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Questões de Concurso Sobre português

Questões Discursivas

Foram encontradas 251.847 questões

Q3854393 Português

Macrossomia fetal: por que alguns bebês nascem com peso acima do normal 


Por Redação Pais e Filhos 







(Disponível em: bebe.abril.com.br/saude/macrossomia-fetal-por-que-alguns-bebes-nascem-com-peso-acimado-normal/?post_type=materias_elegiveis – texto adaptado especialmente para esta prova). 

Qual expressão pode substituir os vocábulos “independentemente da” (l. 05), sem causar alteração na significação da frase? 
Alternativas
Q3854392 Português

Macrossomia fetal: por que alguns bebês nascem com peso acima do normal 


Por Redação Pais e Filhos 







(Disponível em: bebe.abril.com.br/saude/macrossomia-fetal-por-que-alguns-bebes-nascem-com-peso-acimado-normal/?post_type=materias_elegiveis – texto adaptado especialmente para esta prova). 

 No trecho a seguir, uma relação de sentido entre o risco de queda de açúcar é estabelecida com o monitoramento do bebê:

“[...] os bebês grandes podem apresentar hipoglicemia neonatal, ou seja, queda nos níveis de açúcar no sangue. Por isso, são monitorados com exames de glicemia [...]”.

Qual é a função de sentido indicada pela locução conjuntiva “Por isso” entre as duas ideias?
Alternativas
Q3854391 Português

Macrossomia fetal: por que alguns bebês nascem com peso acima do normal 


Por Redação Pais e Filhos 







(Disponível em: bebe.abril.com.br/saude/macrossomia-fetal-por-que-alguns-bebes-nascem-com-peso-acimado-normal/?post_type=materias_elegiveis – texto adaptado especialmente para esta prova). 

 No texto, antes de listar os fatores de risco, utilizou-se o dois-pontos (l. 18), hachurado no texto. Qual é a principal função gramatical do dois-pontos nesse contexto? 
Alternativas
Q3854390 Português

Macrossomia fetal: por que alguns bebês nascem com peso acima do normal 


Por Redação Pais e Filhos 







(Disponível em: bebe.abril.com.br/saude/macrossomia-fetal-por-que-alguns-bebes-nascem-com-peso-acimado-normal/?post_type=materias_elegiveis – texto adaptado especialmente para esta prova). 

Qual é a informação retomada pelo pronome demonstrativo “desses” (l. 20) no texto?
Alternativas
Q3854388 Português

Macrossomia fetal: por que alguns bebês nascem com peso acima do normal 


Por Redação Pais e Filhos 







(Disponível em: bebe.abril.com.br/saude/macrossomia-fetal-por-que-alguns-bebes-nascem-com-peso-acimado-normal/?post_type=materias_elegiveis – texto adaptado especialmente para esta prova). 

 Assinale a alternativa que apresenta a melhor síntese sobre a conexão entre as preocupações imediatas e os riscos de longo prazo associados à macrossomia fetal. 
Alternativas
Q3854387 Português

Macrossomia fetal: por que alguns bebês nascem com peso acima do normal 


Por Redação Pais e Filhos 







(Disponível em: bebe.abril.com.br/saude/macrossomia-fetal-por-que-alguns-bebes-nascem-com-peso-acimado-normal/?post_type=materias_elegiveis – texto adaptado especialmente para esta prova). 

Qual é a ideia implícita mais importante que permeia a necessidade de monitoramento da macrossomia, do pré-natal à vida adulta do bebê?
Alternativas
Q3854221 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A força da ancestralidade e da renovação, com a posse de Ana Maria Gonçalves na ABL


Em uma noite histórica, a escritora mineira Ana Maria Gonçalves foi empossada, na sexta-feira (7), como nova imortal da Academia Brasileira de Letras (ABL). Ela passa a ocupar a cadeira nº 33, que pertenceu ao linguista Evanildo Bechara, tornando-se a primeira mulher negra a integrar a instituição fundada em 1897 — e apenas a 13ª mulher a vestir o fardão acadêmico.


A cerimônia foi marcada por emoção e simbolismo. Ao iniciar seu discurso, Ana Maria fez um gesto de reverência às origens: "Benção, mãe. Benção, pai." A saudação à ancestralidade ecoou pelo salão, lembrando que a literatura, para além das letras, é também um espaço de memória e resistência. A escritora afirmou que sua entrada na ABL representa "não apenas uma conquista individual, mas o reconhecimento de histórias que por muito tempo foram silenciadas".


Autora do premiado romance "Um defeito de cor", lançado em 2006, Ana Maria Gonçalves construiu uma obra de grande fôlego narrativo e político. Seu livro, de quase mil páginas, conta a trajetória de Kehinde, uma mulher africana trazida como escravizada para o Brasil, e é hoje considerado um marco da literatura afro-brasileira contemporânea. A autora já afirmou em entrevistas que sua missão como escritora é "contar as histórias que o país tentou apagar".


