Questões de Concurso
Comentadas sobre pronome de tratamento em português
Foram encontradas 216 questões
I. O senhor entende minha situação?
II. Eu comprei a passagem de férias.
III. Para mim, essa decisão foi um engano.
IV. Eu quero falar com você.
Estão CORRETOS:
O emprego da forma “você” (sétimo período) está inadequado ao nível de formalidade do texto.
A adequada correlação entre o cargo e o pronome de tratamento está estabelecida em:
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 03 a seguir para responder à questão que a ele se refere.
Texto 03

Disponível em: https://acontecendoaqui.com.br/propaganda/smiles. Acesso em: 17 fev. 2023.
I. A vírgula no primeiro período foi usada, de acordo com a norma, para separar um aposto explicativo. II. O “se” foi usado como pronome reflexivo e corresponde, semanticamente, a “a si mesmo”. III. O termo “você” faz com que ocorra uma próclise no trecho “para você se descobrir”, já que os pronomes pessoais de tratamento são palavras atrativas. IV. A desinência verbal em “somos” explicita que esse verbo se encontra na 1.ª pessoa do plural. V. O substantivo “plataforma” funciona como elemento referencial e de coesão, pois remete ao termo “Smiles”.
Estão CORRETAS as afirmativas
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Gentileza gera gentileza: dicas para ser uma pessoa melhor
Por Universo Jatobá

(Disponível em: cidadeverde.com/noticias/175824/gentileza-gera-gentileza-conheca-10-dicas-para-ser-umapessoa-melhor – texto adaptado especialmente para esta prova).
Julgue o item subsequente.
A função sintática de um termo pode ser expressa por
diferentes elementos, como preposições, pronomes e
conjunções. Por exemplo, um complemento nominal
pode ser introduzido por uma preposição.
Na frase em questão, encontram-se, respectivamente, os pronomes:
I – Na escrita da frase: “Vive-se num mar de tristezas” – temos exemplo de hipérbole. II – “Medo” é antônimo de “pavor”. III – O pronome de tratamento da frase: “Você merece ser feliz!” - apresenta um exemplo de interlocutor direto. IV – Entre os sinônimos de “Alegria” - temos: “entusiasmo”; “animação”; “bom-humor”.
Marque a expressão com análise correta.
A história em quadrinhos (HQ) utiliza textos verbais e não-verbais na comunicação para persuadir e convencer o público-alvo. Essas escolhas servem para despertar emoções, sensibilizar e chamar a atenção do receptor.
Disponível em:<https://www.umsabadoqualquer.com/caes-e-gatos-cotade-atencao/>. Adaptado.
Considere o texto da HQ e informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma.
( ) No quarto quadrinho identifica-se uma palavra do universo urbano que caracteriza o uso mais informal da língua.
( ) No último quadrinho, o sinal indicativo de crase foi corretamente empregado antes do pronome de tratamento.
( ) No segundo quadrinho uma das palavras é considerada polissêmica, pois pode apresentar outros sentidos se for empregada em outros contextos.
( ) A linguagem não verbal é desnecessária para o entendimento do texto da HQ e inferior à linguagem verbal, esta sim mais importante nesse gênero textual.
De acordo com as afirmações, a sequência correta é
Assinale o pronome de tratamento que o grupo terá de utilizar na invocação desse texto oficial.
Aguardamos que ________, senhor prefeito, _______ verificar as condições por nós apontadas, e que sejam tomadas as medidas necessárias no sentido de solucionar tais dificuldades:
INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.
TEXTO I
Modos de dizer
Uma vez um rei sonhou que todos os seus dentes lhe foram caindo da boca, um após outro, até não ficar nenhum. Era no tempo em que havia magos e adivinhos. O rei mandou chamar um deles, referiu-lhe o sonho e pediu-lhe que o decifrasse. O adivinho levou a mão à testa, pensou, pensou, consultou a sua ciência e disse:
– Saiba Vossa Majestade que a significação do seu sonho é a seguinte: está para lhe suceder uma grande infelicidade. Todos os seus parentes, a rainha, os seus filhos, netos, irmãos, todos vão morrer sem ficar um só ante os olhos de Vossa Majestade.
O rei entrou em cólera, ficou muito irritado e, chamando os guardas do palácio, mandou decepar a cabeça do adivinho que lhe profetizara coisas tão tristes.
Estava o rei muito acabrunhado com o vaticínio, quando se aproximou um cortesão e lhe aconselhou que consultasse outro adivinho, porque a interpretação do primeiro podia estar errada e não devia Sua Majestade se afligir em vão.
O rei adotou o conselho, mandou chamar outro mago e lhe narrou o mesmo sonho, pedindo que o decifrasse.
O adivinho levou a mão à testa, pensou, pensou, consultou a sua ciência e disse:
– Saiba Vossa Majestade que o seu sonho significa o seguinte: Vossa Majestade terá muitos anos de vida. Nenhum dos seus parentes lhe sobreviverá. Nem mesmo o mais moço e mais forte deles terá o desgosto de chorar a perda de Vossa Majestade.
O rei, muito satisfeito, mandou encher o adivinho de presentes, deu-lhe muitas moedas de ouro, muitos diamantes, roupas de seda bordadas e um palácio para morar, nomeando-o adivinho oficial do reino. [...]
BACHELET, Mário. Antologia Portuguesa.
São Paulo: FTD, 1965.