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Questões de Concurso Sobre português

Questões Discursivas

Foram encontradas 251.822 questões

Q3811483 Português
Índio eu não sou

-

Não me chame de "índio" porque
Esse nome nunca me pertenceu
Nem como apelido quero levar
Um erro que Colombo cometeu.

-

Por um erro de rota
Colombo em meu solo desembarcou
E no desejo de às Índias chegar
Com o nome de "índio" me apelidou.

-

Esse nome me traz muita dor
Uma bala em meu peito transpassou
Meu grito na mata ecoou
Meu sangue na terra jorrou.

-

Chegou tarde, eu já estava aqui
Caravela aportou bem ali
Eu vi "homem branco" subir
Na minha Uka me escondi.

-

Ele veio sem permissão
Com a cruz e a espada na mão
Nos seus olhos, uma missão
Dizimar para a civilização.

-

"Índio" eu não sou.
Sou Kambeba, sou Tembé
Sou kokama, sou Sataré
Sou Guarani, sou Arawaté
Sou tikuna, sou Suruí
Sou Tupinambá, sou Pataxó
Sou Terena, sou Tukano
Resisto com raça e fé.

No verso "E no desejo de às Índias chegar", observe o emprego do verbo "chegar". Considerando a regência verbal e a natureza do verbo quanto à sua transitividade, assinale a alternativa que apresenta CORRETAMENTE a classificação do verbo "chegar" nesse contexto. 
Alternativas
Q3811482 Português
Índio eu não sou

-

Não me chame de "índio" porque
Esse nome nunca me pertenceu
Nem como apelido quero levar
Um erro que Colombo cometeu.

-

Por um erro de rota
Colombo em meu solo desembarcou
E no desejo de às Índias chegar
Com o nome de "índio" me apelidou.

-

Esse nome me traz muita dor
Uma bala em meu peito transpassou
Meu grito na mata ecoou
Meu sangue na terra jorrou.

-

Chegou tarde, eu já estava aqui
Caravela aportou bem ali
Eu vi "homem branco" subir
Na minha Uka me escondi.

-

Ele veio sem permissão
Com a cruz e a espada na mão
Nos seus olhos, uma missão
Dizimar para a civilização.

-

"Índio" eu não sou.
Sou Kambeba, sou Tembé
Sou kokama, sou Sataré
Sou Guarani, sou Arawaté
Sou tikuna, sou Suruí
Sou Tupinambá, sou Pataxó
Sou Terena, sou Tukano
Resisto com raça e fé.

Em "E no desejo de às Índias chegar / Com o nome de 'índio' me apelidou", o uso do craseado 'às' se justifica por:
Alternativas
Q3811481 Português
Índio eu não sou

-

Não me chame de "índio" porque
Esse nome nunca me pertenceu
Nem como apelido quero levar
Um erro que Colombo cometeu.

-

Por um erro de rota
Colombo em meu solo desembarcou
E no desejo de às Índias chegar
Com o nome de "índio" me apelidou.

-

Esse nome me traz muita dor
Uma bala em meu peito transpassou
Meu grito na mata ecoou
Meu sangue na terra jorrou.

-

Chegou tarde, eu já estava aqui
Caravela aportou bem ali
Eu vi "homem branco" subir
Na minha Uka me escondi.

-

Ele veio sem permissão
Com a cruz e a espada na mão
Nos seus olhos, uma missão
Dizimar para a civilização.

-

"Índio" eu não sou.
Sou Kambeba, sou Tembé
Sou kokama, sou Sataré
Sou Guarani, sou Arawaté
Sou tikuna, sou Suruí
Sou Tupinambá, sou Pataxó
Sou Terena, sou Tukano
Resisto com raça e fé.

No verso "Chegou tarde, eu já estava aqui", observa-se o uso da vírgula separando dois enunciados de sentido completo, ambos com verbos e sujeitos próprios. Considerando a estrutura sintática do período e o valor da pontuação nesse contexto, assinale a alternativa que justifica CORRETAMENTE o emprego da vírgula. 
Alternativas
Q3811480 Português
Índio eu não sou

-

Não me chame de "índio" porque
Esse nome nunca me pertenceu
Nem como apelido quero levar
Um erro que Colombo cometeu.

-

Por um erro de rota
Colombo em meu solo desembarcou
E no desejo de às Índias chegar
Com o nome de "índio" me apelidou.

-

Esse nome me traz muita dor
Uma bala em meu peito transpassou
Meu grito na mata ecoou
Meu sangue na terra jorrou.

-

Chegou tarde, eu já estava aqui
Caravela aportou bem ali
Eu vi "homem branco" subir
Na minha Uka me escondi.

-

Ele veio sem permissão
Com a cruz e a espada na mão
Nos seus olhos, uma missão
Dizimar para a civilização.

-

"Índio" eu não sou.
Sou Kambeba, sou Tembé
Sou kokama, sou Sataré
Sou Guarani, sou Arawaté
Sou tikuna, sou Suruí
Sou Tupinambá, sou Pataxó
Sou Terena, sou Tukano
Resisto com raça e fé.

A expressão "Índio eu não sou" é repetida de maneira explícita e implícita ao longo do poema. Do ponto de vista discursivo, essa repetição cumpre a função de:
Alternativas
Q3811479 Português
Índio eu não sou

-

Não me chame de "índio" porque
Esse nome nunca me pertenceu
Nem como apelido quero levar
Um erro que Colombo cometeu.

-

Por um erro de rota
Colombo em meu solo desembarcou
E no desejo de às Índias chegar
Com o nome de "índio" me apelidou.

-

Esse nome me traz muita dor
Uma bala em meu peito transpassou
Meu grito na mata ecoou
Meu sangue na terra jorrou.

-

Chegou tarde, eu já estava aqui
Caravela aportou bem ali
Eu vi "homem branco" subir
Na minha Uka me escondi.

-

Ele veio sem permissão
Com a cruz e a espada na mão
Nos seus olhos, uma missão
Dizimar para a civilização.

-

"Índio" eu não sou.
Sou Kambeba, sou Tembé
Sou kokama, sou Sataré
Sou Guarani, sou Arawaté
Sou tikuna, sou Suruí
Sou Tupinambá, sou Pataxó
Sou Terena, sou Tukano
Resisto com raça e fé.

O poema "Índio eu não sou" apresenta um eu lírico que contesta uma designação imposta por outrem. Considerando o sentido global do texto, é CORRETO afirmar que a intenção comunicativa principal deste texto literário é:
Alternativas
Q3811405 Português

TEXTO 2


Q9_12.png (332×521)

Q9_12_.png (324×193)


VERÍSSIMO, Luis Fernando. Os Seis Minutos. In: O Globo, 30 ago. 2025. Cultura. Acesso em: 31 ago. 2025.

Os termos destacados na passagem: “Mas se os1 alemães tivessem feito mais três gols, apenas mais três2 , entraríamos no terreno do fantástico, do inimaginável, da galhofa cósmica3 .” (linhas 54-56) classificam-se respectivamente como
Alternativas
Q3811404 Português

TEXTO 2


Q9_12.png (332×521)

Q9_12_.png (324×193)


VERÍSSIMO, Luis Fernando. Os Seis Minutos. In: O Globo, 30 ago. 2025. Cultura. Acesso em: 31 ago. 2025.

O enunciador utiliza recursos expressivos para caracterizar o episódio narrado. No trecho “Mas se os alemães tivessem feito mais três gols, apenas mais três, entraríamos no terreno do fantástico, do inimaginável, da galhofa cósmica.” (linhas 54-56), observa-se, entre as orações, a relação semântica de 
Alternativas
Q3811403 Português

TEXTO 2


Q9_12.png (332×521)

Q9_12_.png (324×193)


VERÍSSIMO, Luis Fernando. Os Seis Minutos. In: O Globo, 30 ago. 2025. Cultura. Acesso em: 31 ago. 2025.

