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Questões de Concurso Sobre português

Questões Discursivas

Foram encontradas 251.822 questões

Q3813119 Português
Texto I

Terra já rompeu 7 de seus 9 limites planetários, mostra novo relatório; oceanos entram na “zona de perigo”

Q1_10.png (328×517)
Q1_10_.png (334×328)


PEIXOTO, Roberto. Limites planetários: novo relatório — oceanos entram na zona de perigo. g1 Meio Ambiente, 24 set. 2025. Adaptado.
A pontuação, no texto escrito, é essencial para orientar o sentido intentado pelo autor. A relação entre a pontuação destacada nos trechos abaixo e a explicação correta de sua função encontra-se em
Alternativas
Q3813118 Português
Texto I

Terra já rompeu 7 de seus 9 limites planetários, mostra novo relatório; oceanos entram na “zona de perigo”

Q1_10.png (328×517)
Q1_10_.png (334×328)


PEIXOTO, Roberto. Limites planetários: novo relatório — oceanos entram na zona de perigo. g1 Meio Ambiente, 24 set. 2025. Adaptado.
Assinale a opção que apresenta corretamente a relação entre o termo destacado e sua classificação.
Alternativas
Q3813117 Português
Texto I

Terra já rompeu 7 de seus 9 limites planetários, mostra novo relatório; oceanos entram na “zona de perigo”

Q1_10.png (328×517)
Q1_10_.png (334×328)


PEIXOTO, Roberto. Limites planetários: novo relatório — oceanos entram na zona de perigo. g1 Meio Ambiente, 24 set. 2025. Adaptado.
As figuras de linguagem são recursos associados à construção de sentido do texto. Assim, no trecho: “além da crise climática, a saúde dos mares agora também está fora da zona de segurança” (linhas 02-03), evidencia-se, no termo destacado,
Alternativas
Q3813116 Português
Texto I

Terra já rompeu 7 de seus 9 limites planetários, mostra novo relatório; oceanos entram na “zona de perigo”

Q1_10.png (328×517)
Q1_10_.png (334×328)


PEIXOTO, Roberto. Limites planetários: novo relatório — oceanos entram na zona de perigo. g1 Meio Ambiente, 24 set. 2025. Adaptado.
No trecho “Ou seja, se não controlarmos o aumento global da temperatura, eventos como o colapso de ecossistemas e desastres climáticos extremos se tornarão cada vez mais frequentes.” (linhas 22-25), o verbo destacado 
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Q3813115 Português
Texto I

Terra já rompeu 7 de seus 9 limites planetários, mostra novo relatório; oceanos entram na “zona de perigo”

Q1_10.png (328×517)
Q1_10_.png (334×328)


PEIXOTO, Roberto. Limites planetários: novo relatório — oceanos entram na zona de perigo. g1 Meio Ambiente, 24 set. 2025. Adaptado.
O texto I pertence ao gênero textual notícia, o que se reflete em aspectos de forma, de função comunicativa e de estilo. Com base nesses aspectos, analise as seguintes afirmações:

I. O texto informa o leitor sobre algo que aconteceu ou que está acontecendo.
II. Há exagero na apresentação de opiniões para validar a tese do texto.
III. Os dados são apresentados sem necessidade de identificação das fontes, acentuando os comentários do autor em relação ao fato relatado.
IV. Há objetividade nas informações e aparente neutralidade de abordagem do fato.

