Questões de Concurso
Comentadas sobre ortografia em português
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Ladrões podem roubar sua impressão digital a
partir de fotos
A mente criminosa não tem limites. Desta vez, os ladrões estão usando uma nova tecnologia para roubar impressões digitais de fotografias. Detalhe: as imagens em que as pessoas aparecem fazendo o simpático símbolo de “paz e amor” são os principais alvos.
O alerta foi feito por uma equipe de pesquisadores do Instituto Nacional de Informática do Japão que afirmou que as técnicas de reconhecimento de digitais estão se tornando cada vez mais comuns – seja para logar em smartphones e tablets, seja para verificar identidades. E isso está começando a ser explorado pelos criminosos.
As câmeras de alta qualidade dos smartphones e as redes sociais têm aumentado o risco de vazamento de informações pessoais. Os cientistas japoneses copiaram impressões digitais com base em fotos tiradas por uma câmera digital a 3m de distância do indivíduo.
“Fazer um sinal de paz na frente da câmera, por exemplo, pode tornar as impressões amplamente disponíveis”, explicou o pesquisador Isao Echizen ao jornal Sankei Shimbun que publicou a pesquisa. Segundo ele, os golpistas nem precisariam de equipamentos avançados para recriar os traços dos dedos – principalmente se a área da digital estiver iluminada.
O mesmo instituto desenvolveu um filme transparente, à base de óxido de titânio, que pode ocultar as impressões digitais em fotografias. Essa seria uma alternativa para confundir os larápios virtuais. O problema é que os cientistas vão levar, pelo menos, dois anos para aperfeiçoar a técnica antes de lançá-la. Até lá, esconda os dedos.
HIRATA, Gisele. Ladrões podem roubar sua impressão digital a partir de fotos. Revista Super
Interessante. São Paulo: Abril, 2017. Disponível em: <http://super.abril.com.br/tecnologia/ladroespodem-roubar-sua-impressao-digital-a-partir-defotos/>.
De acordo com as proposições abaixo, assinale a alternativa com os termos que completam corretamente as lacunas:
I – A _________________ de terras ao filho mais novo já era esperada.
II – Estou montando uma loja de _____________ para veículos.
III – Ontem, Mariana viu um _______________ pela primeira vez e se assustou!
1. Na frase: “É preciso fazer o censo das pessoas de bom senso no Brasil”, as palavras sublinhadas são homônimos e estão corretamente empregados.
2. Em “Em concerto violinos para fazer excelentes consertos musicais”, não há impropriedade vocabular.
3. Em ”Vou aprender essa lição para apreender o significado do amor”, as palavras sublinhadas são parônimos.
4. Em “Cometeu uma inflação e, por isso, houve infração abusiva do preço do combustível”, os parônimos estão utilizados de maneira incorreta.
5. O comprimento a uma pessoa é sinal de cortesia. Nessa frase, a palavra sublinhada significa saudação.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
( ) O tema do texto é poluição.
( ) Algumas medidas têm sido tomadas para diminuir a poluição.
( ) Dióxido de carbono é uma das substâncias químicas que sempre poluem o ar.
( ) O texto está estruturado em dois parágrafos.
( ) A primeira frase do texto possui oito palavras paroxítonas, das quais somente duas recebem o acento gráfico obrigatório.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
( ) São acentuadas as palavras monossílabas tônicas terminadas em -a(s), -e(s) e -u(s). ( ) As palavras monossílabas átonas nunca são acentuadas. ( ) Palavras monossílabas tônicas terminadas em -i(s) e -o(s) são sempre acentuadas.
Marque agora a alternativa que traz a sequência CORRETA:
Baseando-se na ortografia das palavras, analise as afirmativas a seguir:
I- A ortografia se caracteriza por estabelecer padrões para a forma escrita das palavras. Essa escrita está relacionada tanto a critérios etimológicos (ligados à origem das palavras) quanto fonológicos (ligados aos fonemas representados).
II- É importante compreender que a ortografia é fruto de uma convenção. A forma de grafar as palavras é produto de acordos ortográficos que envolvem os diversos países em que a língua portuguesa é oficial.
III- A melhor maneira de treinar a ortografia é ler, escrever e consultar o dicionário sempre que houver dúvida.
Agora, assinale a alternativa CORRETA:
Texto 01: Ela venceu a corrida contra o preconceito
Antonio Carlos Prado
20 de abril de 2017
Há meio século, o número 261 entrou para a história na luta das mulheres pelos direitos civis nos EUA – e, consequentemente, em diversos países nos quais também se levantavam bandeiras a favor da isonomia social na questão de gênero. Era ele, o 261, que estava estampado no moletom de Kathrine Switzer, que ousara se inscrever e participar da famosa maratona de Boston. Para driblar o regulamento que proibia a presença feminina, Kathrine se inscreveu na prova usando apenas as iniciais K.V, inspiração que lhe veio ao lembrar-se que alguns escritores famosos assinavam seus livros dessa maneira (T. S. Eliot e J. D. Salinger, por exemplo). Dito e feito: o seu nome passou como sendo o de um homem, recebeu como número de inscrição o tal 261 e os fiscais só deram conta do equívoco com a competição já iniciada. O que se viu a seguir foi o mais lamentável preconceito, quando tentaram impedi-la, com tapas e empurrões, de continuar na corrida.
Na semana passada, outros tempos, outros conceitos – e bem melhor assim. Aos 70 anos de idade, Kathrine Switzer esteve novamente na maratona, foi aplaudida do começo ao fim como símbolo da luta contra toda e qualquer desigualdade (ela sempre teve uma visão bem mais ampla dessa questão de gênero, ao contrário da pregação estreita de muitas feministas nos dias atuais), e completou os 42.195 metros da prova em 4h44min31s. Detalhe: usou o mesmo 261 do passado.
Kathrine já disputou 39 maratonas, e em 1974 foi a grande vencedora da competição em Nova York. Em um artigo publicado pelo jornal “The New York Times”, ela escreveu: “Pouca gente imaginaria que a maratona feminina se tornaria uma das modalidades com maior glamour nas Olimpíadas”.
Adaptação de http://istoe.com.br/ela-venceu-corrida-contra-o-preconceito/, acesso em 26 de abril. de 2017.