Questões de Concurso Sobre problemas da língua culta em português

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Q1324975 Português

Imagem associada para resolução da questão

Fonte: Google imagens (2017).

Considerando o emprego semanticamente correto das expressoões apresentadas na figura 2, preencha as lacunas do trecho a seguir.


_________________ de cinco anos, ________ de 10 pessoas procuraram o Sr. Joaquim ____________ da ilegalidade do muro da sua propriedade, que está ________________ de um metro do rio.


A alternativa que preenche, correta e sequencialmente, as lacunas do trecho acima, é

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Q1324972 Português

Imagem associada para resolução da questão

Vi na primeira _____________ do relatório, que, durante a _____________ solene, o artista declarou a __________ dos direitos autorais.

Considerando a semântica correta, a alternativa que preenche, correta e sequencialmente, as lacunas do trecho acima é

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Q1324832 Português
Com relação ao emprego do verbo, assinale a oração incorreta.
Alternativas
Q1324343 Português
Quanto ao uso de “nenhum” e “nem um”, indique a alternativa correta.
Alternativas
Q1324341 Português

Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas da frase a seguir.

“Havia um ____ entre os dois, de tal modo que ____ se encontravam e todos no escritório notavam o ____ de tantos olhares.”  

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Q1320164 Português
Assinale a alternativa incorreta:
Alternativas
Q1320156 Português
Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Ano: 2017 Banca: CIEE Órgão: TJ-DFT Prova: CIEE - 2017 - TJ-DFT - Estágio - Direito |
Q1320130 Português
Em 1888, em tese, ___ escravidão era abolida no Brasil. ___ quase 130 anos do fim deste episódio, o país ainda tem situações bem complexas nesta área. Assinale a alternativa que preencha corretamente as lacunas:
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Q1319994 Português

Ladrões podem roubar sua impressão digital a

partir de fotos




A mente criminosa não tem limites. Desta vez, os ladrões estão usando uma nova tecnologia para roubar impressões digitais de fotografias. Detalhe: as imagens em que as pessoas aparecem fazendo o simpático símbolo de “paz e amor” são os principais alvos.

O alerta foi feito por uma equipe de pesquisadores do Instituto Nacional de Informática do Japão que afirmou que as técnicas de reconhecimento de digitais estão se tornando cada vez mais comuns – seja para logar em smartphones e tablets, seja para verificar identidades. E isso está começando a ser explorado pelos criminosos.

As câmeras de alta qualidade dos smartphones e as redes sociais têm aumentado o risco de vazamento de informações pessoais. Os cientistas japoneses copiaram impressões digitais com base em fotos tiradas por uma câmera digital a 3m de distância do indivíduo.

“Fazer um sinal de paz na frente da câmera, por exemplo, pode tornar as impressões amplamente disponíveis”, explicou o pesquisador Isao Echizen ao jornal Sankei Shimbun que publicou a pesquisa. Segundo ele, os golpistas nem precisariam de equipamentos avançados para recriar os traços dos dedos – principalmente se a área da digital estiver iluminada.

O mesmo instituto desenvolveu um filme transparente, à base de óxido de titânio, que pode ocultar as impressões digitais em fotografias. Essa seria uma alternativa para confundir os larápios virtuais. O problema é que os cientistas vão levar, pelo menos, dois anos para aperfeiçoar a técnica antes de lançá-la. Até lá, esconda os dedos.


HIRATA, Gisele. Ladrões podem roubar sua impressão digital a partir de fotos. Revista Super

Interessante. São Paulo: Abril, 2017. Disponível em: <http://super.abril.com.br/tecnologia/ladroespodem-roubar-sua-impressao-digital-a-partir-defotos/>.

Assinale a alternativa CORRETA quanto ao emprego do verbo “haver”:
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Q1319984 Português
Mal ou mau? Assinale a alternativa CORRETA.
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Q1319983 Português
Mas ou Mais? Assinale a alternativa CORRETA:
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Ano: 2017 Banca: CIEE Órgão: TJ-DFT Prova: CIEE - 2017 - TJ-DFT - Estágio - Nível Médio |
Q1319797 Português
Luzia está de ___ humor, pois está ___ de saúde. Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas.
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Q1315900 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.

Esperança: o impulso para melhorar
Por Eduardo Araia

















(Fonte: https://www.revistaplaneta.com.br/esperanca-o-impulso-para-melhorar 13/10/2017 - fragmento adaptado)
Analise as afirmações que seguem:
I. Poderíamos reescrever a oração “Sente-se sufocado e quer mudar de ares?” retirada do texto, sem provocar erro – segundo a norma culta formal – ou alteração de sentido, da seguinte maneira: Sufoco é sentido, mesmo assim quer mudanças no ar. II. Poderíamos substituir a preposição em, na frase “e vão em frente” (l. 17), por na, sem que isso provocasse erro à estrutura frasal ou alteração de sentido. III. Caso suprimíssemos a preposição por em “Ela está por trás das inúmeras voltas por cima.” (l. 19)”, não ocorreria nenhuma alteração no sentido da oração.
Quais estão INCORRETAS?
Alternativas
Q1204815 Português
Em qual alternativa abaixo a forma verbal não está correta? 
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Ano: 2017 Banca: IMA Órgão: Prefeitura de Penalva - MA
Q1189504 Português
Assinale a alternativa que está INCORRETA quanto à flexão verbal.

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Ano: 2017 Banca: IMA Órgão: Prefeitura de Formoso do Araguaia - TO
Q1184779 Português
DINHEIRO NO BOLSO DO POBRE 
Num novo milagre econômico, as pessoas mais pobres estão consumindo mais e o fosso social ficou menor. 
Há um pensamento convencional a respeito da distribuição de renda no Brasil. Não importa o que aconteça, o que se diz é que os ricos sempre sugam tudo dos pobres, deixando-lhes apenas o farelo do bolo. 'O principal problema do Brasil é a injustiça social', repetem quase todos os relatórios sobre a economia do país, principalmente os que são redigidos à distância, nos escritórios da ONU ou do Banco Mundial. Os acadêmicos falam em 20 milhões de pessoas vivendo abaixo da linha da pobreza, uma massa faminta que apenas sobrevive. Os números variam segundo o mau humor do analista, mas todos concordam que os ricos estão ficando cada vez mais ricos e os pobres cada vez mais pobres. Pois bem: isso não é verdade. Ou pelo menos não é mais verdade. O Brasil continua com um dos piores perfis de distribuição de renda do mundo, mas existe uma coisa que os números pessimistas não detectaram. Depois da fase em que o fosso social se ampliou, sobretudo na última década e meia, há uma transformação ocorrendo - no sentido oposto. 

 Os ricos estão ficando no mesmo lugar. E os pobres estão melhorando. Essa transformação é dramática e quem quiser percebê-la visualmente pode pegar o carro e dar uma volta pelos bairros periféricos das grandes cidades. É o endereço dos pobres. 
Neles moram o operário, a empregada doméstica, o garçom. O que se descobrirá nesse passeio é que a vida dessa gente está mudando muito rápido. Os pobres empunharam a pá de pedreiro e estão reformando suas casinhas. Grandes redes de supermercado migraram para essas regiões, instalando lojas que, entre outras coisas, vendem produtos importados. As redes de fast food, que pescavam a clientela apenas na classe média, estão chegando. Apareceram locadoras de vídeo, casas que vendem eletrodomésticos, até shoppings. Um jardim de antenas parabólicas floresce em bairros modestos. Os publicitários já tratam essa turma de 'consumidores emergentes'.  
Antenor Nascimento 
Assinale a alternativa INCORRETA, de acordo com a norma culta: 
Alternativas
Ano: 2017 Banca: FUNDATEC Órgão: CREMERS Prova: FUNDATEC - 2017 - CREMERS - Advogado |
Q1162836 Português
Assinale a alternativa cujos vocábulos completam, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas das linhas 04, 07 e 26.
Alternativas
Q1115806 Português
Por que mudar é difícil

    Algo parece não fazer sentido. Como a maior democracia do mundo pode eleger Trump? Narcisista, misógino, xenofóbico, infantil, esse senhor estará no comando da última superpotência mundial. Há pouco, também outra nação de grande nível educacional e econômico abandonou um projeto globalizante. O Brexit não faz sentido sob quase nenhuma ótica. Perdem-se livre comércio, educação, pesquisa, mão de obra, trocas culturais... Muitas explicações têm sido aventadas. A maioria, consistente. O cansaço e o desgaste do político tradicional, a crise econômica, o desemprego...
   Penso que há uma razão ainda mais profunda. Chama-se “emotional bias”. Toda vez que tomamos decisões, somos influenciados por essas tendências humanas. Formas de pensar que não levam em conta a racionalidade da decisão, mas simplesmente emoções profundas, que podem conduzir a resultados desastrosos. Tome-se, por exemplo, o “short term bias”. Trata-se da busca do resultado satisfativo de meu desejo imediatamente, ainda que a um custo exorbitante. Há um teste clássico, que pode ser visto na internet, chamado “experimento do marshmallow”. É oferecido a crianças um doce, um marshmallow. Elas podem comê-lo imediatamente. No entanto, se esperarem alguns minutos, ganham dois marshmallows. Crianças pequenas tendem a devorar a guloseima imediatamente.
  Adolescentes tendem a conseguir esperar a recompensa maior. Coisas de laboratório? Não. As compras a prestação funcionam assim. O bem de consumo é alcançado imediatamente e as prestações, que podem levar a uma escala ruinosa de endividamento, não são consideradas. Empréstimos, cartões de crédito, ausência de planejamento de aposentadoria são outros desdobramentos.
   No caso de Trump e Brexit, penso que a maioria votou baseada no “status quo bias”. Essa outra tendência humana nos compele a rejeitar mudanças em nossa forma de vida. Romper com tradições, em geral irrefletidas, pode ser muito difícil. A sensação é de desgoverno, de que alguma ordem preestabelecida foi quebrada. Assim, a globalização e a agenda de direitos humanos têm trazido grandes ameaças a formas de vida tradicionais. A liberação sexual, o casamento gay, o consumo consciente, a preservação do meio ambiente, o convívio com religiões e costumes diversos são alguns exemplos. Nisso, agarrar-me a minha pequena comunidade soa mais concreto e mais seguro. Menos mudança, mais tranquilidade. 4
    A defesa irracional do estado de coisas anterior também encontra reforço no excesso de informações presentes no cotidiano moderno. Tomar decisões é difícil. Estudar posições, refletir, sopesar ganhos e perdas é excruciante. Assim, a opção pelo tradicional irrefletido soa tranquilizador, ainda que não faça mais o menor sentido e mesmo negue fatos evidentes.
    Uma coisa é certa: a democracia precisa ser reinventada. Minha grande esperança ainda repousa na educação crítica.
(STANCIOLI, Brunello. Disponível em: http://www.otempo.com.br/opini%C3%A3o/brunello-stancioli/por-que-mudar-%C3%A9-dif%C3%ADcil1.1398527. Acesso em: 12/11/2016.)
Em “Há pouco, também outra nação de grande nível educacional e econômico abandonou um projeto globalizante.” (1º§), o verbo haver foi corretamente empregado. Assinale a alternativa cuja aplicação do verbo haver desrespeita a norma culta.
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Q1110734 Português

                     Da repressão à ética: o que está por detrás

                          dos saques no Espírito Santo


      Há pouco mais de uma semana, policiais militares que reivindicam melhores salários se amotinaram no Espírito Santo, gerando um caos generalizado no estado. A convulsão social provocou a escalada da violência, que resultou em mais de 120 mortes e em uma onda de saques. Para analistas entrevistados pela Gazeta do Povo, apesar de a dimensão do policiamento ostensivo ser enorme, esse fator, por si só, não dá conta de explicar o fenômeno: os aspectos ético e político também têm um peso decisivo neste contexto.

      Os especialistas em segurança pública apontam que a maioria das pessoas que participou dos saques o fez por “senso de oportunidade”, ou seja, por sentir que elas não seriam punidas, por causa da falta de policiamento. Boa parte delas pertence à classe média e, portanto, nem sequer “precisaria” dos bens que estava furtando.

      “Se você for ver os vídeos, vai ver que os saques envolvem ‘não-criminosos’ habituais, que cometem os crimes pela facilidade que encontram, o que configura uma situação muito grave”, avalia o sociólogo Luís Flávio Sapori, coordenador do Centro de Estudos em Segurança Pública da PUC-Minas.

      “A prevenção policial corresponde a 80% da segurança que o Estado pode exercer. Ter o policial nas ruas é essencial à manutenção da segurança e o Espírito Santo compra isso”, afirma o ex-comandante da Polícia Militar (PM) de São Paulo, coronel Rui César Melo.

      Valores e política

      O professor Rodrigo Alvarenga, pesquisador do Núcleo de Direitos Humanos da PUCPR, no entanto, aponta outras dimensões. Para o docente, a onda de saques está atrelada ao “esvaziamento de valores sociais e morais”, que está relacionado à crise e à degradação da própria sociedade. Ele vê relação direta entre o fenômeno e os últimos acontecimentos políticos, que sugerem uma fragilidade da democracia.

      “Vivemos um momento em que as leis não são obedecidas em diversos setores, inclusive na política. Isso se torna claro à população. Diante deste cenário, o cidadão se pergunta se vale a pena continuar seguindo uma série de valores éticos, que deveriam sustentar a sociedade. É o que o leva a, por exemplo, participar dos saques”, analisa Alvarenga.

      O filósofo aponta que isso indica que os cidadãos não veem a sociedade como legítima. Neste sentido, ele duvida da eficiência dos aparelhos de repressão, como o policiamento ostensivo. Para ele, a questão ultrapassa a dimensão da segurança.

      “Para obedecer determinada norma, a pessoa precisa reconhecer a legitimidade daquilo. No Brasil, as pessoas tendem a obedecer mais por medo da punição do que por acreditar no projeto de sociedade na qual elas estão. Uma sociedade que tem um projeto calcado na repressão não é uma sociedade saudável”, destaca.

      O coronel Rui César Melo considera que, além da manutenção de um aparato ostensivo, o poder público não pode deixar de manter investimentos em outros setores básicos, como saúde e educação. “Compete ao Estado oferecer escola em período integral, assistência médica e social, principalmente nas periferias, mas isso não acontece. Aí desemboca tudo em polícia”, observa.

      Dimensões

      Para os especialistas, em certa medida, essa dimensão cultural explica porque em algumas sociedades a situação não foge ao controle, mesmo em ocasiões excepcionais, em que a vigilância é reduzida. É o caso do desastre ocorrido em Fukushima, no Japão, em que as ruas ficaram praticamente evacuadas, mas que não houve registro de aumento de índices de violência. “Lá, certamente, os cidadãos se reconheciam como parte da sociedade e as normas não perderam a validade”, sintetiza o professor Alvarenga.

      No Brasil, vários outros estados registraram greves de policiais. No Paraná, a última paralisação significativa ocorreu em 2010, no governo de Roberto Requião (PMDB), mas a situação não chegou a fugir ao controle. A Bahia enfrentou duas mobilizações nos últimos anos – em 2012 e 2014 –, ambas com um cenário de saques e dezenas de assassinatos. Para os analistas, essa diferença pode ser explicada pelo tamanho da adesão da greve em cada estado.

      “No Espírito Santo, agora, por exemplo, a adesão foi praticamente geral. No Paraná [em 2010], não chegou a ser tão grande. Isso depende de uma resposta rápida do governo, de debelar o movimento”, apontou o coronel Rui César Melo.

      Movimento de policiais gera divergência

      Na sexta-feira (10), o governo do Espírito Santo resolveu endurecer com os polícias militares que participavam da mobilização. No total, 703 agentes foram indiciados por crime de revolta e motim. Para o coronel Rui César Melo, o comandante da Polícia Militar (PM) capixaba, por inércia, perdeu o comando da tropa, o que abriu espaço para que os militares se revoltassem. A categoria reivindica reposição salarial e melhores condições de trabalho.

      “Houve uma falha de comando. Cabe ao comandante exercer a comunicação direta com o governo do estado, apontando insatisfações, cobrando estrutura. O comandante deveria ter sensibilizado o governo a atender as demandas da classe, para que não se chegasse ao ponto que chegou”, afirma.

      O sociólogo Flávio Sapori, por sua vez, considera que as associações policiais estão “aparelhadas” politicamente e marcadas pelo corporativismo. Desta forma, essas entidades tornariam “reféns” o comando da PM e o governo do estado. “A greve revela a perda do controle e que não temos instrumentos legais para mudar esta realidade”, opina. (ANÍBAL, Felippe.

Disponível em http://www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/da-repressao-a-etica-o-que-esta-por-detras-dos-saquesno-espirito-santo-cqhcka7lusidkqs79eurlgfc7. Acesso 12 de fev 2017. Adaptado.)

Mesmo em um conhecido e respeitado site de notícias, é possível encontrar textos com desvios gramaticais que contrariam a norma culta escrita da língua portuguesa. Assinale a alternativa em que ambas as passagens desrespeitam regras prescritas pela gramática normativa.
Alternativas
Q1108866 Português

              Novos fragmentos de rocha descobertos no Canadá

                  indicam que microrganismos já passeavam por

                     nosso planeta há quase 4 bilhões de anos


A Terra primitiva era um ambiente um tanto hostil para se viver: além de ser constantemente bombardeada por meteoros e sofrer com abalos sísmicos constantes, a atmosfera quase não tinha oxigênio – o que postergou muito o surgimento de seres mais complexos.

Porém, esse cenário adverso não impediu certos microrganismos de estabelecerem acampamento por aqui, algumas centenas de milhões de anos após a formação do nosso planeta. Foi o que reforçou um novo estudo da Universidade de Tóquio, no Japão. Segundo os pesquisadores, que analisaram fragmentos de rochas antigas, os primeiros moradores teriam surgido já há 3,95 bilhões de anos.Até então, as formas vivas apontadas como mais velhas datavam de 3,8 bilhões de anos atrás.

Cravar uma data de aniversário precisa para o ser vivo que estreou nosso planeta não é lá muito fácil. Isso porque os primeiros habitantes, de tão pequenos, não deixaram vestígios visíveis, como são os fósseis que facilmente comprovam a existência dos simpáticos dinossauros, por exemplo, mas essa dificuldade não invalida o fato de que existiram, e deixaram sua pegada no começo da vida na Terra.

Devido à distância temporal, é normal que os cientistas investiguem pistas muito ínfimas, como a composição química de rochas sedimentares sobreviventes do período. A descoberta atual aconteceu dessa forma, enquanto o grupo trabalhava na Saglek Block, área de formações rochosas de Labrador, norte do Canadá.

[...]

ELER, Guilherme. Super Interessante. Disponível em:<https://goo.gl/9mjXj3> . Acesso em: 17 out. 2017.

Releia o trecho a seguir:


“Porém, esse cenário adverso não impediu certos microrganismos de estabelecerem acampamento por aqui, algumas centenas de milhões de anos após a formação do nosso planeta.”

De acordo com a norma padrão da língua portuguesa e considerando seu sentido original, esse trecho não pode ser reescrito da seguinte forma:

Alternativas
Respostas
3241: E
3242: D
3243: A
3244: C
3245: C
3246: A
3247: C
3248: D
3249: C
3250: B
3251: B
3252: B
3253: E
3254: B
3255: B
3256: A
3257: E
3258: A
3259: C
3260: B