Questões de Concurso
Sobre parônimos e homônimos em português
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Analise a tirinha a seguir.

Disponível em: https://bit.ly/3sjOjrw. Acesso em: 23 out. 2022.
Essa característica de uma mesma palavra ter diferentes
significados é conhecida como
“Homônimos são os vocábulos que possuem pronúncia e/ou grafia iguais, mas significados diferentes.”
I – No texto, temos exemplos de parônimos (cassar; caçar) e homônimos heterógrafos (ballet; balé). II – Nos termos: “documento” e “portuguesa” – temos igual número de sílabas e diferente quantidade de letras; o termo “francês” é dissílabo oxítono, com acento que fecha o som da vogal tônica. III – Os termos: “dissílabos” e “proparoxítonos” são polissílabos proparoxítonos. IV – A oração: “Quando vou a uma festa” transmite ideia temporal escrita com sujeito elíptico de primeira pessoa do singular.

As palavras cestas, sestas e sextas podem ser classificadas como:
A esse fenômeno linguístico dá-se o nome de:
Julgue o item a seguir.
São palavras homônimas: cela (cômodo pequeno) e sela
(de cavalos).
I. Investiu-se cerca de 100 mil reais em COE, muito se falou acerca de sua rentabilidade. A paronímia se refere a palavras que são escritas e pronunciadas de forma parecida, mas que apresentam significados diferentes. A paronímia está presente em cerca de, que é uma locução prepositiva, trazendo a ideia de imprecisão. Acerca de é uma locução prepositiva que significa: sobre, em referência a, em relação a.
II. O COE está ao par dos mais relevantes investimentos atuais. Todos os investidores estão a par disso. A antonímia indica a capacidade das palavras apresentarem significados semelhantes. É o caso de ao par e a par, sendo que ao par significa estar ciente de algo e a par significa igualdade ou equivalência entre dois elementos.
III. O COE é o tipo de investimento mais rentável, uma espécie de aplicação que resulta em amplos rendimentos. A sinonímia apresenta similaridade de significados ou sentidos entre as palavras. Tipo é sinônimo de espécie no contexto apresentado.
A época em que ser alegre era malvisto
Até o início do século XVIII, em lugares como Reino Unido e nas suas colônias na América do Norte, os historiadores perceberam que as pessoas tinham orgulho de serem um pouco melancólicas.
Isso tinha a ver, em parte, com a lógica cristã, de ter consciência dos seus pecados e de se manter humilde perante os olhos de Deus.
Peter Stearns, autor do livro 'História da Felicidade', cita, nas suas pesquisas, o diário escrito por um chefe de família da época, que defendia que Deus, entre aspas, "não permitia alegria nem prazer, mas sim, uma espécie de conduta melancólica e austera".
"Isso não quer dizer que as pessoas fossem infelizes - simplesmente, não temos como julgar isso de modo imparcial, a partir dos padrões atuais. Até porque a felicidade, obviamente, é algo bastante subjetivo".
O que significa que havia, entre as pessoas da época, a percepção de que era necessário se desculpar por momentos de felicidade, por considerá-los uma afronta a Deus, segundo Stearns.
Mas isso mudou radicalmente no século XVIII, a ponto de, na redação da Declaração de Independência dos Estados Unidos, em 1776, a busca pela felicidade ter sido considerada um direito humano. A Constituição da França de 1793 também explicitou a ideia de que o objetivo da sociedade é a felicidade comum.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ck5y8nyw1jyo. Adaptado.
Não permitia alegria nem prazer, mas sim, uma espécie de conduta 'melancólica' e austera.
O sinônimo da palavra em destaque é:
Sabemos todos que a repetição de palavras idênticas num texto é um problema sempre corrigido pelos professores de redação.
Assinale a frase abaixo em que a repetição de palavras idênticas não é identificada como um problema de escrita.
Vinicius de Moraes
De repente do riso fez-se o pranto Silencioso e branco como a bruma E das bocas unidas fez-se a espuma E das mãos espalmadas fez-se o espanto.
