como nas telas de cinema – ou no streaming que parece adivinhar a melhor série que combina com o meu perfil – podem ser minimizados quando aceitamos a IA tal qual ela é: poderosa em design e clara, mas desprovida de consciência ou compreensão semântica.
A máquina avança pela nossa inteligência real e nos ajuda a automatizar tarefas repetitivas, calcular cenários em dimensões e magnitudes que são pouco obviamente impossíveis e até mesmo predizer possibilidades com altas taxas de acertos. Tudo isso sem tirar nem ameaçar o papel que nos cumpre: decisores sobre qual impacto queremos que a IA tenha em nossas vidas.
A TV interferiu no rádio. O digital não é impresso. O CD sem vinil. A IA, claro, vai transformar muitos aspectos da nossa vida, e nossa relação com ela moldará nosso futuro.
A pergunta que não quer calar (Como?), porém, não deve ser direcionada ao ChatGPT ou correlatos. Quem vai responder a nós, enquanto sociedade, dentro das classes, castas e divisões a que nos submetemos (ou impomos).
Quem sabe a gente não escolhe usar a tecnologia para um futuro mais inclusivo e menos desigual. Se é possível sonhar? Eu acredito que sim.
Mas esse papo é para um próximo texto.
Um abraço, entre , e até lá.
Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/opiniao/artigos/2025/10/1057 224-ia-uma-inteligencia-que-nao-pensa-ja-pensounisso.html. Acesso em 31/10/2025. Excerto
O autor critica o termo "inteligência artificial" principalmente por considerar que:
Texto I
I.A., uma inteligência que não pensa. Já pensou nisso?
Por Raphael Conceição
O assombroso avanço tecnológico dos diversos modelos de linguagem existentes no mundo de hoje deixa à margem um debate importante acerca do que se convencionou denominar “Inteligência Artificial”.
A discussão que tenho proposto em inúmeras palestras, oficinas e workshops sobre o tema trata de uma região que figura entre a imprecisão e o engano do uso do termo “inteligência” para um tipo de tecnologia que não pensa, não intui, não dispõe de consciência e, se tanto, simula a atividade cerebral humana.
É indubitável que os bots que conversam de maneira tão natural com as pessoas transmitem uma sensação de proximidade.
Meu ponto, porém, é que essa “pessoalidade”, por assim dizer, é tão legítima quanto a “mágica” de um ilusionista que prende nossa atenção em uma de suas mãos enquanto, com a outra, realiza processos cujo resultado nos encantará com lenços que lhe saem da boca ou uma carta de baralho rasgada que volta a aparecer em um dos bolsos de seu fraque.
É divertido ver, admito. Mas não é mágica. Assim como conversar com um sistema também me entretém. Mas não é conversa. Sob essa ótica, desmistificamos questões que inclusive atrapalham as pessoas a usufruírem mais e melhor da tecnologia de que hoje dispomos.
Quando nos damos conta de que tudo aquilo que perguntamos, demandamos ou pesquisamos, cujas respostas nos chegam em segundos de maneira impressionante, decorre de uma precisão estatística, matemática e padronizada, compreendemos melhor que o caminho a trilhar não é um embate IA x Humano, e sim um viés em que a dita Inteligência Artificial potencializa o que nós, pessoas, somos.
Se de melhor ou pior, bom, o critério e a decisão ficam à nossa conta.
De todo modo, medos de que as máquinas algum dia se revoltem contra nós como nas telas de cinema – ou no streaming que parece adivinhar a melhor série que combina com o meu perfil – podem ser minimizados quando aceitamos a IA tal qual ela é: poderosa em cálculo e correlação, mas desprovida de consciência ou compreensão semântica.
A máquina avança pela nossa real inteligência e nos ajuda a automatizar tarefas repetitivas, calcular cenários em dimensões e magnitudes que há pouco pareciam impossíveis e até mesmo predizer possibilidades com alta taxa de acertos. Tudo isso sem tirar nem ameaçar o papel que nos cumpre: decisores sobre qual impacto queremos que a IA tenha em nossas vidas.
A TV interferiu no rádio. O digital no impresso. O CD no vinil. A IA, claro, vai transformar muitos aspectos da nossa vida, e nossa relação com ela moldará nosso futuro.
A pergunta que não quer calar (Como?), porém, não deve ser direcionada ao ChatGPT ou correlatos. Quem vai respondê-la seremos nós, enquanto sociedade, dentro das classes, castas e divisões a que nos submetemos (ou impomos).
