Questões de Concurso Sobre português

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Q3799552 Português
O que foi a conquista do espaço?


         Durante muitos séculos a curiosidade do homem acerca do espaço e tudo que se encontra em seu interior sempre foi muito grande. Ao observar o céu, especialmente à noite, é possível ver a olho nu alguns astros, estrelas, etc. Isso motivou a humanidade a estudar e pesquisar os enigmas oriundos do universo.

        Com o desenvolvimento tecnológico e das ciências, alguns países destinaram vários anos de pesquisa e bilhões de dólares com a finalidade de conhecer partes do universo através de viagens espaciais. (...)

           O primeiro homem a entrar no espaço foi Yuri Gagarin, que pôde observar a Terra de forma externa e viu a olho nu a tonalidade azulada do nosso planeta. Essa viagem teve início no dia 12 de abril de 1961.

      Oito anos após o primeiro ser humano ter viajado ao espaço, aconteceu um dos principais episódios desenvolvidos pela humanidade. No dia 20 de julho de 1969, a Apolo XI foi lançada rumo à Lua. Na nave espacial estavam a bordo os astronautas Neil Armstrong, Michael Collins e Edwin Aldrin Jr. Dessa vez o homem não se contentou em apenas viajar para o espaço, foi mais longe, pousando na superfície lunar; os tripulantes tiveram a oportunidade de pisar no “solo” de outro corpo celeste, nosso satélite natural, a Lua. (...)

         O Brasil também criou um satélite, que foi enviado ao espaço em fevereiro de 1993, por meio do foguete espacial de origem norteamericana intitulado Pegasus. No dia 29 de março de 2006, aconteceu a primeira viagem espacial de um brasileiro, que ocorreu por meio da nave russa Soyuz TMA-8. O astronauta brasileiro Marcos Pontes é um tenente-coronel da Força Aérea Brasileira. A nave na qual o brasileiro estava a bordo partiu do Cazaquistão.  


FREITAS, Eduardo de. O que foi a conquista do espaço. Brasil Escola. Disponível em
<https://brasilescola.uol.com.br/geografia/conquista-do-espaco2.htm>.

De acordo com o texto “O que foi a conquista do espaço?”, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3799251 Português
Leia com atenção as afirmativas abaixo:

I. Nem Carla nem Beatriz gosta de participar das competições.
II. Pedro ou Lucas serão o escolhido para a apresentação final.
III. Eu com meus amigos organizamos o torneio da escola.
IV. Você ou seu primo será o responsável pelo time.

Assinale a alternativa que corresponde às afirmativas CORRETAS:
Alternativas
Q3799250 Português

As regras de acentuação gráfica da língua portuguesa relacionam-se diretamente à posição da sílaba tônica e às terminações das palavras, abrangendo oxítonas, paroxítonas e proparoxítonas, além das alterações introduzidas pelo Acordo Ortográfico. Analise atentamente as afirmativas a seguir, todas contendo mais de uma palavra acentuada, e identifique aquelas em que a acentuação está correta em todas as ocorrências, conforme as normas vigentes.



I. O herói atravessou o mausoléu após a cerimônia e recebeu os parabéns dos fieis.


II. O fórum discutiu o caráter do réu, mas o voo atrasado causou tensão no júri.


III. A lâmpada elétrica caiu sobre o sofá antigo e quebrou o espelho do comodo.


IV. Os ideais europeus influenciaram a assembleia, que analisou o enjôo coletivo.



Assinale a alternativa que indica em qual afirmativa a acentuação está CORRETA em todas as ocorrências: 

Alternativas
Q3799249 Português
Considerando as regras de acentuação da norma padrão da Língua Portuguesa, analise atentamente as afirmativas a seguir e identifique aquela em que há erro no emprego do acento gráfico.
Alternativas
Q3799248 Português
Considerando que a norma culta da língua portuguesa exige que o verbo esteja ajustado ao termo que funciona como sujeito, assinale a alternativa em que a concordância verbal está empregada de forma CORRETA.
Alternativas
Q3799247 Português
Analise a oração de referência a seguir e identifique o ponto em que ocorre erro de concordância:

Belas inteligência e dedicação marcaram a trajetória da pesquisadora.

Assinale a alternativa que indica corretamente o erro de concordância presente na oração.
Alternativas
Q3799246 Português
A concordância nominal apresenta casos específicos que exigem atenção. Analise as afirmativas a seguir:

I. Ela comprou blusa e saia elegante.
II. Permaneceu fechado a porta e a janela durante a noite.
III. Ele gosta das disciplinas matemática e física.
IV. Ele estudou a língua inglesa e alemã.

Assinale a alternativa que indica CORRETAMENTE em quais afirmativas há erro de concordância:
Alternativas
Q3799245 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que celebramos o Natal usando árvores artificiais?


Assim como as árvores de Natal naturais, as árvores artificiais surgiram na Alemanha. Mas sua criação veio por necessidade. "As árvores naturais apresentavam problemas e os inventores buscaram maneiras de resolvê-los, criar algo melhor e lucrar com isso", diz Chris Cascio, curador do Hagley Museum and Library, entidade em Wilmington, no estado norte-americano do Delaware.

Uma dessas questões era o desmatamento, que levou à escassez de árvores de Natal reais no século 19. Para manter as festas alegres e animadas, os alemães criaram suas próprias árvores, organizando hastes de metal como galhos e enfeitando-as com penas de pássaros — todas pintadas de verde, é claro.

Esse protótipo inicial de árvore de Natal artificial logo se espalhou pela Inglaterra vitoriana, pelos Estados Unidos e por outras nações que celebravam o Natal.

Pessoas em todo o mundo também começaram a se preocupar com o perigo de incêndios domésticos causados por galhos secos. Em 1899, o jornal "Minneapolis Times" apelou: "Agora é a hora de algum inventor se apresentar com uma árvore de Natal de arame que garanta um presente para cada membro da família e seja absolutamente à prova de fogo".

Mas os inventores já estavam trabalhando nisso. A primeira patente nos Estados Unidos para uma árvore artificial foi concedida a August Wengenroth, da cidade de Troy, em Nova York, no ano de 1882. Ele era apenas um dos muitos inventores ao redor do mundo.

Os primeiros inventores criaram árvores falsas com todos os tipos de materiais: troncos de madeira ou metal que podiam segurar galhos reais cortados ou toques artificiais, como "folhagem" de papel alumínio verde, árvores feitas de cabelos reutilizados ou escovas de vaso sanitário de arame e "árvores de enfeites" feitas de alumínio que podiam até ser iluminadas por uma roda de cores que mudava de tonalidade à medida que girava.

Mas, à medida que a década de 1960 chegava ao fim e o alumínio estava em declínio, havia um interesse crescente por árvores realistas e um homem estava pronto para aproveitar o momento: Si Spiegel, um ex-piloto de bombardeiro da Segunda Guerra Mundial. Spiegel era mecânico na empresa The American Brush Machine Company, que havia tentado, sem sucesso, durante anos, reutilizar suas escovas para árvores de Natal — até que Spiegel, usando árvores reais como modelos, finalmente conseguiu o processo.

A partir disso, Spiegel recebeu sua própria divisão da empresa, chamada American Tree and Wreath, e na década de 1970 ela já produzia 800 mil árvores por ano — uma a cada quatro minutos. "Não foi apenas o fato de ele ter projetado a maquinaria para fabricar árvores de melhor qualidade, rapidamente e com menos despesas", explica Cascio. "Ele fez isso no momento certo — justamente quando os americanos estavam prontos."


https://www.nationalgeographicbrasil.com/meio-ambiente/2025/12/arvor e-de-natal-artificial-ou-verdadeira-qual-e-a-mais-sustentavel-para-a-natureza
Ao apresentar a diversidade de materiais utilizados nas primeiras árvores artificiais, o texto evidencia um período de experimentação intensa, no qual ainda não havia um padrão consolidado para esse objeto decorativo.

O que essa variedade de materiais revela sobre o estágio inicial de desenvolvimento das árvores de Natal artificiais?
Alternativas
Q3799244 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que celebramos o Natal usando árvores artificiais?


Assim como as árvores de Natal naturais, as árvores artificiais surgiram na Alemanha. Mas sua criação veio por necessidade. "As árvores naturais apresentavam problemas e os inventores buscaram maneiras de resolvê-los, criar algo melhor e lucrar com isso", diz Chris Cascio, curador do Hagley Museum and Library, entidade em Wilmington, no estado norte-americano do Delaware.