Durante a cerimônia, a nova acadêmica foi saudada pela antropóloga Lilia Schwarcz, que destacou o papel de Ana Maria na "reconfiguração do cânone literário brasileiro, abrindo espaço para vozes plurais". [...]


Em seu discurso, Ana Maria defendeu uma literatura que dialogue com as múltiplas identidades do Brasil: "O que desejo é ampliar as vozes. Que a língua portuguesa, em sua beleza e complexidade, seja também abrigo para quem nunca foi convidado a falar." [...]


A entrada de Ana Maria Gonçalves na ABL simboliza mais do que uma conquista individual. Representa o movimento de renovação da literatura brasileira, abrindo espaço para narrativas até então marginalizadas. Em um país de tantas vozes e contrastes, sua presença na Academia reafirma que a tradição literária nacional só se fortalece quando reconhece sua diversidade.


Com esse gesto, Ana Maria se inscreve na história — não apenas como "imortal", mas como símbolo de um Brasil que começa a se enxergar em todas as suas cores, ritmos e memórias.


Assim, a posse de Ana Maria Gonçalves é mais do que uma cerimônia solene: é um gesto de continuidade e transformação, um capítulo vivo da literatura brasileira que se reescreve diante de nossos olhos — com coragem, beleza e ancestralidade.



(Disponível em: https://www.pernambucorevista.com.br/secoes/noticias/a-forca-da-ance stralidade-e-da-renovacao-com-a-posse-de-ana-maria-goncalves-na-ab l. Acesso em: 09 dez. 2025. Adaptado.)

A partir do que o texto apresenta, de sua leitura e de sua mobilização de conhecimentos prévios, analise as sentenças:



I. Desde a fundação da Academia Brasileira de Letras, há mais de um século, apenas treze mulheres ocuparam uma cadeira de imortal na instituição.


II. A literatura é mais do que apenas palavras; ela é lugar de memória, de resistência.


III. O texto possibilita ao leitor inferir que a chegada da primeira mulher negra à ABL é mais do que um símbolo. É representatividade de vozes que ainda não puderam falar.



É correto o que se afirma em: 

Alternativas
Q3854218 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A força da ancestralidade e da renovação, com a posse de Ana Maria Gonçalves na ABL


Em uma noite histórica, a escritora mineira Ana Maria Gonçalves foi empossada, na sexta-feira (7), como nova imortal da Academia Brasileira de Letras (ABL). Ela passa a ocupar a cadeira nº 33, que pertenceu ao linguista Evanildo Bechara, tornando-se a primeira mulher negra a integrar a instituição fundada em 1897 — e apenas a 13ª mulher a vestir o fardão acadêmico.


A cerimônia foi marcada por emoção e simbolismo. Ao iniciar seu discurso, Ana Maria fez um gesto de reverência às origens: "Benção, mãe. Benção, pai." A saudação à ancestralidade ecoou pelo salão, lembrando que a literatura, para além das letras, é também um espaço de memória e resistência. A escritora afirmou que sua entrada na ABL representa "não apenas uma conquista individual, mas o reconhecimento de histórias que por muito tempo foram silenciadas".


Autora do premiado romance "Um defeito de cor", lançado em 2006, Ana Maria Gonçalves construiu uma obra de grande fôlego narrativo e político. Seu livro, de quase mil páginas, conta a trajetória de Kehinde, uma mulher africana trazida como escravizada para o Brasil, e é hoje considerado um marco da literatura afro-brasileira contemporânea. A autora já afirmou em entrevistas que sua missão como escritora é "contar as histórias que o país tentou apagar".


Durante a cerimônia, a nova acadêmica foi saudada pela antropóloga Lilia Schwarcz, que destacou o papel de Ana Maria na "reconfiguração do cânone literário brasileiro, abrindo espaço para vozes plurais". [...]


Em seu discurso, Ana Maria defendeu uma literatura que dialogue com as múltiplas identidades do Brasil: "O que desejo é ampliar as vozes. Que a língua portuguesa, em sua beleza e complexidade, seja também abrigo para quem nunca foi convidado a falar." [...]


A entrada de Ana Maria Gonçalves na ABL simboliza mais do que uma conquista individual. Representa o movimento de renovação da literatura brasileira, abrindo espaço para narrativas até então marginalizadas. Em um país de tantas vozes e contrastes, sua presença na Academia reafirma que a tradição literária nacional só se fortalece quando reconhece sua diversidade.


Com esse gesto, Ana Maria se inscreve na história — não apenas como "imortal", mas como símbolo de um Brasil que começa a se enxergar em todas as suas cores, ritmos e memórias.


Assim, a posse de Ana Maria Gonçalves é mais do que uma cerimônia solene: é um gesto de continuidade e transformação, um capítulo vivo da literatura brasileira que se reescreve diante de nossos olhos — com coragem, beleza e ancestralidade.



(Disponível em: https://www.pernambucorevista.com.br/secoes/noticias/a-forca-da-ance stralidade-e-da-renovacao-com-a-posse-de-ana-maria-goncalves-na-ab l. Acesso em: 09 dez. 2025. Adaptado.)

As figuras de linguagem são formas simbólicas de exprimir ideias, significados e pensamentos, de modo a conferir-lhes mais expressividade. Tendo isso em consideração, analise o excerto a seguir:


"O que desejo é ampliar as vozes. Que a língua portuguesa, em sua beleza e complexidade, seja também abrigo para quem nunca foi convidado a falar." [...]


A respeito do uso de figura de linguagem na construção do excerto, é correto afirmar que:

Alternativas
Q3854217 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A força da ancestralidade e da renovação, com a posse de Ana Maria Gonçalves na ABL


Em uma noite histórica, a escritora mineira Ana Maria Gonçalves foi empossada, na sexta-feira (7), como nova imortal da Academia Brasileira de Letras (ABL). Ela passa a ocupar a cadeira nº 33, que pertenceu ao linguista Evanildo Bechara, tornando-se a primeira mulher negra a integrar a instituição fundada em 1897 — e apenas a 13ª mulher a vestir o fardão acadêmico.


A cerimônia foi marcada por emoção e simbolismo. Ao iniciar seu discurso, Ana Maria fez um gesto de reverência às origens: "Benção, mãe. Benção, pai." A saudação à ancestralidade ecoou pelo salão, lembrando que a literatura, para além das letras, é também um espaço de memória e resistência. A escritora afirmou que sua entrada na ABL representa "não apenas uma conquista individual, mas o reconhecimento de histórias que por muito tempo foram silenciadas".


Autora do premiado romance "Um defeito de cor", lançado em 2006, Ana Maria Gonçalves construiu uma obra de grande fôlego narrativo e político. Seu livro, de quase mil páginas, conta a trajetória de Kehinde, uma mulher africana trazida como escravizada para o Brasil, e é hoje considerado um marco da literatura afro-brasileira contemporânea. A autora já afirmou em entrevistas que sua missão como escritora é "contar as histórias que o país tentou apagar".


Durante a cerimônia, a nova acadêmica foi saudada pela antropóloga Lilia Schwarcz, que destacou o papel de Ana Maria na "reconfiguração do cânone literário brasileiro, abrindo espaço para vozes plurais". [...]


Em seu discurso, Ana Maria defendeu uma literatura que dialogue com as múltiplas identidades do Brasil: "O que desejo é ampliar as vozes. Que a língua portuguesa, em sua beleza e complexidade, seja também abrigo para quem nunca foi convidado a falar." [...]


A entrada de Ana Maria Gonçalves na ABL simboliza mais do que uma conquista individual. Representa o movimento de renovação da literatura brasileira, abrindo espaço para narrativas até então marginalizadas. Em um país de tantas vozes e contrastes, sua presença na Academia reafirma que a tradição literária nacional só se fortalece quando reconhece sua diversidade.


Com esse gesto, Ana Maria se inscreve na história — não apenas como "imortal", mas como símbolo de um Brasil que começa a se enxergar em todas as suas cores, ritmos e memórias.


Assim, a posse de Ana Maria Gonçalves é mais do que uma cerimônia solene: é um gesto de continuidade e transformação, um capítulo vivo da literatura brasileira que se reescreve diante de nossos olhos — com coragem, beleza e ancestralidade.



(Disponível em: https://www.pernambucorevista.com.br/secoes/noticias/a-forca-da-ance stralidade-e-da-renovacao-com-a-posse-de-ana-maria-goncalves-na-ab l. Acesso em: 09 dez. 2025. Adaptado.)

A respeito do texto, analise as sentenças e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:



(__) Considerando o conteúdo e a estrutura do texto, ele se trata de uma notícia, tendo no seu primeiro parágrafo as respostas para as perguntas básicas desse gênero textual: o que aconteceu, onde, (com) quem, quando.


(__) Trata-se de um texto pessoal, marcado pela predominância da 1ª pessoa do singular, que corresponde à voz do autor.


(__) Uma das características do texto é a predominância de sequências narrativas, com o intuito de informar ao leitor o que aconteceu de relevante na posse de Ana Maria Gonçalves.



Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta: 

Alternativas
Q3854216 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A força da ancestralidade e da renovação, com a posse de Ana Maria Gonçalves na ABL


Em uma noite histórica, a escritora mineira Ana Maria Gonçalves foi empossada, na sexta-feira (7), como nova imortal da Academia Brasileira de Letras (ABL). Ela passa a ocupar a cadeira nº 33, que pertenceu ao linguista Evanildo Bechara, tornando-se a primeira mulher negra a integrar a instituição fundada em 1897 — e apenas a 13ª mulher a vestir o fardão acadêmico.


A cerimônia foi marcada por emoção e simbolismo. Ao iniciar seu discurso, Ana Maria fez um gesto de reverência às origens: "Benção, mãe. Benção, pai." A saudação à ancestralidade ecoou pelo salão, lembrando que a literatura, para além das letras, é também um espaço de memória e resistência. A escritora afirmou que sua entrada na ABL representa "não apenas uma conquista individual, mas o reconhecimento de histórias que por muito tempo foram silenciadas".


Autora do premiado romance "Um defeito de cor", lançado em 2006, Ana Maria Gonçalves construiu uma obra de grande fôlego narrativo e político. Seu livro, de quase mil páginas, conta a trajetória de Kehinde, uma mulher africana trazida como escravizada para o Brasil, e é hoje considerado um marco da literatura afro-brasileira contemporânea. A autora já afirmou em entrevistas que sua missão como escritora é "contar as histórias que o país tentou apagar".


Durante a cerimônia, a nova acadêmica foi saudada pela antropóloga Lilia Schwarcz, que destacou o papel de Ana Maria na "reconfiguração do cânone literário brasileiro, abrindo espaço para vozes plurais". [...]


Em seu discurso, Ana Maria defendeu uma literatura que dialogue com as múltiplas identidades do Brasil: "O que desejo é ampliar as vozes. Que a língua portuguesa, em sua beleza e complexidade, seja também abrigo para quem nunca foi convidado a falar." [...]


A entrada de Ana Maria Gonçalves na ABL simboliza mais do que uma conquista individual. Representa o movimento de renovação da literatura brasileira, abrindo espaço para narrativas até então marginalizadas. Em um país de tantas vozes e contrastes, sua presença na Academia reafirma que a tradição literária nacional só se fortalece quando reconhece sua diversidade.


Com esse gesto, Ana Maria se inscreve na história — não apenas como "imortal", mas como símbolo de um Brasil que começa a se enxergar em todas as suas cores, ritmos e memórias.


Assim, a posse de Ana Maria Gonçalves é mais do que uma cerimônia solene: é um gesto de continuidade e transformação, um capítulo vivo da literatura brasileira que se reescreve diante de nossos olhos — com coragem, beleza e ancestralidade.



(Disponível em: https://www.pernambucorevista.com.br/secoes/noticias/a-forca-da-ance stralidade-e-da-renovacao-com-a-posse-de-ana-maria-goncalves-na-ab l. Acesso em: 09 dez. 2025. Adaptado.)

A coesão textual é responsável pela articulação das ideias em um texto, de modo a possibilitar que o texto tenha referentes que ancoram as ideias novas, criando um todo claro e coeso. Assim, a coesão constrói a progressão do texto que pode ser referencial e sequencial. Ao longo de todo o texto, o autor lança mão de vários expedientes para retomar Ana Maria Gonçalves, evitando repetir o nome dela todo tempo, o que causaria um problema de coesão, e possibilitando ao leitor se situar a respeito do que é posto, tanto às ideias anteriores, quanto às novas ideias.


As sentenças a seguir tratam desse aspecto, então, com base na leitura cuidadosa do texto, analise-as e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:



(__) Um dos recursos utilizados pelo autor foi o nome da escritora (Ana Maria) que é posto várias vezes, assim como seu nome completo.


(__) O autor do texto recorreu a substantivos relacionados com a profissão de Ana Maria Gonçalves para referir-se a ela: autora e escritora. Essa referência é estabelecida porque, no 1º parágrafo, o texto explicita que tratará da "escritora mineira Ana Maria Gonçalves", possibilitando que a coesão referencial se instaure a partir do uso da palavra "escritora" e do sinônimo "autora".


(__) Um recurso usado pelo autor foi a expressão "nova acadêmica". Cabe ao leitor estabelecer relações de sentido em sua leitura para compreender que a expressão se refere a Ana Maria Gonçalves. Essa compreensão é possível pelo contexto textual, o qual trata da posse dela na ABL.


(__) No 1º parágrafo, o autor, para construir sua progressão referencial e introduzir uma informação nova, lança mão do pronome pessoal "ela", que tem como referente "escritora mineira Ana Maria Gonçalves".



Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:

Alternativas
Q3854213 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A força da ancestralidade e da renovação, com a posse de Ana Maria Gonçalves na ABL


Em uma noite histórica, a escritora mineira Ana Maria Gonçalves foi empossada, na sexta-feira (7), como nova imortal da Academia Brasileira de Letras (ABL). Ela passa a ocupar a cadeira nº 33, que pertenceu ao linguista Evanildo Bechara, tornando-se a primeira mulher negra a integrar a instituição fundada em 1897 — e apenas a 13ª mulher a vestir o fardão acadêmico.


