Questões de Concurso Sobre português

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Q4095334 Português
Assinale a alternativa que preenche a frase com as pontuações corretas:
“Geovana___ você poderia levar esses pratos para a mesa___”
Alternativas
Q4095333 Português

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Na tirinha, Armandinho está enchendo uma bexiga. O que acontece depois?

Alternativas
Q4095332 Português
Qual das palavras a seguir NÃO é um termo classificado gramaticalmente como artigo?
Alternativas
Q4095331 Português
Assinale a alternativa em que a palavra está acentuada corretamente:
Alternativas
Q4095330 Português




Disponível em: <https://cronicabrasileira.org.br/>

Assinale a alternativa que apresenta a correta classificação gramatical da palavra com destacada na seguinte frase do texto: “Aviso: não confundir bobos com burros.”:
Alternativas
Q4095329 Português




Disponível em: <https://cronicabrasileira.org.br/>

Assinale a alternativa em que o texto acima foi reescrito em sentido oposto (contrário):
Alternativas
Q4095328 Português




Disponível em: <https://cronicabrasileira.org.br/>

No trecho acima, Clarice Lispector dá um aviso ao leitor. Qual é esse aviso? 
Alternativas
Q4095327 Português

Leia a frase:

Alguém falou para o Otacílio que o gerente está ___________ ele?

Marque a alternativa que preenche corretamente a lacuna do texto acima:

Alternativas
Q4094378 Português

Q8.png (260×346)

Disponível em .<https://educador.com.br/cartaz-sobre-o-meio-ambiente-para-imprimir/>.


É correto afirmar, em relação à grafia oficial das palavras relacionadas ao cartaz acima, que:

Alternativas
Q4094377 Português
Assinale a alternativa cujas formas verbais preenchem corretamente as lacunas nas frases abaixo, na mesma ordem:

- Quando você _______ aqui, _______-me e eu atenderei imediatamente.
- Se você _______ o desentendimento entre eles, será gratificado.
- Isso somente acontecerá se eu não me _______ a vocês e se eu não _______ aquilo que já havia sido mencionado antes. 
Alternativas
Q4094376 Português
Assinale o número de frases abaixo que se apresentam corretas em relação à ocorrência ou não de crase nas palavras destacadas, de acordo com a norma-padrão.

- Nós demoramos muito à chegar ontem.
- Ele é muito chegado à pessoas ilustres.
- Segundo a lei, devemos fazer silêncio em certos lugares.
- Você chegou à casa dos quarenta anos muito bem conservado.
- O medicamento deve ser bem ministrado, gota à gota, para fazer o efeito desejado.
Alternativas
Q4094375 Português
“Um amigo é aquele que nos faz fazer aquilo que podemos fazer.” (Ralph W. Emerson)

Em relação à estrutura do período acima, é correto afirmar que:
Alternativas
Q4094374 Português
Assinale a alternativa em que a forma proposta entre parênteses substitui adequadamente o verbo destacado na frase, de acordo com as normas de concordância.
Alternativas
Q4094373 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Um apólogo


    Era uma vez uma agulha, que disse a um novelo de linha:

    — Por que está você com esse ar, toda cheia de si, toda enrolada, para fingir que vale alguma coisa neste mundo?

    — Deixe-me, senhora.

    — Que a deixe? Que a deixe, por quê? Porque lhe digo que está com um ar insuportável? Repito que sim, e falarei sempre que me der na cabeça.

    — Que cabeça, senhora? A senhora não é alfinete, é agulha. Agulha não tem cabeça. Que lhe importa o meu ar? Cada qual tem o ar que Deus lhe deu. Importe-se com a sua vida e deixe a dos outros.

    — Mas você é orgulhosa.

    — Decerto que sou.

    — Mas por quê?

    — É boa! Porque coso. Então os vestidos e enfeites de nossa ama, quem é que os cose, senão eu?

    — Você? Esta agora é melhor. Você é que os cose? Você ignora que quem os cose sou eu, e muito eu?