Uma dessas questões era o desmatamento, que levou à escassez de árvores de Natal reais no século 19. Para manter as festas alegres e animadas, os alemães criaram suas próprias árvores, organizando hastes de metal como galhos e enfeitando-as com penas de pássaros — todas pintadas de verde, é claro.

Esse protótipo inicial de árvore de Natal artificial logo se espalhou pela Inglaterra vitoriana, pelos Estados Unidos e por outras nações que celebravam o Natal.

Pessoas em todo o mundo também começaram a se preocupar com o perigo de incêndios domésticos causados por galhos secos. Em 1899, o jornal "Minneapolis Times" apelou: "Agora é a hora de algum inventor se apresentar com uma árvore de Natal de arame que garanta um presente para cada membro da família e seja absolutamente à prova de fogo".

Mas os inventores já estavam trabalhando nisso. A primeira patente nos Estados Unidos para uma árvore artificial foi concedida a August Wengenroth, da cidade de Troy, em Nova York, no ano de 1882. Ele era apenas um dos muitos inventores ao redor do mundo.

Os primeiros inventores criaram árvores falsas com todos os tipos de materiais: troncos de madeira ou metal que podiam segurar galhos reais cortados ou toques artificiais, como "folhagem" de papel alumínio verde, árvores feitas de cabelos reutilizados ou escovas de vaso sanitário de arame e "árvores de enfeites" feitas de alumínio que podiam até ser iluminadas por uma roda de cores que mudava de tonalidade à medida que girava.

Mas, à medida que a década de 1960 chegava ao fim e o alumínio estava em declínio, havia um interesse crescente por árvores realistas e um homem estava pronto para aproveitar o momento: Si Spiegel, um ex-piloto de bombardeiro da Segunda Guerra Mundial. Spiegel era mecânico na empresa The American Brush Machine Company, que havia tentado, sem sucesso, durante anos, reutilizar suas escovas para árvores de Natal — até que Spiegel, usando árvores reais como modelos, finalmente conseguiu o processo.

A partir disso, Spiegel recebeu sua própria divisão da empresa, chamada American Tree and Wreath, e na década de 1970 ela já produzia 800 mil árvores por ano — uma a cada quatro minutos. "Não foi apenas o fato de ele ter projetado a maquinaria para fabricar árvores de melhor qualidade, rapidamente e com menos despesas", explica Cascio. "Ele fez isso no momento certo — justamente quando os americanos estavam prontos."


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Ao reconstruir a origem das árvores de Natal artificiais, o texto indica que sua criação não foi apenas resultado de inventividade técnica, mas também de um contexto histórico específico. Essa combinação de fatores ajuda a compreender por que esse objeto se consolidou culturalmente.

Qual circunstância histórica foi decisiva para o surgimento das primeiras árvores de Natal artificiais, conforme apresentado no texto?
Alternativas
Q3799243 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que celebramos o Natal usando árvores artificiais?


Assim como as árvores de Natal naturais, as árvores artificiais surgiram na Alemanha. Mas sua criação veio por necessidade. "As árvores naturais apresentavam problemas e os inventores buscaram maneiras de resolvê-los, criar algo melhor e lucrar com isso", diz Chris Cascio, curador do Hagley Museum and Library, entidade em Wilmington, no estado norte-americano do Delaware.

Uma dessas questões era o desmatamento, que levou à escassez de árvores de Natal reais no século 19. Para manter as festas alegres e animadas, os alemães criaram suas próprias árvores, organizando hastes de metal como galhos e enfeitando-as com penas de pássaros — todas pintadas de verde, é claro.

Esse protótipo inicial de árvore de Natal artificial logo se espalhou pela Inglaterra vitoriana, pelos Estados Unidos e por outras nações que celebravam o Natal.

Pessoas em todo o mundo também começaram a se preocupar com o perigo de incêndios domésticos causados por galhos secos. Em 1899, o jornal "Minneapolis Times" apelou: "Agora é a hora de algum inventor se apresentar com uma árvore de Natal de arame que garanta um presente para cada membro da família e seja absolutamente à prova de fogo".

Mas os inventores já estavam trabalhando nisso. A primeira patente nos Estados Unidos para uma árvore artificial foi concedida a August Wengenroth, da cidade de Troy, em Nova York, no ano de 1882. Ele era apenas um dos muitos inventores ao redor do mundo.

