Questões de Concurso Sobre problemas da língua culta em português

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Ano: 2013 Banca: IBFC Órgão: ILSL Prova: IBFC - 2013 - ILSL - Auxiliar de Saúde |
Q512830 Português
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas.
Ele é um ___________ bem qualificado e mereceu a ___________.
Alternativas
Ano: 2013 Banca: Makiyama Órgão: TJ-MG Prova: Makiyama - 2013 - TJ-MG - Oficial Judiciário |
Q500374 Português
Assinale a alternativa em que TODAS as palavras apresentam CORRETAMENTE sua forma plural:
Alternativas
Q494498 Português
Observe o emprego de “porque”, “porquê”, “por que” e “por quê” e marque a opção incorreta:
Alternativas
Q487933 Português
A correção gramatical do texto seria mantida caso
Alternativas
Q487363 Português
Em relação às ideias e estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item a seguir.

Mantém-se a correção gramatical do período ao se substituir “cerca de” (l.17) por acerca de.
Alternativas
Q487315 Português
Nas opções a seguir, são apresentados trechos adaptados do sítio http://www.todospelaeducacao.org.br/institucional/as-5-metas/, que, em seu conjunto, constituem um texto. Assinale a opção em que o trecho foi transcrito de forma gramaticalmente correta.
Alternativas
Q478417 Português
Tendo em conta o padrão culto escrito, em seu registro formal, assinale a alternativa em que NÃO haja erro.
Alternativas
Q478158 Português
Considere as orações abaixo:

I. Nesta semana, eu já tinha chegado tarde ao escritório.
II. Ele deixou claro a sua opinião.

De acordo com a norma culta,
Alternativas
Ano: 2013 Banca: IBFC Órgão: ILSL Prova: IBFC - 2013 - ILSL - Técnico de Enfermagem |
Q469972 Português
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas.

Ele não foi _____ festa _______ estava chateado?
Alternativas
Q469262 Português
Com base na tirinha a seguir, responda à questão:

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No segundo quadro, Calvin, ao questionar sobre a resolução de um problema de matemática, emprega a forma “por quê” . A língua portuguesa apresenta diferentes casos em que se utilizam as formas por que, por quê, porque e porquê. Preencha com as formas adequadas as lacunas do excerto da crônica “Na Escola”, de Carlos Drummond de Andrade.

Surgiu um movimento para as professoras poderem usar calça comprida nas escolas. O governo disse que deixa, a diretora também, mas no meu caso eu não quero decidir por mim. O que se faz na sala de aula deve ser de acordo com os alunos. Para todos ficarem satisfeitos e um não dizer que não gostou. Assim não tem problema. Bem, vou começar pelo Renato Carlos. Renato Carlos, você acha que sua professora deve ou não deve usar calça comprida na escola?

— Acho que não deve – respondeu, baixando os olhos.
— ___________?
— ___________ é melhor não usar.
— E _________ é melhor não usar?
— ___________ minissaia é muito mais bacana.


(ANDRADE, C. D. Na escola. In: SABINO, Fernando et alli. Para gostar de ler. v.2, São Paulo: Ática, 1979.)

Assinale a alternativa que contenha a sequência correta:
Alternativas
Q469260 Português
Com base na tirinha a seguir, responda à questão:

imagem-001.jpg


“Eu nunca havia pensado no aspecto literário da matemática.” A expressão “havia pensado”, extraída da fala do personagem Hobbs, está de acordo com a variedade culta da língua. Assinale a única alternativa em que se desrespeitou a norma culta:
Alternativas
Q468685 Português
O verbo obter está empregado de acordo com a norma- -padrão em:
Alternativas
Q461257 Português
Assinale a alternativa que apresenta uma reelaboração da pergunta feita pela professora ao Menino Maluquinho no último quadrinho, respeitando a norma-padrão da língua portuguesa.
Alternativas
Q443690 Português
                                                  Sem ódio

      Ao término de laboriosas pesquisas, mesas-redondas, simpósios, inquéritos e análises em laboratórios de psicologia,descobriu-se que os motoristas guiavam com ódio. Agora que isto ficou esclarecido, a solução, fácil e independente do Código Nacional de Trânsito, que por ser código não costuma ser cumprido, está na frase: GUIE SEM ÓDIO.
      — Como é que eu vou fazer daqui por diante — bramia aquele agraciado com a grã-cruz da Ordem do Mérito dos Atropeladores da Guanabara e do Grande Rio —, se não sei guiar com outro aditivo?
      Diversos motoristas, aspiran+tes ao mesmo galardão,cogitam de substituir o ódio, que está proibido, por sucedâneos mais ou menos eficazes, e verificam as propriedades estimulantes do rancor (esse ódio de segunda categoria), da aversão, da raiva, da antipatia generalizada. Mas a impressão comum é esta:
      — Se ao menos recomendassem “Guie com pouco ódio”,a gente procurava maneirar. Assim não dá.
      Todo resultado científico pode ser contestado. Por isso, começam a aparecer os que negam validade aos estudos feitos.Garantem não nutrir ódio algum ao pedestre. Se acabam com este, não é por detestarem a espécie, que lhes é indiferente.Como também não odeiam os muros, paredes, árvores e postes que derrubam. É porque eles atravessam o caminho. Portanto,se alguma recomendação deve ser feita, a melhor seria esta,inclusive aos postes: FOGE QUE ELE VEM LÁ.
      Ouvi dizer que a Companhia Telefônica pensa em lançar uma variante, dirigida aos usuários que tiveram suas contas aumentadas com impulsos fantasmas: PAGUE SEM ÓDIO.
      O filme não presta? Assista sem ódio. Bife de pedra no restaurante? Coma sem ódio. O livro é chatíssimo? Leia sem ódio. O conferencista dá sono? Durma sem ódio. Se tiver de brigar, brigue sem ódio. Se possível. Se de todo for impossível,odeie sem ódio, tá?

ANDRADE, Carlos Drummond de. “Sem ódio”.
In: Os dias lindos. Rio de Janeiro: Record,
2008 (Adaptado).


Considerando os três últimos parágrafos e as orientações da prescrição gramatical no que se refere a textos escritos na modalidade padrão da Língua Portuguesa, assinale a alternativa correta sobre o texto.
Alternativas
Q443689 Português
                                                  Sem ódio

      Ao término de laboriosas pesquisas, mesas-redondas, simpósios, inquéritos e análises em laboratórios de psicologia,descobriu-se que os motoristas guiavam com ódio. Agora que isto ficou esclarecido, a solução, fácil e independente do Código Nacional de Trânsito, que por ser código não costuma ser cumprido, está na frase: GUIE SEM ÓDIO.
      — Como é que eu vou fazer daqui por diante — bramia aquele agraciado com a grã-cruz da Ordem do Mérito dos Atropeladores da Guanabara e do Grande Rio —, se não sei guiar com outro aditivo?
      Diversos motoristas, aspiran+tes ao mesmo galardão,cogitam de substituir o ódio, que está proibido, por sucedâneos mais ou menos eficazes, e verificam as propriedades estimulantes do rancor (esse ódio de segunda categoria), da aversão, da raiva, da antipatia generalizada. Mas a impressão comum é esta:
      — Se ao menos recomendassem “Guie com pouco ódio”,a gente procurava maneirar. Assim não dá.
      Todo resultado científico pode ser contestado. Por isso, começam a aparecer os que negam validade aos estudos feitos.Garantem não nutrir ódio algum ao pedestre. Se acabam com este, não é por detestarem a espécie, que lhes é indiferente.Como também não odeiam os muros, paredes, árvores e postes que derrubam. É porque eles atravessam o caminho. Portanto,se alguma recomendação deve ser feita, a melhor seria esta,inclusive aos postes: FOGE QUE ELE VEM LÁ.
      Ouvi dizer que a Companhia Telefônica pensa em lançar uma variante, dirigida aos usuários que tiveram suas contas aumentadas com impulsos fantasmas: PAGUE SEM ÓDIO.
      O filme não presta? Assista sem ódio. Bife de pedra no restaurante? Coma sem ódio. O livro é chatíssimo? Leia sem ódio. O conferencista dá sono? Durma sem ódio. Se tiver de brigar, brigue sem ódio. Se possível. Se de todo for impossível,odeie sem ódio, tá?

ANDRADE, Carlos Drummond de. “Sem ódio”.
In: Os dias lindos. Rio de Janeiro: Record,
2008 (Adaptado).


Levando em consideração o 4º e o 5º parágrafos e as orientações da prescrição gramatical no que se refere a textos escritos na modalidade padrão da Língua Portuguesa, assinale a alternativa correta sobre o texto.
Alternativas
Q443688 Português
                                                  Sem ódio

      Ao término de laboriosas pesquisas, mesas-redondas, simpósios, inquéritos e análises em laboratórios de psicologia,descobriu-se que os motoristas guiavam com ódio. Agora que isto ficou esclarecido, a solução, fácil e independente do Código Nacional de Trânsito, que por ser código não costuma ser cumprido, está na frase: GUIE SEM ÓDIO.
      — Como é que eu vou fazer daqui por diante — bramia aquele agraciado com a grã-cruz da Ordem do Mérito dos Atropeladores da Guanabara e do Grande Rio —, se não sei guiar com outro aditivo?
      Diversos motoristas, aspiran+tes ao mesmo galardão,cogitam de substituir o ódio, que está proibido, por sucedâneos mais ou menos eficazes, e verificam as propriedades estimulantes do rancor (esse ódio de segunda categoria), da aversão, da raiva, da antipatia generalizada. Mas a impressão comum é esta:
      — Se ao menos recomendassem “Guie com pouco ódio”,a gente procurava maneirar. Assim não dá.
      Todo resultado científico pode ser contestado. Por isso, começam a aparecer os que negam validade aos estudos feitos.Garantem não nutrir ódio algum ao pedestre. Se acabam com este, não é por detestarem a espécie, que lhes é indiferente.Como também não odeiam os muros, paredes, árvores e postes que derrubam. É porque eles atravessam o caminho. Portanto,se alguma recomendação deve ser feita, a melhor seria esta,inclusive aos postes: FOGE QUE ELE VEM LÁ.
      Ouvi dizer que a Companhia Telefônica pensa em lançar uma variante, dirigida aos usuários que tiveram suas contas aumentadas com impulsos fantasmas: PAGUE SEM ÓDIO.
      O filme não presta? Assista sem ódio. Bife de pedra no restaurante? Coma sem ódio. O livro é chatíssimo? Leia sem ódio. O conferencista dá sono? Durma sem ódio. Se tiver de brigar, brigue sem ódio. Se possível. Se de todo for impossível,odeie sem ódio, tá?

ANDRADE, Carlos Drummond de. “Sem ódio”.
In: Os dias lindos. Rio de Janeiro: Record,
2008 (Adaptado).


Considerando o 2º e o 3º parágrafos do texto e as orientações da prescrição gramatical no que se refere a textos escritos na modalidade padrão da Língua Portuguesa, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q438992 Português
Os trechos a seguir constituem um texto adaptado do Editorial da Folha de S. Paulo de 11/6/2013. Assinale a opção que foi transcrita de forma gramaticalmente correta.
Alternativas
Q438991 Português
Os trechos a seguir constituem sequencialmente um texto adaptado de Renato Janine Ribeiro, Valor Econômico, 10/6/2013. Assinale a opção que foi transcrita com erro gramatical.
Alternativas
Q438990 Português
Assinale a opção que corresponde a erro gramatical inserido na transcrição do texto.
Para vários constitucionalistas e processualistas, como(1) não inclui a investigação criminal no rol das prerrogativas específicas do Ministério Público, a Constituição é taxativa(2) ao dispor que cabe às(3) Polícias Federal e Civil exercer a função de polícia judiciária e, por consequência, presidir os inquéritos criminais.
Como a Constituição de 88 é clara quando define as competências do Ministério Público e das Polícias Federal e Civil, atribuindo aquele(4) o papel de "zela pela ordem jurídica e pelos interesses sociais e individuais indisponíveis" e a estas a função de atua como polícia judiciária, não há necessidade de uma PEC para assegurar aos delegados prerrogativas exclusivas que já lhes (5) são concedidas no artigo 144 da Constituição Federal.
                                                                      (O Estado de S. Paulo, Editorial, 10/6/2013, com adaptações)
Alternativas
Q438986 Português
Assinale a opção que preenche as lacunas do texto de forma gramaticalmente correta.

Geralmente, em economias financeiramente abertas, variações da percepção de risco soberano são acompanhadas por variações nas entradas líquidas de capitais, com impacto na taxa de câmbio. __1__queda no risco-País permite que tanto __2__ República como outros agentes acessem o mercado internacional de capitais em condições mais favoráveis, __3__ ampliar __4__ base de investidores internacionais dispostos __5__financiar títulos de emissores domésticos. Vale lembrar que os juros das emissões soberanas servem de referência para __6__ emissões privadas, ou seja, __7__ queda no risco-País reduz custos em geral.
                                                                                (http://brasileconomico.ig.com.br/noticias/11/6/2013).


Alternativas
Respostas
3781: A
3782: B
3783: A
3784: A
3785: E
3786: C
3787: A
3788: A
3789: A
3790: D
3791: E
3792: C
3793: C
3794: E
3795: D
3796: A
3797: C
3798: C
3799: D
3800: E