    — Você fura o pano, nada mais; eu é que coso, prendo um pedaço ao outro, dou feição aos babados...

    — Sim, mas que vale isso? Eu é que furo o pano, vou adiante, puxando por você, que vem atrás, obedecendo ao que eu faço e mando...

    — Também os batedores vão adiante do imperador.

    — Você é imperador?

    — Não digo isso. Mas a verdade é que você faz um papel subalterno, indo adiante; vai só mostrando o caminho, vai fazendo o trabalho obscuro e ínfimo. Eu é que prendo, ligo, ajunto... (...)

     Veio a noite do baile, e a baronesa vestiu-se. A costureira, que a ajudou a vestir-se, levava a agulha espetada no corpinho, para dar algum ponto necessário. E quando compunha o vestido da bela dama, e puxava a um lado ou outro, arregaçava daqui ou dali, alisando, abotoando, acolchetando, a linha, para mofar da agulha, perguntou-lhe:

     — Ora agora, diga-me quem é que vai ao baile, no corpo da baronesa, fazendo parte do vestido e da elegância? Quem é que vai dançar com ministros e diplomatas, enquanto você volta para a caixinha da costureira, antes de ir para o balaio das mucamas? Vamos, diga lá. (...)


ASSIS, Machado de. Um apólogo. Contos consagrados. Disponível em <https://www.biblio.com.br/conteudo/MachadodeAssis/umapologo.htm>.
Assinale a alternativa em que a expressão destacada no trecho do texto não possui nenhuma outra função a não ser a de realçar o sentido de uma parte da sentença.
Alternativas
Q4094372 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Um apólogo


    Era uma vez uma agulha, que disse a um novelo de linha:

    — Por que está você com esse ar, toda cheia de si, toda enrolada, para fingir que vale alguma coisa neste mundo?

    — Deixe-me, senhora.

    — Que a deixe? Que a deixe, por quê? Porque lhe digo que está com um ar insuportável? Repito que sim, e falarei sempre que me der na cabeça.

    — Que cabeça, senhora? A senhora não é alfinete, é agulha. Agulha não tem cabeça. Que lhe importa o meu ar? Cada qual tem o ar que Deus lhe deu. Importe-se com a sua vida e deixe a dos outros.

    — Mas você é orgulhosa.

    — Decerto que sou.

    — Mas por quê?

    — É boa! Porque coso. Então os vestidos e enfeites de nossa ama, quem é que os cose, senão eu?

    — Você? Esta agora é melhor. Você é que os cose? Você ignora que quem os cose sou eu, e muito eu?

    — Você fura o pano, nada mais; eu é que coso, prendo um pedaço ao outro, dou feição aos babados...

    — Sim, mas que vale isso? Eu é que furo o pano, vou adiante, puxando por você, que vem atrás, obedecendo ao que eu faço e mando...

    — Também os batedores vão adiante do imperador.

    — Você é imperador?

    — Não digo isso. Mas a verdade é que você faz um papel subalterno, indo adiante; vai só mostrando o caminho, vai fazendo o trabalho obscuro e ínfimo. Eu é que prendo, ligo, ajunto... (...)

     Veio a noite do baile, e a baronesa vestiu-se. A costureira, que a ajudou a vestir-se, levava a agulha espetada no corpinho, para dar algum ponto necessário. E quando compunha o vestido da bela dama, e puxava a um lado ou outro, arregaçava daqui ou dali, alisando, abotoando, acolchetando, a linha, para mofar da agulha, perguntou-lhe:

     — Ora agora, diga-me quem é que vai ao baile, no corpo da baronesa, fazendo parte do vestido e da elegância? Quem é que vai dançar com ministros e diplomatas, enquanto você volta para a caixinha da costureira, antes de ir para o balaio das mucamas? Vamos, diga lá. (...)


