Questões de Concurso Sobre pronomes pessoais oblíquos em português

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Q1335575 Português

Texto para responder à questão.

Desejo que desejes Eu desejo que desejes ser feliz de um modo possível e rápido, desejo que desejes uma via expressa rumo a realizações não utópicas, mas viáveis, que desejes coisas simples como um suco gelado depois de correr ou um abraço ao chegar em casa, desejo que desejes com discernimento e com alvos bem mirados.

        Mas desejo também que desejes com audácia, que desejes uns sonhos descabidos e que ao sabê-los impossíveis não os leve em grande consideração, mas os mantenha acesos, livres de frustração, desejes com fantasia e atrevimento, estando alerta para as casualidades e os milagres, para o imponderável da vida, onde os desejos secretos são atendidos.

        Desejo que desejes trabalhar melhor, que desejes amar com menos amarras, que desejes parar de fumar, que desejes viajar para bem longe e desejes voltar para teu canto, desejo que desejes crescer e que desejes o choro e o silêncio, através deles somos puxados pra dentro, eu desejo que desejes ter a coragem de se enxergar mais nitidamente.

MEDEIROS, Martha. Montanha-russa: crônicas. São Paulo L&PM Pocket, 2003

Em “Mas desejo também que desejes com audácia, que desejes uns sonhos descabidos e que ao sabêLOS impossíveis não OS leve em grande consideração, mas OS mantenha acesos, livres de frustração” os pronomes em destaque substituem:
Alternativas
Q1306242 Português

Analise os Cartuns abaixo para responder a questão.



A respeito do Cartum 1, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q1300604 Português

Leia a tirinha.

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Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ).

( ) O termo “na mediocridade”, no primeiro quadrinho completa o sentido do verbo “cair”.

( ) Na frase “A ciência me chama”, a palavra “me” é pronome pessoal e tem, neste contexto, a função de sujeito.

( ) Em “vou comprar uma máquina de tricô”, o sujeito está subentendido.

( ) A frase “quando eu crescer” infere uma ideia de tempo.

( ) A expressão de Mafalda no segundo quadrinho deve-se ao fato de ela perceber que seu amigo sabe utilizar de forma consistente os recursos da Internet.


Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.

Alternativas
Q1293119 Português
Texto para a questão.

     Língua  é  produto  do  meio  social  e,  uma  vez  constituída,  tem  um  papel  ativo  no  processo  de  conhecimento e comportamento do homem. A língua não é  uma  nomenclatura,  que  se  sobrepõe  a  uma  realidade   pré‐categorizada, ela é que classifica a  realidade. Tomemos  um exemplo: em português, chama‐se de posse a investidura,  por  exemplo,  na  presidência  da  República;  em  inglês,  inauguration; em  francês, investiture. A palavra portuguesa  dá  ideia  de  assenhorear‐se  de  alguma  coisa,  de  domínio;  a  inglesa  indica  apenas  começo;  a  francesa  diz  respeito  ao  recebimento de uma função. Esses termos têm, sem dúvida,  relação com a maneira como concebemos o poder do Estado. 

     A  língua  desenvolve‐se  historicamente  e,  uma  vez  constituída, impõe aos falantes uma maneira de organizar o  mundo.  Quando  Wilhelm  von  Stock  traduzia  Antero  de  Quental para o alemão, escreveu ao poeta português sobre a  dificuldade  de  verter  para  o  alemão  o  soneto  Mors‐Amor,  porque as duas figuras alegóricas – o Amor e a Morte – têm  gêneros  diferentes  nas  duas  línguas  (o amor/ die  Liebe –  a  morte/der  Tod).  Responde  Antero  que  “esse  é  um  caso  interessante de influência da língua sobre a imaginação”, pois  representam a morte como mulher os falantes de uma língua  em que a palavra para designá‐la é feminina e como homem aqueles que falam um idioma em que o termo é masculino.

José Luiz Fiorin. Língua, discurso e política. In: Alea: Estudos   Neolatinos, v. 11, n.º 1, p. 148‐165, 2009. 
A respeito dos aspectos linguísticos do trecho “‘esse é um caso interessante de influência da língua sobre a imaginação’, pois representam a morte como mulher os falantes de uma língua em que a palavra para designá‐la é feminina e como homem aqueles que falam um idioma em que o termo é masculino.”, é correto afirmar que
Alternativas
Q1293116 Português

Texto para a questão. 



José Luiz Fiorin (org.). Introdução à Linguística. v. 1 e 2.

São Paulo: Contexto, 2006 (com adaptações).

No que se refere às formas linguísticas usadas no texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1292695 Português

Leia a tirinha.


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Avalie as afirmativas abaixo em relação a tirinha.


1. A denotação e a conotação foram responsáveis pelo humor produzido na tirinha.

2. Temos denotação no segundo quadrinho e conotação no primeiro.

3. O primeiro verbo dito pelo personagem masculino carrega a autoridade de quem o profere, por isso está no imperativo afirmativo.

4. Em “Siga essa receita que eu lhe garanto”, a palavra sublinhada é um pronome oblíquo e está sendo empregado como objeto direto, já que completa o sentido do verbo “garantir”.

5. Olhado sobre o ponto de vista referencial, o pronome “essa” usado pelo personagem masculino desobedece à linguagem formal.


Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Q1292688 Português

Dieta do homem

Nas carteiras da escola me ensinaram, segundo o sábio Claude Bernard, que o caráter absoluto da vitalidade é a nutrição: pois, onde ela existe, há vida; onde se interrompe, há morte.

Mas não me disseram que, entre os animais humanos, o lado que pende para a morte, por falta de nutrição, é mais numeroso que o lado erguido para a vida.

Me ensinaram que os alimentos fornecem ao homem os elementos constituintes da própria substância humana; o homem é o alimento que ele come.

Mas não me disseram que existem homens aos quais faltam os elementos que constituem o homem. Homens incompletos, homens mutilados em sua substância, homens deduzidos de certas propriedades humanas fundamentais; homens vivendo o processo de morte.

Me ensinaram, no delicado modo condicional, que, sem o concurso de certos alimentos minerais e orgânicos, depressa a vida sobre a terra se extinguiria.

Mas não me disseram que, depressa, por toda a parte, a vida se extingue, no duro modo indicativo.

Me ensinaram que o oxigênio é o primeiro elemento indispensável.

Mas não me disseram que só o oxigênio é um bem comum de toda a humanidade, salvo em minas e galerias, onde é escasso.

Me ensinaram que o carbono, o hidrogênio, o azoto, o fósforo e outros minerais são decisivos à vitalidade da célula.

Mas não me disseram (por óbvio, mas eu era um estudante tão distraído) que aqueles elementos não se encontram no ar que respiramos. E ainda que se encontrem na terra, acaso digerida por uma criança, seu poder de assimilação é nenhum.

Me ensinaram que há alimentos orgânicos ternários e quaternários.

Mas não me disseram que dois terços de nossos irmãos no mundo sofrem de fome.

Me ensinaram que os alimentos ternários, constituídos pelas gorduras e pelos hidratos de carbono, são, superlativamente, importantíssimos.

Mas não me disseram que, em cem, dez homens estão, a qualquer hora, às portas da inanição.

Me ensinaram que o ovo, o leite e a carne são alimentos extraordinários. 

Mas não me disseram que, em certas regiões do mundo, há homens que consomem ovos, leite e carne acima das exigências da máquina humana.

Me ensinaram que a sensação de fome é acompanhada de contrações gástricas, uma espécie de cãibra no estômago; mas me disseram isso de maneira impessoal, como se fosse apenas a dedução teórica de um acidente possível.

Me ensinaram que as vitaminas são substâncias influentes no crescimento e na saúde; quando elas faltam, comparecem o escorbuto, o beribéri, a pelagra e outras doenças.

Mas não me disseram nem onde, nem quantos padecem de avitaminoses.

Nas carteiras da escola me ensinaram muitas coisas.

Mas não me disseram coisas essenciais à condição de homem.

O homem não fazia parte do programa.

Paulo Mendes Campos

Considere o trecho:


“… Me ensinaram, no delicado modo condicional, que, sem o concurso de certos alimentos minerais e orgânicos, depressa a vida sobre a terra se extinguiria.

Mas “não me disseram que, depressa, por toda a parte, a vida se extingue, no duro modo indicativo.”


Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) em relação ao trecho.

( ) A frase: “A vida na terra se extinguirá com a ausência de certos alimentos orgânicos” contrapõe o “modo condicional” dito no texto.

( ) Modo condicional e modo indicativo, no contexto, apresentam ideias contrárias; este apresenta uma possibilidade e aquele, uma realidade.

( ) Passada a frase para o modo indicativo teríamos: “Se certos alimentos minerais e orgânicos deixarem de existir, depressa a vida na terra se extinguirá”.

( ) O modo imperativo é, essencialmente, usado em contextos de interlocução, o que justifica a não existência da primeira pessoa do singular.

( ) O pronome oblíquo “me” está sendo usado de maneira incorreta, nesse trecho e ao longo do texto, se considerada a linguagem formal.


Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.

Alternativas
Q1291549 Português

Leia o texto a seguir e responda à questão.


O imperativo da inclusão


Grandes avanços foram feitos para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) desde que eles foram definidos em 2000. Mas, infelizmente, muitos países ainda estão muito longe de atingi- -los. Mesmo as nações que fizeram um progresso substancial, alguns grupos – incluindo povos indígenas, moradores de favelas e áreas remotas, minorias religiosas e sexuais e pessoas com deficiência – ainda são constantemente excluídos. Como apontou um relatório recente do Banco Mundial, entender o porquê é essencial para garantir que esforços futuros para o desenvolvimento sejam mais eficientes e inclusivos.

Essas falhas refletem as consequências de longo alcance da exclusão. A Organização Mundial de Saúde (OMS) e o Banco Mundial descobriram que crianças com deficiência têm menos chances de ingressar em escolas do que os seus pares não deficientes – e que entre elas há um índice maior de evasão escolar. Na Indonésia, há uma discrepância de 60% entre crianças com e sem deficiências que frequentam o ensino fundamental e uma diferença de 58% no ensino médio. O sentimento resultante da exclusão e da alienação pode enfraquecer a integração social e até mesmo levar à agitação e conflitos.


(Adaptado de: <http://veja.abril.com.br/economia/o-imperativo-da-inclusão>. Acesso em: 20 nov. 2017.) 

No texto, alguns elementos linguísticos fazem a retomada de um termo já citado, como é o caso do pronome “eles” em “desde que eles foram definidos”; o pronome “os” em “estão muito longe de atingi-los”; o pronome “elas” em “e que entre elas há um índice maior de evasão escolar”; e do pronome “seus” em “do que seus pares não deficientes”. Assinale a alternativa que apresenta, correta e respectivamente, quais os referentes linguísticos dos elementos sublinhados.
Alternativas
Q1288582 Português
Complete a lacuna com os pronomes corretamente. I) Ouviram-___ gritar muito alto. II) Não existe mais nenhum sentimento entre ____ e você. III) Entrega___ o presente que sua tia mandou.
Alternativas
Q1287724 Português
Leia as frases abaixo e complete com o pronome corretamente de acordo com a norma padrão culta da escrita. I) ____ nunca mais dormimos com tranquilidade. II) Bons ventos __ levem. III) O livro sumiu, mas puseram___agora mesmo sobre a mesa!
Alternativas
Ano: 2018 Banca: IESES Órgão: CRM-SC Prova: IESES - 2018 - CRM-SC - Médico Fiscal |
Q1281148 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão sobre seu conteúdo.

A moça em prantos

    O poeta encontrou uma pedra no meio do caminho, nunca esqueceu dessa pedra, que lhe deu assunto para o seu poema mais conhecido. Não sendo poeta, encontrei não uma, mas infinitas pedras no meio do caminho, e não só no meio, mas no início e no fim de cada caminho. Não me renderam um único poema, nem mesmo uma modesta crônica.
    Mas jamais esqueci a primeira moça que vi chorando. Eu devia ter seis ou sete anos, achava que só as crianças podiam e deviam chorar, tinham motivos bastante para isso, desde as fraldas molhadas nos primeiros meses de existência até a inexpugnável barreira dos “não pode”, que emparedam a infância e criam neuras para o resto da vida.
    Um adulto chorando era incompreensível para mim, um acontecimento pasmoso, uma aberração da natureza, pois os adultos podiam tudo e tudo lhes é permitido. E a moça era um adulto, ao menos para mim, embora ela fosse realmente moça, aí pelos 15 anos ou pouco mais.
    E chorava. Não abrindo o berreiro como as crianças, mas dolorosamente, e na certa misturando motivos.
    Mesmo assim fiquei imaginando a causa do seu pranto. Faltara à escola e por isso ficara sem sobremesa? Fora proibida de brincar na calçada? Queria ganhar uma bicicleta e fora convencida a continuar com o insípido velocípede?
    Vi muita gente chorando depois, homens feitos, mulheres maduras. Eu mesmo, quando levo meus trancos, repito o menino que ia para debaixo da mesa de jantar para poder chorar sem passar recibo da minha dor. Hoje, ficaria feio esconder-me debaixo das mesas, mas sei que é um bom lugar para isso. Melhor do que a cama, onde devemos fazer outras coisas. A moça que chorava não se escondera, chorava de mansinho, na verdade nem parecia estar chorando. Devia apenas estar muito triste porque misturava todos os motivos para a sua tristeza.
(Carlos Heitor Cony, Folha de São Paulo, 04/05/2003) 
No trecho; “pois os adultos podiam tudo e tudo lhes é permitido” temos a presença do pronome LHE. Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q1275798 Português
Leia o texto abaixo para responder a questão.

Confira a seguir os principais trechos da conversa com o filósofo, em que ele diz o que pensa sobre temas como propósito, obsessão pela carreira e equilíbrio entre lazer e trabalho:

EXAME.com – O excesso de trabalho está roubando cada vez mais tempo do lazer e da convivência familiar. Num mercado tão competitivo, ainda é possível ter uma carreira de sucesso sem sacrificar a felicidade em outros âmbitos da vida?

Mário Sérgio Cortella – É evidente que você precisa se dedicar à carreira, mas não pode deixar que apenas um aspecto da vida obscureça todos os demais. É preciso buscar um equilíbrio entre as diversas faces da existência. E esse equilíbrio é igual ao necessário para andar de bicicleta: você precisa estar sempre em movimento para não cair. Equilíbrio significa ser capaz de ir aos extremos sem se perder neles. Você pode ter uma alimentação equilibrada mas, de vez em quando, mergulhar com alegria numa garrafa de vinho, num churrasco. Mas não vai fazer isso todo dia, toda hora. Da mesma forma, quando as pessoas fazem cursinho pré-vestibular, elas não têm fim de semana, não têm balada, não têm nada. Mas ninguém vai passar o resto da vida fazendo cursinho, senão enlouquece. Uma pessoa que passa o tempo todo obcecada pela carreira está adoentada. É preciso cautela, porque isso vai torná-la infeliz. Há momentos na vida em que você vai se dedicar mais aos filhos do que à sua carreira. Em outros, você precisará trabalhar por 12, 13 horas por dia e ficará menos tempo com a família. O importante é não se perder nos extremos, mas saber transitar entre eles.

EXAME.com – Não vivemos numa cultura que incentiva os extremos?

Mário Sérgio Cortella – Sem dúvida. Existe a ideia de que sucesso significa trabalho contínuo, que você deve esquecer os outros aspectos da vida. Nossa cultura incentiva isso, suga as pessoas, vai exaurindo suas forças, transformando cansaço em estresse. O cansaço resulta de um esforço intenso.
O estresse é quando você já não tem compreensão do que está fazendo. No entanto, o que é imposto pela cultura não é obrigatório. É preciso andar na contramão dessa ideia e tentar buscar o equilíbrio entre as diversas faces da vida. Não é fácil, mas também não é impossível.

(Texto adaptado. GASPARINI, Claudia. Cortella diz qual é o segredo para acordar feliz na 2ª feira. EXAME. 13/3/2018. Disponível em: https://exame.abril.com.br/carreira/cortella-diz-qual-e-o-segredopara-acordar-feliz-na-2a-feira/)
““É preciso buscar um equilíbrio entre as diversas faces da existência.”
Assinale a alternativa que substitui corretamente a expressão “um equilíbrio” por um pronome oblíquo.
Alternativas
Q1269905 Português

Adaptado de VERISSIMO, E. Incidente em Antares. 49.ed.

São Paulo: Globo, 1997.  

Assinale com 1 aqueles pronomes que se referem ao narrador do texto e com 2 aqueles pronomes que não se referem ao narrador do texto.


( ) me (l. 01)

( ) me (l. 07)

( ) lhe (l. 08)

( ) me (l. 09)

( ) me (l. 27)


A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é

Alternativas
Q1254627 Português
Leia o poema a seguir e responda à questão.


“Ouça, Virgínia, é preciso amar o inútil.
Criar pombos sem pensar em comê-los,
plantar roseiras sem pensar em colher rosas,
escrever sem pensar em publicar,
fazer coisas assim sem esperar nada em troca.
A distância mais curta entre dois pontos pode ser a
linha reta,
mas é nos caminhos curvos que se encontram as
melhores coisas.”

(Lygia Fagundes Telles, trecho do livro Ciranda de pedra)
Ainda a respeito do mesmo termo “los”, assinale a alternativa que o classifica e define corretamente.
Alternativas
Q1253852 Português

Aponte a alternativa correta relativamente às afirmações sobre a colocação pronome oblíquo átono.



I. Para Azeredo (2008, p. 259), “Mesmo os falantes mais escolarizados tendem a substituir as formas oblíquas átonas o/a/os/as por ele/ela/eles/elas, quando relativas à pessoa de quem se fala”.


II. A ênclise constitui uso padrão na variedade culta brasileira, quando a palavra que precede imediatamente o verbo é um advérbio ou pronome de significação negativa.


III. Se a palavra que precede imediatamente o verbo é um conectivo de subordinação, a colocação preferida é a próclise, especialmente se o verbo encontra-se no modo subjuntivo. 

Alternativas
Q1203881 Português
As palavras destacadas foram substituídas corretamente por um pronome oblíquo, exceto na alternativa:
Alternativas
Q1175833 Português
Após análise do trecho reproduzido a seguir, indique a alternativa correta quanto à classificação das palavras sublinhadas: “...os trabalhadores passarão a ser mais cobrados e remunerados pelos resultados que gerarem no seu dia a dia...” (l. 16-17) 
Alternativas
Q1175282 Português
Cavalos que sofreram maus-tratos são apreendidos 
A Polícia Militar de São João del-Rei, Região Central de Minas Gerais, registrou na tarde desta quinta-feira (16), um boletim de ocorrência sobre maus-tratos a três cavalos no bairro Solar da Serra. Um deles foi encontrado morto, enquanto os outros dois estariam muito magros.

Os policiais teriam sido chamados pela vice-presidente da ONG Clube do Vira Lata, Cláudia Ferreira. De acordo com ela, a ONG já vinha recebendo várias denúncias em relação ao descuido com os cavalos, mas nunca teria achado os proprietários dos animais.

(Disponível em: www.em.com.br - com adaptações)
Com base no texto 'Cavalos que sofreram maus-tratos são apreendidos', leia as afirmativas a seguir:
I. O autor utiliza uma linguagem objetiva para descrever fatos ocorridos no bairro Solar da Serra, no estado de Minas Gerais.
II. O vocábulo "descuido", presente no segundo parágrafo, pode ser classificado como pronome oblíquo.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1166606 Português

A Bola


      O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola do pai. Uma número 5, de couro.

      Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola.

      O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse “Legal!”. Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.

      − Como é que liga? − perguntou.

      − Como, como é que liga? Não se liga.

      − O que é que ela faz?       

      − Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela.

      − O quê?

      − Controla, chuta...

      − Ah, então é uma bola.

      − Claro que é uma bola. Você pensou que fosse o quê?

      − Nada, não.

      O garoto agradeceu, disse “Legal” de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da tevê, com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogame. Algo chamado Monster Baú, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de blip eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentavam se destruir mutuamente.

      O pai pegou a bola nova e ensaiou algumas embaixadas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.

      − Filho, olha.

      O garoto disse “Legal” mas não desviou os olhos da tela.

(Adaptado de: VERISSIMO, Luis Fernando. Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro, Objetiva, p. 18-19) 

O pai pegou a bola nova e ensaiou algumas embaixadas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente...


Para eliminar a repetição da palavra bola, o segmento destacado deve ser substituído, conforme a norma-padrão da língua, por

Alternativas
Q1163442 Português

(Rubem Braga. "Para gostar de ler". São Paulo: Ática, 1991) 

O vocábulo “lhe”, no trecho “Devo dizer que estou desolado com tudo isso, e lhe dou inteira razão.” (l. 4-5), classifica-se como:
Alternativas
Respostas
1221: D
1222: A
1223: E
1224: E
1225: C
1226: C
1227: D
1228: E
1229: C
1230: A
1231: A
1232: B
1233: E
1234: A
1235: B
1236: D
1237: A
1238: B
1239: A
1240: D