É correto o que se afirma somente em
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Q3813114 Português
Texto I

Terra já rompeu 7 de seus 9 limites planetários, mostra novo relatório; oceanos entram na “zona de perigo”

Q1_10.png (328×517)
Q1_10_.png (334×328)


PEIXOTO, Roberto. Limites planetários: novo relatório — oceanos entram na zona de perigo. g1 Meio Ambiente, 24 set. 2025. Adaptado.
Considerando o conteúdo e os recursos expressivos empregados pelo autor, é objetivo do texto I
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Q3812958 Português
No período "É fundamental investir na formação dos professores", a oração destacada, que está reduzida de infinitivo, exerce a função sintática de:
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Q3812957 Português
Em "Em contextos de alta vulnerabilidade social, não se deve esperar resultados imediatos da intervenção pedagógica", a partícula "SE" está classificada como: 
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Q3812956 Português
No enunciado "A construção DE ESCOLAS em áreas carentes é uma necessidade imediata", o termo destacado exerce a função sintática de:
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Q3812955 Português
No período: "Mais de um professor, na reunião de conselho, questionou as novas diretrizes pedagógicas", a concordância verbal (verbo "questionou" no singular) justifica-se porque: 
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Q3812954 Português
Assinale a alternativa em que o uso (ou a ausência) do acento grave indicativo da crase está INCORRETO, considerando a regência verbal ou nominal: 
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Q3812953 Português
Em uma entrevista, um pedagogo afirma: "Se a escola TIVESSE investido mais em formação continuada, hoje COLHERIA frutos pedagógicos mais sólidos."
Nessa estrutura condicional, os tempos verbais (Pretérito Imperfeito do Subjuntivo e Futuro do Pretérito do Indicativo) foram usados para expressar:
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Q3812952 Português
Assinale a alternativa em que a colocação do pronome oblíquo átono está em DESACORDO com a norma culta formal: 
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Q3812951 Português
No contexto da gestão educacional, o verbo "DESBUROCRATIZAR" tornou-se comum. Analisando seu processo de formação, nota-se a adição simultânea de prefixo (DES-) e sufixo (-IZAR) a um radical (burocrata). Esse processo, no qual a palavra não existe na língua apenas com o prefixo ou apenas com o sufixo, é classificado como:
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Q3812950 Português
Em um manual de redação para educadores, consta a seguinte instrução: "Evite usar palavras-CHAVE genéricas; prefira termos que sejam a CABEÇA de um campo semântico específico." Os termos "CHAVE" e "CABEÇA" foram empregados no texto em seu sentido:
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Q3812949 Português
No fragmento: "Onde queres prazer, sou o que dói. / E onde queres romance, rock'n roll." (Caetano Veloso)
A construção estabelece uma oposição de ideias que não se anulam mutuamente, mas coexistem para definir um eu-lírico complexo.
A figura de linguagem predominante nesse jogo de opostos é: 
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Q3812598 Português
        A saúde pública veterinária tem a finalidade de proteger, prevenir e promover a saúde humana, por meio de cuidados preventivos com os seus clientes animais, vacinação, avaliação nutricional, exames anuais, rastreamento e manejo adequado de patógenos com potencial zoonótico. De acordo com a Lei nº 5.517/1968, o estudo e a aplicação de medidas de saúde pública no tocante às doenças de animais transmissíveis ao homem, as chamadas zoonoses, constituem uma das funções do médico‑veterinário. A partir da Portaria nº 2.488/2011, os profissionais da medicina veterinária de nível superior foram incluídos na composição do Núcleo Ampliado de Saúde da Família (NASF). Desde então, o campo de atuação para esse profissional dentro da saúde pública passou a ampliar‑se cada vez mais.

        Nos dias atuais, é possível encontrar veterinários exercendo relevantes contribuições no cenário da saúde coletiva, como nas inspeções de alimentos de origem animal em abatedouros, frigoríficos e supermercados; na vigilância sanitária e ambiental, comandando ações de combate às arboviroses, a exemplo da dengue, doença de ciclos endêmicos e epidêmicos pelo seu comportamento sazonal no Brasil; em alguns estados, compondo as equipes do NASF, realizando visitas domiciliares e atividades de educação em saúde às comunidades; nos centros de controle de zoonoses, realizando o rastreamento e o combate das doenças com potenciais zoonóticos, como é o caso da leishmaniose, doença transmitida pela picada do flebotomíneo (mosquito‑palha).