A cerimônia foi marcada por emoção e simbolismo. Ao iniciar seu discurso, Ana Maria fez um gesto de reverência às origens: "Benção, mãe. Benção, pai." A saudação à ancestralidade ecoou pelo salão, lembrando que a literatura, para além das letras, é também um espaço de memória e resistência. A escritora afirmou que sua entrada na ABL representa "não apenas uma conquista individual, mas o reconhecimento de histórias que por muito tempo foram silenciadas".


Autora do premiado romance "Um defeito de cor", lançado em 2006, Ana Maria Gonçalves construiu uma obra de grande fôlego narrativo e político. Seu livro, de quase mil páginas, conta a trajetória de Kehinde, uma mulher africana trazida como escravizada para o Brasil, e é hoje considerado um marco da literatura afro-brasileira contemporânea. A autora já afirmou em entrevistas que sua missão como escritora é "contar as histórias que o país tentou apagar".


Durante a cerimônia, a nova acadêmica foi saudada pela antropóloga Lilia Schwarcz, que destacou o papel de Ana Maria na "reconfiguração do cânone literário brasileiro, abrindo espaço para vozes plurais". [...]


Em seu discurso, Ana Maria defendeu uma literatura que dialogue com as múltiplas identidades do Brasil: "O que desejo é ampliar as vozes. Que a língua portuguesa, em sua beleza e complexidade, seja também abrigo para quem nunca foi convidado a falar." [...]


A entrada de Ana Maria Gonçalves na ABL simboliza mais do que uma conquista individual. Representa o movimento de renovação da literatura brasileira, abrindo espaço para narrativas até então marginalizadas. Em um país de tantas vozes e contrastes, sua presença na Academia reafirma que a tradição literária nacional só se fortalece quando reconhece sua diversidade.


Com esse gesto, Ana Maria se inscreve na história — não apenas como "imortal", mas como símbolo de um Brasil que começa a se enxergar em todas as suas cores, ritmos e memórias.


Assim, a posse de Ana Maria Gonçalves é mais do que uma cerimônia solene: é um gesto de continuidade e transformação, um capítulo vivo da literatura brasileira que se reescreve diante de nossos olhos — com coragem, beleza e ancestralidade.



(Disponível em: https://www.pernambucorevista.com.br/secoes/noticias/a-forca-da-ance stralidade-e-da-renovacao-com-a-posse-de-ana-maria-goncalves-na-ab l. Acesso em: 09 dez. 2025. Adaptado.)

Há no texto três palavras que se destacam por seu processo de formação: ancestralidade , afro-brasileira e imortal . As sentenças a seguir tratam desse assunto:



I. Ancestralidade é uma palavra derivada e sua derivação se dá do adjetivo "ancestral", ao qual se juntou o sufixo "-idade".


II. A palavra afro-brasileira é um adjetivo pátrio composto, formado pelos adjetivos "africano" + "brasileiro", flexionado no feminino. Por ser um adjetivo pátrio composto, usa-se o hífen.


III. Imortal é formada por derivação prefixal, tendo sido acrescentado à palavra "mortal" o prefixo "i-", que tem valor de negação. É o mesmo sentido do prefixo "i-" na palavra "imigrar".



É correto o que se afirma em:

Alternativas
Q3854169 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O inventário do invisível


Como desacelerar, fazer curadorias na vida e abrir espaço para um 2026 mais leve, consciente e fiel ao que realmente importa

2/12/2025


Outro dia olhei para o calendário de dezembro e comentei com a minha mãe: seu aniversário está chegando de novo! Mais um ano que voou. Será que, à medida que envelhecemos, o tempo passa mais rápido? Pelo menos do nosso ponto de vista, com certeza. Estamos com os pés mais firmes no chão, com o senso de urgência mais apurado e a consciência de que o tempo é o nosso bem mais precioso.

Talvez, essa sensação fique ainda mais exacerbada agora, com 2026 despontando no horizonte. Há euforia no ar, mas há também um cansaço silencioso. A gente chega na linha de chegada se arrastando, devendo horas de sono, carregando o peso de 12 meses nas costas.

Nessa época , todo mundo pergunta: "E aí, qual o balanço do ano?". A contabilidade tradicional quer saber o que você conquistou, quanto ganhou, quais metas bateu. Mas, na maturidade, a métrica muda. O que importa não é mais a produtividade. É a qualidade de tudo o que nos cerca.

Por isso, mudei minha pergunta. Em vez de listar o que fiz, estou tentando entender: o que me nutriu e o que me drenou?

Pense na virada de ano como uma mala de mão. Daquelas rígidas, de avião, que não esticam. A "mala de 2025" tem limite. Não dá para levar tudo.

Quando somos mais jovens, a gente quer acumular. Dizemos sim para tudo, com medo de ficar de fora. O famoso FOMO (Fear of missing). Mas a vida adulta traz uma sabedoria mais sutil: a arte da curadoria. E curadoria nada mais é do que escolher o que fica de fora para que o essencial possa ter espaço.

