Questões de Concurso Sobre português
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Leia atentamente a frase a seguir e, considerando a análise sintática dos termos destacados entre aspas, responda à questão proposta. Observe a função desempenhada por cada expressão dentro da estrutura da oração, levando em conta as relações de dependência, regência e organização sintática para identificar corretamente o papel que esses termos exercem na frase.
"O lucro", que é um dos incentivos do sistema, foi "excelente".
Na oração acima, determine a função sintática dos termos destacados, assinalando a alternativa correta:
I. Jamais me esquecerei daquele dia. II.Orgulhar-me-ei das conquistas alcançadas. III.Entregou-se completamente ao trabalho. IV.Quando te disseram isso, acreditaste?
Assinale a alternativa correta, que indica a correspondência entre os tipos de colocação pronominal e as orações apresentadas.
Leia o poema “ Aproximação do terror”, de Murilo Mendes, escrito entre 1943 e 1945, mas publicado originalmente em 1947 no livro Poesia Liberdade.
1
Dos braços do poeta
Pende a ópera do mundo
(Tempo, cirurgião do mundo): —
O abismo bate palmas,
A noite aponta o revólver.
Ouço a multidão, o coro do universo,
O trote das estrelas
Já nos subúrbios da caneta:
As rosas perderam a fala.
Entrega-se a morte a domicílio.
Dos braços…
Pende a ópera do mundo.
2
Tenho que dar de comer ao poema.
Novas perturbações me alimentam:
Nem tudo o que penso agora
Posso dizer por papel e tinta.
O poeta já nasce conscrito,
Atento às fascinantes inclinações do erro,
Já nasce com as cicatrizes da liberdade.
O ouvido soprando sua trompa
Percebe a galope
A marcha do número 666.
Palpo¹ a Quimera².
O tremor
E os jasmins da palavra “jamais”.
3
Dos telhados abstratos
Vejo os limites da pele,
Assisto crescerem os cabelos dos minutos
No instante da eternidade.
Vejo ouvindo, ouço vendo.
Considero as tatuagens dos peixes,
O astro monossecular.
Os rochedos colocam-se máscaras contra
[pássaros asfixiantes.
A grande Babilônia ergue o corpo de dólares.
Ruído surdo, o tempo oco a tombar…
A espiral das gerações cresce.
(Murilo Mendes. Antologia poética, 2014.)
¹ palpar: apalpar.
² Quimera: monstro mitológico com cabeça de leão, corpo de cabra e cauda de serpente.
Leia o poema “ Aproximação do terror”, de Murilo Mendes, escrito entre 1943 e 1945, mas publicado originalmente em 1947 no livro Poesia Liberdade.
1
Dos braços do poeta
Pende a ópera do mundo
(Tempo, cirurgião do mundo): —
O abismo bate palmas,
A noite aponta o revólver.
Ouço a multidão, o coro do universo,
O trote das estrelas
Já nos subúrbios da caneta:
As rosas perderam a fala.
Entrega-se a morte a domicílio.
Dos braços…
Pende a ópera do mundo.
2
Tenho que dar de comer ao poema.
Novas perturbações me alimentam:
Nem tudo o que penso agora
Posso dizer por papel e tinta.
O poeta já nasce conscrito,
Atento às fascinantes inclinações do erro,
Já nasce com as cicatrizes da liberdade.
O ouvido soprando sua trompa
Percebe a galope
A marcha do número 666.
Palpo¹ a Quimera².
O tremor
E os jasmins da palavra “jamais”.
3
Dos telhados abstratos
Vejo os limites da pele,
Assisto crescerem os cabelos dos minutos
No instante da eternidade.
Vejo ouvindo, ouço vendo.
Considero as tatuagens dos peixes,
O astro monossecular.
Os rochedos colocam-se máscaras contra
[pássaros asfixiantes.
A grande Babilônia ergue o corpo de dólares.
Ruído surdo, o tempo oco a tombar…
A espiral das gerações cresce.
(Murilo Mendes. Antologia poética, 2014.)
¹ palpar: apalpar.
² Quimera: monstro mitológico com cabeça de leão, corpo de cabra e cauda de serpente.
Considerando as regras de pontuação da língua portuguesa para isolar termos explicativos com o uso de parênteses, assinalar a alternativa correta.
Com base nesse texto, avalie se as afirmativas a seguir são certas (C) ou erradas (E) e assinale a sequência correspondente:
( ) Se em “às necessidades” (4º parágrafo) a expressão ficasse no singular, o acento da crase seria proibido.
( ) Se no 5º parágrafo a palavra “ações” fosse para o singular, outras duas (além dela) também iriam.
( ) Se “preservação” (3º parágrafo) fosse substituída por “extinção”, não mudaria o sentido da frase.
Assinale a alternativa correta:
Além disso, o texto ressalta que, para que esse tipo de desenvolvimento seja concretizado, é indispensável a participação ativa de todos — indivíduos, governos e nações — em ações que vão desde atitudes simples no cotidiano até políticas globais e acordos internacionais voltados à proteção e ao uso consciente dos recursos naturais.
