Questões de Concurso Sobre português
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Identifique a alternativa que apresenta uma afirmativa falsa quanto à separação silábica dos vocábulos presentes no trecho.
Com base na classificação das palavras quanto às classes gramaticais, marque com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.
(__) O vocábulo 'equipe' é um substantivo coletivo que nomeia o conjunto de profissionais que ajudará no monitoramento dos casos de gripes.
(__) O vocábulo 'profissionais' é um substantivo no plural que caracteriza outros membros da equipe.
(__) O vocábulo 'médicos' é um substantivo concreto no plural que designa indivíduos de uma categoria profissional
(__) O vocábulo 'especial' atribui uma qualidade específica ao termo 'Distrito Sanitário', destacando sua natureza diferenciada em relação aos demais.
A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo, é:
Em relação ao sinal indicativo de crase na expressão destacada, é CORRETO afirmar que, nesta frase,
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
I. Não foi com pouca emoção que os formandos receberam o diploma após tantos anos de estudo.
II. Não discordo de que a medida possa trazer benefícios à comunidade.
III. O professor explicou a matéria com tamanha clareza que ninguém teve dúvidas sobre o conteúdo.
IV. A diretora não hesitou em repreender o aluno que faltou ao respeito com os colegas.
Em quais afirmativas há uso adequado do litote?
I - Os verbos cantar é regular, pois segue os padrões de conjugação sem alteração da raiz.
II - O verbo fazer é regular, pois mantém a raiz em todas as conjugações.
III - O verbo ver é regular, pois mantém a raiz em todas as conjugações.
IV - O verbo partir é irregular, pois muda a terminação de acordo com a pessoa do discurso.
Assinale a alternativa correta:
As mudanças sociais pelas quais passa o mundo contemporâneo exigem do cidadão não apenas o conhecimento técnico, mas também a habilidade de lidar com diferentes contextos culturais. Observa-se que muitas pessoas aspiram a cargos de prestígio, embora nem sempre estejam preparadas para enfrentá-los. A sociedade cobra daqueles que se candidatam a funções públicas não só competência, como também ética. Contudo, há quem insista em discursos que não correspondem àquilo que praticam, e essa incoerência acaba por afetar a confiança que a população deposita em seus representantes. Assim, requer-se dos governantes atitudes firmes, bem como se espera deles a consciência de que seus atos influem diretamente na vida coletiva.
Com base no texto e nas normas da sintaxe de regência e concordância verbal e nominal, assinale a alternativa que não está correta.
(_) Com base no conto, podemos dizer que Simão Bacamarte não resolve o problema da loucura como deseja, sua maior dificuldade é saber onde termina a loucura e começa a normalidade.
(_) Como se vê no conto, todos os comportamentos caem dentro de algum conceito de loucura, mas nenhum conceito chega a explicar o fenômeno em termos absolutos. Não se sabe já quem estava são nem quem estava doido: as fronteiras entre normalidade e anormalidade ficam radicalmente relativizadas.
(_) A segunda metade do século XIX, momento em que foi escrita a obra de Machado de Assis, caracteriza-se por uma grande confiança na capacidade da Ciência da época para explicar os problemas do homem e da natureza. Entretanto, o conto não contribui para reforçar essa visão, ao contrário, ele satiriza a crença nos poderes ilimitados da Ciência.
(_) A ação do barbeiro Porfírio Caetano das Neves, é motivada inicialmente pelo desejo de dissolver a Casa de Orates, respondendo aos interesses da população de Itaguaí, a quem lidera em sua revolta e em nome de quem age. O corpo de dragões encarregado de restabelecer a ordem, acaba por atender aos anseios da população, apoiando a revolta,
(_) Num segundo momento, quando se configura a vitória popular, o Canjica passa a desejar o poder, agindo em benefício de si mesmo: “a dignidade do governo começava a enrijar-lhe os quadris.”
(_) Variação regional, (diatópica): Como o próprio nome já diz, trata-se de uma variação linguística relacionada à localização regional do indivíduo: cidades, estados, áreas urbanas e rurais, que vão desde o sotaque, léxico, dialetos, pronúncia até a construção de diferentes palavras para um mesmo conceito. Um exemplo clássico é a famosa discussão sobre o uso de biscoito x bolacha em diferentes estados brasileiros.
(_) Variação social, (diastrática): Essa variação linguística se refere aos hábitos e culturas de diferentes grupos sociais, e isso inclui gírias próprias, como por exemplo, um grupo de skatistas, que utiliza jargões e gírias como irado, maneiro, insano, a fim de representar algo legal.
(_) Variação estilísticas, (diafásica): A variação estilística, ou situacional, diz respeito ao contexto de comunicação, isto é, às mudanças linguísticas de acordo com a situação em que o falante se encontra. Ela ocorre porque, em certos momentos, é necessário usar de registros mais formais para se comunicar, enquanto em outras ocasiões, a informalidade pode ser usada, como gírias em um grupo de amigos, por exemplo.
(_) Variações linguísticas que existem no Brasil: Por se tratar de um país com grande proporção territorial, o Brasil é bastante diverso, com muitas expressões e variações linguísticas, que vão desde o sotaque até a construção de jargões. No entanto, nem mesmo os próprios brasileiros conhecem todas elas.
