Questões de Concurso Sobre português

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Q4302072 Português
Considerando o trecho a seguir, retirado do texto, assinale a alternativa que indica corretamente o sentido da conjunção “mas também” no contexto em que ocorre.
“trazem não só crescimento social, mas também econômico e cultural”.
Alternativas
Q4302070 Português
Considerando o emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas pontilhadas dos trechos a seguir, retirados do texto.

• “trazem não só crescimento social, mas também econômico e cultural e têm como princípio incondicional .... pluralidade de ideias e concepções”.
• “Devido .... complexidade que envolve o mundo acadêmico”.
• “engloba toda a comunidade universitária e os ambientes físicos das IFES, instituições vinculadas .... Administração Pública Federal (APF)”. 
Alternativas
Q4302008 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Programa de educação ambiental traz saberes locais para escolas públicas


A presença da emergência climática nos currículos escolares ainda avança em ritmos distintos ao redor do mundo.


Diante das mudanças climáticas, educadores brasileiros têm buscado nos saberes locais as soluções para incluir crianças e adolescentes no debate sobre o clima e ações de sustentabilidade. Desenvolvido e implementado pela Tewá 225, o programa Movimento Sustentável, uma iniciativa da Auren Energia, promoveu acesso à educação socioambiental para mais de 2 mil estudantes e professores na rede pública em seis estados brasileiros. O projeto ampliou o domínio de técnicas sustentáveis ligadas aos territórios onde aconteceram as formações, como sistemas naturais, consumo de recursos e mudanças climáticas.


Ao todo, 40 escolas públicas, localizadas em Pernambuco, Minas Gerais, Piauí, Rio Grande do Norte, Bahia e São Paulo, receberam formações voltadas para educadores que fortalecem a compreensão sobre sustentabilidade e aplicação desses conhecimentos em sala de aula. Segundo dados da Tewá, foram mobilizados 144 profissionais, que elaboraram 266 atividades.


Além do incentivo formativo, as escolas que atingiram as metas de atividades previstas em seu programa, com caráter gamificado e ligado aos saberes locais, receberam investimentos entre R$ 2 mil e R$ 5 mil para implementar as ações no território onde estão localizadas.


A metodologia das trilhas formativas é alinhada à BNCC (Base Nacional Comum Curricular). A proposta organiza o aprendizado em ciclos semestrais interconectados, permitindo que conteúdos complexos sejam assimilados de forma progressiva e adaptada às realidades dos municípios.


Adaptar a metodologia à cultura local é parte da premissa do programa Movimento Sustentável. Para Fernanda Mallak, diretora técnica da Tewá 225, os conteúdos sobre cada bioma e os recursos naturais presentes nos territórios são essenciais para a elaboração das formações.


"O estudo só faz sentido quando está conectado à realidade do território e à cultura que aquele estudante reconhece como dele. É a diferença entre decorar um conceito e se sentir pertencente a ele", explica ela. "Aqui entram também os saberes tradicionais, que muitas vezes precedem todo o nosso conhecimento técnico de sustentabilidade."


No entanto, ainda existem alguns desafios para a incorporação das práticas sustentáveis no ensino básico, sobretudo questões estruturais ligadas à evasão escolar, infraestrutura precária das escolas e alta rotatividade de professores. "Como engajar uma comunidade escolar que muitas vezes opera no limite, com o docente sobrecarregado e sem as condições mínimas de permanência?", questiona Mallak. "Qualquer iniciativa que ignore esse terreno tende a não se sustentar", defende ela.


Para ela, as oficinas devem ser organizadas de forma que não gerem mais carga de trabalho para os profissionais da educação. Ações como a inserção do educador ambiental no ambiente escolar podem aliviar essa sobrecarga, além de oferecer material didático pré-elaborado para o docente. "A ideia é entrar como apoio numa estrutura que já está pressionada, e não como mais uma demanda", explica.


A metodologia desenvolvida pelo projeto varia conforme a realidade do território, considerando os diferentes contextos urbanos, rurais e de comunidades tradicionais contempladas. Em escolas indígenas, o trabalho é feito completamente conectado com as lideranças, responsáveis por transmitir o conhecimento para membros mais jovens de seu povo.


O diálogo com lideranças é uma forma de conectar a realidade escolar com os saberes tradicionais de cada território, mas também envolve a comunidade no processo formativo de adultos e crianças. "O trabalho é com a comunidade escolar como um todo, tendo o educador e/ou professor como ponto de multiplicação para os estudantes, famílias e, consequentemente, para o entorno", conclui Mallak.


Fonte: TOYAMA, Laura. Programa de educação ambiental traz saberes locais para escolas públicas. CNN Brasil, [S. l.], 19 jun. 2026. Disponível em:

https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/programa-de-educacao-ambien tal-traz-saberes-locais-para-escolas-publicas/. Acesso em: 9 ago. 2026.

"Além do incentivo formativo, as escolas que atingiram as metas de atividades previstas em seu programa, com caráter gamificado e ligado aos saberes locais, receberam investimentos entre R$ 2 mil e R$ 5 mil para implementar as ações no território onde estão localizadas."
Considerando o emprego da expressão 'Além do', assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4302006 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Programa de educação ambiental traz saberes locais para escolas públicas


A presença da emergência climática nos currículos escolares ainda avança em ritmos distintos ao redor do mundo.


Diante das mudanças climáticas, educadores brasileiros têm buscado nos saberes locais as soluções para incluir crianças e adolescentes no debate sobre o clima e ações de sustentabilidade. Desenvolvido e implementado pela Tewá 225, o programa Movimento Sustentável, uma iniciativa da Auren Energia, promoveu acesso à educação socioambiental para mais de 2 mil estudantes e professores na rede pública em seis estados brasileiros. O projeto ampliou o domínio de técnicas sustentáveis ligadas aos territórios onde aconteceram as formações, como sistemas naturais, consumo de recursos e mudanças climáticas.


Ao todo, 40 escolas públicas, localizadas em Pernambuco, Minas Gerais, Piauí, Rio Grande do Norte, Bahia e São Paulo, receberam formações voltadas para educadores que fortalecem a compreensão sobre sustentabilidade e aplicação desses conhecimentos em sala de aula. Segundo dados da Tewá, foram mobilizados 144 profissionais, que elaboraram 266 atividades.


Além do incentivo formativo, as escolas que atingiram as metas de atividades previstas em seu programa, com caráter gamificado e ligado aos saberes locais, receberam investimentos entre R$ 2 mil e R$ 5 mil para implementar as ações no território onde estão localizadas.


A metodologia das trilhas formativas é alinhada à BNCC (Base Nacional Comum Curricular). A proposta organiza o aprendizado em ciclos semestrais interconectados, permitindo que conteúdos complexos sejam assimilados de forma progressiva e adaptada às realidades dos municípios.


Adaptar a metodologia à cultura local é parte da premissa do programa Movimento Sustentável. Para Fernanda Mallak, diretora técnica da Tewá 225, os conteúdos sobre cada bioma e os recursos naturais presentes nos territórios são essenciais para a elaboração das formações.


"O estudo só faz sentido quando está conectado à realidade do território e à cultura que aquele estudante reconhece como dele. É a diferença entre decorar um conceito e se sentir pertencente a ele", explica ela. "Aqui entram também os saberes tradicionais, que muitas vezes precedem todo o nosso conhecimento técnico de sustentabilidade."


No entanto, ainda existem alguns desafios para a incorporação das práticas sustentáveis no ensino básico, sobretudo questões estruturais ligadas à evasão escolar, infraestrutura precária das escolas e alta rotatividade de professores. "Como engajar uma comunidade escolar que muitas vezes opera no limite, com o docente sobrecarregado e sem as condições mínimas de permanência?", questiona Mallak. "Qualquer iniciativa que ignore esse terreno tende a não se sustentar", defende ela.