Quem sabe a gente não escolhe usar a tecnologia para um futuro mais inclusivo e menos desigual. Se é possível sonhar? Eu creio que sim.
Mas esse papo é para um próximo texto.
Um abraço, enter, e até lá.
Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/opiniao/artigos/2025/10/10 57224-i-a-uma-inteligencia-que-nao-pensa-ja-pensounisso.html. Acesso em 31/10/2025. Excerto
“É indubitável que os bots que conversam de maneira tão natural com as pessoas transmitem uma sensação de proximidade” (3º parágrafo).
A oração em destaque pode ser classificada como:
Texto I
I.A., uma inteligência que não pensa. Já pensou nisso?
Por Raphael Conceição
O assombroso avanço tecnológico dos diversos modelos de linguagem existentes no mundo de hoje deixa à margem um debate importante acerca do que se convencionou denominar “Inteligência Artificial”.
A discussão que tenho proposto em inúmeras palestras, oficinas e workshops sobre o tema trata de uma região que figura entre a imprecisão e o engano do uso do termo “inteligência” para um tipo de tecnologia que não pensa, não intui, não dispõe de consciência e, se tanto, simula a atividade cerebral humana.
É indubitável que os bots que conversam de maneira tão natural com as pessoas transmitem uma sensação de proximidade.
Meu ponto, porém, é que essa “pessoalidade”, por assim dizer, é tão legítima quanto a “mágica” de um ilusionista que prende nossa atenção em uma de suas mãos enquanto, com a outra, realiza processos cujo resultado nos encantará com lenços que lhe saem da boca ou uma carta de baralho rasgada que volta a aparecer em um dos bolsos de seu fraque.
É divertido ver, admito. Mas não é mágica. Assim como conversar com um sistema também me entretém. Mas não é conversa. Sob essa ótica, desmistificamos questões que inclusive atrapalham as pessoas a usufruírem mais e melhor da tecnologia de que hoje dispomos.
Quando nos damos conta de que tudo aquilo que perguntamos, demandamos ou pesquisamos, cujas respostas nos chegam em segundos de maneira impressionante, decorre de uma precisão estatística, matemática e padronizada, compreendemos melhor que o caminho a trilhar não é um embate IA x Humano, e sim um viés em que a dita Inteligência Artificial potencializa o que nós, pessoas, somos.
Se de melhor ou pior, bom, o critério e a decisão ficam à nossa conta.
De todo modo, medos de que as máquinas algum dia se revoltem contra nós como nas telas de cinema – ou no streaming que parece adivinhar a melhor série que combina com o meu perfil – podem ser minimizados quando aceitamos a IA tal qual ela é: poderosa em cálculo e correlação, mas desprovida de consciência ou compreensão semântica.
A máquina avança pela nossa real inteligência e nos ajuda a automatizar tarefas repetitivas, calcular cenários em dimensões e magnitudes que há pouco pareciam impossíveis e até mesmo predizer possibilidades com alta taxa de acertos. Tudo isso sem tirar nem ameaçar o papel que nos cumpre: decisores sobre qual impacto queremos que a IA tenha em nossas vidas.
A TV interferiu no rádio. O digital no impresso. O CD no vinil. A IA, claro, vai transformar muitos aspectos da nossa vida, e nossa relação com ela moldará nosso futuro.
A pergunta que não quer calar (Como?), porém, não deve ser direcionada ao ChatGPT ou correlatos. Quem vai respondê-la seremos nós, enquanto sociedade, dentro das classes, castas e divisões a que nos submetemos (ou impomos).
Quem sabe a gente não escolhe usar a tecnologia para um futuro mais inclusivo e menos desigual. Se é possível sonhar? Eu creio que sim.
Mas esse papo é para um próximo texto.
Um abraço, enter, e até lá.
Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/opiniao/artigos/2025/10/10 57224-i-a-uma-inteligencia-que-nao-pensa-ja-pensounisso.html. Acesso em 31/10/2025. Excerto
Texto I
I.A., uma inteligência que não pensa. Já pensou nisso?
Por Raphael Conceição
O assombroso avanço tecnológico dos diversos modelos de linguagem existentes no mundo de hoje deixa à margem um debate importante acerca do que se convencionou denominar “Inteligência Artificial”.
A discussão que tenho proposto em inúmeras palestras, oficinas e workshops sobre o tema trata de uma região que figura entre a imprecisão e o engano do uso do termo “inteligência” para um tipo de tecnologia que não pensa, não intui, não dispõe de consciência e, se tanto, simula a atividade cerebral humana.
É indubitável que os bots que conversam de maneira tão natural com as pessoas transmitem uma sensação de proximidade.
Meu ponto, porém, é que essa “pessoalidade”, por assim dizer, é tão legítima quanto a “mágica” de um ilusionista que prende nossa atenção em uma de suas mãos enquanto, com a outra, realiza processos cujo resultado nos encantará com lenços que lhe saem da boca ou uma carta de baralho rasgada que volta a aparecer em um dos bolsos de seu fraque.
É divertido ver, admito. Mas não é mágica. Assim como conversar com um sistema também me entretém. Mas não é conversa. Sob essa ótica, desmistificamos questões que inclusive atrapalham as pessoas a usufruírem mais e melhor da tecnologia de que hoje dispomos.
Quando nos damos conta de que tudo aquilo que perguntamos, demandamos ou pesquisamos, cujas respostas nos chegam em segundos de maneira impressionante, decorre de uma precisão estatística, matemática e padronizada, compreendemos melhor que o caminho a trilhar não é um embate IA x Humano, e sim um viés em que a dita Inteligência Artificial potencializa o que nós, pessoas, somos.
Se de melhor ou pior, bom, o critério e a decisão ficam à nossa conta.
De todo modo, medos de que as máquinas algum dia se revoltem contra nós como nas telas de cinema – ou no streaming que parece adivinhar a melhor série que combina com o meu perfil – podem ser minimizados quando aceitamos a IA tal qual ela é: poderosa em cálculo e correlação, mas desprovida de consciência ou compreensão semântica.
A máquina avança pela nossa real inteligência e nos ajuda a automatizar tarefas repetitivas, calcular cenários em dimensões e magnitudes que há pouco pareciam impossíveis e até mesmo predizer possibilidades com alta taxa de acertos. Tudo isso sem tirar nem ameaçar o papel que nos cumpre: decisores sobre qual impacto queremos que a IA tenha em nossas vidas.
A TV interferiu no rádio. O digital no impresso. O CD no vinil. A IA, claro, vai transformar muitos aspectos da nossa vida, e nossa relação com ela moldará nosso futuro.
A pergunta que não quer calar (Como?), porém, não deve ser direcionada ao ChatGPT ou correlatos. Quem vai respondê-la seremos nós, enquanto sociedade, dentro das classes, castas e divisões a que nos submetemos (ou impomos).
Quem sabe a gente não escolhe usar a tecnologia para um futuro mais inclusivo e menos desigual. Se é possível sonhar? Eu creio que sim.
Mas esse papo é para um próximo texto.
Um abraço, enter, e até lá.
Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/opiniao/artigos/2025/10/10 57224-i-a-uma-inteligencia-que-nao-pensa-ja-pensounisso.html. Acesso em 31/10/2025. Excerto
“A discussão que tenho proposto em inúmeras palestras, oficinas e workshops sobre o tema trata de uma região que figura entre a imprecisão e o engano [...]” (2º parágrafo).
Em seu contexto de uso, os dois termos em destaque são classificados, respectivamente, como:
Texto I
I.A., uma inteligência que não pensa. Já pensou nisso?
Por Raphael Conceição
O assombroso avanço tecnológico dos diversos modelos de linguagem existentes no mundo de hoje deixa à margem um debate importante acerca do que se convencionou denominar “Inteligência Artificial”.
A discussão que tenho proposto em inúmeras palestras, oficinas e workshops sobre o tema trata de uma região que figura entre a imprecisão e o engano do uso do termo “inteligência” para um tipo de tecnologia que não pensa, não intui, não dispõe de consciência e, se tanto, simula a atividade cerebral humana.
É indubitável que os bots que conversam de maneira tão natural com as pessoas transmitem uma sensação de proximidade.
Meu ponto, porém, é que essa “pessoalidade”, por assim dizer, é tão legítima quanto a “mágica” de um ilusionista que prende nossa atenção em uma de suas mãos enquanto, com a outra, realiza processos cujo resultado nos encantará com lenços que lhe saem da boca ou uma carta de baralho rasgada que volta a aparecer em um dos bolsos de seu fraque.