        O médico‑veterinário também cuida do ser humano. Nem todo mundo sabe, mas, segundo pesquisas da área, 62% dos patógenos humanos conhecidos são transmitidos por animais, e 75% das doenças emergentes tiveram origem na fauna silvestre. Esses estudos comprovam o quanto é importante a participação efetiva desse profissional na saúde pública, pois os veterinários são os únicos profissionais qualificados cientificamente para lidar com as questões de saúde animal. Com prevenção, manejo correto, rastreamento de novos agravos e controle de afecções e infecções em seus pacientes, os médicos‑veterinários podem evitar que novas pandemias ocorram, como é o caso da Covid‑19, que matou milhares de pessoas, no Brasil e no mundo.

        Desse modo, os profissionais que antes eram vistos somente como da área das ciências agrárias e, na visão popular, como responsáveis apenas pela saúde dos animais domésticos, passaram a pertencer, desde 1998, à categoria de profissionais de saúde, reconhecidos pelo Conselho Nacional de Saúde (CNS).

Internet:<rsdjournal.org>  (com adaptações).

A respeito da estruturação linguístico‑gramatical do texto, julgue o item a seguir.


No parágrafo “Desse modo, os profissionais que antes eram vistos somente como da área das ciências agrárias e, na visão popular, como responsáveis apenas pela saúde dos animais domésticos, passaram a pertencer, desde 1998, à categoria de profissionais de saúde, reconhecidos pelo Conselho Nacional de Saúde (CNS).”, o termo “antes” indica que os profissionais de saúde veterinária hoje pertencem à classe dos trabalhadores que cuidam, também, dos animais silvestres.

Alternativas
Q3812596 Português
        A saúde pública veterinária tem a finalidade de proteger, prevenir e promover a saúde humana, por meio de cuidados preventivos com os seus clientes animais, vacinação, avaliação nutricional, exames anuais, rastreamento e manejo adequado de patógenos com potencial zoonótico. De acordo com a Lei nº 5.517/1968, o estudo e a aplicação de medidas de saúde pública no tocante às doenças de animais transmissíveis ao homem, as chamadas zoonoses, constituem uma das funções do médico‑veterinário. A partir da Portaria nº 2.488/2011, os profissionais da medicina veterinária de nível superior foram incluídos na composição do Núcleo Ampliado de Saúde da Família (NASF). Desde então, o campo de atuação para esse profissional dentro da saúde pública passou a ampliar‑se cada vez mais.

        Nos dias atuais, é possível encontrar veterinários exercendo relevantes contribuições no cenário da saúde coletiva, como nas inspeções de alimentos de origem animal em abatedouros, frigoríficos e supermercados; na vigilância sanitária e ambiental, comandando ações de combate às arboviroses, a exemplo da dengue, doença de ciclos endêmicos e epidêmicos pelo seu comportamento sazonal no Brasil; em alguns estados, compondo as equipes do NASF, realizando visitas domiciliares e atividades de educação em saúde às comunidades; nos centros de controle de zoonoses, realizando o rastreamento e o combate das doenças com potenciais zoonóticos, como é o caso da leishmaniose, doença transmitida pela picada do flebotomíneo (mosquito‑palha).

        O médico‑veterinário também cuida do ser humano. Nem todo mundo sabe, mas, segundo pesquisas da área, 62% dos patógenos humanos conhecidos são transmitidos por animais, e 75% das doenças emergentes tiveram origem na fauna silvestre. Esses estudos comprovam o quanto é importante a participação efetiva desse profissional na saúde pública, pois os veterinários são os únicos profissionais qualificados cientificamente para lidar com as questões de saúde animal. Com prevenção, manejo correto, rastreamento de novos agravos e controle de afecções e infecções em seus pacientes, os médicos‑veterinários podem evitar que novas pandemias ocorram, como é o caso da Covid‑19, que matou milhares de pessoas, no Brasil e no mundo.