Os primeiros inventores criaram árvores falsas com todos os tipos de materiais: troncos de madeira ou metal que podiam segurar galhos reais cortados ou toques artificiais, como "folhagem" de papel alumínio verde, árvores feitas de cabelos reutilizados ou escovas de vaso sanitário de arame e "árvores de enfeites" feitas de alumínio que podiam até ser iluminadas por uma roda de cores que mudava de tonalidade à medida que girava.

Mas, à medida que a década de 1960 chegava ao fim e o alumínio estava em declínio, havia um interesse crescente por árvores realistas e um homem estava pronto para aproveitar o momento: Si Spiegel, um ex-piloto de bombardeiro da Segunda Guerra Mundial. Spiegel era mecânico na empresa The American Brush Machine Company, que havia tentado, sem sucesso, durante anos, reutilizar suas escovas para árvores de Natal — até que Spiegel, usando árvores reais como modelos, finalmente conseguiu o processo.

A partir disso, Spiegel recebeu sua própria divisão da empresa, chamada American Tree and Wreath, e na década de 1970 ela já produzia 800 mil árvores por ano — uma a cada quatro minutos. "Não foi apenas o fato de ele ter projetado a maquinaria para fabricar árvores de melhor qualidade, rapidamente e com menos despesas", explica Cascio. "Ele fez isso no momento certo — justamente quando os americanos estavam prontos."


https://www.nationalgeographicbrasil.com/meio-ambiente/2025/12/arvor e-de-natal-artificial-ou-verdadeira-qual-e-a-mais-sustentavel-para-a-natureza
Além das questões ambientais, o texto destaca preocupações relacionadas à segurança doméstica que impulsionaram inovações no design das árvores natalinas. Essas preocupações influenciaram tanto a opinião pública quanto o trabalho de inventores.

De acordo com o texto, que fator contribuiu para reforçar a aceitação social das árvores artificiais no final do século XIX?
Alternativas
Q3799242 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que celebramos o Natal usando árvores artificiais?


Assim como as árvores de Natal naturais, as árvores artificiais surgiram na Alemanha. Mas sua criação veio por necessidade. "As árvores naturais apresentavam problemas e os inventores buscaram maneiras de resolvê-los, criar algo melhor e lucrar com isso", diz Chris Cascio, curador do Hagley Museum and Library, entidade em Wilmington, no estado norte-americano do Delaware.

Uma dessas questões era o desmatamento, que levou à escassez de árvores de Natal reais no século 19. Para manter as festas alegres e animadas, os alemães criaram suas próprias árvores, organizando hastes de metal como galhos e enfeitando-as com penas de pássaros — todas pintadas de verde, é claro.

Esse protótipo inicial de árvore de Natal artificial logo se espalhou pela Inglaterra vitoriana, pelos Estados Unidos e por outras nações que celebravam o Natal.

Pessoas em todo o mundo também começaram a se preocupar com o perigo de incêndios domésticos causados por galhos secos. Em 1899, o jornal "Minneapolis Times" apelou: "Agora é a hora de algum inventor se apresentar com uma árvore de Natal de arame que garanta um presente para cada membro da família e seja absolutamente à prova de fogo".

Mas os inventores já estavam trabalhando nisso. A primeira patente nos Estados Unidos para uma árvore artificial foi concedida a August Wengenroth, da cidade de Troy, em Nova York, no ano de 1882. Ele era apenas um dos muitos inventores ao redor do mundo.

Os primeiros inventores criaram árvores falsas com todos os tipos de materiais: troncos de madeira ou metal que podiam segurar galhos reais cortados ou toques artificiais, como "folhagem" de papel alumínio verde, árvores feitas de cabelos reutilizados ou escovas de vaso sanitário de arame e "árvores de enfeites" feitas de alumínio que podiam até ser iluminadas por uma roda de cores que mudava de tonalidade à medida que girava.

Mas, à medida que a década de 1960 chegava ao fim e o alumínio estava em declínio, havia um interesse crescente por árvores realistas e um homem estava pronto para aproveitar o momento: Si Spiegel, um ex-piloto de bombardeiro da Segunda Guerra Mundial. Spiegel era mecânico na empresa The American Brush Machine Company, que havia tentado, sem sucesso, durante anos, reutilizar suas escovas para árvores de Natal — até que Spiegel, usando árvores reais como modelos, finalmente conseguiu o processo.

