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Questões de Concurso Sobre português

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Foram encontradas 251.772 questões

Q3902398 Português
TEXTO I


Lei brasileira de inclusão da pessoa com deficiência completa 10 anos: avanços, desafios e o papel do Tribunal de Contas da União

Em 2025, a lei de inclusão da pessoa com deficiência completa 10 anos, com avanços em educação, acessibilidade e trabalho. O TCU contribui na fiscalização e implementação.




ROST, Maria Augusta. Lei brasileira de inclusão da pessoa com deficiência completa 10 anos: avanços, desafios e o papel do Tribunal de Contas da União. Migalhas. 28 fev. 2025. Disponível em: https://www.migalhas.com.br/depeso/425505/lei-de-inclusao-apcd-completa-10-anos-avancos-desafios-e-o-tcu. Acesso em: 25 mar. 2025.
No trecho “A celebração dos dez anos da LBI e as ações do TCU nesse contexto reforçam a importância de fortalecer as políticas públicas [...]” (linhas 39-41), o termo destacado refere-se 
Alternativas
Q3902397 Português
TEXTO I


Lei brasileira de inclusão da pessoa com deficiência completa 10 anos: avanços, desafios e o papel do Tribunal de Contas da União

Em 2025, a lei de inclusão da pessoa com deficiência completa 10 anos, com avanços em educação, acessibilidade e trabalho. O TCU contribui na fiscalização e implementação.




ROST, Maria Augusta. Lei brasileira de inclusão da pessoa com deficiência completa 10 anos: avanços, desafios e o papel do Tribunal de Contas da União. Migalhas. 28 fev. 2025. Disponível em: https://www.migalhas.com.br/depeso/425505/lei-de-inclusao-apcd-completa-10-anos-avancos-desafios-e-o-tcu. Acesso em: 25 mar. 2025.
É objetivo do texto I
Alternativas
Q3902154 Português
“Na era da inteligência artificial, não podemos esquecer que a poesia e o amor são necessários para salvar o humano. O que nenhum algoritmo conseguirá abarcar é, por exemplo, aquele momento de infância que se recorda com ternura e que continua a acontecer em todos os cantos do planeta, mesmo com o passar dos anos. Todos estes pequenos pormenores, o ordinárioextraordinário, nunca poderão estar entre os algoritmos”.

PAPA FRANCISCO. Dilexit nos. Vaticano: Livraria Editora Vaticana, 2024., §20.

Na sua última encíclica, o argentino Jorge Mario Bergoglio, ao exortar seus fiéis sobre a inteligência artificial, apresenta a dignidade da inteligência humana
Alternativas
Q3900661 Português
A colocação pronominal é regida por normas sintáticas e estilísticas que determinam a posição dos pronomes oblíquos átonos em relação ao verbo. Considerando as regras da norma-padrão da língua portuguesa, assinale a alternativa em que o uso da colocação pronominal está de acordo com a norma culta.
Alternativas
Q3899371 Português
     
         A região da Capadócia, localizada no centro da Turquia, apresenta formações geológicas singulares originadas milhões de anos, através de atividade vulcânica e processos erosivos. Ao observar os vales e as “chaminés de fada”, os geólogos podem identificar depósitos de cinzas vulcânicas.
 
      Estudos científicos registram alterações na cobertura do solo, na vegetação e nos processos erosivos, atribuindo-lhes relevância para compreender os impactos ambientais. Esses registros permitem avaliar a resiliência do ecossistema; ao que tudo indica, havia adaptações naturais que possibilitavam à flora e fauna manterem-se em equilíbrio nas regiões de solo vulcânico e clima semiárido, demonstrando a capacidade de sobrevivência do ambiente frente a perturbações externas.

      Além disso, a análise da morfologia do terreno e da distribuição das formações rochosas permite observar padrões de erosão e sedimentação, o que contribui para estudos topográficos e geológicos detalhados. A Capadócia, assim, representa um modelo de estudo integrativo, no qual geologia, ecologia e processos naturais se entrelaçam, oferecendo informações valiosas para pesquisas científicas e à preservação da região.
O trecho destacado em “A região da Capadócia, localizada no centro da Turquia, apresenta formações geológicas singulares originadas há milhões de anosrepresenta uma oração designada corretamente na alternativa: 
Alternativas
Q3899370 Português
     
         A região da Capadócia, localizada no centro da Turquia, apresenta formações geológicas singulares originadas milhões de anos, através de atividade vulcânica e processos erosivos. Ao observar os vales e as “chaminés de fada”, os geólogos podem identificar depósitos de cinzas vulcânicas.
 
      Estudos científicos registram alterações na cobertura do solo, na vegetação e nos processos erosivos, atribuindo-lhes relevância para compreender os impactos ambientais. Esses registros permitem avaliar a resiliência do ecossistema; ao que tudo indica, havia adaptações naturais que possibilitavam à flora e fauna manterem-se em equilíbrio nas regiões de solo vulcânico e clima semiárido, demonstrando a capacidade de sobrevivência do ambiente frente a perturbações externas.

      Além disso, a análise da morfologia do terreno e da distribuição das formações rochosas permite observar padrões de erosão e sedimentação, o que contribui para estudos topográficos e geológicos detalhados. A Capadócia, assim, representa um modelo de estudo integrativo, no qual geologia, ecologia e processos naturais se entrelaçam, oferecendo informações valiosas para pesquisas científicas e à preservação da região.
O termo “lhes”, junto ao verbo “atribuir” é classificado, sintaticamente, como:
Alternativas
Q3899369 Português
     
         A região da Capadócia, localizada no centro da Turquia, apresenta formações geológicas singulares originadas milhões de anos, através de atividade vulcânica e processos erosivos. Ao observar os vales e as “chaminés de fada”, os geólogos podem identificar depósitos de cinzas vulcânicas.
 
      Estudos científicos registram alterações na cobertura do solo, na vegetação e nos processos erosivos, atribuindo-lhes relevância para compreender os impactos ambientais. Esses registros permitem avaliar a resiliência do ecossistema; ao que tudo indica, havia adaptações naturais que possibilitavam à flora e fauna manterem-se em equilíbrio nas regiões de solo vulcânico e clima semiárido, demonstrando a capacidade de sobrevivência do ambiente frente a perturbações externas.

      Além disso, a análise da morfologia do terreno e da distribuição das formações rochosas permite observar padrões de erosão e sedimentação, o que contribui para estudos topográficos e geológicos detalhados. A Capadócia, assim, representa um modelo de estudo integrativo, no qual geologia, ecologia e processos naturais se entrelaçam, oferecendo informações valiosas para pesquisas científicas e à preservação da região.
De acordo com a análise sintática de termos integrantes da oração, o trecho “localizada no centro da Turquia”, vinculado ao termo anterior, é denominado como:
Alternativas
Q3899368 Português
     
         A região da Capadócia, localizada no centro da Turquia, apresenta formações geológicas singulares originadas milhões de anos, através de atividade vulcânica e processos erosivos. Ao observar os vales e as “chaminés de fada”, os geólogos podem identificar depósitos de cinzas vulcânicas.
 
      Estudos científicos registram alterações na cobertura do solo, na vegetação e nos processos erosivos, atribuindo-lhes relevância para compreender os impactos ambientais. Esses registros permitem avaliar a resiliência do ecossistema; ao que tudo indica, havia adaptações naturais que possibilitavam à flora e fauna manterem-se em equilíbrio nas regiões de solo vulcânico e clima semiárido, demonstrando a capacidade de sobrevivência do ambiente frente a perturbações externas.

      Além disso, a análise da morfologia do terreno e da distribuição das formações rochosas permite observar padrões de erosão e sedimentação, o que contribui para estudos topográficos e geológicos detalhados. A Capadócia, assim, representa um modelo de estudo integrativo, no qual geologia, ecologia e processos naturais se entrelaçam, oferecendo informações valiosas para pesquisas científicas e à preservação da região.
Conforme o Acordo Ortográfico e as regras de acentuação gráfica e tônica, assinale a alternativa com a afirmação menos adequada sobre a classificação das palavras do texto:
Alternativas
Q3899367 Português
     
         A região da Capadócia, localizada no centro da Turquia, apresenta formações geológicas singulares originadas milhões de anos, através de atividade vulcânica e processos erosivos. Ao observar os vales e as “chaminés de fada”, os geólogos podem identificar depósitos de cinzas vulcânicas.
 
      Estudos científicos registram alterações na cobertura do solo, na vegetação e nos processos erosivos, atribuindo-lhes relevância para compreender os impactos ambientais. Esses registros permitem avaliar a resiliência do ecossistema; ao que tudo indica, havia adaptações naturais que possibilitavam à flora e fauna manterem-se em equilíbrio nas regiões de solo vulcânico e clima semiárido, demonstrando a capacidade de sobrevivência do ambiente frente a perturbações externas.

      Além disso, a análise da morfologia do terreno e da distribuição das formações rochosas permite observar padrões de erosão e sedimentação, o que contribui para estudos topográficos e geológicos detalhados. A Capadócia, assim, representa um modelo de estudo integrativo, no qual geologia, ecologia e processos naturais se entrelaçam, oferecendo informações valiosas para pesquisas científicas e à preservação da região.
Assinale a alternativa com a informação correta a respeito das regras e uso dos sinais de pontuação presentes no texto:
Alternativas
Q3899366 Português
     
         A região da Capadócia, localizada no centro da Turquia, apresenta formações geológicas singulares originadas milhões de anos, através de atividade vulcânica e processos erosivos. Ao observar os vales e as “chaminés de fada”, os geólogos podem identificar depósitos de cinzas vulcânicas.
 
      Estudos científicos registram alterações na cobertura do solo, na vegetação e nos processos erosivos, atribuindo-lhes relevância para compreender os impactos ambientais. Esses registros permitem avaliar a resiliência do ecossistema; ao que tudo indica, havia adaptações naturais que possibilitavam à flora e fauna manterem-se em equilíbrio nas regiões de solo vulcânico e clima semiárido, demonstrando a capacidade de sobrevivência do ambiente frente a perturbações externas.

      Além disso, a análise da morfologia do terreno e da distribuição das formações rochosas permite observar padrões de erosão e sedimentação, o que contribui para estudos topográficos e geológicos detalhados. A Capadócia, assim, representa um modelo de estudo integrativo, no qual geologia, ecologia e processos naturais se entrelaçam, oferecendo informações valiosas para pesquisas científicas e à preservação da região.
Aponte a alternativa com a informação correta sobre as duas ocorrências de crase presentes no texto, “à flora” e “à preservação”:
Alternativas
Q3899365 Português
     
         A região da Capadócia, localizada no centro da Turquia, apresenta formações geológicas singulares originadas milhões de anos, através de atividade vulcânica e processos erosivos. Ao observar os vales e as “chaminés de fada”, os geólogos podem identificar depósitos de cinzas vulcânicas.
 
