Questões de Concurso Comentadas sobre paralelismo sintático e semântico em português

Foram encontradas 414 questões

Q2758811 Português

A violência em Roraima é contra a imagem no espelho


Os venezuelanos encarnam o pesadelo real de que toda estabilidade é provisória e o pertencimento é sempre precário


Eliane Brum


  1. Não se compreende a violência dos brasileiros
  2. contra os venezuelanos sem entender o que é
  3. estar na fronteira e se saber à beira do mapa,
  4. a borda como o precipício que lembra a quem
  5. se agarra ao lado de cá que há uma fera
  6. rosnando no desconhecido. Com exceção dos
  7. povos indígenas, a população não indígena de
  8. Roraima é formada por migrantes recentes, a
  9. maioria da segunda metade do século XX. E
  10. sempre chegando de um outro lugar em que o
  11. chão se tornou movediço embaixo dos pés.
  12. Muitos não desembarcaram em Roraima
  13. diretamente do lugar em que nasceram, mas
  14. antes tentaram pertencer a outros pontos do
  15. mapa e não puderam se fixar por falta de
  16. trabalho ou outras faltas. Quem alcança um
  17. estado como Roraima vindo das regiões mais
  18. pobres do Brasil — ou das porções mais
  19. pobres dos estados rico s— sabe que alcançou
  20. uma espécie de território limite. Dali pra
  21. frente não há mais para onde andar. Talvez o
  22. que um brasileiro de Roraima vislumbre num
  23. venezuelano desesperado e sem lugar seja o
  24. retrato de si mesmo. Uma velha foto bem
  25. conhecida empurrada para o fundo de uma
  26. gaveta da qual ninguém quer lembrar, mas
  27. que nunca pôde ser totalmente esquecida.
  28. Diante dos venezuelanos famintos, doentes e
  29. assustados, desejando desesperadamente
  30. entrar, a imagem se materializa como um
  31. espelho que é preciso destruir. O que
  32. destroem no corpo do outro é a imagem de si
  33. mesmos cujo retorno não podem aceitar.
  34. A angústia de não pertencer rugia dentro da
  35. maioria das pessoas que entrevistei em
  36. Roraima, em diferentes momentos. Mas isso
  37. jamais era admitido. Ao contrário. Como
  38. costuma acontecer neste tipo de fenômeno,
  39. ela se expressava como uma identidade feroz,
  40. a de ser o único cidadão legítimo, o único com
  41. o direito de estar ali, o único que trabalha e
  42. quer progredir. Isso se manifestava em três
  43. comportamentos clássicos: a hostilidade
  44. contra estrangeiros de outra língua,
  45. especialmente americanos, a desconfiança
  46. com relação a brasileiros não migrantes, o
  47. desejo de apagar as populações nativas,
  48. ainda que pela assimilação ou pela supressão
  49. de direitos. (...)
  50. A identidade roraimense é fomentada na
  51. população por velhas e novas elites locais a
  52. partir da ideia de que o Brasil é contra eles
  53. (ou os ignora ou só aparece para se meter
  54. onde não devia, como na atual disputa pelo
  55. fechamento da fronteira com a Venezuela), os
  56. “gringos” querem tomar a Amazônia de seus
  57. legítimos donos e os indígenas impedem o
  58. progresso do estado e também de cada
  59. indivíduo que ali chegou com o sonho de fazer
  60. história, fortuna e, principalmente casa —
  61. lugar de pertencimento para quem tanto
  62. peregrinou pelo mapa do Brasil até finalmente
  63. alcançar a sua borda. Essa é sempre a
  64. condição de fronteira entre aqueles que as
  65. disputam. (...) A fronteira é um espaço de
  66. sobreviventes, que já conheceram o pior de
  67. vários mundos, sofreram estigmas,
  68. preconceitos e indignidades, e estão lutando
  69. por um lugar e sabem muito bem o porquê.
  70. (...)
  71. A imagem dos venezuelanos entrando e
  72. entrando, desesperados, miseráveis e
  73. famintos, é a imagem que um migrante mais
  74. teme para si mesmo. É também a prova de
  75. que a estabilidade é sempre provisória, de
  76. que é possível perder tudo mais uma vez. É a
  77. evidência viva, encarnada, de que não há
  78. lugar seguro, de que o pertencimento é
  79. sempre precário. De que do outro lado da
  80. borda, o abismo espreita com olhos injetados
  81. de sangue. Quem viveu escorregando de
  82. todos os mapas sente a dor dessa experiência
  83. no corpo.


Fonte:

https://brasil.elpais.com/brasil/2018/08/27/opinion.html

Acesso em 06/09/2018. Adaptação.

Assinale a opção em que a palavra “mapa” está empregada em um sentido metafórico e abstrato mais saliente.