        Desse modo, os profissionais que antes eram vistos somente como da área das ciências agrárias e, na visão popular, como responsáveis apenas pela saúde dos animais domésticos, passaram a pertencer, desde 1998, à categoria de profissionais de saúde, reconhecidos pelo Conselho Nacional de Saúde (CNS).

Internet:<rsdjournal.org>  (com adaptações).

A respeito da estruturação linguístico‑gramatical do texto, julgue o item a seguir.


No trecho “Nem todo mundo sabe, mas, segundo pesquisas da área, 62% dos patógenos humanos conhecidos são transmitidos por animais, e 75% das doenças emergentes tiveram origem na fauna silvestre”, a supressão da vírgula após “mas” provoca erro gramatical, pois essa pontuação separa termos intercalados na oração.

Alternativas
Q3812595 Português
        A saúde pública veterinária tem a finalidade de proteger, prevenir e promover a saúde humana, por meio de cuidados preventivos com os seus clientes animais, vacinação, avaliação nutricional, exames anuais, rastreamento e manejo adequado de patógenos com potencial zoonótico. De acordo com a Lei nº 5.517/1968, o estudo e a aplicação de medidas de saúde pública no tocante às doenças de animais transmissíveis ao homem, as chamadas zoonoses, constituem uma das funções do médico‑veterinário. A partir da Portaria nº 2.488/2011, os profissionais da medicina veterinária de nível superior foram incluídos na composição do Núcleo Ampliado de Saúde da Família (NASF). Desde então, o campo de atuação para esse profissional dentro da saúde pública passou a ampliar‑se cada vez mais.

        Nos dias atuais, é possível encontrar veterinários exercendo relevantes contribuições no cenário da saúde coletiva, como nas inspeções de alimentos de origem animal em abatedouros, frigoríficos e supermercados; na vigilância sanitária e ambiental, comandando ações de combate às arboviroses, a exemplo da dengue, doença de ciclos endêmicos e epidêmicos pelo seu comportamento sazonal no Brasil; em alguns estados, compondo as equipes do NASF, realizando visitas domiciliares e atividades de educação em saúde às comunidades; nos centros de controle de zoonoses, realizando o rastreamento e o combate das doenças com potenciais zoonóticos, como é o caso da leishmaniose, doença transmitida pela picada do flebotomíneo (mosquito‑palha).

        O médico‑veterinário também cuida do ser humano. Nem todo mundo sabe, mas, segundo pesquisas da área, 62% dos patógenos humanos conhecidos são transmitidos por animais, e 75% das doenças emergentes tiveram origem na fauna silvestre. Esses estudos comprovam o quanto é importante a participação efetiva desse profissional na saúde pública, pois os veterinários são os únicos profissionais qualificados cientificamente para lidar com as questões de saúde animal. Com prevenção, manejo correto, rastreamento de novos agravos e controle de afecções e infecções em seus pacientes, os médicos‑veterinários podem evitar que novas pandemias ocorram, como é o caso da Covid‑19, que matou milhares de pessoas, no Brasil e no mundo.

        Desse modo, os profissionais que antes eram vistos somente como da área das ciências agrárias e, na visão popular, como responsáveis apenas pela saúde dos animais domésticos, passaram a pertencer, desde 1998, à categoria de profissionais de saúde, reconhecidos pelo Conselho Nacional de Saúde (CNS).

Internet:<rsdjournal.org>  (com adaptações).

A respeito da estruturação linguístico‑gramatical do texto, julgue o item a seguir.


No segmento “O médico‑veterinário também cuida do ser humano. Nem todo mundo sabe, mas, segundo pesquisas da área, 62% dos patógenos humanos conhecidos são transmitidos por animais, e 75% das doenças emergentes tiveram origem na fauna silvestre.”, o termo “também” poderia ser suprimido sem que isso produzisse alterações gramaticais ou incoerência textual.