      Estudos científicos registram alterações na cobertura do solo, na vegetação e nos processos erosivos, atribuindo-lhes relevância para compreender os impactos ambientais. Esses registros permitem avaliar a resiliência do ecossistema; ao que tudo indica, havia adaptações naturais que possibilitavam à flora e fauna manterem-se em equilíbrio nas regiões de solo vulcânico e clima semiárido, demonstrando a capacidade de sobrevivência do ambiente frente a perturbações externas.

      Além disso, a análise da morfologia do terreno e da distribuição das formações rochosas permite observar padrões de erosão e sedimentação, o que contribui para estudos topográficos e geológicos detalhados. A Capadócia, assim, representa um modelo de estudo integrativo, no qual geologia, ecologia e processos naturais se entrelaçam, oferecendo informações valiosas para pesquisas científicas e à preservação da região.
O verbo “haver” apresenta-se conjugado em 2 formas no texto [há e havia]. Aponte a alternativa com a justificativa correta para a apresentação nessas formas:
Alternativas
Q3899364 Português
     
         A região da Capadócia, localizada no centro da Turquia, apresenta formações geológicas singulares originadas milhões de anos, através de atividade vulcânica e processos erosivos. Ao observar os vales e as “chaminés de fada”, os geólogos podem identificar depósitos de cinzas vulcânicas.
 
      Estudos científicos registram alterações na cobertura do solo, na vegetação e nos processos erosivos, atribuindo-lhes relevância para compreender os impactos ambientais. Esses registros permitem avaliar a resiliência do ecossistema; ao que tudo indica, havia adaptações naturais que possibilitavam à flora e fauna manterem-se em equilíbrio nas regiões de solo vulcânico e clima semiárido, demonstrando a capacidade de sobrevivência do ambiente frente a perturbações externas.

      Além disso, a análise da morfologia do terreno e da distribuição das formações rochosas permite observar padrões de erosão e sedimentação, o que contribui para estudos topográficos e geológicos detalhados. A Capadócia, assim, representa um modelo de estudo integrativo, no qual geologia, ecologia e processos naturais se entrelaçam, oferecendo informações valiosas para pesquisas científicas e à preservação da região.
O termo “se” junto ao verbo “manter” agrega qual voz ao trecho?
Alternativas
Q3899363 Português
     
         A região da Capadócia, localizada no centro da Turquia, apresenta formações geológicas singulares originadas milhões de anos, através de atividade vulcânica e processos erosivos. Ao observar os vales e as “chaminés de fada”, os geólogos podem identificar depósitos de cinzas vulcânicas.
 
      Estudos científicos registram alterações na cobertura do solo, na vegetação e nos processos erosivos, atribuindo-lhes relevância para compreender os impactos ambientais. Esses registros permitem avaliar a resiliência do ecossistema; ao que tudo indica, havia adaptações naturais que possibilitavam à flora e fauna manterem-se em equilíbrio nas regiões de solo vulcânico e clima semiárido, demonstrando a capacidade de sobrevivência do ambiente frente a perturbações externas.

      Além disso, a análise da morfologia do terreno e da distribuição das formações rochosas permite observar padrões de erosão e sedimentação, o que contribui para estudos topográficos e geológicos detalhados. A Capadócia, assim, representa um modelo de estudo integrativo, no qual geologia, ecologia e processos naturais se entrelaçam, oferecendo informações valiosas para pesquisas científicas e à preservação da região.
Analise as assertivas a seguir sobre os valores semânticos das palavras e expressões utilizadas no texto:

(__)- “Resiliência” tem sua significância atrelada à “residência”;
(__)- “Capacidade” é antônimo de “condição”;
(__)- Em “depósitos de cinzas”, ao alterarmos para “depósitos cinzentos” teremos o mesmo valor semântico;
(__)- “Singulares” é sinônimo de “únicas”.

Levando-se em consideração que (V) significa Verdadeiro e (F) significa Falso, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, os parênteses acima:
Alternativas
Q3899362 Português
     
         A região da Capadócia, localizada no centro da Turquia, apresenta formações geológicas singulares originadas milhões de anos, através de atividade vulcânica e processos erosivos. Ao observar os vales e as “chaminés de fada”, os geólogos podem identificar depósitos de cinzas vulcânicas.
 
      Estudos científicos registram alterações na cobertura do solo, na vegetação e nos processos erosivos, atribuindo-lhes relevância para compreender os impactos ambientais. Esses registros permitem avaliar a resiliência do ecossistema; ao que tudo indica, havia adaptações naturais que possibilitavam à flora e fauna manterem-se em equilíbrio nas regiões de solo vulcânico e clima semiárido, demonstrando a capacidade de sobrevivência do ambiente frente a perturbações externas.