Só que fazer isso exige coragem. Dizer "não" ainda é uma coisa difícil para muitas pessoas. Fomos treinadas para agradar, para ser a "mulher maravilha" que dá conta de tudo. Mas a conta não fecha. Para o "sim" ter valor, ele precisa vir acompanhado de muitos "nãos".

Convido você a fazer esse inventário do invisível comigo. Olhe para 2025. Aquela relação que você mantém por hábito, mas que te deixa exaurida a cada café? Talvez ela não precise atravessar a fronteira do ano. Aquele compromisso que você aceita só por culpa? Deixe em 2025.

A verdadeira "nova alfabetização" da vida adulta, que tanto falamos por aqui, é aprender a ler o próprio corpo antes de ler a agenda. Espaço em branco no calendário não é falha. É luxo. É respiro.

Neste dezembro , que tal praticar junto com a gente uma revolução silenciosa? O JOMO (joy of missing out). Simplesmente se entregar à alegria de não ir, se der vontade de ficar em casa. De não estar em todas. De não precisar ter opinião sobre tudo.

Que a sua lista de resoluções seja curta. Rasgue os scripts que não servem mais. O futuro não pede que sejamos mais rápidas. Ele pede que sejamos mais inteiras. E, para estar inteira lá na frente, a gente precisa soltar o excesso de bagagem agora.

Um brinde ao espaço vazio. É só nele que o novo pode acontecer.


(Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/o-inventario-do-invisivel/.Acesso em 11 dez. 2025. Adaptado.)
A respeito da acentuação gráfica, analise as sentenças a seguir e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__)As palavras "invisível" e "difícil" são acentuadas graficamente porque são paroxítonas e terminam em "-l".
(__)As palavras "maravilha" e "curadoria" são paroxítonas e não são acentuadas graficamente por terminarem em -a.
(__)As palavras "urgência" e "próprio" são paroxítonas terminadas em ditongo oral, por isso recebem acento gráfico.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3854168 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O inventário do invisível


Como desacelerar, fazer curadorias na vida e abrir espaço para um 2026 mais leve, consciente e fiel ao que realmente importa

2/12/2025


Outro dia olhei para o calendário de dezembro e comentei com a minha mãe: seu aniversário está chegando de novo! Mais um ano que voou. Será que, à medida que envelhecemos, o tempo passa mais rápido? Pelo menos do nosso ponto de vista, com certeza. Estamos com os pés mais firmes no chão, com o senso de urgência mais apurado e a consciência de que o tempo é o nosso bem mais precioso.

Talvez, essa sensação fique ainda mais exacerbada agora, com 2026 despontando no horizonte. Há euforia no ar, mas há também um cansaço silencioso. A gente chega na linha de chegada se arrastando, devendo horas de sono, carregando o peso de 12 meses nas costas.

Nessa época , todo mundo pergunta: "E aí, qual o balanço do ano?". A contabilidade tradicional quer saber o que você conquistou, quanto ganhou, quais metas bateu. Mas, na maturidade, a métrica muda. O que importa não é mais a produtividade. É a qualidade de tudo o que nos cerca.

Por isso, mudei minha pergunta. Em vez de listar o que fiz, estou tentando entender: o que me nutriu e o que me drenou?

Pense na virada de ano como uma mala de mão. Daquelas rígidas, de avião, que não esticam. A "mala de 2025" tem limite. Não dá para levar tudo.

Quando somos mais jovens, a gente quer acumular. Dizemos sim para tudo, com medo de ficar de fora. O famoso FOMO (Fear of missing). Mas a vida adulta traz uma sabedoria mais sutil: a arte da curadoria. E curadoria nada mais é do que escolher o que fica de fora para que o essencial possa ter espaço.

Só que fazer isso exige coragem. Dizer "não" ainda é uma coisa difícil para muitas pessoas. Fomos treinadas para agradar, para ser a "mulher maravilha" que dá conta de tudo. Mas a conta não fecha. Para o "sim" ter valor, ele precisa vir acompanhado de muitos "nãos".

Convido você a fazer esse inventário do invisível comigo. Olhe para 2025. Aquela relação que você mantém por hábito, mas que te deixa exaurida a cada café? Talvez ela não precise atravessar a fronteira do ano. Aquele compromisso que você aceita só por culpa? Deixe em 2025.

A verdadeira "nova alfabetização" da vida adulta, que tanto falamos por aqui, é aprender a ler o próprio corpo antes de ler a agenda. Espaço em branco no calendário não é falha. É luxo. É respiro.

Neste dezembro , que tal praticar junto com a gente uma revolução silenciosa? O JOMO (joy of missing out). Simplesmente se entregar à alegria de não ir, se der vontade de ficar em casa. De não estar em todas. De não precisar ter opinião sobre tudo.