Considerando esse contexto, de acordo com o texto, o que é necessário para que o desenvolvimento sustentável se torne uma realidade?
A ortografia oficial da língua portuguesa, regulamentada pelo Acordo Ortográfico de 1990 e vigente no Brasil desde 2009, estabelece normas precisas para a grafia correta das palavras, incluindo regras relacionadas ao uso de letras, encontros consonantais, emprego de dígrafos, bem como regularidades e irregularidades etimológicas. Essas regras visam garantir uniformidade, precisão linguística e clareza na comunicação escrita.
Muitas palavras da língua portuguesa apresentam grafia definida por tradição etimológica, não obedecendo necessariamente à lógica fonética. Assim, o domínio da ortografia requer não apenas conhecimento das regras gerais, mas também familiaridade com vocábulos de ocorrência frequente e palavras que comumente geram dúvida, como aquelas envolvendo o uso de x/ch, g/j, s/z, ss/ç, entre outras. Considerando esse conjunto de normas ortográficas e analisando atentamente os vocábulos apresentados em cada alternativa, assinale aquela em que todas as palavras estão grafadas de acordo com a ortografia correta da língua portuguesa, sem desvios fonológicos, etimológicos ou morfológicos.
Leia atentamente a frase a seguir e, considerando a análise sintática dos termos destacados entre aspas, responda à questão:
"O lucro", que é um dos incentivos do sistema, foi "excelente".
Na oração acima, determine a função sintática dos termos destacados. Assinale a alternativa correta:
Leia o poema “ Aproximação do terror”, de Murilo Mendes, escrito entre 1943 e 1945, mas publicado originalmente em 1947 no livro Poesia Liberdade.
1
Dos braços do poeta
Pende a ópera do mundo
(Tempo, cirurgião do mundo): —
O abismo bate palmas,
A noite aponta o revólver.
Ouço a multidão, o coro do universo,
O trote das estrelas
Já nos subúrbios da caneta:
As rosas perderam a fala.
Entrega-se a morte a domicílio.
Dos braços…
Pende a ópera do mundo.
2
Tenho que dar de comer ao poema.
Novas perturbações me alimentam:
Nem tudo o que penso agora
Posso dizer por papel e tinta.
O poeta já nasce conscrito,
Atento às fascinantes inclinações do erro,
Já nasce com as cicatrizes da liberdade.
O ouvido soprando sua trompa
Percebe a galope
A marcha do número 666.
Palpo¹ a Quimera².
O tremor
E os jasmins da palavra “jamais”.
3
Dos telhados abstratos
Vejo os limites da pele,
Assisto crescerem os cabelos dos minutos
No instante da eternidade.
Vejo ouvindo, ouço vendo.
Considero as tatuagens dos peixes,
O astro monossecular.
Os rochedos colocam-se máscaras contra
[pássaros asfixiantes.
A grande Babilônia ergue o corpo de dólares.
Ruído surdo, o tempo oco a tombar…
A espiral das gerações cresce.
(Murilo Mendes. Antologia poética, 2014.)
¹ palpar: apalpar.
² Quimera: monstro mitológico com cabeça de leão, corpo de cabra e cauda de serpente.
No poema de Murilo Mendes, as ações são expressas por meio de construções que, na maioria das vezes, exploram recursos figurativos e imagens simbólicas. Do ponto de vista da gramática normativa, nem todas as orações podem ser convertidas para a voz passiva, pois isso depende da estrutura do verbo, da transitividade e da possibilidade de o complemento direto tornar-se sujeito paciente. Entre os trechos selecionados do poema, apenas alguns permitem, com adequação gramatical, a transformação da voz ativa para a voz passiva, mantendo o sentido essencial, mesmo que haja alteração da estrutura frasal.
Considerando essas características da voz passiva e analisando as construções verbais presentes nos trechos a seguir, identifique qual deles pode ser corretamente reescrito na voz passiva, preservando o sentido poético geral.
Leia o poema “ Aproximação do terror”, de Murilo Mendes, escrito entre 1943 e 1945, mas publicado originalmente em 1947 no livro Poesia Liberdade.
1
Dos braços do poeta
Pende a ópera do mundo
(Tempo, cirurgião do mundo): —
O abismo bate palmas,
A noite aponta o revólver.
Ouço a multidão, o coro do universo,
O trote das estrelas
Já nos subúrbios da caneta:
As rosas perderam a fala.
Entrega-se a morte a domicílio.
Dos braços…
Pende a ópera do mundo.
2
Tenho que dar de comer ao poema.
Novas perturbações me alimentam:
Nem tudo o que penso agora
Posso dizer por papel e tinta.
O poeta já nasce conscrito,
Atento às fascinantes inclinações do erro,
Já nasce com as cicatrizes da liberdade.
O ouvido soprando sua trompa
Percebe a galope
A marcha do número 666.
Palpo¹ a Quimera².
O tremor
E os jasmins da palavra “jamais”.
3
Dos telhados abstratos
Vejo os limites da pele,
Assisto crescerem os cabelos dos minutos
No instante da eternidade.
Vejo ouvindo, ouço vendo.
Considero as tatuagens dos peixes,
O astro monossecular.
Os rochedos colocam-se máscaras contra
[pássaros asfixiantes.
A grande Babilônia ergue o corpo de dólares.
Ruído surdo, o tempo oco a tombar…
A espiral das gerações cresce.
(Murilo Mendes. Antologia poética, 2014.)
¹ palpar: apalpar.
² Quimera: monstro mitológico com cabeça de leão, corpo de cabra e cauda de serpente.
O poema de Murilo Mendes foi escrito no contexto do Estado Novo (1937-1945), período marcado por forte centralização autoritária, perseguição a opositores, restrição às liberdades civis e intensa censura às manifestações artísticas, intelectuais e jornalísticas. Nesse cenário, muitos escritores empregavam linguagem metafórica, imagens simbólicas e ambiguidades poéticas como forma de expressar críticas veladas ao regime, evitando sanções do governo.
Ao longo do poema, percebe-se a presença de elementos que dialogam com a sensação de vigilância, repressão e impossibilidade de livre expressão — marcas típicas da censura institucionalizada. Trechos que mencionam “silenciamento”, “ameaça”, “restrição à fala” e “impedimento de dizer o que se pensa” podem ser interpretados como metáforas do controle estatal sobre a palavra escrita e sobre o pensamento crítico.
Considerando esse contexto histórico e os recursos figurativos utilizados pelo poeta para sugerir a presença da censura sem mencioná-la diretamente, assinale o trecho do poema que remete de modo mais explícito à ideia de impedimento de expressão, característica marcante do Estado Novo.
Texto 1

Texto 2

Disponível em:http://cantinhodebrincar-neidinha.blogspot.com.br/2011/06/tirinhas-de-hq-diversas.html. Acesso: 10 ago. 2014.
Durante o estudo de ortografia e acentuação gráfica, um dos conteúdos mais importantes é o reconhecimento da sílaba tônica, isto é, aquela que pronunciamos com maior intensidade dentro da palavra. A posição dessa sílaba determina a maior parte das regras de acentuação da Língua Portuguesa. Considerando as regras oficiais de acentuação gráfica vigentes (Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa), assinale a alternativa correta quanto à classificação e à acentuação das palavras apresentadas.
LEIA:
A tradição gastronômica e a beleza da Ilha das Caieiras fazem do local um dos cartões-postais de Vitória. A região, conhecida pelos restaurantes que servem a tradicional moqueca capixaba, serviu de inspiração para o fotógrafo Yuri Barichivich realizar a exposição “Caieiras, do poente à maré”, que será aberta para o público na segunda-feira (19), às 20 horas, no Museu do Pescador.
As 16 fotos que fazem parte da mostra são fruto de dois anos de trabalho do fotógrafo. “A Ilha das Caieiras é um de meus recantos favoritos na cidade de Vitória e possui ainda uma beleza singular e quase inocente. Suas águas possibilitam lindos poentes de cores preciosas para quem pode ter o tempo de observar. Foi uma escolha natural retratar com tanto afinco um lugar tão bonito”, explicou Yuri [...].
A mostra “Caieiras, do poente à maré” foi um dos projetos selecionados pelo Edital de Ocupação de Espaços Culturais de Vitória, da Secretaria Municipal de Cultura (Semc), que periodicamente escolhe projetos artísticos para o Museu Histórico da Ilha das Caieiras e para o Memorial da Paz, na Praça do Papa.
Disponível em: <http://g1.globo.com/espirito-santo/verao/2015/noticia/2015/01/ilha-dascaieiras-inspira-nova-mostra-fotografica-em-vitoria.html>. Acesso em: 19 nov. 2025. Fragmento.
LEIA:
A tradição gastronômica e a beleza da Ilha das Caieiras fazem do local um dos cartões-postais de Vitória. A região, conhecida pelos restaurantes que servem a tradicional moqueca capixaba, serviu de inspiração para o fotógrafo Yuri Barichivich realizar a exposição “Caieiras, do poente à maré”, que será aberta para o público na segunda-feira (19), às 20 horas, no Museu do Pescador.
As 16 fotos que fazem parte da mostra são fruto de dois anos de trabalho do fotógrafo. “A Ilha das Caieiras é um de meus recantos favoritos na cidade de Vitória e possui ainda uma beleza singular e quase inocente. Suas águas possibilitam lindos poentes de cores preciosas para quem pode ter o tempo de observar. Foi uma escolha natural retratar com tanto afinco um lugar tão bonito”, explicou Yuri [...].
A mostra “Caieiras, do poente à maré” foi um dos projetos selecionados pelo Edital de Ocupação de Espaços Culturais de Vitória, da Secretaria Municipal de Cultura (Semc), que periodicamente escolhe projetos artísticos para o Museu Histórico da Ilha das Caieiras e para o Memorial da Paz, na Praça do Papa.
Disponível em: <http://g1.globo.com/espirito-santo/verao/2015/noticia/2015/01/ilha-dascaieiras-inspira-nova-mostra-fotografica-em-vitoria.html>. Acesso em: 19 nov. 2025. Fragmento.