      Além disso, a análise da morfologia do terreno e da distribuição das formações rochosas permite observar padrões de erosão e sedimentação, o que contribui para estudos topográficos e geológicos detalhados. A Capadócia, assim, representa um modelo de estudo integrativo, no qual geologia, ecologia e processos naturais se entrelaçam, oferecendo informações valiosas para pesquisas científicas e à preservação da região.
Ao analisar a cadeia linguística aplicada no texto e sua composição estrutural, é possível identificar características composicionais específicas. Tendo isso em vista, analise as informações contidas nas assertivas abaixo:

I- A linguagem predominante é denotativa;
II- O texto foi escrito com a intenção de persuadir o leitor, contendo, assim, dados estatísticos confiáveis;
III- A referência espacial está explícita no texto;
IV- A expressão “chaminés de fada” é uma metáfora, referindo-se ao formato das estruturas geológicas da região.

Dos itens acima:
Alternativas
Q3897985 Português
As emoções também passam pelo estômago, revela estudo inédito


Pesquisa captou o “diálogo” entre o cérebro e o aparelho digestivo, fornecendo pistas
mensuráveis sobre o impacto do estresse e da ansiedade no corpo


   Quantos de vocês já sentiram dor de barriga em uma semana estressante? Ou passaram dias sem conseguir ir ao banheiro antes de uma prova, de uma reunião ou de um encontro importante? Talvez até o contrário: precisaram correr para o banheiro justamente por estarem ansiosos? Essa ligação entre emoções e corpo é tão comum e fisiológica que praticamente todo mundo já passou por experiências do tipo. O que muitas vezes não se percebe é que há ciência por trás desses episódios – eles não são fruto de coincidência nem de simples “mania”.

   Esse entendimento começou a ganhar força quando os pesquisadores descobriram que trilhões de bactérias que vivem em nosso intestino – a microbiota – produzem substâncias que afetam diretamente o humor e a cognição. O que acontece nessa “amizade colorida”, denominada eixo intestino-cérebro, pode ajudar a determinar se nos sentimos mais deprimidos, ansiosos ou bem-dispostos.

   No dia a dia, costumamos associar o estômago e o intestino ao nervosismo e à ansiedade – basta lembrar de frases como “fiquei com um nó no estômago” ou “deu frio na barriga”. Mas, até agora, quase não havia estudos científicos investigando mais profundamente essa conexão.

  Uma pesquisa recém-publicada na Nature Mental Health amplia essa história ao apurar como essa sensação subjetiva lá na barriga está envolvida nas emoções e se traduz através de medidas objetivas na conversa entre o intestino e o cérebro. O trabalho foi liderado pela pesquisadora Leah Banellis, da Universidade de Aarhus, na Dinamarca. Para investigar o papel do sistema digestivo nessa engrenagem, ela e seus colegas analisaram 243 voluntários.

  Cada participante passou por uma bateria de testes: registros da atividade elétrica do estômago por meio do eletrogastrograma, sessões de ressonância magnética funcional para mapear a atividade cerebral e questionários detalhados sobre saúde mental e emoções. Em seguida, todas essas informações foram cruzadas com a ajuda de técnicas avançadas de aprendizado de máquina, o que permitiu aos cientistas encontrar padrões até então invisíveis.

  O que essa pesquisa encontrou foi inédito: existe um acoplamento entre os ritmos elétricos do estômago e os padrões de atividade do cérebro. Em outras palavras, os dois órgãos “conversam” em termos de ritmo. E aí vem a surpresa: quanto mais forte essa coordenação, piores eram os indicadores de saúde mental.

   Mas como assim “piores”? Não aprendemos que, ao estar em sintonia com o corpo – a respiração e os batimentos cardíacos em ordem –, ganhamos recursos para regular as emoções e nos sentirmos mais saudáveis? Pois, no caso do estômago, os cientistas observaram o contrário. Pessoas cujo cérebro estava mais sincronizado com as ondas estomacais (que acontecem a cada 20 segundos, mesmo sem comida envolvida) relataram mais sintomas de ansiedade, depressão, estresse e fadiga. Já aqueles com comunicação mais fraca apresentaram maior bem-estar e qualidade de vida. Um paradoxo instigante: nem sempre mais diálogo entre corpo e cérebro significa um resultado melhor.

   Não se trata, exatamente, de o estômago “causar” ansiedade ou depressão. O que os dados sugerem é que o padrão de comunicação entre estômago e cérebro pode influenciar – para mais ou para menos – como sentimos nossas emoções. Se essa linha de pesquisa se confirmar (na ciência, tudo depende de vários estudos replicando os mesmos achados), tal sincronia poderá servir como um biomarcador objetivo de saúde mental. Isso significaria que, além da descrição subjetiva dos sintomas, psicólogos e médicos poderiam contar com uma medida fisiológica, obtida por aparelhos relativamente simples. O caminho abriria possibilidades tanto para diagnósticos mais precisos quanto para intervenções inovadoras – de medicamentos e alimentos que modulam o ritmo gástrico a dispositivos capazes de estimular ou regular essa comunicação. O estudo de Lenah Banellis é apenas um entre muitos projetos fascinantes do Center of Functionally Integrative Neuroscience.


(Por Ilana Pinsky. Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/mens-sana. Acesso em: agosto de 2025. Adaptado.)
Qual palavra do 1º§, transcrita a seguir, NÃO possui dígrafo para representar vogal nasal? 
Alternativas
Q3897984 Português
As emoções também passam pelo estômago, revela estudo inédito


Pesquisa captou o “diálogo” entre o cérebro e o aparelho digestivo, fornecendo pistas
mensuráveis sobre o impacto do estresse e da ansiedade no corpo


   Quantos de vocês já sentiram dor de barriga em uma semana estressante? Ou passaram dias sem conseguir ir ao banheiro antes de uma prova, de uma reunião ou de um encontro importante? Talvez até o contrário: precisaram correr para o banheiro justamente por estarem ansiosos? Essa ligação entre emoções e corpo é tão comum e fisiológica que praticamente todo mundo já passou por experiências do tipo. O que muitas vezes não se percebe é que há ciência por trás desses episódios – eles não são fruto de coincidência nem de simples “mania”.

   Esse entendimento começou a ganhar força quando os pesquisadores descobriram que trilhões de bactérias que vivem em nosso intestino – a microbiota – produzem substâncias que afetam diretamente o humor e a cognição. O que acontece nessa “amizade colorida”, denominada eixo intestino-cérebro, pode ajudar a determinar se nos sentimos mais deprimidos, ansiosos ou bem-dispostos.

   No dia a dia, costumamos associar o estômago e o intestino ao nervosismo e à ansiedade – basta lembrar de frases como “fiquei com um nó no estômago” ou “deu frio na barriga”. Mas, até agora, quase não havia estudos científicos investigando mais profundamente essa conexão.

  Uma pesquisa recém-publicada na Nature Mental Health amplia essa história ao apurar como essa sensação subjetiva lá na barriga está envolvida nas emoções e se traduz através de medidas objetivas na conversa entre o intestino e o cérebro. O trabalho foi liderado pela pesquisadora Leah Banellis, da Universidade de Aarhus, na Dinamarca. Para investigar o papel do sistema digestivo nessa engrenagem, ela e seus colegas analisaram 243 voluntários.

  Cada participante passou por uma bateria de testes: registros da atividade elétrica do estômago por meio do eletrogastrograma, sessões de ressonância magnética funcional para mapear a atividade cerebral e questionários detalhados sobre saúde mental e emoções. Em seguida, todas essas informações foram cruzadas com a ajuda de técnicas avançadas de aprendizado de máquina, o que permitiu aos cientistas encontrar padrões até então invisíveis.

  O que essa pesquisa encontrou foi inédito: existe um acoplamento entre os ritmos elétricos do estômago e os padrões de atividade do cérebro. Em outras palavras, os dois órgãos “conversam” em termos de ritmo. E aí vem a surpresa: quanto mais forte essa coordenação, piores eram os indicadores de saúde mental.

   Mas como assim “piores”? Não aprendemos que, ao estar em sintonia com o corpo – a respiração e os batimentos cardíacos em ordem –, ganhamos recursos para regular as emoções e nos sentirmos mais saudáveis? Pois, no caso do estômago, os cientistas observaram o contrário. Pessoas cujo cérebro estava mais sincronizado com as ondas estomacais (que acontecem a cada 20 segundos, mesmo sem comida envolvida) relataram mais sintomas de ansiedade, depressão, estresse e fadiga. Já aqueles com comunicação mais fraca apresentaram maior bem-estar e qualidade de vida. Um paradoxo instigante: nem sempre mais diálogo entre corpo e cérebro significa um resultado melhor.

   Não se trata, exatamente, de o estômago “causar” ansiedade ou depressão. O que os dados sugerem é que o padrão de comunicação entre estômago e cérebro pode influenciar – para mais ou para menos – como sentimos nossas emoções. Se essa linha de pesquisa se confirmar (na ciência, tudo depende de vários estudos replicando os mesmos achados), tal sincronia poderá servir como um biomarcador objetivo de saúde mental. Isso significaria que, além da descrição subjetiva dos sintomas, psicólogos e médicos poderiam contar com uma medida fisiológica, obtida por aparelhos relativamente simples. O caminho abriria possibilidades tanto para diagnósticos mais precisos quanto para intervenções inovadoras – de medicamentos e alimentos que modulam o ritmo gástrico a dispositivos capazes de estimular ou regular essa comunicação. O estudo de Lenah Banellis é apenas um entre muitos projetos fascinantes do Center of Functionally Integrative Neuroscience.


(Por Ilana Pinsky. Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/mens-sana. Acesso em: agosto de 2025. Adaptado.)
Analise a pontuação empregada nos trechos a seguir e marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) Em “Talvez até o contrário: precisaram correr para o banheiro justamente por estarem ansiosos?” (1º§), os dois-pontos foram utilizados para dar ênfase à última frase.
( ) As aspas foram empregadas ao longo do texto para destacar palavras e expressões de uso coloquial da língua.
( ) No trecho “O que os dados sugerem é que o padrão de comunicação entre estômago e cérebro pode influenciar – para mais ou para menos – como sentimos nossas emoções.” (8º§), os travessões desempenham função análoga à dos parênteses.
( ) Os parênteses do trecho “Pessoas cujo cérebro estava mais sincronizado com as ondas estomacais (que acontecem a cada 20 segundos, mesmo sem comida envolvida) relataram mais sintomas de ansiedade, depressão, estresse e fadiga.” (7º§) intercalam uma explicação acessória.
( ) No período “O que muitas vezes não se percebe é que há ciência por trás desses episódios – eles não são fruto de coincidência [...] (1º§), o travessão foi empregado com o intuito de interromper a ideia apresentada anteriormente.

A sequência está correta em
Alternativas
Q3897982 Português
As emoções também passam pelo estômago, revela estudo inédito


Pesquisa captou o “diálogo” entre o cérebro e o aparelho digestivo, fornecendo pistas
mensuráveis sobre o impacto do estresse e da ansiedade no corpo


   Quantos de vocês já sentiram dor de barriga em uma semana estressante? Ou passaram dias sem conseguir ir ao banheiro antes de uma prova, de uma reunião ou de um encontro importante? Talvez até o contrário: precisaram correr para o banheiro justamente por estarem ansiosos? Essa ligação entre emoções e corpo é tão comum e fisiológica que praticamente todo mundo já passou por experiências do tipo. O que muitas vezes não se percebe é que há ciência por trás desses episódios – eles não são fruto de coincidência nem de simples “mania”.

   Esse entendimento começou a ganhar força quando os pesquisadores descobriram que trilhões de bactérias que vivem em nosso intestino – a microbiota – produzem substâncias que afetam diretamente o humor e a cognição. O que acontece nessa “amizade colorida”, denominada eixo intestino-cérebro, pode ajudar a determinar se nos sentimos mais deprimidos, ansiosos ou bem-dispostos.

   No dia a dia, costumamos associar o estômago e o intestino ao nervosismo e à ansiedade – basta lembrar de frases como “fiquei com um nó no estômago” ou “deu frio na barriga”. Mas, até agora, quase não havia estudos científicos investigando mais profundamente essa conexão.

  Uma pesquisa recém-publicada na Nature Mental Health amplia essa história ao apurar como essa sensação subjetiva lá na barriga está envolvida nas emoções e se traduz através de medidas objetivas na conversa entre o intestino e o cérebro. O trabalho foi liderado pela pesquisadora Leah Banellis, da Universidade de Aarhus, na Dinamarca. Para investigar o papel do sistema digestivo nessa engrenagem, ela e seus colegas analisaram 243 voluntários.

  Cada participante passou por uma bateria de testes: registros da atividade elétrica do estômago por meio do eletrogastrograma, sessões de ressonância magnética funcional para mapear a atividade cerebral e questionários detalhados sobre saúde mental e emoções. Em seguida, todas essas informações foram cruzadas com a ajuda de técnicas avançadas de aprendizado de máquina, o que permitiu aos cientistas encontrar padrões até então invisíveis.

  O que essa pesquisa encontrou foi inédito: existe um acoplamento entre os ritmos elétricos do estômago e os padrões de atividade do cérebro. Em outras palavras, os dois órgãos “conversam” em termos de ritmo. E aí vem a surpresa: quanto mais forte essa coordenação, piores eram os indicadores de saúde mental.

   Mas como assim “piores”? Não aprendemos que, ao estar em sintonia com o corpo – a respiração e os batimentos cardíacos em ordem –, ganhamos recursos para regular as emoções e nos sentirmos mais saudáveis? Pois, no caso do estômago, os cientistas observaram o contrário. Pessoas cujo cérebro estava mais sincronizado com as ondas estomacais (que acontecem a cada 20 segundos, mesmo sem comida envolvida) relataram mais sintomas de ansiedade, depressão, estresse e fadiga. Já aqueles com comunicação mais fraca apresentaram maior bem-estar e qualidade de vida. Um paradoxo instigante: nem sempre mais diálogo entre corpo e cérebro significa um resultado melhor.

   Não se trata, exatamente, de o estômago “causar” ansiedade ou depressão. O que os dados sugerem é que o padrão de comunicação entre estômago e cérebro pode influenciar – para mais ou para menos – como sentimos nossas emoções. Se essa linha de pesquisa se confirmar (na ciência, tudo depende de vários estudos replicando os mesmos achados), tal sincronia poderá servir como um biomarcador objetivo de saúde mental. Isso significaria que, além da descrição subjetiva dos sintomas, psicólogos e médicos poderiam contar com uma medida fisiológica, obtida por aparelhos relativamente simples. O caminho abriria possibilidades tanto para diagnósticos mais precisos quanto para intervenções inovadoras – de medicamentos e alimentos que modulam o ritmo gástrico a dispositivos capazes de estimular ou regular essa comunicação. O estudo de Lenah Banellis é apenas um entre muitos projetos fascinantes do Center of Functionally Integrative Neuroscience.


(Por Ilana Pinsky. Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/mens-sana. Acesso em: agosto de 2025. Adaptado.)
A palavra “bem-estar” (7º§) é formada pelo processo de:
Alternativas
Q3897979 Português
As emoções também passam pelo estômago, revela estudo inédito


Pesquisa captou o “diálogo” entre o cérebro e o aparelho digestivo, fornecendo pistas
mensuráveis sobre o impacto do estresse e da ansiedade no corpo


   Quantos de vocês já sentiram dor de barriga em uma semana estressante? Ou passaram dias sem conseguir ir ao banheiro antes de uma prova, de uma reunião ou de um encontro importante? Talvez até o contrário: precisaram correr para o banheiro justamente por estarem ansiosos? Essa ligação entre emoções e corpo é tão comum e fisiológica que praticamente todo mundo já passou por experiências do tipo. O que muitas vezes não se percebe é que há ciência por trás desses episódios – eles não são fruto de coincidência nem de simples “mania”.