Que a sua lista de resoluções seja curta. Rasgue os scripts que não servem mais. O futuro não pede que sejamos mais rápidas. Ele pede que sejamos mais inteiras. E, para estar inteira lá na frente, a gente precisa soltar o excesso de bagagem agora.

Um brinde ao espaço vazio. É só nele que o novo pode acontecer.


(Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/o-inventario-do-invisivel/.Acesso em 11 dez. 2025. Adaptado.)
A partir da leitura do texto e da mobilização de conhecimentos prévios, analise as sentenças a seguir:

I.No final do ano, especialmente quando inicia dezembro, há uma certa cobrança ou expectativa alheia em relação a nosso balanço anual. Isso, em geral, é na perspectiva das conquistas, das metas alcançadas e não de outras possibilidades.
II.O texto apresenta duas perspectivas para o dizer "sim" para tudo: uma, na juventude, e outra, na vida adulta. Esta é alcançada à medida que a pessoa amadurece, torna-se mais sábia e aprende que é possível fazer escolhas.
III.No processo de escolher o que se abraça e para o que se diz "não", a pessoa precisa aprender a ler o próprio corpo e entender quando é o momento também de pausar e ter um descanso.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3854167 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O inventário do invisível


Como desacelerar, fazer curadorias na vida e abrir espaço para um 2026 mais leve, consciente e fiel ao que realmente importa

2/12/2025


Outro dia olhei para o calendário de dezembro e comentei com a minha mãe: seu aniversário está chegando de novo! Mais um ano que voou. Será que, à medida que envelhecemos, o tempo passa mais rápido? Pelo menos do nosso ponto de vista, com certeza. Estamos com os pés mais firmes no chão, com o senso de urgência mais apurado e a consciência de que o tempo é o nosso bem mais precioso.

Talvez, essa sensação fique ainda mais exacerbada agora, com 2026 despontando no horizonte. Há euforia no ar, mas há também um cansaço silencioso. A gente chega na linha de chegada se arrastando, devendo horas de sono, carregando o peso de 12 meses nas costas.

Nessa época , todo mundo pergunta: "E aí, qual o balanço do ano?". A contabilidade tradicional quer saber o que você conquistou, quanto ganhou, quais metas bateu. Mas, na maturidade, a métrica muda. O que importa não é mais a produtividade. É a qualidade de tudo o que nos cerca.

Por isso, mudei minha pergunta. Em vez de listar o que fiz, estou tentando entender: o que me nutriu e o que me drenou?

Pense na virada de ano como uma mala de mão. Daquelas rígidas, de avião, que não esticam. A "mala de 2025" tem limite. Não dá para levar tudo.

Quando somos mais jovens, a gente quer acumular. Dizemos sim para tudo, com medo de ficar de fora. O famoso FOMO (Fear of missing). Mas a vida adulta traz uma sabedoria mais sutil: a arte da curadoria. E curadoria nada mais é do que escolher o que fica de fora para que o essencial possa ter espaço.

Só que fazer isso exige coragem. Dizer "não" ainda é uma coisa difícil para muitas pessoas. Fomos treinadas para agradar, para ser a "mulher maravilha" que dá conta de tudo. Mas a conta não fecha. Para o "sim" ter valor, ele precisa vir acompanhado de muitos "nãos".

Convido você a fazer esse inventário do invisível comigo. Olhe para 2025. Aquela relação que você mantém por hábito, mas que te deixa exaurida a cada café? Talvez ela não precise atravessar a fronteira do ano. Aquele compromisso que você aceita só por culpa? Deixe em 2025.

A verdadeira "nova alfabetização" da vida adulta, que tanto falamos por aqui, é aprender a ler o próprio corpo antes de ler a agenda. Espaço em branco no calendário não é falha. É luxo. É respiro.

Neste dezembro , que tal praticar junto com a gente uma revolução silenciosa? O JOMO (joy of missing out). Simplesmente se entregar à alegria de não ir, se der vontade de ficar em casa. De não estar em todas. De não precisar ter opinião sobre tudo.

Que a sua lista de resoluções seja curta. Rasgue os scripts que não servem mais. O futuro não pede que sejamos mais rápidas. Ele pede que sejamos mais inteiras. E, para estar inteira lá na frente, a gente precisa soltar o excesso de bagagem agora.

Um brinde ao espaço vazio. É só nele que o novo pode acontecer.


(Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/o-inventario-do-invisivel/.Acesso em 11 dez. 2025. Adaptado.)
No excerto a seguir, a palavra "conta" foi usada duas vezes. Analise os usos e as sentenças e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
Fomos treinadas para agradar, para ser a "mulher maravilha" que dá conta de tudo. Mas a conta não fecha.

(__)O primeiro uso, se trata de uma expressão (dar conta de) já "cristalizada" na língua portuguesa, cujo sentido é de "ser capaz de fazer alguma coisa; conseguir, suportar". Nessa expressão, a palavra "conta" é um substantivo.
(__)No segundo uso, tem-se um substantivo que se refere ao ato de contar, calcular.
(__)Nos dois casos, as palavras exercem a função de sujeito dos verbos que elas acompanham.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3854164 Português
 Analise o período a seguir e as assertivas a respeito de sua formação e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
“O psiquiatra Sigmund Freud defendia que todo indivíduo é movido pela busca da felicidade, mas essa busca seria uma coisa utópica, uma vez que para ela existir, não é possível depender do mundo real” (Roitman, 2022).

( ) O período é formado por seis orações, entre elas, orações coordenadas e subordinadas. ( ) Identificam-se duas orações reduzidas de infinitivo no período. ( ) Verifica-se a presença de duas orações na voz passiva.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3854163 Português
Leia o trecho do texto “O que é ser feliz?”, de Isaac Roitman, publicado no site UnB Notícias em 2022:

“Segundo o dicionário, felicidade é o estado de quem é feliz, um sentimento de bem-estar e contentamento. Os filósofos associam a felicidade com o prazer, com os sentimentos e emoções. Segundo Aristóteles, a felicidade seria o equilíbrio e harmonia, e a prática do bem. Para Epicuro, a felicidade ocorre através da satisfação dos desejos. Para Pirro de Élia, a felicidade acontecia através da tranquilidade. Para o filósofo indiano Mahavira, a não violência era um importante aliado para atingir a felicidade plena. Para o filósofo chinês Lao Tsé, a felicidade poderia ser atingida tendo como modelo a natureza. Já Confúcio acreditava na felicidade devido a harmonia entre as pessoas. No budismo, a felicidade ocorre através da liberação do sofrimento e pela superação do desejo, através do treinamento mental”.


Assinale a alternativa que indica o recurso de argumentação empregado pelo autor.
Alternativas
Q3854162 Português
Assinale a alternativa que indica a palavra grafada corretamente de acordo com o acordo ortográfico vigente.
Alternativas
Q3854161 Português

A evolução da língua portuguesa e a resistência purista de parte da sociedade


Por E-docente Educação






(Disponível em: https://www.edocente.com.br/blog-evolucao-da-lingua-portuguesa/ – texto adaptado especialmente para esta prova)

Analise as assertivas a seguir a respeito da palavra “sumidade” no trecho retirado do texto “a sumidade em língua portuguesa” (l. 11):

1. Ao substantivo “sumidade” pode-se relacionar o adjetivo “sumo”, por partilharem do mesmo radical e serem do mesmo campo de significação.
2. Trata-se de um substantivo sobrecomum, portanto, uniforme em relação ao gênero.
3. A situação de ocorrência da palavra permite perceber certo tom jocoso ao se referir aos “professores corretores”.
4. A palavra “ápice” poderia substituir corretamente “sumidade” no contexto em que ela ocorre, sem causar alterações significativas ao sentido do trecho.


O resultado da somatória dos números que correspondem às afirmações corretas é:
Alternativas
Q3854160 Português

A evolução da língua portuguesa e a resistência purista de parte da sociedade


Por E-docente Educação






(Disponível em: https://www.edocente.com.br/blog-evolucao-da-lingua-portuguesa/ – texto adaptado especialmente para esta prova)

Considerando o exposto pelo texto, analise as assertivas a seguir:

I. Pode-se inferir que o autor do texto é um purista, pois seus argumentos são colocados em prol de uma ideia que defende o emprego da língua-padrão.
II. Para defender suas ideias, o autor emprega como exemplo uma situação fictícia na qual um purista dialoga com um companheiro de futebol.
III. É possível identificar uma crítica aos professores que atuam em redes sociais abordando a temática da correção da língua.


Quais estão corretas?
Alternativas
Q3854159 Português

A evolução da língua portuguesa e a resistência purista de parte da sociedade


Por E-docente Educação






(Disponível em: https://www.edocente.com.br/blog-evolucao-da-lingua-portuguesa/ – texto adaptado especialmente para esta prova)

Na construção textual, os trechos “ferem a nossa última Flor do Lácio” (l. 03-04) e “querem cobrir ‘nossas vergonhas’ desde o descobrimento” (l. 06) fazem referência a dois textos clássicos da Literatura Brasileira, o soneto “Língua Portuguesa”, de Olavo Bilac, e a “Carta do Descobrimento”, de Pero Vaz de Caminha. A essa relação entre textos dá-se o nome de:
Alternativas
Respostas
20861: A
20862: B
20863: E
20864: B
20865: A
20866: C
20867: D
20868: A
20869: E
20870: B
20871: E
20872: A
20873: E
20874: A
20875: A
20876: B
20877: A
20878: C
20879: E
20880: D