Alternativas
Q2753875 Português

Texto 1


  1. ESTRANGEIRO: – Pois bem: nas ciências teóricas
  2. nós começamos por distinguir uma parte diretiva, e
  3. nesta, uma divisão a que chamamos, por analogia,
  4. autodirigente. A criação dos animais foi, por sua vez,
  5. considerada como uma das divisões da ciência auto-
  6. diretiva, da qual é um gênero e certamente não o
  7. menor; a criação de animais nos deu a espécie da
  8. criação em rebanho, e a criação em rebanho, por
  9. sua vez, deu-nos a arte de criar os animais pedes-
  10. tres; e a seguir, esta arte de criar os animais pedes-
  11. tres nos deu, como seção principal, a arte que cria
  12. raça de animais sem chifres; e, ainda, esta raça de
  13. animais sem chifres inclui uma parte que só poderá
  14. ser compreendida por um único termo pela adição
  15. necessária de três nomes; ela se chamará: “a arte
  16. de criar raças que não se cruzam”. Por fim, a última
  17. subdivisão restante, nos rebanhos bípedes, será a
  18. arte de dirigir os homens. É precisamente o que pro-
  19. curamos; a arte que se honra por dois nomes: políti-
  20. ca e real.


PLATÃO. Diálogos – Fédon, Sofista, Político. Trad. Jorge Paleikat; João Cruz Costa. Rio de Janeiro: Ediouro, s.d. p. 177.



Releia o Texto 1 e leia o Texto 2 para responder às questões de 06 a 10.


Texto 2


Admirável gado novo


  1. Vocês que fazem parte dessa massa
  2. Que passa nos projetos do futuro
  3. É duro tanto ter que caminhar
  4. E dar muito mais do que receber
  5. E ter que demonstrar sua coragem
  6. À margem do que possa parecer
  7. E ver que toda essa engrenagem
  8. Já sente a ferrugem lhe comer
  9. Êh, ôô, vida de gado
  10. Povo marcado
  11. Êh, povo feliz!
  12. Lá fora faz um tempo confortável
  13. A vigilância cuida do normal
  14. Os automóveis ouvem a notícia
  15. Os homens a publicam no jornal
  16. E correm através da madrugada
  17. A única velhice que chegou
  18. Demoram-se na beira da estrada
  19. E passam a contar o que sobrou!
  20. Êh, ôô, vida de gado
  21. Povo marcado
  22. Êh, povo feliz!
  23. O povo foge da ignorância
  24. Apesar de viver tão perto dela
  25. E sonham com melhores tempos idos
  26. Contemplam esta vida numa cela
  27. Esperam nova possibilidade
  28. De verem esse mundo se acabar
  29. A arca de Noé, o dirigível,
  30. Não voam, nem se pode flutuar
  31. Êh, ôô, vida de gado
  32. Povo marcado
  33. Êh, povo feliz!

RAMALHO, Zé. Zé Ramalho da Paraíba. Discobertas. © Avohai Editora (EMI) BRSME9700721, 2008. Disponível em: <http://www.zeramalho.com.-br/sec_discografia_view.php?id=65>. Acesso em: 15 fev. 2018.

No Texto 2, os termos “massa” e “gado” adquirem um sentido semelhante a “rebanho”, no Texto 1. Essa semelhança de sentido deve-se

Alternativas
Q2729495 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.