É divertido ver, admito. Mas não é mágica. Assim como conversar com um sistema também me entretém. Mas não é conversa. Sob essa ótica, desmistificamos questões que inclusive atrapalham as pessoas a usufruírem mais e melhor da tecnologia de que hoje dispomos.
Quando nos damos conta de que tudo aquilo que perguntamos, demandamos ou pesquisamos, cujas respostas nos chegam em segundos de maneira impressionante, decorre de uma precisão estatística, matemática e padronizada, compreendemos melhor que o caminho a trilhar não é um embate IA x Humano, e sim um viés em que a dita Inteligência Artificial potencializa o que nós, pessoas, somos.
Se de melhor ou pior, bom, o critério e a decisão ficam à nossa conta.
De todo modo, medos de que as máquinas algum dia se revoltem contra nós como nas telas de cinema – ou no streaming que parece adivinhar a melhor série que combina com o meu perfil – podem ser minimizados quando aceitamos a IA tal qual ela é: poderosa em cálculo e correlação, mas desprovida de consciência ou compreensão semântica.
A máquina avança pela nossa real inteligência e nos ajuda a automatizar tarefas repetitivas, calcular cenários em dimensões e magnitudes que há pouco pareciam impossíveis e até mesmo predizer possibilidades com alta taxa de acertos. Tudo isso sem tirar nem ameaçar o papel que nos cumpre: decisores sobre qual impacto queremos que a IA tenha em nossas vidas.
A TV interferiu no rádio. O digital no impresso. O CD no vinil. A IA, claro, vai transformar muitos aspectos da nossa vida, e nossa relação com ela moldará nosso futuro.
A pergunta que não quer calar (Como?), porém, não deve ser direcionada ao ChatGPT ou correlatos. Quem vai respondê-la seremos nós, enquanto sociedade, dentro das classes, castas e divisões a que nos submetemos (ou impomos).
Quem sabe a gente não escolhe usar a tecnologia para um futuro mais inclusivo e menos desigual. Se é possível sonhar? Eu creio que sim.
Mas esse papo é para um próximo texto.
Um abraço, enter, e até lá.
Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/opiniao/artigos/2025/10/10 57224-i-a-uma-inteligencia-que-nao-pensa-ja-pensounisso.html. Acesso em 31/10/2025. Excerto
“O termo “infodemia” surgiu com força durante a pandemia da Covid-19 para descrever a grande disseminação de informações, tanto verdadeiras quanto falsas, que ocorreram de forma descontrolada. A palavra é uma junção de “informação” e “epidemia”, destacando como o excesso de dados pode se espalhar rapidamente, muitas vezes dificultando a distinção entre fatos confiáveis e desinformação. As fake news não apenas distorcem a realidade, mas têm o poder de influenciar decisões políticas, prejudicar a credibilidade de instituições e colocar em risco a saúde pública.”
Disponível em: https://www.ufsm.br/pet/educom-clima/2025/03/26/como-a-desinformacao-impacta-a-acao-climatica. Acesso: 19 Out. 2025. (Adaptado)
A enfermidade descrita no texto é causadora de um fenômeno denominado:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Roubo no Louvre: as oito joias levadas por criminosos do museu em Paris
O Museu do Louvre, em Paris, foi fechado temporariamente neste domingo após criminosos roubarem joias da coroa francesa de valor inestimável em uma ação ousada e rápida. Os ladrões invadiram o museu em plena luz do dia com um elevador mecânico e ferramentas movidas a bateria, fugindo com oito peças de joalheria — brincos, broches e colares adornados com milhares de diamantes e outras pedras preciosas.
O crime ocorreu logo após a abertura do museu, quando quatro ladrões usaram um equipamento para alcançar a Galeria de Apolo por uma varanda próxima ao rio Sena. Dois deles cortaram as vidraças e entraram no prédio, ameaçando os seguranças e roubando itens de duas vitrines. Os alarmes funcionaram e a equipe seguiu o protocolo, acionando a polícia e garantindo a segurança dos visitantes.
Segundo o Ministério da Cultura, os criminosos tentaram incendiar o veículo usado na invasão, mas foram impedidos por um funcionário. A ministra da Cultura informou que as câmeras mostram os ladrões mascarados agindo com calma e precisão, sem ferir ninguém. A fuga, feita em duas motos, foi considerada muito bem planejada. Todo o roubo durou apenas alguns minutos, segundo o Ministério do Interior.