   Esse entendimento começou a ganhar força quando os pesquisadores descobriram que trilhões de bactérias que vivem em nosso intestino – a microbiota – produzem substâncias que afetam diretamente o humor e a cognição. O que acontece nessa “amizade colorida”, denominada eixo intestino-cérebro, pode ajudar a determinar se nos sentimos mais deprimidos, ansiosos ou bem-dispostos.

   No dia a dia, costumamos associar o estômago e o intestino ao nervosismo e à ansiedade – basta lembrar de frases como “fiquei com um nó no estômago” ou “deu frio na barriga”. Mas, até agora, quase não havia estudos científicos investigando mais profundamente essa conexão.

  Uma pesquisa recém-publicada na Nature Mental Health amplia essa história ao apurar como essa sensação subjetiva lá na barriga está envolvida nas emoções e se traduz através de medidas objetivas na conversa entre o intestino e o cérebro. O trabalho foi liderado pela pesquisadora Leah Banellis, da Universidade de Aarhus, na Dinamarca. Para investigar o papel do sistema digestivo nessa engrenagem, ela e seus colegas analisaram 243 voluntários.

  Cada participante passou por uma bateria de testes: registros da atividade elétrica do estômago por meio do eletrogastrograma, sessões de ressonância magnética funcional para mapear a atividade cerebral e questionários detalhados sobre saúde mental e emoções. Em seguida, todas essas informações foram cruzadas com a ajuda de técnicas avançadas de aprendizado de máquina, o que permitiu aos cientistas encontrar padrões até então invisíveis.

  O que essa pesquisa encontrou foi inédito: existe um acoplamento entre os ritmos elétricos do estômago e os padrões de atividade do cérebro. Em outras palavras, os dois órgãos “conversam” em termos de ritmo. E aí vem a surpresa: quanto mais forte essa coordenação, piores eram os indicadores de saúde mental.

   Mas como assim “piores”? Não aprendemos que, ao estar em sintonia com o corpo – a respiração e os batimentos cardíacos em ordem –, ganhamos recursos para regular as emoções e nos sentirmos mais saudáveis? Pois, no caso do estômago, os cientistas observaram o contrário. Pessoas cujo cérebro estava mais sincronizado com as ondas estomacais (que acontecem a cada 20 segundos, mesmo sem comida envolvida) relataram mais sintomas de ansiedade, depressão, estresse e fadiga. Já aqueles com comunicação mais fraca apresentaram maior bem-estar e qualidade de vida. Um paradoxo instigante: nem sempre mais diálogo entre corpo e cérebro significa um resultado melhor.

   Não se trata, exatamente, de o estômago “causar” ansiedade ou depressão. O que os dados sugerem é que o padrão de comunicação entre estômago e cérebro pode influenciar – para mais ou para menos – como sentimos nossas emoções. Se essa linha de pesquisa se confirmar (na ciência, tudo depende de vários estudos replicando os mesmos achados), tal sincronia poderá servir como um biomarcador objetivo de saúde mental. Isso significaria que, além da descrição subjetiva dos sintomas, psicólogos e médicos poderiam contar com uma medida fisiológica, obtida por aparelhos relativamente simples. O caminho abriria possibilidades tanto para diagnósticos mais precisos quanto para intervenções inovadoras – de medicamentos e alimentos que modulam o ritmo gástrico a dispositivos capazes de estimular ou regular essa comunicação. O estudo de Lenah Banellis é apenas um entre muitos projetos fascinantes do Center of Functionally Integrative Neuroscience.


(Por Ilana Pinsky. Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/mens-sana. Acesso em: agosto de 2025. Adaptado.)
O trecho “Um paradoxo instigante: nem sempre mais diálogo entre corpo e cérebro significa um resultado melhor.” (7º§) foi construído a partir de uma ideia de:
Alternativas
Q3897977 Português
As emoções também passam pelo estômago, revela estudo inédito


Pesquisa captou o “diálogo” entre o cérebro e o aparelho digestivo, fornecendo pistas
mensuráveis sobre o impacto do estresse e da ansiedade no corpo


   Quantos de vocês já sentiram dor de barriga em uma semana estressante? Ou passaram dias sem conseguir ir ao banheiro antes de uma prova, de uma reunião ou de um encontro importante? Talvez até o contrário: precisaram correr para o banheiro justamente por estarem ansiosos? Essa ligação entre emoções e corpo é tão comum e fisiológica que praticamente todo mundo já passou por experiências do tipo. O que muitas vezes não se percebe é que há ciência por trás desses episódios – eles não são fruto de coincidência nem de simples “mania”.

   Esse entendimento começou a ganhar força quando os pesquisadores descobriram que trilhões de bactérias que vivem em nosso intestino – a microbiota – produzem substâncias que afetam diretamente o humor e a cognição. O que acontece nessa “amizade colorida”, denominada eixo intestino-cérebro, pode ajudar a determinar se nos sentimos mais deprimidos, ansiosos ou bem-dispostos.

   No dia a dia, costumamos associar o estômago e o intestino ao nervosismo e à ansiedade – basta lembrar de frases como “fiquei com um nó no estômago” ou “deu frio na barriga”. Mas, até agora, quase não havia estudos científicos investigando mais profundamente essa conexão.

  Uma pesquisa recém-publicada na Nature Mental Health amplia essa história ao apurar como essa sensação subjetiva lá na barriga está envolvida nas emoções e se traduz através de medidas objetivas na conversa entre o intestino e o cérebro. O trabalho foi liderado pela pesquisadora Leah Banellis, da Universidade de Aarhus, na Dinamarca. Para investigar o papel do sistema digestivo nessa engrenagem, ela e seus colegas analisaram 243 voluntários.

  Cada participante passou por uma bateria de testes: registros da atividade elétrica do estômago por meio do eletrogastrograma, sessões de ressonância magnética funcional para mapear a atividade cerebral e questionários detalhados sobre saúde mental e emoções. Em seguida, todas essas informações foram cruzadas com a ajuda de técnicas avançadas de aprendizado de máquina, o que permitiu aos cientistas encontrar padrões até então invisíveis.

  O que essa pesquisa encontrou foi inédito: existe um acoplamento entre os ritmos elétricos do estômago e os padrões de atividade do cérebro. Em outras palavras, os dois órgãos “conversam” em termos de ritmo. E aí vem a surpresa: quanto mais forte essa coordenação, piores eram os indicadores de saúde mental.

   Mas como assim “piores”? Não aprendemos que, ao estar em sintonia com o corpo – a respiração e os batimentos cardíacos em ordem –, ganhamos recursos para regular as emoções e nos sentirmos mais saudáveis? Pois, no caso do estômago, os cientistas observaram o contrário. Pessoas cujo cérebro estava mais sincronizado com as ondas estomacais (que acontecem a cada 20 segundos, mesmo sem comida envolvida) relataram mais sintomas de ansiedade, depressão, estresse e fadiga. Já aqueles com comunicação mais fraca apresentaram maior bem-estar e qualidade de vida. Um paradoxo instigante: nem sempre mais diálogo entre corpo e cérebro significa um resultado melhor.

   Não se trata, exatamente, de o estômago “causar” ansiedade ou depressão. O que os dados sugerem é que o padrão de comunicação entre estômago e cérebro pode influenciar – para mais ou para menos – como sentimos nossas emoções. Se essa linha de pesquisa se confirmar (na ciência, tudo depende de vários estudos replicando os mesmos achados), tal sincronia poderá servir como um biomarcador objetivo de saúde mental. Isso significaria que, além da descrição subjetiva dos sintomas, psicólogos e médicos poderiam contar com uma medida fisiológica, obtida por aparelhos relativamente simples. O caminho abriria possibilidades tanto para diagnósticos mais precisos quanto para intervenções inovadoras – de medicamentos e alimentos que modulam o ritmo gástrico a dispositivos capazes de estimular ou regular essa comunicação. O estudo de Lenah Banellis é apenas um entre muitos projetos fascinantes do Center of Functionally Integrative Neuroscience.


(Por Ilana Pinsky. Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/mens-sana. Acesso em: agosto de 2025. Adaptado.)
A autora iniciou o texto com indagações. Diante de tal recurso, pode-se afirmar que sua intenção foi:
Alternativas
Q3897556 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.

 

A importância do controle interno nas organizações [1] Em um cenário corporativo cada vez mais complexo e regulamentado, a eficácia do controle interno deixou de ser um mero diferencial competitivo para se tornar uma questão de sobrevivência. Muitas organizações, infelizmente, só percebem sua relevância após a ocorrência de fraudes significativas ou perdas financeiras substanciais. O controle interno não deve ser visto como um entrave burocrático, mas sim como um conjunto de mecanismos essenciais que asseguram a integridade da informação, a conformidade com leis e regulamentos e a eficiência operacional. [2] A implementação de um sistema robusto de controle interno perpassa todas as áreas da empresa, desde o chão de fábrica até a alta administração. Ele é, em essência, o sistema nervoso central da governança corporativa. Quando bem estruturado, ele mitiga riscos, protege os ativos da companhia e fornece aos gestores informações fidedignas para a tomada de decisão. Isso é crucial, pois decisões baseadas em dados imprecisos podem levar a organização a caminhos desastrosos. [3] Além disso, o controle interno fortalece a confiança dos stakeholders – acionistas, investidores, clientes e fornecedores. Uma empresa que demonstra possuir processos transparentes e auditáveis sinaliza ao mercado que sua gestão é séria e comprometida com a ética. A ausência desses controles, por outro lado, gera incertezas e pode afugentar investimentos essenciais. [4] Portanto, investir em controle interno não é um custo, mas um investimento estratégico. Assegurar que os processos estejam alinhados aos objetivos da organização e que existam "guardiões" desses processos é fundamental. A tecnologia, hoje, surge como uma aliada indispensável, automatizando verificações e permitindo auditorias mais ágeis e profundas. Não se trata de engessar a empresa, mas de garantir que ela possa crescer de forma sustentável e segura. (Fonte: Adaptado de "A importância do controle interno nas organizações", por José Ricardo Noronha. Publicado no portal Administradores.com.)
Identifique o tipo de discurso utilizado na frase 'ele é, em essência, o sistema nervoso central da governança corporativa.' no contexto do texto estudado.
Alternativas
Respostas
20341: D
20342: C
20343: A
20344: D
20345: B
20346: C
20347: D
20348: A
20349: D
20350: C
20351: B
20352: D
20353: A
20354: D
20355: A
20356: C
20357: D
20358: B
20359: C
20360: B