Alternativas
Q3812594 Português
        A saúde pública veterinária tem a finalidade de proteger, prevenir e promover a saúde humana, por meio de cuidados preventivos com os seus clientes animais, vacinação, avaliação nutricional, exames anuais, rastreamento e manejo adequado de patógenos com potencial zoonótico. De acordo com a Lei nº 5.517/1968, o estudo e a aplicação de medidas de saúde pública no tocante às doenças de animais transmissíveis ao homem, as chamadas zoonoses, constituem uma das funções do médico‑veterinário. A partir da Portaria nº 2.488/2011, os profissionais da medicina veterinária de nível superior foram incluídos na composição do Núcleo Ampliado de Saúde da Família (NASF). Desde então, o campo de atuação para esse profissional dentro da saúde pública passou a ampliar‑se cada vez mais.

        Nos dias atuais, é possível encontrar veterinários exercendo relevantes contribuições no cenário da saúde coletiva, como nas inspeções de alimentos de origem animal em abatedouros, frigoríficos e supermercados; na vigilância sanitária e ambiental, comandando ações de combate às arboviroses, a exemplo da dengue, doença de ciclos endêmicos e epidêmicos pelo seu comportamento sazonal no Brasil; em alguns estados, compondo as equipes do NASF, realizando visitas domiciliares e atividades de educação em saúde às comunidades; nos centros de controle de zoonoses, realizando o rastreamento e o combate das doenças com potenciais zoonóticos, como é o caso da leishmaniose, doença transmitida pela picada do flebotomíneo (mosquito‑palha).

        O médico‑veterinário também cuida do ser humano. Nem todo mundo sabe, mas, segundo pesquisas da área, 62% dos patógenos humanos conhecidos são transmitidos por animais, e 75% das doenças emergentes tiveram origem na fauna silvestre. Esses estudos comprovam o quanto é importante a participação efetiva desse profissional na saúde pública, pois os veterinários são os únicos profissionais qualificados cientificamente para lidar com as questões de saúde animal. Com prevenção, manejo correto, rastreamento de novos agravos e controle de afecções e infecções em seus pacientes, os médicos‑veterinários podem evitar que novas pandemias ocorram, como é o caso da Covid‑19, que matou milhares de pessoas, no Brasil e no mundo.

        Desse modo, os profissionais que antes eram vistos somente como da área das ciências agrárias e, na visão popular, como responsáveis apenas pela saúde dos animais domésticos, passaram a pertencer, desde 1998, à categoria de profissionais de saúde, reconhecidos pelo Conselho Nacional de Saúde (CNS).

Internet:<rsdjournal.org>  (com adaptações).

A respeito da estruturação linguístico‑gramatical do texto, julgue o item a seguir.


No parágrafo “Nos dias atuais, é possível encontrar veterinários exercendo relevantes contribuições no cenário da saúde coletiva, como nas inspeções de alimentos de origem animal em abatedouros, frigoríficos e supermercados; na vigilância sanitária e ambiental, comandando ações de combate às arboviroses, a exemplo da dengue, doença de ciclos endêmicos e epidêmicos pelo seu comportamento sazonal no Brasil; em alguns estados, compondo as equipes do NASF, realizando visitas domiciliares e atividades de educação em saúde às comunidades; nos centros de controle de zoonoses, realizando o rastreamento e o combate das doenças com potenciais zoonóticos, como é o caso da leishmaniose, doença transmitida pela picada do flebotomíneo (mosquito‑palha).”, o sinal de ponto e vírgula foi empregado para separar itens de uma enumeração, para maior clareza, dado que alguns desses itens já foram delimitados por vírgulas.

Alternativas
Respostas
22101: A
22102: B
22103: C
22104: D
22105: B
22106: C
22107: A
22108: A
22109: A
22110: A
22111: X
22112: D
22113: C
22114: X
22115: B
22116: C
22117: E
22118: C
22119: E
22120: C