Famílias postiças contra a sigilosa epidemia da solidão


  1. Rosa enviuvou em agosto e desde então carrega nos ombros um pesado silêncio. Só o
  2. telefonema de uma amiga todos os dias ___ nove da noite diminui um pouco o seu vazio. Rosa
  3. vive na Galícia, uma região chuvosa no norte da Espanha, onde impera o caráter introspectivo
  4. e estoico. Além disso, ela mora em uma aldeia, em Betanzos (província de A Coruña) que há
  5. anos não para de perder população. Esse telefonema é praticamente o único momento em que
  6. se comunica com alguém. “Conversamos durante meia hora. Não criticamos ninguém, mas
  7. comentamos coisas e a faço rir”, conta Pilar, a voz amiga de Rosa e uma das colaboradoras do
  8. projeto de iniciativa da ordem religiosa dos franciscanos na Galícia para combater a epidemia
  9. silenciosa da solidão, que se estende sem freio nos lares ocidentais.
  10. Enquanto no Reino Unido o Governo acaba de criar uma Secretaria de Estado contra a
  11. Solidão, em Betanzos foi colocado ___ disposição o convento de San Francisco de Betanzos –
  12. sem vida desde que ...... dois anos as últimas freiras residentes cruzaram a porta – para criar
  13. uma família com pessoas “que estejam ou se sintam sozinhas”. Os participantes passariam o
  14. dia nas instalações, tomando café da manhã, almoçando e jantando, compartilhando a
  15. lavanderia e os gastos, fazendo companhia uns aos outros.
  16. “Não se trata de uma unidade de atendimento ___ terceira idade nem de beneficência,
  17. nem de um local social, mas de um espaço de autogestão que não se financia com subvenções
  18. e no qual queremos imitar o ambiente de uma família qualquer, com liberdade para entrar e
  19. sair sem compromisso e sem exigências de vínculo religioso”, explica o frei Enrique Roberto
  20. Lista sobre um projeto aberto ___ moradores de qualquer prefeitura e cujos responsáveis
  21. gostariam de estender no futuro a outros edifícios eclesiásticos vazios, como as casas
  22. sacerdotais das paróquias.
  23. Se no Brasil o número de pessoas que vivem sós duplicou entre 2005 e 2015, sobretudo
  24. entre as com mais de 60 anos, segundo o IBGE, na Espanha a situação não é melhor. Ali vivem
  25. sozinhas cerca de 4,5 milhões de pessoas, segundo os dados apresentados pelos franciscanos.
  26. Mais de 70% das almas que habitam esses lares sofrem de solidão, um problema que afeta
  27. igualmente mais da metade de quem tem companhia em suas casas.
  28. O projeto começou a ser posto em prática em Betanzos com nove mulheres e, conforme
  29. explica a trabalhadora social Antía Leira, vem enfrentando dificuldades para superar “o estigma
  30. da solidão, a vergonha”. “É difícil para as pessoas que a sofrem reconhecer a situação e até
  31. mesmo identificá-la porque muitas vezes convivem com alguém”, afirma Leira. “É uma
  32. necessidade oculta: todo mundo admite o problema, e as notícias de idosos que morrem sem
  33. que ninguém fique sabendo se multiplicam, mas custa dar o passo para combatê-la.”
  34. Uma solidão mais uma solidão é companhia, o remédio para o problema está nas pessoas
  35. que sofrem esse ......”, observa o frei Lista, criador do projeto, enquanto no refeitório deste
  36. convento do século XIV os primeiros membros passam um ao outro a cafeteira e as bandejas
  37. de biscoitos e bolos. A amiga de Pilar que se sente tão sozinha ainda não deu o passo para se
  38. integrar ___ essa família postiça: “É desconfiada e retraída, e isso lhe custa, mas eu digo que
  39. isto seria fantástico para ela se oxigenar.”
  40. A tristeza pelo isolamento social não é um achaque só da idade. “Há pessoas muito jovens
  41. que também estão sós”, diz Adriana García, colaboradora do projeto. “Esta sociedade te
  42. empurra para a solidão. Há menos filhos, a família se dispersa, por um lado as tecnologias te
  43. conectam, mas por outro te levam a se fechar. E ...... jornadas de trabalho que não te deixam
  44. tempo para a amizade e a família. Racionalizar os horários seria uma grande contribuição para
  45. combater isso.”


(Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/02/02/internacional/1517571336_119656.html – Texto adaptado)

Analise as seguintes assertivas sobre a acentuação de palavras do texto:


I. Com a reforma ortográfica, o verbo ‘para’ (l.05) não é mais grafado com acento, assim como as formais verbais ‘por’ e ‘pode’, não havendo mais distinção com suas homógrafas.

II. As palavras ‘silêncio’ e ‘últimas’ continuariam existindo na língua portuguesa mesmo sem a presença do acento, mas assumiriam outra classe gramatical.

III. As palavras ‘café’ e ‘sós’ são acentuadas em função da mesma regra gramatical.


Quais estão INCORRETAS?

Alternativas
Ano: 2018 Banca: CEPS-UFPA Órgão: UNIFESSPA Prova: CEPS-UFPA - 2018 - UNIFESSPA - Redator |
Q2723079 Português

“Parônimo, adj.,s.m. Gram. Ling. 1. Diz-se de ou cada um dos dois ou mais vocábulos que são quase homônimos, diferenciando-se ligeiramente na grafia e na pronúncia”

(Dicionário Houaiss, 2009, p. 1437).


Considerando-se a ocorrência da paronímia, marque a frase correta.

Alternativas
Q2722268 Português

Enumere a segunda coluna pela primeira associando o sentido dos parônimos:

( 1 ) dispensa ( ) próximo

( 2 ) despensa ( ) concede

( 3 ) flui ( ) corre

( 4 ) frui ( ) líder

( 5 ) dirigente ( ) aplicado

( 6 ) diligente ( ) dispõe

( 7 ) eminente ( ) armazém

( 8 ) iminente ( ) elevado

( 9 ) defere ( ) aprova

( 10 ) difere ( ) discorda

Alternativas
Q2720259 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.