De repente da calma fez-se o vento Que dos olhos desfez a última chama E da paixão fez-se o pressentimento E do momento imóvel fez-se o drama De repente, não mais que de repente Fez-se de triste o que se fez amante E de sozinho o que se fez contente.
Fez-se do amigo próximo o distante Fez-se da vida uma aventura errante De repente, não mais que de repente.
Disponível em: <https://www.viniciusdemoraes.com.br/pt-br/poesia/poesias-avulsas/soneto-de-separacao>. Acesso em: 10. dez. 2022.
Do ponto de vista semântico, o autor utiliza, no decorrer do texto um importante jogo de linguagem que encerra um paradoxo no poema. Esse efeito é marcado pela predominância do recurso de linguagem chamado de
O perigo das vacinas caseiras contra o coronavírus
Vários pesquisadores vinculados à Universidade Harvard promovem uma imunização sem aval para que os cidadãos a fabriquem e administrem em casa
Um grupo de cientistas, profissionais da biotecnologia e cidadãos que nem sequer querem ser identificados está testando na própria carne uma suposta vacina contra o coronavírus que eles mesmos desenvolveram. Trata-se de um coquetel de proteínas sem eficácia comprovada, cuja primeira versão foi preparada por Preston Estep, um cientista que já esteve ligado à Universidade Harvard e cuja principal motivação é conseguir uma imunização antes que sejam lançadas as vacinas oficiais promovidas por governos e empresas farmacêuticas. Este projeto, chamado Radvac – sigla em inglês de “vacina colaborativa de implantação rápida” – se define como “um necessário ato de compaixão”.
Esta é uma das várias vacinas caseiras que estão
circulando pelo mundo. Algumas não têm fins lucrativos,
como a Radvac, e outras chegam a custar o equivalente
a R$ 1.900. Nos EUA são conhecidas como vacinas
DIY (sigla em inglês de “faça você mesmo”).
Muitos especialistas mostram preocupação com um fenômeno que pode causar danos e dinamitar a confiança nas vacinas convencionais. O mais inquietante talvez seja que, com a lei na mão, é impossível proibir alguém de obter e inocular esses preparados. Na prática pode ser muito complicado inclusive impedir que sejam distribuídas ou que seus adeptos ca
usem infecções por Covid-19, de forma deliberada ou acidental, por se julgarem imunizados.
Muitos de seus promotores iniciais estavam vinculados à prestigiosa Universidade Harvard (EUA). Um dos principais é o conhecido geneticista George Church, um dos pesquisadores mais respeitados em seu campo. Church admitiu ter usado em si mesmo a suposta vacina, e inclusive tirou uma foto enquanto a administrava, conforme revelou o veículo especializado Technology Review.
A suposta vacina defendida por Church é uma mistura de peptídeos, proteínas sintéticas que imitam as proteínas que compõem o SARS-CoV-2, como a característica espícula pontiaguda que usa para se unir às células humanas, penetrá-las e sequestrar seu maquinário biológico para se multiplicar. Em um documento de 59 páginas, Estep, Church e seus colegas explicam como misturar esses peptídeos com os outros quatro ingredientes básicos do preparado. Todos eles podem ser adquiridos de “distribuidores comerciais”, afirmam.
O produto final é um vapor inalável, administrado pelo nariz. O documento também detalha como usá-lo corretamente e recomenda fazer exames de anticorpos e linfócitos para comprovar seu efeito, como se os participantes fossem cobaias humanas. “Somos os animais”, disse Estep, ex-orientando de Church, ao The New York Times. Há 30 pessoas dos EUA, Alemanha, Reino Unido, China e Suécia que já se autoinocularam, afirma.
O próprio Estep afirma ter dado a vacina caseira a seu filho de 23 anos, e outros promotores também as administraram a familiares, segundo o jornal nova-iorquino.
O documento científico da Radvac adverte que a vacina não tem nenhuma eficácia demonstrada, não foi aprovada pelas autoridades e pode causar efeitos secundários, embora não descreva uma forma de controlar as reações adversas. Os promotores a definem como “ciência cidadã” e fornecem toda a informação sobre seu preparado com uma licença aberta. O EL PAÍS tentou contato com Estep e Church sem sucesso. “Este projeto não tem nenhuma filiação à Universidade Harvard”, declarou a instituição por sua vez. “A urgência em conseguir uma vacina efetiva para a Covid-19 é enorme, mas isso não pode acarretar um relaxamento dos padrões dos ensaios clínicos, que devem fornecer provas concludentes da eficácia dessa vacina para proteger a saúde pública”, acrescenta.
[...] Se as autoridades não frearem este tipo de experimentação caseira, “estas vacinas de efetividade e segurança duvidosa porão a saúde pública em risco”, alertam. Além disso, “pode derrubar a confiança da sociedade nas verdadeiras vacinas” contra a Covid-19, escrevem. Em sua carta, especialistas pedem que as autoridades federais dos EUA tomem as rédeas do assunto, como já fizeram para impedir a difusão de exames caseiros do novo coronavírus que não tinham aval científico. “Parte do interesse nestas vacinas caseiras surge aparentemente da crença de que a experimentação consigo mesmo não precisa respeitar as normas e os critérios éticos. É uma crença totalmente falsa”, disparam.
[...]
“Promover este tipo de produto como uma possível
solução sem ter provas viola o método científico,
é reprovável”, ressalta Federico de Montalvo
Jääskeläinen, presidente do Comitê de Bioética da
Espanha. “Mesmo se funcionasse, só significaria
que dispararam no ar e acertaram no prato por
acaso”, acrescenta.
O especialista concorda com seus colegas
norte-americanos sobre o perigo que estes cientistas
representam na luta contra a pior pandemia deste
século. “Que a vacina demore não é o nosso maior
problema. Onde arriscamos a saída desta pandemia
é na confiança da população em relação às vacinas.
Esta gente está minando essa confiança com uma
narrativa antissistema. Se uma parte da população
comprar estas mensagens, pode haver um enorme dano
à saúde pública”, conclui.
Disponível em: https://bityli.com/dt36e. Acesso em: 18 set.
2020 (adaptado).
Releia o trecho a seguir.
“[...] uma imunização sem aval [...].”
Analise a seguir as definições da palavra destacada retiradas do dicionário virtual Caldas Aulete.
1. Garantia de pagamento de empréstimo feito por outrem.
2. Assinatura que confirma uma garantia.
3. Aprovação ou apoio a uma proposta, opinião, decisão, ação etc.
4. Algo que serve de garantia.
Disponível em: http://www.aulete.com.br/aval. Acesso em: 2 ago. 2022.
Assinale a alternativa que indica a definição que se
aplica à palavra “aval” no contexto exposto.
A partir das afirmativas, assinale a alternativa que indique a relação de sentido da palavra ‘veículo’ com as demais:
Veículo ➝ carro, motocicleta, bicicleta, ônibus, automóvel.
I. ‘Carro’ e ‘ônibus’ são antônimos do vocábulo ‘veículo’.
II. ‘Veículo’ é hiperônimo e as demais palavras são hipônimas.
III. Veículo é hipônimo e as demais são
hiperônimos.
Assinale a opção em que isso ocorre com a palavra sublinhada.
Um exemplo é a palavra "cabeleireiro" presente em "No momento em que sai do cabeleireiro?".
O problema com cabeleireiro é que as pessoas podem pensar que ela vem de cabelo, mas na verdade a derivação acontece da palavra cabeleira. Assim, a única forma correta de se escrever é mesmo cabeleireiro.
Considerando que existem outras palavras que causam essa mesma estranheza, assinale a alternativa cuja palavra em destaque esteja escrita CORRETAMENTE.
Um exemplo é a palavra "cabeleireiro" presente em "No momento em que sai do cabeleireiro?".
O problema com cabeleireiro é que as pessoas podem pensar que ela vem de cabelo, mas na verdade a derivação acontece da palavra cabeleira. Assim, a única forma correta de se escrever é mesmo cabeleireiro.
Considerando que existem outras palavras que causam essa mesma estranheza, assinale a alternativa cuja palavra em destaque esteja escrita CORRETAMENTE.