Foram levadas oito peças do século XIX pertencentes à coroa francesa: uma tiara e um broche da imperatriz Eugénie, um colar e brincos de esmeralda da imperatriz Maria Luísa, uma tiara, um colar e um brinco do conjunto de safiras de antigas rainhas, além de um broche conhecido como "relicário". Outros dois itens, entre eles uma coroa, foram encontrados perto do local, aparentemente caídos durante a fuga.
As autoridades classificaram as joias como de valor inestimável e isolaram toda a área ao redor do museu. O Ministério Público abriu investigação por furto organizado e conspiração criminosa, com apoio de uma equipe especializada em tráfico de bens culturais.
Este não é o primeiro grande roubo na história do Louvre. Em 1911, a Mona Lisa foi levada por um funcionário e só recuperada dois anos depois. Em 1998, um quadro de Camille Corot foi roubado e nunca encontrado. Outros museus franceses também já foram alvo de crimes semelhantes, envolvendo peças de alto valor histórico e artístico.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1d03l2nd2qo.adaptado.
De acordo com as regras de concordância nominal, é CORRETO afirmar que:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Roubo no Louvre: as oito joias levadas por criminosos do museu em Paris
O Museu do Louvre, em Paris, foi fechado temporariamente neste domingo após criminosos roubarem joias da coroa francesa de valor inestimável em uma ação ousada e rápida. Os ladrões invadiram o museu em plena luz do dia com um elevador mecânico e ferramentas movidas a bateria, fugindo com oito peças de joalheria — brincos, broches e colares adornados com milhares de diamantes e outras pedras preciosas.
O crime ocorreu logo após a abertura do museu, quando quatro ladrões usaram um equipamento para alcançar a Galeria de Apolo por uma varanda próxima ao rio Sena. Dois deles cortaram as vidraças e entraram no prédio, ameaçando os seguranças e roubando itens de duas vitrines. Os alarmes funcionaram e a equipe seguiu o protocolo, acionando a polícia e garantindo a segurança dos visitantes.
Segundo o Ministério da Cultura, os criminosos tentaram incendiar o veículo usado na invasão, mas foram impedidos por um funcionário. A ministra da Cultura informou que as câmeras mostram os ladrões mascarados agindo com calma e precisão, sem ferir ninguém. A fuga, feita em duas motos, foi considerada muito bem planejada. Todo o roubo durou apenas alguns minutos, segundo o Ministério do Interior.
Foram levadas oito peças do século XIX pertencentes à coroa francesa: uma tiara e um broche da imperatriz Eugénie, um colar e brincos de esmeralda da imperatriz Maria Luísa, uma tiara, um colar e um brinco do conjunto de safiras de antigas rainhas, além de um broche conhecido como "relicário". Outros dois itens, entre eles uma coroa, foram encontrados perto do local, aparentemente caídos durante a fuga.
As autoridades classificaram as joias como de valor inestimável e isolaram toda a área ao redor do museu. O Ministério Público abriu investigação por furto organizado e conspiração criminosa, com apoio de uma equipe especializada em tráfico de bens culturais.
Este não é o primeiro grande roubo na história do Louvre. Em 1911, a Mona Lisa foi levada por um funcionário e só recuperada dois anos depois. Em 1998, um quadro de Camille Corot foi roubado e nunca encontrado. Outros museus franceses também já foram alvo de crimes semelhantes, envolvendo peças de alto valor histórico e artístico.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1d03l2nd2qo.adaptado.
Os alarmes funcionaram e a equipe seguiu o protocolo, acionando a polícia e garantindo a segurança dos visitantes.
De acordo com as regras de concordância verbal, é CORRETO afirmar que:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Roubo no Louvre: as oito joias levadas por criminosos do museu em Paris
O Museu do Louvre, em Paris, foi fechado temporariamente neste domingo após criminosos roubarem joias da coroa francesa de valor inestimável em uma ação ousada e rápida. Os ladrões invadiram o museu em plena luz do dia com um elevador mecânico e ferramentas movidas a bateria, fugindo com oito peças de joalheria — brincos, broches e colares adornados com milhares de diamantes e outras pedras preciosas.
O crime ocorreu logo após a abertura do museu, quando quatro ladrões usaram um equipamento para alcançar a Galeria de Apolo por uma varanda próxima ao rio Sena. Dois deles cortaram as vidraças e entraram no prédio, ameaçando os seguranças e roubando itens de duas vitrines. Os alarmes funcionaram e a equipe seguiu o protocolo, acionando a polícia e garantindo a segurança dos visitantes.