A partir disso, Spiegel recebeu sua própria divisão da empresa, chamada American Tree and Wreath, e na década de 1970 ela já produzia 800 mil árvores por ano — uma a cada quatro minutos. "Não foi apenas o fato de ele ter projetado a maquinaria para fabricar árvores de melhor qualidade, rapidamente e com menos despesas", explica Cascio. "Ele fez isso no momento certo — justamente quando os americanos estavam prontos."


https://www.nationalgeographicbrasil.com/meio-ambiente/2025/12/arvor e-de-natal-artificial-ou-verdadeira-qual-e-a-mais-sustentavel-para-a-natureza
A consolidação das árvores artificiais no mercado, conforme relatado no texto, não se deveu apenas à inovação tecnológica, mas também à leitura precisa do contexto histórico e cultural de consumo.

Qual combinação de fatores explica o sucesso de Si Spiegel na popularização das árvores de Natal artificiais?
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FSPSS Órgão: FSPSS Prova: FSPSS - 2025 - FSPSS - Auxiliar de Enfermagem |
Q4406285 Português
“Os alunos preparam-se para cantar o hino nacional”. O termo que substitui adequadamente a palavra “alunos” no enunciado acima é:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FSPSS Órgão: FSPSS Prova: FSPSS - 2025 - FSPSS - Técnico em Farmácia |
Q4406196 Português
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto à acentuação, assinale a alternativa em que as palavras devam ser acentuadas, respectivamente, de acordo com as mesmas regras de acentuação das palavras apresentadas abaixo:
Saúde/ câncer/ anúncio 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FSPSS Órgão: FSPSS Prova: FSPSS - 2025 - FSPSS - Técnico em Farmácia |
Q4406195 Português
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto à concordância verbal, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FSPSS Órgão: FSPSS Prova: FSPSS - 2025 - FSPSS - Técnico em Farmácia |
Q4406194 Português
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto à ortografia, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4390365 Português
A alternativa em que ambas as palavras estão acentuadas devido a uma mesma regra de acentuação gráfica é:
Alternativas
Q4390364 Português
No estudo da acentuação gráfica, as oxítonas — palavras cuja sílaba tônica é a última — seguem regras específicas definidas pelo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. De acordo com essas normas, recebem acento gráfico as oxítonas terminadas em a(s), e(s), o(s), bem como aquelas que terminam em em / ens. Além disso, sua correta grafia depende da observância de regras relacionadas à tonicidade, formação de verbos, enclise com pronomes e aplicação adequada da reforma ortográfica vigente.

Considerando esse conjunto de regras e analisando as palavras apresentadas em cada alternativa, marque aquela em que todas as palavras classificáveis como oxítonas encontram-se escritas corretamente segundo a ortografia oficial do português brasileiro.

Marque a alternativa em que todas as oxítonas estão escritas corretamente:.
Alternativas
Q4390363 Português
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Diante da visão de um prédio com uma placa indicando SAPATARIA PAPALIA, um jovem deparou-se com a dúvida: como pronunciar a palavra PAPALIA? Levado o problema à sala de aula, a discussão girou em torno da utilidade de conhecer as regras de acentuação e, especialmente, do auxílio que elas podem dar à correta pronúncia de palavras. Após discutirem pronúncia, regras de acentuação e escrita, três alunos apresentaram as seguintes conclusões a respeito da palavra PAPALIA:

I. Se a sílaba tônica for o segundo PA, a escrita deveria ser PAPÁLIA, pois a palavra seria paroxítona terminada em ditongo crescente.
II. Se a sílaba tônica for LI, a escrita deveria ser PAPALÍA, pois “i” e “a” estariam formando hiato.
III. Se a sílaba tônica for LI, a escrita deveria ser PAPALIA, pois não haveria razão para o uso de acento gráfico.

A conclusão está correta apenas em:
Alternativas
Q4390362 Português
Reconhecimento facial: o que se pode esperar dele?