Seu aparelho de ar-condicionado está deixando o planeta mais quente


1 Sol, praia, calor. O Brasil é tipicamente conhecido por suas características tropicais. Apesar

2 disso, pouca gente nega um bom ar-condicionado em dias quentes. No verão do ano passado, a

3 venda desses aparelhos bateu recorde. Temos, atualmente, um total de 139 milhões de unidades

4 funcionando. Mas não é só o brasileiro que ama um friozinho artificial — Estados Unidos e Japão

5 detêm a maior parte dos exemplares mundiais. Porém, de acordo com um relatório divulgado pela

6 Agência Internacional de Energia (IEA), um irônico paradoxo foi confirmado: o aumento na

7 quantidade de aparelhos de ar-condicionado está deixando o mundo mais quente. No mundo, a

8 quantidade de ares-condicionados está concentrada em um pequeno número de países (nos

9 Estados Unidos, 90% das residências possuem). Mas à medida que a renda aumenta e as

10 populações crescem nas nações emergentes, especialmente em regiões quentes, o uso dos

11 aparelhos se torna cada vez mais comum. E as estatísticas provam: o funcionamento de ares-

12 condicionados e ventiladores já representa cerca de um quinto do total da eletricidade gasta em

13 edifícios de todo o mundo — ou 10% do consumo global.

14 Os números ficam cada vez mais exorbitantes: hoje, temos cerca de 1,6 bilhão de

15 aparelhos funcionando. Para 2050, a perspectiva é de impressionantes 5,6 bilhões. Considerando

16 também o crescimento populacional, na metade do século teremos uma estimativa de um ar-

17 condicionado para cada duas pessoas do mundo. E a demanda pelo uso de climatizadores vai

18 mais que triplicar: eles consumirão a mesma quantidade de energia que China e Índia juntas.

19 Ok, você já entendeu que temos muitos ares-condicionados pelo mundo. Mas voltemos à

20 questão principal: como eles estão tornando o planeta mais quente? Para começar, a população

21 usa “errado”. Os consumidores atuais não se preocupam em comprar aparelhos mais eficientes,

22 que gastem menos energia. A competência média dos exemplares comprados hoje é menos da

23 metade do que está normalmente disponível para venda, com cerca de um terço da tecnologia

24 dos mais eficientes. Isso pode se converter no fator econômico: geralmente os mais baratos são

25 mais simples. Mas a questão crucial é, lógico, a influência que esses bilhões de aparelhos exercem

26 na temperatura do planeta. As emissões de gases estufa liberados pelas usinas de carvão e gás

27 natural ao gerar eletricidade para os ares-condicionados quase dobrariam — de 1,25 bilhão de

28 toneladas em 2016 para 2,28 bilhões de toneladas em 2050. Essas emissões impactariam

29 significativamente o aquecimento global — o que aumentaria ainda mais a demanda por ar-

30 condicionado.

31 Sim, é um ciclo vicioso. O conforto tem um preço, e ele é bem alto. E o relatório cita

32 exemplos bem ilustrativos da situação: quanto mais aumenta a renda de uma família, cresce

33 também o número de eletrodomésticos como geladeiras e televisores. Esses aparelhos geram

34 calor, deixando o ambiente mais quente. Solução: comprar um ar-condicionado. E a maioria dos

35 ares-condicionados funcionam, em parte, “jogando” o ar quente para o lado de fora, também

36 tornando a vizinhança mais quente. Segundo estimativas, o aparelho pode elevar a temperatura

37 durante a noite em cerca de um grau Celsius em algumas cidades. Ou seja, se um número

38 suficiente de vizinhos comprar um ar-condicionado, a temperatura da sua casa pode aumentar a

39 ponto de você precisar fazer o mesmo.

40 Apesar do aparente caos cíclico sem solução, o relatório termina esperançoso. Ele fala

41 sobre o “Cenário de Refrigeração Eficiente”, um caminho que se baseia numa forte ação política

42 para limitar o uso de energia com a finalidade de resfriar os espaços. E, principalmente, fala sobre

43 investir em aparelhos mais competentes. Essa simples atitude pode reduzir a demanda futura de

44 energia pela metade — em comparação com as suposições feitas baseadas no consumo atual.

45 Também torna tudo mais barato: seguindo os padrões do Cenário de Refrigeração Eficiente, pode-

46 se reduzir os custos de investimento, combustíveis e outros gastos gerados por essa indústria do

47 frio em três trilhões de dólares até 2050. E, por último, esse cenário reduziria as emissões de

48 gases estufa pela metade. Ele está de acordo com os objetivos climáticos previstos no Acordo de

49 Paris. Então lembre-se, pelo bem do futuro do planeta, quando for comprar um ar-condicionado,

50 tenha certeza de que as especificações de eficiência são as melhores possíveis.


Texto especialmente adaptado para esta prova. Disponível em https://super.abril.com.br/ciencia/seu-aparelho-de-ar-condicionado-esta-deixando-o-planeta-mais-quente/. Acesso em 17 mai. 2018.

O termo “exorbitantes” corresponde mais precisamente ao antônimo de:

Alternativas
Q2717887 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.


Plástico: nós o criamos, dependemos dele, mas ele nos ameaça.


Por Laura Parker


  1. ____Se o Mayflower, o barco dos pioneiros colonos ingleses – os chamados Peregrinos, que
  2. saíram de Plymouth, na Inglaterra, rumo à América do Norte –, estivesse cheio de garrafinhas
  3. plásticas de água, esse lixo ainda restaria entre nós, quatro séculos depois. Se os Peregrinos
  4. tivessem feito o que muita gente costuma fazer, jogado ao mar garrafas e embalagens, as
  5. ondas e a radiação solar no Atlântico teriam desgastado todos esses objetos de plástico,
  6. reduzindo-os a fragmentos minúsculos. Esses fragmentos poderiam estar flutuando até agora
  7. nos oceanos do planeta, absorvendo toxinas que iriam aderir ______ já presentes neles, e
  8. acabariam sendo ingeridos por algum peixe ou ostra. E talvez terminassem no prato de um de
  9. nós.
  10. ____“Temos de ser gratos aos pioneiros por não usarem nada de plástico”, pensei pouco
  11. tempo atrás, no trem que me levava até Plymouth, na costa sul da Inglaterra. O motivo da
  12. viagem era entrevistar uma pessoa que me ajudaria a entender a confusão em que estamos
  13. metidos graças aos resíduos plásticos, sobretudo nos mares. Como o plástico só foi inventado
  14. no final do século 19, e a sua produção tornou-se de fato relevante por volta de 1950, temos
  15. de lidar com meros 8,3 bilhões de toneladas do material. Desse total, mais de 6,3 bilhões já
  16. viraram resíduos, _______ a quantidade assombrosa de 5,7 bilhões de toneladas jamais
  17. ______ por nenhum tipo de reciclagem – resultado que chocou os cientistas que calcularam
  18. tais números em 2017.
  19. ____Ninguém faz ideia da efetiva proporção desse lixo plástico não reciclado que acaba nos
  20. oceanos. Em 2015, uma professora que leciona engenharia ambiental na Universidade da
  21. Geórgia, nos Estados Unidos, atraiu a atenção geral com uma estimativa: a cada ano, entre
  22. 4,8 milhões e 12,7 milhões de toneladas de resíduos chegam ao mar. A maior parte do lixo
  23. não vem dos navios, como explicam ela e os seus colegas, mas é descartada em terra e nas
  24. margens dos rios, sobretudo na Ásia. Só depois tais resíduos são carregados, pelo vento e pela
  25. água, até o oceano. Basta imaginarmos 15 sacolinhas repletas de tralha plástica boiando a
  26. cada metro de toda a linha da costa ao redor do mundo: isso corresponderia ______ de 8
  27. milhões de toneladas, a sua estimativa média da quantidade de lixo que os oceanos recebem
  28. a cada ano. E não está claro quanto tempo leva para esse plástico se desintegrar por completo
  29. em suas moléculas constituintes. As estimativas variam de 450 anos a nunca.
  30. ____Por outro lado, é bem provável que todo esse plástico venha causando a morte de
  31. milhões de animais marinhos a cada ano. Já se comprovou que quase 700 espécies, incluindo
  32. algumas em risco de extinção, foram afetadas por resíduos plásticos. Em algumas delas, o
  33. dano é evidente, como os animais estrangulados por itens descartados: sacolas, redes de
  34. pesca etc.. Em muitos outros casos, porém, os prejuízos são invisíveis ......... espécies de
  35. todos os tamanhos, de plâncton a baleias, agora ingerem micropartículas de plástico,
  36. fragmentos ínfimos que medem menos de 5 milímetros. No Havaí, em uma praia que
  37. aparentemente deveria estar intocada (pois não há acesso por estrada pavimentada), senti os
  38. meus pés afundando em crepitantes micropartículas de plástico. Depois dessa experiência,
  39. entendi .......... há pessoas que veem no acúmulo de resíduos plásticos nos oceanos um sinal
  40. de catástrofe iminente, algo tão alarmante quanto as mudanças climáticas.


(Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/2018/05/lixo-plastico-planeta-poluicao-lixaoconsumo - Texto adaptado especialmente para esta prova.)

Assinale a alternativa que apresenta os sinônimos mais adequados para afetadas (l. 32), crepitantes (l. 38) e iminente (l. 40), respectivamente, segundo o contexto em que esses vocábulos aparecem.

Alternativas
Ano: 2018 Banca: FGV Órgão: AL-RO
Q1208948 Português
Observação
Vivemos tão apressados que estamos perdendo a habilidade de observar detalhadamente o que nos cerca. Por outro lado, somos tão bombardeados por imagens e por estímulos visuais que, para nos proteger do excesso, aprendemos a não perceber o que está em volta, aprendemos a nos proteger. Por isso, a propaganda fica cada vez mais agressiva. Os produtos precisam, a qualquer custo, chamar a atenção do possível comprador, até que sejamos capazes de “ver sem olhar”. Ou seja, mesmo sem estarmos interessados, não podemos escapar de perceber uma imagem de propaganda.  Isso nos tem levado à autoproteção ou a uma atitude passiva, já que não é preciso fazer nenhum esforço, pois a propaganda e as imagens se encarregam de nos invadir.  Entretanto, para apreciar a arte e saber ler imagens, uma primeira habilidade que precisamos renovar, estimular e desenvolver é a observação. Ela deve deixar de ser passiva para tornar-se ativa, voluntária: observo o que quero, porque quero, como quero, da forma que quero, quando quero observar.  Se pedirmos a um amigo que descreva alguém, ele pode dizer genericamente: alto, magro, de meia-idade: ou então ser bem específico: tem aproximadamente 1 metro e oitenta, é magro, está vestido com uma calça azul, camisa branca, tênis, jaqueta de couro marrom, tem cabelos escuros, encaracolados, curtos, olhos azuis, usa costeletas, tem um sinal escuro do lado direito do rosto e cerca de 40 anos.  Essa segunda descrição é mais detalhada e demonstra mais observação. Naturalmente, se eu estiver procurando tal pessoa, a partir dessa descrição detalhada, posso encontrá-la com mais facilidade.
OLIVEIRA, J. e GARCEZ, L. Explicando a Arte. Ed. Nova Fronteira. 2001
“Ela deve deixar de ser passiva para tornar-se ativa, voluntária: observo o que quero, porque quero, como quero, da forma que quero, quando quero observar.” 
O trecho acima fala de vários aspectos da observação; assinale a opção que apresenta o aspecto cujo valor semântico está explicitado erradamente. 
Alternativas
Q2822838 Português

Leia com atenção o texto do Hino de Campos do Jordão, com letra e melodia por João de Sá, oficializado por Lei Municipal de 1959 e responda as questões 1, 2 e 3.

Obs.: Algumas palavras foram grafadas incorretamente e sua correção é objeto de uma das questões a seguir.

Campos do Jordão

Maravilha da minha terra

Campos do Jordão

Joia do alto da serra

Campos do Jordão

Obra suprema do divino mestre

Que fez de ti um paraizo terrestre!

Entre as matas verdejantes

E os pinheirais gigantes

Correm rios murmurantes

Sob o céu primaveril

És o meu rincão paulista

O encanto do turista

E o orgulho do Brasil!

Há no auvor das floradas

Poesias imortais

E no tempo das geadas

Lindas manhãs hibernais

Pois em ti a naturesa

Reuniu tanta beleza

Que ninguém esquece mais!

No texto, as expressões grifadas: suprema, matas, rincão e hibernais, têm respectivamente o significado de:

Alternativas
Q2807810 Português
not valid statement found

Considere o trecho abaixo:

— Qual é a mais antiga?

— A Moderna.

A relação de sentido que há entre as palavras em destaque é a mesma que há entre

Alternativas
Q2798710 Português

Assinale a alternativa onde há polissemia.

Alternativas
Q2798005 Português

Leia o seguinte texto:


Informática não é uma palavra americana?


Não. Não há nada parecido na língua inglesa. O nome foi criado pelos italianos, ainda na era jurássica da computação (período anterior aos anos 70, quando qualquer computador, por mais simplesinho que fosse, pesava mais que um caminhão) e nasceu da junção de informazione com matemática. A palavra é bonita e prática e por isso foi aceita pelos brasileiros e entrou no nosso dicionário. Além dela, os italianos criaram vários outros termos, como sistemística (que não sobreviveu fora da Itália) e telemática (que anda forte e rija pelo mundo afora).

Outra opção seria fazer como os franceses, o povo mais ortodoxo do mundo na hora de defender seu idioma. Eles nunca aceitaram o termo computador aplicado às máquinas de gestão de informação. Daí, criaram a palavra ordinateur, ou seja, aquilo que ordena, que propõe uma certa lógica, que organiza o pensamento. Embora muita gente ainda ache que a palavra ideal seria desordenador, dada a desordem que a evolução digital está ocasionando em suas vidas.


(Odisseia Digital. São Paulo: Abril, 2011.)


De acordo com as ideias veiculadas no texto, marque a alternativa INCORRETA:

Alternativas
Q2792307 Português

São antônimos de OBSCURO, exceto:

Alternativas
Q2791578 Português

Assinale a alternativa que não apresenta erro quanto ao emprego das palavras parônimas:

Alternativas
Q2788782 Português
not valid statement found
No excerto “Rolling Stones são definitivamente roqueiros” (linha 1), o termo “definitivamente” pode ser substituído, sem prejuízo do sentido original do texto, por
Alternativas
Q2779906 Português

“Ao contrário do que foi pedido, o jogo foi prorrogado.” Indique a alternativa em que há o sinônimo da expressão em destaque.

Alternativas
Q2775046 Português

Corpos emancipados, mentes subjugadas


1 _____ A indústria cultural, tão bem dissecada pela Escola de Frankfurt, retarda a emancipação humana ao

2 _ introduzir a sujeição da mente no momento em que a humanidade se livrava da sujeição do corpo. É longa a

3 _ história da sujeição do corpo, a começar pela escravidão que durou séculos, inclusive no Brasil, onde foi

4 _ considerada legal e legítima por mais de 358 anos.

5 _____ Não apenas escravos tiveram seus corpos sujeitados. Também mulheres. Faz menos de um século

6 _ que elas iniciaram o processo de apropriação do próprio corpo. A dominação sofrida pelo corpo feminino era

7 _ endógena e exógena. Endógena porque a mulher não tinha nenhum controle sobre o seu organismo, encarado

8 _ como mera máquina reprodutiva e, com frequência, demonizado. Exógena pelas tantas discriminações

9 _ sofridas, da proibição de votar à castração do clitóris, da obrigação de encobrir o rosto em países

10 _ muçulmanos à exibição pública de sua nudez como isca publicitária nos países capitalistas de tradição cristã.

11 _____ No momento em que o corpo humano alcançava sua emancipação, a indústria cultural introduziu a

12 _ sujeição da mente. A multimídia é como um polvo cujos tentáculos nos prendem por todos os lados. Tente

13 _ pensar diferente da monocultura que nos é imposta via programas de entretenimento! Se a sua filha de 20

14 _ anos disser que permanece virgem, isso soará como ridículo anacronismo; se aparecer no Big Brother

15 _ transando via satélite para o onanismo visual de milhões de telespectadores, isso faz parte do show.

16 _____ O processo de sujeição da mente utiliza como chibatas o prosaico, o efêmero, o virtual, o fugidio. E

17 _ detona progressivamente os antigos valores universais. Ética? Ora, não deixe escapar as chances de ter

18 _ sucesso e ficar rico, desde que sua imagem não fique mal na foto... Agora, tudo é descartável, inclusive os

19 _ valores. E todos somos impelidos à reciclagem perpétua - na profissão, na identidade, nos relacionamentos.

20 _____Nossos pais aposentavam-se num único emprego. Hoje, coitado do profissional que, ao oferecer-se

21 _ a uma vaga, não apresentar no currículo a prova de que já trabalhou em pelo menos três ou quatro empresas

22 _ do ramo! Eis a civilização intransitiva, desistorizada, convencida de que nela se esgota a evolução do ser

23 _ humano e da sociedade. Resta apenas dilatar a expansão do mercado.

24 _____ A tecnologia multimídia sujeita-nos sem que tenhamos consciência dessa escravidão virtual. Pelo

25 _ contrário, oferece-nos a impressão de que somos “imperadores de poltrona”, na expressão cunhada por

26 _ Robert Stam. Temos tanto “poder” que, monitor à mão, pulamos velozmente de um canal de TV a outro,

27 _ configurando a nossa própria programação. Já não estamos propensos a suportar discursos racionais e

28 _ duradouros. Pauta-nos a vertiginosa velocidade tecnológica, que nos mantém atrelados às conveniências do

29 _ mercado.

30 _____ Nossa boia de salvação reside, felizmente, na observação de Jean Baudrillard, de que o excesso de

31 _ qualquer coisa gera sempre o seu contrário. É o caso da obesidade. O alimento é imprescindível à vida, mas

32 _ em excesso afeta o sistema cardiovascular e produz outros defeitos colaterais.

33 _____ Há tanta informação que preferimos não mais prestar atenção nelas. A comunicação torna-se

34 _ incomunicação. Ou comunicassão, pois cassa-nos a palavra, tornando-nos meros receptores da avassaladora

35 _ máquina publicitária.

36 _____ Essa sujeição da mente vem no bojo da crise da modernidade que, desmistificada pela barbárie -

37 _ duas guerras mundiais, a incapacidade de o capitalismo distribuir riquezas, o fracasso do socialismo

38 _ soviético etc. -, passa a rejeitar todos os “ismos”. Os espaços da expressão da cidadania, como a política e o

39 _ Estado, caem em descrédito.

40 _____ Tudo e todos prestam culto a um único soberano: o mercado. É ele a Casa Grande que nos mantém

41 _ na senzala do consumo compulsivo, do hedonismo desenfreado, da dessolidariedade e do egoísmo.

42 _____ Felizmente iniciativas como o Fórum Social Mundial rompem o monolitismo cultural e abrem

43 _ espaço à consciência crítica e novas práticas emancipatórias.


BETTO Frei. Corpos emancipados, mentes subjugadas. Correio da Cidadania. http://www.correiocidadania.com.br/antigo/ed437/betto.htm

No texto, a expressão “do ser humano” (L.22/23) exerce a mesma função sintática que a expressão

Alternativas
Q2771589 Português

Leia o Texto 4 para responder à questão 07.


Texto 4

Manchete do site de notícias G1 no dia 11/09/2017:


“Funai e MPF confirmam investigação que apura suposto massacre de índios isolados na Amazônia


Área investigada fica nas proximidades dos rios Jandiatuba e Jutaí, perto da fronteira com o Peru.”


Disponível em: <http://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/funai-e-mpf-confirmaminvestigacao-que-apura-suposto-massacre-de-indios-isolados-na-amazonia.ghtml>. Acesso em: 11 set. 2017.

O uso da palavra “suposto” nessa manchete indica:

Alternativas
Q2746518 Português

Assinale a alternativa na qual há a CORRETA e respectiva sequência de palavras que podem substituir, pelo processo de sinonímia, os seguintes vocábulos:


“esdrúxulo – espichar – amputado – cerceado – polvorosa”

Alternativas
Q2745378 Português

INSTRUÇÃO: Leia atentamente o texto e responda às questões de 01 a 05.


A bolha


1 Ninguém mais conversa no metrô. Ninguém mais paquera. Ninguém mais olha o vazio, o mapa

das linhas, os anúncios, as luzes passando em sentido contrário, a própria imagem refletida nas janelas,

quem entra, quem sai, quem veste o que, quem está bem, quem está feliz, quem chora, quem dorme,

quem está por um fio, quem se dirige a uma manifestação de protesto, ou de apoio, quem defende o

5 que, gosta de qual banda, quem parte para um encontro secreto, ou acaba de ser beijada, por alguém

que sempre quis, e que nunca tomou a iniciativa, quem acaba de se apaixonar, ou descobre que o amor

acabou, quem espera gêmeos, está exultante e nem consegue mais dormir, quem acaba de conseguir

um emprego, quem não desce em nenhuma estação, e quer apenas um ar-condicionado no talo no

verão impiedoso, ou fugir da chuva, ou dar um tempo, viver sem sentir a vida, percorrer túneis

10 subterrâneos de uma grande metrópole, em que, apesar da multidão, se sente sozinho.

Ninguém troca ideias, opiniões divergentes, ninguém debate, é convencido de algo, muda de

opinião. A bolha que nos cerca nos protege. É como um escudo contra o que nos agride. A cidade nos

agride. O ódio nos agride. Todos nela nos agridem. Suas vozes incomodam.

Preferimos a música preferida da lista previamente selecionada que sai dos meus fones de

15 ouvido conectados por um cabo ao meu universo pessoal, em que sou Deus, em que decido o que ler e

ouvir, o que ver e curtir, o que assistir e ignorar, graças à opção “bloqueio”, à opção “excluir”, à opção

“apagar perfil”, “colocar em modo avião”, “não receber notificações”.

Há uns anos, não pegava celular no metrô. Os passageiros conversavam, paqueravam, miravam o

vazio, redescobriam estações no mapa das linhas, checavam os cabelos na imagem refletida, quem

20 entrava, saía, vestia o que, (…) quem estava bem, feliz, chorava, dormia, quem, pelo perfume, banho

tomado, roupa bonita, estava a caminho de um encontro secreto, fora beijada, por alguém

surpreendente, inexplicável, paixão que nasceu do fundo da alma, quem descobriu que não ama mais,

descobriu que estava grávida e não consegue mais dormir, tensa, quem acabou de perder um emprego,

a estação, o sentido de viver, porque se sente sozinho, apesar da multidão nas estações.

25 Trocavam-se ideias, opiniões, debatia-se, mudavam as convicções de alguém, apresentavam

outros pontos de vista, experiências e erros da história que se repetem. A bolha é nosso mundo agora. E

o que tem de tão urgente nos celulares, que não era na década anterior? O que é inadiável? A bolha em

si, e nela que se quer estar: protegido e isolado. O mundo é muito louco, tem muito louco por aí. E boa

parte, quando chega à sua estação, continua nela, caminha olhando ou falando para seu universo

30 pessoal. Haverá um dia em que as pessoas voltarão a interagir? O mundo corre perigo. (…)


Marcelo Rubens Paiva

(Adaptado a partir de: http://cultura.estadao.com.br/. Acesso em abril de 2017.)

A partir do título e no decorrer do texto, a palavra bolha aparece diversas vezes. Nesse contexto, bolha é entendida como

Alternativas
Respostas
261: D
262: A
263: D
264: E
265: B
266: B
267: B
268: C
269: E
270: E
271: B
272: D
273: C
274: E
275: E
276: A
277: A
278: B
279: A
280: C