ASSIS, Machado de. Um apólogo. Contos consagrados. Disponível em <https://www.biblio.com.br/conteudo/MachadodeAssis/umapologo.htm>.
No texto “Um apólogo”, a atribuição de características humanas a personagens originalmente inanimados corresponde à seguinte figura de linguagem: 
Alternativas
Q4094371 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Um apólogo


    Era uma vez uma agulha, que disse a um novelo de linha:

    — Por que está você com esse ar, toda cheia de si, toda enrolada, para fingir que vale alguma coisa neste mundo?

    — Deixe-me, senhora.

    — Que a deixe? Que a deixe, por quê? Porque lhe digo que está com um ar insuportável? Repito que sim, e falarei sempre que me der na cabeça.

    — Que cabeça, senhora? A senhora não é alfinete, é agulha. Agulha não tem cabeça. Que lhe importa o meu ar? Cada qual tem o ar que Deus lhe deu. Importe-se com a sua vida e deixe a dos outros.

    — Mas você é orgulhosa.

    — Decerto que sou.

    — Mas por quê?

    — É boa! Porque coso. Então os vestidos e enfeites de nossa ama, quem é que os cose, senão eu?

    — Você? Esta agora é melhor. Você é que os cose? Você ignora que quem os cose sou eu, e muito eu?

    — Você fura o pano, nada mais; eu é que coso, prendo um pedaço ao outro, dou feição aos babados...

    — Sim, mas que vale isso? Eu é que furo o pano, vou adiante, puxando por você, que vem atrás, obedecendo ao que eu faço e mando...

    — Também os batedores vão adiante do imperador.

    — Você é imperador?

    — Não digo isso. Mas a verdade é que você faz um papel subalterno, indo adiante; vai só mostrando o caminho, vai fazendo o trabalho obscuro e ínfimo. Eu é que prendo, ligo, ajunto... (...)

     Veio a noite do baile, e a baronesa vestiu-se. A costureira, que a ajudou a vestir-se, levava a agulha espetada no corpinho, para dar algum ponto necessário. E quando compunha o vestido da bela dama, e puxava a um lado ou outro, arregaçava daqui ou dali, alisando, abotoando, acolchetando, a linha, para mofar da agulha, perguntou-lhe:

     — Ora agora, diga-me quem é que vai ao baile, no corpo da baronesa, fazendo parte do vestido e da elegância? Quem é que vai dançar com ministros e diplomatas, enquanto você volta para a caixinha da costureira, antes de ir para o balaio das mucamas? Vamos, diga lá. (...)


ASSIS, Machado de. Um apólogo. Contos consagrados. Disponível em <https://www.biblio.com.br/conteudo/MachadodeAssis/umapologo.htm>.
Assinale a alternativa cujas características se aplicam corretamente ao texto “Um apólogo”.
Alternativas
Q4092035 Português
Analise a situação hipotética a seguir: Dois amigos desembargadores encontraram-se numa lanchonete pela manhã, no feriado municipal, estando acompanhados de suas famílias. Ao se cumprimentarem, a provável fala proferida por eles seria:
Alternativas
Q4092033 Português
O primeiro período do conto “O Primo”, de Dalton Trevisan, apresenta o seguinte trecho: “Primeira noite ele conheceu que Santina não era moça.”. Sobre a estruturação desse segmento, assinale a afirmação que NÃO pode ser deduzida ou inferida do trecho.
Alternativas
Q4092032 Português
Com relação às normas de concordância verbal e nominal, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4092031 Português
Examine a situação hipotética a seguir: Num concurso de professores de português, considerou-se que X fosse uma oração principal, Y uma oração subordinada e Z uma oração coordenada. Respeitando-se a lógica existente entre essas orações, assinale a alternativa que contenha uma CORRETA representação simbólica desse período.
Alternativas
Respostas
24141: C
24142: A
24143: E
24144: D
24145: E
24146: C
24147: B
24148: A
24149: E
24150: C
24151: B
24152: A
24153: E
24154: D
24155: B
24156: C
24157: B
24158: C
24159: A
24160: B