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Questões de Concurso Comentadas sobre ortografia em português

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Ano: 2012 Banca: EXATUS Órgão: IF-TO Prova: EXATUS - 2012 - IF-TO - Técnico em Enfermagem |
Q516288 Português
                                                       FACULTATIVO

                                                                                                Carlos Drummond de Andrade 

1º Estatuto dos Funcionários, artigo 240: “O dia 28 de outubro será consagrado ao Servidor Público” (com maiúsculas).
2º Então é feriado, raciocina o escriturário, que, justamente, tem um “programa” na pauta para essas emergências. Não, responde-lhe o governo, que tem o programa de trabalhar; é consagrado, mas não é feriado.
3º É, não é, e o dia se passou na dureza, sem ponto facultativo. Saberão os groelandeses o que seja ponto facultativo? (Os brasileiros sabem.) É descanso obrigatório, no duro. João Brandão, o de alma virginal, não entendia assim, e lá um dia em que o Departamento Meteorológico anunciava: “céu azul, praia, ponto facultativo”, não lhe apetecendo a casa nem as atividades lúdicas, deliberou usar de sua “faculdade” de assinar o ponto no Instituto Nacional da Goiaba, que, como é do domínio público, estuda as _ _ _ _ _ _ _ da inexistência dessa matéria-prima na composição das goiabadas.
4º Hoje deve haver menos gente por lá, conjeturou; ótimo, porque assim trabalho ___ vontade. Nossas repartições atingiram tal grau de dinamismo e fragor, que chega a ser desejável o não comparecimento de 90 por cento dos funcionários, para que os restantes possam, na calma, produzir um bocadinho. E o inocente João via no ponto facultativo essa virtude de afastar os menos diligentes, ou os mais futebolísticos, que cediam lugar ___ turma dos “caxias”.  
5º Encontrou cerradas ___ grandes portas de bronze, e nenhum sinal de vida nos arredores. Nenhum – ___ não ser aquele gato que se lambia ___ sombra de um tinhorão. Era, pela naturalidade da pose, dono do jardim que orna a fachada do Instituto, mas – sentia-se pela ágata dos olhos – não possuía as chaves do prédio.
6º João Brandão tentou forçar as portas, mas as portas mantiveram-se surdas e nada facultativas. Correu a telefonar de uma confeitaria para a residência do chefe, mas o chefe pescava em Mangaratiba, jogava pinguepongue em Correias, estudava holandês com uma nativa, na Barra da Tijuca; o certo é que o telefone não respondeu. João decidiu-se a penetrar no edifício galgando-lhe a fachada e utilizando vidraça que os serventes sempre deixam aberta, na previsão de casos como esse, talvez. E começava a fazê-lo, com a _ _ _ _ _ _ _ _ calma dos Brandões, quando um vigia brotou na grama e puxou-o pela perna.
7º – Desce daí, moço. Então não está vendo que é dia de descansar.
8º – Perdão, é dia em que se pode ou não descansar, e eu estou com o expediente atrasado.
9º – Desce – repetiu o outro com tédio. – Olha que te encanam se você começar a virar macaco pela parede acima.
10º – Mas, e o senhor porque então está vigiando, se é dia de descanso?
11º – Estou aqui porque a patroa me escaramuçou, dizendo que não quer vagabundo em casa. Não tenho para onde ir, tá bem?
12º João Brandão aquiesceu, porque o outro, pelo tom de voz, parecia disposto a tudo, _ _ _ _ _ _ _ a trabalhar de braço, a fim de impedir que ele trabalhasse de pena. Era como se o vigia lhe dissesse: “Veja bem, está estragando meu dia. Então não sabe o que quer dizer facultativo?” João pensava saber, mas nesse momento teve a intuição de que o verdadeiro sentido das palavras não está no dicionário; está na vida, no uso que delas fazemos. Pensou na Constituição e nos milhares de leis que declaram obrigatórias milhares de coisas, e essas coisas, na prática, são facultativas ou inexistentes. Retirou-se, digno, e foi decifrar palavras cruzadas. 
Assinale a alternativa em que as palavras retiradas do texto são acentuadas pela mesma razão que ótimo:
Alternativas
Ano: 2012 Banca: EXATUS Órgão: IF-TO Prova: EXATUS - 2012 - IF-TO - Técnico em Enfermagem |
Q516287 Português
                                                       FACULTATIVO

                                                                                                Carlos Drummond de Andrade 

1º Estatuto dos Funcionários, artigo 240: “O dia 28 de outubro será consagrado ao Servidor Público” (com maiúsculas).
2º Então é feriado, raciocina o escriturário, que, justamente, tem um “programa” na pauta para essas emergências. Não, responde-lhe o governo, que tem o programa de trabalhar; é consagrado, mas não é feriado.
3º É, não é, e o dia se passou na dureza, sem ponto facultativo. Saberão os groelandeses o que seja ponto facultativo? (Os brasileiros sabem.) É descanso obrigatório, no duro. João Brandão, o de alma virginal, não entendia assim, e lá um dia em que o Departamento Meteorológico anunciava: “céu azul, praia, ponto facultativo”, não lhe apetecendo a casa nem as atividades lúdicas, deliberou usar de sua “faculdade” de assinar o ponto no Instituto Nacional da Goiaba, que, como é do domínio público, estuda as _ _ _ _ _ _ _ da inexistência dessa matéria-prima na composição das goiabadas.
4º Hoje deve haver menos gente por lá, conjeturou; ótimo, porque assim trabalho ___ vontade. Nossas repartições atingiram tal grau de dinamismo e fragor, que chega a ser desejável o não comparecimento de 90 por cento dos funcionários, para que os restantes possam, na calma, produzir um bocadinho. E o inocente João via no ponto facultativo essa virtude de afastar os menos diligentes, ou os mais futebolísticos, que cediam lugar ___ turma dos “caxias”.  
5º Encontrou cerradas ___ grandes portas de bronze, e nenhum sinal de vida nos arredores. Nenhum – ___ não ser aquele gato que se lambia ___ sombra de um tinhorão. Era, pela naturalidade da pose, dono do jardim que orna a fachada do Instituto, mas – sentia-se pela ágata dos olhos – não possuía as chaves do prédio.
6º João Brandão tentou forçar as portas, mas as portas mantiveram-se surdas e nada facultativas. Correu a telefonar de uma confeitaria para a residência do chefe, mas o chefe pescava em Mangaratiba, jogava pinguepongue em Correias, estudava holandês com uma nativa, na Barra da Tijuca; o certo é que o telefone não respondeu. João decidiu-se a penetrar no edifício galgando-lhe a fachada e utilizando vidraça que os serventes sempre deixam aberta, na previsão de casos como esse, talvez. E começava a fazê-lo, com a _ _ _ _ _ _ _ _ calma dos Brandões, quando um vigia brotou na grama e puxou-o pela perna.
7º – Desce daí, moço. Então não está vendo que é dia de descansar.
8º – Perdão, é dia em que se pode ou não descansar, e eu estou com o expediente atrasado.
9º – Desce – repetiu o outro com tédio. – Olha que te encanam se você começar a virar macaco pela parede acima.
10º – Mas, e o senhor porque então está vigiando, se é dia de descanso?
11º – Estou aqui porque a patroa me escaramuçou, dizendo que não quer vagabundo em casa. Não tenho para onde ir, tá bem?
12º João Brandão aquiesceu, porque o outro, pelo tom de voz, parecia disposto a tudo, _ _ _ _ _ _ _ a trabalhar de braço, a fim de impedir que ele trabalhasse de pena. Era como se o vigia lhe dissesse: “Veja bem, está estragando meu dia. Então não sabe o que quer dizer facultativo?” João pensava saber, mas nesse momento teve a intuição de que o verdadeiro sentido das palavras não está no dicionário; está na vida, no uso que delas fazemos. Pensou na Constituição e nos milhares de leis que declaram obrigatórias milhares de coisas, e essas coisas, na prática, são facultativas ou inexistentes. Retirou-se, digno, e foi decifrar palavras cruzadas. 
Sobre o novo acordo ortográfico analise as afirmativas:

I - aboliu o acento circunflexo na terceira do plural dos verbos crer, dar, ler e ver.
II - pode-se usar facultativamente o acento diferencial em fôrma (substantivo) para diferenciar de forma (substantivo ou verbo).
III - as duas únicas palavras em que se emprega obrigatoriamente o acento diferencial são pôde (pretérito perfeito) por oposição a pode (presente do indicativo) e pôr (verbo) para diferenciar de por (preposição).
Quais estão corretas?
Alternativas
Ano: 2012 Banca: EXATUS Órgão: IF-TO Prova: EXATUS - 2012 - IF-TO - Técnico em Enfermagem |
Q516274 Português
                                                       FACULTATIVO

                                                                                                Carlos Drummond de Andrade 

1º Estatuto dos Funcionários, artigo 240: “O dia 28 de outubro será consagrado ao Servidor Público” (com maiúsculas).
2º Então é feriado, raciocina o escriturário, que, justamente, tem um “programa” na pauta para essas emergências. Não, responde-lhe o governo, que tem o programa de trabalhar; é consagrado, mas não é feriado.
3º É, não é, e o dia se passou na dureza, sem ponto facultativo. Saberão os groelandeses o que seja ponto facultativo? (Os brasileiros sabem.) É descanso obrigatório, no duro. João Brandão, o de alma virginal, não entendia assim, e lá um dia em que o Departamento Meteorológico anunciava: “céu azul, praia, ponto facultativo”, não lhe apetecendo a casa nem as atividades lúdicas, deliberou usar de sua “faculdade” de assinar o ponto no Instituto Nacional da Goiaba, que, como é do domínio público, estuda as _ _ _ _ _ _ _ da inexistência dessa matéria-prima na composição das goiabadas.
4º Hoje deve haver menos gente por lá, conjeturou; ótimo, porque assim trabalho ___ vontade. Nossas repartições atingiram tal grau de dinamismo e fragor, que chega a ser desejável o não comparecimento de 90 por cento dos funcionários, para que os restantes possam, na calma, produzir um bocadinho. E o inocente João via no ponto facultativo essa virtude de afastar os menos diligentes, ou os mais futebolísticos, que cediam lugar ___ turma dos “caxias”.  
5º Encontrou cerradas ___ grandes portas de bronze, e nenhum sinal de vida nos arredores. Nenhum – ___ não ser aquele gato que se lambia ___ sombra de um tinhorão. Era, pela naturalidade da pose, dono do jardim que orna a fachada do Instituto, mas – sentia-se pela ágata dos olhos – não possuía as chaves do prédio.
6º João Brandão tentou forçar as portas, mas as portas mantiveram-se surdas e nada facultativas. Correu a telefonar de uma confeitaria para a residência do chefe, mas o chefe pescava em Mangaratiba, jogava pinguepongue em Correias, estudava holandês com uma nativa, na Barra da Tijuca; o certo é que o telefone não respondeu. João decidiu-se a penetrar no edifício galgando-lhe a fachada e utilizando vidraça que os serventes sempre deixam aberta, na previsão de casos como esse, talvez. E começava a fazê-lo, com a _ _ _ _ _ _ _ _ calma dos Brandões, quando um vigia brotou na grama e puxou-o pela perna.
7º – Desce daí, moço. Então não está vendo que é dia de descansar.
8º – Perdão, é dia em que se pode ou não descansar, e eu estou com o expediente atrasado.
9º – Desce – repetiu o outro com tédio. – Olha que te encanam se você começar a virar macaco pela parede acima.
10º – Mas, e o senhor porque então está vigiando, se é dia de descanso?
11º – Estou aqui porque a patroa me escaramuçou, dizendo que não quer vagabundo em casa. Não tenho para onde ir, tá bem?
12º João Brandão aquiesceu, porque o outro, pelo tom de voz, parecia disposto a tudo, _ _ _ _ _ _ _ a trabalhar de braço, a fim de impedir que ele trabalhasse de pena. Era como se o vigia lhe dissesse: “Veja bem, está estragando meu dia. Então não sabe o que quer dizer facultativo?” João pensava saber, mas nesse momento teve a intuição de que o verdadeiro sentido das palavras não está no dicionário; está na vida, no uso que delas fazemos. Pensou na Constituição e nos milhares de leis que declaram obrigatórias milhares de coisas, e essas coisas, na prática, são facultativas ou inexistentes. Retirou-se, digno, e foi decifrar palavras cruzadas. 
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas de linha pontilhada do texto:
Alternativas
Q511997 Português
Assinale a única alternativa em que a acentuação de todas as palavras está empregada corretamente.
Alternativas
Q511994 Português
Leia as seguintes afirmações:

I. Em "Eles têm muita vergonha de cantar", a acentuação está incorreta.
II. Em "É impossível não desanimar com tantos infortúnios", a acentuação está correta.
III. Em "A história contada é inverossímil", a acentuação está incorreta.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q511992 Português
Marque a alternativa em que todas as palavras têm a grafia correta.
Alternativas
Q509029 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.

                                                                                                                    Para crianças, dar é melhor do que receber
                                                                                                        Pequenos ficam mais felizes quando oferecem algo
                                                                                                                                            próprio a outros


21 de junho de 2012 | 15h 24

    Estudo avaliou reações de crianças ao partilhar guloseimas. Além de ser um gesto nobre, dar - em vez de receber - pode também tornar as pessoas mais felizes. E isso vale até mesmo para as crianças pequenas, sugere um novo estudo conduzido por psicólogos da Universidade da Columbia Britânica.
    O estudo, publicado no periódico PLoS One, revela que crianças com menos de dois anos são mais felizes quando oferecem algo do que quando recebem.
    A descoberta reforça pesquisas recentes que mostram que adultos se sentem melhor quando ajudam os demais e pode explicar por que pessoas às vezes tomam atitudes em prol dos outros, mesmo quando isso envolve custos pessoais.
    "As pessoas tendem a assumir que as crianças pequenas são naturalmente egoístas", diz Lara Aknin, coautora do estudo. "A descoberta mostra que as crianças são na realidade mais felizes dando do que recebendo".
    Durante o estudo, cada criança recebeu agrados, como biscoitos. Poucos minutos depois, a criança foi convidada a oferecer um deles a um fantoche. Depois, os cientistas ofereceram outro biscoito e pediram à criança que o oferecesse ao fantoche. As reações foram gravadas e incluídas num ranking de felicidade.
    Quando os pequenos partilhavam o biscoito com o fantoche, eles mostravam mais felicidade do que quando davam o biscoito oferecido pelo pesquisador. Segundo os autores, o contraste mostra o papel do sacrifício pessoal - em vez de ser algo aversivo, sugere que as crianças acham o comportamento recompensador.
    "O que é mais estimulante é que as crianças eram mais felizes quando davam algo próprio", diz Aknin. "Desistir de seus recursos em benefício de outros fazia deles mais felizes", diz.
    A descoberta lança luzes em um quebra-cabeça: por que humanos ajudam outros, incluindo pessoas que acabam de conhecer? Parte da resposta, parece, é que o ato de dar faz se sentir bem. O fato de que crianças pequenas também gostem de dar sugere que a capacidade de encontrar alegria ao ajudar os outros está profundamente enraizada na natureza humana.

(Disponível em www.estodoo.com.br)

Leia o trecho seguinte, extraído do texto:

Além de ser um gesto nobre, dar - em vez de receber-
         pode também tomar as pessoas mais felizes
.

Sobre ele, assinale a afirmação incorreta.
Alternativas
Q501500 Português
Das afirmativas a seguir, indique aquela que está de acordo com o uso do acento diferencial, segundo o Novo Acordo Ortográfico.
Alternativas
Q501450 Português
De acordo com o Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, a frase “Comprei pipocas para microondas.”,
Alternativas
Q501066 Português
Não se emprega o hífen em locuções:

I. substantivas como: cão de guarda e fim de semana.
II. adjetivas como: cor de açafrão e cor de vinho.
III. pronominais como: quem quer que seja e cada um.
IV. adverbiais como: depois de amanhã e em cima.

Assinale a alternativa correta em relação às afirmações acima.
Alternativas
Q501064 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão escritas corretamente.
Alternativas
Q493293 Português
Do navio sueco com sereia de amor

[...]
No dia seguinte, depois do almoço, os marinheiros tiveram novamente folga, espalharam- se pelas ruas. Como gostavamda cachaça ilheense!, comprovavam com orgulho os grapiúnas. Vendiam cigarros estrangeiros, peças de fazenda, frascos de perfume, bugigangas douradas.Gastavamo dinheiro em cachaça, enfiavam-se nas casas de mulheres-dama, caíambêbados na rua.

Foi depois da sesta. Antes da hora do aperitivo da tarde, naquele tempo vazio, entre as três e as quatro e meia. Quando Nacib aproveitava para fazer as contas da caixa, separar o dinheiro, calcular os lucros. Foi quando Gabriela, terminado o serviço, partiu para casa. O marinheiro sueco, um loiro de quase dois metros, entrou no bar, soltou um bafo pesado de álcool na cara de Nacib e apontou com o dedo as garrafas de “Cana de Ilhéus”. Um olhar suplicante, umas palavras em língua impossível. Já cumprira Nacib, na véspera, seu dever de cidadão, servira cachaça de graça aos marinheiros. Passou o dedo indicador no polegar, a perguntar pelo dinheiro. Vasculhou os bolsos o loiro sueco, nem sinal de dinheiro. Mas descobriu um broche engraçado, uma sereia dourada. No balcão colocou a nórdica mãe-d'água, Yemanjá de Estocolmo. Os olhos do árabe fitavam Gabriela a dobrar a esquina por detrás da igreja.Mirou a sereia, seu rabo de peixe.Assimera a anca de Gabriela.Mulher tão de fogo nomundo não havia, com aquele calor, aquela ternura, aqueles suspiros, aquele langor.Quantomais dormia comela, mais tinha vontade. Parecia feita de canto e dança, de sol e luar, era de cravo e canela. Nunca mais lhe dera umpresente, uma tolice de feira. Tomou da garrafa de cachaça, encheu um copo de vidro grosso, o marinheiro suspendeu o braço, saudou em sueco, emborcou em dois tragos, cuspiu. Nacib guardou no bolso a sereia dourada, sorrindo. Gabriela riria contente, diria a gemer: “precisava não, moço bonito...”

E aqui termina a história de Nacib e Gabriela, quando renasce a chama do amor de uma brasa dormida nas cinzas do peito. Do navio sueco com sereia de amor

(AMADO, Jorge. . 53. ed. Rio de Janeiro: Record, 1977. p. 357.)
Sobre a acentuação das palavras do texto é correto afirmar:
Alternativas
Q488473 Português
Considere a imagem abaixo e responda a questão .

                            imagem-001.jpg

Pela imagem acima, o enunciado “empresário olha aqui.”, é possível concluir que:

I. Há uma inadequação sintática presente no verbo olhar;
II. A oração iniciada com letra minúscula caracteriza um artifício da mídia;
III. Se o enunciado estivesse em adequação sintática, seria uma função conativa da linguagem.

Está(ão) correto(s) o(s) item(ns):
Alternativas
Q483036 Português
Segue as novas regras ortográficas de acentuação gráfica a palavra
Alternativas
Q479209 Português
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e em relação à ortografia, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q477434 Português
Que grupo de paroxítonas abaixo deveria apresentar todas as palavras acentuadas para estar correto?
Alternativas
Q477408 Português
Qual item abaixo apresenta todas as palavras com grafia incorreta?
Alternativas
Q476196 Português
                                                Escravos de latas e fios

            O homem sempre construiu máquinas e as máquinas acompanham as sociedades humanas desde a Antiguidade. Mas só há 200 anos elas tiveram um grande aperfeiçoamento, quando se investiu maciçamente na criação de motores a vapor, de máquinas elétricas e à explosão e depois de sistemas que sofisticaram esses equipamentos e foram tornando a sociedade cada vez mais cheia de utensílios e aparelhos.

            Máquinas de escrever, de gravar de sons, de gelar, de cozinhar, de costurar, de imprimir, de alterar o ambiente, de produzir energias, máquinas de todo tipo foram constituindo um mobiliário cotidiano e dando a impressão de que com elas se obteria cada vez mais conforto e bem-estar.

             Aí está o sonho do homem que viveu há mais de 200 anos: uma variedade de equipamentos mecânicos e elétricos à sua disposição, conduzindo a certo tipo de paraíso no qual não se precisaria fazer quase nada. Todos os trabalhos, pesados ou leves, grandes ou pequenos seriam, de uma forma ou de outra, realizados por equipamentos. Era um sonho não precisar de escravos ou pessoas para servir e estar tudo ao alcance da mão à medida que desse apenas um piparote.

            O mesmo princípio alimenta hoje a indústria da robótica na ilusão de criar máquinas ainda mais sofisticadas que o homem, inclusive na capacidade de pensar. Existe um grupo de pesquisadores norte-americanos que investe grandes somas de dinheiro em estudos para desenvolver sistemas eletrônicos tais que não só se equiparem mas ultrapassem o homem, atingindo uma perfeição que este nunca teve, a perfeição absoluta em termos de sistemas de inteligência.

           (...) As máquinas foram se tornando familiares ao homem e o homem foi delegando cada vez mais atribuições a elas, deixando, ele mesmo, de ter experiência, vivência e conhecimento das coisas que a máquina "faz" por ele.

            Em certo sentido, o aumento das máquinas significou também um empobrecimento do homem. Há certos ramos profissionais em que os especialistas possuem tantas máquinas à disposição que cada vez menos pesquisam, cada vez menos conhecem em profundidade os fatos de sua profissão, cada vez mais ignorantes são (...).

           Mas o que mais marca o período "tecnocêntrico" de nossa cultura é o aparecimento, junto com todos os sistemas técnicos, mecânicos, elétricos, de produção, trabalho e bem-estar, de um campo de utilização desses equipamentos que se tornou cada vez mais totalizador. É o uso da tecnologia de comunicação e informação. Elas vieram como uma espécie de contraponto a uma sociedade que se torna cada vez menos social, onde as pessoas cada vez menos se falam, encontram-se, veem- se, tocam-se; em que as pessoas têm cada vez menos tempo para as outras, para os amigos; uma sociedade, portanto, de progressivo isolamento.

          A comunicação, como espaço de troca de sensações, vivências, informações com o outro, hoje é "realizada" por meios de aparelhos e máquinas eletrônicas. As tecnologias tentam artificialmente reagregar um mundo de contatos humanos que na prática já está totalmente rarefeito, pulverizado.

                                                                        (Ciro Marcondes Filho. Sociedade tecnológica. Adaptado)

Há uma palavra grafada de forma INCORRETA em:
Alternativas
Q462709 Português
      Nos anos 70, Bob Marley quis convencer o mundo de que a maconha era boa. E 40 anos depois, a Jamaica, ilha que o viu nascer e da qual é o máximo ícone, caminha em direção à _________________ da erva, ao permitir sua posse e consumo em pequenas quantidades.
      Após anos de intenso debate, possuir e consumir maconha na Jamaica não será mais crime em quantidades inferiores a duas onças (56,7 gramas) a partir de setembro de 2014, quando se espera que o Parlamento Nacional dê sinal verde ao Projeto de Lei aprovado pelo Conselho de Ministros em junho desse ano.
      “É uma planta. É boa para tudo. _________ as pessoas do governo que se fazem passar por gente boa nos dizem que não devemos fumar erva?”, disse na década de 70 o “rei do reggae”, como consta no documentário “Bob Marley: Rebel Music” (PBS, 2000).
http://g1.globo.com/mundo/... - adaptado

Assinalar a alternativa que preenche as lacunas do texto CORRETAMENTE:
Alternativas
Q462525 Português
Segundo as normas ortográficas vigentes, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

( ) Expontâneo - abcesso - excesivo.
( ) Hipocresia - acensorista - ambicioso.
( ) Prazeiroso - ponteagudo - autópsia.
( ) Caranguejo - extensão - aterrissar.
Alternativas
Respostas
12001: D
12002: D
12003: D
12004: C
12005: B
12006: D
12007: B
12008: D
12009: C
12010: D
12011: D
12012: C
12013: E
12014: A
12015: A
12016: E
12017: D
12018: C
12019: B
12020: C