    A tecnologia não é nova, mas está cada vez mais avançada. O conceito foi desenvolvido na década de 1960 por Woodrow "Woody" Bledsoe para a Panoramic Research e até hoje os preceitos são os mesmos: boa parte dos sistemas ainda aposta em imagens 2D, já que a maioria dos bancos de dados de referência tem apenas esse tipo de foto.
    Ela é, portanto, uma forma de autenticação biométrica que permite confirmar uma identidade. O processo de identificação usa as medidas do formato e da estrutura facial, que são únicas para cada indivíduo. Aí começam os problemas: embora seja bastante interessante, ela pode ser controversa.
    É essa a tecnologia usada no Facebook para sugerir marcações em fotos — e quem tem irmãos sabe que o sistema pode ser bastante falho na tarefa de diferenciar pessoas com características semelhantes. Isso porque informações-chave das imagens (como o tamanho e o formato de nariz, boca e olhos, bem como a distância entre diferentes pontos da face) são comparadas com um banco de dados. Há até quem tenha processado a rede social por ter sido identificado em imagens sem ser informado. 

Disponível em: <https://olhardigital.com.br/noticia/reconhecimento-facial-o-que-se-pode-esperardele/84009>. (Adaptado.)
O texto aborda a crescente utilização da tecnologia de reconhecimento facial em diferentes contextos, destacando seu potencial para aprimorar a identificação de pessoas, reforçar a segurança e agilizar processos cotidianos. Apesar dos avanços e benefícios apontados, o texto também ressalta que essa tecnologia “pode ser controversa”, chamando atenção para possíveis impactos negativos associados ao seu uso.

Considerando o conteúdo apresentado, essa controvérsia está relacionada principalmente:
Alternativas
Q4390361 Português
Reconhecimento facial: o que se pode esperar dele?

    A tecnologia não é nova, mas está cada vez mais avançada. O conceito foi desenvolvido na década de 1960 por Woodrow "Woody" Bledsoe para a Panoramic Research e até hoje os preceitos são os mesmos: boa parte dos sistemas ainda aposta em imagens 2D, já que a maioria dos bancos de dados de referência tem apenas esse tipo de foto.
    Ela é, portanto, uma forma de autenticação biométrica que permite confirmar uma identidade. O processo de identificação usa as medidas do formato e da estrutura facial, que são únicas para cada indivíduo. Aí começam os problemas: embora seja bastante interessante, ela pode ser controversa.
    É essa a tecnologia usada no Facebook para sugerir marcações em fotos — e quem tem irmãos sabe que o sistema pode ser bastante falho na tarefa de diferenciar pessoas com características semelhantes. Isso porque informações-chave das imagens (como o tamanho e o formato de nariz, boca e olhos, bem como a distância entre diferentes pontos da face) são comparadas com um banco de dados. Há até quem tenha processado a rede social por ter sido identificado em imagens sem ser informado. 

Disponível em: <https://olhardigital.com.br/noticia/reconhecimento-facial-o-que-se-pode-esperardele/84009>. (Adaptado.)
Com o avanço acelerado das tecnologias digitais, novos métodos de identificação e verificação de identidade têm ganhado destaque, especialmente aqueles baseados em características físicas únicas de cada indivíduo. Entre essas inovações está o reconhecimento facial, técnica de autenticação biométrica que, embora tenha sido desenvolvida ainda na década de 1960, vem sendo aperfeiçoada e incorporada a diferentes sistemas e plataformas contemporâneas.
O texto apresentado explica que essa tecnologia funciona por meio da análise de medidas e proporções específicas do rosto — como o formato de olhos, nariz, boca e a distância entre diferentes pontos faciais — comparando esses dados a um banco de imagens já registrado. Embora amplamente utilizada em redes sociais, serviços digitais e até em dispositivos pessoais, a ferramenta ainda enfrenta desafios e controvérsias, especialmente quando lida com rostos semelhantes, erros de identificação ou questões de privacidade.

Considerando as informações discutidas no texto sobre o funcionamento e as implicações do reconhecimento facial, entre as possibilidades promovidas pelo desenvolvimento de novas tecnologias de autenticação biométrica, o texto destaca:
Alternativas
Respostas
23321: A
23322: B
23323: B
23324: B
23325: D
23326: D
23327: B
23328: D
23329: A
23330: A
23331: D
23332: C
23333: B
23334: D
23335: C
23336: A
23337: A
23338: D
23339: C
23340: C