Segundo o Ministério da Cultura, os criminosos tentaram incendiar o veículo usado na invasão, mas foram impedidos por um funcionário. A ministra da Cultura informou que as câmeras mostram os ladrões mascarados agindo com calma e precisão, sem ferir ninguém. A fuga, feita em duas motos, foi considerada muito bem planejada. Todo o roubo durou apenas alguns minutos, segundo o Ministério do Interior.
Foram levadas oito peças do século XIX pertencentes à coroa francesa: uma tiara e um broche da imperatriz Eugénie, um colar e brincos de esmeralda da imperatriz Maria Luísa, uma tiara, um colar e um brinco do conjunto de safiras de antigas rainhas, além de um broche conhecido como "relicário". Outros dois itens, entre eles uma coroa, foram encontrados perto do local, aparentemente caídos durante a fuga.
As autoridades classificaram as joias como de valor inestimável e isolaram toda a área ao redor do museu. O Ministério Público abriu investigação por furto organizado e conspiração criminosa, com apoio de uma equipe especializada em tráfico de bens culturais.
Este não é o primeiro grande roubo na história do Louvre. Em 1911, a Mona Lisa foi levada por um funcionário e só recuperada dois anos depois. Em 1998, um quadro de Camille Corot foi roubado e nunca encontrado. Outros museus franceses também já foram alvo de crimes semelhantes, envolvendo peças de alto valor histórico e artístico.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1d03l2nd2qo.adaptado.
O Museu do Louvre, em Paris, foi fechado temporariamente neste domingo após criminosos roubarem joias da coroa francesa de valor inestimável em uma ação ousada e rápida.
De acordo com as regras de acentuação, é CORRETO afirmar que:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Roubo no Louvre: as oito joias levadas por criminosos do museu em Paris
O Museu do Louvre, em Paris, foi fechado temporariamente neste domingo após criminosos roubarem joias da coroa francesa de valor inestimável em uma ação ousada e rápida. Os ladrões invadiram o museu em plena luz do dia com um elevador mecânico e ferramentas movidas a bateria, fugindo com oito peças de joalheria — brincos, broches e colares adornados com milhares de diamantes e outras pedras preciosas.
O crime ocorreu logo após a abertura do museu, quando quatro ladrões usaram um equipamento para alcançar a Galeria de Apolo por uma varanda próxima ao rio Sena. Dois deles cortaram as vidraças e entraram no prédio, ameaçando os seguranças e roubando itens de duas vitrines. Os alarmes funcionaram e a equipe seguiu o protocolo, acionando a polícia e garantindo a segurança dos visitantes.
Segundo o Ministério da Cultura, os criminosos tentaram incendiar o veículo usado na invasão, mas foram impedidos por um funcionário. A ministra da Cultura informou que as câmeras mostram os ladrões mascarados agindo com calma e precisão, sem ferir ninguém. A fuga, feita em duas motos, foi considerada muito bem planejada. Todo o roubo durou apenas alguns minutos, segundo o Ministério do Interior.
Foram levadas oito peças do século XIX pertencentes à coroa francesa: uma tiara e um broche da imperatriz Eugénie, um colar e brincos de esmeralda da imperatriz Maria Luísa, uma tiara, um colar e um brinco do conjunto de safiras de antigas rainhas, além de um broche conhecido como "relicário". Outros dois itens, entre eles uma coroa, foram encontrados perto do local, aparentemente caídos durante a fuga.
As autoridades classificaram as joias como de valor inestimável e isolaram toda a área ao redor do museu. O Ministério Público abriu investigação por furto organizado e conspiração criminosa, com apoio de uma equipe especializada em tráfico de bens culturais.
Este não é o primeiro grande roubo na história do Louvre. Em 1911, a Mona Lisa foi levada por um funcionário e só recuperada dois anos depois. Em 1998, um quadro de Camille Corot foi roubado e nunca encontrado. Outros museus franceses também já foram alvo de crimes semelhantes, envolvendo peças de alto valor histórico e artístico.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1d03l2nd2qo.adaptado.
O texto apresenta informações sobre o desfecho do roubo ocorrido no Museu do Louvre, destacando o valor histórico das peças levadas e situando o episódio no contexto de outros crimes semelhantes já registrados em museus franceses.
De acordo com o texto, é CORRETO afirmar que: