Questões de Concurso
Comentadas sobre pronomes pessoais oblíquos em português
Foram encontradas 1.675 questões
De acordo com as regras de colocação pronominal, a forma correta do pronome oblíquo para substituir o termo destacado é
Leia o texto a seguir para responder a questão.
IA deixa as histórias mais genéricas? Este estudo diz que sim
O uso de ferramentas de IA generativa, como o ChatGPT, foi um dos tópicos debatidos durante a greve de atores e roteiristas de Hollywood, em 2023. Os escritores conseguiram um acordo que regulava o uso de inteligência artificial, barrando-a de criar e reescrever roteiros. Ficou acordado que as ferramentas podem ser usadas pelos trabalhadores, mas não por seus chefes para substituí-los.
Um novo estudo científico d· mais base ‡s reivindicações dos trabalhadores criativos de Hollywood. Publicada na Science Advances, a pesquisa mostrou que a IA generativa pode até facilitar a tarefa de escrever um romance ou um roteiro de filme, mas ela também deixa as histórias mais genéricas e repetitivas.
A pesquisa queria avaliar como as ferramentas de IA podem ajudar pessoas normais com tarefas criativas. 300 voluntários, que não escreviam profissionalmente, tiveram sua criatividade avaliada por um teste psicológico que pedia que eles falassem dez palavras drasticamente diferentes. Depois disso, eles foram divididos em três grupos para escrever uma história com oito frases sobre uma aventura no mar aberto, na selva ou em outro planeta.
Os participantes também foram divididos aleatoriamente em outros três grupos para receber níveis variáveis de assistência da IA em suas tarefas criativas. Enquanto um grupo não teve ajuda, outro recebeu uma ideia de história de três frases feita pelo ChatGPT, e o terceiro poderia ter até cinco ideias de histórias geradas por inteligência artificial para compor seu texto.
Os 300 participantes e mais 600 voluntários externos julgaram as histórias que surgiram, seguindo os critérios comuns de novidade, de quão agradável o texto era e de quanto potencial aquilo tinha para se tornar um livro completo.
A IA aumentou a criatividade de escritores individuais em até 10%, e o quanto a história era aprazível em até 22%, atuando em aspectos como estrutura ou reviravoltas. Esses efeitos positivos foram mais significativos entre os escritores que se saíram pior no primeiro teste de criatividade. No estudo, a IA funcionou como um nivelador entre pessoas mais e menos criativas.
Coletivamente, porém, os efeitos da IA não foram tão positivos. As histórias desenvolvidas com esse auxílio eram muito mais parecidas entre si do que as criadas do zero pelos autores. Os voluntários ficaram muito dependentes das ideias providenciadas pela inteligência artificial, se ancorando a isso e produzindo histórias mais genéricas como consequência.
Ou seja, a IA até pode deixar mais fácil para algumas pessoas produzirem arte. Porêm, coletivamente, o efeito do uso dessas ferramentas È que o fator novidade diminui. Os pesquisadores acreditam que h· um perigo de que a IA generativa vire uma muleta e feche as portas para o desenvolvimento criativo das pessoas, se apoiando demais no robô-escritor.
LIMA, E. IA deixa as histórias mais genéricas? Este
estudo diz que sim. Revista Superinteressante. Disponível
em.
“…não os alijam da sociedade brasileira, mas os
identificam…”
Em relação aos pronomes átonos, são feitas as seguintes observações sobre esse trecho:
1. Poderíamos colocar o primeiro pronome após o verbo. Isso resultaria na seguinte forma: alijam-nos. Tal colocação pronominal não incorreria em infração à norma culta.
2. Poderíamos colocar o segundo pronome também após o verbo. Isso resultaria na seguinte forma: identificam-nos. Tal colocação estaria de acordo com a norma culta.
3. Poderíamos substituir tais pronomes, nos dois casos, pelo oblíquo LHES, e isso não estaria em desacordo com a norma culta.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Não há o emprego de qualquer pronome pessoal no trecho lido acima.
A minha única salvação é a alegria. Uma alegria atonal dentro do it essencial. Não faz sentido? Pois tem que fazer. Porque é cruel demais saber que a vida é única e que não temos como garantia senão a fé em trevas − porque é cruel demais, então respondo com a pureza de uma alegria indomável. Recuso-me a ficar triste. Sejamos alegres. Quem não tiver medo de ficar alegre e experimentar uma só vez sequer a alegria doida e profunda terá o melhor de nossa verdade.
LISPECTOR, Clarice. Água viva. 1. ed. Rio de Janeiro: Rocco, 1973, p.
Finalmente ela irá emprestar o livro para .............. ler!
Entre ............ e você não deveria haver segredos!
Este presente é para ............. ?
1. Aos domingos ele almoça com nós todos. 2. Este presente é para eu? 3. Fitaram-se, um buscando no outro o amor sereno.
Assinale a alternativa que indica todas as frases corretas, segundo a norma-padrão.
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Moda é política e reflete as transformações no mundo
Se você fosse presidente do Brasil, que tipo de roupa usaria? Terninho com tênis como a Kamala Harris, vice-presidente dos Estados Unidos? As cores fortes dos blazers da ex-chanceler da Alemanha, Angela Merkel? Vestiria um jeans, de vez em quando, para mostrar conexão com as ruas? Ou biojoias e roupas nacionais, de marcas que ensaiam práticas sustentáveis, para ressaltar a consciência em relação ao meio ambiente e apoiar o design local?
A cada eleição no Brasil, torço muito para ser surpreendida com candidatas mulheres assumindo governos, dominando o Congresso, em sintonia com os anseios contemporâneos e com as necessidades sociais do país – de preferência, usando a moda para ajudá-las a expressar suas convicções e propósitos.
Acho triste ver políticos se vestindo de forma pasteurizada. O uso obrigatório do terno no Congresso tem a ver com isso, já que a moda autêntica expõe verdades – convenientes ou não. Enquanto estão de terno, aparentemente são todos iguais. Imponentes, trabalhando dentro das convenções e mantendo a estrutura patriarcal que, infelizmente, domina nossa sociedade e se reflete no governo.
Como diria Costanza Pascolato, as aparências realmente não enganam. Repare que, quando alguém tenta se disfarçar usando uma roupa sem convicção, seu estilo nunca parece ajustado. Ao contrário: em geral, a pessoa acaba transmitindo uma imagem incoerente, falsa.
É que a moda joga na cara nossas intenções e crenças, mesmo quando não nos damos conta disso. Assim, pode funcionar como armadilha para os políticos (honestos) que, seguindo orientações de seus marketeiros, repetem uma fórmula que não lhes cabe no vestuário – e, enquanto fingem ser quem não são, acabam escondendo suas verdades.
[...]
Difícil de escapar quando o Regimento Interno do Congresso, em vigor entre 2019 e 2023, aconselha às congressistas que usem tailleurs ou vestidos e sapatos sociais. Essa orientação ao público feminino tem origem no fato de que as mulheres só puderam começar a usar calças compridas no plenário (pasmem!) em 1997. Ainda hoje, o uso de jeans, tênis e sandálias rasteiras é estritamente proibido por lá.
Espelho de uma época, a moda reflete as transformações do mundo, do novo movimento feminista à urgência por diversidade, da equidade racial às causas LGBTQIAP+. Na posse da vice-presidente norte- -americana, Kamala Harris, o grande destaque foi a variedade de looks – a maioria de designers negros e mulheres – em tons de roxo, alusão ao movimento sufragista, desfilados por convidadas e pela própria.
Recentemente também, o movimento Time’s Up, criado por atrizes, diretoras e produtoras de Hollywood, denunciou abuso e assédio sexual no meio, no Globo de Ouro de 2018, com todas de preto no tapete vermelho.
Moda é exatamente sobre isso. Podemos nos vestir sem pensar o que nossas escolhas significam, ou fazer das roupas uma voz para defender nossos ideais. Não só os políticos, mas cada um de nós. Vale na vida, no look de tomar vacina ou votar – mas vale mais ainda na hora de escolher as pessoas que vão representar você a partir de janeiro. E sempre.
(Texto adaptado. Maria Rita Alonso, Revista Marie Claire, 16/02/2022. Disponível em: https://revistamarieclaire.globo.com/Blogs/Maria-Rita-Alonso/noticia/2022/02/ moda-e-politica-e-reflete-transformacoes-no-mundo.html)
“Acho triste ver POLÍTICOS se vestindo de forma pasteurizada”. “Pode funcionar como armadilha para os políticos (honestos) que repetem UMA FÓRMULA”
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Moda é política e reflete as transformações no mundo
Se você fosse presidente do Brasil, que tipo de roupa usaria? Terninho com tênis como a Kamala Harris, vice-presidente dos Estados Unidos? As cores fortes dos blazers da ex-chanceler da Alemanha, Angela Merkel? Vestiria um jeans, de vez em quando, para mostrar conexão com as ruas? Ou biojoias e roupas nacionais, de marcas que ensaiam práticas sustentáveis, para ressaltar a consciência em relação ao meio ambiente e apoiar o design local?
A cada eleição no Brasil, torço muito para ser surpreendida com candidatas mulheres assumindo governos, dominando o Congresso, em sintonia com os anseios contemporâneos e com as necessidades sociais do país – de preferência, usando a moda para ajudá-las a expressar suas convicções e propósitos.
Acho triste ver políticos se vestindo de forma pasteurizada. O uso obrigatório do terno no Congresso tem a ver com isso, já que a moda autêntica expõe verdades – convenientes ou não. Enquanto estão de terno, aparentemente são todos iguais. Imponentes, trabalhando dentro das convenções e mantendo a estrutura patriarcal que, infelizmente, domina nossa sociedade e se reflete no governo.
Como diria Costanza Pascolato, as aparências realmente não enganam. Repare que, quando alguém tenta se disfarçar usando uma roupa sem convicção, seu estilo nunca parece ajustado. Ao contrário: em geral, a pessoa acaba transmitindo uma imagem incoerente, falsa.
É que a moda joga na cara nossas intenções e crenças, mesmo quando não nos damos conta disso. Assim, pode funcionar como armadilha para os políticos (honestos) que, seguindo orientações de seus marketeiros, repetem uma fórmula que não lhes cabe no vestuário – e, enquanto fingem ser quem não são, acabam escondendo suas verdades.
[...]
Difícil de escapar quando o Regimento Interno do Congresso, em vigor entre 2019 e 2023, aconselha às congressistas que usem tailleurs ou vestidos e sapatos sociais. Essa orientação ao público feminino tem origem no fato de que as mulheres só puderam começar a usar calças compridas no plenário (pasmem!) em 1997. Ainda hoje, o uso de jeans, tênis e sandálias rasteiras é estritamente proibido por lá.
Espelho de uma época, a moda reflete as transformações do mundo, do novo movimento feminista à urgência por diversidade, da equidade racial às causas LGBTQIAP+. Na posse da vice-presidente norte- -americana, Kamala Harris, o grande destaque foi a variedade de looks – a maioria de designers negros e mulheres – em tons de roxo, alusão ao movimento sufragista, desfilados por convidadas e pela própria.
Recentemente também, o movimento Time’s Up, criado por atrizes, diretoras e produtoras de Hollywood, denunciou abuso e assédio sexual no meio, no Globo de Ouro de 2018, com todas de preto no tapete vermelho.
Moda é exatamente sobre isso. Podemos nos vestir sem pensar o que nossas escolhas significam, ou fazer das roupas uma voz para defender nossos ideais. Não só os políticos, mas cada um de nós. Vale na vida, no look de tomar vacina ou votar – mas vale mais ainda na hora de escolher as pessoas que vão representar você a partir de janeiro. E sempre.
(Texto adaptado. Maria Rita Alonso, Revista Marie Claire, 16/02/2022. Disponível em: https://revistamarieclaire.globo.com/Blogs/Maria-Rita-Alonso/noticia/2022/02/ moda-e-politica-e-reflete-transformacoes-no-mundo.html)
“Podemos NOS vestir sem pensar o que nossas escolhas significam, ou fazer DAS roupas uma voz para defender nossos ideais”.
Leia o texto e responda a questão.
Divertida Mente: o que podemos tirar de lição nesse filme?
Divertida Mente é uma animação da Disney Pixar de 2015 dirigida por Pete Docter, responsável por Up, Monstros SA e outros filmes, com consultoria de Paul Ekman, psicólogo pesquisador das emoções.
Em resumo, o filme Divertida Mente é sobre o período entre os 11 e 12 anos de Riley, uma garotinha, e sobre as emoções que a controlam: Alegria, Medo, Tristeza, Raiva e Nojinho. Neste período Riley e suas emoções passam por muitas mudanças, não apenas porque a garotinha está crescendo, mas também porque ela está se mudando para outra cidade.
Alegria é uma das personagens principais, mas também uma espécie de vilã, já que ela não entende até o fim do filme o que a Riley realmente precisa. Ela entende que o Medo e a Novinho são úteis para a Riley enquanto instinto de sobrevivência, como quando ela se depara com um alimento estragado ou algo perigoso, e a Raiva para estimulá-la a lutar contra injustiças, mas ela não entende a necessidade da Tristeza.
Certamente, o erro da Alegria é o erro de muitos: achar que não devemos ficar tristes nunca. Todas as emoções são necessárias para nos preparar para os eventos da vida, elas nos guiam e têm propósito, trazendo significado às nossas experiências.
[...]

Com base na estrutura linguística e no vocabulário empregados no texto, julgue o item a seguir.
Prejudicaria a correção gramatical do texto a substituição do pronome “‑la” (linha 50) por ela, da seguinte forma: reforçar ela.