O texto 2 questiona como os torcedores podem reagir ao que é considerado inconcebível. Essa atitude é evidenciada pelo trecho:
Alternativas
Q3811402 Português

TEXTO 2


Q9_12.png (332×521)

Q9_12_.png (324×193)


VERÍSSIMO, Luis Fernando. Os Seis Minutos. In: O Globo, 30 ago. 2025. Cultura. Acesso em: 31 ago. 2025.

Com base no texto 2, Os seis minutos, analise as seguintes assertivas:

I. O texto denota complexidade narrativa, por apresentar personagens multifacetados e imprevisíveis.
II. O enunciador utiliza o humor para suavizar um episódio simbólico do futebol brasileiro, que se configura como um elemento representativo da cultura e do esporte.
III. No texto, são abordados elementos que estão além do futebol, a exemplo da atuação específica de jogadores, do financiamento e de uma possível infração ética por parte da seleção da Alemanha.
IV. Para além da crítica sobre a derrota do Brasil para a Alemanha, o autor realiza paralelos entre o imaginável e o inimaginável, bem como suposições para atingir uma catarse coletiva em relação ao episódio.

Está correto somente o que se afirma em 
Alternativas
Q3811401 Português

TEXTO 1


Q1_8.png (334×472)


EVARISTO, Conceição. Ponciá Vicêncio, 2003. p. 32-33. 






No trecho “Quando Ponciá Vicêncio resolveu sair do povoado onde nascera, a decisão chegou forte e repentina.” (linhas 11-12), o elemento destacado apresenta-se como recurso linguístico responsável por
Alternativas
Q3811400 Português

TEXTO 1


Q1_8.png (334×472)


EVARISTO, Conceição. Ponciá Vicêncio, 2003. p. 32-33. 






Em “Ponciá Vicêncio deitou-se na cama imunda ao lado do homem” (linhas 01-02) e “O homem gostava de dizer que ela era pancada da ideia” (linhas 07-08), o efeito de sentido provocado pelo uso do artigo está na
Alternativas
Q3811399 Português

TEXTO 1


Q1_8.png (334×472)


EVARISTO, Conceição. Ponciá Vicêncio, 2003. p. 32-33. 






Na passagem: “Estava cansada de tudo ali. De trabalhar o barro com a mãe, de ir e vir às terras dos brancos e voltar de mãos vazias. De ver a terra dos negros coberta de plantações, cuidadas pelas mulheres e crianças, pois os homens gastavam a vida trabalhando nas terras dos senhores, e depois a maior parte das colheitas ser entregue aos coronéis.” (linhas 12-18), evidencia-se 
Alternativas
Q3811398 Português

TEXTO 1


Q1_8.png (334×472)


EVARISTO, Conceição. Ponciá Vicêncio, 2003. p. 32-33. 






No trecho: “Ponciá partiu no trem do outro dia, pois tão cedo a máquina não voltaria ao povoado” (linhas 23-24), os termos destacados denotam a figura de linguagem denominada 
Alternativas
Q3811397 Português

TEXTO 1


Q1_8.png (334×472)


EVARISTO, Conceição. Ponciá Vicêncio, 2003. p. 32-33. 






Sobre o termo destacado nos trechos: “ficou com o olhar encontrando o nada (linhas 02-03); “repleto de nada e de nada” (linha 10) e “ali deitada de olhos arregalados, penetrados no nada” (linha 26), é correto afirmar que
Alternativas
Q3811396 Português

TEXTO 1


Q1_8.png (334×472)


EVARISTO, Conceição. Ponciá Vicêncio, 2003. p. 32-33. 






A correspondência entre os conectores destacados e o sentido que denotam no trecho está devidamente estabelecida em:

I. “mas coragem para morrer, também não tinha ainda”(linhas 06-07) — adversidade e adição.
II. “pois os homens gastavam a vida trabalhando nas terras dos senhores, e depois a maior parte das colheitas ser entregue aos coronéis” (linhas 16-18) — explicação e finalidade.
III. “a que todos se entregavam para amanhecer cada dia mais pobres, enquanto alguns conseguiam enriquecer-se a todo o dia” (linhas 19-21) — finalidade e transitoriedade.

Estão corretas as complementações contidas em
Alternativas
Q3811395 Português

TEXTO 1


Q1_8.png (334×472)


EVARISTO, Conceição. Ponciá Vicêncio, 2003. p. 32-33. 






Os personagens apresentados pelo texto são predominantemente masculinos e não recebem nomes próprios. Isso ocorre porque
Alternativas
Q3811394 Português

TEXTO 1


Q1_8.png (334×472)


EVARISTO, Conceição. Ponciá Vicêncio, 2003. p. 32-33. 






O trecho do livro Ponciá aborda, da narradora, o sentimento de
Alternativas
Q3811363 Português

Analise a concordância das palavras destacadas nas sentenças:


I.Vinha todo vestido em azul: azuis o chapéu, a vestimenta e a alma.


II.Elas próprias divulgaram o festival, estavam só naquele projeto.


III.Enviei anexa a primeira parte do livro.


Está correta a concordância nominal em:

Alternativas
Q3811293 Português
Os filhos das águas dos Solimões
-
A água é a mãe que sustenta
A vida que nasce como flor
Alimenta a planta e o ser vivente
É estrada onde anda o pescador.
-
Na enchente, vem veloz e furiosa
Derrubando ribanceiras e plantações
Afeta a vida do indígena e ribeirinho
É um ciclo, que se renova a cada estação.
-
Na vazante o rio quase some
E a praia começa a surgir
A água, agora bem calminha
Não tem forças para a roça destruir.
-
Nas margens de um rio em formação
Vive um povo que a água fez nascer
Em um parto de dor e emoção
Na várzea o Kambeba escolheu viver.
-

Mas em um contato fatal
Com um povo mais socializado
Fez dos herdeiros das águas
Um povo desaldeado.
-
Tomando seu solo sagrado
Sem dor, piedade ou compaixão
Os Kambebas foram escravizados
Apresentados a "civilização"
Exploraram a sua força
Forjando uma falsa proteção.
No verso "Exploraram a sua força, forjando uma falsa proteção", o termo "a sua força" desempenha a função de:
Alternativas
Q3811292 Português
Os filhos das águas dos Solimões
-
A água é a mãe que sustenta
A vida que nasce como flor
Alimenta a planta e o ser vivente
É estrada onde anda o pescador.
-
Na enchente, vem veloz e furiosa
Derrubando ribanceiras e plantações
Afeta a vida do indígena e ribeirinho
É um ciclo, que se renova a cada estação.
-
Na vazante o rio quase some
E a praia começa a surgir
A água, agora bem calminha
Não tem forças para a roça destruir.
-
Nas margens de um rio em formação
Vive um povo que a água fez nascer
Em um parto de dor e emoção
Na várzea o Kambeba escolheu viver.
-

Mas em um contato fatal
Com um povo mais socializado
Fez dos herdeiros das águas
Um povo desaldeado.
-
Tomando seu solo sagrado
Sem dor, piedade ou compaixão
Os Kambebas foram escravizados
Apresentados a "civilização"
Exploraram a sua força
Forjando uma falsa proteção.
No verso "A água, agora bem calminha", as palavras "agora" e "bem" são:
Alternativas
Respostas
22201: C
22202: B
22203: D
22204: C
22205: D
22206: C
22207: C
22208: D
22209: D
22210: A
22211: A
22212: B
22213: D
22214: A
22215: C
22216: B
22217: C
22218: C
22219: B
22220: C