(_) As variações linguísticas mais usadas na região Norte são: Moleque doido, que significa pessoa maluca; Moscô, quer dizer que a pessoa foi pega em flagrante; Égua, usado para indicar espanto ou admiração; Borogodó, quando uma pessoa entende, ou é especialista em determinado assunto.
Leia o texto para responder às próximas duas questões.
Caro Freud. (Juliano Martinz).
Resolvi lhe escrever uma carta porque o senhor anda muito ocupado e eu demoro muito para me fazer compreender verbalmente. Aqui, nesta carta, acho que consigo ser franco e direto. E franqueza é algo que me escapa pelos dedos, especialmente quando estou diante de alguém tão mal-encarado como o senhor (sem ofensas, por favor). Mas se pelo menos o senhor desse um sorrisinho de vez em quando, ajudaria muito nas nossas consultas. Mas enfim…
Hoje resolvi aplicar alguns dos seus conselhos. E outros do Facebook. A propósito, já lhe contei que meu mural parece um livro de autoajuda? Desse jeito, acho que o senhor vai precisar mudar de profissão.
Bom, voltando aos conselhos. O senhor mencionou que eu precisava encontrar prazer no meu trabalho. Pois bem, resolvi espalhar chocolate em todas as mesas, pias, balcões e até no banheiro. Preciso admitir que o senhor estava com toda a razão. De fato, todo o ambiente está mais prazeroso e há docilidade por todos os lados. As formigas também acham.
Romanticamente, a história é mais complicada. Sempre que nos encontramos, o senhor pergunta: “E as namoradas, como vão?”. Realmente, doutor Freud, nunca entendi o porquê do plural. Mas já que tocamos no assunto, acho que precisarei de um pouco mais do que chocolate para resolver este problema.
O senhor disse que o segredo do sucesso é fazer as mulheres rirem. Mas rir de mim também conta? E aquela história de conversar com a garota sobre assuntos que a interessam? Conheci uma garota e já fui puxando assunto sobre rímel, blush, cílios postiços e batom. Não sei não, Freud, mas tem certeza de que esse conselho funciona? A garota soltou um “ihhh” e saiu de perto. Sabe esses “ihs” que podem significar um milhão de coisas e todas elas péssimas para a nossa reputação?
O senhor também mencionou que eu não poderia deixar as garotas me encararem como amigo, não foi? “Mulheres nunca se apaixonam por amigos”. Tentei aplicar este conselho. Uma amiga minha, a Miriam, uma ruiva de um metro e setenta, dois imensos olhos caramelo, dois lábios carnudos que são pura covardia. Pois bem, ela me disse que precisava contar um segredo. Sacou, né? Coisa de amigos, papo de segredos, essas coisas. Não hesitei. Já soltei um: “Nem vem com essas fofoquinhas tolas que me dão nos nervos. Se quiser algo de verdade, te dou um beijo de desentupir pia. Agora se quiser ficar nessas conversinhas frívolas e inúteis, vai procurar tua turma de tagarelas descerebrados”. O senhor poderia ler esta frase novamente e me dizer onde errei? Porque acho que errei em algum ponto, levando-se em consideração o peso do tapa na minha cara.
Ah, meu amigo Sigmund. A vida não é nada fácil. Pela expressão fechada em seu rosto, o senhor deve me entender. Talvez o senhor devesse parar um pouco com esses assuntos melancólicos e se dedicar um tempo a escrever alguns textos humorísticos. Além disso, precisamos conversar mais. Mas não dentro daquele seu consultório mórbido. Podíamos sair para tomar umas cervejas. Ver luzes, ouvir pessoas, essas coisas. Acho que lhe faria bem, também.
Quando quiser, só me avisar. Mas o senhor paga. E não vem com história de que está sem dinheiro, porque aí quem vai dizer “ihhh” sou eu.
Relacione corretamente os substantivos coletivos da coluna A com o conjunto que representam na coluna B.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
I - Em “Silêncio!” temos uma frase, mas não uma oração.
II - Em “Choveu a noite inteira” temos uma oração e também uma frase.
III - Em “Bom dia, amigos!” não há frase, apenas uma oração.
IV - Em “Precisamos estudar mais para a prova” temos uma oração e também uma frase.
Assinale a alternativa correta:
Ontem, Carla leu o livro que comprou na semana passada. Hoje, ela lê algumas páginas antes de dormir, e amanhã lerá a continuação.
Com base no texto, marque a alternativa que não está correta:
I - Em “Os meninos jogaram bola até anoitecer”, o sujeito é simples.
II - Em “A fome e o frio castigavam os viajantes”, o sujeito é composto.
III - Em “Choveu bastante durante a madrugada”, o sujeito é indeterminado.
IV - Em “Precisa-se de funcionários”, o sujeito é indeterminado.
Marque a alternativas correta:
( ) A palavra “júri” é acentuada por ser proparoxítona terminada em “i”.
( ) A palavra “avó” é acentuada por ser oxítona terminada em “o”.
( ) A palavra “pôde” (pretérito perfeito do indicativo) recebe acento para se diferenciar da palavra “pode” (presente do indicativo); esse é um caso de acentuação diacrítica.
( ) A palavra “tênue” é acentuada por ser paroxítona terminada em ditongo.
Marque a sequência correta: