Questões de Concurso
Comentadas sobre pontuação em português
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No trecho acima a vírgula foi usada, respectivamente, para:
Faz parte do ser humano o sentimento de pertencer, integrar algo maior que ele próprio e assumir um ideal comum. Portanto, cada integrante de uma equipe precisa ter consciência de que o próprio trabalho é importante para o respectivo grupo e se sentir valioso para ele.
Trata-se de uma sensação de comunidade em que todos se conhecem, se encaixam, se sentem seguros e amadurecem. Manter uma equipe coesa, no entanto, não é tarefa das mais fáceis. Afinal, trata-se de lidar com seres humanos e saber conciliar as diferenças. [...] Temos de ser e não esperar ser, ou seja, as pessoas têm de estar dispostas, principalmente para discutir diferentes assuntos. Além disso, é necessário que cada um tenha também flexibilidade, capacidade de tratar as informações racionalmente e emocionalmente. [...]
Equipes que encorajam esse tipo de prática vão aproveitar ao máximo as habilidades individuais dos respectivos membros. E, se quisermos que as nossas equipes sejam melhores e cumpram os próprios objetivos, cada integrante deve se preparar para ser, individualmente, o melhor.
NAVARRO, Leila. Disponível em: . Acesso em: 21 dez. 2018 (fragmento), com adaptações
Com relação ao domínio da estrutura morfossintática do período, assinale a alternativa correta.
Assinale a opção correta quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase.
TEXTO I
Emoção em família: mãe e filha se formam juntas na faculdade
As britânicas Vicki Lawlor e sua filha Hannah conquistaram seus diplomas na Universidade de Stirling, na Escócia As britânicas Vicki Lawlor, de 43 anos, e sua filha Hannah, de 21, se formaram juntas na Universidade de Stirling, na Escócia, nessa semana (06/2021). A emoção de receber o diploma ao mesmo tempo levou mãe e filha a planejar uma festa no jardim de sua casa para comemorar a dupla conquista.
Em entrevista ao Daily Mail, Vicki disse: “É uma coincidência estarmos nos formando juntas. Levei um pouco mais de tempo do que Hannah para concluir meu curso e não foi uma jornada fácil, mas tê-la ao meu lado e compartilhar experiências semelhantes de cumprimento de prazos e conclusão de tarefas foi muito gratificante”.
Vicki concluiu o bacharelado em Ciências, enquanto Hannah se formou como bacharel em Artes.
Disponível em: https://cutt.ly/nmeU6oV. Acesso em: 26 jun. 2021 (adaptado).
Leia atentamente o texto, e responda à questão.
Nos trechos abaixo, a vírgula foi empregada de forma correta, auxiliando a compreensão dos enunciados, EXCETO em:
Canção para os fonemas da alegria
Thiago de Mello
Peço licença para algumas coisas.
Primeiramente para desfraldar
este canto de amor publicamente.
Sucede que só sei dizer amor
quando reparto o ramo azul de estrelas
que em meu peito floresce de menino.
Peço licença para soletrar,
no alfabeto do sol pernambucano,
a palavra ti-jo-lo, por exemplo,
e poder ver que dentro dela vivem
paredes, aconchegos e janelas,
e descobrir que todos os fonemas
são mágicos sinais que vão se abrindo
constelação de girassóis gerando
em círculos de amor que de repente
estalam como flor no chão da casa.
Às vezes nem há casa: é só o chão.
Mas sobre o chão quem reina agora é um homem
diferente, que acaba de nascer:
porque unindo pedaços de palavras
aos poucos vai unindo argila e orvalho,
tristeza e pão, cambão e beija-flor,
e acaba por unir
a própria vida no seu peito partida e repartida
quando afinal descobre num clarão
que o mundo é seu também, que o seu trabalho
não é a pena que paga por ser homem,
mas um modo de amar — e de ajudar
o mundo a ser melhor. Peço licença
para avisar que, ao gosto de Jesus,
este homem renascido é um homem novo:
ele atravessa os campos espalhando
a boa-nova, e chama os companheiros
a pelejar no limpo, fronte a fronte,
contra o bicho de quatrocentos anos,
mas cujo fel espesso não resiste
a quarenta horas de total ternura.
Peço licença para terminar
soletrando a canção de rebeldia
que existe nos fonemas da alegria:
canção de amor geral que eu vi crescer
nos olhos do homem que aprendeu a ler.
Thiago de Mello. Faz escuro mas eu canto. São Paulo: Global Editora, 2017.
Julgue o item que se segue, relativo à análise linguística do poema precedente.
No terceiro verso da décima estrofe, é facultativo o emprego de vírgula após “renascido”.
Em relação a estruturas e recursos de estilo do trecho precedente de Uma galinha, julgue o item seguinte.
No sexto período do último parágrafo, estabelece-se, com o uso da vírgula antes a conjunção “como”, uma relação textual de conformidade.
Texto CG1A1-I
Investir em educação na primeira infância representa, além de vantagens para o desenvolvimento individual, retorno social e econômico. O economista norte-americano James Heckman, um dos ganhadores do prêmio Nobel na área econômica no ano 2000, conduziu pesquisa que acompanhou, ao longo do tempo, várias crianças com e sem acesso a ensino de qualidade. O objetivo era conferir os impactos da educação no curto, no médio e no longo prazo.
“Os resultados desse trabalho mostram que cada dólar investido traz um retorno social de sete dólares”, aponta Karina Fasson, da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, organização da sociedade civil que trabalha pela causa da primeira infância. Ela afirma que “as ações educativas voltadas para o começo da vida têm o poder de minimizar a carga que as demais políticas públicas carregam”. Isso quer dizer que investir em educação na primeira infância é uma estratégia eficaz para reduzir os custos sociais no futuro.
Segundo Fasson, quando se pensa em políticas públicas, o retorno é mais significativo na fase pré-escolar que em qualquer outra etapa da vida. “No longo prazo, quem é mais estimulado tem maior aprendizado e maior progressão escolar, e isso tem reflexos na inserção no mercado de trabalho e nos salários, além de favorecer menor envolvimento em situações de vulnerabilidade, como a criminalidade e o uso de drogas, e tem consequências também na saúde das pessoas”, ressalta. Tudo isso, a especialista afirma, não só tem efeito na trajetória educacional, mas também repercute ao longo da vida do indivíduo e impacta a sociedade como um todo.
Internet: <novaescola.org.br> (com adaptações).
A correção gramatical e a coerência das ideias do texto seriam mantidas caso a expressão “Isso quer dizer que” (último período do segundo parágrafo) fosse substituída pelo vocábulo Logo, seguido de vírgula.
Texto CG1A1-I
Investir em educação na primeira infância representa, além de vantagens para o desenvolvimento individual, retorno social e econômico. O economista norte-americano James Heckman, um dos ganhadores do prêmio Nobel na área econômica no ano 2000, conduziu pesquisa que acompanhou, ao longo do tempo, várias crianças com e sem acesso a ensino de qualidade. O objetivo era conferir os impactos da educação no curto, no médio e no longo prazo.
“Os resultados desse trabalho mostram que cada dólar investido traz um retorno social de sete dólares”, aponta Karina Fasson, da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, organização da sociedade civil que trabalha pela causa da primeira infância. Ela afirma que “as ações educativas voltadas para o começo da vida têm o poder de minimizar a carga que as demais políticas públicas carregam”. Isso quer dizer que investir em educação na primeira infância é uma estratégia eficaz para reduzir os custos sociais no futuro.
Segundo Fasson, quando se pensa em políticas públicas, o retorno é mais significativo na fase pré-escolar que em qualquer outra etapa da vida. “No longo prazo, quem é mais estimulado tem maior aprendizado e maior progressão escolar, e isso tem reflexos na inserção no mercado de trabalho e nos salários, além de favorecer menor envolvimento em situações de vulnerabilidade, como a criminalidade e o uso de drogas, e tem consequências também na saúde das pessoas”, ressalta. Tudo isso, a especialista afirma, não só tem efeito na trajetória educacional, mas também repercute ao longo da vida do indivíduo e impacta a sociedade como um todo.
Internet: <novaescola.org.br> (com adaptações).
A supressão da vírgula empregada após “públicas” (primeiro período do terceiro parágrafo) prejudicaria a correção gramatical do texto.
Leia o poema a seguir.
MEU DESEJO
Leodegária de Jesus
Não quero o brilho, as sedas, a harmonia
Da sociedade, dos salões pomposos, Nem a falaz ventura fugidia
Desses festins do mundo, tão ruidoso!
Prefiro a calma solidão sombria,
Em que passo meus dias nebulosos;
Sinto-me bem, aqui, à sombra fria
Da saudade de tempos mais ditosos.
Eu quero mesmo, assim, viver de lado,
Das multidões passar desconhecida,
Me alimentando de algum sonho amado.
Nada mais quero, e nada mais aspiro:
Teu casto afeto que me doira a vida,
Meus livros, minha mãe e meu retiro.
BRITO, Elizabeth Caldeira, org. Sublimes linguagens. Goiânia, GO: Kelps, 2015, p. 244.
Em qual estrofe, reestruturando a pontuação do poema original, incorrer-se-ia em erro grave?
Leia o Texto 3 para responder à questão.
Texto 3
Menos plástico, mais amor
Eu provavelmente estava distraída quando os guardanapos das lanchonetes começaram a vir em invólucros de plástico. Você precisa abri-los antes de sujar as mãos, senão pode ser complicado demais. Embora essa questão seja importantíssima, o que me intriga de fato é em que momento e por que começamos a exagerar tanto no uso das coisas plásticas.
Vou chamar o fenômeno de hiperassepsia. Será que alguém morreu por um guardanapo contaminado, e eu não fiquei sabendo? E quanto ao copo descartável que acompanha a garrafa também descartável, nós precisamos mesmo dele? Talvez eu possa esboçar duas razões para esse excesso de itens destinados às lixeiras.
Em tempos de álcool gel, é natural que um dispensador de canudos nos pareça uma monstruosa colônia de germes. Melhor embalá-los um a um. No entanto, nesse exato momento, na França, há um funcionário recebendo uma nota de cinco euros e depois entregando um sanduíche a alguém com as mesmas mãos sem luvas. Isso pode causar nojo, mas revela mais sobre diferenças culturais do que reais riscos à saúde.
E o mais importante: o exagero dos plásticos parece estar ligado à tendência de querer agradar a qualquer custo. Só isso explica o que observo cotidianamente nos caixas de supermercado. Embora a maioria de nós seja capaz de pôr objetos dentro de uma sacola, temos empacotadores, instruídos a não colocar no mesmo saco uma pasta de dente e um pacote de biscoitos. A consequência é o uso de uma quantidade absurda de sacolas.
Na minha sacola de pano, sob os olhos atônitos do empacotador que acabo de dispensar, é claro que tudo vai misturado. Continuo viva.
Disponível em: <https://www.escrevendoofuturo.org.br/blog/literatura-em-movimento/menos-plastico-mais-amor/>. Acesso em: 19 set. 2024. [Adaptado].
A respeito do uso da vírgula, analise as sentenças que seguem:
I. Em "sei um pouco mais, daquele que considero como sendo meu pai", o uso da vírgula está equivocado porque não se usa vírgula separando o verbo de seu complemento.
II. Em "Em minha casa, todos nós estudamos em escolas públicas", o uso da vírgula está adequadamente posto porque a expressão "em minha casa" trata-se de um adjunto adverbial antecipado.
III. Em "O olho do sol batia sobre as roupas estendidas no varal e mamãe sorria feliz", não falta uma vírgula após "o olho do sol" porque não se usa vírgula separando o sujeito do seu predicado.
IV. Em "Mamãe contava, minha tia contava, meu tio velhinho contava, os vizinhos e amigos contavam", o uso das vírgulas está adequado porque emprega-se vírgula entre orações para separar as orações coordenadas assindéticas.
É correto que se afirma em:
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder a questão.
Texto 03
Profecia autorrealizável: os pensamentos realmente têm poder?
Você acorda e pensa: “meu dia não será bom”. Aí, em um efeito dominó, você vê essa intuição se materializar ao seu redor: uma sequência de acontecimentos negativos, um seguido do outro, fazem seu dia ser péssimo.
Ao dormir, com o humor péssimo, você enfim conclui: “eu sabia que o dia seria ruim!”. Será que foi acaso, intuição ou lei da atração? Boa parte da resposta está na profecia autorrealizável.
A ideia de que os pensamentos têm poder não é nova e intriga a ciência há tempos. Afinal, o quanto da realidade é construída pelos nossos pensamentos? [...]
A neurociência apoia essa noção de que os pensamentos podem ter um impacto direto na realidade, ou seja, há confirmação científica de que a profecia autorrealizável é algo real.
Segundo Daniel Kahneman, psicólogo vencedor do Prêmio Nobel, nosso cérebro é regido por sistemas de pensamento automático e racional. Quando pensamentos negativos surgem, eles ativam respostas automáticas que podem reforçar crenças iniciais, mesmo que sejam apenas ilusões.
A prática repetitiva de certos pensamentos também cria e fortalece trilhas neurais, como se construíssemos uma estrada mental.
Se você sempre pensa que algo vai dar errado, seu cérebro se torna eficiente em antecipar o pior e, como resultado, isso influencia seu julgamento, sua percepção, suas escolhas e ações.
Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/profecia-autorrealizavel-os-pensamentos-realmente-tem-poder/. Acesso em: 16 nov. 2024.
Considere a seguinte passagem do texto: “Agora, começamos a compreender esse dilema. Na busca por experiências externas, desvalorizamos a convivência íntima, aquela que nos permite crescer e dar sentido à nossa vida.” Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a estrutura morfológica e sintática dessa passagem.
I- A vírgula depois de “externas” foi usada, de acordo com a norma, para separar a expressão adverbial “Na busca por experiências externas”, que se encontra deslocada.
II- O uso do sinal indicativo de crase em “à nossa vida”, de acordo com a norma, é facultativo, tendo em vista a presença do pronome possessivo feminino “nossa”.
III- Os pronomes “aquela” e “que” são anafóricos uma vez que constroem coesão, pois retomam o termo “a convivência íntima”.
IV- O uso da próclise em “aquela que nos permite” de acordo com a norma, é obrigatório, pois a palavra “que” é atrativa.
V- Os termos “que” e “e” foram usados como conjunções subordinativas, uma vez que ligam orações e constroem a coesão.
Estão CORRETAS as afirmativas
A pontuação é um recurso linguístico que serve para indicar pausas, entonações e separar ideias, contribuindo para a clareza do texto, conforme observado no trecho acima. Nos trechos a seguir, Identifique aquele em que esse recurso não foi empregado corretamente:
Como as competências socioemocionais podem apoiar os professores no dia a dia da profissão?
Desenvolver essas competências nos docentes é uma das maneiras de proteção à síndrome de burnout, sem contar que ao melhorar o engajamento profissional, se atinge também a aprendizagem dos estudantes 10/10/24 | Por Karen Cristine Teixeira, gerente de pesquisas e membra do eduLab21 do Instituto Ayrton Senna
Muito tem se discutido sobre as competências socioemocionais no contexto escolar, reflexo da evolução do conceito de educação e docência, que destaca o desenvolvimento pleno e integral dos estudantes como um direito fundamental. Esse avanço contrapõe o paradigma da pedagogia tradicional, em que o estudante era visto como passivo, e o docente, como transmissor de conhecimentos.
Atualmente há muito conteúdo disponível sobre o assunto, e é sempre importante considerar o que as evidências científicas nos dizem sobre o tema, ________ está em constante evolução. [...]
O que são as competências socioemocionais? Qual a diferença entre as de estudantes e professores?
Elas são características individuais que se expressam na forma como pensamos, sentimos e nos comportamos. Tais competências surgem da interação entre predisposições biológicas e fatores ambientais, o que quer dizer que questões genéticas e de ancestralidade influenciam, mas não determinam nossa capacidade de mobilizá-las.
Elas também são influenciadas pela história de vida, experiências, condição econômica e sociocultural, relações interpessoais, entre outros fatores. [...]
As socioemocionais podem ser aprendidas e desenvolvidas via situações informais, como a observação e interação social, e formas de aprendizagem, como práticas pedagógicas intencionais. O conceito é o mesmo para estudantes e professores. A diferença é que as competências docentes, que podem ser desenvolvidas em formação inicial e em serviço, focam em aspectos relevantes e específicos da profissão.
O que o professor ganha ao desenvolvê-las?
O estresse e a síndrome de burnout são causas frequentes de afastamento entre docentes[,]1 resultantes das intensas demandas relacionais da profissão e da elevada carga de trabalho. Esses fatores impactam negativamente a satisfação profissional[,]2 o bem-estar e a saúde mental dos professores[,]3 elementos para os quais o desenvolvimento socioemocional é um importante fator de proteção[,]4 contribuindo para a autoeficácia docente[,]5 o engajamento no trabalho e a criação de relações interpessoais saudáveis. Essas competências também fortalecem a capacidade do professor de facilitar o aprendizado dos estudantes.
Evidências mostram que as socioemocionais docentes estão relacionadas à participação, à satisfação, à saúde mental, à autoeficácia e ao desempenho acadêmico dos estudantes, além de menores taxas de evasão. Programas de desenvolvimento socioemocional implementados por professores mostram eficácia 40% maior do que quando realizados por outros profissionais da escola e sem formação específica.
Cada dia parece que inventam uma competência nova. Como desenvolver todas?
Existem diversos modelos de socioemocionais para professores e estudantes, cada um adaptado às demandas de contextos específicos. Por exemplo, em locais com altos índices de violência escolar, competências como amabilidade e interação social podem ser priorizadas. Já em locais com foco na melhoria do desempenho acadêmico, competências como autogestão e abertura ao novo são destacadas. Isso não quer dizer que há umas mais importantes que outras, apenas que podem estar mais alinhadas aos desafios daquela comunidade escolar específica.
Outro ponto que pode dar a impressão de que há muitas competências socioemocionais é o que chamamos de “falácia jingle-jangle”. Isso acontece quando atribuímos nomes iguais a competências diferentes (jingle) ou nomes diferentes a competências iguais (jangle). Essa confusão dificulta a criação de um letramento socioemocional comum e a reunião de evidências científicas sobre cada competência.
Além disso, não é porque existem diversas competências que você precisa trabalhar todas. Faça um exercício de autorreflexão, olhando para si e entendendo quais são suas maiores dificuldades/desafios e suas fortalezas: esse é o início do desenvolvimento socioemocional.
Faça perguntas, por exemplo: sinto dificuldade para lidar com o estresse em sala de aula? Sinto-me só e gostaria de compartilhar experiências com outros profissionais? Como me sinto quando meu planejamento de aula é interrompido? Tenho dificuldade para incluir práticas criativas nas aulas?
A partir do mapeamento das necessidades que você identifica, priorize o desenvolvimento de uma a duas competências por vez. Não há como trabalhar diversas competências ao mesmo tempo, pois precisam de intencionalidade para serem desenvolvidas. Da mesma forma que qualquer aprendizado, as socioemocionais são desenvolvidas passo a passo, de forma constante e progressiva. E lembre-se: o apoio da gestão escolar é imprescindível.
TEIXEIRA, Karen Cristine. Como as competências socioemocionais podem apoiar os professores no dia a dia da profissão? Revista Educação, 10 de outubro de 2024.
Disponível em: https://revistaeducacao.com.br/2024/10/10/competenciassocioemocionais-professores/. Acesso em: 16 nov. 2024. Adaptado.
A justificativa para o uso da vírgula no trecho é: