Questões de Concurso Comentadas sobre ortografia em português

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Q569559 Português

Leia o texto abaixo e responda à questão propostas

   Temos, sem dúvida, sérios problemas de discriminação e exclusão na sociedade brasileira, que se refletem também nas universidades. Mas frequentemente parece que eles são abordados de forma desfocada.

    A composição racial da sociedade brasileira tem forte presença de negros, pardos e minorias. Diz-se que esse perfil não se repete na universidade. Mas porque razão a composição geral da sociedade deve se repetir em seus contextos e recortes específicos? Ela se repete em times de futebol ou na seleção brasileira?

    Se acreditarmos que o perfil étnico ou econômico do conjunto da população seja, ou deva ser, uma “invariante social”, repetindo-se em qualquer recorte ou subgrupo, a consequência óbvia disso é a generalização da prática de cotas.

    Além de cotas no vestibular, em breve teremos propostas de cotas de formatura, para compensar injustiças e discriminações ocorridas ao longo do curso. Em seguida, cotas para times de futebol, cotas para funcionários das empresas, cotas para sócios de clubes, cotas para academias de ginástica, cotas para fieis de cada religião e culto e por aí vai.

    A grande injustiça é ver a quantidade de pessoas, especialmente os jovens inteligentes e esforçados, sendo impedidas de se desenvolver. Não é dada a elas a oportunidade de aprender a crescer, por causa de uma educação pública básica e média medíocres. Esse é o problema real.

    O contrário do racismo e da discriminação social não é uma “discriminação positiva”, mas sim a ausência dessas classificações. Qualquer solução que envolva critérios de raça ou pobreza não contribui para eliminar a discriminação. Pelo contrário, reafirma, reforça e pereniza esses conceitos básicos dos mecanismos de exclusão.

    Nesse cenário de sequestro de oportunidades, há um grupo de jovens mais velhos que já foi prejudicado pelas péssimas escolas públicas. E há outro grupo, bem maior, das crianças que ainda enfrentarão o problema. Para as pessoas já prejudicadas, as cotas são um mecanismo compensatório, que pode reduzir, mas não eliminar, o prejuízo.

    Se houver uma proposta cujo cerne seja a melhoria efetiva do atual ensino público de primeiro e segundo grau, com parâmetros objetivos e seguindo modelos que comprovadamente já deram excelentes resultados em várias partes do mundo, e que parte dessa proposta seja um sistema de cotas, emergencial e provisório (com prazo limitado), visando apenas aquela população que já foi prejudicada, essa proposta merece não apenas a nossa aprovação, mas também o nosso aplauso

.….................................................................. ..... ............................................................................

    Já uma proposta que contemple apenas a questão das cotas de forma isolada ou é ingênua ou é demagógica.Anestesia as consciências, acomoda as queixas, reduz as pressões – é a solução mais fácil e barata para os governantes. Mas mantém a condenação de milhões de crianças a precisar de cotas no futuro, sempre em ciclos sem fim, sequestrando suas oportunidades e seus sonhos. […]

                                                  SALVAGNI, Ronaldo de Breyne. Folha de São Paulo, 07/ 04 /2013.

Como em E(S)PECÍFICOS (parágrafo 2) e em E(X)CLUSÃO (parágrafo 6), preenchem-se com “s" e com “x", respectivamente, as lacunas deixadas nas palavras que se leem na seguinte alternativa:
Alternativas
Q561829 Português

                                       Felicidade

      Vocês sabem o que é querofobia? Pasmem. É medo da alegria, da felicidade. Como pode, não é? Ganhei um livrinho – livrinho porque é bastante pequeno –Dicionário Igor de Fobias , com mais de 1000 verbetes, organizado pelo professor Igor Rafailov, um brasileiro de pai russo e mãe alemã, nascido em São Paulo, criado na França e que mora no Recife. Como todos os meus prováveis leitores sabem e o professor define, “fobias são medos irracionais, mórbidos, de coisas (animadas ou inanimadas), ideias ou situações”.

      Com esse livrinho ficamos conhecendo fobias incríveis, como a eretofobia, que é o medo mórbido do ato sexual, menos estranha porém que califobia, que é o pavor do belo, do bonito, assim como filemafobia é o de beijar e ser beijado.

      Eu poderia preencher o espaço de uma dúzia de crônicas com as fobias mais estranhas e improváveis, mas nada me impressionou mais do que a querofobia, principalmente por estarmos nos primeiros dias de um novo ano, em que recebemos e enviamos votos de felicidade.

      Edgar, um amigo de muito tempo, não estranha, não se impressiona como eu. Ao contrário, ele mesmo se acha um querófobo:

      – Sempre que me sinto muito feliz, tenho medo. Medo de que esses momentos prazerosos venham para anunciar uma desgraça que deverá chegar a seguir. E isso me impede de gozar – por um minuto que seja – de uma felicidade plena.

      Sei que existem muitas pessoas assim, que não curtem os bons momentos, desconfiados de que sejam uma armadilha. E há mesmo a afirmação corrente de que toda vitória é véspera de uma derrota.

      Não penso assim. Acredito que as alegrias e tristezas, vitórias e derrotas, felicidades e desgraças surjam cada uma a seu tempo, independentemente de se seguirem umas às outras. E creio também que pensar positivamente seja uma forma de atrair bons acontecimentos ou, pelo menos, afugentar os maus. Mas admiro os céticos e os cínicos, os de talento e humor, como Drummond, que afirma: 

      “...o amor é isso

      que você está vendo:

      hoje beija, amanhã não beija,

      depois de amanhã é domingo

      e segunda-feira ninguém sabe o que será.”

      Existem também os felizes e os infelizes profissionais, aqueles para quem tudo está sempre bem ou sempre mal. Que reclamam porque faz muito calor ou muito frio; se chove ou se faz sol. [...]

      Acredito que todos nós temos direito à felicidade, que nascemos mesmo para ela e que a desgraça é um desarranjo na máquina que põe em movimento a nossa vida. Mas acredito também que é preciso identificar e gozar os instantes felizes, estejam eles num almoço familiar de domingo, num beijo da mulher amada, no aperto de mão de um amigo, no sorriso de um filho, na birra manhosa de um neto. Viver todos esses momentos sem medo e sem esforço, naturalmente, sabendo que se tem direito a eles. Fernando Pessoa nos ensina que “um dia de sol é tão belo quanto um dia de chuva. Cada um é o que é”. Se agirmos assim, acreditando que a felicidade existe e que, se é passageira, também a desgraça tem seus dias contados, chegaremos à velhice menos sofridos e amargos. E não correremos o risco de repetir, no fim da vida, a melancólica frase de Jorge Luis Borges: “No passado cometi o maior pecado que um homem pode cometer: não fui feliz”.

      Felicidades para todos neste ano que se inicia.

                                                                                  Manoel Carlos, in VEJA RIO, 05/01/2005 

Assinale a única opção que deve ser completada com a primeira palavra entre parênteses.
Alternativas
Q560274 Português
Veja o anúncio abaixo:

                          Imagem associada para resolução da questão

Observe as afirmações abaixo, em relação ao anúncio apresentado.

1. A palavra óculos significa “olhos" e somente deve ser empregada no plural.

2. Porque a palavra é empregada no plural, todas as palavras que se referem a ela devem ir para o plural: Meus óculos quebraram. / Estes (Os) óculos devem ser completos, com armação + lentes.

3. A palavras óculos refere-se a apenas um objeto e deve ser empregada no singular.

4. Porque é empregada no singular, todas as palavras que se referem a ela devem ficar no singular: Meu óculos quebrou. / Este (O) óculos deve ser completo, com armação + lentes.

5. A palavra promoções é acentuada graficamente por ser oxítona.

6. A palavra óculos é acentuada graficamente por ser proparoxítona.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q560270 Português
Texto

A “Volta a Ilha das Cabras de Natação" é evento tradicional realizado em Balneário Camboriú na semana do Dia do Trabalho. Congrega participantes de todo o Sul do Brasil, em dois quilômetros de natação, cujo percurso consiste em os participantes nadarem em volta daquela ilha. Este ano, dentre cerca de 150 participantes sagraram-se vencedores os atletas Chicão Ferreira e Stefanie Bender. Praticantes de triatlo, modalidade esportiva que combina sequencialmente e ininterruptamente natação, ciclismo e corrida, ambos obtiveram medalha de ouro.
Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q559000 Português
Leia o texto.
Habilitado para conceber espaços e objetos, o arquiteto e urbanista vê seu mercado se expandir com o ‘boom’ de moradias populares criadas pelo poder público. Porém, apesar de a carreira ter sua imagem vinculada à área de edificações, esses profissionais também podem trabalhar com paisagismo, cenografia, conservação e preservação de patrimônios históricos e culturais, design gráfico, além de projetar produtos como móveis e utensílios.
http://g1.globo.com/educacao/guia-de-carreiras/noticia/2011/04/guia-de-carreiras-arquitetura-e-urbanismo.html, acesso em 02.10.103.
Assinale a alternativa que apresenta todas as palavras grafadas corretamente.
Alternativas
Q554510 Português
O comentário está corretamente redigido em:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: ESPP Órgão: BANPARÁ Prova: ESPP - 2013 - BANPARÁ - Médico do Trabalho |
Q553809 Português
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas.

I. O rapaz_______ao responder ao delegado.

II. O trabalhador caiu  da _______.

III. A noiva já preparou o _________. 

Alternativas
Q553058 Português
Observe as alternativas e assinale aquela em que a acentuação está correta.
Alternativas
Q553057 Português
Assinale a alternativa em que há uma palavra com a ortografia incorreta.
Alternativas
Q553054 Português
Marque a alternativa em que a grafia das palavras está correta.
Alternativas
Q553052 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão acentuadas corretamente.
Alternativas
Q544172 Português
Assinale a alternativa correta em relação à ortografia.
Alternativas
Q532034 Português
Leia o texto, a seguir, e responda a questão.

Se mantido o ritmo de crescimento da população carcerária como tem se demonstrado neste ano, em quatro meses o Estado de São Paulo deve atingir a marca de 200 mil presos e a taxa de 475 detentos por 100 mil habitantes. Essa massa carcerária equivale à população de Itapevi, município na região metropolitana de São Paulo. Diariamente há um aumento de 82 novos detentos no sistema prisional. “Com essa taxa, São Paulo vai superar quase todos os países da América”, ponderou o assessor jurídico da Pastoral Carcerária, José de Jesus Filho. Hoje, o país que tem a maior taxa de encarceramento é os Estados Unidos, com 790 presos por 100 mil habitantes. No ano passado, o Brasil atingiu o índice de 269. São Paulo tem hoje 189 mil detentos em 101 mil vagas distribuídas em 152 unidades. É 40% de toda a população carcerária do país. Para a diretora da ONG Instituto Sou da Paz, Melina Risso, esse aumento da população no sistema prisional mostra que os sistemas judiciário e carcerário estão falidos. “Há um contrassenso nessa discussão. Há uma cultura de que quem cometeu crimes, seja ele qual for, deve ser preso. É uma espécie de vingança. Mas a mesma pessoa que defende as prisões diz que as penitenciárias são escolas do crime”, afirmou. No mês passado, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, disse que preferia morrer a ficar anos em uma penitenciária no Brasil.

(Adaptado de: BENITES, A. São Paulo pode ter 200 mil presos em 4 meses. Folha de S. Paulo. São Paulo, 2 dez. 2012. C3.)
Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, uma palavra do texto escrita de acordo com a nova ortografia brasileira.
Alternativas
Q517919 Português
                               Sedentarismo já ameaça reduzir expectativa de vida


    Um estudo que analisa dados de Brasil, Estados Unidos, Grã-Bretanha, China e índia alerta que o crescente sedentarismo nesses países ameaça formar a primeira geração de jovens que viverá menos que seus pais. O trabalho, que tem o American College of Sports Medicine como coautor, conclui que em 2030 a inatividade física pode abreviar em até cinco anos a expectativa de vida, caso seja mantido o ritmo atual.
    As projeções, que tiveram a participação de 70 especialistas ligados às áreas de saúde e  educação física, indicam que em 18 anos o Brasil terá diminuído em cerca de 34% os níveis de atividade física desde o começo da década passada. Somente entre 2002 e 2007, a queda foi de 6 %.
    Segundo Lisa MacCalIum Carter, executiva global da Nike, que também é coautora da pesquisa, o País começa a sofrer os males que já são sentidos há algumas décadas pelos países mais desenvolvidos - de 1965 a 2009, a queda da atividade física nos Estados Unidos foi de 32%.
    "As máquinas e carros têm feito as atividades físicas por nós, e isso é uma coisa boa, pois apreciamos o padrão de vida moderno. Mas é preciso observar a quantidade de movimento que é perdida por isso e buscar formas de compensar", afirma a executiva. "Se uma criança está  ameaçada de viver uma vida mais curta que seus pais, este é o oposto do progresso humano."
     Segundo Lisa, as estatísticas levam em conta outros fatores, como nutrição, mas o sedentarismo tem papel central, especialmente em países desenvolvidos ou em  desenvolvimento. Ela lembra que as dez doenças que mais matam nos 50 países mais ricos do mundo estão relacionadas à falta de atividade física.

                                                                                                                 (Disponível em www.estadao.com.br)
Assim como "expectativa", também se escreve com "x" a seguinte palavra:
Alternativas
Q516151 Português
Assinale a alternativa correta quanto ao emprego e ortografia das palavras:
Alternativas
Q516149 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.

                                              PRESTÍGIO EM XEQUE

                A linguagem que separa as elites da norma ensinada nas gramáticas

                                                                                                 Por: Luiz Costa Pereira Junior Disponível em:
                                                                       http://revistalingua.uol.com.br/fixos/assuntos/especiais.asp
                                                                                                                      Acesso em 22 de outubro de 2013


     O país acordou com 201.032.714 de habitantes em junho de 2013, garante o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE.
     Números tão imensos e minuciosos nascem defasados ao primeiro bebê vindo após o seu anúncio, mas o fato é que lembram que somos um país de cifras continentais, que encortinam um movimento de transformação que, na surdina, tem na língua um índice de seu impacto.
     Para linguistas, a urbanização agressiva das últimas décadas, a TV e a mobilidade social promovida pelo vigor econômico dos anos FHC, Lula e Dilma podem ter ajudado a reduzir a distância entre os idiomas expressos pela elite brasileira e pelo povão.
    A ponto de haver hoje um vácuo entre a língua efetivamente usada pela elite culta do Brasil contemporâneo e a descrita pelas gramáticas tradicionais, que em tese espelham o padrão culto do idioma.

Movimento
     De camadas inteiras de alto poder aquisitivo e melhor nível educacional à elite pouco culta, fechada e hierárquica, palavras e construções sintáticas parecem contrariar cada vez mais o repertório clássico dos compêndios gramaticais.
     Exemplos circundam as próximas páginas. Mostram que, ao contrário de sociedades rurais e citadinas do passado, que apresentavam pouca diferença interna em sua gramática à custa de uma estratificação social rígida, em sociedades urbano-industriais haveria mais trocas simbólicas entre classes diferentes, uma variedade mais ampla de escolhas e uma estratificação social mais fluida, com maior linha cruzada entre repertórios gramaticais e culturais. [...]
     A urbanização intensa, no entanto, colocou em proximidade física as diferentes classes sociais. Em 1940, quando só 31% dos brasileiros viviam nas cidades (IBGE), a ideia circulante era a de que o sujeito ignorante na língua ocupava a periferia rural e os estratos sociais mais baixos; enquanto a metrópole era o lugar das trocas linguísticas de prestígio. Em 1980, quando esse índice chegou a 65%, o pessoal da roça já ocupara a cidade, em décadas de intenso contato, apesar das relações sociais ainda muito hierarquizadas e desiguais.

Capital cultural
     A urbanização e a industrialização também fizeram com que todos passassem por fenômenos semelhantes, em homogeneização cultural e de linguagem (o caso mais gritante é o da harmonização de sotaques e linguagens iniciada pela era da TV por satélite). Com isso, indivíduos e grupos antes diferentes estão tendo mais confluência do que se imaginava.
     Em geral, a variante de linguagem menos prestigiada é a mais criativa. A pessoa não está pautada pela escola, a que não frequentou. Não tem a ideia de uma tradição atrás de si. A linguagem culta tende a ser mais conservadora, pois herdeira da tradição escolar. Muda menos a própria língua, pois se sente mais patrulhada. Mas, a certa altura, a classe culta tende a assimilar a inovação de caráter mais popular, quanto mais exposta estiver a ela em suas situações de comunicação cotidianas.
     [...] De 2003 a 2011, a renda média do brasileiro cresceu 33%. A nossa elite ganhou um Portugal no período: mais de 9 milhões de pessoas passaram a integrar as classes A e B. Já uma turbinada classe C cresceu uma Espanha, com 40 milhões de novos postulantes a classe média.
     [...] O Inaf (Indicador Nacional de Alfabetismo Funcional) dos últimos dez anos, sistematizado pelo Instituto Paulo Montenegro, mostra que só 25% dos brasileiros entre 15 e 64 anos dominam a leitura e a escrita. Eles estão espalhados em todas as classes, não só na elite - e é de supor que, apesar dos anos escolares, parte da elite tradicional integre os 75% da população analfabeta funcional.

Assim como a palavra “xeque”, presente no título do texto, também se escrevem corretamente, com x, todas as palavras da alternativa:
Alternativas
Q513902 Português
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas.

I. O menino não estava _____ de fazer a lição.
II. O diretor não estava _____ do novo projeto.
Alternativas
Ano: 2013 Banca: IBFC Órgão: ILSL Prova: IBFC - 2013 - ILSL - Técnico de Radiologia |
Q513508 Português
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas.

I. É necessário _______ o muro.
II. O rapaz ________ o professor.
Alternativas
Ano: 2013 Banca: IBFC Órgão: ILSL Prova: IBFC - 2013 - ILSL - Técnico de Radiologia |
Q513507 Português
Assinale a alternativa que indica a palavra que deve ser, obrigatoriamente, acentuada
Alternativas
Ano: 2013 Banca: IBFC Órgão: ILSL Prova: IBFC - 2013 - ILSL - Auxiliar de Saúde |
Q512835 Português
Assinale a alternativa em que a palavra não está escrita da forma correta.
Alternativas
Respostas
12361: A
12362: B
12363: B
12364: B
12365: A
12366: B
12367: D
12368: A
12369: D
12370: D
12371: D
12372: D
12373: B
12374: E
12375: B
12376: C
12377: A
12378: C
12379: D
12380: C