Para ela, as oficinas devem ser organizadas de forma que não gerem mais carga de trabalho para os profissionais da educação. Ações como a inserção do educador ambiental no ambiente escolar podem aliviar essa sobrecarga, além de oferecer material didático pré-elaborado para o docente. "A ideia é entrar como apoio numa estrutura que já está pressionada, e não como mais uma demanda", explica.


A metodologia desenvolvida pelo projeto varia conforme a realidade do território, considerando os diferentes contextos urbanos, rurais e de comunidades tradicionais contempladas. Em escolas indígenas, o trabalho é feito completamente conectado com as lideranças, responsáveis por transmitir o conhecimento para membros mais jovens de seu povo.


O diálogo com lideranças é uma forma de conectar a realidade escolar com os saberes tradicionais de cada território, mas também envolve a comunidade no processo formativo de adultos e crianças. "O trabalho é com a comunidade escolar como um todo, tendo o educador e/ou professor como ponto de multiplicação para os estudantes, famílias e, consequentemente, para o entorno", conclui Mallak.


Fonte: TOYAMA, Laura. Programa de educação ambiental traz saberes locais para escolas públicas. CNN Brasil, [S. l.], 19 jun. 2026. Disponível em:

https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/programa-de-educacao-ambien tal-traz-saberes-locais-para-escolas-publicas/. Acesso em: 9 ago. 2026.

A ideia é entrar como apoio numa estrutura que já está pressionada, e não como mais uma demanda, explica.
A metodologia desenvolvida pelo projeto varia conforme a realidade do território, considerando os diferentes contextos urbanos, rurais e de comunidades tradicionais contempladas.
Com base nas regras de acentuação, marque com V as afirmativas verdadeiras ou com F as falsas.
(__)O vocábulo 'ideia' exemplifica uma palavra que perdeu o acento gráfico por ser paroxítona com ditongo aberto, conforme as regras estabelecidas pelo Acordo Ortográfico, aplicáveis somente às palavras com essa classificação tônica.
(__)O vocábulo 'pelo' exemplifica uma palavra cujo acento diferencial foi abolido pelo Novo Acordo Ortográfico, permanecendo o acento apenas quando 'pêlo' exerce a função de substantivo.
(__)O vocábulo 'apoio', na função de substantivo, nunca recebeu acento gráfico, diferentemente da forma verbal, que anteriormente era grafada 'apóio', com acento gráfico por ser uma palavra paroxítona formada por ditongo aberto.
(__)Os vocábulos 'já' e 'está', embora apresentem classificações tônicas distintas, seguem o mesmo critério de acentuação, pois tanto os monossílabos tônicos quanto as oxítonas terminados nessa vogal recebem acento gráfico.
Assinale a sequência que completa corretamente os itens acima, de cima para baixo.
Alternativas
Q4302004 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Programa de educação ambiental traz saberes locais para escolas públicas


A presença da emergência climática nos currículos escolares ainda avança em ritmos distintos ao redor do mundo.


Diante das mudanças climáticas, educadores brasileiros têm buscado nos saberes locais as soluções para incluir crianças e adolescentes no debate sobre o clima e ações de sustentabilidade. Desenvolvido e implementado pela Tewá 225, o programa Movimento Sustentável, uma iniciativa da Auren Energia, promoveu acesso à educação socioambiental para mais de 2 mil estudantes e professores na rede pública em seis estados brasileiros. O projeto ampliou o domínio de técnicas sustentáveis ligadas aos territórios onde aconteceram as formações, como sistemas naturais, consumo de recursos e mudanças climáticas.


Ao todo, 40 escolas públicas, localizadas em Pernambuco, Minas Gerais, Piauí, Rio Grande do Norte, Bahia e São Paulo, receberam formações voltadas para educadores que fortalecem a compreensão sobre sustentabilidade e aplicação desses conhecimentos em sala de aula. Segundo dados da Tewá, foram mobilizados 144 profissionais, que elaboraram 266 atividades.


Além do incentivo formativo, as escolas que atingiram as metas de atividades previstas em seu programa, com caráter gamificado e ligado aos saberes locais, receberam investimentos entre R$ 2 mil e R$ 5 mil para implementar as ações no território onde estão localizadas.


A metodologia das trilhas formativas é alinhada à BNCC (Base Nacional Comum Curricular). A proposta organiza o aprendizado em ciclos semestrais interconectados, permitindo que conteúdos complexos sejam assimilados de forma progressiva e adaptada às realidades dos municípios.


Adaptar a metodologia à cultura local é parte da premissa do programa Movimento Sustentável. Para Fernanda Mallak, diretora técnica da Tewá 225, os conteúdos sobre cada bioma e os recursos naturais presentes nos territórios são essenciais para a elaboração das formações.


"O estudo só faz sentido quando está conectado à realidade do território e à cultura que aquele estudante reconhece como dele. É a diferença entre decorar um conceito e se sentir pertencente a ele", explica ela. "Aqui entram também os saberes tradicionais, que muitas vezes precedem todo o nosso conhecimento técnico de sustentabilidade."


No entanto, ainda existem alguns desafios para a incorporação das práticas sustentáveis no ensino básico, sobretudo questões estruturais ligadas à evasão escolar, infraestrutura precária das escolas e alta rotatividade de professores. "Como engajar uma comunidade escolar que muitas vezes opera no limite, com o docente sobrecarregado e sem as condições mínimas de permanência?", questiona Mallak. "Qualquer iniciativa que ignore esse terreno tende a não se sustentar", defende ela.


Para ela, as oficinas devem ser organizadas de forma que não gerem mais carga de trabalho para os profissionais da educação. Ações como a inserção do educador ambiental no ambiente escolar podem aliviar essa sobrecarga, além de oferecer material didático pré-elaborado para o docente. "A ideia é entrar como apoio numa estrutura que já está pressionada, e não como mais uma demanda", explica.


A metodologia desenvolvida pelo projeto varia conforme a realidade do território, considerando os diferentes contextos urbanos, rurais e de comunidades tradicionais contempladas. Em escolas indígenas, o trabalho é feito completamente conectado com as lideranças, responsáveis por transmitir o conhecimento para membros mais jovens de seu povo.


O diálogo com lideranças é uma forma de conectar a realidade escolar com os saberes tradicionais de cada território, mas também envolve a comunidade no processo formativo de adultos e crianças. "O trabalho é com a comunidade escolar como um todo, tendo o educador e/ou professor como ponto de multiplicação para os estudantes, famílias e, consequentemente, para o entorno", conclui Mallak.


Fonte: TOYAMA, Laura. Programa de educação ambiental traz saberes locais para escolas públicas. CNN Brasil, [S. l.], 19 jun. 2026. Disponível em:

https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/programa-de-educacao-ambien tal-traz-saberes-locais-para-escolas-publicas/. Acesso em: 9 ago. 2026.

"Adaptar a metodologia à cultura local é parte da premissa do programa Movimento Sustentável."
Analise as reescritas a seguir, com adaptações, considerando se o emprego da crase está correto e se é obrigatório.
I.Adaptar a metodologia à cultura de cada território é parte da premissa do programa.
II.Adaptar a metodologia à nossa cultura local é parte da premissa do programa.
III.Adaptar a metodologia à Fernanda Mallak é parte da premissa do programa.
IV.Adaptar a metodologia à realidades locais diversas é parte da premissa do programa.
Assinale a alternativa que apresenta as orações com o emprego correto e obrigatório do sinal indicativo de crase.
Alternativas
Q4302003 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Programa de educação ambiental traz saberes locais para escolas públicas


A presença da emergência climática nos currículos escolares ainda avança em ritmos distintos ao redor do mundo.


Diante das mudanças climáticas, educadores brasileiros têm buscado nos saberes locais as soluções para incluir crianças e adolescentes no debate sobre o clima e ações de sustentabilidade. Desenvolvido e implementado pela Tewá 225, o programa Movimento Sustentável, uma iniciativa da Auren Energia, promoveu acesso à educação socioambiental para mais de 2 mil estudantes e professores na rede pública em seis estados brasileiros. O projeto ampliou o domínio de técnicas sustentáveis ligadas aos territórios onde aconteceram as formações, como sistemas naturais, consumo de recursos e mudanças climáticas.


Ao todo, 40 escolas públicas, localizadas em Pernambuco, Minas Gerais, Piauí, Rio Grande do Norte, Bahia e São Paulo, receberam formações voltadas para educadores que fortalecem a compreensão sobre sustentabilidade e aplicação desses conhecimentos em sala de aula. Segundo dados da Tewá, foram mobilizados 144 profissionais, que elaboraram 266 atividades.


Além do incentivo formativo, as escolas que atingiram as metas de atividades previstas em seu programa, com caráter gamificado e ligado aos saberes locais, receberam investimentos entre R$ 2 mil e R$ 5 mil para implementar as ações no território onde estão localizadas.


A metodologia das trilhas formativas é alinhada à BNCC (Base Nacional Comum Curricular). A proposta organiza o aprendizado em ciclos semestrais interconectados, permitindo que conteúdos complexos sejam assimilados de forma progressiva e adaptada às realidades dos municípios.


Adaptar a metodologia à cultura local é parte da premissa do programa Movimento Sustentável. Para Fernanda Mallak, diretora técnica da Tewá 225, os conteúdos sobre cada bioma e os recursos naturais presentes nos territórios são essenciais para a elaboração das formações.


"O estudo só faz sentido quando está conectado à realidade do território e à cultura que aquele estudante reconhece como dele. É a diferença entre decorar um conceito e se sentir pertencente a ele", explica ela. "Aqui entram também os saberes tradicionais, que muitas vezes precedem todo o nosso conhecimento técnico de sustentabilidade."


No entanto, ainda existem alguns desafios para a incorporação das práticas sustentáveis no ensino básico, sobretudo questões estruturais ligadas à evasão escolar, infraestrutura precária das escolas e alta rotatividade de professores. "Como engajar uma comunidade escolar que muitas vezes opera no limite, com o docente sobrecarregado e sem as condições mínimas de permanência?", questiona Mallak. "Qualquer iniciativa que ignore esse terreno tende a não se sustentar", defende ela.


Para ela, as oficinas devem ser organizadas de forma que não gerem mais carga de trabalho para os profissionais da educação. Ações como a inserção do educador ambiental no ambiente escolar podem aliviar essa sobrecarga, além de oferecer material didático pré-elaborado para o docente. "A ideia é entrar como apoio numa estrutura que já está pressionada, e não como mais uma demanda", explica.


A metodologia desenvolvida pelo projeto varia conforme a realidade do território, considerando os diferentes contextos urbanos, rurais e de comunidades tradicionais contempladas. Em escolas indígenas, o trabalho é feito completamente conectado com as lideranças, responsáveis por transmitir o conhecimento para membros mais jovens de seu povo.


O diálogo com lideranças é uma forma de conectar a realidade escolar com os saberes tradicionais de cada território, mas também envolve a comunidade no processo formativo de adultos e crianças. "O trabalho é com a comunidade escolar como um todo, tendo o educador e/ou professor como ponto de multiplicação para os estudantes, famílias e, consequentemente, para o entorno", conclui Mallak.


Fonte: TOYAMA, Laura. Programa de educação ambiental traz saberes locais para escolas públicas. CNN Brasil, [S. l.], 19 jun. 2026. Disponível em:

https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/programa-de-educacao-ambien tal-traz-saberes-locais-para-escolas-publicas/. Acesso em: 9 ago. 2026.

"O estudo só faz sentido quando está conectado à realidade do território e à cultura que aquele estudante reconhece como dele."
Considerando a classificação das orações que compõem o período acima, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4302002 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Programa de educação ambiental traz saberes locais para escolas públicas


A presença da emergência climática nos currículos escolares ainda avança em ritmos distintos ao redor do mundo.


Diante das mudanças climáticas, educadores brasileiros têm buscado nos saberes locais as soluções para incluir crianças e adolescentes no debate sobre o clima e ações de sustentabilidade. Desenvolvido e implementado pela Tewá 225, o programa Movimento Sustentável, uma iniciativa da Auren Energia, promoveu acesso à educação socioambiental para mais de 2 mil estudantes e professores na rede pública em seis estados brasileiros. O projeto ampliou o domínio de técnicas sustentáveis ligadas aos territórios onde aconteceram as formações, como sistemas naturais, consumo de recursos e mudanças climáticas.


Ao todo, 40 escolas públicas, localizadas em Pernambuco, Minas Gerais, Piauí, Rio Grande do Norte, Bahia e São Paulo, receberam formações voltadas para educadores que fortalecem a compreensão sobre sustentabilidade e aplicação desses conhecimentos em sala de aula. Segundo dados da Tewá, foram mobilizados 144 profissionais, que elaboraram 266 atividades.


Além do incentivo formativo, as escolas que atingiram as metas de atividades previstas em seu programa, com caráter gamificado e ligado aos saberes locais, receberam investimentos entre R$ 2 mil e R$ 5 mil para implementar as ações no território onde estão localizadas.


A metodologia das trilhas formativas é alinhada à BNCC (Base Nacional Comum Curricular). A proposta organiza o aprendizado em ciclos semestrais interconectados, permitindo que conteúdos complexos sejam assimilados de forma progressiva e adaptada às realidades dos municípios.


Adaptar a metodologia à cultura local é parte da premissa do programa Movimento Sustentável. Para Fernanda Mallak, diretora técnica da Tewá 225, os conteúdos sobre cada bioma e os recursos naturais presentes nos territórios são essenciais para a elaboração das formações.


"O estudo só faz sentido quando está conectado à realidade do território e à cultura que aquele estudante reconhece como dele. É a diferença entre decorar um conceito e se sentir pertencente a ele", explica ela. "Aqui entram também os saberes tradicionais, que muitas vezes precedem todo o nosso conhecimento técnico de sustentabilidade."


No entanto, ainda existem alguns desafios para a incorporação das práticas sustentáveis no ensino básico, sobretudo questões estruturais ligadas à evasão escolar, infraestrutura precária das escolas e alta rotatividade de professores. "Como engajar uma comunidade escolar que muitas vezes opera no limite, com o docente sobrecarregado e sem as condições mínimas de permanência?", questiona Mallak. "Qualquer iniciativa que ignore esse terreno tende a não se sustentar", defende ela.


Para ela, as oficinas devem ser organizadas de forma que não gerem mais carga de trabalho para os profissionais da educação. Ações como a inserção do educador ambiental no ambiente escolar podem aliviar essa sobrecarga, além de oferecer material didático pré-elaborado para o docente. "A ideia é entrar como apoio numa estrutura que já está pressionada, e não como mais uma demanda", explica.


A metodologia desenvolvida pelo projeto varia conforme a realidade do território, considerando os diferentes contextos urbanos, rurais e de comunidades tradicionais contempladas. Em escolas indígenas, o trabalho é feito completamente conectado com as lideranças, responsáveis por transmitir o conhecimento para membros mais jovens de seu povo.


O diálogo com lideranças é uma forma de conectar a realidade escolar com os saberes tradicionais de cada território, mas também envolve a comunidade no processo formativo de adultos e crianças. "O trabalho é com a comunidade escolar como um todo, tendo o educador e/ou professor como ponto de multiplicação para os estudantes, famílias e, consequentemente, para o entorno", conclui Mallak.


Fonte: TOYAMA, Laura. Programa de educação ambiental traz saberes locais para escolas públicas. CNN Brasil, [S. l.], 19 jun. 2026. Disponível em:

https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/programa-de-educacao-ambien tal-traz-saberes-locais-para-escolas-publicas/. Acesso em: 9 ago. 2026.

"Ações como a inserção do educador ambiental no ambiente escolar podem aliviar essa sobrecarga, além de oferecer material didático pré-elaborado para o docente." O prefixo 'pré-' pode ou não ser grafado com hífen, dependendo de algumas circunstâncias relacionadas à tonicidade. Em 'pré-elaborado', o emprego do hífen está correto.
Com base nisso, assinale a alternativa que apresenta a palavra também grafada corretamente.
Alternativas
Q4302001 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Programa de educação ambiental traz saberes locais para escolas públicas


A presença da emergência climática nos currículos escolares ainda avança em ritmos distintos ao redor do mundo.


Diante das mudanças climáticas, educadores brasileiros têm buscado nos saberes locais as soluções para incluir crianças e adolescentes no debate sobre o clima e ações de sustentabilidade. Desenvolvido e implementado pela Tewá 225, o programa Movimento Sustentável, uma iniciativa da Auren Energia, promoveu acesso à educação socioambiental para mais de 2 mil estudantes e professores na rede pública em seis estados brasileiros. O projeto ampliou o domínio de técnicas sustentáveis ligadas aos territórios onde aconteceram as formações, como sistemas naturais, consumo de recursos e mudanças climáticas.


Ao todo, 40 escolas públicas, localizadas em Pernambuco, Minas Gerais, Piauí, Rio Grande do Norte, Bahia e São Paulo, receberam formações voltadas para educadores que fortalecem a compreensão sobre sustentabilidade e aplicação desses conhecimentos em sala de aula. Segundo dados da Tewá, foram mobilizados 144 profissionais, que elaboraram 266 atividades.


Além do incentivo formativo, as escolas que atingiram as metas de atividades previstas em seu programa, com caráter gamificado e ligado aos saberes locais, receberam investimentos entre R$ 2 mil e R$ 5 mil para implementar as ações no território onde estão localizadas.


A metodologia das trilhas formativas é alinhada à BNCC (Base Nacional Comum Curricular). A proposta organiza o aprendizado em ciclos semestrais interconectados, permitindo que conteúdos complexos sejam assimilados de forma progressiva e adaptada às realidades dos municípios.


Adaptar a metodologia à cultura local é parte da premissa do programa Movimento Sustentável. Para Fernanda Mallak, diretora técnica da Tewá 225, os conteúdos sobre cada bioma e os recursos naturais presentes nos territórios são essenciais para a elaboração das formações.


"O estudo só faz sentido quando está conectado à realidade do território e à cultura que aquele estudante reconhece como dele. É a diferença entre decorar um conceito e se sentir pertencente a ele", explica ela. "Aqui entram também os saberes tradicionais, que muitas vezes precedem todo o nosso conhecimento técnico de sustentabilidade."


No entanto, ainda existem alguns desafios para a incorporação das práticas sustentáveis no ensino básico, sobretudo questões estruturais ligadas à evasão escolar, infraestrutura precária das escolas e alta rotatividade de professores. "Como engajar uma comunidade escolar que muitas vezes opera no limite, com o docente sobrecarregado e sem as condições mínimas de permanência?", questiona Mallak. "Qualquer iniciativa que ignore esse terreno tende a não se sustentar", defende ela.


Para ela, as oficinas devem ser organizadas de forma que não gerem mais carga de trabalho para os profissionais da educação. Ações como a inserção do educador ambiental no ambiente escolar podem aliviar essa sobrecarga, além de oferecer material didático pré-elaborado para o docente. "A ideia é entrar como apoio numa estrutura que já está pressionada, e não como mais uma demanda", explica.


A metodologia desenvolvida pelo projeto varia conforme a realidade do território, considerando os diferentes contextos urbanos, rurais e de comunidades tradicionais contempladas. Em escolas indígenas, o trabalho é feito completamente conectado com as lideranças, responsáveis por transmitir o conhecimento para membros mais jovens de seu povo.


O diálogo com lideranças é uma forma de conectar a realidade escolar com os saberes tradicionais de cada território, mas também envolve a comunidade no processo formativo de adultos e crianças. "O trabalho é com a comunidade escolar como um todo, tendo o educador e/ou professor como ponto de multiplicação para os estudantes, famílias e, consequentemente, para o entorno", conclui Mallak.


Fonte: TOYAMA, Laura. Programa de educação ambiental traz saberes locais para escolas públicas. CNN Brasil, [S. l.], 19 jun. 2026. Disponível em:

https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/programa-de-educacao-ambien tal-traz-saberes-locais-para-escolas-publicas/. Acesso em: 9 ago. 2026.

"Ao todo, 40 escolas públicas, localizadas em Pernambuco, Minas Gerais, Piauí, Rio Grande do Norte, Bahia e São Paulo, receberam formações voltadas para educadores que fortalecem a compreensão sobre sustentabilidade e aplicação desses conhecimentos em sala de aula.
Considerando a regência do adjetivo 'voltadas' empregado no trecho acima, analise as asserções a seguir.
I.O termo 'voltadas', no trecho, está corretamente regido pela preposição 'para', havendo, contudo, outras regências admitidas pela norma-padrão para esse mesmo adjetivo, a depender do sentido pretendido.
PORQUE
II.O termo 'voltadas' admite, além da preposição 'para', o emprego das preposições 'a' e 'contra', conforme reconhecido por dicionários de regência de referência, sendo 'a' empregada com valor semelhante, em alguns contextos, a 'para', e 'contra' associada à ideia de oposição.
A respeito das asserções, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4302000 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Programa de educação ambiental traz saberes locais para escolas públicas


A presença da emergência climática nos currículos escolares ainda avança em ritmos distintos ao redor do mundo.


Diante das mudanças climáticas, educadores brasileiros têm buscado nos saberes locais as soluções para incluir crianças e adolescentes no debate sobre o clima e ações de sustentabilidade. Desenvolvido e implementado pela Tewá 225, o programa Movimento Sustentável, uma iniciativa da Auren Energia, promoveu acesso à educação socioambiental para mais de 2 mil estudantes e professores na rede pública em seis estados brasileiros. O projeto ampliou o domínio de técnicas sustentáveis ligadas aos territórios onde aconteceram as formações, como sistemas naturais, consumo de recursos e mudanças climáticas.


Ao todo, 40 escolas públicas, localizadas em Pernambuco, Minas Gerais, Piauí, Rio Grande do Norte, Bahia e São Paulo, receberam formações voltadas para educadores que fortalecem a compreensão sobre sustentabilidade e aplicação desses conhecimentos em sala de aula. Segundo dados da Tewá, foram mobilizados 144 profissionais, que elaboraram 266 atividades.


Além do incentivo formativo, as escolas que atingiram as metas de atividades previstas em seu programa, com caráter gamificado e ligado aos saberes locais, receberam investimentos entre R$ 2 mil e R$ 5 mil para implementar as ações no território onde estão localizadas.


A metodologia das trilhas formativas é alinhada à BNCC (Base Nacional Comum Curricular). A proposta organiza o aprendizado em ciclos semestrais interconectados, permitindo que conteúdos complexos sejam assimilados de forma progressiva e adaptada às realidades dos municípios.


Adaptar a metodologia à cultura local é parte da premissa do programa Movimento Sustentável. Para Fernanda Mallak, diretora técnica da Tewá 225, os conteúdos sobre cada bioma e os recursos naturais presentes nos territórios são essenciais para a elaboração das formações.


"O estudo só faz sentido quando está conectado à realidade do território e à cultura que aquele estudante reconhece como dele. É a diferença entre decorar um conceito e se sentir pertencente a ele", explica ela. "Aqui entram também os saberes tradicionais, que muitas vezes precedem todo o nosso conhecimento técnico de sustentabilidade."


No entanto, ainda existem alguns desafios para a incorporação das práticas sustentáveis no ensino básico, sobretudo questões estruturais ligadas à evasão escolar, infraestrutura precária das escolas e alta rotatividade de professores. "Como engajar uma comunidade escolar que muitas vezes opera no limite, com o docente sobrecarregado e sem as condições mínimas de permanência?", questiona Mallak. "Qualquer iniciativa que ignore esse terreno tende a não se sustentar", defende ela.


Para ela, as oficinas devem ser organizadas de forma que não gerem mais carga de trabalho para os profissionais da educação. Ações como a inserção do educador ambiental no ambiente escolar podem aliviar essa sobrecarga, além de oferecer material didático pré-elaborado para o docente. "A ideia é entrar como apoio numa estrutura que já está pressionada, e não como mais uma demanda", explica.


A metodologia desenvolvida pelo projeto varia conforme a realidade do território, considerando os diferentes contextos urbanos, rurais e de comunidades tradicionais contempladas. Em escolas indígenas, o trabalho é feito completamente conectado com as lideranças, responsáveis por transmitir o conhecimento para membros mais jovens de seu povo.


O diálogo com lideranças é uma forma de conectar a realidade escolar com os saberes tradicionais de cada território, mas também envolve a comunidade no processo formativo de adultos e crianças. "O trabalho é com a comunidade escolar como um todo, tendo o educador e/ou professor como ponto de multiplicação para os estudantes, famílias e, consequentemente, para o entorno", conclui Mallak.


Fonte: TOYAMA, Laura. Programa de educação ambiental traz saberes locais para escolas públicas. CNN Brasil, [S. l.], 19 jun. 2026. Disponível em:

https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/programa-de-educacao-ambien tal-traz-saberes-locais-para-escolas-publicas/. Acesso em: 9 ago. 2026.

"Ações como a inserção do educador ambiental no ambiente escolar podem aliviar essa sobrecarga."
Considerando as regras de colocação pronominal de acordo com a norma-padrão, analise as substituições da expressão 'essa sobrecarga' nas propostas a seguir, e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4301999 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Programa de educação ambiental traz saberes locais para escolas públicas


A presença da emergência climática nos currículos escolares ainda avança em ritmos distintos ao redor do mundo.


Diante das mudanças climáticas, educadores brasileiros têm buscado nos saberes locais as soluções para incluir crianças e adolescentes no debate sobre o clima e ações de sustentabilidade. Desenvolvido e implementado pela Tewá 225, o programa Movimento Sustentável, uma iniciativa da Auren Energia, promoveu acesso à educação socioambiental para mais de 2 mil estudantes e professores na rede pública em seis estados brasileiros. O projeto ampliou o domínio de técnicas sustentáveis ligadas aos territórios onde aconteceram as formações, como sistemas naturais, consumo de recursos e mudanças climáticas.


Ao todo, 40 escolas públicas, localizadas em Pernambuco, Minas Gerais, Piauí, Rio Grande do Norte, Bahia e São Paulo, receberam formações voltadas para educadores que fortalecem a compreensão sobre sustentabilidade e aplicação desses conhecimentos em sala de aula. Segundo dados da Tewá, foram mobilizados 144 profissionais, que elaboraram 266 atividades.


Além do incentivo formativo, as escolas que atingiram as metas de atividades previstas em seu programa, com caráter gamificado e ligado aos saberes locais, receberam investimentos entre R$ 2 mil e R$ 5 mil para implementar as ações no território onde estão localizadas.


A metodologia das trilhas formativas é alinhada à BNCC (Base Nacional Comum Curricular). A proposta organiza o aprendizado em ciclos semestrais interconectados, permitindo que conteúdos complexos sejam assimilados de forma progressiva e adaptada às realidades dos municípios.


Adaptar a metodologia à cultura local é parte da premissa do programa Movimento Sustentável. Para Fernanda Mallak, diretora técnica da Tewá 225, os conteúdos sobre cada bioma e os recursos naturais presentes nos territórios são essenciais para a elaboração das formações.


"O estudo só faz sentido quando está conectado à realidade do território e à cultura que aquele estudante reconhece como dele. É a diferença entre decorar um conceito e se sentir pertencente a ele", explica ela. "Aqui entram também os saberes tradicionais, que muitas vezes precedem todo o nosso conhecimento técnico de sustentabilidade."


No entanto, ainda existem alguns desafios para a incorporação das práticas sustentáveis no ensino básico, sobretudo questões estruturais ligadas à evasão escolar, infraestrutura precária das escolas e alta rotatividade de professores. "Como engajar uma comunidade escolar que muitas vezes opera no limite, com o docente sobrecarregado e sem as condições mínimas de permanência?", questiona Mallak. "Qualquer iniciativa que ignore esse terreno tende a não se sustentar", defende ela.


Para ela, as oficinas devem ser organizadas de forma que não gerem mais carga de trabalho para os profissionais da educação. Ações como a inserção do educador ambiental no ambiente escolar podem aliviar essa sobrecarga, além de oferecer material didático pré-elaborado para o docente. "A ideia é entrar como apoio numa estrutura que já está pressionada, e não como mais uma demanda", explica.


A metodologia desenvolvida pelo projeto varia conforme a realidade do território, considerando os diferentes contextos urbanos, rurais e de comunidades tradicionais contempladas. Em escolas indígenas, o trabalho é feito completamente conectado com as lideranças, responsáveis por transmitir o conhecimento para membros mais jovens de seu povo.


O diálogo com lideranças é uma forma de conectar a realidade escolar com os saberes tradicionais de cada território, mas também envolve a comunidade no processo formativo de adultos e crianças. "O trabalho é com a comunidade escolar como um todo, tendo o educador e/ou professor como ponto de multiplicação para os estudantes, famílias e, consequentemente, para o entorno", conclui Mallak.


Fonte: TOYAMA, Laura. Programa de educação ambiental traz saberes locais para escolas públicas. CNN Brasil, [S. l.], 19 jun. 2026. Disponível em:

https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/programa-de-educacao-ambien tal-traz-saberes-locais-para-escolas-publicas/. Acesso em: 9 ago. 2026.

"No entanto, ainda existem alguns desafios para a incorporação das práticas sustentáveis no ensino básico, sobretudo questões estruturais ligadas à evasão escolar, infraestrutura precária das escolas e alta rotatividade de professores."
Considerando os termos da oração no trecho acima, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4301953 Português
Resta a esperança de que a experiência diária das crianças, menos oprimidas por esse vício, inspire adultos a se livrarem dele dentro de casa e nos espaços de interação social. (7º parágrafo)  
A oração sublinhada se classifica como subordinada substantiva do seguinte tipo: 
Alternativas
Q4301952 Português
Resta a esperança de que a experiência diária das crianças, menos oprimidas por esse vício, inspire adultos a se livrarem dele dentro de casa e nos espaços de interação social. (7º parágrafo)  
O sujeito do verbo “restar” se classifica como:  
Alternativas
Q4301951 Português
Texto: ESCOLA SEM CELULAR E O QUE MAIS?


    Guardadas as devidas proporções, a abolição do celular na escola lembra o fim do cigarro em ambientes fechados e a obrigatoriedade do uso do cinto de segurança nos carros. Ambas causaram estardalhaço, pareciam impossíveis de implementar. Hoje, não as aplicar é que soa absurdo.
    Como as pessoas fumavam dentro do claustrofóbico espaço de um avião, empesteando o ar no qual se fica confinado durante horas? E o fumante passivo que trabalha ou circula em bares e restaurantes? Ou, ainda, como alguém podia ser contra um acessório que salva a vida de milhões de pessoas em acidentes de carro todos os anos?
    Para os fumantes, no entanto, a ideia de ter seu prazer restringido foi brutal, e aí reside uma boa reflexão sobre a experiência de privar as crianças de seus celulares na escola. Também elas se encontram viciadas no produto com a maior capacidade de recompensa cerebral de que se tem notícia, comparável às drogas a que os pais tanto temem que seus filhos tenham acesso. A diferença é que são os próprios pais que fornecem o produto.
    Crises de abstinência que decorrem da retirada dos celulares estão registradas em vídeos – e são assustadoras e deprimentes. Ao contrário do tabaco, ao assumirmos a proibição, não estaremos apenas preservando a saúde física das crianças, mas também a própria formação de sua personalidade, o desenvolvimento de sua inteligência, a sociabilidade, a sexualidade, a autoimagem, a saúde mental e uma lista de capacidades psicossociais que pesquisadores provaram serem diretamente afetadas pelo uso do aparelho.
     A lei dá a chancela que faltava aos pais e aos educadores para bancarem coletivamente o que individualmente não conseguiam bancar. Em parte, porque impor limites tem se tornado cada vez mais desafiador, diante dos imperativos de performance e felicidade aos quais adultos têm se rendido e têm imposto às instituições de ensino.
     Pais passaram a acreditar que fazia parte de suas funções monitorar a vida dos filhos dentro e fora do espaço escolar. Professores tentando se adaptar às novas exigências e permanecer relevantes, diante da sedução desleal das redes, procuraram usar as mídias a seu favor, incluindo-as no dia a dia escolar. Afinal, trata-se de uma ferramenta espetacular que, se não fosse feita exclusivamente para venda de produtos, seria um recurso inestimável. Mas não há mais ingenuidade possível diante do aumento das depressões, automutilações, rebaixamento de QI, acesso irrestrito à pornografia e violência, distorção da autoimagem, evitação social e outras mazelas que já foram mapeadas pelos estudos.
     É de se esperar choro e ranger de dentes durante o processo de reversão de parte do estrago que foi impingido a essa geração nos últimos vinte anos. Nesse caso, não se trata só das crianças, mas também dos adultos responsáveis por elas, que sequer podem contar com uma lei de regulamentação de uso que os ajudaria a lidar com a cooptação nas redes. Teremos trabalho nesse começo, mas motivados pelo desejo de que a época na qual se podia entrar na escola com o celular seja reconhecida como absurda. Resta a esperança de que a experiência diária das crianças, menos oprimidas por esse vício, inspire adultos a se livrarem dele dentro de casa e nos espaços de interação social.


VERA IACONELLI Adaptado de folha.uol.com.br, 18/11/2024.
Teremos trabalho nesse começo, mas motivados pelo desejo de que a época na qual se podia entrar na escola com o celular seja reconhecida como absurda. (7º parágrafo)
Na frase, há uma relação de oposição estabelecida entre dois termos principais, que são: 
Alternativas
Q4301950 Português
Texto: ESCOLA SEM CELULAR E O QUE MAIS?


    Guardadas as devidas proporções, a abolição do celular na escola lembra o fim do cigarro em ambientes fechados e a obrigatoriedade do uso do cinto de segurança nos carros. Ambas causaram estardalhaço, pareciam impossíveis de implementar. Hoje, não as aplicar é que soa absurdo.
    Como as pessoas fumavam dentro do claustrofóbico espaço de um avião, empesteando o ar no qual se fica confinado durante horas? E o fumante passivo que trabalha ou circula em bares e restaurantes? Ou, ainda, como alguém podia ser contra um acessório que salva a vida de milhões de pessoas em acidentes de carro todos os anos?
    Para os fumantes, no entanto, a ideia de ter seu prazer restringido foi brutal, e aí reside uma boa reflexão sobre a experiência de privar as crianças de seus celulares na escola. Também elas se encontram viciadas no produto com a maior capacidade de recompensa cerebral de que se tem notícia, comparável às drogas a que os pais tanto temem que seus filhos tenham acesso. A diferença é que são os próprios pais que fornecem o produto.
    Crises de abstinência que decorrem da retirada dos celulares estão registradas em vídeos – e são assustadoras e deprimentes. Ao contrário do tabaco, ao assumirmos a proibição, não estaremos apenas preservando a saúde física das crianças, mas também a própria formação de sua personalidade, o desenvolvimento de sua inteligência, a sociabilidade, a sexualidade, a autoimagem, a saúde mental e uma lista de capacidades psicossociais que pesquisadores provaram serem diretamente afetadas pelo uso do aparelho.
     A lei dá a chancela que faltava aos pais e aos educadores para bancarem coletivamente o que individualmente não conseguiam bancar. Em parte, porque impor limites tem se tornado cada vez mais desafiador, diante dos imperativos de performance e felicidade aos quais adultos têm se rendido e têm imposto às instituições de ensino.
     Pais passaram a acreditar que fazia parte de suas funções monitorar a vida dos filhos dentro e fora do espaço escolar. Professores tentando se adaptar às novas exigências e permanecer relevantes, diante da sedução desleal das redes, procuraram usar as mídias a seu favor, incluindo-as no dia a dia escolar. Afinal, trata-se de uma ferramenta espetacular que, se não fosse feita exclusivamente para venda de produtos, seria um recurso inestimável. Mas não há mais ingenuidade possível diante do aumento das depressões, automutilações, rebaixamento de QI, acesso irrestrito à pornografia e violência, distorção da autoimagem, evitação social e outras mazelas que já foram mapeadas pelos estudos.
     É de se esperar choro e ranger de dentes durante o processo de reversão de parte do estrago que foi impingido a essa geração nos últimos vinte anos. Nesse caso, não se trata só das crianças, mas também dos adultos responsáveis por elas, que sequer podem contar com uma lei de regulamentação de uso que os ajudaria a lidar com a cooptação nas redes. Teremos trabalho nesse começo, mas motivados pelo desejo de que a época na qual se podia entrar na escola com o celular seja reconhecida como absurda. Resta a esperança de que a experiência diária das crianças, menos oprimidas por esse vício, inspire adultos a se livrarem dele dentro de casa e nos espaços de interação social.


VERA IACONELLI Adaptado de folha.uol.com.br, 18/11/2024.
Pais passaram a acreditar que fazia parte de suas funções monitorar a vida dos filhos dentro e fora do espaço escolar. Professores tentando se adaptar às novas exigências e permanecer relevantes, diante da sedução desleal das redes, procuraram usar as mídias a seu favor, incluindo-as no dia a dia escolar. (6º parágrafo)
Considerando o paralelismo entre as duas frases que compõem o trecho, a seguinte expressão poderia ser usada, entre vírgulas, após a palavra “professores”:  
Alternativas
Q4301949 Português
Texto: ESCOLA SEM CELULAR E O QUE MAIS?


    Guardadas as devidas proporções, a abolição do celular na escola lembra o fim do cigarro em ambientes fechados e a obrigatoriedade do uso do cinto de segurança nos carros. Ambas causaram estardalhaço, pareciam impossíveis de implementar. Hoje, não as aplicar é que soa absurdo.
    Como as pessoas fumavam dentro do claustrofóbico espaço de um avião, empesteando o ar no qual se fica confinado durante horas? E o fumante passivo que trabalha ou circula em bares e restaurantes? Ou, ainda, como alguém podia ser contra um acessório que salva a vida de milhões de pessoas em acidentes de carro todos os anos?
    Para os fumantes, no entanto, a ideia de ter seu prazer restringido foi brutal, e aí reside uma boa reflexão sobre a experiência de privar as crianças de seus celulares na escola. Também elas se encontram viciadas no produto com a maior capacidade de recompensa cerebral de que se tem notícia, comparável às drogas a que os pais tanto temem que seus filhos tenham acesso. A diferença é que são os próprios pais que fornecem o produto.
    Crises de abstinência que decorrem da retirada dos celulares estão registradas em vídeos – e são assustadoras e deprimentes. Ao contrário do tabaco, ao assumirmos a proibição, não estaremos apenas preservando a saúde física das crianças, mas também a própria formação de sua personalidade, o desenvolvimento de sua inteligência, a sociabilidade, a sexualidade, a autoimagem, a saúde mental e uma lista de capacidades psicossociais que pesquisadores provaram serem diretamente afetadas pelo uso do aparelho.
     A lei dá a chancela que faltava aos pais e aos educadores para bancarem coletivamente o que individualmente não conseguiam bancar. Em parte, porque impor limites tem se tornado cada vez mais desafiador, diante dos imperativos de performance e felicidade aos quais adultos têm se rendido e têm imposto às instituições de ensino.
     Pais passaram a acreditar que fazia parte de suas funções monitorar a vida dos filhos dentro e fora do espaço escolar. Professores tentando se adaptar às novas exigências e permanecer relevantes, diante da sedução desleal das redes, procuraram usar as mídias a seu favor, incluindo-as no dia a dia escolar. Afinal, trata-se de uma ferramenta espetacular que, se não fosse feita exclusivamente para venda de produtos, seria um recurso inestimável. Mas não há mais ingenuidade possível diante do aumento das depressões, automutilações, rebaixamento de QI, acesso irrestrito à pornografia e violência, distorção da autoimagem, evitação social e outras mazelas que já foram mapeadas pelos estudos.
     É de se esperar choro e ranger de dentes durante o processo de reversão de parte do estrago que foi impingido a essa geração nos últimos vinte anos. Nesse caso, não se trata só das crianças, mas também dos adultos responsáveis por elas, que sequer podem contar com uma lei de regulamentação de uso que os ajudaria a lidar com a cooptação nas redes. Teremos trabalho nesse começo, mas motivados pelo desejo de que a época na qual se podia entrar na escola com o celular seja reconhecida como absurda. Resta a esperança de que a experiência diária das crianças, menos oprimidas por esse vício, inspire adultos a se livrarem dele dentro de casa e nos espaços de interação social.


VERA IACONELLI Adaptado de folha.uol.com.br, 18/11/2024.

No 5º parágrafo, alude-se às ações dos adultos de “bancar algo” ou “render-se a algo”, ao se depararem com uma nova conjuntura social.


Nesse sentido, tais ações se aproximam ou se afastam, respectivamente, da seguinte postura: 

Alternativas
Q4301948 Português
Texto: ESCOLA SEM CELULAR E O QUE MAIS?


    Guardadas as devidas proporções, a abolição do celular na escola lembra o fim do cigarro em ambientes fechados e a obrigatoriedade do uso do cinto de segurança nos carros. Ambas causaram estardalhaço, pareciam impossíveis de implementar. Hoje, não as aplicar é que soa absurdo.
    Como as pessoas fumavam dentro do claustrofóbico espaço de um avião, empesteando o ar no qual se fica confinado durante horas? E o fumante passivo que trabalha ou circula em bares e restaurantes? Ou, ainda, como alguém podia ser contra um acessório que salva a vida de milhões de pessoas em acidentes de carro todos os anos?
    Para os fumantes, no entanto, a ideia de ter seu prazer restringido foi brutal, e aí reside uma boa reflexão sobre a experiência de privar as crianças de seus celulares na escola. Também elas se encontram viciadas no produto com a maior capacidade de recompensa cerebral de que se tem notícia, comparável às drogas a que os pais tanto temem que seus filhos tenham acesso. A diferença é que são os próprios pais que fornecem o produto.
    Crises de abstinência que decorrem da retirada dos celulares estão registradas em vídeos – e são assustadoras e deprimentes. Ao contrário do tabaco, ao assumirmos a proibição, não estaremos apenas preservando a saúde física das crianças, mas também a própria formação de sua personalidade, o desenvolvimento de sua inteligência, a sociabilidade, a sexualidade, a autoimagem, a saúde mental e uma lista de capacidades psicossociais que pesquisadores provaram serem diretamente afetadas pelo uso do aparelho.
     A lei dá a chancela que faltava aos pais e aos educadores para bancarem coletivamente o que individualmente não conseguiam bancar. Em parte, porque impor limites tem se tornado cada vez mais desafiador, diante dos imperativos de performance e felicidade aos quais adultos têm se rendido e têm imposto às instituições de ensino.
     Pais passaram a acreditar que fazia parte de suas funções monitorar a vida dos filhos dentro e fora do espaço escolar. Professores tentando se adaptar às novas exigências e permanecer relevantes, diante da sedução desleal das redes, procuraram usar as mídias a seu favor, incluindo-as no dia a dia escolar. Afinal, trata-se de uma ferramenta espetacular que, se não fosse feita exclusivamente para venda de produtos, seria um recurso inestimável. Mas não há mais ingenuidade possível diante do aumento das depressões, automutilações, rebaixamento de QI, acesso irrestrito à pornografia e violência, distorção da autoimagem, evitação social e outras mazelas que já foram mapeadas pelos estudos.
     É de se esperar choro e ranger de dentes durante o processo de reversão de parte do estrago que foi impingido a essa geração nos últimos vinte anos. Nesse caso, não se trata só das crianças, mas também dos adultos responsáveis por elas, que sequer podem contar com uma lei de regulamentação de uso que os ajudaria a lidar com a cooptação nas redes. Teremos trabalho nesse começo, mas motivados pelo desejo de que a época na qual se podia entrar na escola com o celular seja reconhecida como absurda. Resta a esperança de que a experiência diária das crianças, menos oprimidas por esse vício, inspire adultos a se livrarem dele dentro de casa e nos espaços de interação social.


VERA IACONELLI Adaptado de folha.uol.com.br, 18/11/2024.
Crises de abstinência que decorrem da retirada dos celulares estão registradas em vídeos – e são assustadoras e deprimentes. (4º parágrafo)
O uso do travessão produz, na frase acima, efeito de:
Alternativas
Q4301947 Português
Texto: ESCOLA SEM CELULAR E O QUE MAIS?


    Guardadas as devidas proporções, a abolição do celular na escola lembra o fim do cigarro em ambientes fechados e a obrigatoriedade do uso do cinto de segurança nos carros. Ambas causaram estardalhaço, pareciam impossíveis de implementar. Hoje, não as aplicar é que soa absurdo.
    Como as pessoas fumavam dentro do claustrofóbico espaço de um avião, empesteando o ar no qual se fica confinado durante horas? E o fumante passivo que trabalha ou circula em bares e restaurantes? Ou, ainda, como alguém podia ser contra um acessório que salva a vida de milhões de pessoas em acidentes de carro todos os anos?
    Para os fumantes, no entanto, a ideia de ter seu prazer restringido foi brutal, e aí reside uma boa reflexão sobre a experiência de privar as crianças de seus celulares na escola. Também elas se encontram viciadas no produto com a maior capacidade de recompensa cerebral de que se tem notícia, comparável às drogas a que os pais tanto temem que seus filhos tenham acesso. A diferença é que são os próprios pais que fornecem o produto.
    Crises de abstinência que decorrem da retirada dos celulares estão registradas em vídeos – e são assustadoras e deprimentes. Ao contrário do tabaco, ao assumirmos a proibição, não estaremos apenas preservando a saúde física das crianças, mas também a própria formação de sua personalidade, o desenvolvimento de sua inteligência, a sociabilidade, a sexualidade, a autoimagem, a saúde mental e uma lista de capacidades psicossociais que pesquisadores provaram serem diretamente afetadas pelo uso do aparelho.
     A lei dá a chancela que faltava aos pais e aos educadores para bancarem coletivamente o que individualmente não conseguiam bancar. Em parte, porque impor limites tem se tornado cada vez mais desafiador, diante dos imperativos de performance e felicidade aos quais adultos têm se rendido e têm imposto às instituições de ensino.
     Pais passaram a acreditar que fazia parte de suas funções monitorar a vida dos filhos dentro e fora do espaço escolar. Professores tentando se adaptar às novas exigências e permanecer relevantes, diante da sedução desleal das redes, procuraram usar as mídias a seu favor, incluindo-as no dia a dia escolar. Afinal, trata-se de uma ferramenta espetacular que, se não fosse feita exclusivamente para venda de produtos, seria um recurso inestimável. Mas não há mais ingenuidade possível diante do aumento das depressões, automutilações, rebaixamento de QI, acesso irrestrito à pornografia e violência, distorção da autoimagem, evitação social e outras mazelas que já foram mapeadas pelos estudos.
     É de se esperar choro e ranger de dentes durante o processo de reversão de parte do estrago que foi impingido a essa geração nos últimos vinte anos. Nesse caso, não se trata só das crianças, mas também dos adultos responsáveis por elas, que sequer podem contar com uma lei de regulamentação de uso que os ajudaria a lidar com a cooptação nas redes. Teremos trabalho nesse começo, mas motivados pelo desejo de que a época na qual se podia entrar na escola com o celular seja reconhecida como absurda. Resta a esperança de que a experiência diária das crianças, menos oprimidas por esse vício, inspire adultos a se livrarem dele dentro de casa e nos espaços de interação social.


VERA IACONELLI Adaptado de folha.uol.com.br, 18/11/2024.
No 3º parágrafo, a descrição da relação de pais com seus filhos, diante de questões de educação contemporâneas, pode ser associada à seguinte figura de linguagem: 
Alternativas
Q4301945 Português
Texto: ESCOLA SEM CELULAR E O QUE MAIS?


    Guardadas as devidas proporções, a abolição do celular na escola lembra o fim do cigarro em ambientes fechados e a obrigatoriedade do uso do cinto de segurança nos carros. Ambas causaram estardalhaço, pareciam impossíveis de implementar. Hoje, não as aplicar é que soa absurdo.
    Como as pessoas fumavam dentro do claustrofóbico espaço de um avião, empesteando o ar no qual se fica confinado durante horas? E o fumante passivo que trabalha ou circula em bares e restaurantes? Ou, ainda, como alguém podia ser contra um acessório que salva a vida de milhões de pessoas em acidentes de carro todos os anos?
    Para os fumantes, no entanto, a ideia de ter seu prazer restringido foi brutal, e aí reside uma boa reflexão sobre a experiência de privar as crianças de seus celulares na escola. Também elas se encontram viciadas no produto com a maior capacidade de recompensa cerebral de que se tem notícia, comparável às drogas a que os pais tanto temem que seus filhos tenham acesso. A diferença é que são os próprios pais que fornecem o produto.
    Crises de abstinência que decorrem da retirada dos celulares estão registradas em vídeos – e são assustadoras e deprimentes. Ao contrário do tabaco, ao assumirmos a proibição, não estaremos apenas preservando a saúde física das crianças, mas também a própria formação de sua personalidade, o desenvolvimento de sua inteligência, a sociabilidade, a sexualidade, a autoimagem, a saúde mental e uma lista de capacidades psicossociais que pesquisadores provaram serem diretamente afetadas pelo uso do aparelho.
     A lei dá a chancela que faltava aos pais e aos educadores para bancarem coletivamente o que individualmente não conseguiam bancar. Em parte, porque impor limites tem se tornado cada vez mais desafiador, diante dos imperativos de performance e felicidade aos quais adultos têm se rendido e têm imposto às instituições de ensino.
     Pais passaram a acreditar que fazia parte de suas funções monitorar a vida dos filhos dentro e fora do espaço escolar. Professores tentando se adaptar às novas exigências e permanecer relevantes, diante da sedução desleal das redes, procuraram usar as mídias a seu favor, incluindo-as no dia a dia escolar. Afinal, trata-se de uma ferramenta espetacular que, se não fosse feita exclusivamente para venda de produtos, seria um recurso inestimável. Mas não há mais ingenuidade possível diante do aumento das depressões, automutilações, rebaixamento de QI, acesso irrestrito à pornografia e violência, distorção da autoimagem, evitação social e outras mazelas que já foram mapeadas pelos estudos.
     É de se esperar choro e ranger de dentes durante o processo de reversão de parte do estrago que foi impingido a essa geração nos últimos vinte anos. Nesse caso, não se trata só das crianças, mas também dos adultos responsáveis por elas, que sequer podem contar com uma lei de regulamentação de uso que os ajudaria a lidar com a cooptação nas redes. Teremos trabalho nesse começo, mas motivados pelo desejo de que a época na qual se podia entrar na escola com o celular seja reconhecida como absurda. Resta a esperança de que a experiência diária das crianças, menos oprimidas por esse vício, inspire adultos a se livrarem dele dentro de casa e nos espaços de interação social.


VERA IACONELLI Adaptado de folha.uol.com.br, 18/11/2024.
O recurso principal utilizado pela autora para organizar o conjunto de sua argumentação é: 
Alternativas
Q4301944 Português
Texto: ESCOLA SEM CELULAR E O QUE MAIS?


    Guardadas as devidas proporções, a abolição do celular na escola lembra o fim do cigarro em ambientes fechados e a obrigatoriedade do uso do cinto de segurança nos carros. Ambas causaram estardalhaço, pareciam impossíveis de implementar. Hoje, não as aplicar é que soa absurdo.
    Como as pessoas fumavam dentro do claustrofóbico espaço de um avião, empesteando o ar no qual se fica confinado durante horas? E o fumante passivo que trabalha ou circula em bares e restaurantes? Ou, ainda, como alguém podia ser contra um acessório que salva a vida de milhões de pessoas em acidentes de carro todos os anos?
    Para os fumantes, no entanto, a ideia de ter seu prazer restringido foi brutal, e aí reside uma boa reflexão sobre a experiência de privar as crianças de seus celulares na escola. Também elas se encontram viciadas no produto com a maior capacidade de recompensa cerebral de que se tem notícia, comparável às drogas a que os pais tanto temem que seus filhos tenham acesso. A diferença é que são os próprios pais que fornecem o produto.
    Crises de abstinência que decorrem da retirada dos celulares estão registradas em vídeos – e são assustadoras e deprimentes. Ao contrário do tabaco, ao assumirmos a proibição, não estaremos apenas preservando a saúde física das crianças, mas também a própria formação de sua personalidade, o desenvolvimento de sua inteligência, a sociabilidade, a sexualidade, a autoimagem, a saúde mental e uma lista de capacidades psicossociais que pesquisadores provaram serem diretamente afetadas pelo uso do aparelho.
     A lei dá a chancela que faltava aos pais e aos educadores para bancarem coletivamente o que individualmente não conseguiam bancar. Em parte, porque impor limites tem se tornado cada vez mais desafiador, diante dos imperativos de performance e felicidade aos quais adultos têm se rendido e têm imposto às instituições de ensino.
     Pais passaram a acreditar que fazia parte de suas funções monitorar a vida dos filhos dentro e fora do espaço escolar. Professores tentando se adaptar às novas exigências e permanecer relevantes, diante da sedução desleal das redes, procuraram usar as mídias a seu favor, incluindo-as no dia a dia escolar. Afinal, trata-se de uma ferramenta espetacular que, se não fosse feita exclusivamente para venda de produtos, seria um recurso inestimável. Mas não há mais ingenuidade possível diante do aumento das depressões, automutilações, rebaixamento de QI, acesso irrestrito à pornografia e violência, distorção da autoimagem, evitação social e outras mazelas que já foram mapeadas pelos estudos.
     É de se esperar choro e ranger de dentes durante o processo de reversão de parte do estrago que foi impingido a essa geração nos últimos vinte anos. Nesse caso, não se trata só das crianças, mas também dos adultos responsáveis por elas, que sequer podem contar com uma lei de regulamentação de uso que os ajudaria a lidar com a cooptação nas redes. Teremos trabalho nesse começo, mas motivados pelo desejo de que a época na qual se podia entrar na escola com o celular seja reconhecida como absurda. Resta a esperança de que a experiência diária das crianças, menos oprimidas por esse vício, inspire adultos a se livrarem dele dentro de casa e nos espaços de interação social.


VERA IACONELLI Adaptado de folha.uol.com.br, 18/11/2024.
Com base na leitura global do texto, pode-se concluir que a psicanalista Vera Iaconelli escreve com o objetivo de manifestar um ponto de vista sobre um acontecimento na sociedade.
Tal acontecimento e o ponto de vista da autora estão apresentados em:  
Alternativas
Q4301876 Português
A palavra “poli-insaturado” está hifenizada devidamente, o que não ocorre na escrita do vocábulo:
Alternativas
Respostas
181: B
182: E
183: B
184: C
185: A
186: D
187: C
188: B
189: A
190: D
191: D
192: B
193: B
194: C
195: D
196: A
197: B
198: A
199: C
200: D